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F-15EX é componente vital para superioridade aérea

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Boeing F-15EX
Boeing F-15EX

Por Jack Jackson

A capacidade de desdobrar uma frota de caças diversificada com recursos complementares é fundamental para a superioridade aérea global dos Estados Unidos. Agora, mais do que nunca, nossa nação precisa estar preparada para enfrentar novos desafios e ameaças emergentes de todo o mundo. Alguns dos líderes militares mais inovadores da América estão trabalhando ativamente em direção a esse objetivo, propondo o desenvolvimento de uma frota futura diversificada de caças que possam deter nossos inimigos em suas frentes em várias frentes.

Ao longo da minha carreira, conduzi mais de 600 missões de combate pilotando várias aeronaves. Nenhum exibiu a importância de uma força mista mais do que em 1974-1975, quando toda a frota de F-14 Tomcats da U.S. Navy foi aterrada devido a problemas com seus estabilizadores traseiros. Nós imediatamente flexibilizamos nossas capacidades desdobrando minha unidade no porta-aviões USS Enterprise e sua frota de F-4 Phantoms, a fim de continuar a luta e proteger nossos soldados em terra.

No momento, a Força Aérea dos EUA (USAF) tem a chance de usar essa mesma estratégia de sucesso, rejuvenescendo sua frota de caças com o novo caça F-15EX. E não poderia chegar em um momento mais oportuno. A atual frota de aeronaves de combate da USAF é a menor da história. Também precisa de modernização. Embora a frota de F-35s esteja crescendo, o progresso é lento e coloca a prontidão de batalha em sério risco. O problema foi ampliado após o término antecipado do programa F-22.

A USAF precisa investir em um caça que possa ser desdobrado imediatamente. A escolha mais inteligente é o F-15EX superarmado. Sua capacidade de transportar mais armas, voar mais alto e mais rápido do que qualquer outra aeronave, e a um custo acessível de US$ 27.000 por hora de voo é um valor enorme para nossos militares e contribuintes.

Ao modificar uma estrutura existente e comprovada – com um recorde invicto de combate ar-ar – a Força Aérea pode tirar proveito de um processo de fabricação existente e de uma infraestrutura de suporte em terra sem a necessidade de extensivo treinamento de pilotos. Isso permitirá que os militares implantem o F-15EX rapidamente, com pouco custo agregado ao contribuinte americano – economizando fundos valiosos para a produção do F-35.

Além disso, é o complemento perfeito para emparelhar com o F-35 e garantir superioridade ar-terra e ar-ar para a Força Aérea. O F-15EX, carregando 22 mísseis, é o caça tático que fornece a carga, o alcance e a velocidade que o F-35 não consegue. É também o caça perfeito para transportar e lançar os futuros sistemas de armas hipersônicas que não cabem dentro das baias internas de caças como o F-35.

Com ameaças crescentes no exterior, inclusive de países como China e Rússia, que buscam ocupar o primeiro lugar dos EUA nos estágios econômico e militar do mundo, precisamos implantar uma frota de caças que garanta a superioridade aérea global. Você não pode fazer isso com uma aeronave dedicada; é necessária a combinação certa de recursos diversos e complementares. Investir no superarmado F-15EX agora é a escolha certa para integrar imediatamente a frota existente da Força Aérea. Se não o fizermos, a América estará exposta a um risco aumentado de ataque de nossos adversários estrangeiros.


O coronel Jack Jackson (USMC Ret.) é um veterano do Corpo de Fuzileiros Navais altamente condecorado que voou mais de 600 missões de combate no Vietnã e voou praticamente todos os tipos de aeronaves no arsenal militar dos EUA. Após seu serviço, Jackson trabalhou como piloto-chefe de teste para a McDonnell Douglas, depois Boeing, antes de ser eleito para a Câmara dos Deputados do Estado de Missouri em 2002.

FONTE: RealClearDefense

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João Bosco Furtado
João Bosco Furtado
4 meses atrás

Me parece a escolha sensata

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  João Bosco Furtado
4 meses atrás

Ele ñ é uma escolha!! Ele é a salvação!!!

Washington Menezes
Washington Menezes
Reply to  Sérgio Luís
4 meses atrás

E só agora descobriram que a orquinha não da conta.

Marcus
Marcus
Reply to  Sérgio Luís
4 meses atrás

O cidadão foi piloto chefe da Boeing.
Tá tudo explicado.
Se for para produzir mais unidades, produzam do F22.

Haroldo
Haroldo
Reply to  Marcus
4 meses atrás

O F22 não tem mais linha de produção montada, equipamentos, ferramentas, etc. O $ para isto inviabiliza.

Jacinto
Jacinto
Reply to  Haroldo
4 meses atrás

Acho depende da escala. Se valeu a pena criar tudo para construir 187, certamente valeria a pena se for para construir mais uns 200 ou 300. Se for para construir mais uns 50 ai não vale mesmo.

Gordo
Gordo
Reply to  Jacinto
4 meses atrás

Mas já foi dito um tempo atras que uma outra questão que inviabiliza é que seria necessário atualizar o processo, sensores e custaria muito mais que estimativas

marcus
marcus
Reply to  Haroldo
4 meses atrás

Jogaram todo o ferramental no lixo?

TeoB
TeoB
Reply to  Sérgio Luís
4 meses atrás

ele é a salvação da USAF e da Boeing ao mesmo tempo!

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  João Bosco Furtado
4 meses atrás

Nunca fui fã do griphen, mas escolhemos ele, vamos com ele…não tem condição de ter f-15 aqui…lotes de griphen 48/72 sei lá…investe nisso e aumenta escala de produção. Não dá para brincar de guerrinha de ser o mais forte com dinheiro do contribuinte

Torama
Torama
Reply to  Rodrigo
4 meses atrás

“Griphen” não, parceiro….

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Preferia mil vezes na minha opinião de leigo este avião ao invés do F-35 (embora sem aeronaves totalmente distintas).

72 gripens
24 F-15

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Sonho de consumo !!!

Heli
Heli
Reply to  Tomcat4.0
4 meses atrás

F-15 a quase 80000 reais a hora de vôo, só em sonho mesmo.

Minuteman
Minuteman
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Esse número não é impossível não, visto que o planejamento do programa FX seriam 108 Gripens.

Ou seja, poderíamos substituir o 3º lote de Gripens por um de F-15.

Para depois de 2030 é claro. Até lá, ao que tudo indica, o país voltou aos trilhos do crescimento, e poderá investir mais em forças armadas.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Minuteman
4 meses atrás

Bobagem, o F-15 é mais um caça que vai para os livros de história e museus em breve, além de ser um caça com maior consumo de combustível e peças de manutenção mais caras. Então não vejo o por que dessa joça por aqui.

Se for para comprar um caça para fazer dupla com o Gripen, é melhor o Su-34, para ser usado como plataforma de lançamento de mísseis de cruzeiro e antinavios.

Andre9
Andre9
Reply to  Defensor da liberdade
4 meses atrás

O problema prós EUA agora é que o F35 consegue ter o custo de horas de vôo muito maior que do F15, mesmo gastando menos combustível. Pra piorar ele ainda não consegue carregar todos os tipos de armamento e carrega um número pequeno de mísseis. (É um brinquedinho muito caro para o que oferece).
E os Superhornet? Como ficam nessa?

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Defensor da liberdade
4 meses atrás

Pelo amor de meus filhinhos… SU-34?!? Qual a diferença dele para o consumo de combustível? Além do mais se compramos F-5 com 40 anos de uso, qual seria a diferença em comprar um F-15 já testado e garantindo até hoje a superioridade aérea dos EUA? É cada uma que aparece nesse blog…

marcus
marcus
Reply to  Luiz Trindade
4 meses atrás

Entrar no programa de caças de sexta geração do Reino Unido ou da Alemanha.

