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Projeto Link-BR2 é apresentado em Porto Alegre (RS)

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Tecnologia vai permitir que aviões da FAB troquem dados entre si em pleno voo

A Mectron Comm – empresa brasileira do Grupo AEL Sistemas – apresentou, em setembro, o avanço do Projeto Link-BR2 para a Força Aérea Brasileira (FAB). O Sistema Link-BR2 permitirá à FAB a comunicação, em tempo real, entre vetores aéreos e estações de Comando e Controle. Esta comunicação, realizada por meio de protocolo encriptado e com alto grau de segurança, proporcionará o compartilhamento de informações de radares, troca de mensagens, vídeos e outras inúmeras aplicações operacionais, permitindo a ampliação da consciência situacional de todos os participantes da rede, no ar e no solo.

A apresentação ocorreu em dois momentos, o primeiro na Ala 3, em Canoas (RS), e o segundo na sede da empresa, em Porto Alegre (RS). Durante os encontros, foi tratado sobre o Design Reviews, quando foram verificadas as modificações da Plataforma do caça F-5M e o Protocolo de Comunicação. Também foram verificadas as modificações que permitirão a integração no Sistema de Enlace de Dados Táticos. A equipe da FAB também realizou visita ao Laboratório para comprovação de testes necessários e que garantem a confiabilidade das etapas desenvolvidas.

Visando a um esforço conjunto de gerenciamento e acompanhamento da evolução do Projeto Link-BR2, participaram da apresentação, representantes da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), do Comando-Geral de Apoio (COMGAP), do Comando de Preparo (COMPREP), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

De acordo com o Gerente do Projeto na COPAC, Major Especialista em Comunicações Romulo Silva de Oliveira, com a apresentação foi possível verificar a atual fase de maturidade do Programa. “Estamos bastante satisfeitos com a evolução apresentada e estamos confiantes na preparação para a Campanha de Ensaios em Voo que, em breve, será iniciada. A integração dos diversos meios na Rede Link-BR2 colocará a Força Aérea em um novo patamar operacional, permitindo a efetiva atuação na era da Guerra Centrada em Redes (NCW – Network Centric Warfare)”, finalizou o Major.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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Mateus Lobo
Mateus Lobo
1 mês atrás

Passo importantíssimo para as forças, a segurança e capacidade das linhas de comunicação é essencial! No offset do programa Gripen será que está contemplado a tecnologia envolvida no Data-Link sueco?

Denis
Denis
1 mês atrás

Tenho perguntas:

1) É impressão minha, ou é a mesma proposta de datalink do Gripen?
2) Em caso afirmativo, essa capacidade de desenvolvimento do projeto é fruto da transferência de tecnologia dos suecos, ou nasceu mesmo em mentes brasileiras?
3) Se é um projeto genuinamente tupiniquim, por que raios compramos a transferência desta tecnologia em particular?

Last edited 1 mês atrás by Denis
Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Denis
1 mês atrás

1 – Pode ser a mesma proposta;
2 – Nasceu aqui; e
3 – Porque podemos aperfeiçoar o nosso com o conhecimento de quem realmente entende e utiliza há décadas.

Wagner
Wagner
1 mês atrás

Pouquíssimas forças armadas no planeta dominam esse quesito. Parabéns à FAB e às empresas envolvidas!

Adriano RA
Adriano RA
1 mês atrás

Ou seja, o Link-BR2 levará muitos e muitos anos para ser implementado. Até lá teremos um Gripen sem uma de suas principais vantagens que é a guerra centrada em redes? Fico pensando se não teríamos acesso ao datalink sueco, original do caça… Estou realmente confuso com essa escolha da FAB/MD. De uma coisa estou certo, levaremos décadas para levar o “Link-BRX” ao nível que os suecos tem hoje nesse tema…

leandro
leandro
Reply to  Adriano RA
1 mês atrás

veja bem… como não temos informações sobre o quanto o link sueco é mais eficiente que o BR, não é vantajoso aderirmos a ele pelo fato que todas as nossas aeronaves utilizam o link BR… o link br é igualmente compatível com NATO…. se torna muito mais custoso trocar todo o enlace de dados sendo que a diferença talvez seja mínima e ela atende todas as nossas necessidades.

vendo o link br 2 sendo apresentado nos mostra o quanto foi significativo a utilização do primeiro em todo o nosso cenário atual.

