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Luftwaffe se recusa a receber dois aviões Airbus A400M

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Airbus A400M

(Reuters) – A Força Aérea Alemã disse na quarta-feira que decidiu não aceitar a entrega de dois aviões Airbus A400M, citando problemas técnicos recorrentes com os aviões de transporte militar.

A Força Aérea disse que o A400M participou de quase 1.700 missões e constituiu a espinha dorsal de seu transporte aéreo para o transporte de pessoal e material, reabastecimento ar-ar e missões de ajuda humanitária.

Embora 31 aeronaves, de 53 encomendadas, tenham sido entregues, a Luftwaffe informou que havia problemas técnicos com os aviões, inclusive com as porcas usadas nas hélices. Ela disse que era necessário tempo extra para inspeções que prejudicavam a prontidão da frota de A400M.

A Airbus disse em comunicado que os problemas com o modelo não são críticos para a segurança.
“Estamos cientes das descobertas relacionadas aos parafusos/propulsor da hélice em algumas de nossas aeronaves clientes”, afirmou. “Isso não é fundamental para a segurança e nossos clientes continuam a aceitar e operar suas aeronaves”.

A empresa informou que está trabalhando com a Europrop International (EPI), o consórcio responsável pelo fornecimento dos motores turboélice do avião, e com a Ratier-Figeac, empresa francesa que fabrica as hélices, para aliviar a necessidade de inspeções.

A Força Aérea Alemã disse que também são necessárias inspeções extras para testar as montagens do motor, as câmaras de combustão e as flaps do motor e para detectar rachaduras em várias partes. Ela disse que o A400M ainda não foi capaz de executar todas as tarefas, apesar dessas verificações.

“Os defeitos técnicos gerais e a constatação de que os dois aviões a serem entregues também não possuem as características garantidas no contrato, resultaram em que as forças armadas não aceitaram essas aeronaves”, disse a Luftwaffe, em uma afirmação.

O A400M foi comissionado em 2003 para dar à Europa uma capacidade de transporte aéreo independente para apoiar missões humanitárias ou militares, em vez de confiar no Lockheed Martin C-130 ou no Boeing C-17, agora fora de produção.

Um resgate de 3,5 bilhões de euros da Bélgica, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Espanha e Turquia salvou o programa A400M do cancelamento em 2010 após atrasos e excedentes de custos.

FONTE: Reuters

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Thomas
Thomas
11 meses atrás

Há algum substituto para o C-17 ou se um país fizer uma encomenda de 10 aeronaves volta a produção?

Mauricio R.
Reply to  Thomas
11 meses atrás

Os possíveis substitutos seriam o Il-76 “Candid”, russo ou o Y-20 chinês. A produção da aeronave está concluída e a linha de produção encerrada, já não há mais os jigs usados na sua fabricação e a linha logística também já foi descontinuada. E não seria a encomenda de somente 10 células que possibilitaria a reativação de sua fabricação. Talvez dependendo do estado de conservação e desmonte, possam ser recuperadas algumas das células estocadas no AMARG. Ou quem sabe se a USAF, pela enésima vez encucar, que precisa substituir o C-130 e durante o processo entender mais uma vez que não… Read more »

Salim
Salim
11 meses atrás

Toda inovação tem problemas iniciais, porem este avião em particular tem problemas sérios e antigos levando operadores se negar a receber aviões, mesmo se aplica ao 737 max.

