segunda-feira, agosto 2, 2021

Gripen para o Brasil

Saiba como o suporte afeta a disponibilidade dos caças

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Para que sejam bem-sucedidas, as operações de uma força aérea dependem de uma rede complexa de atividades de apoio. Uma delas é a capacidade de realizar a manutenção da aeronave sempre que necessário, garantindo, assim, que o sistema de armas esteja sempre em prontidão operacional

Desde o início do desenvolvimento, o Gripen foi projetado para que todos os itens substituíveis fossem de fácil acesso e que a sua troca não demandasse muito tempo. O caça também possui uma vasta gama de sensores internos, responsáveis por transferir os dados e informar ao operador o momento correto da substituição do item.

Como o Gripen é equipado com o que há de mais moderno em termos de sistemas de guerra eletrônica, o Brasil se prepara para dispor de uma estrutura eficiente para ter o suporte adequado. No País, a Saab Sensores e Serviços será a responsável pela manutenção de componentes dos sistemas de sensores da aeronave, como radar e equipamentos de guerra eletrônica.

“Com a atuação da Saab Sensores e Serviços no Brasil, não será necessário enviar os equipamentos para reparos ou revisões no exterior. Essa estrutura proporciona agilidade nas manutenções e amplia a disponibilidade na frota do Gripen. A presença da empresa no Brasil também representa o forte compromisso com a capacidade de suporte do Programa durante seu ciclo de vida, garantindo uma solução de manutenção econômica e um excelente nível de disponibilidade para o sistema completo de armas”, explicou Fabrício Saito, diretor geral da Saab Sensores e Serviços.

A maior confiabilidade, rápida reconfiguração e manutenção da aeronave com mínimo suporte levam à alta disponibilidade operacional, com reduzido custo operacional. Isso se traduz em menos tempo no solo e mais tempo no ar, além de permitir que os Comandantes dos Esquadrões Operacionais cumpram as missões mais exigentes com o mínimo de recursos.

FONTE: Saab

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GFC_RJ

Boa pergunta.

GFC_RJ

Sinceramente, creio ser meio difícil que venham voando. Acho que será uma operação logística semelhante à do ano passado. Só acho.

Adriano RA

Nem mesmo os Gripens C da Força Aérea Sueca que vieram uma vez para a FIDAE no Chile vieram voando. Será uma surpresa se isso acontecer. Abraços.

Sensato

A questão é, foram voando por decisão de quem? Cliente ou vendedor? Será que não aproveitaram o voo de entrega para algum outro motivo além da simples entrega?

EduardoSP

Se levamos Super Tucanos para as Filipinas voando, não vejo obstáculo técnico a que haja um traslado em vôo da Suécia para o Brasil. A distância de Dakar a Fernando de Noronha é de cerca de 2600km, dentro do alcance de traslado do Gripen. Até Natal são cerca de 3000km. Se a opção for utilizar reabastecimento aéreo, há empresas privadas que podem ser contratadas para prestar esse serviço.
Fabricantes europeus de aviões pequenos (9 passageiros) fazem traslado pelo atlântico norte para os EUA. Parando várias vezes, é claro (Irlanda, Islândia, Groenlândia, Canadá e EUA).

Fazendo musica

O custo de hora de vôo do Gripen é muito maior que o do Super Tucano, acredito que não compensa financeiramente trazer eles voando deve ficar muito mais barato trazer eles de navio.

Sensato

A única razão pela qual creio que compensaria o trajeto voando seria por questões propagandistas já que atrairia cobertura da imprensa internacional e chamaria atenção para a aeronave. Nesse caso, contudo, entendo que a Saab e Embraer deveriam arcar com parte dos custos.

Leandro Costa

Eu pensava assim, mas ao que parece, todas as entregas de Gripens para clientes estrangeiros fora do continente europeu foram de navio.

Adriano RA

Impedimento técnico para que venham voando não há, realmente. O fato é que os suecos tem preferido o envio por navios, talvez pelo preço do “despacho”. Para a África do Sul, por exemplo, foram entregues por navio…

Flanker

Muito provavelmente, as 4 aeronaves virão juntas, via marítima, assim como foi com o primeiro.

Filipe

O segredo dos caças esta na disponibilidade e suporte, no treinamento dos pilotos e técnicos , a FAB vai operar 70 unidades do Gripen com o Auxilio de 2 A330MRTT e 5 E-99M , o que dará um operacionalidade quase global aos caças Gripens , com a aquisição dos 2 A330 a FAB diminui a pressão de ter que operar com mais de 100 Gripens , 70 bastam desde que tenham o suporte adequado em terra e possam fazer REVO com os KC-390 e os A330MRTT.

Luiz Antonio

Onde o amigo “conseguiu” os outros 34 Gripens? e os 2 A330? Existe disponibilidade para 5 E-99? (esse é o total da frota, se não estiver enganado, o que não significa que estejam todos disponíveis). Para que os A330? Para prover capacidade REVO para os esquadrões que atacarão quem e onde?
Muitos anos ainda pela frente de F-5M, KC-130 e torcendo para não diminuírem ainda mais a quantidade de KC-390. Isso chama-se Realidade de um país economicamente esfrangalhado e politicamente esculhambado.

Last edited 11 dias atrás by Luiz Antonio
Rafael

Nem os MAVs do Partido emporcalhavam tanto o site quanto você e suas mentiras disfarçadas de devaneios.

Sensato

Emporcalhavam não. Ainda o fazem e muito!

Adriano Madureira

acredito que sim, um navio container como o MV Elke,com comprimento de 139 metros e 21 metros de largura, que trouxe o primeiro Gripen-E, certamente tinha espaço de sobra em seu porão para trazer mais do que apenas uma aeronave…
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Os Gripen JAS-39 da força aerea africana foram entregues em um navio parecido,foram levados quatro unidades do caça em seus porões…
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Last edited 11 dias atrás by Adriano Madureira
Ronaldo

Boa Noite a Todos,a pergunta que não quer calar;Quando o Brasil vai começar a produzir o Gripen propriamente dito,que até agora só produziu duas peças e nada da produção do caça
E depois vem o Comte Da FAB Calos Almeida Baptista Júnior; dizer que o Brasil poderá produzir o seu caça de 5° geração,se ainda nem começou a produzir um caça de 4.5 geração ++,eu sou lego no assunto mas estou achando esta Sam da Saab no Brasil muito lenta na produção do caça,bom este foi o meu ponto vista
Uma Excelente e Abençoada Noite Pra Todos

Renato

Ronaldo,
O problema central das entregas do GRIPEN e das FRAGATAS TAMANDARÉ é o mesmo.
A medida que pagarem, recebem seus produtos.

ANDRE DE ALBUQUERQUE GARCIA

Finalmente, qual será a pintura utilizada nos Gripen? Essa bandeira vai permanecer?

Arckthur

A bandeira não poderia ficar na cauda. Se não modificarem os planos, haverá o símbolo da FAB (espada alada) com letras minúsculas “fab” e o número de identificação do avião.

Arckthur

No tocante à pintura cobrindo o avião, está quase definido que será parecida com a dos AMX

Rinaldo Nery

Rosa Marickay.

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