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Embraer fecha negócio de US$1,4 bilhão com a Flexjet

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Praetor 600
Praetor 600

Las Vegas, Estados Unidos, 21 de outubro de 2019 – A Embraer anunciou hoje um acordo de compra com a empresa norte-americana Flexjet, uma das líderes globais no mercado de transporte via jatos particulares. O negócio inclui uma frota de jatos executivos da Embraer, como os jatos Praetor, recentemente homologados, e o Phenom 300. O anúncio ocorreu durante uma coletiva de imprensa na edição 2019 da NBAA-BACE (National Business Aviation Association’s Business Aviation Conference and Exhibition), convenção e exposição da aviação executiva sendo realizada até 24 de outubro, em Las Vegas, no estado de Nevada, nos EUA.

Com valor total de até US$1,4 bilhão, conforme os preços de lista atuais, o acordo foi incluído na carteira de pedidos (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2019. Com esse acordo, a Flexjet se torna o primeiro cliente frotista dos jatos Praetor.

“Somos muito gratos pelo compromisso renovado da Flexjet com a Embraer por meio desse acordo, que reflete o crescimento e a força da nossa parceria ao longo dos últimos 16 anos e simboliza nosso apoio à Flexjet na nossa jornada adiante”, disse Michael Amalfitano, Presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. “Clientes da Flexjet irão apreciar e se beneficiar de uma experiência elevada em aeronaves que lideram o mercado, incluindo os jatos Praetor, recém-certificados, que são projetos diferenciados e disruptivos.”

A parceria entre a Embraer e a Flexjet teve início em 2003, quando a Flight Options, empresa que passou a fazer parte do grupo Flexjet em 2015, se tornou a primeira empresa de propriedade compartilhada a introduzir o jato Legacy Executive na sua frota. Oferecendo aos seus clientes uma experiência de voo em cabine grande a um preço da categoria abaixo permitiu que a Flight Options atendesse mais clientes ainda melhor, viabilizando o crescimento da empresa por meio de aeronaves com projeto de alta utilização da Embraer, que permitem alta disponibilidade operacional da frota.

“Temos orgulho em introduzir os jatos Praetor no mercado de propriedade compartilhada e oferecer aeronaves tecnologicamente avançadas das categorias supermédio e médio aos nossos clientes”, disse Michael Silvestro, CEO da Flexjet. “Esse acordo representa a confiança de longa data que temos na Embraer e no seu compromisso fortalecido de assegurar suporte ao crescimento dos nossos programas e da nossa parceria por meio de jatos executivos que lideram a o mercado.”

A Flight Options introduziu o Phenom 300 na sua frota em 2010 e recebeu o 100o Phenom 300 em 2012, o ano em que o jato se tornou o jato executivo da categoria leve mais vendido. Pelo sétimo ano consecutivo, o Phenom 300 tem sido o jato executivo leve mais entregue, de acordo com a Associação de Fabricantes da Aviação Geral (GAMA, do inglês “General Aviation Manufacturers Association”). Também de acordo com dados da GAMA, o Phenom 300 foi o único jato executivo a alcançar a marca de 500 entregas na última década.

A Flexjet se tornou o primeiro provedor de propriedade compartilhada a oferecer o Legacy 500, em setembro de 2015. A Flexjet também foi o cliente que recebeu o 1.000o jato executivo da Embraer, um Legacy 500, em abril de 2016. O Legacy 450 se juntou ao Legacy 500 na frota Red Label, programa para clientes diferenciados da Flexjet, e ambos os jatos foram os primeiros da frota da Flexjet com a tecnologia fly-by-wire da Embraer, oferecendo desempenho e capacidade de aeronaves maiores com custos de jatos médios.

