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F-15EX é componente vital para superioridade aérea

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Boeing F-15EX
Boeing F-15EX

Por Jack Jackson

A capacidade de desdobrar uma frota de caças diversificada com recursos complementares é fundamental para a superioridade aérea global dos Estados Unidos. Agora, mais do que nunca, nossa nação precisa estar preparada para enfrentar novos desafios e ameaças emergentes de todo o mundo. Alguns dos líderes militares mais inovadores da América estão trabalhando ativamente em direção a esse objetivo, propondo o desenvolvimento de uma frota futura diversificada de caças que possam deter nossos inimigos em suas frentes em várias frentes.

Ao longo da minha carreira, conduzi mais de 600 missões de combate pilotando várias aeronaves. Nenhum exibiu a importância de uma força mista mais do que em 1974-1975, quando toda a frota de F-14 Tomcats da U.S. Navy foi aterrada devido a problemas com seus estabilizadores traseiros. Nós imediatamente flexibilizamos nossas capacidades desdobrando minha unidade no porta-aviões USS Enterprise e sua frota de F-4 Phantoms, a fim de continuar a luta e proteger nossos soldados em terra.

No momento, a Força Aérea dos EUA (USAF) tem a chance de usar essa mesma estratégia de sucesso, rejuvenescendo sua frota de caças com o novo caça F-15EX. E não poderia chegar em um momento mais oportuno. A atual frota de aeronaves de combate da USAF é a menor da história. Também precisa de modernização. Embora a frota de F-35s esteja crescendo, o progresso é lento e coloca a prontidão de batalha em sério risco. O problema foi ampliado após o término antecipado do programa F-22.

A USAF precisa investir em um caça que possa ser desdobrado imediatamente. A escolha mais inteligente é o F-15EX superarmado. Sua capacidade de transportar mais armas, voar mais alto e mais rápido do que qualquer outra aeronave, e a um custo acessível de US$ 27.000 por hora de voo é um valor enorme para nossos militares e contribuintes.

Ao modificar uma estrutura existente e comprovada – com um recorde invicto de combate ar-ar – a Força Aérea pode tirar proveito de um processo de fabricação existente e de uma infraestrutura de suporte em terra sem a necessidade de extensivo treinamento de pilotos. Isso permitirá que os militares implantem o F-15EX rapidamente, com pouco custo agregado ao contribuinte americano – economizando fundos valiosos para a produção do F-35.

Além disso, é o complemento perfeito para emparelhar com o F-35 e garantir superioridade ar-terra e ar-ar para a Força Aérea. O F-15EX, carregando 22 mísseis, é o caça tático que fornece a carga, o alcance e a velocidade que o F-35 não consegue. É também o caça perfeito para transportar e lançar os futuros sistemas de armas hipersônicas que não cabem dentro das baias internas de caças como o F-35.

Com ameaças crescentes no exterior, inclusive de países como China e Rússia, que buscam ocupar o primeiro lugar dos EUA nos estágios econômico e militar do mundo, precisamos implantar uma frota de caças que garanta a superioridade aérea global. Você não pode fazer isso com uma aeronave dedicada; é necessária a combinação certa de recursos diversos e complementares. Investir no superarmado F-15EX agora é a escolha certa para integrar imediatamente a frota existente da Força Aérea. Se não o fizermos, a América estará exposta a um risco aumentado de ataque de nossos adversários estrangeiros.


O coronel Jack Jackson (USMC Ret.) é um veterano do Corpo de Fuzileiros Navais altamente condecorado que voou mais de 600 missões de combate no Vietnã e voou praticamente todos os tipos de aeronaves no arsenal militar dos EUA. Após seu serviço, Jackson trabalhou como piloto-chefe de teste para a McDonnell Douglas, depois Boeing, antes de ser eleito para a Câmara dos Deputados do Estado de Missouri em 2002.

FONTE: RealClearDefense

208 COMMENTS

  1. Preferia mil vezes na minha opinião de leigo este avião ao invés do F-35 (embora sem aeronaves totalmente distintas).

    72 gripens
    24 F-15

    • Esse número não é impossível não, visto que o planejamento do programa FX seriam 108 Gripens.

      Ou seja, poderíamos substituir o 3º lote de Gripens por um de F-15.

      Para depois de 2030 é claro. Até lá, ao que tudo indica, o país voltou aos trilhos do crescimento, e poderá investir mais em forças armadas.

      • Bobagem, o F-15 é mais um caça que vai para os livros de história e museus em breve, além de ser um caça com maior consumo de combustível e peças de manutenção mais caras. Então não vejo o por que dessa joça por aqui.

        Se for para comprar um caça para fazer dupla com o Gripen, é melhor o Su-34, para ser usado como plataforma de lançamento de mísseis de cruzeiro e antinavios.

        • O problema prós EUA agora é que o F35 consegue ter o custo de horas de vôo muito maior que do F15, mesmo gastando menos combustível. Pra piorar ele ainda não consegue carregar todos os tipos de armamento e carrega um número pequeno de mísseis. (É um brinquedinho muito caro para o que oferece).
          E os Superhornet? Como ficam nessa?

        • Pelo amor de meus filhinhos… SU-34?!? Qual a diferença dele para o consumo de combustível? Além do mais se compramos F-5 com 40 anos de uso, qual seria a diferença em comprar um F-15 já testado e garantindo até hoje a superioridade aérea dos EUA? É cada uma que aparece nesse blog…

        • Defensor
          Concordo em partes com seu comentario, so faço um adendo: tbm gosto do SU34 Fullback, mas seria melhor investir em uma versao naval do Gripen com capacidades de disparo de misseis de cruzeiro. O Gripen para nós foi a melhor opcao. Ele pode ser usado em pistas nao preparadas e pode ser disperso em varios esconderijos no caso de ataque as bases areas igual daz a Suecia.

        • Ok.
          E deixamos o 2o e 3o lotes do Gripen para 2040.
          Também esquecemos todo o valor adicional pago no ToT e partimos para uma plataforma totalmente diferente.

      • Discordo dos colegas, é mais vantajoso padronizar a frota com Gripen, com maior escala o custo operacional durante sua vida útil diminui. Não adianta ter caças bimotores grandes e caros para operar se em nosso TO o Gripen da conta do recado. Sem contar que pagamos caro pela transferência de tecnologia. A FAB deve priorizar os gastos.

        • Emerson
          Concordo com seu ponto de vista.
          Melhor investir nos Gripen mesmo e tlvz numa futura versao naval desse caça com capacidade de lançamento de misseis de cruzeiro.
          F35 tem um custo proibitivo e o F15 mesmo com as atualizacoes em pouco tempo vai estar obsoleto.

      • Sempre pensei que o número ideal de gripens estaria perto de 120/144 unidades (isto na FAB), cobrindo sul, sudeste, centro oeste e norte…..24/36 em cada.
        Mas um quinto esquadrão de 24/36 aeronaves seria o pêndulo a nosso favor….com uma aeronave diferenciada, capaz de apoiar e decidir a favor dos demais na região que fossem chamados.
        E este 5° esquadrão poderia sim ser mobiliado com este fantástico caça chamado Eagle!
        Mas….