MGNVS
MGNVS
Reply to  Defensor da liberdade
4 meses atrás

Defensor
Concordo em partes com seu comentario, so faço um adendo: tbm gosto do SU34 Fullback, mas seria melhor investir em uma versao naval do Gripen com capacidades de disparo de misseis de cruzeiro. O Gripen para nós foi a melhor opcao. Ele pode ser usado em pistas nao preparadas e pode ser disperso em varios esconderijos no caso de ataque as bases areas igual daz a Suecia.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Minuteman
4 meses atrás

Ate 2030 seria melhor um lote de F-35s

MMerlin
MMerlin
Reply to  Augusto L
4 meses atrás

Ok.
E deixamos o 2o e 3o lotes do Gripen para 2040.
Também esquecemos todo o valor adicional pago no ToT e partimos para uma plataforma totalmente diferente.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Minuteman
4 meses atrás

2.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Minuteman
4 meses atrás

Discordo dos colegas, é mais vantajoso padronizar a frota com Gripen, com maior escala o custo operacional durante sua vida útil diminui. Não adianta ter caças bimotores grandes e caros para operar se em nosso TO o Gripen da conta do recado. Sem contar que pagamos caro pela transferência de tecnologia. A FAB deve priorizar os gastos.

MGNVS
MGNVS
Reply to  Émerson Gabriel
4 meses atrás

Emerson
Concordo com seu ponto de vista.
Melhor investir nos Gripen mesmo e tlvz numa futura versao naval desse caça com capacidade de lançamento de misseis de cruzeiro.
F35 tem um custo proibitivo e o F15 mesmo com as atualizacoes em pouco tempo vai estar obsoleto.

willhorv
willhorv
Reply to  Minuteman
4 meses atrás

Sempre pensei que o número ideal de gripens estaria perto de 120/144 unidades (isto na FAB), cobrindo sul, sudeste, centro oeste e norte…..24/36 em cada.
Mas um quinto esquadrão de 24/36 aeronaves seria o pêndulo a nosso favor….com uma aeronave diferenciada, capaz de apoiar e decidir a favor dos demais na região que fossem chamados.
E este 5° esquadrão poderia sim ser mobiliado com este fantástico caça chamado Eagle!
Mas….

Frederico Boumann
Frederico Boumann
Reply to  willhorv
4 meses atrás

Concordo quando o colega forista opina em relação ao Gripen, como ele será fabricado aqui, com custo em reais, quanto maior a quantidade produzida, menos o custo. Mas, discordo totalmente do F-15; a aeronave para um quinto lote seria o F-35 ou um caça pesado de 5ª geração. Eu entendo o contexto do F-15 para os EEUU, no entanto, não é o nosso contexto. No meu entender, temos que ter a supremacia aérea na América Latina. 150 Gripens e 35 F-35’s seria mais que suficientes para garantir o objetivo. O F-15 é uma tecnologia antiga, um caça que foi ótimo… Read more »

Haroldo
Haroldo
Reply to  willhorv
4 meses atrás

144 aviões x 4 pilotos
12 mecânicos (4 / turno)
Por aí vai…

Bardini
Bardini
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Preferência por preferência, tem um bocado de países que preferem o F-35…

Alcides
Alcides
Reply to  Bardini
4 meses atrás

Tem país que é cego.

Bardini
Bardini
Reply to  Alcides
4 meses atrás

Lista de países que deixaram de comprar F-35 para comprar F-15:
.
ERROR 404 Page Not Found

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
Reply to  Alcides
4 meses atrás

Alcides,

Tem país que é pobre. Essa é a diferença de quem tem dos que quererem mas não podem.

JPC3
JPC3
Reply to  Bardini
4 meses atrás

Todos preferem o F-35.

A questão do F-15 já foi explicada.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Meu sonho dourado

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

par o Brasil? Uns 72 gripen e investimentos em SAM, radares, eletrônica e várias outras tecnologias associadas a sistemas de defesa.

Aqui para a América do Sul dá e sobra pelos próximos 20 anos.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Não existe comparação entre aviões de 4º gen com os de 5º.
Simplesmente o abismo tecnológico até pode ser diminuído, no momento em que os aviões de 4º geração incorporam tecnologias feitas para os de 5º…
Usando o texto dessa matéria como exemplo… ele diz o F-15ex complementaria o F-35, em nenhum momento, substitui !
Em condições iguais, em um hipotético combate entre um 4º gen e 5º gen, não existe possibilidades para os primeiros.
Resumindo e sendo bem simplista, o 5º gen enxerga e, consequentemente, atira primeiro.

João P. Moraes
Reply to  Alfredo Araujo
4 meses atrás

Primeiro tem de ter combates, para depois falar que não existe possibilidade para os de 4°. Creio que você que pode dizer que exista uma superioridade em relação ao outro equipamento, mas, “não que existe possibilidade para os primeiros” talvez seja um equivoco.

Trathanius
Trathanius
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

72 Gripens
+
24 F/A-18E/F
+
12 EA-18G Growler

Haroldo
Haroldo
Reply to  Trathanius
4 meses atrás

Se têmos 61 A29 , por que ter 70 F-39?

Caio
Caio
Reply to  Haroldo
4 meses atrás

Eu realmente espero que isso seja uma brincadeira…

groosp
groosp
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Preferiria 24 F-35 no lugar do F-15.

ALEXANDRE
ALEXANDRE
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

Pra realidade do Brasil 108 gripens para a FAB ta otimo,depois pra marinha a versão naval.
F15 custo pra manter muito alto,ainda n temos esse poder financeiro,quem sabe daqui uns 6 anos de governo Bolsonaro

Kemen
Kemen
Reply to  DOUGLAS TARGINO
4 meses atrás

D T – Eu preferia até mais quantidades para a FAB, mas sei que é um sonho, o preço e o custo de manutenção dos F-15 é enorme, a tentativa da FAB deveria pelo menos tentar aumentar o número de Gripens e até isso pode ser dificil.

GEN Escobar
GEN Escobar
4 meses atrás

Essa é uma aeronave que compensa comprar se vc tiver $$ para manter! Ela foi feita para superioridade aérea, simples assim!

Teropode
Reply to  GEN Escobar
4 meses atrás

O F15x terá uma manutenção mais dinâmica, a engenharia da avionica moderna vai permitir isso .

Fabio Araujo
Fabio Araujo
4 meses atrás

Não existe caça realmente stealth e com os novos radares e os novos IRST de longo alcance os caças já não são tão furtivos assim, dependendo da missão os F15 e F16 nas suas versões mais modernas ainda vão ser as melhores opções. Outra coisa no texto diz que o F35 não vai poder levar as novas armas hipersônicas nas baias internas, mas ele deve poder levá-las externamente! Essa nova versão do F15 vai ser mesmo impressionante e ainda o que garante um futuro longo para a família F15!

Almeida
Almeida
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

Se os novos radares e irst enxergam aeronaves furtivas tão bem assim, eles enxergam ainda mais longe as não furtivas. Furtividade não é invisbilidade nem invulnerabilidade, é vantagem. E essa vantagem sempre vai fazer diferença frente um caça não furtivo.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Almeida
4 meses atrás

Perfeito !
Outro detalhe… A furtividade é algo q está ai ! Existem centenas de F-22 e F-35 “dominando o combate aéreo” HOJE !
E esses novos radares e IRST de longo alcance ? São sensores que existem nos mais belos sonhos de chineses e russos !
Não que daqui a 5 anos algum dos citados apareça com uma tecnologia dessas… e quando aparecerem, leva mais alguns anos até a tecnologia se tornar madura e 100% operacional.
Até lá, o avião stealth é o rei da arena ar-ar….

AMSS
AMSS
Reply to  Almeida
4 meses atrás

A questão é a disponibilidade das aeronaves. Assim como o F-22, o F-35 tbm já foi groudeado mais de uma vez.

E se isso ocorrer quando praticamente toda força da ataque da USAF/USNAVY/USMC for formada por F-35?!

Se o custo da hora de vôo do F-15 de 24mil dólares por hora (considerada barata no texto) já é proibitiva para nós, imagina a hora de vôo do F-35!