Cockpit do Praetor 500 e 600
Cockpit do Praetor 500 e 600

Sobre os Jatos Praetor

O Praetor 500 e o Praetor 600, ambos tendo sido homologados pela ANAC, EASA e FAA menos de um ano depois de terem sido anunciados na NBAA-BACE 2018, são jatos executivos tecnologicamente mais avançados de suas categorias. O Praetor 500 ultrapassou as metas de certificação, obtendo um alcance intercontinental de 3.340 milhas náuticas (6.186 km) com quatro passageiros e reservas NBAA IFR. O Praetor 500 é o jato médio mais veloz e de maior alcance, capaz de voos sem paradas entro o extremo sudeste e extremo noroeste da América do Norte a exemplo de Miami a Seattle ou de Los Angeles a Nova York. O Praetor 600 é jato super-médio de maior alcance do mundo, capaz de voos sem paradas entre Paris e Nova York ou de São Paulo a Miami. Com quatro passageiros a bordo e reservas NBAA IFR, o Praetor 600 tem alcance intercontinental de 4.018 milhas náuticas (7.441 km).

O design de interior Embraer DNA eloquentemente explora cada dimensão da cabine de passageiros dos jatos Praetor, que tem altura de 1,83m, piso plano, granito e manutenção do lavabo a vácuo, na mesma aeronave. Os recursos exclusivos da Embraer nas categorias dos Praetors, como a tecnologia de redução de turbulência e a mais baixa altitude de cabine com 5.800 pés (1.768 m), numa cabine muito silenciosa, têm elevado os padrões de experiência do cliente em ambas as categorias de jatos médios e super-médios. O maior compartimento de bagagem nas duas categorias dos Praetor é complementado por um generoso armário dentro de um lavabo privativo completo ao fundo da cabine.

Tecnologia avançada na cabine de passageiros é outro elemento do design Embraer DNA, a começar pela exclusividade da Embraer na indústria denominado Upper Tech Panel, um painel que exibe informação de voo e oferece controle da cabine, também disponível em celulares e dispositivos portáteis por meio da tecnologia Honeywell Ovation Select. Conectividade para todos a bordo é disponibilizado via banda KA da Viasat, com taxa de conexão de até 16Mbps e capacidade para streaming de vídeo, outra exclusividade em jatos médios.

Interior do Praetor 600

Sobre a Flexjet

A Flexjet ingressou no mercado de propriedade compartilhada em 1995. A Flexjet oferece leasing e propriedade compartilhada de jatos. O programa de aeronaves compartilhadas é o primeiro do mundo a ser reconhecido por ter alcançado o Padrão de Auditoria da Indústria (do inglês, Industry Audit Standard) pela Fundação de Segurança de Fretamento Aéreo (do inglês, Air Charter Safety Foundation).

A Flexjet é a primeira e única empresa a ser honrada com 20 Prêmios Diamante de Excelência (do inglês, Diamond Awards for Excellence) pela agência regulatória de aviação dos EUA (FAA, do inglês, Federal Aviation Administration) e mantém o padrão de segurança (do inglês, Platinum Safety Rating) da ARG/US, entidade norte-americana privativa de auditoria de segurança da aviação geral, além de preservar o nível 2 de aferimento de segurança pela IS-BAO, entidade internacional de segurança da aviação executiva.

O programa de propriedade compartilhada da Flexjet dispõe de uma seleção exclusiva de aeronaves executivas—algumas das mais novas na indústria de compartilhamento, com idade média de aproximadamente seis anos. Em 2015, a Flexjet criou Red Label by Flexjet, programa que oferece a frota mais nova da indústria com tripulação dedicada à uma só aeronave e a coleção de design de interior LXi Cabin Collection. Constam hoje mais de 30 designs de interior na frota, que inclui o Challenger 350, Legacy 450, Global Express, Gulfstream G450, G500 e G650, e o Aerion AS2, jato executivo supersônico. A Flexjet é membra da família de empresas Directional Aviation. Para maiores informações sobre programas inovadores e soluções flexíveis, visite https://www.flexjet.com ou siga-nos no Twitter @Flexjet ou Instagram @FlexjetLLC.

Sobre a Embraer Aviação Executiva

A Embraer é uma das maiores fabricantes de jatos executivos do mundo, tendo entrado neste segmento de mercado a partir de 2000, com o lançamento do jato Legacy. A Embraer Aviação Executiva foi constituída em 2005. Seu portfólio, entre os mais amplos da indústria, é formado pelos jatos Phenom 100, Phenom 300E, Legacy 450, Legacy 500, Praetor 500, Praetor 600, Legacy 650E e Lineage 1000E. A frota da Embraer Aviação Executiva excede a marca de 1.300 jatos, que estão em operação em mais de 70 países. Os clientes são apoiados por uma rede global de 70 centros de serviços entre próprios e autorizados, complementados por um Contact Center 24/7. Para maiores informações, visite executive.embraer.com.br

Sobre a Embraer

Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer completa 50 anos de atuação nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança, Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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mc1154
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mc1154

Dá-lhe o pedaço da Embraer que não foi pra Boeing.