        • Concordo quando o colega forista opina em relação ao Gripen, como ele será fabricado aqui, com custo em reais, quanto maior a quantidade produzida, menos o custo.
          Mas, discordo totalmente do F-15; a aeronave para um quinto lote seria o F-35 ou um caça pesado de 5ª geração. Eu entendo o contexto do F-15 para os EEUU, no entanto, não é o nosso contexto.
          No meu entender, temos que ter a supremacia aérea na América Latina. 150 Gripens e 35 F-35’s seria mais que suficientes para garantir o objetivo. O F-15 é uma tecnologia antiga, um caça que foi ótimo em seu tempo, mas já passou, os EUA têm muito dinheiro, podem se dar a esse luxo, nós não.

    • par o Brasil? Uns 72 gripen e investimentos em SAM, radares, eletrônica e várias outras tecnologias associadas a sistemas de defesa.

      Aqui para a América do Sul dá e sobra pelos próximos 20 anos.

    • Não existe comparação entre aviões de 4º gen com os de 5º.
      Simplesmente o abismo tecnológico até pode ser diminuído, no momento em que os aviões de 4º geração incorporam tecnologias feitas para os de 5º…
      Usando o texto dessa matéria como exemplo… ele diz o F-15ex complementaria o F-35, em nenhum momento, substitui !
      Em condições iguais, em um hipotético combate entre um 4º gen e 5º gen, não existe possibilidades para os primeiros.
      Resumindo e sendo bem simplista, o 5º gen enxerga e, consequentemente, atira primeiro.

      • Primeiro tem de ter combates, para depois falar que não existe possibilidade para os de 4°. Creio que você que pode dizer que exista uma superioridade em relação ao outro equipamento, mas, “não que existe possibilidade para os primeiros” talvez seja um equivoco.

    • Pra realidade do Brasil 108 gripens para a FAB ta otimo,depois pra marinha a versão naval.
      F15 custo pra manter muito alto,ainda n temos esse poder financeiro,quem sabe daqui uns 6 anos de governo Bolsonaro

    • D T – Eu preferia até mais quantidades para a FAB, mas sei que é um sonho, o preço e o custo de manutenção dos F-15 é enorme, a tentativa da FAB deveria pelo menos tentar aumentar o número de Gripens e até isso pode ser dificil.

  2. Não existe caça realmente stealth e com os novos radares e os novos IRST de longo alcance os caças já não são tão furtivos assim, dependendo da missão os F15 e F16 nas suas versões mais modernas ainda vão ser as melhores opções. Outra coisa no texto diz que o F35 não vai poder levar as novas armas hipersônicas nas baias internas, mas ele deve poder levá-las externamente! Essa nova versão do F15 vai ser mesmo impressionante e ainda o que garante um futuro longo para a família F15!

    • Se os novos radares e irst enxergam aeronaves furtivas tão bem assim, eles enxergam ainda mais longe as não furtivas. Furtividade não é invisbilidade nem invulnerabilidade, é vantagem. E essa vantagem sempre vai fazer diferença frente um caça não furtivo.

      • Perfeito !
        Outro detalhe… A furtividade é algo q está ai ! Existem centenas de F-22 e F-35 “dominando o combate aéreo” HOJE !
        E esses novos radares e IRST de longo alcance ? São sensores que existem nos mais belos sonhos de chineses e russos !
        Não que daqui a 5 anos algum dos citados apareça com uma tecnologia dessas… e quando aparecerem, leva mais alguns anos até a tecnologia se tornar madura e 100% operacional.
        Até lá, o avião stealth é o rei da arena ar-ar….

      • A questão é a disponibilidade das aeronaves. Assim como o F-22, o F-35 tbm já foi groudeado mais de uma vez.

        E se isso ocorrer quando praticamente toda força da ataque da USAF/USNAVY/USMC for formada por F-35?!

        Se o custo da hora de vôo do F-15 de 24mil dólares por hora (considerada barata no texto) já é proibitiva para nós, imagina a hora de vôo do F-35!

        Essa discussão só cabe mesmo para os EUA, pois nenhum outro país tem a tecnologia ou o dinheiro para cogitar isso.

  3. o F-15 lockando o F-35 em terras americanas… rs
    Pena das forças armadas que depositaram apenas no F-35 suas esperanças… eles não são os EUA e os EUA não farão isso pois sabem dos limites, da baixa disponibilidade e com alto custo do F-35.
    Histórico de dados de informações sempre dos EUA, DoD e da própria USAF dizem isso.
    Vida longa ao Eagle.

  4. Se Israel quer um esquema desses (F-35 + F15), então realmente deve ser o que de melhor se pode ter atualmente (levando-se em conta que o F-22 não pode mais ser produzido).

    • Quem disse que o F22 não pode ser mais produzido? O projeto está bem guardado. Se fosse produzido hoje poderia agregar uma nova eletronica.

      • O projeto pode estar guardado, mas a linha de produção e ferramentas de produção não estão mais disponíveis. O que determina se é ou não possível fabricar não está contido nos computadores, mas no “chão de fabrica”.

  5. Doze F-15 EX já seriam suficientes para o Brasil manter uma vantagem por mais de 50 anos aqui na América do Sul.
    Tirando o Chile e Venezuela; hoje os demais países ainda estão na década de 80.
    Meu sonho é ver este vetor magnífico na FAB.

      • 36 MQ-4C Triton
        60 P-8 Poseidon
        24 E-3/E-4
        36 F-18 Growler
        12 EC-130H

        Com isso garantimos superioridade aérea sobre qualquer um.

        Somaria apenas alguns satélites militares, RQ-4B Global Hawk, MQ-9 A, e o desenvolvimento de um avião de quinta geração com a SAAB, do Sea Gripen e a fabricação nacional dos motores, eletrônicos e mísseis.

        • 60 P-8 Poseidon????

          Até hoje só foram produzidos 98 deles. Apesar de concordar com 6 ou 8 exemplares para a Marinha operar (afinal essa parte do lago abaixo da linha do equador é nossa) acho que 60 deles seria um pouco excessivo.
          Virei seu fã. A Boeing com certeza também.

          Abração

        • Posso estar enganado mas ou o amigo aí é do almirantado ou anda conversando com eles. Pq em termos de sonhos, tá igual. Essa aí foi q nem a de comprar Hornets sem ter NAe para embarcá-los…

          • Atualmente podemos não ter um NAE, mas aparentemente você sugere a extinção da asa fixa na Marinha com a consequente perda de doutrina. Todas as marinhas sérias do mundo possuem aviões cuja necessidade vem sendo exaustivamente comprovada desde a 2ª GGM.

        • Pfffff…. doidos…

          20- Constitution Class
          20- Excelsior Class
          50- Defiant Class
          400- X-Wings
          12- P-40 do Captain Sky pra fechar a conta!