Essa discussão só cabe mesmo para os EUA, pois nenhum outro país tem a tecnologia ou o dinheiro para cogitar isso.

Gustavo
Gustavo
4 meses atrás

o F-15 lockando o F-35 em terras americanas… rs
Pena das forças armadas que depositaram apenas no F-35 suas esperanças… eles não são os EUA e os EUA não farão isso pois sabem dos limites, da baixa disponibilidade e com alto custo do F-35.
Histórico de dados de informações sempre dos EUA, DoD e da própria USAF dizem isso.
Vida longa ao Eagle.

marcus
marcus
Reply to  Gustavo
4 meses atrás

Melhor seria reabrir a linha de montagem dos F22 e mandar os F15 para o museu.

Adriano RA
Adriano RA
4 meses atrás

Se Israel quer um esquema desses (F-35 + F15), então realmente deve ser o que de melhor se pode ter atualmente (levando-se em conta que o F-22 não pode mais ser produzido).

marcus
marcus
Reply to  Adriano RA
4 meses atrás

Quem disse que o F22 não pode ser mais produzido? O projeto está bem guardado. Se fosse produzido hoje poderia agregar uma nova eletronica.

M.Cruel
M.Cruel
Reply to  marcus
4 meses atrás

O projeto pode estar guardado, mas a linha de produção e ferramentas de produção não estão mais disponíveis. O que determina se é ou não possível fabricar não está contido nos computadores, mas no “chão de fabrica”.

Frederico Boumann
Frederico Boumann
Reply to  Adriano RA
4 meses atrás

Exatamente, o esquema tem que ser esse. Só que Israel vai de (F-35 + F-15); nós poderíamos ir de (Gripen + F-35).

Antunes 1980
Antunes 1980
4 meses atrás

Doze F-15 EX já seriam suficientes para o Brasil manter uma vantagem por mais de 50 anos aqui na América do Sul.
Tirando o Chile e Venezuela; hoje os demais países ainda estão na década de 80.
Meu sonho é ver este vetor magnífico na FAB.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Antunes 1980
4 meses atrás

Rapaz tbm sonho no mix Gripen/Eagle na FAB e nem precisa ser este futuro F-15 EX mais modernozo não.

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  Antunes 1980
4 meses atrás

72 F-15 EX
36 F-15 Silent Eagle
216 Gripen NG

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

36 MQ-4C Triton
60 P-8 Poseidon
24 E-3/E-4
36 F-18 Growler
12 EC-130H

Com isso garantimos superioridade aérea sobre qualquer um.

Somaria apenas alguns satélites militares, RQ-4B Global Hawk, MQ-9 A, e o desenvolvimento de um avião de quinta geração com a SAAB, do Sea Gripen e a fabricação nacional dos motores, eletrônicos e mísseis.

Cicero
Cicero
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

60 P-8 Poseidon????

Até hoje só foram produzidos 98 deles. Apesar de concordar com 6 ou 8 exemplares para a Marinha operar (afinal essa parte do lago abaixo da linha do equador é nossa) acho que 60 deles seria um pouco excessivo.
Virei seu fã. A Boeing com certeza também.

Abração

Roberto Medeiros
Roberto Medeiros
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

Posso estar enganado mas ou o amigo aí é do almirantado ou anda conversando com eles. Pq em termos de sonhos, tá igual. Essa aí foi q nem a de comprar Hornets sem ter NAe para embarcá-los…

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Roberto Medeiros
4 meses atrás

Atualmente podemos não ter um NAE, mas aparentemente você sugere a extinção da asa fixa na Marinha com a consequente perda de doutrina. Todas as marinhas sérias do mundo possuem aviões cuja necessidade vem sendo exaustivamente comprovada desde a 2ª GGM.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

Pfffff…. doidos…

20- Constitution Class
20- Excelsior Class
50- Defiant Class
400- X-Wings
12- P-40 do Captain Sky pra fechar a conta!

Ten.Bruno
Ten.Bruno
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

Silent Eagle não passou de projeto, além dos protótipos nenhum foi fabricado. O Projeto foi cancelado.

Flanker
Flanker
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

Volta pra terra….já está voando muito alto nos teus devaneios….

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Flanker
4 meses atrás

Mofou.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

108 F-15 e 216 Gripen? Já acordou amigo? A FAB tem 4 dúzias de F-5 ativos e mais 36 estocados e só 6 no padrão M. Se o projeto de 108 Gripen for para frente, já seremos a maior força aérea da Região.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Émerson Gabriel
4 meses atrás

“ A FAB tem 4 dúzias de F-5 ativos e mais 36 estocados e só 6 no padrão M.”

Cuma?

Imagino que os 36 que vc fala seja outro avião.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
4 meses atrás

Nunão, Fiz confusão na hora de descrever, eu quis dizer que temos 43 AMX, pouco forma modernizados, para o padrão M e a grande maioria deles estão baseados em uma base só e mal estão voando ( não estocados como eu disse ) no caso é outro avião sim, o AMX. Peço desculpas citar números sem citar o avião rs

Minuteman
Minuteman
Reply to  Antunes 1980
4 meses atrás

Caro, nem Chile e nem Venezuela poderiam competir, e uns 24 desses aqui com FMS a perder de vista, não são nada difíceis, o governo americano até gostaria de ver o Brasil operando, tudo geopolítica.

Bardini
Bardini
Reply to  Minuteman
4 meses atrás

“…e uns 24 desses aqui com FMS a perder de vista, não são nada difíceis”
.
Não. Não seriam difíceis de comprar. Até chegar a conta dos custos de operar e manter essa aeronave cara e fora da logística que foi adquirida com a SAAB.
.
Vai ser show explicar pq estamos voando 24 F-15 ao invés de 48 Gripens ou mais.

bjj
bjj
Reply to  Bardini
4 meses atrás

Exatamente.

O Gripen E será o caça mais moderno da AL, podendo enfrentar qualquer um por estas bandas e, em relação a ameças de fora da AL que por ventura o Gripen não possa fazer frente, também não teriam problema em acabar com duas ou três dúzias de F-15.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Antunes 1980
4 meses atrás

Eu sou mais modesto. Se a gente chegar nos mágicos 100 gripens eu juro pra vocês que nunca me verão pedir mais nada na fab até começarem a chegar no ponto de substituição.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Pra que um F-15X, um caça de 4,5 geração se a gente ja tem um ótimo caça nessa geração?

Esqueçam, se a FAB daqui a 10 anos tiver a condição de comprar mais alguma aeronave para complementar o mix sera algo da quinta geração pra cima, resumindo F-35 que até lá sera bem barato de operar e comprar.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Fernando, foi o que eu disse mais acima. O projeto é de 108 Gripens, acusto de 150 milhões a unidade, incluindo a transferência de tecnologia. temos participação no projeto, na fabricação e teremos um caça moderno e de baixo custo operacional. Não sei porque o pessoal fica sonhando com F-15

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Antunes 1980
4 meses atrás

2.

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  Saldanha da Gama
4 meses atrás

O Brasil é o quinto maior território, quinta maior população e já foi o quinto maior PIB. Deveria ambicionar ser a quinta maior potência militar. Parar de pensar em termos de superioridade na América Latina e pensar em capacidade de fazer frente a qualquer país do mundo, pois nossa ameaças estão mais para a ONU internacionalizando a Amazônia, como diz o Coronel Gelio Fregapani, com a OTAN e Comonnwealth encabeçando o ataque a partir do Nordeste, Guiana Francesa e aliados latinos, e bloqueando RJ e Santos. Tudo isso não é invenção minha, é ameaça real estudada pelo generalato. Mas enquanto… Read more »

Samuel
Samuel
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

@Ten Murphy, você está certo sobre tentarmos ser umas das potencias globais mas precisamos primeiro garantir nossa supremacia na America Latina, o que os gripens farão muito bem, e alem disso nosso orçamento não cobre tudo isso e temos outras necessidades na Marinha e no Exercito.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Ten Murphy
4 meses atrás

Murphy,
O Brasil nunca foi o 5º maior PIB do mundo. A melhor posição que alcançamos foi 7º em 2013.

