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Os AMX da FAB no Red Flag 98-3

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AMX (A-1) da FAB no Red Flag 98-3

Os AMX (A-1) brasileiros também mostraram sua capacidade no Exercício Red Flag, em Nellis nos EUA.

Em agosto de 1998, seis AMX do segundo lote do 1°/16° GAv (Esquadrão Adelphi) na Base Aérea de Santa Cruz e 22 pilotos voaram 52 saídas de ataque em 18 missões nas duas últimas semanas da operação.

Os AMX atuaram junto com os F-5E Tiger III chilenos, F-16A/B MLU belgas e holandeses, CF-18 canadenses e caças americanos. Singapura participou com os CH-47D Chinooks para CSAR.

Os AMX da FAB acertaram mais de 75% dos alvos contra uma média de 60% dos outros participantes, penetrando defesas em terra e no ar. Nenhum AMX foi “derrubado” e ainda conseguiram duas vitórias contra os caças inimigos que tentaram interceptá-los a baixa altitude.

Os pilotos aprenderam táticas como “dog legs”, “action point” e “cross viper” que agora são usadas extensivamente.

Os pilotos da FAB realizara um total de 36 surtidas, divididas pelas duas semanas. Os AMX da FAB não precisaram realizar nenhum reabastecimento em voo durante o exercício devido à sua grande autonomia.

Para poderem participar de um exercício complexo como este, a FAB teve de se preparar para ensinar aos pilotos do 1°/16° a usarem todo um leque de ferramentas e fluxos de planejamento de missões novos.

Até aquele momento o planejamento de missões e a prestação de contas pós missão eram feitos na FAB segundo procedimentos aprendidos na Segunda Guerra Mundial. Os americanos, devido a operarem um grande número de aviões distintos, simultaneamente, tiveram de criar o conceito do ataque por pacotes e isso foi implementado pela primeira vez durante a Guerra do Vietnam na década de 60.

Desde então este tem sido o padrão em todos os conflitos aéreos subseqüentes, inclusive com a participação coordenada de forças aéreas não americanas. O Red Flag é um ambiente muito complexo onde muitos pilotos e aviões de esquadrões e forças aéreas diferentes tem de interagir de forma transparente e fluida entre si.

AMX da FAB durante o Red Flag 98-3 com um pod ACMI (Air Combat Maneuvering Instrumentation) na ponta da asa

Durante quatro meses os Adelphis decolaram e navegaram exatamente como viriam a fazer mais tarde nos EUA. Até mesmo a fonia deste controle de terra, excepcionalmente, era toda feita em inglês e seguindo o formato que seria encontrado lá. Nesta fase, além da fonia, mesmo os briefings e debriefings passaram a ser realizados em inglês, para melhor simular a experiência que viria a seguir.

Dos 21 pilotos que foram a Red Flag apenas doze pilotos estavam efetivamente registrados como pilotos no exercício. Aos demais cabia estar na reserva caso algum dos selecionados tivesse algum problema que impedisse sua participação, além de se revezarem no comando dos seis AMX durante as cinco pernas do longo traslado tanto na ida quanto na volta.

O grupo que viajou incluía um total de 90 homens. Esse número foi considerado enxuto pela FAB, uma vez que normalmente esquadrões de outros países traziam até 140 pessoas para realizar o mesmo exercício.

Os lançadores de mísseis nas pontas das asas do AMX tiveram que ser modernizados para poder receber o pod ACMI de gravação de dados dos combates. O lançador nem tinha fiação de energia.

FONTE: Sistema de Armas

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luiz antonio
luiz antonio
4 meses atrás

Continuo a pensar que foi um erro a FAB não modernizar todas as células, pelo menos as de lotes mais recentes. O desperdício foi “não modernizar”. Nenhuma força aérea da AL possui essa capacidade de ataque que a FAB desenvolveu com o A-1. Esse “bicho” voa para qualquer capital da AL, realiza e missão e volta para sua base

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  luiz antonio
4 meses atrás

Pelo que eu sei,faltou dinheiro para modernizar todas as unidades.De qualquer forma eu acho que a FAB e a Embraer deveriam começar uma parceria para desenvolver uma outra aeronave para executar exclusivamente a função dos AMX.Melhor do que depender apenas dos Gripen tanto para ataque ao solo quanto para superioridade aerea.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Allan Lemos
4 meses atrás