      • 108 F-15 e 216 Gripen? Já acordou amigo? A FAB tem 4 dúzias de F-5 ativos e mais 36 estocados e só 6 no padrão M. Se o projeto de 108 Gripen for para frente, já seremos a maior força aérea da Região.

        • “ A FAB tem 4 dúzias de F-5 ativos e mais 36 estocados e só 6 no padrão M.”

          Cuma?

          Imagino que os 36 que vc fala seja outro avião.

          • Nunão, Fiz confusão na hora de descrever, eu quis dizer que temos 43 AMX, pouco forma modernizados, para o padrão M e a grande maioria deles estão baseados em uma base só e mal estão voando ( não estocados como eu disse ) no caso é outro avião sim, o AMX. Peço desculpas citar números sem citar o avião rs

    • Caro, nem Chile e nem Venezuela poderiam competir, e uns 24 desses aqui com FMS a perder de vista, não são nada difíceis, o governo americano até gostaria de ver o Brasil operando, tudo geopolítica.

      • “…e uns 24 desses aqui com FMS a perder de vista, não são nada difíceis”
        .
        Não. Não seriam difíceis de comprar. Até chegar a conta dos custos de operar e manter essa aeronave cara e fora da logística que foi adquirida com a SAAB.
        .
        Vai ser show explicar pq estamos voando 24 F-15 ao invés de 48 Gripens ou mais.

        • Exatamente.

          O Gripen E será o caça mais moderno da AL, podendo enfrentar qualquer um por estas bandas e, em relação a ameças de fora da AL que por ventura o Gripen não possa fazer frente, também não teriam problema em acabar com duas ou três dúzias de F-15.

    • Eu sou mais modesto. Se a gente chegar nos mágicos 100 gripens eu juro pra vocês que nunca me verão pedir mais nada na fab até começarem a chegar no ponto de substituição.

      • Pra que um F-15X, um caça de 4,5 geração se a gente ja tem um ótimo caça nessa geração?

        Esqueçam, se a FAB daqui a 10 anos tiver a condição de comprar mais alguma aeronave para complementar o mix sera algo da quinta geração pra cima, resumindo F-35 que até lá sera bem barato de operar e comprar.

      • Fernando, foi o que eu disse mais acima. O projeto é de 108 Gripens, acusto de 150 milhões a unidade, incluindo a transferência de tecnologia. temos participação no projeto, na fabricação e teremos um caça moderno e de baixo custo operacional. Não sei porque o pessoal fica sonhando com F-15

      • O Brasil é o quinto maior território, quinta maior população e já foi o quinto maior PIB. Deveria ambicionar ser a quinta maior potência militar. Parar de pensar em termos de superioridade na América Latina e pensar em capacidade de fazer frente a qualquer país do mundo, pois nossa ameaças estão mais para a ONU internacionalizando a Amazônia, como diz o Coronel Gelio Fregapani, com a OTAN e Comonnwealth encabeçando o ataque a partir do Nordeste, Guiana Francesa e aliados latinos, e bloqueando RJ e Santos. Tudo isso não é invenção minha, é ameaça real estudada pelo generalato. Mas enquanto eles confiam em conjuntura, política e sensatez dos governantes, confio mais em capacidade tecnológica, industrial e dissuasão, até ao ponto de ser capaz de realizar um contra-ataque do outro lado do Atlântico ou mesmo Mediterrâneo, ao invés de ficar apenas na defensiva, pois, como ensina o Wing Chun, você nunca conseguirá recuar tão rápido quanto seu oponente conseguirá avançar.

        Por este motivo, pensar em 108 caças de superioridade aérea e o dobro de caças multifunção não está longe do que a maioria dos países do Oriente Médio possuem, ou do que França, Reino Unido, Japão ou Alemanha tem.

        Os 60 P-8 Poseidon e os 24 E-3/E-4 foram baseados na área que cada um consegue cobrir, pensando em cobertura 24h e uma taxa de disponibilidade de 50%, cobrindo 100% do território nacional terrestre e marítimo em 100% do tempo. O MQ-4C Triton e EC-130H foram pensados na proporção dos mesmos nos EUA em relação aos P-8 e E-3/E-4. Os Growler também.

        Além da área de cobertura dos AWACS, cruzei os dados com o Japão e seus P-3, cerca de 60 fabricados localmente.

        Com isso tudo em mente, não viajei muito senão em relação ao financiamento disso tudo. A única crítica que podem fazer com justiça seria financeira. Ainda assim, não foge ao orçamento de 2% do PIB para defesa, sendo o ideal 3% do PIB por causa das compras e renovação de navios, o que sai caro.

        Mas olhando as guerras recentes, superioridade aérea é tudo. Daí a ênfase. E fabricar motores e mísseis localmente é essencial.

        Outra coisa, dizem que uma invasão é remota e demoraria a acontecer. Viriam embargos etc. antes dos bloqueios e das tropas. Legal. Mas preparamo-nos imaginando o pior cenário e não o mais factível. Confiamos nas armas e não na maneira que os conflitos passados costumaram ocorrer. Pensando nisso, demora cerca de 6 anos para planejar e construir um navio, com ajuda externa. Logo, a prioridade da nação deveria ser suas forças navais e aérea. O resto a gente corre atrás.

        Financiamento/dinheiro a parte, tenho ou não tenho razoabilidade no que disse, para não dizer um absoluto “razão”?

  6. Interessante notar como a decisão de encerrar a produção do F-22 foi obtusa. Não apenas a USAF não teve completada a compra inicial, como versões aperfeiçoadas da aeronave deixaram de existir.

    E não era por falta de compradores. Israel, Japão e até a Austrália mostraram forte interesse na aeronave. Assim como o F-15C foi largamente adotado por forças estrangeiras, um F-22B (ou “C”) certamente ainda estaria em produção hoje, corrigindo seus principais defeitos e trazendo o projeto para a maturidade.

    E a desculpa de que ele era “avançado demais” não rola, pois o F-35 é mais avançado (embora menos capaz em combate aéreo) e este está sendo oferecido para qualquer um com saldo na conta. O pŕoprio F-15 na época era o supra sumo, mas isso não freou construção sob licença até para ex-inimigos (Japão).

    Tivesse a Boeing ganhado o programa JSF, duvido que teríamos esse tipo de notícia 20 anos depois. Agora que a **da está feita, tentam amenizar as coisas com um facelift numa plataforma com quase 50 anos.

    • Sim a desculpa era que o F35 seria mais barato, mas terminou sendo muito caro também, acho que se tivessem continuado a produzir o F22 com a evolução tecnológica ele seria um caça muito superior a qualquer evolução do F35, de vez em quando até falam na volta do F22, mas infelizmente falam que já não é economicamente viável, se bem que economicamente viável é questão de prioridade se houver necessidade o dinheiro surge.

