sexta-feira, setembro 17, 2021

Gripen para o Brasil

Brigadeiros criticam decreto que permite ao Exército voltar a operar aviões

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

C-23B Sherpa, avião que pode ser adquirido pelo Exército Brasileiro

O Estadão noticiou que a decisão do presidente Jair Bolsonaro de permitir ao Exército voltar a ter aviões provocou reação de integrantes da Força Aérea Brasileira (FAB).

Brigadeiros ouvidos pelo Estadão criticam “a oportunidade da medida”, um período de crise econômica, em que as verbas para a Defesa são escassas. Também alegam que a medida pode afetar a operação conjunta das duas Forças.

Foi por meio do decreto 10.386, publicado no dia 2, que Bolsonaro e o ministro da defesa, o general Fernando Azevedo e Silva, concederam ao Exército Brasileiro, após 79 anos, o direito de voltar a ter aeronaves de asa fixa. Até então, decreto de 1986 permitia à Força Terrestre operar apenas helicópteros.

Em 2017, foi anunciada a intenção de compra pelo Exército Brasileiro de oito aviões Short C-23B Sherpa, bimotores modernizados desmobilizados do Exército dos EUA.

Leia a matéria completa no site do Estadão clicando aqui.

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Eduardo

Tenha santa paciência…

Karl Bonfim

Há é, é!
Que coisa chata né!
Os brigadeiros da FAB chateados com o Exército operando aviões, VANT’S e drones, para o transporte e observação de artilharia de foguetes. Fala sério Godoy!!!
 
 

Last edited 1 ano atrás by Karl Bonfim
Lu Feliphe

Brigas entre Forças Armadas é uma coisa muito comum, vai encontrar exemplos desde o Japão na Segunda Guerra a os Argentinos na Guerra das Malvinas.

Foxtrot

Sério caro Lu?
Mas engraçado que os exemplos que deu era um da WWII e outro dos anos 80.
Só que estamos no século 21 e temos um órgão integrador MD que em teoria deviria impedir esse tipo de coisa. (Só em teoria, pois na prática estamos vendo que não é bem assim ).

Lu Feliphe

Sim, só que ainda há desavenças entre elas, embora hoje não seja tão comum
Para não ter essas brigas o Ministério da Defesa deveria integrar as Forças Armadas mas o Ministério da Defesa não se mostrou engajado com efetividade nessa questão.

Bulldog

O resultado foi o mesmo para ambos, por sinal…

horatio nelson

correção guerra das falklands…

Lu Feliphe

Sim, Malvinas ainda ficam no termo popular mesmo as ilhas sendo Britanicas. Se não me engano o Estado Brasileiro ainda considera aquelas ilhas de Malvinas.

Grozelha Vitaminada Milani

Eu sinceramente esperava mais da trilogia.

Mais informações úteis, explicativas e que fossem relevantes ao universo militar.

Mas façam o favor, fazer fofoquinhas de 3a. série? É o site militar do Nelson Rubens???

Sem comentários de jornazistas ….

Já era amplamente falando e discutidos esse assunto e definido desde 2017 …

Observador

Discordo de você. Acho que o responsável pelo blog é que dá o tom que acredita que deve ter. A notícia pode ser informativa, ou meramente trivial. A última também tem sua validade. Pessoalmente, aprovo o post por do responsável pelo blog por que expõe o que se passa dentro das forças armadas.

Corcel

Concordo,copiaram e colaram uma matéria boba de um jornal medíocre.

Camargoer

Olá Corcel. Sem entrar no mérito se você tem razão ou não, mas quais publicações você recomenda? Financial Times? New York Times? El País? O Sentinela?

Lucianno

Eu recomento Gazeta do Povo. Estadão, Folha, Globonews são todos ideológicos, desonestos e mentirosos.

V12 aero

Fab então só de raiva vai lá e compra tanques. Em vez das forças serem unidas, ficam com esse mi mi mi.

Kemen

Exato, e não é apenas isso, os P3 Orion deveriam ser operados pela Marinha, assim como todos os aviões de patrulha maritima. O exercito deveria operar também aviões de para quedistas, carga militar e transporte de tropas, os helicópteros de ataque terrestre também. A FAB caberia a defesa, escolta aérea, interceptações do espaço aéreo e se necessario ações de bombardeio e combates aéreos. Não é porque tenhamos que seguir nenhum modêlo estrangeiro, mas a Guarda Nacional Norte Americana que não é o exercito opera até F-16. Falta muita integração as nossas forças armadas, o elitismo segmentario entre as 3 forças… Read more »

Mgtow

Perfeito!

Camaergoer

Caro Kemen. A justificativa para o EB adquirir estas aeronaves seria abastecer os batalhões de fronteira. Caso a FAB não tenha condições, seria mais simples contratar fretes ao invés de adquirir aeronaves obsoletas que irão demandar tripulações, manutenção e tudo mais. Levar carga de um aeroporto urbano para uma pista próxima a um batalhão de fronteira é uma operação similar a qualquer operação civil de transporte.

Ari Levinson

Nada a ver…….
 
Você não vai conseguir contratar uma empresa civil para fazer o ressuprimento dos batalhões de fronteira na amazônia dada as peculiaridades existentes e a precariedade de muitas das pistas. Aliás recentemente um C-105 foi perdido em um missão dessa natureza o que demonstra a dificuldade da mesma.
 
Aliás seria bem provável que caso o EB lançasse um procedimento licitatório nesse sentido o mesmo resultaria deserto ante ao fato de que dificilmente apareceriam licitantes.

Camaergoer

Caro Ari. Os Bufalos eram os C 115 que foram retirados de serviço em 2005. O C 105 são os Amazonas e foram comprados novos. As fotos do acidente mostram uma pista pavimentada, bem diferentes das clareiras na selva da década de 70.

Wagner

Comentario tipico de quem so conhece a amazonia de ouvir falar. Sugiro que passe um tempo lá para conseguir informaçao na fonte. Se quiser de verdade, e so falar comigo que te levo. Caso contrario, nao se faça de entendido.

Camaergoer

Olá Wagner. Topo. Assim que passar o isolamento a gente organiza uma viagem,

Camaergoer

Olá Wagner. Um dos colegas com bastante conhecimento sobre os EB comentou lá no “Forte” que o EB já contratou várias vezes empresas de transporte civil para abastecer os postos de fronteira.

Camaergoer

Olá Ari. Estava lendo os comentários no “Forte”. Lá, um dos colegas colocou que o EB já contratou transporte civil várias vezes para abastecer os postos de fronteira.

Velame

Conhece algum Pelotão de Fronteira isolado? Ja esteve em algum? Não é simplesmente levar carga. As demandas de um pelotão de fronteira isolado surgem muitas vezes sem dia nem hora marcada. O EB não pode deixar a vida dos seus militares e familiares, que servem nessas localidades nas mãos de uma empresa civil que não tem a mínima ligação com aquelas pessoas, uma empresa civil não vai colocar o Dever acima de tudo para cumprir a missão e atender aqueles militares! Lembrai-vos do Rio Traira.

