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Jatos AMX da FAB demonstraram capacidade estratégica em 2003

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Duas aeronaves A-1 do Terceiro Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (3°/10° GAV), Esquadrão Centauro, da Base Aérea de Santa Maria (RS), realizaram com sucesso um voo de longa duração no dia 22 de agosto de 2003.

A missão, que teve início às 7h15 em Santa Maria (RS), sobrevoou a Região Centro-Oeste, contornou o Cabo Orange, Estado do Amapá, e chegou, por fim, à Natal (RN), às 17h15.

Na chegada, as aeronaves foram interceptadas por outros dois A-1 da mesma Unidade, que fizeram passagens sobre o Forte dos Reis Magos e sobre a pista de pouso. Logo no desembarque os pilotos concederam entrevista para a imprensa, e foram recepcionados por integrantes das Unidades Aéreas da Base Aérea de Natal (1°/4° GAV e 2°/5° GAV), por um médico do Esquadrão de Saúde, pelo Comandante da BANT e também pelo Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER).

O voo teve a duração de 10 horas, sem escalas, e percorreu cerca de 6.800 Km. Em termos comparativos, esta distância corresponde, por exemplo, aos trechos Paris-Moscou-Paris ou Roma-Bagdá-Roma.

Para cumprir esse longo percurso, os A-1 foram reabastecidos em voo, três vezes, por uma aeronave KC-137 (Boeing 707) do Segundo Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (2°/2° GT), Esquadrão Corsário, da Base Aérea do Galeão (RJ).

O objetivo do voo de longa duração foi avaliar a capacidade das equipagens de combate e da aeronave A-1 para cumprirem missões de cunho estratégico.

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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
5 meses atrás

A diferença de hoje é que temos menos aviões como este da foto e não temos mais esse maior… Evolução brasileira.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  DOUGLAS TARGINO
5 meses atrás

a diferença é que esse aviaozaum grandaum sucatão foi substituido pelo kc390 e tem melhor capacidade para revo e temos menos avioes como esse da foto a1 porem modernizados …quantidade não é qualidade…grande evolução da fab!

Felipe
Felipe
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

*Vai ser substituido pelo kc390.

Ainda não temos nenhum operacional.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Felipe
5 meses atrás

olha sem querer ser chato mais os kc390 ja realizaram operações de revo, e ja foi entregue em anapolis…se PRECISAR hj ele já pode cumprir a missão sim…o que o torna operacional pra mim ao meu ver.

Kleber Peters
Kleber Peters
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

Realizar operações não significa estar operacional. Concordo que o toque molhado é um grande avanço no programa de introdução da aeronave, porém até atingir a operacionalidade vai alguns meses ainda. Mas, após alguns atrasos iniciais, o projeto está andando bem agora. Acredito que até setembro/outubro estarão operacionais.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Felipe
5 meses atrás

Uai, a FAB já recebeu 2 KC’s .

Otavio
Otavio
Reply to  Felipe
5 meses atrás

Estamos no processo, em pouco tempo teremos todos operacionais, um pouco de otimismo faz bem.

Thiago Mibach
Thiago Mibach
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

Horatio,
O KC 390 já foi sim recebido pela FAB, mas ainda não está totalmente operacional apesar de já ter efetuados os testes referentes ao REVO.
Acredito que o KC390 não tenha a mesma performance de reabastecimento estratégico que um avião de maior porte pode oferecer.
Comparado ao KC137, pode ser que sim, mas aos mais novos A330 MRTT e KC46 acho que ele não consegue acompanhar a “viagem”
Talvez o pessoal mais por dentro dessas performances possa explicar.
Abraço!

Johnny Michel
Johnny Michel
Reply to  Thiago Mibach
5 meses atrás

Um vetor maior Boeing KC-767 MMTT ou até uma conversão israelense (caso liberada) ou um Airbus A-330 MRTT (KC-330) é bem mais vantajosa em termos estratégicos, pois transporta carga/passageiros ou o misto de ambos e o combustível de forma mais racional, liberando a cabine de passageiros/cargas somente para essa função e não necessitando contar com apoio de outro aparelho para levar o material adicional. Ainda é possível operar com sonda telescópica para operar com aparelhos dotados de receptáculo, também tem a opção de instalação de uma terceira unidade de mangueiras na parte traseira da fuselagem, para reabastecer aviões de maior… Read more »

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

Horatio concordo em parte com você que quantidade não é qualidade. Depende muito do que precisamos… Quando se diz que temos menos é preciso avaliar… O que temos supri as necessidades de defesa aérea?
E ae? Deixo a resposta para vc e dos demais…