      • O F22 custou 150 milhões a unidade.
        E tem poucos países operando o F15.
        Os EUA não querem vender os caças de superioridade aérea. Começaram a vender os F15 quando este foi substituído/ultrapassado pelo F22.
        O F35 é um multiplicador de força em que um factor a ter em conta é o aumento das capacidades de aviões de gerações anteriores. O F15SE pode funcionar como um burro de carga e o F35 como observador avançado.
        Duvido muito que um F15 ganhasse ao F35 num combate, mesmo que o seu papel principal não seja o dogfight.

        • “Começaram a vender os F15 quando este foi substituído/ultrapassado pelo F22.”

          O F-15 estava disponível para venda aos aliados preferenciais dos EUA mal a primeira unidade ter sido entregue aos esquadrões em 1975. Em 1976 um F-15B biplace fez uma turnê mundial para mostrar a aeronave à possíveis compradores.

          Aliados de terceiro escalão como nós é que começaram a ter acesso à aeronave depois do F-22.

      • Não confunda valor do projeto+aquisição+atualizações+manutenção, comumente divulgado sobre o F-35 com o valor unitário absurdo do F-22.
        F-35 hoje já tá ali pra 80mi. Boa sorte com o F-22.

        • A razão principal foram os custos absurdos do F22.

          mas outra, que se fala pouco, é que simplesmente não havia nem há até hoje ninguém páreo para ele. Era muito caça para pouco opositor.

    • Tá ali no resumo: O cara era funcionário da Boeing, com certeza tem ações na mesma.

      Certeza que vai pedir pra comprar Boeing!

      Não que o F-15 não seja bom, mas é bom ver quem está dando a notícia né!

    • Os EUA contabilizam tudo neste valor de hora vôo. Salário dos pilotos, mecânicos, modernizações ao longo da vida útil e até os mísseis e armamentos empregados.
      Não tem como comparar, o COPAC estimou em U$ 10 mil o custo de hora voo do Gripen E no processo FX2. A África do Sul já deu declarações de que o custo do Gripen C lá atingia cerca de U$ 20 mil.

      Então essa diferença toda não existe. Sim, o Gripen é mais econômico, mas não é tanta diferença assim.

      • Salários de pilotos, mecânicos etc.
        Não importa o avião, o gasto com pilotos e mecânicos será o mesmo.
        No caso do gripen parece que a facilidade de manutenção requer menos trabalho e, talvez, seja mais barata a hora de vôo.

        • Se você tem dois aviões com filosofias semelhantes de manutenção, o avião maior e mais complexo terá mais itens para inspecionar e manter (por exemplo, dois motores ao invés de um, e mais linhas de fluido hidráulico, circuitos elétricos etc, pra citar o básico), então vai precisar de mais horas de manutenção. Quanto mais horas, mais caro.

      • Eu li a reportagem indicada pelo Marcelo no link. E lá cita o custo de operação do Gripen C estimado pela Jane’s em U$ 4,7 mil (aliás informação esta já amplamente divulgada por aqui). Não faz nenhuma referencia ao custo do Gripen E, que obviamente será maior por ser um caça mais sofisticado.

  7. Diferente do magnífico e lindão Tomcat, o F-15 continua e continuará matando a pau. Avião fodástico este viu e vai ficar mais mortífero nesta futura versão EX!!!

  8. Ao meu ver um caça não precisa mais do que uns 8 a 10 mísseis ar-ar (6 BVRs e 2 de curto alcance).
    *Aqueles combates com centenas de caças são coisa do passado.

    • Prezado
      Não sei
      Em um confronto com China ou Rússia, ou até mesmo Irã ou CN, imagino q os primeiros embates envolveriam muitas aeronaves.
      Sds

      • Agnelo,
        A tendência é os mísseis BVR ficarem menores e se fundirem aos de curto alcance. 12 desses futuros mísseis “faz tudo” poderão ser levados internamente pelo F-35.

          • Nonato,
            Não sei, mas provavelmente a tempo de fazer frente à ameaça quando ela surgir.
            Só lembrando que caças de 6ªG deverão ter maior autonomia e maior persistência de combate sendo inclusive armados com lasers.
            *Vai ser como um policial subindo no morro com um revólver de filme italiano de faroeste em que a munição não acaba e o “mocinho” não erra um tiro.
            O que gostaria de entender é em qual cenário o ex-piloto deputado acha que um F-15 armado com 22 AIM-120 (ou AIM-260) se encaixa.
            Seria numa situação de alerta de reação rápida, com o caça no solo e pronto para efetuar uma interceptação? Seria numa patrulha de combate sobre território amigo? Ou sobre o campo de batalha? Ou seria escoltando um pacote de ataque?

    • Sou leigo. Mas discordo.
      Um avião voar mil km, dispara 6 mísseis e tem que correr…
      Igual um policial subir num morro carioca com um 38 de 6 tiros.
      Independente da época e da tática, quem tem mais munição, luta e sobrevive mais.
      Afinal de contas tem toda uma preparação para voar.
      Se voou 1.000, 2.000 km, que aproveite a surtida e lute bastante, que derrube vários inimigos.
      Ir e voltar corrido, além de correr o risco de ser perseguido desarmado, é um custo x benefício horrível.

      • Qual é a missão que você está pensando?
        É tipo missão suicida?
        Um avião ir sozinho?
        Um PM ir sozinho?
        Não se combate sozinho, Nonato, até o Barão Vermelho tinha todo um esquadrão voando junto com ele na hora do pega pra capar.

          • Não entendo a lógica.
            O que vocês pretendem?
            Um avião voa 1.000 ou 2.000 km para o teatro de operações.
            Chegando lá, encontra adversários.
            Pode ser um, 2, 5, 10.
            Parece que na lógica de muitos vai disparar um míssil no adversário e vai derruba-lo.
            Calmamente passa para o próximo alvo e derruba.
            Como se fosse tudo fácil.
            E depois de meia hora combatendo, volta pra casa tranquilamente.
            Não importa se vai junto com outros aviões.
            Se forem 8, pode haver 20 adversários.
            Alguns dos colegas podem ser derrubados.
            De repente sobra você e mais dois colegas contra 10 adversários.
            “Amigo, espere um pouco que vamos voltar para pegar mais mísseis, ok?”
            O que faz a diferença final em um caça são seus mísseis.
            Se têm poucos ou se os mísseis acabam logo, você está exposto.
            Não pode mais atacar.
            É igual a um policial num morro sem balas.
            Os traficantes poderão se aproximar de você sem medo, já que não tem mais balas.
            Logicamente que não dá para levar 50 mísseis.
            4, 6 acho pouco.
            8 a 10 razoável.
            Mas se for possível levar 12, 18, 20, melhor.
            Até porque muitas vezes pra um único adversário pode ser necessário disparar diversos mísseis.
            E geralmente não há apenas um adversário.
            Mesmo se houver só um, melhor balas ou mísseis sobrando.
            O pessoal fala como se tudo ocorresse de acordo com determinado script.
            Vai, luta meia hora e volta, sem cair, sem danos, e vai pegar mais mísseis.
            Séria igual ao soldado do exército ir para o campo de batalha com 20 balas.
            Depois volta calmamente para o caminhão de munições pra pegar mais.
            No campo de batalha pode ocorrer de tudo.