João Moro
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João Moro

Boa notícia! são mais valores que entrarão na nossa economia, além de mais empregos.

Jorge Marques
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Jorge Marques

Fabricado no Brasil ou nos EUA?? Mais empregos aqui ou nos EUA???

Fernando EMB
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Fernando EMB

Nossa… Que tapa na cara dos que acham que a Embraer não seria uma empresa viável, pós separação da parte da aviação comercial!!!

wilton feitosa
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wilton feitosa

este projeto ainda foi desenvolvido na Embraer original …
só nos próximos anos vamos saber qual o peso do faturamento dos jatos comerciais, sobre o caixa da empresa …

Fernando EMB
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Fernando EMB

Wilton, nada a ver. O importante é que este contrato e seu faturamento isso ficar na Embraer após separação, pois do da aviação executiva.

Wellington Góes
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Wellington Góes

Pois então, só saberemos a real capacidade mais lá na frente, até aqui tudo bom é fruto da antiga Embraer, não da nova, então…….

Maurício.
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Maurício.

Wellington, pois é, como você mesmo disse, esse contrato ainda é fruto da antiga Embraer, aquela mesma Embraer que iria falir caso não fosse vendida a preço de banana…

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Lembrando, a galera afirmando que a Empresa iria acabar ?

Breve notícias do KC ….. você com certeza já sabe.

Canarinho
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Canarinho

E vai mesmo Carlos, nao eh um contrato desse que vai salvar a empresa, infelizmente. Daqui um tempinho a gnt volta a conversar quando o corpo técnico desmantelado da empresa for se engajar em novos projetos sem o fluxo de caixa que vinha da divisao comercial.

Wellington Góes
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Wellington Góes

Não, não, conte a história (sim, com H) direito…… A Boeing queria tudo e a direção da Embraer queria deixar entrar tudo, mas o governo chiou então…..

Quanto a ter viabilidade econômica e financeira, resta aguardar. E sim, que bom que conseguiram uma boa venda. Aleluia!!!

Aliás, tapa na cara é de quem acha que iria para Seattle. rsrsrsrs

WVJ
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WVJ

A principal dúvida sempre foi sobre a parte militar. Sabendo o o projeto do KC-390 foi desenvolvido pela mesma equipe da parte civil, resta saber se a Defesa & Segurança vai ter fôlego pra bancar equipe própria de mesmo nível.

Fernando EMB
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Fernando EMB

Você está errado WVJ… NÃO foi a mesma equipe.

WVJ
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WVJ

Os laboratórios de ensaio, as equipes específicas (ex. desenvolvimento de trem de pouso), tudo usado no projeto KC foi compartilhado da parte civil, correto? É o que fala o Barbieri da Unicamp.

FernandoEMB
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FernandoEMB

Não é isso não… Os grandes e principais laboratórios foram dedicados. Lógico que alguma coisa sempre se reusa. Quanto as equipes de engenharia, existiam (e existem) duas equipes distintas e que trabalham em paralelo, a do KC e a do E2. Aliás existem várias equipes…

Conan
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Conan

Verdade Fernando. Trabalhei na Embraer de 1999 a 2009 e é isso que acontece, os laboratórios e áreas de teste são naturalmente compartilhados entre os setores porem as equipes de projeto são diferentes.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Ótimo.

Delfim
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Delfim

O que são mais rentáveis: aeronaves executivas ou comerciais ?

FernandoEMB
Visitante
FernandoEMB

Rentáveis em termos de margens… são as executiva (e quanto maior o avião, maior a margem). Já em termos absolutos são as comerciais, devido ao volume de vendas.

Lucas Pirajá
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Lucas Pirajá

FernandoEmb
As margens dos aviões executivos da Embraer são pífios e você sabe bem disso, geralmente a embraer lucra mesmo no pós vendas dessas aeronaves executivas..
Detalhe, até hoje a unidade de negocio da aviação executiva nunca deu lucro nesses 10 anos de existencia.
A próposito, você irá para qual empresa ? Embraer ou BBC ?