Fonte:
http://evolucaodosdadoseconomicos.com.br/evolucao-do-pib-brasileiro-e-dos-20-maiores-do-mundo-desde-o-plano-real/

Ten Murphy
Ten Murphy
Reply to  Lucianno
4 meses atrás

Foi a 6° comprovada em 2011, por um curto período de tempo, quando ultrapassou o Reino Unido e teve empate técnico com a França, na quinta posição. Eu acompanhava mês a mês na internet e diariamente nos jornais. Lembro que torcia como na final da Copa e vibrava a cada resultado.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
4 meses atrás

Interessante notar como a decisão de encerrar a produção do F-22 foi obtusa. Não apenas a USAF não teve completada a compra inicial, como versões aperfeiçoadas da aeronave deixaram de existir. E não era por falta de compradores. Israel, Japão e até a Austrália mostraram forte interesse na aeronave. Assim como o F-15C foi largamente adotado por forças estrangeiras, um F-22B (ou “C”) certamente ainda estaria em produção hoje, corrigindo seus principais defeitos e trazendo o projeto para a maturidade. E a desculpa de que ele era “avançado demais” não rola, pois o F-35 é mais avançado (embora menos capaz… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Clésio Luiz
4 meses atrás

Sim a desculpa era que o F35 seria mais barato, mas terminou sendo muito caro também, acho que se tivessem continuado a produzir o F22 com a evolução tecnológica ele seria um caça muito superior a qualquer evolução do F35, de vez em quando até falam na volta do F22, mas infelizmente falam que já não é economicamente viável, se bem que economicamente viável é questão de prioridade se houver necessidade o dinheiro surge.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

O F22 custou 150 milhões a unidade. E tem poucos países operando o F15. Os EUA não querem vender os caças de superioridade aérea. Começaram a vender os F15 quando este foi substituído/ultrapassado pelo F22. O F35 é um multiplicador de força em que um factor a ter em conta é o aumento das capacidades de aviões de gerações anteriores. O F15SE pode funcionar como um burro de carga e o F35 como observador avançado. Duvido muito que um F15 ganhasse ao F35 num combate, mesmo que o seu papel principal não seja o dogfight.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Hcosta
4 meses atrás

“Começaram a vender os F15 quando este foi substituído/ultrapassado pelo F22.”

O F-15 estava disponível para venda aos aliados preferenciais dos EUA mal a primeira unidade ter sido entregue aos esquadrões em 1975. Em 1976 um F-15B biplace fez uma turnê mundial para mostrar a aeronave à possíveis compradores.

Aliados de terceiro escalão como nós é que começaram a ter acesso à aeronave depois do F-22.

Almeida
Almeida
Reply to  Clésio Luiz
4 meses atrás

Pois é, Israel não só comprou como já estava usando F-15 em combate no Vale do Bekaa em 1982. Pessoal viaja.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Hcosta
4 meses atrás

Custou 250 e não 150, por isso o congresso lá questionou e a USAF acabou encerrando o programa.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

Não confunda valor do projeto+aquisição+atualizações+manutenção, comumente divulgado sobre o F-35 com o valor unitário absurdo do F-22.
F-35 hoje já tá ali pra 80mi. Boa sorte com o F-22.

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

A razão principal foram os custos absurdos do F22.

mas outra, que se fala pouco, é que simplesmente não havia nem há até hoje ninguém páreo para ele. Era muito caça para pouco opositor.

Space Jockey
Space Jockey
4 meses atrás

Ganhou um troco da Boeing, é mais um com tutú pra gastar em Miami.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Space Jockey
4 meses atrás

Tá ali no resumo: O cara era funcionário da Boeing, com certeza tem ações na mesma.

Certeza que vai pedir pra comprar Boeing!

Não que o F-15 não seja bom, mas é bom ver quem está dando a notícia né!

Space jockey
Space jockey
Reply to  Rui Chapéu
4 meses atrás

Exato, ninguem aqui esta colocando em cheque as qualidades da aeronave, que dispensa por si soh. (praga de teclado sem acento grrr)

Marcelo Machado
Marcelo Machado
4 meses atrás

Custo acessível de US$ 27 mil? Imagina a opinião dos EUA sobre o custo projetado da hora de voo do Gripen E de impressionantes US$ 4,5 mil? https://nationalinterest.org/blog/the-buzz/air-forces-around-the-world-love-killer-fighter-plane-its-24732

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Marcelo Machado
4 meses atrás

Os EUA contabilizam tudo neste valor de hora vôo. Salário dos pilotos, mecânicos, modernizações ao longo da vida útil e até os mísseis e armamentos empregados.
Não tem como comparar, o COPAC estimou em U$ 10 mil o custo de hora voo do Gripen E no processo FX2. A África do Sul já deu declarações de que o custo do Gripen C lá atingia cerca de U$ 20 mil.

Então essa diferença toda não existe. Sim, o Gripen é mais econômico, mas não é tanta diferença assim.

nonato
nonato
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Salários de pilotos, mecânicos etc.
Não importa o avião, o gasto com pilotos e mecânicos será o mesmo.
No caso do gripen parece que a facilidade de manutenção requer menos trabalho e, talvez, seja mais barata a hora de vôo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
4 meses atrás

Se você tem dois aviões com filosofias semelhantes de manutenção, o avião maior e mais complexo terá mais itens para inspecionar e manter (por exemplo, dois motores ao invés de um, e mais linhas de fluido hidráulico, circuitos elétricos etc, pra citar o básico), então vai precisar de mais horas de manutenção. Quanto mais horas, mais caro.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Eu li a reportagem indicada pelo Marcelo no link. E lá cita o custo de operação do Gripen C estimado pela Jane’s em U$ 4,7 mil (aliás informação esta já amplamente divulgada por aqui). Não faz nenhuma referencia ao custo do Gripen E, que obviamente será maior por ser um caça mais sofisticado.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Luis Henrique,
em reportagem de 2017 da Flight Global, o Cel. Mashaba, comandante do esquadrão dos Gripens C da SAAF informou um custo operacional de U$ 6.300,00 / U$ 7.800,00 por hora de vôo.

https://www.flightglobal.com/paris-south-african-air-force-boosts-gripen-availability/124498.article

Flanker
Flanker
Reply to  Marcelo Machado
4 meses atrás

Duvido muuuuito desse valor de hora de voo do Gripen E/F. É muito barato para ser real.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
4 meses atrás

Diferente do magnífico e lindão Tomcat, o F-15 continua e continuará matando a pau. Avião fodástico este viu e vai ficar mais mortífero nesta futura versão EX!!!

Minuteman
Minuteman
Reply to  Tomcat4.0
4 meses atrás

Sou fã do F-35, mas o F-15 é inigualável.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Tomcat4.0
4 meses atrás

2.

Bosco
Bosco
4 meses atrás

Ao meu ver um caça não precisa mais do que uns 8 a 10 mísseis ar-ar (6 BVRs e 2 de curto alcance).
*Aqueles combates com centenas de caças são coisa do passado.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Prezado
Não sei
Em um confronto com China ou Rússia, ou até mesmo Irã ou CN, imagino q os primeiros embates envolveriam muitas aeronaves.
Sds

Bosco
Bosco
Reply to  Agnelo
4 meses atrás

Agnelo,
A tendência é os mísseis BVR ficarem menores e se fundirem aos de curto alcance. 12 desses futuros mísseis “faz tudo” poderão ser levados internamente pelo F-35.

nonato
nonato
Reply to  Bosco
4 meses atrás

A tendência. Mas daqui a quanto tempo? 20 anos?