          • Nonato,
            O tempo total de missão de caças não passa de 3 horas, incluindo aí o pouso e decolagem. O tempo de engajamento não passa de 15 minutos.
            Claro que o tempo de missão pode ser estendido com reabastecimento em voo, mas somente interfere no tempo de patrulha.
            Os caças não vão combater sozinhos. Mesmo que haja uma superioridade numérica numa dada situação, ele é contornável pelos meios atuais. Se imaginarmos 6 F-35 contra 20 Su-30 , algo razoável, ainda serão 36 AIM-120/AIM-260 disponíveis.
            Claro que se fosse 2 F-15EX e 4 F-35 a quantidade de mísseis seria maio (68), mas se 36 mísseis ar-ar não der conta de 20 caças então o que está errado é a doutrina , o treinamento ou a qualidade das armas e não a quantidade de armas levadas.
            *Os futuros caças de 6ª G (tripulados ou não) devem ter autonomia ampliada (motores de ciclo adaptável) e deverão ficar mais tempo patrulhando e serem capazes de escoltar bombardeiros bem dentro do território inimigo e deverão levem mais mísseis.

          • Nonato
            Pela primeira vez eu realmente tenho que concordar com seu ponto de vista. Se o F35 hipoteticamente “derruba” 10 caças J15 mas a China envia 30 caças para cada F35 do T.O. entao ainda vao sobrar 20 caças chineses… e ae, como faz? Igual vc disse: “volta corrido”.
            Citei o F35 pq ele é tecnologicamente superior, mas a quantidade ainda faz frente a qualidade ainda mais num ataque de “enxame”.

          • Pois é, mas qual seria a missão? Como seria feito o reconhecimento da aérea do alvo ou de interesse? Seria superioridade aérea? Sabendo da quantidade de meios do inimigo a missão seria feita com aeronaves em número insuficiente ou apenas para causar atrito e desengajarem com o mínimo de perdas, mas causando o maior número de baixas no inimigo? Se a missão for ar-solo, o número de aeronaves fazendo frente em uma determinada área importa sim, mas é bem provável que as caças usem de furtividade para atingirem o alvo e se evadirem dos caças durante egress.

            Ainda assim é muito difícil pensar em uma atividade aérea sem qualquer tipo de coleta de inteligência sobre a ordem de batalha do inimigo antes de enviarem meios aéreos em missão X ou Y. Esse tipo de inteligência é coletada desde os primeiros usos em massa de aeronaves em combate lá nos idos da Primeira Guerra Mundial, e isso se já não tivesse sendo feita durante a atividade aérea italiana sobre a Líbia em 1911.

            Sim, aconteceu diversas vezes ao longo da História de aeronaves de combate terem enfrentado números muito superiores de inimigos no ar sem a menor condição de abater todos ou simplesmente causar um desfecho decisivo em apenas um dia de operações. O primeiro ataque aéreo da 8a USAAF sobre a Europa Ocupada durante a Segunda Guerra Mundial, ainda em 1942, contou com apenas 12 (sim, DOZE) B-17’s. E eles tinham plena noção da ordem de batalha do inimigo naquele momento sobre aquele determinado alvo, por mais que ainda a subestimassem.

            Nada é jogado como Super Trunfo na vida real.

      • Muito bem nonato!
        Vc pode ser leigo mas ñ é ingênuo!
        É claro que quantidade pode resolver o problema!
        Alguns desse fórum precisam ver as pretensões de produção de aeronaves de combate da China principalmente na variação e quantidade!
        Acham que o F-35 Deus Vivo vai colocar todo mundo pra correr!

    • Qual foi a última vez que usaram um míssel ar-ar em combate? Foi o F-16 da turquia contra o SU-24 russo? O mundo está mudando muito rápido, as guerras e as armas também. Minha impressão é a de que serão cada vez menos usados

    • Bosco
      Ao meu ver um caça não precisa mais do que uns 8 a 10 mísseis ar-ar (6 BVRs e 2 de curto alcance).
      *Aqueles combates com centenas de caças são coisa do passado.

      —–

      Às vezes, o passado pode voltar. E eles retornarão com interesse.

      • Evgeniy,
        Mas quem tem que se preocupar com uma possível volta ao passado são russos e chineses. Os americanos estão construindo 3000 caças F-35 e não costumam ir à guerra sozinhos.

        • 3000 F-35, este é um plano geral. Como será sustentado é desconhecido. Mas isso não importa. Somente a quantidade de equipamentos implantados em tempo real é importante.
          E o restante do Carbalet americano não pode ser levado em consideração, devido ao seu baixo potencial militar geral. Além disso, nas realidades atuais, não está claro quem.
          Alguns dos países da OTAN que representam a Europa Ocidental? Então eles não vão a lugar algum. O estado das tropas alemãs é deprimente.
          Os limitrofos do Leste Europeu não podem ser levados em consideração seriamente.
          Mas, ao mesmo tempo, os limitrofs podem ser sacrificados com muito sucesso, com grande benefício para si mesmo.
          Este é o pôr do sol da hegemonia de Washington.

        • Bosco,

          E tem que se levar em consideracao que tanto a Russia quanto a China, priorizam quantidade.

          A Russia fazia isso no passado, e parece que a China vai serguir o exemplo.

          Agora fica interessante, porque a grande quantidade de F-35 para combater outra grande quantidade jatos inimigos.

          Quem vai ganhar a batalha? A qualidade dos equipamentos americanos, mais o treinamento de seus pilotos vai fazer a diferenca.

          Mas se o F-15EX vier a fazer parte do arsenal, ai fica bastante dificil para qualquer inimigo dos EUA sobreviverem aos combates aereos.

    • qualquer combate moderno terá algum escalonamento com frações de forças.

      mas quando a coisa esquentar mesmo a turma vai com tudo, “di cum força”.

      Já li por aqui que num conflito amplo em menos de 1 semana a grande maioria das forças aéreas já estarão destruídas.

      Como dizia um comandante americano na II GG, a regra é: bata duro, bata muito, bata o tempo todo

    • Só pra deixar claro, não tenho nada contra a USAF adquirir o F-15EX. Na falta do F-22 ter uma segunda opção é inteligente. Pode ser tanto o F-15 quanto modelos atuais do F-16.
      Meu ponto é relacionado ao argumento que a quantidade de mísseis faz diferença, mesmo porque, fosse assim o F-35 é capaz de levar mais 10 mísseis sob as asas.

    • Bosco
      A quantidade ainda faz frente a qualidade.
      Hipoteticamente se o F35 consegue derrubar 10 caças J15 e a China envia 30 caças para cada oponente superior entao ela ainda tera 20 caças de vantagem mesmo eles sendo inferiores em armamento e eletronica. E o pior ainda seria se esse ataque de “enxame” fosse mera distracao em relacao aos verdadeiros objetivos que seriam atacados pelo J20.