Sim, todos os programas de modernização foram afetados, principalmente de 2012 em diante. Houve também diversas dificuldades técnicas, mas os contingenciamentos com liberações a conta-gotas ou só no final dos anos foram, a meu ver, o principal motivo dos cortes e atrasos a partir dessa data. Os programas ou foram reduzidos a uma fração do planejado, como o A-1 da FAB e o AF-1 da Marinha, os F-5E/F comprados da Jordânia, ou demoraram bem mais do que o previsto, como a modernização dos 46 caças F-5E/F que já eram da frota. A modernização dos E-99, ainda em curso, eu não… Read more »

Douglas
Douglas
Reply to  Allan Lemos
4 meses atrás

Allan concordo com você. Acredito que a Fab deveria continuar a ter um avião específico para as missões do Amx. Esses jatos multimissao nem sempre fazem tudo que prometem com eficácia. Estas padronizações de frota de aviões nem sempre são positivas. Poderiam desenvolver uma nova versão do Amx mais moderna e com a hora de vôo mais barata que a do Gripen…

Gonçalo Jr
Gonçalo Jr
Reply to  Allan Lemos
4 meses atrás

Ataque ao solo ok mas superioridade aérea não é a seara do AMX. Ele carrega apenas 2 mísseis para auto defesa e assim mesmo, só os 3 que a FAB conseguiu modernizar têm essa capacidade.

Celso
Celso
Reply to  Gonçalo Jr
4 meses atrás

Superioridade aérea também se conquista suprimindo defesas anyi-aéreas. Essa é uma tarefa para o A-1.

Roberto Medeiros
Roberto Medeiros
Reply to  luiz antonio
4 meses atrás

Penso se ainda não daria tempo para uma modernização. O A1 deveria ser substituído por um.outro aparelho semelhante, para mantermos a capacidade de ataque estratégico que ele fornece para a FAB

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Roberto Medeiros
4 meses atrás

Roberto, tempo não foi problema. Foram os cortes nos orçamentos que forçaram a cortes nas quantidades a serem modernizadas.

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
4 meses atrás

Esse é o nosso espírito de pilotar. Obter resultados, apesar de não contarmos com o equipamento mais avançado. Sentar a Pua é o que interessa. Pilotos temos, e dos melhores..

João Moro
João Moro
Reply to  Luiz Floriano Alves
4 meses atrás

Assino em baixo!

Top Gun Sea
Top Gun Sea
4 meses atrás

Eu gosto desse caça bombardeiro com suas asas ombrais! É uma pena que a uns 12 anos atrás nem a FAB e nem Força Aérea Italiana quizeram desenvolver uma derivação dele. Tecnologia e aprendizado agora no profundo esquecimento.

Gonçalo Jr
Gonçalo Jr
Reply to  Top Gun Sea
4 meses atrás

Não quiseram porque os custos não compensava o investimento pelas quantidades que poderiam ser adquiridas e porque teria que ser um caça multi-função. Ademais, todo o aprendizado com o AMX não se perdeu não. Muito dele está presente nos ARJs da EMBRAER que continua em envolução. Com o AMX a EMBRAER aprendeu muito sobre planejameno, projetos, concepção, integração de sistemas… Enfim, um caça que, de qualquer modo cumpriu a sua missão de dar ao país a oportunidade de projetar uma aeronave de combate cujo o aprendizado se pode usar em outros projetos.

nonato
nonato
4 meses atrás

Offtopic.
Detalhes do dia dos mísseis iranianos na base americana.
https://edition.cnn.com/2020/01/13/middleeast/iran-strike-al-asad-base-iraq-exclusive-intl/index.html

Matheus
Matheus
4 meses atrás

Falando em Red Flag, Em 2017 se não me engano, oficiais da USAF visitaram o esquadrão Pacau em Manaus. Não sei o que virou. Essa nova geração de pilotos de caça precisa ir pra Red Flag. Aliás, se a FAB tivesse recursos deveria ir todo ano…quem sabe com o F-39E e também faz falta um avião tanque/transporte estratégico. Pode ser um KC-767 ou um A330MRTT como já foi oferecido pelos britânicos o que seria melhor ainda. Saudações

Mosman
Mosman
Reply to  Matheus
4 meses atrás

Ja ouviu falar do Kc-390??