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Luiz Trindade
5 meses atrás

os a1 tem um papel ofensivo são de ataque ao solo,no nosso t.o creio que dão conta do recado, e se completando a entrega dos gripen creio q para as nossas necessidades estaremos bem supridos para nossas demandas regionais, claro que em caso de uma agressão de uma potência estrangeira as 3 forças não tem condições de oferecer resistência…

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

e tem mais um detalhe o a1 armado com o mar se torna uma arma muito letal,ainda mais em um país saturado de defesa aa…

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  DOUGLAS TARGINO
5 meses atrás

Disse tudo caro Douglas.
O Brasil e sua gente é o único país com seres humanos que evoluem regredindo kkkkkkk!
Não vou nem citar exemplos, basta prestar bastante atenção!

Otavio
Otavio
Reply to  DOUGLAS TARGINO
5 meses atrás

Mas temos o KC390.

Flanker
Flanker
Reply to  Otavio
5 meses atrás

O KC-390 é um vetor tático. Um KC-767 ou A330 MRTT são vetores estratégicos . Todos fazem REVO? Sim. Mas, são vetores com alcance, capacidade de combustível, capacidade de carga e espaço de cabine de carga diferentes. Então, por mais que muitos pensem que sim, na realidade o KC-390 não substitui o KC-137, o famoso sucatão. Não acreditam? Basta ver o interesse, ainda não abandonado, da FAB em adquirir 767 ou A330, em suas versões REVO.

Paulo Victor Soares
Paulo Victor Soares
5 meses atrás

Interessante, mas resta saber qual a carga de combate que poderia ser levada numa missão como essa. Só se torna estratégica se , além de alcance longo, puder ter poder de fogo razoável.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Paulo Victor Soares
5 meses atrás

Sim, seria interessante saber qual era a carga das aeronaves.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Senão me engano eram 4 Mk82 ou 2 Mk83..

O ex Fabianos que me corrijam por favor…

nonato
nonato
Reply to  Paulo Victor Soares
5 meses atrás

Não vejo necessidade prática alguma para um vôo desses, fora o treinamento.
Acredito que para atacar um país na América do Sul não precisaria voar tanto.
Dependendo do país, sai de uma base mais próxima.
Se fosse para atacar a Venezuela, podería sair de Manaus.
E se o problema fosse receio de a base ser atacada, como um reabastecedor iria entrar em no espaço aéreo venezuelano?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
5 meses atrás

“Se fosse para atacar a Venezuela, podería sair de Manaus.” Mesmo assim é uma boa distância, dependendo do alvo. Com reabastecimento em voo mais próximo da fronteira as possibilidades de atacar alvos mais distantes se ampliam. E também as possibilidades táticas. Por exemplo, quando mais próximo da fronteira os jatos podem reduzir altitude para fugir dos radares. Porém, voando baixo o consumo de combustível é maior, então um reabastecimento em voo feito antes disso pode fazer muita diferença. “E se o problema fosse receio de a base ser atacada, como um reabastecedor iria entrar em no espaço aéreo venezuelano?” Não… Read more »

Valgo
Valgo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

A Força Aérea da Venezuela, é muito mais bem equipadas que a FAB,eles contam com Sukoys e MIGS ,aí o bicho pega, né?

Flanker
Flanker
Reply to  Valgo
5 meses atrás

Quais Mig’s a Venezuela opera?

Pablo
Pablo
Reply to  Valgo
5 meses atrás

Da onde tirou a informação que a força aérea venezuelana é bem mais equipada que a FAB? qual mig faria a interceptação??

Fabio
Fabio
Reply to  Valgo
5 meses atrás

Só vocês que não sabem, a Venezuela usa Mig-28, até então desconhecidos por todos aqui😂

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fabio
5 meses atrás

LOL Fabio

frapal
frapal
Reply to  Valgo
5 meses atrás

Sem falar que a Venezuela dispõe do melhor sistema de defesa antiaérea da A do Sul.

NALDO
NALDO
Reply to  frapal
5 meses atrás

Que podem ser atacados e destruídos, basta eles ativarem os radares para serem destrídos por missies anti radiação.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
5 meses atrás

A galera só pensa naquilo… armas! Rs.

Sr. Nunão.
Para missões de patrulha e reconhecimento esse tipo de capacidade (vôos longos) é bastante necessário, não?

Abraços.