Camaergoer

Caro Velame. Uma coisa é são missões de abastecimento, coisa que é programada. Outra coisa é uma missão de emergência. Estas bestas aéreas (animais de carga) estarão em sua base ou cumprindo alguma escala de abastecimento caso ocorra uma emergência. Estarão tão indisponíveis quanto qualquer avião da FAB. Em caso de emergência nem se olha se a aeronave pertenceria a um ETA da FAB ou se teria matrícula civil.

Wagner

Resposta completamente desconectada da realidade e que demonstra total ignorancia a respeito dos protocolos de urgencia e emergencia das forcas armadas.

Velame

Meu camarada, essa foi a melhor decisão. O Exercito conhece a fundo o problema da logística militar na Amazônia, estudou diversas possibilidades e diversos vetores. Escolheu o sherpa. Você não tem os dados desses estudos, nem eu. Mas sempre desconfio de quem tem soluções simplistas para problemas complexos. Abracos.

Last edited 1 ano atrás by Velame
Airacobra

Prezado Velame, e tem outra, e se for uma missão de carater sigiloso e ai do nada o piloto paisano posta no insta #partiutraíra ou até msm tem ligação com as Farc, madeireiros, contrabandistas, traficantes e etc já era a missão

Camargoer

Aircobra. Se for um transporte sigiloso, e aparecer um piloto com ligações com a FARC, então alguém vazou. Tem que chamar a GSI ou Abin. Talvez nesse caso de um transporte de alta segurança, seria mais apropriado chamar a FAB já que um contrato com uma empresa civil não significa que o EB tenha que transportar obrigatoriamente tudo por ela. Se quiser ser mais sigiloso ainda, pode fazer como a CIA, usando uma empresa de fachada para contratar uma aeronave civil para fazer um voo clandestino. O risco seria a FAB interceptar e derrubar a aeronave.

horatio nelson

ressaltando q o eb faz muitas missoes q ninguem nunca saberá como disse o cel montenegro…no brasil e exterior

Camargoer

Caro Velame. Eu concordo com você que geralmente um problema complexo tem uma solução simples e geralmente errada. Por exemplo, comprar aviões obsoletos passa abastecer os batalhões de fronteira seria uma solução simples e errada. Coordenar os esforços com a FAB para empregar os meios já existentes e operacionais e com contratos com operadores civis para transporte logístico seria uma solução complexa.

Velame

Camargo, sabe porque eu não entro em Blog de Quimica pra dar uma de sabichão? Porq eu nao sei nada de quimica. Não faça afirmações sobre o que não conhece. Expresse sua opiniao, somos livres pra isso, mas não queira ser o dono da verdade e achar que descobriu a polvora, que no Exército so tem burro e só você sabe o que é melhor pra enfrentar os desafios amazonicos. Meu camarada, a Força precisa e é pra ontem de uma aviação de transporte propria na Amazônia. E se puder, aceite o convite do amigo, va conhecer um PEF, recomendo… Read more »

Rinaldo Nery

Meu filho estava em Maturacá ontem, ministrando instrução pros pilotos do Onça.

Camaergoer

Olá Cel.Nery. Algum dos pelotões de fronteira ainda operam com pistas de terra?

Camaergoer

Caro Velame. Eu aceitei o convite, mas temos que esperar passar o período de isolamento. Sobre a aquisição de aviões (obsoletos) para o EB, tenho a mesma opinião do ex-comandante da FAB sobre a necessidade de coordenar os esforços com a FAB, que possui meios modernos e adequados para fazer o trabalho, mas ao que parece com recursos de custeio limitados. Eu já evito os blogs de química porque são chatos.

Camaergoer

Olá Velame. A decisão estava errada. Tanto que a presidência voltou atrás e cancelou o decreto.

Camaergoer

Caro Velame. O presidente cancelou o decreto.

Rodrigo Martins Ferreira

Se o contrato for bem feito e estipular que qualquer solicitação feita 24/7 deve ser atendida..
 
Será sem problema algum..
 
O problema é o custo disto..
 
Vai sair mais caro que o EB ter algumas aeronaves de transporte ? Não sei dizer…
 
A Petrobrás tem contratos mais ou menos assim na mesma região amazônica.
 
Interessa para o EB que uma empresa civil, que muito provavelmente será estrangeira saber as frequências de envio de material, quantidade dele e de pessoal para os postos de fronteira ? Certamente não..
 
Ai que entra uma aviação orgânica mesmo que seja mais cara.
 

Last edited 1 ano atrás by Rodrigo Martins Ferreira
Camaergoer

Olá Rodrigo. Acho que são possíveis vários tipos de contratos. Você mencionou um amplo, que manteria á disposição aeronaves para o EB em regime de prontidão (24/7), também existem outros modelos mais simples que incluiriam vôos programados, volume/peso de carga, horas de vôo, etc. A FAB já arrendou aeronaves cujo contrato previa a manutenção e disponibilidade. É difícil dizer que um contrato destes seria necessariamente mais caro do que ter uma frota própria. Essa afirmação vai de encontro que a realidade de muitas empresas e de órgãos públicos que contratam prestadores de serviço para atividades de apoio. Tudo depende do… Read more »

Velame

Ola Rodrigo, não adianta contrato. Nenhuma empresa vai querer ressuprir um PEF que esteja sob fogo inimigo por exemplo. Certas capacidades voce tem que ter. Exército e amante é pra quem tem dinheiro. Rsrsrs abraço.

Camaergoer

Caro Velame. Pelo contrário. Várias empresas civis assinaram contratos com o DoD para prestar serviço em áreas de conflito. De qualquer modo, estamos falando da prestação de serviços em tempos de paz. Períodos de conflito são excepcionais.

Airacobra

E o pior de tudo, é meio sem lógica que empresas possam operar anvs de asa fixa e o EB não, sendo que essa não é a realidade, pois isso já está mais que resolvido entrea as forças desde o inicio do estudo e a materia original é extremamente tendenciosa, e feita pra tentar causar atrito e mal estar entre as Forças, e claro que nao vai ter nome dos Brigadeiros na matéria, pois os Brigadeiros são o reporter e sua equipe

Rodrigo Martins Ferreira

Hoje em dia pagando você consegue e se der condições para esta empresa responder ao fogo, ela vai achar gente disposta a encarar a batalha..   Olha o quanto de terceirização que os americanos fizeram principalmente no Iraque.   Eu sou a favor do exército e da marinha terem a sua aviação de asa fixa, em nada diminui a importância da FAB.   A questão que eu vejo é usar um avião tão antigo, com coisas mais modernas e de operação acessível saindo.   Como disse no Forte, no final de maio a Cessna fez o primeiro voo do Skycourier… Read more »

Jose Piccolli Neto

Apenas para lembrar … onde estão os Pelotões de Fronteira, não tem internet, não tem celular, não tem shopping center, não tem acesso por qualquer tipo de rodovia, … NAO TEM NADA a única ligação com a civilização é por via aérea ou fluvial. Esses aviões C-105 são aviões civis camuflados para transporte militar, e os gloriosos bandeirantes já estão no osso. Essa discussão de quem deve operar os C-23 parece aquela do menino ruim de bola, mas joga porque ele é o dono da bola.