João Moro
João Moro
Reply to  Mosman
4 meses atrás

rsrs

Matheus
Matheus
Reply to  Mosman
4 meses atrás

Já sim. E você sabe que ele é apenas um vetor tático e não estratégico? Rs

Gonçalo Jr
Gonçalo Jr
Reply to  Matheus
4 meses atrás

A Red Flag é para convidados e não para quem quer participar todos os anos.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Gonçalo Jr
4 meses atrás

Com as relações diplomáticas como estão nesse momento, provavelmente não seria nenhum esforço hercúleo conseguir um convite.

Matheus
Matheus
Reply to  Gonçalo Jr
4 meses atrás

Austrália participa todos os anos. E é Non NATO Ally igual ao Brasil.

paddy mayne
paddy mayne
4 meses atrás

Aeronave muito boa e frequentemente subestimada. Tiveram grande atuação no conflito do Kosovo. Também atuaram na Líbia e Afeganistão.

Tutu
4 meses atrás

OFF#
Que fim teve o Boeing 767 da fab?

Carlos
Carlos
Reply to  Tutu
4 meses atrás

OFF# Que fim Teve os Mírrage da F.A.B. ?
🤔

Gonçalo Jr
Gonçalo Jr
Reply to  Carlos
4 meses atrás

A FAB colocou à venda 9 caças Mirage 2000C e 2 Mirage 2000B em 2016. A frota foi vendida em 2019 por US$ 452 mil para uma empresa que opera com caças como agressor para treinamento de outras forças aéreas. Nenhuma das aeronaves estão em condições de vôo e ultrapassara as 10.000 horas de vôo que era o restante de sua vida últil.

Gonçalo Jr
Gonçalo Jr
Reply to  Tutu
4 meses atrás

O aluguel deve ter vencido ou prestes a vencer. Não sei se foi ou será renovado.

Fabio Jeffer
Fabio Jeffer
4 meses atrás

E os AMX de Santa Maria, não participam de exercícios como estes e o de Porto Rico contra caças F-16, só os de Santa Cruz?

Madmax
Madmax
Reply to  Fabio Jeffer
4 meses atrás

Não há mais A-1 em Santa Cruz.
Todos estão concentrados em SM

Flanker
Flanker
Reply to  Madmax
4 meses atrás

Acho que o colega se referia ao fato de que quando participaram dessas operações, as aeronaves eram do esquadrao Adelfi, que na época era baseado em Santa Cruz, RJ.

Flanker
Flanker
Reply to  Fabio Jeffer
4 meses atrás

Os A-1 de SM participaram apenas de várias Cruzex e de uma operação Salitre no Chile.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Fabio Jeffer
4 meses atrás

Não havia A-1 em SM em 98.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
4 meses atrás

Um bom vetor de ataque, acho de deveríamos estudar um avião semelhante para quando este se aposentar, não me agrada pensar só no Gripen para tudo pois vamos terminar tendo uma quantidade menor de aviões para fazer tudo e em caso de necessidade pode não ter aviões suficientes!

Leonardo de Araújo
Leonardo de Araújo
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

O Gripen vai substuir o A-1 a altura e além. Com o detalhe de menor custo de hora de vôo.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Leonardo de Araújo
4 meses atrás

O problema é a quantidade não teremos Gripens suficientes para todas as missões, para tal teríamos que ter entre 70 a 100 Gripens!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

A ideia é justamente termos qualquer coisa entre 70 e 100 Gripens mesmo. Até um tantinho mais. Agora, se a ideia vai ser seguida pelo governo, aí é outro papo.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Leandro Costa
4 meses atrás

Para o Brasil o que seria 100 aeronaves , no mínimo o Dobro , vamos ter pela frente em dez anos problemas sérios com os Nossos Mui Amigos europeus , quando entrarão em completa Decadência , e vão olhar as Nossa Riquezas como Tábua de Salvação , cuidado com os europeus , eles serão os nossos futuros inimigos reais , e também hoje torço pela suas Desgraças , falo os do norte da Europa com a França metida no Grupo , quero que eles se Ferren de Marré De ci ! Itália , Espanha , Portugal , Romenia , Polônia… Read more »

Gonçalo Jr
Gonçalo Jr
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

O próprio site aqui já publicou que a FAB e a SAAB abriram conversações para a aquisição de um segundo lote de 36 caças. Espero que se realize.

Rafael M. F.
Rafael M. F.
4 meses atrás

Os lançadores de mísseis nas pontas das asas do AMX tiveram que ser modernizados para poder receber o pod ACMI de gravação de dados dos combates. O lançador nem tinha fiação de energia.

