Home Aviação de Ataque Colaboração Real 3 – Episódio 4: O Reabastecimento em Voo

Colaboração Real 3 – Episódio 4: O Reabastecimento em Voo

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O primeiro Gripen brasileiro (clique na imagem para ampliar)

Com mais de 8 milhões de km² de território nacional, o reabastecimento em voo é obrigatório para um caça brasileiro.

O Gripen, por meio das missões de reabastecimento em voo, terá a capacidade de alcançar qualquer ponto do território, além de cumprir com outros requisitos primordiais.

Confira no vídeo abaixo o 4ª episódio da terceira temporada de Colaboração Real.

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Joao Argolo
Joao Argolo
3 meses atrás

E eu pensando que já ia mostrar o Gripen E sendo abastecido. Claro que pela Millenium ainda não mas por alguma outra fonte.

JuggerBR
JuggerBR
3 meses atrás

Vamos ficar só no KC-390 de REVO ou vem algum Boeing ou Airbus pra suprir o trabalho?

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  JuggerBR
3 meses atrás

Para o reabastecimento tático estaremos servidos como nunca, com 28 aeronaves KC390.
Faltaria, idealmente, um reabastecedor estratégico, para deslocamentos de longo curso.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Fernando EMB
3 meses atrás

E o momento pra compra de células de 767 que se prestem para conversão ou fonte de peças não poderia estar melhor ainda que muitos hoje estejam sendo usados como cargueiros mesmo sem conversão.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  JuggerBR
3 meses atrás

O KC-390 vai ser suficiente, não há necessidade de outro vetor de reabastecimento mais modelos diferentes fazendo a mesma função só gera mais dor de cabeça para a manutenção pois teríamos de ter mais mecânicos especializados, mas peças de fornecedores diferentes, prazos de manutenções diferentes coisas que tendo um modelo só não teremos.

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Tambem acho alias a dupla F39 e KC390 vai ser show na FAB so acho que precisamos de mais pelo menos uns 12/18 Gripens a mais,para ai sim termos uma força aerea de verdade

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Ah é? Pra fazer um translado muito longo o Gripen precisaria de vários KC-390. Isso ficaria mais barato que um único KC-767, por exemplo?

leandro
leandro
Reply to  Jadson Cabral
3 meses atrás

Defina longo….?!

o gripen por sí só ja tem uma autonomia de mais de 2k de alcance… o kc 390 tem 6k…. praticamente da pra atravesar quase o brasil com um abastecedor;

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  leandro
3 meses atrás

Leandro, são 6.000 km mas vazio. E para distâncias realmente longas, como um voo transatlântico, só uma aeronave maior poderia mesmo ter autonomia pra esse tipo de operação.

leandro
leandro
Reply to  Filipe Prestes
3 meses atrás

São quase 5k de alcance com 14 ton de carga… ainda que ele pode usar tanques extras pra aumentar ainda mais a sua autonomia… dados da própria Embraer!

Carlson
Carlson
Reply to  leandro
3 meses atrás

Não esqueçam as Alas espalhadas por tudo o Brasil e o KC-390 também pode ser reabastecido em voo ou seja não tem necessidade de uma aeronave de reabastecimento de longo alcance como KC-767 ou outra que seja não vamos fazer nenhuma missão aérea no exterior…

Flanker
Flanker
Reply to  Carlson
3 meses atrás

Sério que não vamos fazer missões no exterior? E é claro que os KC-390 podem ser reabastecidos em voo….mas, daí precisaria de um para levar as tralhas e reabastecer os caças e outro para reabastecer o 390…..qual a lógica? 2 aviões, duas tripulações para fazer o trabalho de 1?

Flanker
Flanker
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Uma aeronave como um KC-767 ou A330MRTT NÃO tem a mesma função que os KC-390. Os dois primeiros são vetores estratégicos e o avião da Embraer é um vetor tático.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Exatamente Flanker, e essa questão vai ser resolvida quando ressuscitarem ou reabrirem o KC-X2 no qual já se falava nos dois 767-300 ER que seriam convertidos pela IAI em 767-300ER MMTT( que em Março de 2013 já havia vencido a concorrência pra fornecer as duas aeronaves) para a FAB e que subiu no telhado.A TAM seria quem ia repassar os dois 767 pois já estavam prestes a deixar o serviço.

Douglas Rodrigues
Douglas Rodrigues
Reply to  JuggerBR
3 meses atrás

Eu acredito também na importância de pelo menos 2 KC767 para esses cursos longos, reabastecedor estratégico e fazendo a função de cargueiro/transporte de longa distância… Como a FAB já teve os KC707 e os pilotos já estão preparados para operar o 767, porque não ter eles na frota? Uma parceria com a IAI e o governo israelense poderia ser fundamental nessa hora, 2 KC-767 por uns 4 ou 5 KC-390.

Luis Natal
Luis Natal
3 meses atrás

Como o KC também pode ser reabastecido no ar, além de bases aéreas espalhadas em todo o país, não vejo necessidade de outro modelo. Vamos invadir algum país fora da América Latina?

Flanker
Flanker
Reply to  Luis Natal
3 meses atrás

Não é somente para “invadir” algum país que se usa algum vetor desse tipo…..digamos que a FAB vá participar com seus Gripen de um Exercício Operacional na europa. Para isso, é necessário o envio de pessoal de apoio, material de apoio, peças, etc….Um KC-390 consegue levar tudo isso, inclusive o pessoal de apoio, em uma viagem longa dessas, mais o combustível para ele e para reabastecer os Gripens no caminho?