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  leandro
1 mês atrás

Obrigado, Leandro, pelas colocações. Não me lembrava que o Link-BR1 estava disseminado nas forças e é compatível com padrão OTAN. Bem… fico só com receio de limitarmos as capacidades do Gripen E/F por conta de nosso sistema.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  leandro
1 mês atrás

Até onde eu sei, os gripens iriam vir com Data Link 16

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Victor Filipe
1 mês atrás

Não

kaleu
kaleu
Reply to  Adriano RA
1 mês atrás

Acredito que esteja havendo uma confusão nisso aí, o D-link de comunicações criptografadas embarcada no Gripen é o Link16 compatível com a OTAN, é esse D-Link que estamos substituindo pelo Link-BR2, o D-Link tático do Gripen que atribui superioridade na consciência situacional com a fusão de todos os sensores e e responsável pelo NCW é o “TDILS” que virá embarcado no Gripen E/F Brasileiro onde deverá ter compatibilidade com o LinkBR para a eficiência da operação da aeronave. Essa é minha visão.

Adriano AR
Adriano AR
Reply to  kaleu
1 mês atrás

Opa. Isso é importante, heim?! Seria legal uma reportagem aqui sobre esse tema. Sei que tem bastante reportagem dispersa, mas como fica isso no contexto da entrada do Gripen em operação?

João Rodrigues Dos Santos
João Rodrigues Dos Santos
Reply to  Adriano RA
1 mês atrás

Se na notícia explica claramente que o LinkBR2 já vai começar com os ensaios em voos, significa que o projeto está andando, correto?
Veja oq ue diz a matéria:

  • estamos confiantes na preparação para a Campanha de Ensaios em Voo que, em breve, será iniciada.”

Então, como vc sabe que levará anos e anos até ser implementado?
Tem “fontes” dentro do DCTA/COPAC?
Tem alguma matéria em site especializado, informando que tudo está um caos e o programa atrasará por anos a fio?
Meu Deus…

Last edited 1 mês atrás by João Rodrigues Dos Santos
Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Adriano RA
1 mês atrás

Não levará ¨muitos e muitos anos¨. Data link é conhecimento sensível. Quem sabe não ensina.

Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

Destaco esta parte:

“Estamos bastante satisfeitos com a evolução apresentada e estamos confiantes na preparação para a Campanha de Ensaios em Voo que, em breve, será iniciada”

Se já esta sendo preparado ensaios em voo é porque esta bem adiantado não ?

LucianoSR71
LucianoSR71
1 mês atrás

Lembrando que o Link-BR2 deverá ser implantado nas 3 Forças, não apenas na FAB. Poderemos ter comunicações seguras entre aeronaves como Gripen ou E-99M e navios da Esquadra ou uma baterias de Astros, por exemplo – não há perspectivas reais de vermos isso em outros países vizinhos tão cedo.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  LucianoSR71
1 mês atrás

Você compreendeu bem, ao invés de outros aqui.

Marcelo M
Marcelo M
1 mês atrás

Uma vez restabelecida a capacidade da aviação de caça, precisaremos de VANTs e de defesa anti aérea. Aí isso entraremos no século XXI.Com o data link trocando informações entre diferentes vetores.

pangloss
pangloss
Reply to  Marcelo M
1 mês atrás

Mas o que é restabelecer a aviação de caça? Será que 36 unidades do Gripen são suficientes?

Marcelo M
Marcelo M
Reply to  pangloss
1 mês atrás

Posso dizer que passaremos a ter uma aviação de caça no estado da arte. Ainda insuficiente. Mas certamente incomparável ao status quo ante.

