quinta-feira, setembro 23, 2021

Gripen para o Brasil

Taiwan conclui as avaliações operacionais do míssil Sky Sword II aprimorado

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Novo míssil projetado pelo NCSIST de Taiwan tem alcance estendido de 60 km

TAIPEI (Taiwan News) – Oficiais militares disseram na terça-feira (3 de agosto) que o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Chung Shang (NCSIST) concluiu as avaliações operacionais de combate de uma versão aprimorada do míssil ar-ar Sky Sword II.

Oficiais militares disseram que o NCSIST aumentou o alcance do míssil de 60 km para 80 km no “Project Running Sword”, o que impede que os aviões militares chineses voem muito perto de Taiwan, informou a CNA. Eles acrescentaram que a Força Aérea de Taiwan em breve produzirá em massa esta nova variante do míssil Sky Sword para aumentar a capacidade de combate de sua frota de Indigenous Defense Fighters (IDF) ou AIDC F-CK-1A/B Ching Kuo.

O NCSIST confirmou que as avaliações do projeto foram concluídas e que ele pode começar a ajudar na produção de mísseis. O Comando da Força Aérea afirmou que a aquisição de vários sistemas de armas está sempre de acordo com os planos de desenvolvimento e reestruturação dos militares e passa por testes rigorosos para construir uma força de defesa aérea que atenda aos requisitos das operações de defesa de Taiwan.

Os IDFs são atualmente os principais aviões usados pela Força Aérea para enfrentar os aviões militares chineses que invadem a zona de identificação de defesa aérea de Taiwan. A maioria deles está estacionada em Tainan e Taichung, com alguns IDFs se revezando para serem desdobrados em Penghu de abril a setembro de cada ano, segundo a CNA.

Caça AIDC F-CK-1A/B Ching Kuo com um míssil Sky Sword II sob a fuselagem

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Foxtrot

“Taiwan conclui as avaliações operacionais do míssil Sky Sword II aprimorado”.
Ou seja, evolução do produto e projeto.
Aqui até hoje não aprendemos isso, e pelo jeito nunca aprenderemos.
Parabéns Taiwan!

PACRF

O nome disso é Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), coisa no Brasil.

Nativo

Porque o Brasil precisa de pesquisa e desenvolvimento?
Nós já temos muitos profetas nas igrejas e políticos que sabem de tudo.
O&D é para os fracos kkkkkkkk.

Jacinto

Taiwan tem um longo histórico de desenvolver e aprimorar seus equipamento: evolução, mais do que revolução. Além destes misseis citados, eles têm para defesa aérea o Sky Bow I, II e III – evoluindo mais ou menos juntos dos Patriots (Taiwan licenciou parte da tecnologia dos Patriots), misseis anti-navios Hsiung Feng I, II e III sendo que este último é supersônico, com alcance de 400km.

José

Israel começou assim, produzindo produtos próprios com capacidade inferior, mas hoje muitos dos seus produtos estão em pé de igualdade com os melhores, e alguns até superam.

Já aqui não dá pra saber a verdade, como está o andamento dos projetos.

Alguns falam que Rússia e China não mostram o desenvolvimento de seus projetos, mas o que sei é que aqui é bem pior, nem informações confiáveis sobre o ALAC temos, muito menos dos projetos mais avançados.

Filipe Prestes

Pois é. Até hoje esperamos o MTC-300 finalmente ser fabricado em série. Nem sequer temos notícias desde 2019.

José

Então…
Citei o ALAC porque é uma tecnologia relativamente mais simples que misses, e não sabemos absolutamente nada a respeito de onde está indo nosso dinheiro.

Foxtrot

Tem certeza que não sabemos para onde está indo nosso dinheiro ??

Nonato

Para Cuba, Venezuela, Nicarágua, Irã, odebrecht com certeza não é mais ..

Foxtrot

Não, para a compra das vacinas super faturadas, criação de ministério para os aliados, rachadinhas etc etc etc.

José Luiz

Na década de 80 comprei uma revista Flap que existe até hoje e lá estava a notícia em uma curta nota que o CTA estava desenvolvendo o primeiro míssil ar ar brasileiro o Piranha e que ele iria substituir o já obsoleto na época AIM 9B – bravo, bem quem acompanhou a saga do Piranha vai ver, que ele passou pelas empresas DF Vasconcelos, Engesa, mudou de nome foi chamado de MOL, foi comparado ao Shafrir de Israel, etc. Até que no governo do Lula com o acordo feito com a África do Sul é que veio o seeker apto… Read more »

Foxtrot

Dúvido muito viu. A moda hoje e comprar com falsas promessas de T.O.T que encarece o produto e dá ótimas comissões a vendedor, montar localmente pelo fabricante em algum “espelho” local (ex empresas nacionais) e colocar a bandeirinha do Brasil. Olha os exemplos Guarani, LMV, CCT/Meko, Gripen etc etc etc. Pois é, como você escreveu, “no governo Lula foram feitos muitos acordos que levou a grande desenvolvimento tecnológico militar no Brasil, além de muitos projetos nacionais saírem da gaveta”. Mas aí demonizam o ex presidente, e o resta já sabe. Hoje o que temos ? Indústrias de defesa vendidas, universidades… Read more »

wilson

Prezado José Luiz, muita injustiça sua com o míssil Piranha. Ele garantiu que muito dinheiro de impostos fosse investido em viagens de “especialistas” militares (todas as despesas pagas) e também em pagamentos de “consultorias” extremamente necessárias ao desenvolvimento do projeto. Como você vê, o projeto alcançou seus objetivos gerando receita às empresas e mérito aos militares envolvidos. O único problema é que o míssil não colaborou, mas isso é só um detalhe. Tanto que este modelo de desenvolvimento permitiu o avanço vitorioso de outros projetos como o míssil anti-radar MAR-1 e o TPN – Torpedo Pesado Nacional.

Antoniokings

Off topic.

Correm relatos e imagens de um MQ-4C americano abatido por um Buk-M2 sírio no norte do País.
O fato teria ocorrido em 02/08.

José Luiz

No início da década de 80 comprei uma revista Flap e em uma nota curta encontrei a notícia de que o CTA estava desenvolvendo um míssil nacional denominado Piranha. Foi a primeira vez que ouvi falar e creio que o início da saga do Piranha, depois disso o míssil passou a ser citado em outros artigos por muitos anos, diria décadas. Primeiramente era um produto associado a uma empresa denominada DF Vasconcelos, nem sei se ainda existe, depois passou pela subsidiária da Engesa, creio salvo engano da memória chamar se Órbita, o míssil inclusive mudou de nome, achou que passou… Read more »

Bosco

Um míssil ar-ar de “médio” alcance pode ser o começo de uma imensa família de mísseis. Por exemplo, o mesmo designe básico e motor podem dar origem além do míssil ar-ar BVR de um míssil sup-ar. Pode ser acrescentado um booster para uma versão sup-ar inclusive com lançamento vertical. Também um míssil ar-ar em tendo GPS pode ser usado contra alvos fixos em terra. A ogiva nesse caso seria pequena mas nunca se sabe. Tem o mesmo efeito que um obus de 105 mm pelo menos. Por ter um seeker radar ativo pode ser usado contra navios no mar. A… Read more »

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