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Romênia comprará mais cinco caças F-16 portugueses

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A Romênia planeja adquirir mais cinco caças F-16 dos estoques excedentes de Portugal. De acordo com um projeto de lei aprovado em 28 de novembro, o governo romeno descreveu a aquisição, observando que as aeronaves adicionais terão a mesma configuração M.5.2R que o estoque existente de 12 F-16s da Força Aérea da Romênia, também originário de Portugal. Eventualmente, todos os 17 caças serão atualizados para um novo padrão chamado M.6.X.

O projeto de lei ainda deve ser aprovado pelo Parlamento romeno, embora, devido ao escopo limitado da contratação, não deva ser um problema.

A Romênia adquiriu seu primeiro lote de 12 F-16s de Portugal sob um contrato de governo a governo assinado em 11 de outubro de 2013. Estes consistiam em nove modelos A monopostos adquiridos por Portugal dos EUA em 1999 sob o programa Peace Atlantis II, bem como três caças modelo B bipostos comprados por Portugal usados dos EUA através do programa EDA (Excess Defense Articles) para revenda.

Os 12 caças passaram por reformas e modernização da Lockheed Martin para o padrão AM/BM antes da entrega, iniciada em 27 de setembro de 2016, com a entrega das seis primeiras unidades. Em seguida, foram entregues mais três em 13 de dezembro de 2016; as três unidades finais chegaram em outubro de 2017. Em 14 de março de 2019, toda a frota de 12 unidades alcançou o Capacidade Operacional Inicial (COI) pelo Ministro da Defesa Gabriel Les na 86ª Base da Força Aérea Romena em Borcea.

Em 2018, o Ministério da Defesa da Romênia havia começado a avançar em outra aquisição de F-16, com o Ministro da Defesa Gabriel Les anunciando em abril que a Romênia compraria os cinco F-16 adicionais de Portugal para complementar o primeiro lote e permitir que a Força Aérea Romena disponha de um esquadrão completo.

Segundo o novo projeto de lei, ocorrerá um processo semelhante de aquisição e atualização para os F-16, desta vez com quatro dos cinco caças adicionais modernizados para o padrão AM/BM antes da transferência para a Romênia, prevista para 2020. A quinta unidade – um F-16A que não será atualizado – será usada para peças de reposição e transferida em 2021.

Depois que essa transferência for concluída, a Romênia procurará adicionar mais 36 caças F-16 via transferência dos EUA, permitindo assim que seus caças MiG-21 Lancer da era soviética sejam desativados do serviço da Força Aérea de uma vez por todas.

FONTE: Forecast International

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Grozelha Vitaminada Milani
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Grozelha Vitaminada Milani

Vamos iniciar a CHORADEIRA de mais uma OPORTUNIDADE PERDIDA dos Melhores Usadões da Ultima Semana!

O verdadeiro tampão até o início das operações do Gripen, fechando a lacuna dos Mirages 2000.

E alguns trouxedores do contra vão dar os seus des-likes! Os eternos insatisfeitos das Forças Armadas.

KKKKKKK … que venha, os Xaropes e Utópicos falar o bla bla bla de sempre do melhor caça do Millennium.

Camargoer
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Camargoer

Olá GVM. Quando a gente vê o processo de renovação da aviação de caça da FAB desde a virada do milênio, alguns eventos foram determinantes. Quando FHC cancelou a compra de um esquadrão de caças (provavelmente seriam os F39C/D), o planejamento da FAB caducou. A primeira Cruzex colocou o comando da FAB em uma sinuca. A única opção foi a modernização dos F5E/F. Naquele momento, a FAB tinha 3 opções 1) apostar no FX2, 2) modernizar os Mirage III e 3) adquirir um substituto usado para os Mirage. A FAB optou pelos Mirage2000 usados pensando em sua substituição pelos FX2.… Read more »

João Adaime
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João Adaime

Prezado Camargoer
O FHC não cancelou o FX1. Como era fim de mandato, deixou o anúncio do resultado para o sucessor, num gesto de cortesia.
Porém o $uce$$or aí sim cancelou, alegando que preci$ava ante$ dar trê$ refeiçõe$ por dia ao povo. E deu no que deu. O povo continuou $em as tai$ 3 refeiçõe$. E tentou forçar o Rafale, num “acordo comercial” meio esqui$ito com $eu colega $arkozy da França.
O resto da história todo mundo aqui sabe.
Abraço

PS: Veja que coincidência: o sucessor do FHC e o Sarkozy estão às voltas com a justiça de seus respectivos países.