      • Quanto À quantidade de mísseis, o cenário mais provável é identificar os inimigos sem ser visto, chegar no alcance de tiro, disparar tudo que puder e vazar.

        e não tem essa de dispare e esqueça. a taxa de sucesso nos disparos têm sido algo em torno de 4 x 1. tem que atirar muito para ver se acerta.

        de

  9. Lobista da Boeing e dos empregos da Boeing no estado do Missouri… Ainda assim o F-15 tem sim seu valor, principalmente pra tapar os buracos que o F-35 não conseguiu tapar ainda e a falta de F-22, já que a quantidade deles é pequena pro tamanho da missão. Apenas que 27 mil doletas por hora de operação não é barato não…

  10. “e a um custo acessível de US$ 27.000 por hora de voo”……Meus amiiiggoosss!!!!
    Este vetor ai consome ouro líquido ?????
    Isto ai não é pra gente não hein ????

    • Isso é besteira.
      É só voar pouco.
      Armamento de ponta não é para ficar gastando no dia a dia.
      Compra, voa 8 horas por mês para treinar e guarda na garagem.

      • Nonato,

        Você combate como você treina.

        E você tem que treinar como você combate.

        Se você treinar 8 horas por mês (menos de 100 horas por ano) e guardar o avião na “garagem” o resto do tempo, na hora da guerra vai entender mais de garagem do que de combate.

        • Mas a hora é cara.
          As forças armadas têm essa mania de treinar muito e depois não têm dinheiro pra a manutenção e ficam na oficina…

          • Isso é pensado já quando da aquisição da aeronave. Nem todo o país funciona como o Brasil. Aqueles que querem ser sérios tem orçamento para treinar e equipar as aeronaves de forma adequada.

        • E se não tem o avião, também não combate.
          Ou vai de supertucano com 100 horas por mês…
          Vejo as forças armadas comprando equipamentos caríssimos, usam até o osso, depois, na hora da guerra está tudo fora de operação.
          Para mim tem que ser parecido (não igual) a missil.
          Guarda pra a necessidade.
          Não é para ficar usando no dia a dia.

      • Prefiro voar 8 horas ppr mês num F15 a voar 100 horas por mês num ST.
        Melhor uma arma letal com pouco treino di que não tê-la.
        E simulador também pode ser usado.

    • É uma pena, mas concordo.

      Esse vetor ai é apenas o melhor de sua geração a 50 anos. Esse caça é tão bom, mas tão bom que acredito que temos mais operadores do F-35 fora dos EUA do que de F-15 (qualquer de suas versões). F-15 é para poucos.

      O F-15 é daqueles típicos aviões de combate e não avião para uso intenso em paradas aéreas ou shows de aviação.

    • Sabem o que é engraçado? Um dos requisitos do F-15 era ter manutenção mais simples e custar menos para operar que o F-4. Mais simples ele era, mais barato de operar acabou não sendo.

  11. Eu acho que pelo valor divulgado não vale a pena.
    Mais caro que o F-35A. Tô fora.
    Se a Boeing baixasse o valor para U$ 50 à U$ 60 mi a unidade, aí seria um bom complemento.

    Adquirir uma aeronave de 4a geração pagando mais caro que a de 5a, só porque o custo de hora voo é um Pouco Menor, e alegando capacidade maior de armas e alcance, sendo que o F-35 Pode ser usado no modo Beast com 10 toneladas de armamentos e o alcance será ampliado com o novo motor em poucos anos, não cola muito para mim.

    Um caça que será detectado a 300 km de distância custando mais, eu não compraria. Só se fosse mais barato.

    • Primeiro o custo de aquisição é relativamente igual ao do F-35 hoje masssssss os custos de implantação e manutenção da aeronave em si são bem menores, a USAF hoje não tem por exemplo um esquadrão 100% operacional de F-35, o que há é de testes que tem uma configuração e logística diferente e ha uma demanda por aeronaves imediata ja que os velhos F-15 estão ficando velhos.

      Segundo o caça não sera visto a 300km, até porque sera um caça de 4,5 geração provavelmente tera um RCS de um SH, isso sem contar a coberta da suite EW bem avançada por sinal, além de contar que no teatro de operações estará operando não só sobre sua capacidade de jamming mas também a de aeronaves aliadas como Prowler e os F-35 e F-22.

      Resumindo é uma aquisição pontual para suprir demandas pontuais é extremamente desejável do ponto operacional e financeiro.

      • Não, não é. Isso é o que diz o lobby da Boeing.
        O S-400 russo detecta um F-35 A cerca de 30 à 40 km de distância.
        Já o F-15 EX seria detectado a +300 km de distância.

        Ah, mas dependendo da missão não precisa de furtividade, dependendo do inimigo, ou se vai ficar longe, não vai penetrar fundo no espaço aéreo inimigo, e nesse tipo de missão o F-15 EX é ótimo…
        Sim. Mas o F-35 no modo Beast também é ótimo nessa missão. Com 10 toneladas de armas.

        Ah, mas com armamento externo o F-35 perde toda a furtividade… Sim. Mas essa missão não precisa de furtividade, precisa de mais armamentos.

        Ah, mas precisamos de mais alcance…
        O F-35 com tanques externos, oras.
        Ah, mas perde a furtividade… E daí, o F-15 EX também.

        Qual é mais versátil?
        O F-35 Pode ser usado com armamentos externos e cumprir missões onde se precisa de mais armas e até de mais alcance (O novo motor vem aí tb)….
        Mas o F-15 EX consegue penetrar em território inimigo com sistemas avançados de defesa antiaérea?
        Consegue combate em igualdade caças de 5a geração inimigos como os J-20 e Su-57?
        Não.

        Ah, mas ele é muito mais barato que o F-35.
        Isso seria um belo argumento.
        Mas não é. Custa a mesma coisa.

        Então porque insistem com isso?
        Lobby, ajudar a Boeing.

  12. Posso estar errado e se o estiver me desculpem, mas isso me pareceu mais um “lobby da Boeing para poder vender o F-15X/EX”, que é uma variante de assento único do McDonnell Douglas F-15E Strike Eagle, baseada no F-15QA (A variante do F-15E desenvolvida para o Catar).

    O lance é que a USAF já possui uma enorme quantidade de Strike Eagle’s, que ainda se despontam como um dos melhores caças multifunção do mundo, assim como uma quantidade um pouco maior de F-15C/D Eagle, que ainda desempenham boa performasse de apoio.

    E com a grande encomenda do F-35A, feita ano passado, que justamente abaixou o preço do caça, faz parecer o ato de adquirir o F-15EX também, algo um tanto… Exagerado.

    • É lobby sim.

      Algumas vantagens do F-15 até são reais. Mas essa compra não partiu da USAF e em grande parte se deve ao fato da Boeing ficar fora do mercado de caça por uns 20 caso não comprem mais F-15.