Jorge Knoll
Reply to  pangloss
1 mês atrás

Nunca!
36 caças nem fazem cócega, ainda um país continental como o nosso, e fazendo fronteira com 10 países e guianas,, e ter que cobrir 8.500.000 km², e servir de apoio ao EB e MB.
No mínimo 180 caças Gripen, para dispor de uma aviação para a nossa situação geo polílica.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Jorge Knoll
1 mês atrás

São 22 milhões de quilômetros quadrados.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Marcelo M
1 mês atrás

O Brasil já teve operacionais ao mesmo tempo, algo em torno de 80 Xavantes, 43 F-5, 53 A-1 e 16 Mirage III. Havia ainda um lote bem significativo de A-27 Tucanos de ataque e COIN, e, dado o tamanho do país, estes números eram adequados par a tarefa de defesa nacional Certo que hoje, aeronaves são mais capazes e provavelmente seu número possa cair, mesmo com proteção idêntica. Mas penso que não menos de 80 A-29 Super Tucanos, mais em torno de 80 gripen, considerando a aposentadoria dos F-5 e dos A-1. E algo em torno de 80 F-39+F-5+A-1 enquanto… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

*** ACHO *** que a disponibilidade das aeronaves hoje em dia era bem maior do que na época em que tínhamos mais aeronaves. O ideal seria saber mais ou menos quantas aeronaves tínhamos em disponibilidade em qualquer momento para fazermos essa comparação. De todo o modo, precisamos de pelo menos mais um lote de Gripens e preferencialmente dois novos lotes. Mesmo mais capaz, não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Na verdade, eu considero que “operacionais” são lotes divididos em 3: 1/3 voando, 1/3 saindo da manutenção, 1/3 entrando na manutenção periódica. Ou seja, no mínimo 1/3 precisa estar disponível, mas os outros 2/3 são operacionais, estão dentro do cronograma de operações.

nonato
nonato
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Ou seja, passam mais tempo em manutenção do que voando?
Para mim, avião é para ficar guardado para guerra e não pára ficar voando até o osso e numa guerra ter poucos aviões.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  nonato
1 mês atrás

Aí quando eles decolam para o combate os pilotos simplesmente são abatidos feito patinhos porque não treinam, né?

Flanker
Flanker
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

A FAB encomendou 56 A-1, dos quais 55 foram entregues, pois o 5532 foi perdido qdo ainda em testes na Embraer. E nunca a FAB teve esse número operacional. Chegou a ter, no máximo, 43 exemplares, com mais 10 estocados na BASC. E, quando se chegou à última entrega, ao Poker em SM, no ano 2000, já não havia mais que uns 45 AT-26 operacionais, pois nessa época ele só equipava o Joker e o Pacau. Nessa mesma época, havia uns 47 F-5E/F e uns 16 F-103E/D, mesmo. Hoje, com a entrega do último F-5M esses dias, a FAB tem… Read more »

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Ou seja, pouco, mas muito pouco mesmo, para guardar os céus de um país continental. E a conta é a mesma: Operacionais são divididos em 3: 1/3 voando, 1/3 saindo da manutenção, 1/3 entrando na manutenção. Como as manutenções são periódicas, necessárias, obrigatórias, é preciso um número grande de aeronaves para cobrir todo o serviço. Ou seja, o Brasil e sub-defendido.

João Rodrigues Dos Santos
João Rodrigues Dos Santos
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Isso, com END e tudo o mais… Imagine se não tivesse??
Seria uma segunda Força Aérea Mexicana…

João Rodrigues Dos Santos
João Rodrigues Dos Santos
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Flanker, pelo que acompanho as noticias e matérias em veículos especializados, vc foi cirúrgico!!
Perfeito!!

Flanker
Flanker
Reply to  João Rodrigues Dos Santos
1 mês atrás

Obrigado, João! Como acompanho e leio tudo sobre militarismo, em especial aviação, desde 1987, a memória busca muita coisa…hehehe…abraço.

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

O Brasil deveria investir em mais satélites militares de comunicação.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

E observação

Leandro Costa
Leandro Costa
1 mês atrás

Na minha opinião, um dos projetos mais importantes da atualidade.