Camaergoer

Caro José. A aquisição de aeronaves não resolverá os problemas de infraestrutura dos postos de fronteira. Segundo o Cel.Nery, todos eles têm pistas para receber C105, a maioria pistas pavimentadas. O EB faria melhor usar os recursos disponíveis para revitalizar os postos de fronteira do que adquirir aeronaves usadas, já que a FAB tem aeronaves disponíveis (ela não tem recursos de custeio).

Camaergoer

Caro Velame. Alguns colegas comentaram lá no “Forte” que o EB já contratou empresas civis para abastecer seus postos de fronteira.

Cristiano de Aquino Campos

O mais lógico séria transferir os bandeirantes e os C-105 da FAB para o exército.

Camaergoer

Caro Cristiano. O mais lógico é manter a FAB fazendo o transporte tático com os C 105 e KC390. Se o EB precisasse mesmo de uma aviação orgânica para os batalhões de fronteira, seria um C98 monomotor.

Carvalho2008

Depende da categoria mestre Camargoer.

Nao tem avião aqui para fretar no tipo e especie a ser transportada deste tamanho ou na pista de destino

Camaergoer

Caro Carvalho. Concordo que esse transporte varia. Eventualmente um C98 resolveria. Um Sherpa (bimotor) carrega 3,6 ton de carga ou 20 pessoas. Um C105 leva 9 ton ou 50 assentos. Um C95 leva 1,7 ton. A FAB já tem modelos que servem para cargas pequenas, médias e grandes (tem até o KC390 agora).

Armando Eisele

Acho que deveriam tercerizar a força inteira, sairia mas barato.

Camargoer

Caro Armando. A atividade fim não pode ser terceirizada, apesar de no passado o Império ter contratado mercenários.

EduardoSP

Concordo com a falta de articulação e integração, mas permitir que o exército opere aeronaves de transporte acho que só piora a situação.

Corcel

Explica aí por que motivos ficaria pior.

Vinicius Momesso

No caso dos helicópteros de ataque, concordas que os Sabres deveriam estar com o EB e não com FAB?

Camaergoer

Olá Vinicius. Eu concordo com os Sabres deveriam estar com o EB e baseado no Sudeste.

Cristiano de Aquino Campos

Sério que você acha que precisamos de um Helicóptero anti-tanquebno sudeste, vamos ser atacados por colunas de blindados vindo do mar?

Italo Souza

Leia-se “helicópteros de ataque” no “anti tank”, helicópteros de ataque servem para atacar qualquer área ofensiva or defensiva do inimigo, no importando se tem tanks or no.

Camaergoer

Caro Cristiano. A base da aviação do EB é em Taubaté. Um esquadrão de helicópteros ficam em sua sede, treinando e aprimorando, para ser deslocado para onde for necessário atuar, inclusive se for necessário atuar no exterior. A FAB tem e terá uma excelente capacidade de transporte tático que poderá ser usada para levar os helicópteros para onde for necessário. Se a base de Taubaté ficou pequena, o EB poderia compartilhar a base da MB no RJ, ou então compartilhar a base de Anápolis, já que os KC390 estarão sediados ali. Acho que o conceito é mobilidade.

Lu Feliphe

Olá Camaergoer, os mi 35 da Força Aérea são operados como aeronaves de interceptação no teatro de operações da Força Aérea na Amazônia, a utilização de uma plataforma assim na região é muito importante, o Sudeste e Sul são as regiões com maior desenvolvimento industrial, é óbvio que essas regiões tem de ser protegidas mas a utilização dos mi 35 no Sudeste não é necessária, poderia me explicar seu ponto de vista de serem operados no Sudeste? Eu não creio que o Exército vai contratar uma empresa civil para fazer isso, principalmente se for uma empresa estrangeira, além de que… Read more »

Last edited 1 ano atrás by Lu Feliphe
Camaergoer

Olá Lu. Um esquadrão de helicópteros de ataque para apoiar a infantaria será usada em combate (pode ser na fronteira sul, no centro-oeste, pode ser em uma força-expedicionária em outro continente). Essa força precisa de mobilidade. Se estiver no baseada no sul, será deslocada para o norte se for preciso; se estiver baseada no nordeste, vai ser deslocada para o centro-oeste se for preciso; se estiver sediada no sudeste, vai ser levada para a Europa, África, Oriente Médio se for preciso. A base da aviação do exército é em Taubaté. Se tiver outra base melhor do que a base de… Read more »

Lu Feliphe

Olá Camaergoer, acho improvável que a Força Aérea de seus mi 35 para o Exército, ainda mais para poderem ser operados em uma região onde a Força Aérea não considere como prioridade operacional.
Eles são utilizados atualmente como uma plataforma de interceptação mas que também possa dar apoio as tropas.
Mas concordo que o Exército deva operar helicópteros de ataque.

Carlos p silva

Na boa. Usar sabres para interceptar aeronaves é tosco e risível. Piada internacional…..

Lu Feliphe

Não é uma vergonha, a Força Aérea o utiliza como uma plataforma de interceptação no teatro de operações na Amazônia onde cumpre bem o papel, vergonha seria a plataforma não funcionar nessas operações, o que é totalmente diferente.

BR Paraná

Na época em que os helicóptero Sabres foram adquiridos pelo Brasil e os mesmo seriam destinados a FAB, também se dizia que o EB não queria estes helicóptero.

Salim

Só Que EB náo quer Sabre e marinha náo quer P3 por ser caro e difícil operar. Sabre terá que entrar manutenção preventiva manual e o valor e bem alto, fora a diversidade encontrada nas peças utilizadas em cada aparelho e motor ucraniano. O P3 terá que resolver problema das asas, bem caro.

Camaergoer

Olá Salim. O caso dos P3M deveria ser estudado com “case”. Compraram células antigas, reformaram o interior colocando o mais moderno, ignoraram as asas (para economizar?) para a FAB dizer que não vai operar mais a patrulha naval que ela vem fazendo desde a segunda-guerra.
 

Lu Feliphe

Essas aeronaves de patrulha marítima já foram oferecidas para a Marinha, a mesma recusou operar esse tipo de aeronave.
Esse decreto permite o Exército operar aeronaves de transporte leve, para poderem operar na Amazônia, levando suplementos, e ajudar as tropas nas fronteiras principalmente com a logística.
O uso de transporte de aviões pesados não faz parte das missões em que o Exército realiza e nem provavelmente vão utilizar, em muitas Forças Aéreas do mundo o papel de aviões de transporte pesados é da Força Aérea.
Mas concordo em ter mais integração entre as Forças Armadas.