      Eles mesmos já disseram que o objetivo é manter a base industrial diversificada ( da Boeing ).

  13. Na minha opinião, deveriam construir uma versão modernizada do F 22 (300 unidades, mas exigindo preço baixo) e uma versão modernizada e com RCS reduzido do F 15 (200 a 300), além de uns 2.000 a 3.000 F 35.
    Exigiria dos fabricantes preços baixos.
    Sem passar a fábrica no governo americano.
    Inclusive fabricando algumas peças no Brasil (Embraer), para reduzir custos.
    A indústria da defesa americana passa a faca e é pouco eficiente.
    Os russos fazem muito mais com menos.
    Os chineses também. Entregam navios novos e grandes como se entregam pizzas.

    • * Sem passar a faca no governo americano.
      Essas empresas de defesa cobram valores absurdos.
      Qualquer projeto é bilhões.
      Por isso mencionei a possibilidade de fabricar alguns componentes no exterior, de preferência no Brasil, como forma de reduzir custos.
      100 milhões num F 22 ou F 15 já estaria muito bem pago.
      A falta de patriotismo das empresas de defesa ocidentais pode levar a derrota dos seus países de origem.
      Ah, o F 22 não pode ser retomado porque jogaram fora o ferramental.
      Que mané ferramental?
      O que vem a ser isso?
      São formas para moldar a fuselagem?
      Feitas de ouro?
      Ou usam ferramentas de outro planeta?
      Chaves de fenda, etc?
      Desde quando uma empresa que fabrica o F 35 e dá manutenção no F 22 não pode voltar a fabricar este último, de preferência modernizado e aperfeiçoado.
      Quem sabe mais stealth aínda.
      Com mais radares e sensores.

    • Acho que é mais político que técnico pois os EUA querem duas empresas em condições de desenvolver e participar de licitações.
      Acho que o foco deve ser F-22, F-15 já deu…TB acho que produzir 300 caças f22 seria ideal para usaf

  14. Fora o que já falamos, em breve os Estados Unidos devem começar a desenvolver um sexta geração.
    Fora o uso de drones de caça controlados por caças convencionais.
    Se fosse eu, pensaria também num interceptador super ou hupersonico, nos moldes do MIG 31, só que bem mais moderno, mais num estilo espaçonave, talvez com capacidade de ir ao espaço e descer em cima do território inimigo a 20.000 km/h.

      • Ainda não foram inventados os inertial dampeners das séries de ficção científica, infelizmente. Algumas pessoas ainda não entenderam isso.

      • Rodrigo, a grande inovação do míssil hipersonico russo Avangard é alcançar Mach 27, ou seja, 27 x a velocidade do som, que da mais de 32.000 km/h dentro da atmosfera. Graças à materiais compósitos extremamente resistentes ao calor.

        • Mas que altitude ele chegaria a 32.000 km/h?
          Isso tem influencia de forças gravitacionais nessa velocidade, em teoria se arremessar uma bola a 24.000 ,km//h ela sai da atmosfera da terra.

          Esse míssil já foi testado? Fiquei curioso apenas

        • Luís,
          A grande inovação do Avangard não é alcançar Mach 27 . Ogivas de mísseis balísticos intercontinentais de todos os países que os têm (EUA, Rússia, China, França, RU) já fazem isso há 60 anos.
          A grande inovação do Avangard é vir planando numa altitude de uns 50 km em vez de mergulhar na atmosfera numa trajetória íngreme, como fazem os mísseis balísticos.
          No processo de vir planando, o Avangard (e todos os HGVs que vierem depois, de qualquer país) perde velocidade pelo arrasto e chega no alvo a cerca de Mach 10.

    • Não existe metal que suporte este processo.
      A velocidade de reentrada fica entre 20 e 25 mil km/h.
      Isto faz com que a temperatura na superfície “frontal” do objeto chegue a 8 mil graus célsius.
      A solução seria utilizar placas de cerâmica que, como sabemos, tem um peso proibitivo para um interceptador. E lembrando, a aerodinâmica é bem diferente, devido ao mesmo processo de reentrada.

  15. F-15, senhor dos céus nos últimos 50 anos.

    “Outro patamar”… do lado de lá o resto é alvo.

    Obs.: Engraçado que quando as torcidas gritam os seus hinos de guerra a defender os seus aviões todos falam dos vetustos F-16, dos F-18, dos F-35, dos poucos F-22 e da supremacia intergalática do lado “de vermelho”… mas não falam do F-15.

  16. Só quero entender onde a Boeing entra nessa conversa! Revés no comercial, no espaço e há muito tempo nos caças. Entra como um premio de consolação ou não tem nada a ver?

    • Sim, a produção do super Hornet está chegando ao fim e a boeing vai ter que fechar as linhas de produção de caças. Não que o F-15 não seja bom, mas ajudar o Boeing é um dos fatores principais.

  17. Eu realmente acho questionável o valor de um avião transportando 22 mísseis ar-ar de longo alcance no teatro de guerra moderna. Seriam, só aí, pelos menos umas 3 toneladas de carga além de todo o RCS e arrasto gerado por 22 pontos externos. Se aumenta o valor ofensivo mas diminui a capacidade de sobrevivência em um avião mais lento, com menor capacidade de manobra e maior assinatura radar. Sem falar que, numa configuração desta ordem, abater um F-15EX significa talvez destruir junto dezenas de mísseis de uma única vez.

  18. Não sei pra que, essa corrida alucinada para produzir caças e outras armas convencionais?se houver um confronto p valar entre as grandes potências, quem notar que vai perder a guerra, usará armas nucleares, aí tanto os Pitbulls como toda cachorrorradas vão tudo p saco.

  19. Para mim o Avião mais lindo de todos os tempos ao lado do F22 e F14. Porém, num combate contra os SU35 e variantes, J10B, MIG35, será que este pode garantir a superioridade aérea? Contra estes caças para os EUA garantirem a vantagem vão precisar de uma primeira linha de Caças F22 e F35, ficando os F15 apenas com a retaguarda.

  20. Normal , aoesar de sonharem com um F35 faz tudo , a realidade é outra , ele nao faz tudo e os drones estão experimentando um avanço tecnológico acelerado , os mísseis seguem o mesmo caminho, portanto vão precisar de um vetor de mísseis voando a 200 km do alvo , abarrotado de armas .

  21. Se o cara tem um punhal fique longe dele , se ele tem uma lança fique coladinho nele. Ninguém é maluco de encarar um F22 , simolesmente vão deixar os mísseis e as iscas fazerem o trabalho.

  22. Esse Jack Jackson tem o rabo preso mais obvio da historia.

    O cara foi piloto de testes para a McDonnell Douglas e de repente foi eleito deputado (com o financiamento de quem?)

    Boeing
    duh!

    Adquirir novos F-15 hoje seria sinal de desespero.

