sábado, outubro 16, 2021

Gripen para o Brasil

FMV encomenda upgrade de IFF para caças JAS 39C/D da Força Aérea Sueca

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A Administração de Material das Forças Armadas Suecas (FMV) encomendpu duas opções para o sistema IFF, Identificação de Amigo ou Inimigo, Modo 5 e Modo S para os caças JAS 39C/D do fornecedor Saab AB.

O pedido vale aproximadamente 110 milhões de coroas suecas. O pedido refere-se à modificação de aparelhos e novos aparelhos.

Com esta atualização do IFF, a capacidade interoperável do JAS 39 é mantida.

Cockpit do JAS 39C/D

FONTE: FMV

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Rogério Loureiro Dhierio

Não sei o porquê más eu prefiro muito mais essa concepção clássica dos demonstradores do que a tela wide screen que virão nos modelos E e possivelmente F.

Não sou fã daquela tela de cinema.

Wellington Góes

Se tivessem optado pelos três MFD da ROCKWELL COLLINS, os 120 milhões de dólares gastos com o WAD, deveriam ser investidos no MAR-01, A-DARTER, dentre outros armamentos (ACAUÃ, FRIULLI, etc…) e sistemas… Mas preferiram um painel modernoso… E aí, ao invés de ampliarmos nossa independência no desenvolvimento e produção de armamentos inteligentes nacionais, nossa gloriosa FAB continua com a importação e, consequentemente, dependência de fornecedores estrangeiros…
Juro que não entendo esse “planejamento estratégico”…

Camargoer

Olá Wellington. Creio que o painel amplo como o adotado no F39E/F está relacionada com a capacidade do avião ter seus software, sensores e armas continuamente atualizados. Acho que a tendência é aumentar a integração de informações oriundas de diferentes sensores e fontes (internas e externas do avião). Um painel amplo como o este adotado pelo F39E/F permitirá soluções de interface superiores às empregadas para três painéis separados. O objetivo é facilitar a carga de trabalho do piloto, algo que depende da capacidade de processamento embarcada e da capacidade de integração das informações disponíveis.

Wellington Góes

Entendo o princípio, mas de ante a limitações orçamentárias, é preciso identificar melhor as prioridades e, na minha opinião, é mais prioritário ter capacidade autóctone de desenvolvimento e produção de armamentos e sistemas modernos, do que um painel MFD para dar uma melhorada na percepção situacional… O painel de MFD amplo poderia entrar num segundo momento, num futuro MLU. Com capacidade de produção local de armamentos inteligentes, você se sustenta nas suas posições geopolíticas e militar, sendo um mero importador e dependente de armamentos estrangeiros, não. O planejamento estratégico está na capacidade de identificar isso.

Camargoer

Caro Wellingtin. Primeiro, temos que reavaliar esta questão da “limitação orçamentária”. Um orçamento de US$ 20 bilhões por ano é muito dinheiro. As forças armadas brasileiras têm problemas de gestão orçamentária. Sobre o painel, o momento de desenvolve-lo foi agora durante o desenvolvimento do protótipo do avião. O fato da Suécia optar pelo painel similar ao da FAB mostra que a decisão foi correta. Pelo que lembro, o painel é na verdade a composição de vários painéis independentes que podem atuar combinados ou separados. É um aviônico que poderá ser usado em qualquer outro aparelho, inclusive nos aviões comerciais da… Read more »

Camargoer

Caro Rogério. Uma das principais características do F39 é a sua capacidade de modernização contínua, tanto de sensores quanto de software. Portanto, é preciso assegurar a máxima uma interface homem-máquina de máxima flexibilidade porque ninguém seria capaz de prever como isso será feito ao longo dos próximos anos. O painel de 3 telas do F39C/D foi um salto em relação aos mostradores analógicos, mas eles já são um limitante para uma interface integrada de sensores e inteligência artificial. Se eu pudesse especular, eu diria que um painel amplo permitira uma integração de informações oriundas de outros caças, de aviões de… Read more »

Carlos Alberto Soares

1 esquadrão dessa variante no Brasil não faria mal. Dos estocados na África do Sul, após MRO.

Marcos10

Os da África do Sul não fazem REVO.
Quem sabe a gente possa fazer uma parceria estratégica de como armazenar aeronaves. Melhor que usar papelão.

Camargoer

Olá Marcos. Talvez fosse mais interessante a Argentina adquirir os excedentes da África do Sul do que a FAB faze-lo.

Wellington Góes

Fazem sim, os Gripens C/D são capacidades de REVO. Os A/B que não.

Camargoer

Caro Carlos. Não faz sentido. A FAB adquiriu 36 caças novos E/F que serão entregues nos próximos anos. Enquanto isso, os F5M estão cumprindo as suas horas de voo disponíveis, segundo o que sei, seguindo uma matriz de planejamento organizada para que nenhuma avião fique com horas sobrando. O próximo passo da FAB é adquirir um segundo lote de F38E/F.

FRANCISCO MARCELIO DE ALMEIDA FARIAS

Duas curiosidade: Primeiro para saber se o transponder (MkXII + Modo 5) é o da Leonardo Aerospace, Defence & Security ou o da Hensoldt Sensors GmbH, e porque mudar o modo S (civil)? …. Quem sabe ?

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