JT8D
JT8D
Reply to  Salim
11 meses atrás

Bla, bla, bla …
O nome disso é engenharia porca e incompetência

Salim
Salim
Reply to  JT8D
11 meses atrás

O defeito destes projetos são constatar a inviabilidade do mesmo e enterrar mais dinheiro tentando consertar ou burlar falha. O correto seria aprender com erro e reprojetar estes equipamentos. Motor A400, desbalanceamento dinâmico 737 max, caixa H225 e por ai vai.

marcus
marcus
Reply to  Salim
11 meses atrás

O correto seria seguir o que a SAAB fez com o Gripen NG.
Fabricou 5 protótipos que foram testados exaustivamente.
Se Airbus tivesse executado o mesmo procedimento, com certeza os problemas seriam descobertos antes e corrigidos.

teropode
Reply to  Salim
11 meses atrás

Não se utilizam mais as pranchetas, há softwares pra tudo , inclusive para tratar frieiras , a especialização precoce tá emburrecendo a nova safra de engenheiros , cálculos são feitos por máquinas ( não que seja ruim mas …) , quedas de pontes e passarelas virou rotina pelo mundo . O F35 será o campeão de Recall , não é atoa que pensam em relançar o programa CENTURY SERIES . Tudo leva crer que só russos e chineses não possuem este tipo de imprevistos ( reza a lenda ).

Salim
Salim
Reply to  teropode
11 meses atrás

A tecnologia está muito mais complexa e as novas descobertas acontecem muito rápido, como exemplo temos aviões que na tecnologia de 30 anos atrás não teriam condições de ser controlados em voo e hj são comuns em nossos céus. O limite de segurança está sendo cada vez mais levado próximo ao estado crítico de falência do mecanismo por motivos econômicos e superação dos competidores. Lembro que as simulações via software são criadas por engenheiros e alimentada pelos mesmos, porem são várias vezes confrontados por prazos e pela pressão financeira e tem que, mesmo contra o bom senso, tentar consertar maus… Read more »

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  JT8D
11 meses atrás

https://www.aereo.jor.br/2019/11/14/caca-f-35-quebra-com-muita-frequencia-diz-pentagono/
Que o diga a competente Lockheed, com toda sua experiência e histórico, maior de produtor bélico do mundo, como se faz engenharia porca rsrsrs

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  JT8D
11 meses atrás

Nisso se vê que não e só na China que acontece.

Denis
Denis
Reply to  JT8D
11 meses atrás

Trocadilho não intencional: “engenharia porca”. 😀
Concordo com você. Esse tipo de problema não é do tipo gargalo tecnológico, nem tecnologia inCipiente, mas projeto inSipiente.

Thiago Aiani
Thiago Aiani
11 meses atrás

O F-35 Europeu …

JT8D
JT8D
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

E essa geringonça nem é tão inovadora assim …

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  JT8D
11 meses atrás

JT8D, sim realmente inovador, inovou o jeito de de torrar dinheiro do contribuinte e de como não deve-se conduzir um programa. O A400 está longe longe ser um programa sem problemas mas nem por isso uma geringonca . Você conhece o turbopropulsor ocidental mais performante? Eu desconheço, pode nos iluminar? Teria sido para o consórcio produtor escolher uma um turbofan comercial norte-americano de um dos poucos grandes produtores globais que detém o monopólio do mercado . Mas não, a aposta política e industrial seguiu a mesma lógica que fez surgir Airbus , ou seja desafiar esse domínio e exclusividade ,… Read more »

JT8D
JT8D
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

Quando essa gente sabia projetar aviões eles faziam, praticamente sem computadores, uma maravilha tecnológica realmente inovadora como o Concord e nada dava errado. Hoje eles perderam a mão. A política está correta, mas a engenharia involuiu

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

# teria sido fácil #

Flanker
Flanker
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

Se ao invés de enveredar pelo desenvolvimento de um novo propulsor turboélice, tivessem optado por um turbofan……poderiam ter optado por um fabricado pela Rolls Royce (que inclusive e sócia nessa patacoada do turboélice problemático). Assim, não ficariam “na mão” dos “malvados” norte-americanos e seus turbofans….manteriam tudo no velho continente….mas, quiseram reinventar a roda…..e não conseguem fazê-la redonda. ….