João Adaime
João Adaime
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Prezado Luis
Para missões eventuais não compensa manter um reabastecedor de longo alcance. Sai mais barato fazer uma escala, como o avião presidencial faz.
Abraço

Flanker
Flanker
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

Esse tipo de missão que eu coloquei foi para ilustrar….existem muitos outros tipos de missão para serem cumpridas com um KC-767 e A330 MRTT…..você por acaso lembra de como os antigos KC-137 da FAB voavam? Voavam muito….tinham missões a cumprir sempre!

João Adaime
João Adaime
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Desculpe. Quis dirigir a postagem ao Flanker.

João Adaime
João Adaime
3 meses atrás

Considerando os Gripen baseados em Anápolis, a cidade mais distante em linha reta dali é Mâncio Lima no Acre, fronteira com o Peru, cerca de 2.900 km. Na verdade acho que deverá ser usado o aeroporto de Cruzeiro do Sul, que fica a 27 km em linha reta e 38 km por estrada de Mâncio Lima. Se for apenas translado, com tanques externos ele da conta do recado. Numa publicação da SAAB li que seu alcance máximo é de 4.000 km. Só não disse em que configuração. Se for interceptação, daí o KC 390 será necessário. Pelo menos para o… Read more »

Nunão
Nunão
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

“ Se for interceptação, daí o KC 390 será necessário. Pelo menos para o retorno.” João, não se faz interceptação no extremo do Acre a partir de Anápolis, isso seria um voo de 3 horas a velocidade de cruzeiro de 1.000 km/h. Interceptação é coisa para 20 minutos de voo até o alvo, no máximo, em velocidade supersônica, pois o alvo se movimenta nesse meio-tempo. Ou seja, missão a ser cumprida num raio de 500 km a partir da base e olhe lá (e isso vale para 9 entre 10 tipos de caças existentes). Mais longe que isso é patrulha… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Nunão
João Adaime
João Adaime
Reply to  Nunão
3 meses atrás

Legal Nunão. Bem explicado.
Desculpe a minha preguiça em dizer que antes teria que desdobrar pra região. O objetivo era mostrar que o KC-390 basta pra missões no Continente.
Por isso o exemplo da SAAB que eu citei fala em ataque ao solo e não interceptação. Daí é possível marcar hora, dependendo do objetivo.
Abraço

Luiz Antonio
Luiz Antonio
3 meses atrás

Cadê o Probe de REVO? Divulgação “mais ou menos” essa. Que deve ser capaz de REVO até minha falecida avó já sabia.
Quanto ao reabastecedor, os KC-390, no aspecto tático, está perfeito, porém a FAB não pode abrir mão de um reabastecedor de longo alcance. Ou será que estão pensando em operações malucas como a da RAF na Guerra das Falklands (Black Buck) para operarem os “Vulcan”. Será que em Pindorama só fazemos as coisas entre 30% e 60% (quando fazemos)?

Last edited 3 meses atrás by Luiz Antonio
nonato
nonato
Reply to  Luiz Antonio
3 meses atrás

Você pode ter razão.
O problema é que não tínhamos caças modernos.
Agora teremos.
Já teremos um reabastecedor autóctone moderno.
Acho que a preocupação com um reabastecedor de longo alcance, apesar de válida, é um preciosismo.
Muito embora a FAB já tenha usado por 3 anos um 767 que acredito ter sido util.
Quem sabe um dois com essa dupla função.
Reabastecimento e transporte de tropas, repatriação, etc.
Mas isso não é a prioridade no momento.

Flanker
Flanker
Reply to  Luiz Antonio
3 meses atrás

O probe do Gripen se localiza do lado esquerdo, acima da entrada de ar, e é escamoteável. Só é aberto quando vai ser utilizado.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Flanker
3 meses atrás

Sei que é escamoteável, mas se não foi acionado porque fizeram o vídeo tendo como tema o REVO?

Sagaz
Sagaz
3 meses atrás

O matador de vodka que voa vem aí…

Carlson
Carlson
3 meses atrás

Levantando uma questão por que não criamos uma base militar aeronaval em Fernando de Noronha?
É uma ilha estratégica um ponto crucial para o reabastecimento de aviões e navios de patrulha e aumenta a presença nas águas da amazônia azul…

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Carlson
3 meses atrás

Pelo amor de Deus, não dê idéias. Aquilo é um paraíso e deve permanecer assim. Já chega o que tem hoje.

Adson
Adson
3 meses atrás

O antigo projeto dos dos 3 KC767 da IAI não podiam ter sido abandonado. Eles seriam totalmente multi missão, por exemplo teriam feito o regate dos brasileiros na China, serviriam como cargueiros para buscar insumos para o covid na India, poderiam servir como avião presidencial (o projeto da IAI previa até isto de forma modular). Seriam as asas do Brasil para o mundo.

Flanker
Flanker
Reply to  Pavan
3 meses atrás

Tem até um tópico aqui no PA sobre essa foto…de uns 2 ou 3 dias atrás..

Antunes 1980
Antunes 1980
3 meses atrás

Palavra que resume este vetor. Orgulho.. consideração pela escolha de um vetor formidável, porém totalmente subestimado.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Antunes 1980
3 meses atrás

Na indústria militar não existe esse negócio de “subestimado”. Ou o equipamento atende as expectativas ou não. Além disso, existem os fatores preço, confiabilidade, disponibilidade, custos operacionais, etc., além dos fatores de Transferência de Tecnologia quando esse requisito é considerado. Aparentemente é uma boa plataforma. Para ser formidável terá que provar em combate em conflitos de média duração. No mínimo deverá provar suas capacidades em combates dissimilares com equipamentos regulares utilizados por forças áereas de interesse. Também não adiantariam combates dissimilares com F5M, A1M, ou A4M. Tem muito chão ainda.