Cômico, se não fosse trágico…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Rafael M. F.
4 meses atrás

Se ele não precisava e cumpria a sua função sem nem é cômico e nem trágico, ele só tinha uma função e só colocaram o que era necessário para essa função, agora que ele foi adaptado para outras funções foi necessário colocar!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fabio Araujo
4 meses atrás

Achei trágico mesmo, até porque o AMX foi projetado, desde o princípio de poder portar mísseis Ar-Ar para autodefesa. Em um ambiente contestado, ele poderia simplesmente não cumprir a missão. Infelizmente é um descaso com a FAB, com o projeto do AMX e, principalmente com o país.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Leandro Costa
4 meses atrás

E se eu contar que não possuíam, também, as garrafas de nitrogênio para resfriar as cabeças dos mísseis? Até a modernização…

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Leandro Costa
4 meses atrás

O AMX nunca foi aquinhoado com armamento para mostrar do que é e era capaz !

Foxtrot
Foxtrot
4 meses atrás

Mais uma vez!
Perdemos uma excelente oportunidade para evoluir a plataforma do AMX ao invés de apostar nessa “aventura” denominada Gripen.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Foxtrot
4 meses atrás

Os AMX daqui a pouco chegarão ao fim de sua vida útil, mas até lá ele e os Gripens vão atuar juntos.

paddy mayne
paddy mayne
Reply to  Foxtrot
4 meses atrás

Como é que se pula de um AMX para um caça 4.5 geração você vai ter que explicar…

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  paddy mayne
4 meses atrás

Da mesma forma que os Indianos, Turcos, paquistaneses e todo o resto do mundo que realmente evolui fizeram. Aí você terá que estudar engenharia aeronáutica ou perguntar a eles . Pois evoluir a plataforma é a coisa mais fácil do mundo, todos os conhecimentos sobre as forças que atuam na mesma está ai para quem quiser, e como já dominamos a parte de integração, software, hardware etc fica fácil. E como tínhamos a terceira maior empresa aeronáutica do planeta, fica mais fácil ainda. Só faltou vontade, coragem e independência mesmo. Como dizia meu avô, faltou ao brasileiro “cabelo no peito”… Read more »

paddy mayne
paddy mayne
Reply to  Foxtrot
4 meses atrás

Neste ponto concordo, não entendo nada de engenharia. Mas continuo na dúvida se o projeto de um caça subsonico de desenho espartano nos dá toda a expertise que precisamos para um caça mach 2. Não é bate-boca, mas uma dúvida honesta de minha parte. E não discordo do que disse, estamos sempre perdendo a chance de dar um passo a frente. estamos sempre abandonando as coisas no meio do caminho.

Bille
Bille
4 meses atrás

Buenas.

Acho que tá um pouco romantizado isso aí. Ouvi estórias desse pessoal que alguns foram abatidos e nem sabiam… mas parece que o recorde índice de acerto no estande de tiro lá foi batido pelo Adelphi.

Mas uma das maiores contribuições dessa RedFlag aí foi o CSAR: a FAB só evoluiu nisso porque perceberam a grande lacuna que havia nesse quesito, porque a própria caça não sabia como funcionava isso direito. O pouco que havia era compartimentado. Essa RedFlag trouxe uma mudança cultural muito grande para a força, profissionalizando muitas coisas.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Bille
4 meses atrás

Olha…. AMX abatendo F-16… nenhum perdido por SAM…. e ainda abatendo 2 caças fazendo ataque ??

Eu tenho sérias dúvidas, mas já vão vim falar que eu não sou patriota, lambe botas ou qualquer outra coisa por ter duvidado dessas coisas…..

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Bille
4 meses atrás

A maior mudança foi o ataque ¨em pacote¨, e a função do Mission Commander. O 16, ao retornar, implantou o curso de Mission Commander aqui. Quanto ao CSAR, tivemos alguns simpósios internacionais sobre o tema no Brasil, em 1999 e 2003. Estive nos dois. Nossos pilotos de helicóptero já estiveram nos EUA em algumas oportunidades aprendendo o ofício. Um piloto de A-10 fez um intercâmbio no Flexa (ano retrasado, acho), e também ensinou muita coisa.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
4 meses atrás

O A1 não necessariamente modernizado é um problema para qualquer FA da América Latina. Um A1M é um pesadelo. Os conflitos pós Guerra Fria demostraram que o conceito de plataforma multifunção é muito discutível, portanto, aeronaves de ataque e reconhecimento como o A1 ainda serão muito utilizadas na hora do “pega pra capar”. A FAB não deveria nem pensar em aposenta-los, desde que tivesse recursos claro. Outra vez o fato: dinheiro tem. Apenas está indo parA sustentar inúteis.