Bosco
Bosco
Reply to  nonato
4 meses atrás

Nonato, Não sei, mas provavelmente a tempo de fazer frente à ameaça quando ela surgir. Só lembrando que caças de 6ªG deverão ter maior autonomia e maior persistência de combate sendo inclusive armados com lasers. *Vai ser como um policial subindo no morro com um revólver de filme italiano de faroeste em que a munição não acaba e o “mocinho” não erra um tiro. O que gostaria de entender é em qual cenário o ex-piloto deputado acha que um F-15 armado com 22 AIM-120 (ou AIM-260) se encaixa. Seria numa situação de alerta de reação rápida, com o caça no… Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Onde a munições nunca acabam, é em filmes de guerra e ação Norte Americanos.

nonato
nonato
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Sou leigo. Mas discordo.
Um avião voar mil km, dispara 6 mísseis e tem que correr…
Igual um policial subir num morro carioca com um 38 de 6 tiros.
Independente da época e da tática, quem tem mais munição, luta e sobrevive mais.
Afinal de contas tem toda uma preparação para voar.
Se voou 1.000, 2.000 km, que aproveite a surtida e lute bastante, que derrube vários inimigos.
Ir e voltar corrido, além de correr o risco de ser perseguido desarmado, é um custo x benefício horrível.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
4 meses atrás

Qual é a missão que você está pensando?
É tipo missão suicida?
Um avião ir sozinho?
Um PM ir sozinho?
Não se combate sozinho, Nonato, até o Barão Vermelho tinha todo um esquadrão voando junto com ele na hora do pega pra capar.

nonato
nonato
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
4 meses atrás

Dá no mesmo. 100 policiais com 6 balas dá no mesmo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
4 meses atrás

🤦🏼‍♂️

nonato
nonato
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
4 meses atrás

Acabam aa seis balas do policial número 1. Policial número 2, agora é sua vez. Minhas balas acabaram.

nonato
nonato
Reply to  nonato
4 meses atrás

Não entendo a lógica. O que vocês pretendem? Um avião voa 1.000 ou 2.000 km para o teatro de operações. Chegando lá, encontra adversários. Pode ser um, 2, 5, 10. Parece que na lógica de muitos vai disparar um míssil no adversário e vai derruba-lo. Calmamente passa para o próximo alvo e derruba. Como se fosse tudo fácil. E depois de meia hora combatendo, volta pra casa tranquilamente. Não importa se vai junto com outros aviões. Se forem 8, pode haver 20 adversários. Alguns dos colegas podem ser derrubados. De repente sobra você e mais dois colegas contra 10 adversários.… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  nonato
4 meses atrás

Verdade… por isso que o B-2 Spirit é uma porcaria inútil. Nem mísseis carrega…

Bosco
Bosco
Reply to  nonato
4 meses atrás

Nonato, O tempo total de missão de caças não passa de 3 horas, incluindo aí o pouso e decolagem. O tempo de engajamento não passa de 15 minutos. Claro que o tempo de missão pode ser estendido com reabastecimento em voo, mas somente interfere no tempo de patrulha. Os caças não vão combater sozinhos. Mesmo que haja uma superioridade numérica numa dada situação, ele é contornável pelos meios atuais. Se imaginarmos 6 F-35 contra 20 Su-30 , algo razoável, ainda serão 36 AIM-120/AIM-260 disponíveis. Claro que se fosse 2 F-15EX e 4 F-35 a quantidade de mísseis seria maio (68),… Read more »

MGNVS
MGNVS
Reply to  nonato
4 meses atrás

Nonato
Pela primeira vez eu realmente tenho que concordar com seu ponto de vista. Se o F35 hipoteticamente “derruba” 10 caças J15 mas a China envia 30 caças para cada F35 do T.O. entao ainda vao sobrar 20 caças chineses… e ae, como faz? Igual vc disse: “volta corrido”.
Citei o F35 pq ele é tecnologicamente superior, mas a quantidade ainda faz frente a qualidade ainda mais num ataque de “enxame”.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  MGNVS
4 meses atrás

Pois é, mas qual seria a missão? Como seria feito o reconhecimento da aérea do alvo ou de interesse? Seria superioridade aérea? Sabendo da quantidade de meios do inimigo a missão seria feita com aeronaves em número insuficiente ou apenas para causar atrito e desengajarem com o mínimo de perdas, mas causando o maior número de baixas no inimigo? Se a missão for ar-solo, o número de aeronaves fazendo frente em uma determinada área importa sim, mas é bem provável que as caças usem de furtividade para atingirem o alvo e se evadirem dos caças durante egress. Ainda assim é… Read more »

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  nonato
4 meses atrás

Muito bem nonato!
Vc pode ser leigo mas ñ é ingênuo!
É claro que quantidade pode resolver o problema!
Alguns desse fórum precisam ver as pretensões de produção de aeronaves de combate da China principalmente na variação e quantidade!
Acham que o F-35 Deus Vivo vai colocar todo mundo pra correr!

ANTONIO OLIVEIRA DOS SANTOS JUNIOR
ANTONIO OLIVEIRA DOS SANTOS JUNIOR
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Qual foi a última vez que usaram um míssel ar-ar em combate? Foi o F-16 da turquia contra o SU-24 russo? O mundo está mudando muito rápido, as guerras e as armas também. Minha impressão é a de que serão cada vez menos usados

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Bosco
Vc está lendo pouco ou a Boeing com o governo americano estão delirando!?!

Bosco
Bosco
Reply to  Sérgio Luís
4 meses atrás

“Governo americano”???
Volta pra sputniknews.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Uai quem vai comprar?
Quem está por trás da necessidade?
Quem tem um produto caro e limitado quase subsonico?
Ñ vá me dizer que é Venezuela!?!
Rsrsrs

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Bosco
Ao meu ver um caça não precisa mais do que uns 8 a 10 mísseis ar-ar (6 BVRs e 2 de curto alcance).
*Aqueles combates com centenas de caças são coisa do passado.

—–

Às vezes, o passado pode voltar. E eles retornarão com interesse.

Bosco
Bosco
Reply to  Evgeniy (RF).
4 meses atrás

Evgeniy,
Mas quem tem que se preocupar com uma possível volta ao passado são russos e chineses. Os americanos estão construindo 3000 caças F-35 e não costumam ir à guerra sozinhos.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Bosco
4 meses atrás

3000 F-35, este é um plano geral. Como será sustentado é desconhecido. Mas isso não importa. Somente a quantidade de equipamentos implantados em tempo real é importante. E o restante do Carbalet americano não pode ser levado em consideração, devido ao seu baixo potencial militar geral. Além disso, nas realidades atuais, não está claro quem. Alguns dos países da OTAN que representam a Europa Ocidental? Então eles não vão a lugar algum. O estado das tropas alemãs é deprimente. Os limitrofos do Leste Europeu não podem ser levados em consideração seriamente. Mas, ao mesmo tempo, os limitrofs podem ser sacrificados… Read more »

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Bosco,

E tem que se levar em consideracao que tanto a Russia quanto a China, priorizam quantidade.

A Russia fazia isso no passado, e parece que a China vai serguir o exemplo.

Agora fica interessante, porque a grande quantidade de F-35 para combater outra grande quantidade jatos inimigos.

Quem vai ganhar a batalha? A qualidade dos equipamentos americanos, mais o treinamento de seus pilotos vai fazer a diferenca.

Mas se o F-15EX vier a fazer parte do arsenal, ai fica bastante dificil para qualquer inimigo dos EUA sobreviverem aos combates aereos.

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Bosco
4 meses atrás

qualquer combate moderno terá algum escalonamento com frações de forças.

mas quando a coisa esquentar mesmo a turma vai com tudo, “di cum força”.

Já li por aqui que num conflito amplo em menos de 1 semana a grande maioria das forças aéreas já estarão destruídas.

Como dizia um comandante americano na II GG, a regra é: bata duro, bata muito, bata o tempo todo

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Só pra deixar claro, não tenho nada contra a USAF adquirir o F-15EX. Na falta do F-22 ter uma segunda opção é inteligente. Pode ser tanto o F-15 quanto modelos atuais do F-16.
Meu ponto é relacionado ao argumento que a quantidade de mísseis faz diferença, mesmo porque, fosse assim o F-35 é capaz de levar mais 10 mísseis sob as asas.