Cristiano de Aquino Campos

A FAB, só deveria operar, caças, aviões tanque, aviões radar e um número limitado de helocópteros de busca e resgate. E o mais lógico.

Camaergoer

Olá Cristiano. Cada coisa é uma coisa, diria o conselheiro Acácio. O sistema de defesa aéreo brasileiro está integrado ao sistema de controle de tráfego, o que talvez fosse o único modo de viabilizar uma cobertura de radar nacional. Portante, é preciso entender a especificidade do sistema brasileiro de controle de tráfego ser militar. Acho possível que a FAB possa empregar servidores civis para operar o controle de tráfego, mas acho que pode ser um erro separar isso ou criar uma agência civil para o controle. Neste contexto, faz sentido também que a FAB seja responsável pela defesa aérea. Considerando… Read more »

LUCIANO PASSOS DOS SANTOS

A Guarda Aérea Nacional opera até F-22! 😱😱😱

Last edited 1 ano atrás by LUCIANO PASSOS DOS SANTOS
Allan Lemos

Pois é,lá a Guarda Nacional opera até B-2 Spirit e ninguém vê a USAF reclamar,só por aqui que rola ciúmes entre as Forças.Típica falta de senso coletivo do brasileiro.

LUCIANO PASSOS DOS SANTOS

Por mim, o EB deveria ter em seu inventário o AH-64 e o A-10! 😱
Mas aí ia ter Brigadeiro se atirando da ponte !☠

Armando Eisele

CORPORATIVISMO NADA ALÉM DISSO, MILITAR DE VERDADE É A PM DE SP. BANDO DE INUTEIS , NÃO VALEM O QUE CUSTAM AO PAIS.

Camaergoer

Caro Armado. O modelo de segurança pública baseada em polícias militares fracassou. Há um relatório de uma comissão parlamentar especial sobre a unificação das polícias. São apresentados diversos modelos (de diferentes continentes). É um excelente documento para começar a pensar o problema.

Jose Piccolli Neto

Exatamente, excelente comentário.

Alessandro Vargas

Eles já compraram! Vide os AH2 (Mi35)

Diego H S Andrade

O exército deveria retirar o PARA-SAR da FAB segundo a lógica da própria. Cada coisa.

Fabio Araujo

Toda ideia nova vai ter gente contra, mas depois de posta em prática a resistência diminui, é da natureza humana. Isso não quer dizer que a FAB seja contra e nem que vai haver insubordinação, são opiniões pontuais que sempre vão existir.

Alexandre Cardoso

” Fab então só de raiva vai lá e compra tanques. Em vez das forças serem unidas, ficam com esse mi mi mi. ” Bando de crianças, só que são um bando de homens que deixaram as fraudas faz tempo! Opiniões pontuais, pode ser, mas qtos que lá que tem essa mesma opinião mas se mantiveram calados?

Paulo Lahr

Não vejo problema em discordar. Estao alterando a doutrina, os mais tradicionais serao contra. Normal. Mas eh fundamental ao exercito possuir aeronaves de transporte. Assim como eh fundamentsl pra FAB ter equipamentos anti aereos.

Camaergoer

Olá Alexandre. O problema é mais crítico. Mostra que as forças armadas brasileiras são fragmentadas e descoordenadas, e por isso ineficientes.

Cristiano de Aquino Campos

Pior e que se cria um ministério da defesa com a ideia de pelo menos organizar as três forças e talves padronizar as compras de material de uso similar e nem isso conseguimos.
Exemplo, cada força tem seu próprio missil anti-aéreo, cada qual com os seus custos que são elevados devido a pequena quantidade das compras.

Alexandre Cardoso

Infelizmente ” nem isso conseguimos “.

Alexandre Cardoso

Realmente o problema é mais crítico.

Greyjoy

Todas as armas de todas forças armadas do mundo tem uma certa rivalidade. Todas então são fragmentadas e descoordenadas?

Camaergoer

Caro Fábio. Transporte de carga para os batalhões de fronteira é uma operação tão antiga quanto os batalhões de fronteira. É um serviço que poderia ser contratado por operadores civis. O EB precisa de um esquadrão de helicopteros de ataque para dar cobertura á sua infantaria. Aviação de transporte para batalhões de fronteira é menos que prioridade.

glasquis7

Seguindo e aprofundando a sua linha de pensamento, a defesa do país poderia ser relegada paulatinamente ao setor privado, aí, só teríamos que agregar um par de siglas a cada força.   Já imaginou como ficaria legal “Exercito do Brasil SA.”   Por favor, cada força deve conhecer as suas dificuldades pra assim desenvolver doutrina logística que lhe permita abastecer e principalmente apoiar o seu pessoa de fronteira.   Imagine que exploda um conflito numa fronteira que seja abastecida pelo setor privado e da noite pro dia seja necessário enviar tropas e apetrechos sem ter o EB uma linha logística… Read more »

Camaergoer

Caro Glaquis. Acredito que o transporte aéreo regular de material para abastecer batalhões de fronteira está muito distante do atividade-fim das forças armadas, principalmente em períodos de paz. Tudo muda em tempos de conflito, apesar que o DoD mantém contrato de prestação de serviços, inclusive transporte de material militar por empresas civis, mesmo para áreas em conflito (como Iraque ou Afeganistão). Uma coisa são as atividades de combate durante um conflito, outra coisa são as atividades de treinamento de combate durante os períodos de paz, outra coisa é o transporte tático durante um conflito, outra coisa é o transporte de… Read more »

glasquis7

“Acredito que o transporte aéreo regular de material para abastecer batalhões de fronteira está muito distante do atividade-fim das forças armadas”   Acredita errado. É função das FFAA de cada país e no Brasil não deve ser diferente, garantir aceso e abastecimento tanto de suprimento com de socorro assistência médica, etc. em todo seu território e não o contrário. Desta forma se faz SOBERANIA algo importantíssimo pra manter as fronteiras.   Todas as FA são responsáveis pelo seu próprio abastecimento. assim, em tempos de paz, se criam as doutrinas logísticas que permitem manter as linhas de abastecimento em tempos de… Read more »

Camaergoer

Caro Glaquis. A logística militar é parte fundamental de toda operação (aliás, a logística é parte essencial de qualquer operação civil ou militar). Improvisos são inaceitáveis até em situação de emergência (principalmente). Outras forças armadas mantém usam seus recursos de transporte de modo compartilhado. Até mesmo países compartilham seus meios de transporte.Os EUA mantém um comando unificado que coordena o emprego dos meios militares e civis para atender as necessidades de transporte das suas forças armadas. Alguns países da OTAN compartilham o uso dos C17. Talvez, o MinDef brasileiro terá que criar um comando unificado para gerenciar o uso, a… Read more »

Carvalho2008

Onde vc vai achar no Brasil um aviao com este metro cubico, stol pe de barro ara alugar?

glasquis7

Não existe. Nenhuma empresa opera esse tipo de aeronaves.
 

carvalho2008

correto

Camaergoer

Caro Glasquis. Segundo alguns colegas lá no “Forte”, o EB já contratou várias vezes empresas civis para abastecer os postos de fronteira.

glasquis7

Justamente, devido à carência de médios o EB teve que usar empresas civis mas, o ideal é que o EB tenha a sua própria linha de abastecimento, como fazem a maioria dos Exércitos importantes da região.