Jagdverband#44
Jagdverband#44
1 mês atrás

Gaúchos…

Carlos Gonzaga
Carlos Gonzaga
Reply to  Jagdverband#44
1 mês atrás

1. Brasileiros;
2. Você sabe a origem dos componentes da equipe de desenvolvimento?
3. Deixe desse ufanismo besta!

João Rodrigues Dos Santos
João Rodrigues Dos Santos
Reply to  Carlos Gonzaga
1 mês atrás

kkkkkkkkk rsrsrs

Funcionário da Petrobras
Funcionário da Petrobras
Reply to  Carlos Gonzaga
1 mês atrás

Deixe ele passar vergonha.

Last edited 1 mês atrás by Funcionário da Petrobras
Jef2019
Jef2019
1 mês atrás

Tenho algumas dúvidas…o sistema link br2 é apenas software ou hardware e software, ou melhor perguntando…necessitará substituicao de pecas ou somente instalação de programa em equipto ja existente? Alguem sabe em quais aeeonaves serão instalados? Acho que f39, F5, AMX, ST, E99 e R99 terão né? Será que é rapido o processo de instalação na frota?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Jef2019
1 mês atrás

Software e hardware. Instalação em equipamento existente (Rádios Rhode & Schwarz).

Welington S.
Welington S.
1 mês atrás

Na AL o único país que detêm essa tecnologia é o Brasil? Chile tem algo parecido?

bruno botelho
bruno botelho
Reply to  Welington S.
1 mês atrás

sim compra de prateleira, aviões e navios se comunicam

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

O maior absurdo, além de terem transferido para multi estrangeiras uma empresa hiper estratégica como a Mectron, é nessa cerimônia de apresentação, desenvolvimento não estarem presentes representantes da MB, CFN e EB, já que o link-BR2 é estratégico para todas as nossas FAA,s. Mais uma prova da total falta de integração de nossos militares. Vale ressaltar que o radar Saber-M200 do EB está aguardando apenas a conclusão do link, BR e IFFF Mod-04. Os mesmos desenvolvidos sozinhos pela FAB. Precisamos para ontem de um MD que realmente funcione e de uma agência integradora de P&D,s como a Darpa ou DRDO… Read more »

Marcilio lemos de Araujo
Marcilio lemos de Araujo
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Boa tarde Foxtrot, muito estranho, no projeto Fx, bem como das corvetas tamandaré o edital exigia que fabricas brasileiras estivesse no projeto, satisfeito essa exigência para a TOT, a saab comprou a SAM e grupo alemão comprou o estaleiro que produzirá as mesmas, mas como tem muitos parentes de militares graduados agraciados com empregos na AEL, Saab, engepron, a tão sonhada transferência de tecnologia, que pagamos caro, volta para a mão deles próprios, eita lelê.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Marcilio lemos de Araujo
1 mês atrás

Boa tarde Marcílio.
Muito bem escrito.
É o que canso de escrever aqui, não existe esse papo de T.O.T, pois tecnologias não se transferem, são desenvolvidas.
Nunca em minha vida vi industria alguma fomentar um futuro concorrente.
Ao contrário, buscam limitar no mínimo a capacidade deste futuro e provável forte concorrente.
Mas as mentes menos “agraciadas” de nossa população e aqui do fórum, vivem aplaudindo isso que em minha modesta opinião é um dos maiores absurdos e atentados a capacidade fabril e tecnológica nacional.
Mas em um país de dementados, quem tem um neurônio reina!