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  Flanker
11 meses atrás

Com um turbofan da Rolls não seria um A-400 e sim mais um C-2 ou KC-390 anabolizado onde os britânicos fariam a parte do leão, com o agravante de não agregar nenhuma inovação e reduzir a participação dos demais participantes do consórcio . Sem contar que uma solução apenas britânica dificilmente seria aceita. mais à baixo um comentário do Delfim abordou essa questão e o porque da escolha do turbopropulsor europeu. Quanto aos “malvados” não sei de onde você tirou esse adjetivo. Sei que quando existem interesses industriais, econômicos e políticos ninguém olha para ninguém , espero que os “malvados,… Read more »

Denis
Denis
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

Tocou na ferida.

Aéreo
Aéreo
11 meses atrás

Concordo, este avião não é necessariamente inovador. O que aparentemente ocorreu no caso do A400, como no F-35, foi uma espécie de cumplicidade perigosa entre os principais atores envolvidos. O governo com a vontade política de gastar além do tecnicamente defensável a indústria com uma vontade de cobrar caro pelo serviço e desenvolver o maior número possíveis de subsistemas no pacote e as FA´s que em meio a este oba-oba flexibilizam aspectos técnicos para não estragar a festa.
O resultado é que o governo gastou, a indústria recebeu e o operador que agora se vire com o produto entregue.

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  Aéreo
11 meses atrás

O que ocorreu, foi seguir a lógica e raciocínio que fez surgir a Airbus, quebrar o monopólio norte-americano do setor, excluir os grandes produtores como Pratt & Whitney e GE( poderiam tranquilamente ter escolhido o caminho mais fácil como Embraer ou Kawasaki) mas preferiram desafiar e arriscar. A audácia custou caro , muito caro, por outro lado a recaída no setor civil poderá ser colhida mais em frente com outros desenvolvimentos e programas.

JT8D
JT8D
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

Que audácia? Quer dizer que se sair mal feito é só usar a desculpa de que é inovador?
Existem técnicas de gerenciamento de projeto para lidar com desenvolvimento de produtos inovadores. O que aconteceu no caso desse avião foi barbeiragem pura e simples. A política está correta, mas a execução foi um lixo

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  JT8D
11 meses atrás

Claro que existem técnicas de gerenciamento, que porém não fazem milagres e não evitam todos os riscos envolvidos …Que o digam executores do JSF, mesmo como toda a bagagem de tradição, know-how e experiência, não JT8D…?

Denis
Denis
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

Com as tecnologias do F-35 ainda se tolera, mas problemas com porcas e parafusos não dá pra dar desconto, caro Thiago.

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  Denis
11 meses atrás

Que tecnologias ? Já virou notícia rotineira a “capacidade inadequada de reparo e falta de peças sobressalentes e baixa confiabilidade das peças de reposição” do F- 35. Eu dou muito desconto, tendo em vista o caráter industrial do projeto , sendo o primeiro cargueiro desse porte construido pelo consórcio, sendo o maior turbopropulsor ocidental desenvolvido em conjunto por 4 empresas. Não me resulta que sejam muitas as empresas/nações capacitadas e que tenham a coragem de substituir os clássicos produtores e tocar um novo desenvolvimento. A maioria nem tenta.

Denis
Denis
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

Veja, eu concordo com 3/4 da sua opinião: sei que o F-35 não cumpriu o que prometeu, apesar de ser melhor que os seus principais concorrentes em muitos quesitos. Defendo a ideia que o desenvolvimento do JSF, em si, foi uma droga, e que os problemas que ele apresenta hoje são mais consequências desses erros de gestão de projeto do que de qualquer influência de novas tecnologias, mas tais influências existem sim, apenas são superestimadas pelo marketing do F-35. O desconto que eu dou é só por isso, porque as tais influências das novas tecnologias na dificuldade de se arredondar… Read more »

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  JT8D
11 meses atrás

Porque não dizes o mesmo para o f35? Diz lá. Mas uma coisa, eu sei, serão resolvidos, tanto este como o f35.