Charly
Charly
Reply to  nonato
5 meses atrás

Poxa Nonato, vc já viu o padrão de missões na Guerra do Golfo e no Afeganistão?Tenho certeza que sim. As aeronaves saiam com um envelope padrão e voavam até surgir um alvo de oportunidade, como que não tem necessidade prática dessa missão? E se o alvo for na costa africana? Me lembro bem dessa consideração an época.

Valgo
Valgo
Reply to  nonato
5 meses atrás

E dar de cara com Sukoys e MIGS …

Bravo Charlie Tango
Bravo Charlie Tango
Reply to  Valgo
5 meses atrás

kkkkkkkkk

Flanker
Flanker
Reply to  Valgo
5 meses atrás

Onde??

Pablo
Pablo
Reply to  Valgo
5 meses atrás

para de jogar video game e volta pra realidade!

Thiago Mibach
Thiago Mibach
Reply to  nonato
5 meses atrás

Nonato, o tempo de vôo pode significar o poder de alcançar um alvo muito longe (estratégico) ou um maior tempo de permanência “on station”, dando cobertura às tropas aliadas no solo. Daí podemos deduzir diversas opções de emprego para a aeronave
Abraço!

Bosco
Bosco
Reply to  nonato
5 meses atrás

Nonato, Você não está de todo errado. O que esse tipo de missão demonstrou foi a robustez do avião e não uma capacidade de ataque estratégico. Concordo quando diz que para atacar um alvo no interior de um dado país “P” o mais certo é partir de uma base mais próxima “possível”. No máximo para o ataque seria feito um reabastecimento na ida, próximo à fronteira e muito provavelmente um reabastecimento na volta na mesma posição para permitir o retorno seguro à base original. Isso levando-se em conta que o pacote de ataque e a (s) aeronave (s) tanque (s)… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Supondo que 6 aviões de ataque AMX partam de um hipotética base a 300 km da fronteira, cada um com 2 bombas de 500 kg . Em estando previsto o reabastecimento em voo os aviões podem decolar só como combustível suficiente para chegar a um ponto (digamos, uns 50 km da fronteira) onde se dará o reabastecimento no ar e lá encherem o tanque para penetrar em território hostil. Ao retornar, em tese, não teriam combustível para pousar na base e seriam novamente reabastecidos com o mínimo necessário para o retorno. Por que então os aviões de ataque não partem… Read more »

Thiago Mibach
Thiago Mibach
Reply to  Paulo Victor Soares
5 meses atrás

Ao que me lembro, pelas reportagens que vinna época, poderiam levar pelo menos 4 bombas, já que estavam com os tanques subalares. A carga bélica dependeria do perfil da missão.
A missão foi encurtada pois o Kc-137 foi chamado de emergência pra buscar os brasileiros a serviço da ONU no Iraque (se não me falha a memória) (situação onde morreu um representante brasileiro junto a ONU Sérgio Vieira de Melo)
Os pilotos falaram que poderiam voar mais um pouco ainda.

Jack Ryan
Jack Ryan
Reply to  Thiago Mibach
5 meses atrás

O kc-137 foi chamado para auxiliar o resgate em Alcântara….

jpjoker
jpjoker
Reply to  Thiago Mibach
5 meses atrás

Ainda tenho a revista força aérea com o relato completo da missão.

Pablo
Pablo
Reply to  jpjoker
5 meses atrás

eu li essa reportagem e também tenho a revista, se não me engano, nessa missão um dos pilotos bateu a marca de 15 ou 20 mil horas de voo.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Pablo
5 meses atrás

NINGUÉM na FAB possui, ou possuíra, 15 ou 20 mil horas de vôo! Tá louco! Fui pra reserva com 5.500 horas, e olha que voei muito! Agora que atingi a marca de 11 mil horas, voando há nove anos na Azul.
Os dois pilotos eram o Ribeiro (da minha turma, à época o Operações do centauro) e o Kabzas, que havia servido comigo na AFA.

pangloss
pangloss
Reply to  Paulo Victor Soares
5 meses atrás

Não sei se estou enganado, mas a distância do voo não determina se uma missão é estratégica ou tática. Tal aspecto é definido pela natureza do alvo, não?

