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As gerações de caças, segundo os russos

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Os caças e suas gerações, segundo os russos. Clique no infográfico para ampliar.

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    • O Mirage F-1 estaria bem ali, como terceira geração, mas o Mirage 2000 deveria estar com F-14, F-15 e F-16, como um quarta geração. Tudo bem que não evoluiu tanto quanto o F-15 ou F-16… mas é quarta geração.

      • concordo, o avião tinha fly-by-wire que era uma inovação na época e toda a eletrônica dos outros.
        Acho que é mais picuinha russa mesmo…
        O F-5 parece também deslocado erroneamente para o campo de cima, deveria estar na segunda…

        • O Mirage 2000 quando entrou em serviço em 84 já tinha fly-by-wire, os russos somente tiveram acesso a essa tecnologia 10 anos depois. A partir de 1988 tinha capacidade look-down/shoot-down com o radar RDI e a partir de 1992 capacidade BVR com radar RDY e míssil MICA, características de um caça de 4ª geração.

          • Concordo contigo, o Mirage 2000 se não fosse a política da França de privilegiar as exportações do Rafale, ainda estaria em produção e sendo exportando.

          • O Mirage 2000C com o radar RDI já tinha capacidade BVR, usando o míssil R-530D e F. Só que esse míssil possuía radar semi-ativo, o que exigia iluminação constante do alvo pelo radar da aeronave. Já o Mica possui radar ativo.

    • Na verdade não. O F-5, na versão E, possui tudo do que se espera de uma geração à frente da 2ª do MiG-21, menos mísseis e radar BVR, afinal era um caça simples:

      – Eletrônica digital;
      – Menores velocidades de pouso e decolagem;
      – Maior docilidade de comandos, sem “surpresas” para o piloto.
      – No caso de caças, melhores taxas de curva instantânea e sustentada.
      – Até coisas que só viraram padrão em caças de 4ª, como o para-brisas em peça única, uso de LERX para aumentar a agilidade e motor com alta (para a época) relação peso/potência de 7,5:1.

      A geraçãodo MiG-21 visava velocidade máxima à todo custo, mesmo que isso resultasse em características de voo perigosas à baixas velocidades, resultando em altas taxas de acidentes. Tanto é que os projetistas tiveram que apelar para o uso de BLC (ar comprimido vindo do motor e soprado sobre os flapes) para diminuir velocidades de decolagem e pouso, algo popular na época (F-104, F-8, F-4, Buccaneer, MiG-21, Su-15, etc), coisa que desapareceu nos de 3ª geração.

      Já a dos caças da 3ª corrigiram isso, trazendo o desempenho junto com melhores margens de segurança à baixas velocidades. Caso clássico é o Mirage III e o Mirage F1.

    • Paulo, acho que você não entendeu o infográfico. Ele está realmente à frente. A posição refere-se ao ano de criação/entrada em serviço. Como o Raptor foi o primeiro, é óbvio que ficaria para trás.

  1. Não entendi o motivo de tanto alarde por muitos sobre este infográfico.

    O título diz: As gerações de caças, segundo os russos.

    Segundo os russos.

    Ponto.

    Precisa desenhar?

  2. Está mais ou menos como eu imagino o que seria o ideal. Os pontos que eu mudaria seriam:

    – O Mirage 2000 possui as características que se espera de um quarta geração, como controles assistidos eletronicamente e, no caso de um caça, alta agilidade e relação peso/potência. Estabilidade estática relaxada. Radar de múltiplos modos digital reprogramável, com efeito doppler de segunda geração.

    – Talvez o F-4, principalmente na versão “E”, como caça de 3ª geração. Possui características de voo mais dóceis que um de 2ª geração, como menores velocidades de pouso e decolagem, além de estol mais manso. Tanto que não tem comando duplo para treinamento (na versão naval, como o F-14). Possui a primeira geração de radares ar-ar com efeito doppler. Possui mísseis BVR. Boa relação peso/potência. Taxas de curva sustentada comparável à outros 3ª geração.

  3. A rivalidade e o instinto de sobrevivência sempre impulsionou a humanidade a suplantar seus limites. Como é lindo ver a evolução. gostaria de ver daqui a 100 anos o que teremos. “Naqueles anos de 2020 o pessoal ainda voava naquela carrocinha do F-35 ou naquele teco-teco do T-50”.

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