Camargoer
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Camargoer

Olá João. Você tem razão. Há uma matéria do PN “Vida e morte do Programa F-X” (não encontrei nem a data nem o autor) que conta em detalhes como foi o programa. Ele começou a ser pensado no início da década de 90, com previsão de anunciar o vencedor em 2001, quatro anos antes dos Mirage III serem retirados de serviço (que estava programado para 2005). Lendo a matéria, fui lembrado da lambança que a Embraer fez na época, vendendo 20% de suas ações para a Dassault sem consultar a FAB (isso também desestruturou o processo porque qualquer que fosse… Read more »

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Complementando… Levando os fornecedores do F-35, SU-35 e o Eurofighter a saírem da disputa. Ainda lembro que na época aqui no blog começaram a questionar se não era o fato de escolher o F-18 já testado em combate e esquecer a troca de tecnologia de modo a garantir a defesa área do país. Esses foram muito criticados na época. Hoje vejo que teria sido uma boa escolha. Que venham agora os Gripen.

Camargoer
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Camargoer

Olá Luiz. Na época do FX, eu torcia pelo F39 mas achava o Mirage 2000 muito mais bonito. No FX2 eu torcia pelo Rafale, mas sabia que o F39NG seria a melhor escolha. O F16 e F18 eram excelente segundo-colocados no FX e FX2, respectivamente.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Perfeito.

Logo chegarão nós Sub’s…..

J R
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J R

O nome correto do que o FHC fez não foi um gesto de “cortesia” e sim de “covardia” e sua já conhecida ojeriza pelas forças armadas.

Antonio Palhares
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Antonio Palhares

João.
O senhor FHC disse para quem quisesse ouvir que não ia comprara aviões para brigadeiros brincarem de guerra. Este maconheiro jamais gostou das forças armadas.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Tem agora os Gripe groud ….. da África do Sul.

Leonel Testa
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Leonel Testa

Perfeita a analise assino em baixo . Chuto 72 no maximo

marcus
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marcus

Seria interessante uma quantidade para te-los em todas as bases áreas da FAB.
Eu acho que mais lotes totalizando 150 unidades seria o ideal.
12 bases aéreas, 12 unidades em cada base.
Dinheiro tem.

Minuteman
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Minuteman

Caro, independente de choradeira ou não, a FAB há décadas perde oportunidades. O F5 Forever está aí para provar.

Nossa Força Aérea é motivo de chacota pelos caças que tem.

O Brasil deveria ter comprado algumas dezenas de F-16 modernizados dos EUA nos começo dos anos 2000. Hoje não estaria essa situação vergonhosa.

Kemen
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Kemen

Tudo bem, seriam bem vindos, teriamos algo bem melhor hoje não apenas os F-5 BR, mais mas sera que uns 12 caças “tampão” não poderiam na mente de nossos politicos, tornar-se os únicos caças melhores que os F-5BR e definitivos com mais um cancelamente do FX, o FX-2?

Grozelha Vitaminada Milani
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Grozelha Vitaminada Milani

Para ser tampão, teria que ser leasing ou aquisição da F39C/D.

Pois seriam a base da evolução do F39E/F.

E não mais um novo velho caça diferente com outra doutrina, treinamento, manutenção e armas … e hoje qual seria a situação de um tampão como o F-16? Dos 12 ou 18, qtos estariam em condições de voo? Nem digo de combate ou interceptação efetiva?