MGNVS
MGNVS
Reply to  Bosco
4 meses atrás

Bosco
A quantidade ainda faz frente a qualidade.
Hipoteticamente se o F35 consegue derrubar 10 caças J15 e a China envia 30 caças para cada oponente superior entao ela ainda tera 20 caças de vantagem mesmo eles sendo inferiores em armamento e eletronica. E o pior ainda seria se esse ataque de “enxame” fosse mera distracao em relacao aos verdadeiros objetivos que seriam atacados pelo J20.

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  MGNVS
4 meses atrás

Quanto À quantidade de mísseis, o cenário mais provável é identificar os inimigos sem ser visto, chegar no alcance de tiro, disparar tudo que puder e vazar.

e não tem essa de dispare e esqueça. a taxa de sucesso nos disparos têm sido algo em torno de 4 x 1. tem que atirar muito para ver se acerta.

de

Delfim
Delfim
4 meses atrás

O que aconteceu com o Silent Eagle ?

Junior
Junior
Reply to  Delfim
4 meses atrás

Morreu pela falta de interesse tanto da USAF quanto de potenciais clientes externos.

Ten.Bruno
Ten.Bruno
Reply to  Delfim
4 meses atrás

Foi cancelado, teve somente dois protótipos construídos.

Bardini
Bardini
Reply to  Delfim
4 meses atrás

“O que aconteceu com o Silent Eagle ?”
.
Faltou troxa…

JuggerBR
JuggerBR
4 meses atrás

Lobista da Boeing e dos empregos da Boeing no estado do Missouri… Ainda assim o F-15 tem sim seu valor, principalmente pra tapar os buracos que o F-35 não conseguiu tapar ainda e a falta de F-22, já que a quantidade deles é pequena pro tamanho da missão. Apenas que 27 mil doletas por hora de operação não é barato não…

Sergio
Sergio
4 meses atrás

“e a um custo acessível de US$ 27.000 por hora de voo”……Meus amiiiggoosss!!!!
Este vetor ai consome ouro líquido ?????
Isto ai não é pra gente não hein ????

nonato
nonato
Reply to  Sergio
4 meses atrás

Isso é besteira.
É só voar pouco.
Armamento de ponta não é para ficar gastando no dia a dia.
Compra, voa 8 horas por mês para treinar e guarda na garagem.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
4 meses atrás

Nonato,

Você combate como você treina.

E você tem que treinar como você combate.

Se você treinar 8 horas por mês (menos de 100 horas por ano) e guardar o avião na “garagem” o resto do tempo, na hora da guerra vai entender mais de garagem do que de combate.

nonato
nonato
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
4 meses atrás

Mas a hora é cara.
As forças armadas têm essa mania de treinar muito e depois não têm dinheiro pra a manutenção e ficam na oficina…

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  nonato
4 meses atrás

Isso é pensado já quando da aquisição da aeronave. Nem todo o país funciona como o Brasil. Aqueles que querem ser sérios tem orçamento para treinar e equipar as aeronaves de forma adequada.

nonato
nonato
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
4 meses atrás

E se não tem o avião, também não combate.
Ou vai de supertucano com 100 horas por mês…
Vejo as forças armadas comprando equipamentos caríssimos, usam até o osso, depois, na hora da guerra está tudo fora de operação.
Para mim tem que ser parecido (não igual) a missil.
Guarda pra a necessidade.
Não é para ficar usando no dia a dia.

nonato
nonato
Reply to  nonato
4 meses atrás

Prefiro voar 8 horas ppr mês num F15 a voar 100 horas por mês num ST.
Melhor uma arma letal com pouco treino di que não tê-la.
E simulador também pode ser usado.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Sergio
4 meses atrás

É uma pena, mas concordo.

Esse vetor ai é apenas o melhor de sua geração a 50 anos. Esse caça é tão bom, mas tão bom que acredito que temos mais operadores do F-35 fora dos EUA do que de F-15 (qualquer de suas versões). F-15 é para poucos.

O F-15 é daqueles típicos aviões de combate e não avião para uso intenso em paradas aéreas ou shows de aviação.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Sergio
4 meses atrás

Sabem o que é engraçado? Um dos requisitos do F-15 era ter manutenção mais simples e custar menos para operar que o F-4. Mais simples ele era, mais barato de operar acabou não sendo.

Luís Henrique
Luís Henrique
4 meses atrás

Eu acho que pelo valor divulgado não vale a pena. Mais caro que o F-35A. Tô fora. Se a Boeing baixasse o valor para U$ 50 à U$ 60 mi a unidade, aí seria um bom complemento. Adquirir uma aeronave de 4a geração pagando mais caro que a de 5a, só porque o custo de hora voo é um Pouco Menor, e alegando capacidade maior de armas e alcance, sendo que o F-35 Pode ser usado no modo Beast com 10 toneladas de armamentos e o alcance será ampliado com o novo motor em poucos anos, não cola muito para… Read more »

Augusto L
Augusto L
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Primeiro o custo de aquisição é relativamente igual ao do F-35 hoje masssssss os custos de implantação e manutenção da aeronave em si são bem menores, a USAF hoje não tem por exemplo um esquadrão 100% operacional de F-35, o que há é de testes que tem uma configuração e logística diferente e ha uma demanda por aeronaves imediata ja que os velhos F-15 estão ficando velhos. Segundo o caça não sera visto a 300km, até porque sera um caça de 4,5 geração provavelmente tera um RCS de um SH, isso sem contar a coberta da suite EW bem avançada… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Augusto L
4 meses atrás

Não, não é. Isso é o que diz o lobby da Boeing. O S-400 russo detecta um F-35 A cerca de 30 à 40 km de distância. Já o F-15 EX seria detectado a +300 km de distância. Ah, mas dependendo da missão não precisa de furtividade, dependendo do inimigo, ou se vai ficar longe, não vai penetrar fundo no espaço aéreo inimigo, e nesse tipo de missão o F-15 EX é ótimo… Sim. Mas o F-35 no modo Beast também é ótimo nessa missão. Com 10 toneladas de armas. Ah, mas com armamento externo o F-35 perde toda a… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Apenas um detalhe, a 50 anos entrega o serviço com maestria e tem um monte de gente ralando para superá-lo (sem sucesso).

Kael Von Waizer
Kael Von Waizer
4 meses atrás

Posso estar errado e se o estiver me desculpem, mas isso me pareceu mais um “lobby da Boeing para poder vender o F-15X/EX”, que é uma variante de assento único do McDonnell Douglas F-15E Strike Eagle, baseada no F-15QA (A variante do F-15E desenvolvida para o Catar). O lance é que a USAF já possui uma enorme quantidade de Strike Eagle’s, que ainda se despontam como um dos melhores caças multifunção do mundo, assim como uma quantidade um pouco maior de F-15C/D Eagle, que ainda desempenham boa performasse de apoio. E com a grande encomenda do F-35A, feita ano passado,… Read more »

JPC3
JPC3
Reply to  Kael Von Waizer
4 meses atrás

É lobby sim.

Algumas vantagens do F-15 até são reais. Mas essa compra não partiu da USAF e em grande parte se deve ao fato da Boeing ficar fora do mercado de caça por uns 20 caso não comprem mais F-15.

Eles mesmos já disseram que o objetivo é manter a base industrial diversificada ( da Boeing ).

nonato
nonato
4 meses atrás

Na minha opinião, deveriam construir uma versão modernizada do F 22 (300 unidades, mas exigindo preço baixo) e uma versão modernizada e com RCS reduzido do F 15 (200 a 300), além de uns 2.000 a 3.000 F 35.
Exigiria dos fabricantes preços baixos.
Sem passar a fábrica no governo americano.
Inclusive fabricando algumas peças no Brasil (Embraer), para reduzir custos.
A indústria da defesa americana passa a faca e é pouco eficiente.
Os russos fazem muito mais com menos.
Os chineses também. Entregam navios novos e grandes como se entregam pizzas.