Flanker
Flanker
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

Para que GE e P&W???? E os turbofans da Rolls Royce????

teropode
Reply to  Aéreo
11 meses atrás

Li Aécio kkkjkkk, vou guardar a garrafa , rsrsrsrs

Luiz Trindade
Luiz Trindade
11 meses atrás

Ofereçam o KC-390 para eles ora…

Francisco Herês
Francisco Herês
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Não tem a mesma capacidade e não daria nem pra saída, são classes completamente distintas.

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Tenta carregar um Puma alemão dentro do K-390. Necessidades diferentes, soluções diferentes.

Joao Moro
Joao Moro
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Eles podem adquirir alguns KC-390 para transporte de equipamentos com a capacidade do KC e procurar outro para maiores cargas.

Denis
Denis
Reply to  Joao Moro
11 meses atrás

E transformar a Luftwaffe numa salada logística.

Mauricio R.
Reply to  Joao Moro
11 meses atrás

Pra que????
No âmbito da OTAN há ao menos 4 alternativas de transporte aéreo: EATC, SALIS, SAC e HAW.
Das quais os alemães participam em ao menos 2.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

O IL76 seria uma ótima alternativa, mesml sendo russo.

Hermes
Hermes
Reply to  Vinicius Momesso
11 meses atrás

O Il-76 não seria nenhuma alternativa POR SER russo…

Gabriel BR
Gabriel BR
11 meses atrás

Não é a primeira vez que esses consórcios europeus dão em produtos de qualidade aquém do desejado…a terceirização e descentralização da fabricação de componentes é saudável até certo ponto que quando ultrapassado vira problema. Chão de fabrica é lugar da técnica e não da politica…quando a segunda suplanta a primeira o resultado é desastroso. ( Vide os produtos da antiga URSS)

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Gabriel BR
11 meses atrás

Gabriel BR acho que vc subestima muito os aviões russos. Eu não vejo as aeronaves caindo de torto a direita ou não ficando operacional porque quebrou uma pecinha ou tomou banho de espuma ele não pode voar. Agora concordo contigo que chão de fábrica é lugar da técnica e não de política.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Eu me refiro a produtos como carros Lada , Dácia e bens de consumo em geral que foram fabricados na URSS. A Industria militar russa é uma exceção e você está absolutamente correto neste caso.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

E o avião russo, que caiu e matou um antigo presidente Polaco, e o SU57, que explodiu um motor, e muitos outros que não entregavam o que diziam.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Gabriel BR
11 meses atrás

E a L.M. e o F35, e a Boing e os 737 max, e muitos mais havia a dizer.

Mattos
Mattos
11 meses atrás

KC-390 vai dar show. Imbativel.

Francisco Herês
Francisco Herês
Reply to  Mattos
11 meses atrás

Amigo, eles não tem comparação, são classes distintas, o A400 é muuuuuito maior. que o kc390 e tem 4 motores a hélice. Um avião maravilhoso para os alemães (e eles queriam) seria o o ucraniano AN-70, este sim é show de bola.

Delfim
Delfim
11 meses atrás

Volta pra prancheta, tira os turboélices e coloca turbofans, e pronto.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Delfim
11 meses atrás

Nessa faixa de velocidade o turbo hélice é superior em economia e aceleração. O turbo jato é para velocidades maiores e relega a economia de combustível.

Delfim
Delfim
Reply to  Luiz Floriano Alves
11 meses atrás

Mas os problemas do A400 estão justamente na motorização. E as asas possuem enflechamento, não é obstáculo. Reprojeta, mete 4 turbofans V2500 e abraço.
A questão é que os europeus pensaram em substituir o C-130 e o C-160 com o A400, por isto lascaram turboélices para fazer o A400 um cargueiro STOL, mas não funcionam direito.

Mauricio R.
Reply to  Delfim
11 meses atrás

Não é por que se necessita operar dentro do mesmo “footprint” do C-130, que a aeronave tem que ter motorização TP ou ser STOL.
O C-17 não é TP, não é STOL e opera nos mesmos 3000ft de superfície plana que o C-130.
Ocorre que isto impõe um custo a operação da aeronave.
Os europeus não tem como paga-lo, a USAF sim.