Camargoer
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Camargoer

Caro G. Olhado para trás faz sentido, mas na época o F39NG era considerado o azarão (recebeu até o apelido de avião de papel). Na época era mais provável a FAB adquirir F18A/B usados ou MIrage 2000-9 seminovos dos Emirados (que tinham interesse no Rafale) do que a FAB escolher o F39C/D por leasing ou compra definitiva. Nesse contexto, a escolha do Mirage 2000C para substituir o Mirage III fez mais sentido (se não sabia o que seria o futuro, a FAB sabia o que tinha sido o passado).

Leonel Testa
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Leonel Testa

Camargoer so acho que em vez do mirage 2000 c que ja era quase ultapassado a FAB deveria ter padronizado a frota com mais uns 24 F5 EM que ficaria praticamente o mesmo preço e bem mais moderno e em mais quantidade ficariamos com uns 70 F5

Camargoer
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Camargoer

Pois é Leonel. Olhando para trás eu também teria ampliado a frota de F5M. Talvez a FAB só precisasse de um esquadrão. Ou por outro lado, a FAB poderia ter programado uma revisão dos F2000 para que eles estivessem voando até agora, pelo menos até a entrada em operação do primeiro esquadrão de F39. OU, a FAB poderia ter adquirido um esquadrão F39C/D para Anápolis. O problema era saber disso lá no passado.

rui mendesmendes
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rui mendesmendes

F5 superior ou mais moderno que o Mirage 2000c??? O F5, nem chega a ser um verdadeiro caça, para conseguir dar tranquilidade á defesa aerea de um país, só muito, mas muito modernizado, e …

Camargoer
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Camargoer

Caro Rui. Talvez por distração você tenha inferido coisas que não escrevemos. O Mirage 2000C era superior ao F5EF (e talvez até superior ao F5M. Os militares do “Jaguar” saberão responder isso. Eu sou incapaz). Contudo, o M2000c era quase ultrapassado pelos modelos mais novos (M2000-9, F16D, F39C, Rafale….). Estamos discutindo, baseados no que sabemos hoje, qual teria sido a melhor decisão para a FAB. 1) padronizar a frota com F5M, 2) revisar e estender a vida dos M2000C, 3) adquirir ou alugar F39C, 4) Adquirir um esquadrão de M2000-9 quase novos dos Emirados, 5) modernizar os Miraga IIIE para… Read more »

Flanker
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Flanker

A FAB nem deveria ter adquirido os M2000! Em agosto de 2006, quando chegaram o B 4932 e o C 4940, a FAB também já tinha começado a receber o F-5M. Deveria ter sido padronizada toda a aviação de caça supersônica com o F-5M, afinal foi o que acabou acontecendo, desde 2013.

Flanker
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Flanker

Em potência e em manobrabilidade (Na maioria das condições), o Mirage 2000C é superior ao F-5. Entretanto, em termos de eletrônica, aviônica, radar e armas, o F-5M é superior ao 2000C. Então, o F-5M é sim, mais moderno que o Mirage 2000C.

Camargoer
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Camargoer

Caro Kemen. Os Mirage 2000C usados foram apelidados aqui no PN de Tampax porque foram adquiridos para cobrir o período entre a retirada de operação do Mirage III e a entrada do FX2. Lembrando que a Dassault cogitou em transferir a linha do Mirage 2000-9 para Gavião Peixoto. A FAB trabalha com a certeza que o FX2 seria decidido (como foi de fato) ao invés de ser cancelado.

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

Em tempo, nem a FAB, nem a MB e nem o EB perdem em nada …. deixam de ganhar pois o investimento em aquisições, manutenções, treinamentos e munições vem da boa vontade da classe política desse país. Quando acharam um jeito de desviar verbas – leia-se boa vontade, ai se investe na área militar … um dia vai aparecer como foi feito o contrato dos submarinos franceses e a nova base de submarinos, entre outras coisas … mas isso é outro assunto. Não estamos em guerra e nem temos nada em vista para justificar um investimento em armas. Devemos ter,… Read more »

Grozelha Vitaminada Milani
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Grozelha Vitaminada Milani

Em tempo: FAB compra 4 Phenom 100EV (FAB U-100), com opção para mais 2 para o GTE.