Junior
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Junior

Ele sabe disso, a parte da área de jatos executivos que dão margem de lucro de verdade são os jatos de longo alcance, não é por nada que gulfstream, Bombardier e Dassault concentram esforços nessa área do segmento. Se não me engano, essa área de jatos executivos da Embraer não deu lucros consideráveis nesses 10 anos de vida, isso se é que deu lucro alguma vez, como o Welligton falou, todos esses modelos foram desenvolvidos na antiga Embraer, que tinha o segmento de jatos regionais como a vaca leiteira da empresa, era de lá que se tirava dinheiro para tocar… Read more »

Lucas Pirajá
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Lucas Pirajá

Junior, A matemática é simples, a Embraer irá ficar sem dividas, pois todas irão para a BBC; ficará com 1 bilhão de dolares em caixa; seu maior custo que era pessoas, irá ficar com a metade do efetivo, saindo de 19 mil funcionários para 9 mil (a ultima vez que eu me informei 86% dos custos da Embraer era relacionado a pagamento de funcionários); Terá um portfólio de aeronaves já certificados e sem um passivo de dívida de desenvolvimento,ou seja todas as aeronaves que ela vender já terá atingido o “breakeven” e consequentemente as margens de lucro será bem maior;… Read more »

Conan
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Conan

Lucas Pirajá, eu já falei isso umas dez vezes mas tem gente que ou faz de conta que não entende ou simplesmente não aceita que a Embraer esta firme e forte, sem dividas e com muito dinheiro para investir em seu crescimento.

FernandoEMB
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FernandoEMB

A história não é bem essa não… Existem aeronaves do portfolio da aviação executiva que tem uma margem de lucro muito boa, outras tem margem baixa.
O fato é que a Aviação Executiva sempre consumiu muito investimento, principalmente devido ao lançamento consecutivo de muitas aeronaves em muito pouco tempo (os caras lá fora não entendem como conseguimos isso!!!). Além disso as aeronaves já certificadas exigem constantes aperfeiçoamentos para continuarem competitivas.
Agora com um portfólio ajustado e consolidado, a Av. Executiva deve começar a ter um desempenho bem melhor.

Lucas Pirajá
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Lucas Pirajá

FernandEMB A margem boa é a do Legacy 650, porém esse programa já está descontinuado… Margem do Phenom 100 é zero, pra não dizer negativo, a do Phenom 300 é baixa, porém ganha-se muito no pós venda. Legacy 450/500/Praetor ainda não se pagou o projeto, não atingiu o famoso “breakeven” e acredito que a margem deve ser um pouco melhor que a do Phenom 300, mas ainda como eu disse, o projeto ainda não se pagou. E do Lineage, não preciso nem dizer né, baita elefante branco, tanto que não fabrica mais, só se haver uma venda expressiva e cá… Read more »

Fernando EMB
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Fernando EMB

O fato do projeto não ter atingido o break even point não tem a ver com a sua margem.
Quanto ao Lineage ser um elegante branco… Bem, vendeu mais do que o esperado quando se resolveu seguir com o projeto.
O mix de entregas da aviação executiva melhorou, o portfólio foi simplificado e as vendas estão melhorando. Ou seja isso vai colaborar com a viabilidade da empresa ainda por um bom tempo.

CavokJambo
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CavokJambo

FernandoEMB

Acho que o nosso colega Pirajá está correto sobre o breakeven afetar a margem de lucro sim, pois se a parte da venda da aeronave é para pagar o seu desenvolvimento, isso é contabilizado como um custo, logo a margem de lucro fica menor.
Matemática financeira básica

Fernando Lacerda
Visitante
Fernando Lacerda

Fernando EMB

Como o fato de não ter atingido o break even point não afeta margem ?

A partir do momento que uma parte do seu lucro é para pagar uma parcela do desenvolvimento do avião, isso se torna um custo, logo afeta diretamente a sua margem de lucro.