Delfim
Delfim
Reply to  Mauricio R.
11 meses atrás

Mais custoso que esses motores TP problemáticos e as complexas hélices octopás em compósito ?

Mauricio R.
Reply to  Delfim
11 meses atrás

O C-130 também tem uma modificação em que se usam hélices de 8 pás.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Mauricio R.
11 meses atrás

Os Europeus não têm como pagar-lo? Verás.

Mauricio R.
Reply to  rui mendesmendes
11 meses atrás

Eu me referi a operação do C-17, tal como a USAF faz.

Mauricio R.
Reply to  Delfim
11 meses atrás

O transporte aéreo militar por uma questão de desempenho, voa em espaço aéreo segregado em altitude.
Assim se a troca de motorização proporcionasse um desempenho semelhante ao das aeronaves civis, essas aeronaves militares poderiam compartilhar o mesmo espaço aéreo.
E economizarem combustível por operarem em altitudes mais adequadas a sua motorização turbofan.
Hoje a única aeronave concebida com isto em mente, é o C-2 japonês.

Fernando EMB
Fernando EMB
11 meses atrás

Aqui o Maurício M. Não comenta….!!! Mas lá no tópico do “recall” do Phenom 300 ele não perde a oportunidade de tentar “denegrir” o nome da Embraer.
É um coitado.

Mauricio R.
Reply to  Fernando EMB
11 meses atrás

Eu não preciso denegrir nome algum, a própria Embraer já faz isto, sozinha.
Ah e acabo de escrever um comentário.

Salim
Salim
Reply to  Mauricio R.
11 meses atrás

Caro Maurício, recal na indústria e comum, acontece muito mais do que se tem noticiado. O louvável neste recall da Embraer e que acontece antes de qualquer falha grave que acarretam em perda equipamento ou vidas.

Maurício Veiga
11 meses atrás

Quando começa errado acaba errado!!!

Juarez
Juarez
11 meses atrás

E senhores, o tempo, mestre e senhor de todas as verdades e a Airbus vai colecionando aeronaves inoperaveis:
A 400
Tiver
NH 90
Typhoon com custos e logística impagáveis.
Enada como um dia após o outro, e verdades são solidificada pelos fatos…….

Mauricio R.
Reply to  Juarez
11 meses atrás

O A-400M e o Typhoon são 2 boas ideias, que a politica simplesmente esculhambou.
O NH-90 nem pra salvar a Komboza revisão da MGB a cada 10 horas de voo serviu, até por que em um mercado aonde há BH, Merlin e Hip, ele quase não faz falta.
Qnto ao helicóptero Tiger, pelo tanto de concorrentes que tem, pra que é que ele existe mesmo????

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

NH 90: https://www.analisidifesa.it/2019/11/2000-ore-di-volo-in-iraq-per-gli-nh-90-della-task-force-griffon/
Foram apenas 2000 horas de voo sobre Iraque lado a lado de chinooks e black hawks .

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  Juarez
11 meses atrás

A400: a matéria por si já relatou que a aeronave foi a espinha dorsal da força aérea alemã com mais de 1700…
Verdades …

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  Juarez
11 meses atrás

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rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Juarez
11 meses atrás

Pois, por isso é que é de longe ora a primeira, outras vezes a segunda maior empresa de aeronautica do mundo, um verdadeira gigante, juntamente com a Boing, e quanto aos falhanços, não são os que dizes, mas têm alguns, como todas as grandes empresas que ousam inovar, e os falhanços actuais, deixaram de o ser, quando forem resolvidos.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
11 meses atrás

Vixe.

Wagner
Wagner
11 meses atrás

Esse aí é um f35 de carga.

Wagner
Wagner
11 meses atrás

O legal é ver o maluco da Airbus dizer que falhas nos parafusos de fixação das hélices não são problemas fundamentais para a segurança…