Camargoer

Caro Glaquis. Os meios existem. A FAB os tem. Faltam recursos de custeio para que estas aeronaves tenham condições de voar. A FAB só conseguem disponibiliza 50% da sua capacidade de vôo. Não precisa comprar mais aviões. Precisa manutencao.

Satyricon

Santa b@b#quice

Luiz Galvão

Quando a MB pleiteou retomar a aviação embarcada foi a mesma coisa.

Hoje a FAB até ofereceu a aviação de patrulha para a MB

São opiniões pontuais.

Daqui a pouco se acostumam com a ideia.

Camaergoer

Caro Luiz. Sou favorável á MB ter uma aviação naval (tanto de patrulha quanto de ataque antinavio). Contudo, tenho dúvidas se a aquisição de aviões de transporte para abastecer os batalhões de fronteira seja prioritária.

Wellington Góes

Olá meu amigo, entendo que ter dúvidas não é pecado, isto mostra que tens prudência e não faz as coisas de forma açodada…. Entretanto, é fato conhecido as dificuldades que o EB tem para reabastecer os PEFs… Especialmente depois da FAB, durante os três últimos comandos antes do atual, se lixar para o número de aviões dedicados a esta função… Veja, um dos componentes do Projeto Fênix, gestado ainda nos anos 1990, que gerou uma série de aquisições, inclusive o F-X (1 e 2), era a substituição dos 24 veneráveis C-115 Búfalo (ou De Havilland Canada DHC-5 Buffalo), com o… Read more »

Last edited 1 ano atrás by Wellington Góes
Camaergoer

Caro Goes. O abastecimento é prioritário, mas tenho dúvidas se a aquisição de uma frota de bimotores (obsoletos) seja a melhor solução (técnica e econômica) para abastecer os batalhões de fronteira, como o EB justificou para essa aquisição.

Wellington Góes

Amigo, pela quantidade e condições que os aviões virão, além das próprias capacidades da aeronave (volume interno, autonomia, operações e pistas não pavimentadas, etc…), acredito que a relação custo benefício foi bem favorável a aquisição, do que partir do zero, sem doutrina formada, sem estrutura, etc… para o EB partir para algo novo. Não tenho os números nas mãos, mas levando em consideração de como as operações de ajuda do FMS, que o governo dos EUA oferece, bem como as boas condições das aeronaves ofertadas, além dos serviços para deixar as aeronaves em condições de vôo por alguns bons anos,… Read more »

Camaergoer

Olá Wellintong. A aquisição dos Sherpa provavelmente será cancela após a mudança do decreto.

Cristiano de Aquino Campos

E hoje, a marinha opera os seus caças de uma base em terra como FAB.

Camaergoer

Olá Cris. A Argentina fez isso com sucesso durante a Guerra das Malvinas. É preciso ter aviões com capacidade de abastecimento em vôo, apoio AEW e mísseis antinavio.

Vinicius Momesso

Faça igual aos EUA: criem sub-divisões dentro das forças de defesa.

Kornet

Tava demorando a choradeira deles.
A FAB a filha ingrata da cópula forçada da aviação militar e naval.
Que o EB e a MB comprem os aviões que precisam para não ficarem dependendo de ninguém.

Marcos10

A Força Aérea foi criada como parte das forças armadas, justamente para cuidar daquilo que voa.
Nessa lógica o EB também deveria ter alguns navios para não depender de ninguém. Será também necessário comprar algumas aeronaves leves de treinamento, não dependendo de ninguém para sua formação.
Assim, em uma mesma cidade, ao invés de você ter um Hospital das FFAA, você tem um Hospital da Marinha, um do Exército e outro da aeronáutica.

Camaergoer

Caro Kornet. A aviação militar é uma coisa (helicópteros de ataque e de transporte tático). Para mim faz mais sentido o EB ter um esquadrão de A29 táticos do que adquirir aviões de transporte (obsoletos) para um serviço que pode ser ser feito contratando uma empresa e principalmente, com a FAB adquirindo 28 KC390 de transporte tático.

Chary

Eu acredito que esses A29 estão no pleito do EB, sempre achei que os A29 poderiam cumprir o que se espera de um helicóptero de ataque no nosso TO e com custo de operação e quisição baixo, não acho que os KC390 sirvam para oq o EB quer principalmente pela hora de voo, não sei se uma empresa privada iria operar nessa região com baixo custo, sem contabilizar no papel com propostas formais é complicado. Mas cada um pode ter a sua opinião, antes achava que o EB poderia suprir a guarda de instalações da FAB e que eles não… Read more »

Camaergoer

Olá Cherry.

Camaergoer

Ola Chary. Também acho que o EB poderia fazer a guarda das bases da FAB, mas até acho razoável que a FAB tenha seus próprios militares para isso, assim como a MB usa os FN parar essa tarefa. Acho que o EB precisa encerrar as atividades dos TG. Os batalhões de fronteira estão estruturados, inclusive com pistas pavimentadas. Há muito tempo deixaram de ser locais isolados. Existe um custo para manter essas tropas abastecidas, seja contratando empresas civis de transporte, seja custeando a FAB, seja mantendo as próprias aeronaves. Contudo, o argumento do EB que precisa de uma frota de… Read more »

Altacyr Junior

Se contratarem uma empresa provavelmente vai sair caro, pois as empresas gostam de aumentar e muito os valores, e se tiverem problema vão ter que esperar uma nova licitação o que pode levar meses

Camaergoer

Caro Jr. De modo geral, recebo críticas baseadas no argumento que a iniciativa privada é mais competente que um órgão público devido sua flexibilidade legal e ferramentas de eficiência gerencial. Diversas empresas terceirizam ativas-meio para focar nas atividades-fim (transporte, segurança, alimentação e limpeza são exemplos). Até mesmo grandes montadoras mantém contratos com empresas especializadas de transporte para manter o fluxo de autopeças com segurança. No caso do EB, pensando em eficiência e escala, é mais barato centralizar o transporte em uma unidade especializada do que pulverizar os recursos e meios.

Camaergoer

Caro Altacir. Segundo alguns comentários lá no “Forte”, o EB já contratou várias vezes empresas civis para abastecer os postos de fronteira.

