sexta-feira, dezembro 3, 2021

Gripen para o Brasil

F-35: Grã-Bretanha compra mísseis Spear 3 da MBDA por 550 milhões de libras

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A Grã-Bretanha informou no dia 6 de janeiro que assinou um contrato de 550 milhões de libras (US$ 751 milhões) com o fabricante europeu de armas MBDA para entregar mísseis de ataque ar-superfície para uso nos caças F-35B do país.

A Grã-Bretanha disse que a fabricação dos novos mísseis, conhecidos como SPEAR3, aumentaria a futura capacidade aérea de combate do Reino Unido e sustentaria mais de 700 empregos no país.

A MBDA é propriedade conjunta da empresa de defesa britânica BAE Systems, da gigante aeroespacial europeia Airbus e da italiana Leonardo.

FONTE: Reuters

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Allan Lemos

Ótima aquisição.

Tomcat

Pelo que percebi, é uma arma um pouco menor que a SDB mas tem um alcance maior. Interessante. Queria que a FAB tivesse algo do tipo no inventário dela.

MestreD'Avis

A FAB não comprou a Spice 250 para usar nos Gripen? É similar

Tomcat

Verdade MestreD’Avis, depois que você falou fui pesquisar e ela é similar mesmo. O nome me confundia até agora e achei que era de 250 quilos, mas é de 113 mesmo. Valeu!

Marcelo

a desvantagem eh que a carga explosiva eh bem menor que a da SDB, para poder alojar o motor turbojato e o combustivel.

Tomcat

Percebi esse detalhe Marcelo, mas depois que o Mestre acima lembrou da Spice 250 (que eu tinha esquecido), pesquisei e vi que é uma arma de 113 kg com alcance de 100 km, vi que a FAB já tinha o que queria que ela tivesse. Apenas o número é pequeno ainda, seria bom mais compras ao longo da década.

Leonardo M.

Argentina agora tem o SEM ex Marinha Francesa
Só colocar uns par para voar e jogar uns Excocet no QE que afunda… kkkk

Kemen

Tudo indica que seja um bom missil, mas como já vimos fica dificil um missil de 1.80 metros afundar uma belonave de porte, causa enormes danos mas afundar mesmo não é garantido, é garantido com torpedos se acertarem o alvo. Essa foi a solução encontrada para o F-35 britanico para alvos terrestres ou maritimos. Os testes desse missil foram feitos com os Eurofigther.

Marcelo

Muito pequeno para afundar um navio. Mas pode ser que o coloque fora de combate, se der sorte de acertar sensores ou armamentos…

Adriano RA

Sim. A chance é grande de tirar de combate. Além da dor de cabeça para rebocar, consertar, etc. Qual o alcance mesmo do Mansup?

Jadson Cabral

A cabeça desse míssil é estranhamente curiosa? Alguém sabe que seaker é esse? Infravermelho, laser ou tv?

Kemen

Guidance system: Radar, infrared and laser homing.

https://web.archive.org/web/20200813151544/https://www.mbda-systems.com/wp-content/uploads/2018/08/spear.pdf

E mais um desenvolvimento recente de quem entende de misseis e nem quiseram saber de seeker AESA.

Last edited 10 meses atrás by Kemen
Bosco

O seeker do Spear 3 só comporta o radar milimétrico e o laser semi-ativo. Não tem o IIR.

Bosco

O seeker é “dual mode”, baseado num radar ativo de onda milimétrica (MMWAR) e laser semi-ativo.
*Diferente do Storm Breaker ele não tem o componente IIR.

Marcelo

o F-35B tem o compartimento de armas com volume menor que o das versoes A e C. Assim, nao pode levar o NSM noruegues, um missil anti navio/cruzeiro mais capaz. Eh a solucao que o Reino Unido encontrou para sua versao do F-35.

willhorv

Um caça…8 spear3 destes….e nossa esquadra toda está fora de ação…..
Algo a se pensar!

Fernando Turatti

Nossa esquadra toda é afundada só com helicópteros e penguin, visto que NENHUMA defesa AA da MB tem alcance maior que o penguin.
A MB só pode operar contra marinhas sem porta aviões, se o oponente tiver qualquer PA, já era, vira 100% guarda costeira.

Bosco

Fernando, Não é preciso impedir que o Penguin seja lançado, abatendo o vetor, para que possamos nos defender dele. Os navios da MB têm defesa de ponto na forma de mísseis Aspide, Sea Wolf, Mistral e canhão 40 mm , além de defesa “soft”, na forma de chaffs e flares. Só lembrando que mesmo que a marinha tivesse meios de defesa de área na forma de mísseis de médio e grande alcance, com alcance muito superior ao alcance de um Penguin, ainda assim um helicóptero pode atacar se mantendo abaixo do horizonte radar do navio, subindo para varrer com o… Read more »

Fernando Turatti

Bosco, o grande problema é que se defesa de ponto fosse confiável, não seria necessário todo o restante. Pelo contrário, a defesa de ponto é o último e desesperado passo antes de um problema iminente.
Quanto aos helicópteros e suas táticas, sim, mas nada garante que o helicóptero, no escuro, conseguirá iluminar o navio antes do oposto ocorrer.

Bosco

Todo mundo da citando o míssil como se ele fosse antinavio dedicado. Na verdade sua função primária é contra alvos táticos sobre terra. Sua função antinavio é secundária.

Bosco

Algumas tecnologias permitem hoje o impensável há alguns anos, como por exemplo um missil ar-sup tático com 150 km de alcance. Algumas destas tecnologias são: 1- radar de abertura sintética e modo indicador de alvos móveis 2- fusao de dados via data link 3- aquisição automática de alvos Na década de 50 surgiu o primeiro míssil ar-sup tático na forma do Bullpup guiado por telecomando de rádio (MCLOS) com apenas 4 km de alcance. Depois veio o Mavericks A, guiado por TV, (fire qnd forger), igualmente com 4 km de alcance. E por aí vai… Hoje alvos táticos móveis se… Read more »

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