Guilherme
Guilherme
Reply to  nonato
4 meses atrás

3000 F35 pro Brasil? Interna quem te positivou.

Kevin O Julios
Reply to  Guilherme
4 meses atrás

Ele referiu essa quantidade à USAF e não ao Brasil, mesmo assim, 3000 unidades até pra quem tem muito$$$, não deixa de ser um absurdo.

nonato
nonato
Reply to  Kevin O Julios
4 meses atrás

Mas essa é a previsão de aquisição. Uns 2.800…

nonato
nonato
Reply to  Guilherme
4 meses atrás

Colega, releia o texto.
Não vou responder no mesmo teor.

nonato
nonato
Reply to  nonato
4 meses atrás

* Sem passar a faca no governo americano. Essas empresas de defesa cobram valores absurdos. Qualquer projeto é bilhões. Por isso mencionei a possibilidade de fabricar alguns componentes no exterior, de preferência no Brasil, como forma de reduzir custos. 100 milhões num F 22 ou F 15 já estaria muito bem pago. A falta de patriotismo das empresas de defesa ocidentais pode levar a derrota dos seus países de origem. Ah, o F 22 não pode ser retomado porque jogaram fora o ferramental. Que mané ferramental? O que vem a ser isso? São formas para moldar a fuselagem? Feitas de… Read more »

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  nonato
4 meses atrás

Acho que é mais político que técnico pois os EUA querem duas empresas em condições de desenvolver e participar de licitações.
Acho que o foco deve ser F-22, F-15 já deu…TB acho que produzir 300 caças f22 seria ideal para usaf

nonato
nonato
4 meses atrás

Fora o que já falamos, em breve os Estados Unidos devem começar a desenvolver um sexta geração.
Fora o uso de drones de caça controlados por caças convencionais.
Se fosse eu, pensaria também num interceptador super ou hupersonico, nos moldes do MIG 31, só que bem mais moderno, mais num estilo espaçonave, talvez com capacidade de ir ao espaço e descer em cima do território inimigo a 20.000 km/h.

Kevin O Julios
Reply to  nonato
4 meses atrás

Olha, se a 3.500 km/h o SR-71 sofria e se dilatava com o calor, imagino que, a 20.000 km/h, não somente a tripulação mas aeronave inteira viraria PÓ. Sem contar a força g.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Kevin O Julios
4 meses atrás

Ainda não foram inventados os inertial dampeners das séries de ficção científica, infelizmente. Algumas pessoas ainda não entenderam isso.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  nonato
4 meses atrás

20.000 por hora só.no espaço por enquanto é quase a velocidade para fugir da gravidade.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Rodrigo
4 meses atrás

Rodrigo, a grande inovação do míssil hipersonico russo Avangard é alcançar Mach 27, ou seja, 27 x a velocidade do som, que da mais de 32.000 km/h dentro da atmosfera. Graças à materiais compósitos extremamente resistentes ao calor.

Jacinto
Jacinto
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Luis Henrique – não dá para comparar um míssil – que por definição só se usa uma vez – com uma aeronave.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Mas que altitude ele chegaria a 32.000 km/h?
Isso tem influencia de forças gravitacionais nessa velocidade, em teoria se arremessar uma bola a 24.000 ,km//h ela sai da atmosfera da terra.

Esse míssil já foi testado? Fiquei curioso apenas

Bosco
Bosco
Reply to  Luís Henrique
4 meses atrás

Luís, A grande inovação do Avangard não é alcançar Mach 27 . Ogivas de mísseis balísticos intercontinentais de todos os países que os têm (EUA, Rússia, China, França, RU) já fazem isso há 60 anos. A grande inovação do Avangard é vir planando numa altitude de uns 50 km em vez de mergulhar na atmosfera numa trajetória íngreme, como fazem os mísseis balísticos. No processo de vir planando, o Avangard (e todos os HGVs que vierem depois, de qualquer país) perde velocidade pelo arrasto e chega no alvo a cerca de Mach 10.

MMerlin
MMerlin
Reply to  nonato
4 meses atrás

Não existe metal que suporte este processo.
A velocidade de reentrada fica entre 20 e 25 mil km/h.
Isto faz com que a temperatura na superfície “frontal” do objeto chegue a 8 mil graus célsius.
A solução seria utilizar placas de cerâmica que, como sabemos, tem um peso proibitivo para um interceptador. E lembrando, a aerodinâmica é bem diferente, devido ao mesmo processo de reentrada.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
4 meses atrás

F-15, senhor dos céus nos últimos 50 anos.

“Outro patamar”… do lado de lá o resto é alvo.

Obs.: Engraçado que quando as torcidas gritam os seus hinos de guerra a defender os seus aviões todos falam dos vetustos F-16, dos F-18, dos F-35, dos poucos F-22 e da supremacia intergalática do lado “de vermelho”… mas não falam do F-15.

carcara_br
carcara_br
4 meses atrás

Estão querendo jogar a boia pra boeing?

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
4 meses atrás

Sou um eterno FÃ!!!!!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Carlos Eduardo
4 meses atrás

2.

ANTONIO OLIVEIRA DOS SANTOS JUNIOR
ANTONIO OLIVEIRA DOS SANTOS JUNIOR
4 meses atrás

Só quero entender onde a Boeing entra nessa conversa! Revés no comercial, no espaço e há muito tempo nos caças. Entra como um premio de consolação ou não tem nada a ver?

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  ANTONIO OLIVEIRA DOS SANTOS JUNIOR
4 meses atrás

O que podemos falar de um Icone que o outro lado não consegue superar a 50 anos…

JPC3
JPC3
Reply to  ANTONIO OLIVEIRA DOS SANTOS JUNIOR
4 meses atrás

Sim, a produção do super Hornet está chegando ao fim e a boeing vai ter que fechar as linhas de produção de caças. Não que o F-15 não seja bom, mas ajudar o Boeing é um dos fatores principais.

bjj
bjj
4 meses atrás

Eu realmente acho questionável o valor de um avião transportando 22 mísseis ar-ar de longo alcance no teatro de guerra moderna. Seriam, só aí, pelos menos umas 3 toneladas de carga além de todo o RCS e arrasto gerado por 22 pontos externos. Se aumenta o valor ofensivo mas diminui a capacidade de sobrevivência em um avião mais lento, com menor capacidade de manobra e maior assinatura radar. Sem falar que, numa configuração desta ordem, abater um F-15EX significa talvez destruir junto dezenas de mísseis de uma única vez.

João Carlos Ávila
João Carlos Ávila
4 meses atrás

Não sei pra que, essa corrida alucinada para produzir caças e outras armas convencionais?se houver um confronto p valar entre as grandes potências, quem notar que vai perder a guerra, usará armas nucleares, aí tanto os Pitbulls como toda cachorrorradas vão tudo p saco.

ERIVELTONSILVA
ERIVELTONSILVA
4 meses atrás

Para mim o Avião mais lindo de todos os tempos ao lado do F22 e F14. Porém, num combate contra os SU35 e variantes, J10B, MIG35, será que este pode garantir a superioridade aérea? Contra estes caças para os EUA garantirem a vantagem vão precisar de uma primeira linha de Caças F22 e F35, ficando os F15 apenas com a retaguarda.

Teropode
4 meses atrás

Normal , aoesar de sonharem com um F35 faz tudo , a realidade é outra , ele nao faz tudo e os drones estão experimentando um avanço tecnológico acelerado , os mísseis seguem o mesmo caminho, portanto vão precisar de um vetor de mísseis voando a 200 km do alvo , abarrotado de armas .

Teropode
4 meses atrás

Se o cara tem um punhal fique longe dele , se ele tem uma lança fique coladinho nele. Ninguém é maluco de encarar um F22 , simolesmente vão deixar os mísseis e as iscas fazerem o trabalho.