Doug385

Em outro portal foi apontado que a FAB havia começado a cobrar pelos serviços fornecidos ao Comando do Exército sem que houvesse qualquer incremento na disponibilidade dos meios. Estão reclamando de que então, oras?
 

Arthur

A FAB sempre “cobrou”. Pelo que eu sei, a FAB sempre deixou algumas horas à disposição do EB, que, por sua vez, sempre destacava parte do seu orçamento para o custeio dessas horas de voo. Cada força opera com seu orçamento, então é justo que cada um arque com os custos das suas demandas.

ANDRE DE ALBUQUERQUE GARCIA

Inacreditável! Parece que retornamos ao atraso das discussões sobre aviação de asa fixa no NAel Minas Gerais entre a FAB e a MB. Por isso não vamos pra frente.
Para esses uma força armada é definida pelos seus equipamentos e não pela missão a que se destinam. Piada pronta e revela muito do que temos na cúpula…

Satyricon

Perfeita colocação meu caro André. E digo mais: cada arma tem o conhecimento das suas REAIS necessidades, e portanto que tenha autonomia para desenvolver os planos para atendê-las. À FAB ficam os atendimentos institucionais do GF, como as comunidades isoladas (ribeirinhas e indígenas), patrulha, interceptação, resgate e logística regional. É serviço que não acaba mais. Ao EB, que cuide das suas guarnições e postos. Quanto aos A-29, executam missão específica de patrulha, interceptação de tráfego ilícitos, bem como formação de quadros da FAB. E muito bem, então deixem como está. O EB que determine, se e como o apoio aéreo… Read more »

Arthur

Sendo bem sincero, não acredito muito nessa história aí. Está sacramentado há anos o retorno da aviação de asa fixa do EB, então não faria sentido a crítica aparecer só agora.
Isso tem mais cara de jornalista que revirou os quadros da Fab até achar UM oficial que se posicionasse contrário (se é que achou) só pra fazer uma matéria.

Mauro

Esse aí é da mesma linha do “Diz leitor.” …
 
Outra coisa, duvido que se encontre um tripulante se quer da FAB que seja contra, pilotos e mecânicos.. o motivo é simples: Menos missão pra eles, num ambiente nada amigável. Quanto mais aviões o EB tiver, melhor para a FAB, pois serão menos acionados.
 
O ATL-100 viria a calhar muito bem, nem falar no turboélice da Embraer que poderá ter versão com porta de carga, ou mesmo alguns C-295 quando as coisas melhorarem.
 
O papo é sempre o mesmo: “Fontes ouvidas em off”

Ari Levinson

Concordo e acrescento mais: a FAB não gosta muito de efetuar missões de ressuprimento do EB nos batalhões da fronteira

Camaergoer

Caro Ari. Missão dada, missão cumprida.

Renato Vieira

Exatamente isso, ocorre muito isso……… o que o EB quer buscar é tao somente se tornar menos dependente da FAB, e de algumas desculpas dela.

Rinaldo Nery

Mentira. Meu filho voa no 1°/9° GAV, e faz isso com muita satisfação.

Camaergoer

Olá Cel.Nery. Que bom ter noticias suas.

Jodreski

A foto por mim já diz tudo: Sherpa com logo da U.S. Army
Até o exército mais poderoso do planeta opera aeronaves, apesar de ter a força aérea mais poderosa e numerosa do globo.
Aí eu te pergunto: quem é parâmetro para quem? A FAB que é parâmetro para a USAF ou é ao contrário?
Pois então os brigadeiros que se calem e se atentem a resolver o problema de sua força e não ficar dando pitaco. Bebam menos whisky 18 anos e trabalhem mais! Menos luxo e mais suor por favor!
 

Last edited 1 ano atrás by Jodreski
Marcos10

Não somos os EUA.

Sincero Brasileiro da Silva

+ soldo, – equipamento…

Sergio

É piada isso neh? Pelo amor de deus!

Ari Levinson

Impressionante o desejo erótico da FAB em querer se apossar de tudo o que tem asas e voa….
 
Desse jeito vão querer se apropriar até dos urubus que fazem ponto no lixão localizado perto da cabeceira do aeroporto do Galeão.

Camaergoer

Olá Ari. Esse debate mostra a incapacidade do MInDef de mediar a integração das forças armadas brasileiras.

Ari Levinson

Não há “incapacidade” alguma do MoD aqui, apenas a tradicional briga por verba! Na realidade a FAB não executa as missões de ressuprimento dos batalhões de fronteira quer por falta de meios, quer por ressentimentos antigos oriundos ainda do tempo em que a FAB doutrinariamente era um força auxiliar do Exército e da Marinha.
 
Diante disso é salutar que o EB volte a empregar aeronaves de asas fixas.

Camaergoer

Caro Ari. Cabe ao MinDef suprir os meios para que as unidades das forças armadas cumpram com sua missão. Dizer que a FAB não tem meios e tem ressentimentos é inaceitável. Demonstraria no mínimo amadorismo das forças militares.

Wellington Góes

Olá amigo! Era para ser assim, entretanto, o MdD ainda se comporta como um mero encaminhador de demanda de cada força, especialmente, quando o assunto é manter o status quo e/ou na defesa dos privilégios da galera da reserva e/ou de pensionistas, das filhotas “solteiras” sexagenárias… Especialmente após a nomeação de ministros militares que assumiram a pasta (desde o final do governo Temer). Cadê as operações combinadas?! Cadê a padronização de meios (quando necessário e possível)?! A SEPROD (Secretaria de Produtos de Defesa) foi desidratada… A muito deveria ter se tornado na ADA (Agência de Desenvolvimento e Aquisições). O corporativismo… Read more »

Leandro Costa

Gente, aparentemente foi apenas um Brigadeiro que fez uma crítica ao decreto, ex-integrante de tribunal militar e sinceramente nem sei se está na ativa. E criticou o momento em que foi feito, mas não é contra o EB ter aeronaves de asas fixas. Postando isso só para dar uma luz ao debate mesmo.

Camaergoer

Olá Leandro. Eu já havia comentado discordar do EB desde que apareceu a primeira noticia aqui na trilogia sobre o desejo de adquirir esse aviões (obsoletos).

Camaergoer

Olá Leandro. O presidente voltou atrás e cancelou o decreto que permitia o EB usar aviões.

Gabriel BR

Eu não tenho paciência …

Camaergoer

Olá Gabriel. Dizem que pescar ajuda. Outros dizem que Yoga também. Sudoku também é excelente para ganhar paciência, eu acho. Meu avô lia a bíblia.

Ph Nunes

Como dito pelo colega em comentário anterior, essa informação não parece muito confiável. EB já comprou as aeronaves há três anos e, na época, não houve contestação por parte da FAB. Por que haveria contestação agora em cima de um decreto que endossa tal compra feita?

Camaergoer

Ola PH. No fim, o presidente cancelou tudo e o EB ficará sem os aviões. Em outra noticia aqui no Aéreo ficamos sabendo que a FAB tem aviões suficientes mas recursos insuficientes para coloca-los em vôo.