Bosco
Bosco
Reply to  pangloss
5 meses atrás

Pangloss,
Você está certo.
Missões de interdição são de cunho estratégico apesar de influenciarem diretamente nas ações táticas. Por exemplo, interrompendo o deslocamento de veículos que se dirigem à linha de frente num ponto dentro do território inimigo. Destruindo pontes ou linhas férreas, etc.
Já por exemplo, atingir um lançador de foguetes Iskander com 500 km de alcance que pode estar mandando ver nas tropas em ação na linha de frente é um alvo tático porque mesmo bem afastado ele influencia diretamente nas ações que se desenrolam na linha de frente.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Não. Um alvo da Tarefa de Interdição só será considerado estratégico se fizer parte de um centro de gravidade do inimigo (um hidrelétrica, por exemplo). Pontes e rodovias sempre serão alvos táticos.

A C
A C
5 meses atrás

O texto dah a entender que o reabastecimento se deu por uma unica aeronave KC-137, o que me pareceu bastante interessante. Por certo enquanto os AMX completavam as pernas o aviao-tanque “cortava caminho” a espera to proximo REVO.

Serah que na ocasiao a FAB divulgou algum mapa?

JuggerbBR
JuggerbBR
Reply to  A C
5 meses atrás

Entendi isso também, não sei se o Corsário tinha mais de um kc na época, talvez tivesse e apenas ficou mal entendido esse trecho…

Johnny Michel
Johnny Michel
Reply to  A C
5 meses atrás

Em geral é o mesmo vetor de reabastecimento, quando a FAB adquiriu os Mirage, foi o KC-137 do 2°/2°GT quem fez o apoio logístico, trazendo material, equipamentos de apoio e pessoal especializado, além de prover combustível e auxílio em caso de pouso de emergência, principalmente durante sobrevôo no oceano Atlântico. A capacidade de uma força que possuí um avião-tanque estratégico é muito superior a de uma que conta com um vetor tático (KC-390, KC-130, ou de aeronaves com Kit Buddy-Buddy)…

danieljr
danieljr
Reply to  A C
5 meses atrás

Na época eu li na revista força aérea uma reportagem sobre esta missão, como prepararam os pilotos para a fadiga, alimentação, fazer número 1 na cabine e etc. O KC-137 realmente penava pra se reabastecer e estar no lugar e hora correta para o próximo reabastecimento. De tanto em tanto tempo os pilotos tinham uma missão, para passar a monotonia de voo reto somente, tipo passagem de bombardeio em tal usina, etc.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  A C
5 meses atrás

Sim, o mapa foi divulgado. O KC sedeslocava para os pontos pre determinados. Foi somente um KC, comandando pelo Parente, da minha turma.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
5 meses atrás

Impressionante.
Mas esses AMX estavam “pelados”, ou eetavam carregando alguma carga bélica?
3 abastecimentos pra quase 7.000 km’s…parece que o AMX tem mesmo um bom raio de alcance.

Charly
Charly
5 meses atrás

Me lembro dessa reportagem em uma revista impressa da época, achei fantástico, descrevia até a comida, os locais das missões simuladas, imagina quando o F39 estiver operacional, o salto que teremos.

V12 aero
V12 aero
5 meses atrás

Tem algum tipo de piloto automático para ajudar? Pilotar por 10 horas seguidas, sem nem poder esticar as pernas, não deve ter sido fácil.

cwb
cwb
5 meses atrás

se não me engano, essa missão antes de acontecer teve um médico para ministrar uma dieta nos pilotos por causa do tempo de voo.
o organismo tem que se adaptar (tipo de alimentação e líquidos).
teve uma outra missão que o coronel potengy simulou uma missão com os f-5 para ver se o motor aguentava um certo número de horas de voo.(parece que iriam buscar alguns na ásia).
desculpe o resumo,mas o assunto é muito rico.
abraço a todos!

Charly
Charly
Reply to  cwb
5 meses atrás

Na época da missão, me lembro que foi mencionado o recorde anterior com um quarteto de F5, se não me falhe a memória queriam saber a duração do óleo no motor, acho que era para essa possível missão que vc mencionou.

Foxtrot
Foxtrot
5 meses atrás

Nem vou reescrever aqui o que já escrevi nos outros temas relacionados ao AMX para não ficar chato.
Será que a FAB diária um desses para estudos de engenharia para mim ? Rsrsrs
Meu sonho !

Pablo
Pablo
5 meses atrás

Lembro de ler sobre essa missão em uma revista especializada na época, se não estiver enganado, um dos pilotos bateu a marca de 15 ou 20 mil hora de voo.