MMerlin
MMerlin
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Fox, seu comentário relata o comportamento padrão, principalmente em negócios no setor privado envolvendo empresas de múltiplos países. É normal e, sinceramente, o correto. Mas também existe, no mesmo setor, bastante contratos de ToT, também envolvendo empresas de múltiplos países, onde o custo acaba sendo multiplicado entre 5 e 7 vezes do valor final do produto, importante, no mercado. O valor alto serve abater os gastos com P&D e também compensar o nível de risco. Ocorre que o ToT não pode ser o final, como a maioria pensa, mas o início de um trabalho que trará retorno a longo prazo.… Read more »

João Rodrigues Dos Santos
João Rodrigues Dos Santos
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Verdade, vc falou tudo!!
Com todo o respeito que tenho pelas nossas FA, mas parece uma situação sem pontos de conexão, sem aquela “Ligação” entres meios diferentes que, ironicamente o programa irá trazer quando estiver concluído.

Last edited 1 mês atrás by João Rodrigues Dos Santos
Frederick
Frederick
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás
Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Frederick
1 mês atrás

Mais em??

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Já foram realizados testes nos Caracal do EB e da MB. Já foi matéria aqui.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Obrigado pela resposta Cel. Nery. Mas acho que vocês (militares) deveriam acabar de vez que essa coisa de cada força desenvolver equipamentos e sistemas que são comuns as 3 forças sozinhos. O EB desenvolve o MT-300 sem cooperação da MB/FAB e CFN. A FAB desenvolveu o A-darter sem as demais, a MB desenvolve o MANSUP sem as demais e por aí vai (isso para falar só de mísseis como exemplo). O único equipamento que está sendo desenvolvido pelas 3 forças é o RDS (Rádio Definido por Software). Em minha modesta opinião deveriam acabar com os centros de P&D de cada… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Você está correto.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
1 mês atrás

Link seguro para quem cara pálida? quem desenvolveu é uma empresa genuinamente nacional?

Matheus
Matheus
Reply to  Nilton L Junior
1 mês atrás

Chipsets do F-35 são fabricados na China.
OS CHINESES VÃO DESLIGAR TODOS OS F-35 QUE ESTAREM NO AR NUMA GUERAA AAAAAAAAAAAARGH SALVES SE QUEM PUDER!!!

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  Matheus
1 mês atrás

Aham e o sistema operacional é windows 8 e a gpu é da nvidia, chipset chinês no F-35, realmente o mundo é plano.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Matheus
1 mês atrás

Matheus, órgãos públicos federais são proibidos de utilizar qualquer produto eletrônico ou militar chines (e originados também de outros países).
Essa lei não é de hoje e começou a ser mais efetiva depois do backdoor encontrado em chipsets fabricados na China em computadores da DELL.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Matheus
1 mês atrás

Isso eu duvido caro Matheus!
Ainda mais por se tratar de um equipamento americano.
E os americanos já são mais que “calejados” nesse sentido.
Os chip,s podem vim da Inglaterra, Alemanha ou qualquer nação ocidental, agora da china?
Duvido que o experiente departamento de defesa , inteligência e segurança nacional americanos dariam esse mole.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Nilton L Junior
1 mês atrás

Também fico com o pé atrás,essa empresa não é mais brasileira. Deveria haver uma lei no Congresso proibindo a venda de qualquer empresa do ramo militar.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Nilton L Junior
1 mês atrás

Disse tudo caro Nilton.
Mas espero um dia nunca termos que aprender mais esse importante ensinamento, já tão difundido mundialmente e com exemplos tão claros na história.
É o que canso de escrever, acho que o brasileiro só vai aprender quando um dia realmente entrarmos em guerra sozinhos.
Porém esse ensinamento sairá muito caro (em se falando de vidas) para nós.
Brasileiro só coloca a tranca depois que a porta está arrombada!

Ricardo Rosa Firmino
Ricardo Rosa Firmino
1 mês atrás

Mectron agora faz parte da AEL??

Fabio Jeffer
Fabio Jeffer
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
1 mês atrás

Pois é, boa pergunta, ressurgiu de repente

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Isso é muito útil, o aviões trabalhando em rede aumenta e muito a capacidade deles!