Wellington Rossi Kramer
Wellington Rossi Kramer
Reply to  Luiz Antonio
4 meses atrás

Então não tem dinheiro!

Flanker
Flanker
4 meses atrás

Só uma contribuição: no texto fala que foram 6 A-1 do primeiro lote, entretanto, nas fotos aparecem os A-1 5525, 5527 e 5529…todos do 2⁰ lote. Do primeiro lote, nas fotos aparece apenas o 5506.
Desses, o 5506 e o 5525 já foram modernizados.

Pablo
Pablo
4 meses atrás

Aproveitando o tema “FAB no RED FLAG”, poderiam falar sobre a participação da FAB no Red Flag 08-3 com os F-5 ??

Fabio Mayer
Fabio Mayer
4 meses atrás

Tanto os brasileiros quanto os italianos já demonstraram várias vezes as altas capacidades do AMX. Pena que o Brasil não valorize o que produz: era para adquirir uma centena ou mais, para substituir os Xavantes. O número foi caindo e chegou a 76, quando iniciou-se a produção, caiu para 46 ou 47. Faz uns 20 anos que ouço falar na modernização dos AMX da FAB, e de 46, falaram em modernizar 36 e no último comentário com certo embasamento que ouvi, parece que serão no máximo 18, com muita boa vontade. A incompetência visceral e atávica do Brasil como país,… Read more »

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Fabio Mayer
4 meses atrás

Pelo que sei foram produzidos 53 amx , desse total iriam modenizar 43 celulas mas a ultima noticia e que serao 14 ou 15 celulas , pra manter um esquadrao

JuggerbBR
JuggerbBR
Reply to  Fabio Mayer
4 meses atrás

Dinheiro pro que é importante não tem e não vai ter, pro vinho e uísque nunca faltam…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Fabio Mayer
4 meses atrás

Fabio, só alguns apartes, sem prejuízo à sua crítica sobre a redução do projeto de modernização: O AMX (A-1) não foi pensado para substituir mais de uma centena de AT-26 Xavante, pois apenas uma parte desses AT-26 realmente estava em esquadrões da então Aviação de Ataque. Boa parte estava, por exemplo, no então CATRE, depois 5ºGAV, em Natal, dedicados à formação de pilotos de caça e de ataque. Parte também estava em esquadrões mais dedicados à formação de líderes de caça, como o 1º/4º GAV. Ou seja, não seriam substituídos pelo A-1. Aliás, o primeiro esquadrão a receber o A-1… Read more »

Fabio Mayer
Fabio Mayer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
4 meses atrás

Nunão,

Obrigado pela correção dos números.

Mas em resumo: como é que o Brasil e a Itália poderiam vender AMX sem ter escala nem na quantidade que adquiriram? Os italianos ainda fizeram uma aquisição razoável, mas o Brasil enterrou o projeto…

pgusmão
pgusmão
4 meses atrás

Não sou piloto, apenas um entusiasta, os nossos pilotos são muito bons, imagina se tivéssemos um caça de transição, como os americanos tem o T-38 Talon, imagino que daria um melhor aprendizado para os pilotos, deveríamos ter uma versão a jato de treinamento incluída no treinamento dos pilotos.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
4 meses atrás

A nossa turma sempre voa muito!!! Parabéns a FAB!

Luciano
Luciano
4 meses atrás

“Sistema de Armas” é um dos mais completos sites sobre defesa, armamentos e história militar que já conheci! (sem desmerecer a trilogia!)

Fabio Araujo
Fabio Araujo
4 meses atrás

No futuro quando chegar ao fim a vida útil dos AMX a FAB deveria procurar algum avião que seja específico para este tipo de função.

JuggerbBR
JuggerbBR
4 meses atrás

Pilotos daqui fazendo coisas extraordinárias com aviões no mínimo capados de plena capacidade, fora serem obsoletos, enquanto muitas forças aéreas mundo afora com equipamento melhor sem conseguir fazer coisas parecidas. Pense em Índia com seus Sukhois e Rafales e diversas nações africanas com Mig’s…

Pavan
Pavan
4 meses atrás

Substitui por uns 24 Su 34 e tá tudo certo… Esse sim é um caça bombardeiro na essência…