Blind Mans Bluff
Blind Mans Bluff
4 meses atrás

Esse Jack Jackson tem o rabo preso mais obvio da historia.

O cara foi piloto de testes para a McDonnell Douglas e de repente foi eleito deputado (com o financiamento de quem?)

Boeing
duh!

Adquirir novos F-15 hoje seria sinal de desespero.

João Bosco
João Bosco
4 meses atrás

Esse sabe o que diz: caça de superioridade aérea. vejo que toda a potência – ou se o país quiser ser potência-tem que investir em armamentos para garantir seu lugar ao sol. Acho um erro crasso dos americanos investir todas as suas fichas no F-35 , por mais tecnológico que seja, basta observar as outras grandes potencias – a Rússia com o SU-35 e o SU-57, a China com os J-20 e J-31 – que não deixam de investir em caças de longo alcance. Ah se os nosso militares pensassem um milésimo dos militares do Tio Sam….

Bardini
Bardini
Reply to  João Bosco
4 meses atrás

” Acho um erro crasso dos americanos investir todas as suas fichas no F-35″
.
“Ah se os nosso militares pensassem um milésimo dos militares do Tio Sam….”
.
Faz sentido * (-1)

Luiz Trindade
Luiz Trindade
4 meses atrás

Fizeram a escolha correta pois o F-22 que era para substituir ele foi encerrado prematuramente e na minha humilde e ignorante opinião, erroneamente. O F-15 vem demonstrando há anos ser um caça incomparável na linha de frente do TAC (Tatical Advanced Command) em manter a superioridade aérea! Arrisco dizer que até o SU-57 leva surra dele!

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 meses atrás

Onde assino ?

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Carlos Alberto Soares
4 meses atrás

2.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
4 meses atrás

É óbvio que o F-15X se tornou um tampão pra constatação de que o F-35 Deus Vivo é muito limitado no dogfighter! Ñ tem armamento e ñ tem velocidade!
Até eu que sou mais bobo já adivinhei uai!

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 meses atrás

Israel tem estudos prontos.

Nós próximos 15 anos trocará todos F 16 e F 15 pelas variantes x e EX, mais os brinquedinhos do Tio Jacob (Drones).

ednardo curisco
ednardo curisco
4 meses atrás

Isto é um luxo que talvez só EUA podem ter.

Qualquer força aérea hoje em dia pode ter no máximo ter 1 modelo de caça multifunção. se tiver bem endinheirado, 2.

O pau que vai rolar daqui em diante é drone e seus enxames e muita, muita guerra eletrônica.

Maurício.
Maurício.
4 meses atrás

Não entendo, quando eu digo que preferiria Rafale ou SH, vem um pessoal me criticar, mas basta uma matéria do F-15 que o pessoal já quer um ou dois esquadrões dele na FAB, o F-15 é muito mais caro que um SH e tão ou mais caro quanto um Rafale.
O pessoal “confia” mesmo no Gripen…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Maurício.
4 meses atrás

É o mesmo pessoal ou são outras pessoas?

Maurício.
Maurício.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
4 meses atrás

Nunão, geralmente é o mesmo pessoal, tem até uma matéria do Gripen que eu debato com um outro usuário aqui do site sobre isso.
Na época ele sempre defendia o Gripen para a FAB, mas em outro espaço defendia que o F-15 deveria complementar o Gripen.
Na minha opinião, mesmo achando os outros dois concorrentes mais capazes que o Gripen, eu não defendo um “complemento” para ele, já que a FAB escolheu o Gripen, que ela compre mais unidades, ainda quero ver ele na baco.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Maurício.
4 meses atrás

Nada contra o Rafale, eu até cogitava ele na FAB, mas depois que o molusco declarou vitória antecipada, mostrando uma falta de respeito absurda com o trabalho do COPAC, torci veementemente contra o projeto. Sem dúvida neste mato tinha cachorro.

Maurício.
Maurício.
Reply to  MMerlin
4 meses atrás

MMerlin, na minha opinião eu acho que o Rafale ficou marcado no Brasil por esse episódio, tem um pessoal que olha para o Rafale e já associa ele com o tal sujeito e seu partido.
A aeronave em si, não teve culpa alguma da lambança que os governantes fizeram na época, por outro lado, tem um pessoal que detesta equipamento francês só pelo fato de ser francês.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Maurício.
4 meses atrás

A Dassault realmente não teve culpa assim como não tenho dúvidas que o Luiz Inácio teria levado o seu caso a aeronave tivesse sido escolhida.

Tamandaré
Tamandaré
4 meses atrás

Em minha humilde opinião, o projeto F-35 tinha tudo pra ter sido uma ideia genial… mas em verdade, tornou-se um “semi-fracasso”. Penso que teria sido bem mais efetiva a continuidade (e extensão de pedidos) do programa F-22, incorporando-se a ele todas essas novas tecnologias e armas desenvolvidas para o JSF. – Quanto aos aliados, penso que os EUA poderiam, a um custo bem menor, ter desenvolvido uma variante de exportação do Raptor aos membros da OTAN, mantendo o mesmo airframe e algumas tecnologias-base, vetando apenas itens mais sensíveis (como já é feito na exportação de caças como F-15, F-16 e… Read more »

Leonardo
Leonardo
4 meses atrás

FAB também poderia diversifica faz parte

RENAN
RENAN
4 meses atrás

Só me pergunto se os Marcos de projeto do Gripen está pago em dia e sem atrasar

Sonha com mais do que isso é loucura

Kemen
Kemen
4 meses atrás

Tempos atrás andei lendo sobre operações da USAF e uma das opções era usar os F-35 pela furtividade, mas escoltados a distancia por F-15EX. Essa opção seria uma alternativa mais segura para combate direto ar-ar, pois apesar do alto RCS dos F-15, a sua “pegada” e poder de combate não tem concorrente, dessa forma em casos eventuais de detecção eles podem atrair as interceptações, tornando os “algo invisiveis” F-35 livres para seu principal objetivo. O engraçado em tudo isso é que os F-22 mal são mencionados, acredito que, por serem em pouco número nas quantidades da USAF, mas são os… Read more »

Aurio
Aurio
4 meses atrás

12 F15 seria top até mesmo igual quantidade do SH nos deixariam bem na fita na AL.

Aurio
Aurio
4 meses atrás

Alguém sabe me dizer pq o F15 SE não foi pra frente?

Nilton L Junior
Nilton L Junior
4 meses atrás

Ele fala em complemento pra não dizer outra coisa

Guacamole
Guacamole
4 meses atrás

Ao preço acessível de $27.000 por hora de voo…

nonato
nonato
4 meses atrás

Ninguém está dizendo que existem. Está se falando numa possível futura arma.
Até porque caças a jato já existem há uns 70 anos…

Delfim
Delfim
4 meses atrás

Longe de mim desfazer do ranking do F-15, mas pessoalmente acho o F-18SH uma alternativa mais acessível que o F-15 e ainda melhor na versão Block3.
Mas a USAF tradicionalmente não utiliza caças navais (o F-4 foi uma honrosa exceção), assim vão gastar mais $$$ para comprar mais F-15 que possui um RCS mastodôntico e vai custar mais caro na aquisição e hora de voo que o F-18SH.

Tutu
Reply to  Delfim
4 meses atrás

Concordo, sem falar que caças navais costumam ter uma vida útil maior quando operados em solo.

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
4 meses atrás

Então é como eu já falei, o F-35 é um ultra moderno avião de Ataque , com capacidade de se defender muito bem na arena ar-ar, mais limitado essa que é a verdade,

Por isso tão chamando o vovô F-15 de volta pra briga…. e esse é bom de briga viu 🙂

JPC3
JPC3
4 meses atrás

Não vão produzir F-22 porque é caro e não resolve o problema da Boeing. Não adianta falar em F-22 porque ele é da Lockheed Martin que já tem os contratos do F-35.