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 mês atrás

Boa tarde Senhores camaradas do Aereo e da Trilogia! Isso é o pragmatismo de uma decisão sábia da FAB e nosso governo (s). Abaixo mais um exemplo de pragmatismo. Quando o acordo com a Boeing foi para o vinagre, eu lamentei um pouco, mas comemorei bastante, pois com mais calma eu pude ver que o acordo não seria tão bom assim. Vejam as notícias da EMB… Segundo o site da Embraer e outros sites de assuntos de defesa e aeronáuticos, informa que a EMB entregou 28 aeronaves no trimestre 2020. Com uma carteira firme de mais de 300 a serem… Read more »

Jef2019
Jef2019
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

É amigo…mas em uma recente declaração do MD foi dito que o governo irá ajudar a embraer. Via BNDES..eles tiveram gastos significativos com a restruturação visando a prevista fusão que depois foi inesperadamente cancelada…digamos que isso deu uma bagunçada nas finanças da empresa…olha, a embraer hj é um dos pilares do nossa estrutura de defesa e tirá-lo do jogo seria um sonho para quem quer tirar nossa promissora independência em defesa, para continuarem nos empurrando material de 2a mao e controlando nosso avanço nesse setor…parece ate algo premeditado mas prefiro acreditar que não..tomara que consiga dar a volta por cima…

Last edited 1 mês atrás by Jef2019
Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Jef2019
1 mês atrás

Olá Jef2019, E tem que ajudar mesmo, e vou mais além, não apenas a EMB, mas todas as empresas do setor de defesa e desenvolvimento estratégicos que foram afetados pela pandemia. OFF TOPIC.: Aqui não é o local mais indicado para a notícia, mas alguns sites de defesa da AL e a própria pagina do MD do Brasil diz que a visita do Rossi significará uma assinatura de contrato para aquisição de um lote piloto de Guarani (30 unidades). Mais uma vez o pragmatismo de nosso EB e associados (indústria e G.F.), demonstrando que é possível sim dar certo, ainda… Read more »

Jef2019
Jef2019
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

Verdade meu amigo…acho que o governo deve sim defender seu parque tecnologico de defesa…nao trata-se de ser entidade de caridade…mas ver quem são de fato as empresas de sustentação e fornecer apoio a elas em momentos delicados, claro que de forma pontual e esporadica em momentos especificos…na verdade a melhor forma de dar saúde ao parque tecnologico é fomentando desenvolvimento, adquirindo prosutos e honrando prazos e pagamentos…quanto ao seu comentario sobre os guaranis, tb existe o interesse dos hermanos nos ikl 209 e remotamente na aquisicao de scorpene br. Mas para ser sincero negocio com eles os 2 pezitos para… Read more »

João Rodrigues Dos Santos
João Rodrigues Dos Santos
Reply to  Jef2019
1 mês atrás

Perfeito!!
Com caloteiros, não se brinca!

João Rodrigues Dos Santos
João Rodrigues Dos Santos
Reply to  Claudio Moreno
1 mês atrás

Amém!

juscelino
juscelino
1 mês atrás

Só não entendi o porquê daquela foto horrível no início da página. Um F5 meio desmontado, coberto com uma lona plástica e um grupo de pessoas em volta de uma espécie de pia velha. Nem parece a apresentação de um programa de tecnologia avançada.

Flanker
Flanker
Reply to  juscelino
1 mês atrás

Se você prestar atenção, vai perceber que essa foto foi feita dentro do hangar do 14, na Ala 3. A aeronave em questão está em manutenção (inclusive sem os motores, se observar bem). As partes cobertas, como no dorso, provavelmente alojam parte do hardware do Link-BR2. A parte da cabine sem o canopi, tb está coberta para preservar de sujeira e/ou para esconder algo que não queiram que seja registrado na imagem, pois na cabine tb haverá parte do hardware, certamente. Aquilo que vc referiu como parecendo uma “pia velha”, é uma bancada auxiliar de trabalho…..serve para colocar peças, equipamentos,… Read more »

sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

Esta postagem é excelente. Parabéns a FAB. Integração nas linhas de comunicação. Esta é uma notícia boa.