Tampão, pois a Maior Força Aérea Executiva não pode ficar no chão.

*** Esse site não disse nada sobre essa aquisição e que duas unidades já estão em operação.

Isso é POLÍTICA … que a FAB tem que obedecer~E achar bom … assim como foram as kombis.

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani
Carlos Eduardo Broglio Gasperin
Visitante
Carlos Eduardo Broglio Gasperin

É isso aí. Seria ótimo colocar em combate esses Phenon com os políticos e ministros pilotando.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Colega. Hoje podemos avaliar as decisões do passado conhecendo as consequências, mas é preciso levar em conta o contexto da época em que as decisões foram tomadas. A FAB tinha a perspectiva de adquirir um esquadrão de caças novos no início dos anos 2000, portanto não fazia sentido na época considerar a aquisição de casas usados (mesmo que modernizados) para substituir a frota de Mirage III e F5E/F. O que sabemos hoje é que a FAB já tinha preferência pelo F39C/D que seria equivalente ou até superior ao F16 oferecido na época. Portanto, fazia sentido insistir em um esquadrão… Read more »

Dodo
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Dodo

Minuteman, esse seu comentário não condiz com o nível de seus demais posts neste blog. Onde que nossa força aérea é “motivo de chacota” ? Por quem exatamente ? Até onde eu saiba, é tida como uma das mais bem treinadas e respeitáveis forças aéreas da região, sendo anfitriã de uma série de exercícios internacionais, intercâmbios, etc…. Em segundo lugar, me esclareça exatamente qual “situação vergonhosa” a fab se encontra? A situação em que estamos desenvolvendo conjuntamente com a Suécia um dos melhores e mais avançados aviões de combate existentes ? Um em que estamos incorporando o c390 Millenium, uma… Read more »

Delfim
Visitante
Delfim

O F-16C block 52 já foi descartado pela FAB no F-X1 pelo seu apetite voraz por FOD. Não haveria então a menor coerência em operar F-16A/B usados como tampão.
O único risco no prolongamento do uso do F-5M sem um caça superior seria numa aventura militar da Venezuela, mas tal não aconteceu e vamos tocando o F-39.

Flanker
Visitante
Flanker

Delfim, não acredito que a FAB tenha pretrido o F-16 por esse motivo, mas se o motivo do descarte do F-16 pela FAB foi o FOD, o problema é da própria FAB. Mostraria que ela é incapaz de manter suas pistas livres de FOD, enquanto que essa aeronave é operada por países menores e (teoricamente) com menos estrutura que o Brasil. Esse caça teve mais de 4500 unidade produzidas e continua em produção, e é operado por mais de 25 países.

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

Exacto, com ou sem F16, a menos que o país seja a Rússia, uma pista deve estar livre de FOD, a localização da abertura do F16 não pode nem deve ser usada como desculpa para não comprar a aeronave, outras razões haverão, talvez. Especificações de segurança para operar outras aeronaves são em tudo semelhantes, até porque, se a pista não está livre de detritos, um acidente pode ocorrer sem que seja necessário a inalação de nenhum objecto, um prego, parafuso ou seja o que for, pode ser o suficiente para causar um acidente catastrófico. Os incidentes recentes de caças americanos… Read more »

Fabio Araujo
Visitante
Fabio Araujo

Portugal pretende depois repor ou substituir esses F16, ou é uma diminuição de sua força aérea?

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Fabio. Acho que sua pergunta é pertinente. Após os KC390 (gordini), quais serão as escolhas das FAP?

Nuno
Visitante
Nuno

Portugal pretende reduzir a frota dos 30 atuais para 28. Estará assim previsto repôr três unidades (vindas do AMARG com modernização em Portugal).

nonato
Visitante
nonato

Pelo que entendi, são estoques excedentes que não estariam sendo usados.
Ou seja, não há redução alguma com as vendas.