Alexandre

Mas porquê essa crítica dos Brigadeiros da FAB?? Eu até agora não consegui entender, o porquê que eles criticam o fato do Exército Brasileiro ter aviões Sherpa turboélice de asa fixa.
 
Será excelente para o Exército Brasileiro transportar suas unidades e suprimentos com mais mobilidade, ao invés de ficar somente com helicópteros, o EB terá uma opção a mais que são esses 4 aviões.

Leandro. O

Acho que esse mimimi apesar de lamentável já éra previsto… Acho normal cada força querer uma fatia maior do bolo. Mas acho q a FAB tinha que ser mais focada nas suas missões. Defesa do espaço aéreo, escolta aérea, ataque a Nações inimigas, transporte vip e para suas missões. Desse jeito quando o Exército definir sua defesa Antiaérea vai ser outro chororo…

Alexandre

Com certeza, pois o míssil antiaéreo AV-MTC 300, fabricado e desenvolvido pela Avibras, alcança até 300 km de distância, sendo que esse é o nosso primeiro míssil de cruzeiro.
Sem contar que a Avibras já está estudando um desenvolvimento para um míssil de cruzeiro com um alcance de 800 km.

FighterBR

Que comentário sem nexo. O míssil da Avibras nem é antiaéreo m

Lu Feliphe

O míssil não tem 300 km, 300 km é apenas para exportação.
O míssil segundo algumas fontes passa dos 1, 000 km.

Ricardo Bigliazzi

mi mi mi…

Leandro Costa

É bom tentar ler a matéria toda. Tive acesso em um dos cards do google que aparecem nos celulares Android. Enfim, cita um brigadeiro, que era ex-integrante do superior tribunal militar, que por sua vez não discorda que o EB tenha aeronaves de asas fixas, mas acredita que o momento para isso não é o ideal.   Provavelmente com medo da diminuição ainda maior do orçamento que certamente virá por conta da pandemia.   Na verdade, sobre isso eu pessoalmente não vejo nenhum problema. De fato, o decreto poderia ter sido assinado à qualquer momento, já que é uma autorização… Read more »

fernando

Parabéns ao EB, agora que pode, compre uns C390

Camaergoer

Não pode mais.

Nativo

Por que não se investe em helicópteros médios como as forças das nações mais ricas fazem.
Seriam ótimos pra levar tropas e suprimentos sem precisar de pista minimamente preparada, além daquele preparo com armas que Blackhawks e fazem bem.

Carlos Eduardo Broglio Gasperin

Só peço encarecidamente que deixem os egos de lado e sejam sempre unidos as forças. Estamos passando por um momento turbulento onde fatalmente haverão confrontos entre os dois lados. Precisamos das forças armadas unidas e firmes no propósito para dar a estabilidade necessária.

Wellington Góes

O pessoal do Aeroclube ficou chateado?! Então não criem estas situações…. E ainda tem gente escrevendo besteiras sobre “como será a melhor força nos anos 20 e 30″… Rsrsrs
Deveriam é dar graças a Deus por diminuir responsabilidade de transporte de pequenos volumes as outras forças… Dando oportunidade de criar uma força de transporte realmente estratégica… Cadê nosso KC-X2? Já passou da hora de um transportador do porte do C-17, Y-20, ou IL-76/78… Mas pensam isso?! Quando uma força pensa como um Aeroclube, nunca será uma força crível de combate!!!

Cotovelos!!! 😉

Last edited 1 ano atrás by Wellington Góes
Observador

Na moral, esse país merece estar no estado que está. Uma vergonha essa dor de cotovelo. Mas me lembro de outras situações, como por exemplo a tentativa da PF de proibir o porte de armas aos agentes da ABIN; ou a tentativa da PF de proibir o fiscais do IBAMA de utilizar fuzis (que eles usam em fiscalização na AMAZÔNIA). Isso sem falar nessas interferências absurdas de órgãos em ambientais em obras estratégicas para o país.
É sabotagem e ciúmes institucionais que dão nojo.
Esperar o que mais????

Vinícius Almeida

Sem contar a recente oposição da Polícia Federal no que tange a lavração do Termo Circunstanciado por parte da Polícia Rodoviária Federal, nesse país é um órgão sabotando o outro, lamentável!

CCRider

Pelo menos uma coisa é certa: o padrão de pintura será mais bonito que aquela medonhice que a FAB insiste em aplicar em toda sua frota.

Peritomilitar

A FAB reclamou tb dos A4 da MB eu lembro, depois acostumou .. o mesmo vão passar com os Aviões do EB

Camaergoer

Caro Perito. No caso da MB, sou favorável á existência de uma aviação naval para combate antinavio a partir do continente. Também acho razoável que a MB assuma a patrulha aeronaval (inclusive usando drones e imagens por satelite). A aviação de transporte naval com asas fixa só fazia sentido se a MB operasse um porta-aviões. Nenhum operador civil poderia pousar e decolar de um porta-aviões. No caso do EB, dizer que precisa de aviões (obsoletos) para abastecer seus batalhões de fronteira é no mínimo um grande equívoco.

Pavan

Qta ignorância,que pensamento pequeno… O que interessa o que cada força irá usar, as forças são independentes e suas necessidades tb, até qdo as forças armadas serão amadoras ??

Last edited 1 ano atrás by Pavan
Bardini

O Godoy tá querendo biscoito, criando essa baboseira?

Wellington Góes

Tava demorando um chapa branca aparecer…. Rsrsrsrs

Camaergoer

Olá Bardini, assim como o Macaco, o Godoy estava certo.

Saldanha da Gama

E alguém esperava o contrário? Por causa dos atritos entre MB e FAB, sobre a utilização de caças, é que dificilmente a MB quando tiver recursos e puder, irá de Gripen, irá adquirir qualquer outro, menos o caça sueco.

Camaergoer

Caro Saldanha. É inaceitável que existam atritos entre a MB e a FAB ou entre qualquer comando. As forças armadas têm uma função de defesa do país contra inimigos externos. Falo o mesmo sobre a tal rivalidade entre PM e polícia civil. No caso das polícias, vemos o fracasso das políticas de segurança pública. No caso das forças armadas, esse tipo de ação descoordenada levou os argentinos á derrota na Guerra das Malvinas. Os colegas que estudaram a II Guerra talvez possam nos dizer como era a relação entre a MB, FAB e FEB.

Saldanha da Gama

Bom dia caro Camaerger, os atritos agora estão amansados, já foram muito piores e talvez um dos motivos seja não termos um Nae operacional…Mas no momento que tivermos, as discordâncias irão reiniciar e em parte por causa delas, a MB não seguirá de Gripen, caso desenvolvam o M, optará por qualquer outro (f18, rafale…). Abração

Saldanha da Gama

E dependendo do Nae, até f35

Vigné

Se é pra ter rivalidade, então que a FAB responda profissionalizando sua infantaria para além do serviço de polícia e SAR… Uma força essencialmente paraquedista e com estrutura expedicionária, tal qual a MB busca com o CFN.
Algo que de autonomia para a FAB suprimir defesas antiaéreas inimigas, tomar aeródromos e resguardar seus pontos de interesse no teatro de operações.