Wellington Góes
Wellington Góes
1 mês atrás

Quando o projeto vai para uma empresa “nacional”, que emprega muitos oficiais da reserva e filhos, parentes e amigos de ex-altos oficiais…. dinheiro não falta para tocar os projetos… Menos mal que voltou a andar (apesar do boicote que o fez atrasar bastanteeeee)… A pergunta que fica é…. Era preciso, mesmo, fazer morrer a empresa mãe do projeto?! Por óbvio que não… Perde-se tempo, recursos, etc… Mas quem não se importa de onde saem o dinheiro (do bolso do contribuinte)… Quem trata o assunto de independência tecnologia como um discurso hipócrita e demagogo (pois prefere manter as gordas e fartas… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Wellington Góes
1 mês atrás

Se a moderação puder excluir esse comentário, seria melhor, visto estar duplicado….

Wellington Góes
Wellington Góes
1 mês atrás

Quando o projeto vai para uma empresa “nacional”, que emprega muitos oficiais da reserva e filhos, parentes e amigos de ex-altos oficiais…. dinheiro não falta para tocar os projetos… Menos mal que voltou a andar (apesar do boicote que o fez atrasar bastanteeeee)… A pergunta que fica é…. Era preciso, mesmo, fazer morrer a empresa mãe do projeto?! Por óbvio que não… Perde-se tempo, recursos, etc… Mas quem não se importa de onde saem o dinheiro (do bolso do contribuinte)… Quem trata o assunto de independência tecnologia como um discurso hipócrita e demagogo (pois prefere manter as gordas e fartas… Read more »

Jhon
Jhon
1 mês atrás

Link BR não entrou em operação com inicio do F5M? Achei que ja estava operacional com F5M, A1M, super tucano e os R99.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Os F-5M darão baixa quando da FAB?

Flanker
Flanker
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Só quando tiverem vetores suficientes para reequipar o GDA, o Grupo de Caça, o Pampa, o Pacau e o Adelphi, que será reativado. Logo, é fácil perceber que o F-5M deverá voar um bom tempo ainda…..caso contrário, teremos esquadrões de caça sem aeronaves para voar.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Valeu!!

willhorv
willhorv
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Por isso penso que o mínimo deverá ser 72 Gripens, suficiente entre 108 a 144 e o ideal 180 aeronaves.
Mas sonho meu!
Explicando os 180…um esquadrão completo lotado por exemplo em Natal, com a função de ataque e defesa de nosso litoral norte e apoio a Marinha BR, e parar com a idéia que um dia teremos um PA capaz.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  willhorv
1 mês atrás

Também acho que 180 aeronaves são um sonho. Ficaria muito feliz com 72 Gripens a disposição. Dado o que os nossos vizinhos possuem isso dá conta do recado com sobras, inclusive para compromissos de execução de missões em possíveis coalizões.

Abraço!

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  willhorv
1 mês atrás

Eu me contentaria com 72 gripens e uns 24 a 36 M 346…

Carvalho2008
Carvalho2008
1 mês atrás

Se o GF precisa ajudar a Embraer, faça entao suas encomendas. Ajude comprando da
Embraer, Avibras, etc

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Vai entender… quando não temos acabamos por criticar… quando temos criticamos também.

Vejo a noticia com muito bons olhos. Ter esses sistemas nos coloca num patamar superior diante as possíveis ameças que em teoria teríamos que enfrentar, dessa forma que o projeto siga em bom ritmo e que seja implantado com sucesso.

José Norberto
José Norberto
1 mês atrás

“Caças F-5 do Brasil teriam se tornado os mais avançados do mundo, afirma renomado site dos EUA!”
https://www.aeroin.net/cacas-f-5-brasil-mais-avancados-mundo-the-drive/

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
1 mês atrás

Romulo foi meu comandado como Tenente, no 2°/6° GAV. Brilhante oficial, conhece muito de data link. Oficial certo na função certa. Era Operador de Guerra Eletrônica.

Edison Bittencourt
Edison Bittencourt
22 dias atrás

Sei não… Mais facil uma cobra fumar dovque parar uma invasão na Amazonia.