  23. Esse sabe o que diz: caça de superioridade aérea. vejo que toda a potência – ou se o país quiser ser potência-tem que investir em armamentos para garantir seu lugar ao sol. Acho um erro crasso dos americanos investir todas as suas fichas no F-35 , por mais tecnológico que seja, basta observar as outras grandes potencias – a Rússia com o SU-35 e o SU-57, a China com os J-20 e J-31 – que não deixam de investir em caças de longo alcance.
    Ah se os nosso militares pensassem um milésimo dos militares do Tio Sam….

    • ” Acho um erro crasso dos americanos investir todas as suas fichas no F-35″
      .
      “Ah se os nosso militares pensassem um milésimo dos militares do Tio Sam….”
      .
      Faz sentido * (-1)

  24. Fizeram a escolha correta pois o F-22 que era para substituir ele foi encerrado prematuramente e na minha humilde e ignorante opinião, erroneamente. O F-15 vem demonstrando há anos ser um caça incomparável na linha de frente do TAC (Tatical Advanced Command) em manter a superioridade aérea! Arrisco dizer que até o SU-57 leva surra dele!

  25. É óbvio que o F-15X se tornou um tampão pra constatação de que o F-35 Deus Vivo é muito limitado no dogfighter! Ñ tem armamento e ñ tem velocidade!
    Até eu que sou mais bobo já adivinhei uai!

  26. Israel tem estudos prontos.

    Nós próximos 15 anos trocará todos F 16 e F 15 pelas variantes x e EX, mais os brinquedinhos do Tio Jacob (Drones).

  27. Isto é um luxo que talvez só EUA podem ter.

    Qualquer força aérea hoje em dia pode ter no máximo ter 1 modelo de caça multifunção. se tiver bem endinheirado, 2.

    O pau que vai rolar daqui em diante é drone e seus enxames e muita, muita guerra eletrônica.

    • “Qualquer força aérea hoje em dia pode ter no máximo ter 1 modelo de caça multifunção. se tiver bem endinheirado, 2.”

      *𝗹𝗮𝘂𝗴𝗵𝘀 𝗶𝗻 𝗵𝗶𝗻𝗱𝗶, 𝗯𝗲𝗻𝗴𝗮𝗹𝗶, 𝗲𝘁𝗰…*

  28. Não entendo, quando eu digo que preferiria Rafale ou SH, vem um pessoal me criticar, mas basta uma matéria do F-15 que o pessoal já quer um ou dois esquadrões dele na FAB, o F-15 é muito mais caro que um SH e tão ou mais caro quanto um Rafale.
    O pessoal “confia” mesmo no Gripen…

      • Nunão, geralmente é o mesmo pessoal, tem até uma matéria do Gripen que eu debato com um outro usuário aqui do site sobre isso.
        Na época ele sempre defendia o Gripen para a FAB, mas em outro espaço defendia que o F-15 deveria complementar o Gripen.
        Na minha opinião, mesmo achando os outros dois concorrentes mais capazes que o Gripen, eu não defendo um “complemento” para ele, já que a FAB escolheu o Gripen, que ela compre mais unidades, ainda quero ver ele na baco.

        • Nada contra o Rafale, eu até cogitava ele na FAB, mas depois que o molusco declarou vitória antecipada, mostrando uma falta de respeito absurda com o trabalho do COPAC, torci veementemente contra o projeto. Sem dúvida neste mato tinha cachorro.

          • MMerlin, na minha opinião eu acho que o Rafale ficou marcado no Brasil por esse episódio, tem um pessoal que olha para o Rafale e já associa ele com o tal sujeito e seu partido.
            A aeronave em si, não teve culpa alguma da lambança que os governantes fizeram na época, por outro lado, tem um pessoal que detesta equipamento francês só pelo fato de ser francês.

          • A Dassault realmente não teve culpa assim como não tenho dúvidas que o Luiz Inácio teria levado o seu caso a aeronave tivesse sido escolhida.

  29. Em minha humilde opinião, o projeto F-35 tinha tudo pra ter sido uma ideia genial… mas em verdade, tornou-se um “semi-fracasso”. Penso que teria sido bem mais efetiva a continuidade (e extensão de pedidos) do programa F-22, incorporando-se a ele todas essas novas tecnologias e armas desenvolvidas para o JSF.

    Quanto aos aliados, penso que os EUA poderiam, a um custo bem menor, ter desenvolvido uma variante de exportação do Raptor aos membros da OTAN, mantendo o mesmo airframe e algumas tecnologias-base, vetando apenas itens mais sensíveis (como já é feito na exportação de caças como F-15, F-16 e F-18, bem como ocorreu no passado com F-4, F-14, etc.) e talvez até fomentando que estes tais aliados unam-se para desenvolvê-los (como um projeto conjunto de radar, ou de algum sensor específico…).

    Enfim, penso que muito dinheiro foi desperdiçado, em várias fases, no Programa JSF. As coisas poderiam ter sido feitas com mais eficiência. Como não sou contribuinte do Tesouro americano, não estou preocupado com os gastos do FED! hehehehehehehe

    P.S.: como não sou “ixpecialixta” em coisa alguma, amenizo o tom das minhas críticas e deixo-me aberto ao contraditório. É perfeitamente plausível que eu esteja errado e os americanos até tenham planejado tudo isso que propus…. mas viram que a conta, por algum motivo, não compensava!

    Boa noite a todos!

  30. Tempos atrás andei lendo sobre operações da USAF e uma das opções era usar os F-35 pela furtividade, mas escoltados a distancia por F-15EX. Essa opção seria uma alternativa mais segura para combate direto ar-ar, pois apesar do alto RCS dos F-15, a sua “pegada” e poder de combate não tem concorrente, dessa forma em casos eventuais de detecção eles podem atrair as interceptações, tornando os “algo invisiveis” F-35 livres para seu principal objetivo. O engraçado em tudo isso é que os F-22 mal são mencionados, acredito que, por serem em pouco número nas quantidades da USAF, mas são os furtivos que mais se aproximam da capacidade dos F-15EX, no ocidente.

  31. Ninguém está dizendo que existem. Está se falando numa possível futura arma.
    Até porque caças a jato já existem há uns 70 anos…

  32. Longe de mim desfazer do ranking do F-15, mas pessoalmente acho o F-18SH uma alternativa mais acessível que o F-15 e ainda melhor na versão Block3.
    Mas a USAF tradicionalmente não utiliza caças navais (o F-4 foi uma honrosa exceção), assim vão gastar mais $$$ para comprar mais F-15 que possui um RCS mastodôntico e vai custar mais caro na aquisição e hora de voo que o F-18SH.

  33. Então é como eu já falei, o F-35 é um ultra moderno avião de Ataque , com capacidade de se defender muito bem na arena ar-ar, mais limitado essa que é a verdade,

    Por isso tão chamando o vovô F-15 de volta pra briga…. e esse é bom de briga viu 🙂

  34. Não vão produzir F-22 porque é caro e não resolve o problema da Boeing. Não adianta falar em F-22 porque ele é da Lockheed Martin que já tem os contratos do F-35.

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