FernandoEMB
Visitante
FernandoEMB

Fernando e Cavok Na pressa acabei não sendo claro. O que eu quis dizer é que quando se projeta uma aeronave parte-se de um preço de venda (que está ligado ao valor que esta entrega ao mercado). E estima-se um custo para a mesma. A diferença entre a receita (ligada ao preço) e o custo (CPV) dará a margem. Também se faz um orçamento do quando se gastará no desenvolvimento e em quantas aeronaves vendidas este investimentos deverá ser recuperado. Esta conta dará o valor a ser amortizado por aeronave. E este valor será deduzido da Margem… teremos então o… Read more »

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Isso era porque a empresa estava gerando mais resultados!
Parabéns Boeing.
Que triste para os brasileiros “Safos” kkkkkkk.

Fabio Jeffer
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Fabio Jeffer

acho que vc deveria se informar, a divisão de aviação executiva ficou fora do acordo com a Boeing, vai ficar com a Embraer

FernandoEMB
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FernandoEMB

Ele não faz questão nenhuma de se informar. O ponto ótimo desta notícia é que ela mostra que a Embraer sem a aviação comercial é uma empresa viável… e corria muito o risco de não ser viável se continuasse com a aviação comercial.

Fabio Jeffer
Visitante
Fabio Jeffer

Esses jatos serão fabricados no Brasil ou EUA? Porque se não forem fabricados aqui não vejo qual a empolgação

Carlito
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Carlito

Os Phenom são montados na Flórida, mas toda a fuselagem é produzida por aqui. Já os demais são todos montados por aqui mesmo.

Jmgboston
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Jmgboston

Se não estou errado, Melbourne na Florida mas tenho dúvida de onde li isso.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Isso é porque diziam que a empresa precisava da “fusão” com uma empresa grade para não falir.
Parabéns a Boeing !

Fabio Jeffer
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Fabio Jeffer

Acho que vc não entendeu, aviação executiva vai ficar com a Embraer

Canarinho
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Canarinho

Fabio, voce nao entendeu a ironia

Jmgboston
Visitante
Jmgboston

Tenho a mesma pergunta do Fabio Jeffer. Ja li em algum lugar que a maioria dos jatinhos tem a linha de produção na Florida. Não sei se é verdade. De qualquer modo não vejo nada de errado serem fabricadoa nos States. O Brasil mesmo esta cheio de multinacionais.

Fabio Jeffer
Visitante
Fabio Jeffer

Mas seria bom se fossem fabricados aqui, pois gera renda, empregos, capacitação técnica e todos os benefícios que uma fábrica desse nível trás para o país.

Conan
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Conan

Alguns modelos sua fuselagem fabricados aqui e enviados para serem montados na Florida outros são todos fabricados aqui antes em SJC e agora em GP.

Kemen
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Kemen

Ótima noticia sem dúvida alguma . Mas me fica uma dúvida, “acordo de compra” (backlog) não é contrato é carteira de pedidos, esta mais para interesse de compra que no futuro pode se concretizar em contrato originando pagamentos e as quantidades podem também ser revistas para mais e para menos. isto é muito bom para aumentar o valor da “joint” Embraer numa negociação com a Boeing. Sera mera coincidência?

Luiz A Silva
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Luiz A Silva

A Flexjet vai comprar 64 avioes da Embraer, divididos entre o Phenom 300E e o Praetor 500p/600S.

Rodrigo Martins Ferreira
Visitante
Rodrigo Martins Ferreira

Se vocês parassem para pensar só um minutinho, sem estas teorias de conspiração estúpidas..

Com facilidade iriam entender como a EMBRAER que ficou, tem muito para crescer..

E não falo da EDS..

Eu nem manteria pessoal exclusivo lá…Aquilo é um elefante branco, com um projeto por década.

Mas a EMBRAER tem muita coisa para desenvolver, tirando esta viagem de carro voador.

Aviação passará por muitas mudanças nos próximos 20-30 anos…

IA, aeronaves elétricas, híbridos, drones, etc…

Ficar vendendo jatinhos hoje vai servir para financiar tudo isto.

Taso
Visitante
Taso

Quando a Boeing abrir o bico por causa do 737 Max e do NG (80% da receita), tudo bichado, a Embraer pode recomprar a parte que vendeu. Quem sabe pela metade do preço rs.