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

Houve sim reposições, daí haverem 28, apesar das vendas à Roménia… No fundo, o que se está a fazer é actuar em previsão da desactivação eventual dos F16, que deverão apenas voar mais 10 anos. Nesse sentido, não só se vende o que inevitalmente será desactivado e que claramente também não se usa, como também se faz esse procedimento enquanto as aeronaves ainda apresentam valor militar e potencial tecnológico, eu pessoalmente acho que se deviam estudar planos para que dentro de 5 anos, não mais que 15 estivessem em serviço, vendendo se mais 13 aeronaves, desta forma, quando a frota… Read more »

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

F 16X

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

F 16X

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

Não percebi Carlos

JS666
Visitante
JS666

Acho que cedo ou tarde Portugal abrirá mão dos Leopard 2 (e de ter MBTs).

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

E qual seria o motivo? Já se fala, aliás, em proceder com a sua eventual modernização.

Delfim
Visitante
Delfim

O único risco terrestre que Portugal corre seria o de voltar a ser considerado “província rebelde” pela Espanha, mas desde 1640 que tal risco vem a se apagar.

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

Realmente por terra Portugal corre muito pouco risco mesmo, se um dia a Rússia vier do leste é o último país a chegar, mas teria muito tempo dos EUA colocarem reforço ali.

rui mendesmendes
Visitante
rui mendesmendes

Os Europeus não precisam da América, mas sim da UE. E realmente, risco, risco é o vosso, cada inimigo, e então dos imaginários e mil vezes fabulados por aqui.

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

Sempre precisaram, tanto para saquear quando precisaram de recursos quanto de tropas para os proteger quando foram invadidos.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Açorianos não são confiáveis. rs.

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

O uso da carros de combate pesados já foi analisado no passado e foi concluído que são de facto de alguma utilidade, nem que seja uma reduzida força, como é aliás o caso. Embora o risco de agressão seja actualmente nulo, Portugal tem obrigações internacionais, para as quais pode ser chamado para mobilizar ou fazer parte de uma força de carros de combate multinacional. O desdobramento de forças para o leste, por exemplo, é algo que já é treinado e que aliás já ocorre, no caso blindados Pandur, mas que poderia, da mesma forma, ter sido blindados Leopard. O foco… Read more »

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Eles voam ?

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

O que Carlo?

Glasquis7
Visitante

Está perguntando se os Leopard voam, é isso mesmo???

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

kkkkkk foi o que me veio em mente tbm, mas a matéria é do F16…

J R
Visitante
J R

Eles fazem parte da OTAN, e portanto tem que contribuir com a coalizão…

rui mendesmendes
Visitante
rui mendesmendes

Mais depressa abrirá mão o teu país dos leo1.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Os Lancer cairiam bem para a Argentina.

Foram modernizados na IAI.

As células podem sair no 0800.

Upgrade em troca de comodities proteína animal e vegetal.

Antonio Palhares
Visitante
Antonio Palhares

Excedentes da força aérea portuguesa. Ou seja aqueles que os portugueses não podem mais manter e são obrigados a vender. Questão de orçamento.

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

Em parte sim… Mas não é só isso…. Penso que expliquei bem mais acima

Dr. Mundico
Visitante
Dr. Mundico

Está mais para uma questão de unir o necessário ao desejável. Além de não serem mais necessários, é aconselhável vendê-los agora, enquanto as aeronaves ainda têm valor comercial e admitem atualizações.
Daqui a uns 10 anos ninguém vai querer F-16 nem de graça, a não ser os argentinos.

Flanker
Visitante
Flanker

“Daqui a uns 10 anos ninguém vai querer F-16 nem de graça….” Por que? Te referes aos A/B com MLU? Se for somente esses eu até entendo….apesar de poderem sofrer nova modernização. Já as variantes C e D poderão operar por muito tempo com modernização. As variantes E e F são o estado da arte. Um avião com mais de 4500 unidades produzidas, operado nos 4 cantos do mundo, tem uma logistica múito facilitada pela fartura de suprimentos. Se o F-16 não será quisto por ninguém daqui a 10 anos, o que diremos do Mig-29 em todas suas variantes, Su-27… Read more »