EduardoSP

Boa idéia!. Na Alemanha nazista a Luftwaffe é que comandava os paraquedistas. Tinham uma estrutura toda separada do exército. Até o fuzil era diferente (FG42).

Alexandre Esteves

Pegando o gancho, a AAA (Artilharia Antiaérea) alemã, a meu ver a melhor daquele conflito, não era do Exército, mas sim da Luftwaffe.

Jorge PREC PQDT

Boa Pergunta !!
Para que Serve a Infantaria de Aeronáutica ??
Não tem Nenhuma função Ofensiva !!
Apenas Unidades de PA e PARA-SAR,
possuem um treinamento Mais intenso !!
A única função é a guarda de Instalações e
Aeronaves !!

Maurício.

Ciuminho bobo entre as forças armadas do Brasil? Imagina, isso não existe…rsrsrs
Esses mi mi mi entra as forças é “normal”, isso afeta até às forças armadas americanas!

Pedro

Estadão/Foice de SP/Globo = CNN e Sputinik.
 
Nada mais….

Camaergoer

Science, Nature, Lancet, N.Engl.J.Med., JAMA, Cell…

leonidas

Essas “tia Zefa” tem que parar para se preocupar com a sua força e não cuidar da vida do Exercito.
Aviação de asa fixa não foi feita para as tias zefa da vida chamar “de sua” foi feita para dotar as respectivas unidades de condições para exercer sua função fim.
Esses ridículos é que são a banda podre das FA e impedem que elas possam realmente focar naquilo que deve e não nas firulas deles…

Control

Srs
Quando a FAB retirou os Buffalos que eram STOL e capazes de operar em pistas rústicas (no barro, literalmente), adquirindo (teoricamente, para a mesma função) os C295 (feitos para operar em pistas pavimentadas), o EB deixou de ser atendido quanto aos batalhões de fronteira.
Este evento é apenas o resultado de uma posição da FAB que desconsiderou as necessidades de um de seus clientes.
Sds

Wellington Góes

Esse é só um dos problemas que a própria FAB gerou ao EB… Além de ser uma aeronave com menos capacidade de pouso em pistas não pavimentadas, foram adquiridas apenas metade do número de aviões que antes havia disponível… O mesmo acontecendo com a modernização de apenas metade dos C-95 Bandeirantes, que também ajudam nesse apoio aos PEFs… Com o aumento das atividades FABianas na região, justamente, por causa do SIVAM/SIPAM, era óbvio que o número de surtidas disponíveis ao EB diminuiria drasticamente… Então, se querem reclamar?! Reclamem dentro da própria FAB, não ao MdD, ou ao EB.

Last edited 1 ano atrás by Wellington Góes
Rinaldo Nery

TODOS os C-95B foram modernizados, exceto os Alfa,que já seriam desativados.

Flanker

Alguns Alfa tb foram modernizados. Os que não foram modernizados foram os C-95, que no final da sua vida operacional serviam no 1⁰/5⁰ GAV.Assim, foram modernizados alguns Alfa, um número maior de Bravo e todos os Charlie, que não eram muitos.

Satyricon

Control, nesse sentido acredito que o EB precise de um monomotor STOL para as missões cabeludas, complementando os Sherpa, como um XP 750, kodiak, Pilatus C-6 ou até Caravan

Rinaldo Nery

Todas as pistas dos PEF operam com os C-105. A maioria já é asfaltada (pela COMARA, que é da FAB).

Camaergoer

Olá Cel.Nery. Eu lembro quando era pequeno de ver na TV reportagens da atuação da FAB na Amazônia, descendo com os C115 e C47 em pistas de chão. Lembro de motoniveladoras descendo as rampas dos C130 e dos militares pavimentando as pistas. Imagino que a imagem do C105 acidentado em Surucucu é representativa das condições das pistas. Fica claro que a pista foi um problema da aeronave, nada a ver com as condições da pista;

Rinaldo Nery

Foi um problema operacional. Tenentes inexperientes para a pista. A pista tem um aclive acentuado, que cria uma falsa ilusão de rampa na aproximação final. O problema operacional foi solucionado com treinamento em simulador. Foi criado o cenário visual de Surucucu pelo DCTA. Meu filho é chefe do simulador.

Camargoer

Olá Cel. Nery. Obrigado pela explicação. O que aparece nas notícias sobre Surucucu foi o problema no trem de pouso do C105. Uma pena ter perdido o avião, que bom existir agora o cenário no simulador.

carlos mendes

Meu Deus seculo 21 e ainda tem esse tipo de guerra de quem pode usar o que?

Zorann

já cansei de falar: passou da hora de se discutir a unificação das forcas armadas.

Wellington Góes

Acredito que não uma unificação plena, nos moldes das forças canadenses, mas se começarem a fazer algo como acontece no Reino Unido, França e EUA, com a obrigatoriedade de maior interação, integração e padronização (inclusive de meios), já será um avanço e tanto… Depois disso sim, poderíamos discutir algo neste sentido.
Minha opinião!

Last edited 1 ano atrás by Wellington Góes
José de Souza

Exato. Vivem no século XIX com uniformes de gala, passeio, instrução, campanha, pijama militar; com fivelas douradas e coturnos brilhantes. E a soldada semi-escrava arrumando cama de tenente.   Unificação de armamento, uniforme, divisas e patentes, saída unidades de centros urbanos e quartéis no meio das cidades (a venda do quartel do 1ºBPE no coração da Tijuca renderia uma fortuna!), profissionalização da tropa, ascensão na carreira, e forças armadas cidadãs (e não semi-nobliárquicas como temos hoje…) são o futuro.   Fiquei surpreso em descobrir que na Espanha eles tem o Exército de terra, do ar e do… Mar! Somente os… Read more »

Luiz Antonio

Não vou entrar no mérito se o EB deve ou não possuir aeronaves de asa fixa. O momento não é oportuno por questões orçamentárias.. Quanto ao equipamento, sinceramente é o mesmo que comprar hoje um Corcel II. Equipamento antiquado que forçará o desperdício de dinheiro com implementação de novas doutrinas, treinamento de pílotos e mecânicos, estrutura de reposição e assistência técnica e tudo isso para um equipamento que nem é mais produzido. Uma jabuticaba. Se quiserem implementar equipamento de asa fixa, que o façam da maneira correta e inteligente. A EMBRAER está aí para projetar e produzir aeronave de porte… Read more »

Claudio Moreno

Estadão? FdeSP? Muito estou admirado que a Trilogia ainda dê espaço para este tipo de reportagem marrom!
 
CM