Flanker
Flanker
Reply to  Pablo
5 meses atrás

2 ou 3 mil horas, pode ser. 15 ou 20 mil horas de voo, em aviação militar, é praticamente impossível. Uma média, em tempos de paz, é cada piloto militar voar 150 horas por ano. Sendo assim, é só fazer as contas e perceber que, em 20 anos, ele pode alcançar algo como 3 mil horas. Muitos vão para a reserva sem alcançar nem isso.

Pablo
Pablo
Reply to  Flanker
5 meses atrás

Não me lembro, posso realmente ter dito algo errado. Como falei, li a reportagem na revista Força Aérea na época, ou seja, há praticamente 17 anos.

Rico Zoho
Rico Zoho
5 meses atrás

Duas perguntas:
1. Levavam bombas e se sim quais e qual peso?
2. Quantas vezes este tipo de manobra foi repetida? Foi apenas uma única vez ou aconteceram outras

Carvalho2008
Carvalho2008
5 meses atrás

O bichano foi bem desenhado, um especialista!! Podem colocar outros defeitos, mas esta e a genetica nata dele!!! Um Especialista dos melhores.

Fica a evidência de outra importante força de seu projeto, atacar sem seu ninho de origem ser atacado. Grande autonomia.

Isto faz pensar o que realmente seria um AMX naval. Alcançar o adversário sem deixar ser alcançado é muito importante no meio naval

Jonathan Pôrto
Jonathan Pôrto
5 meses atrás

O governo da Esquerda achou tão perigoso que em 13,5 anos afim de não promover uma corrida armamentista na pacífica América do Sul apenas 3 A-1 foram para o padrão M . País pacífico não pode ser confundido com país desarmado disse Dilma !!

Flanker
Flanker
Reply to  Jonathan Pôrto
5 meses atrás

Até hoje foram entregues 6 A-1M. Nesse ritmo, não sei se chegarão aos 14 planejados.

Kommander
Kommander
Reply to  Jonathan Pôrto
5 meses atrás

O que o governo de esquerda tem haver com isso? Aliás, foi no governo de esquerda que o orçamento das Forças Armadas começaram a aumentar, não que isso seja mérito, é apenas a realidade. No mais, todo mundo sabe aqui que o problema das FA não é falta de recurso, e sim o uso desses recursos pra pagar viuva e filhas de militares, além do excesso de contigente.

Wellington Góes
Wellington Góes
5 meses atrás

E ficou só nisso….

Delfim
Delfim
5 meses atrás

Com $$$ sobrando se teriam os 72 inicialmente previstos e até mais, e continuamente aperfeiçoados.
Mas $$$ sempre faltou, se passaram 17 anos, agora é torcer por dois lotes de F-39 e olhe lá.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
5 meses atrás

Mais uma vez, tenho somente a dizer:

Fantástico.

CM

Emanuel
Emanuel
5 meses atrás

Pena terem dado fim prematuramente aos KC.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Emanuel
5 meses atrás

Prematuro? É… idade é uma droga mesmo hehehehe

Flanker
Flanker
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Por incrivelcqie pareça, os LC-137 ainda tinham razoável vida útil disponível. Voaram muito menos na FAB do que voaram na Varig. Sua retirada de serviço se demais por dificuldades de suprimentos e até por conta do barulho de seus motores JT3D. Miitos, pra nao dizer todos, aeroportos da europa tem restrições de ruído para os motores aeronáuticos que podem operar lá. Então, aeronaves “barulhentas” tem dificuldade em operar nesses locais. Foi um somatório de fatores, mas as células ainda davam um caldo. O infame apelido Sucatão foi dado pela imprensa leiga e, pegou! Aconteceu após uma pane de motor (com… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Flanker
5 meses atrás

Conheço bem as capacidades do KC-137 e ainda havia algum sopro de vida nele sim, mas exatamente pelos fatores que você descreveu que digo que não foi uma aposentadoria prematura, para não falar na total ineficiência dos motores, que para os padrões atuais são extremamente beberrões. Mas na minha humilde opinião, ele deveria ter tido um substituto razoavelmente com as mesmas capacidades de carga/alcance, porém mais moderno e mais barato de operar. O Corsário ainda está usando aquele 767 em leasing?

Delfim
Delfim
5 meses atrás

Muitos KC-137 e B-707 fizeram upgrade de motor para turbofans, e ainda estão voando porraí. Nada que uma maior visão estratégica dos governantes não pudesse resolver. Poderiam estar voando até hoje, assim como os KC-137 da USAF.
.
Sem falar dos B-767 da Transbrasil abandonados até virarem sucata, e de outras operadoras brasileiras de carga e passageiros. Mas só se pensa em GTE.