Luiz Floriano Alves
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Luiz Floriano Alves

Dr. Mundico

Caças se distinguem pelas gerações. Caças de diferentes gerações não combaterão em pé de igualdade. Um MIG 21 dotado de radar AESA pode sim derrubar um F-16, como aconteceu no conflito da Cachemira, recentemente. Mas, quem quer força aérea atuante tem que pensar nas novas tecnologias. O caça sem piloto está em testes e o bombardeiro já decola dos porta aviões da US Navy. Gastar dólares ou euros, com aviões de 3ª ou 4ª geração é jogar dinheiro nos caixas de lobbys espertos. Abço.

Peter nine nine
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Peter nine nine

Flanker eu acredito que o mundico se referia apenas aos aviões referidos na matéria…. Daí em baixo ter dito “exacto mundico”. Ele respondeu simplesmente, e com razão, que a venda de F16 portugueses não é unicamente uma questão orçamental mas antes uma questão de conveniência.

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

Exacto mundico

rui mendesmendes
Visitante
rui mendesmendes

Pois, tipo a vossa, que têm que andar de f5, até juntar algum para uns melhorzinhos. E aqui temos o que podemos ter, não nos pomos em bicos de pés. Além de sermos UE e NATO. Sem problemas.

Flanker
Visitante
Flanker

Não te preocupa…logo teremos o F-39E/F

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

Flanker embora não seja exemplar as reações que o Rui decidiu ter. Peço lhe que note que a tentativa do António de, forçadamente, simplificar os motivos da venda das referidas células F16, tem, no mínimo, uma pitada de provocação. Dai,julgo eu, ter originado esta “revolta” do meu compatriota.
Saudações.

PS. O ideal seria o Brasil não se limitar ao F39, na minha opinião…. Suponho que o melhor seria complementar o gripen com outra plataforma, talvez maior, com mais alcance, carga útil, de preferência de próxima geração. Isto para que posicione a FAB, de facto, no teatro aéreo do futuro.

Jhon
Visitante
Jhon

Com certeza Brasil perdeu a oportunidade de compra do F16 MLU da Holanda seria uma ótima compra e um aprendizado formidável com uma aeronave de ponta e de quarta geração, eu acho o F16 um caça formidável, seja na eletrônica e radar, capacidade de aceleração/ manobrabilidade, radar e capacidade de carga com uma autonomia que a FAB não tem.

Dodo
Visitante
Dodo

Já vamos ter o gripen em breve, para que adquirir aviões velhos de 2 mão? Pra cobrir um “espaço vazio” ? Então por favor me explique, como contribuinte o porquê você gastaria milhares de reais em um caça tecnologicamente defasado para que este possa voar por apenas 1 ano até a chegada dos gripen. Perceba q é totalemnte diferente da sitiacai da romenia, um país muito mais pobre, com capacidades industriais limitadas e sem prospectiva de obter caças melhores no futuro.

rui mendesmendes
Visitante
rui mendesmendes

O teu país é rico? Não é isso que aparece nos quadros dos países ricos, consta que ainda sois, só em vias de desenvolvimento. A Roménia está integrada na UE, A 2ªZONA DO MUNDO MAIS RICA.E dá para ver o quanto percebes de aviões, dizer que um F16 MLU M5.5, só dá para voar 1 ano. Para finalizar, desafio-te a veres o ranking dos países mais ricos do Mundo.

Peter nine nine
Visitante
Peter nine nine

Dodo, não estou aqui a defender aquisição de tampão nenhum, até porque isso já foi feito, e mal, mas, vale a pena dizer que o F16 referido não é um caça tecnologicamente defasado, encontrando se apto e ao nível dos semelhantes dos parceiros da aliança. Não é a toa que Portugal está ah anos a modernizar F16, pois após o fim do processo de modernização propriamente dito, a actualização das tapes tem sido constante. O problema destes aviões já nem é tanto a sua capacidade e futuro potencial tecnológico, mas antes o inevitável fim do seu bom estado estrutural, que… Read more »