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DESAER revela detalhes da versão militar do ATL-100

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DESAER ATL-100

O Jane’s noticiou que a DESAER (Desenvolvimento Aeronáutico) está planejando diversas funções para sua versão militar da sua aeronave de transporte ATL-100.

A partir de 2022, a empresa planeja desenvolver a versão militar para funções como transporte de tropas, logística, ajuda humanitária, busca e salvamento, patrulha marítima, ligação e observação, evacuação médica, vigilância e segurança de fronteiras e operações especiais, informou a empresa.

A configuração de transporte de tropas, por exemplo, está prevista para levar 19 pessoas ou doze paraquedistas totalmente equipados e dois controladores.

A empresa observou que está finalizando estudos preliminares autofinanciados da versão civil e está conversando com cinco empresas sobre uma possível colaboração com o objetivo de testar o primeiro protótipo em 2021.

Os motores turboélice PT6A-65B da Pratt & Whitney Canada e Catalyst da GE Aviation estão sendo considerados para propulsar a aeronave.

A DESAER também está em negociações com a Collins Aerospace e AEL Sistemas sobre o fornecimento dos componentes de aviônicos e comunicações da aeronave.

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Leandro Costa
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Leandro Costa

Estou torcendo para que a DESAER decole e prospere. Agora é esperar e ver o que acontece.

Nando Gomes
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Nando Gomes

O estado malvadão não chegue junto pra financiar projeto e adquirir os produtos não, e pense que o destino dela vai ser diferente da Engesa…

Mauricio R.
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Que façam “crowdfunding”, no mercado há pelo menos 3 outras aeronaves na mesma categoria para escolher.
O Estado não tem que bancar essa “de volta para o futuro”, 50 anos depois do Bandeirante.
Somente pra agradar um escritório de power points.

Demetrius
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Demetrius

Kkkkk..olha quem voltou?!!!!!!

Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Ejá voltou secando uma empresa nova hein, esse é das tretas mesmo.

Elcimar
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Elcimar

Saí pé frio.. azarento..

Jakson de Almeida
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Jakson de Almeida

O interessante e a consideração pelos aviõnicos da Ael ,coisa que a FAB devia ter feito com o Kc-390.

Fernando "Nunão" De Martini
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Fernando "Nunão" De Martini

Jackson,
Embora a parte mais visível da aviônica (o painel e seus sistemas) seja da Rockwell Collins, há diversos itens importantes da suíte de aviônicos do KC-390 que são da AEL:

http://www.ael.com.br/kc-390.html

Doug385
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Doug385

A aviônica do KC-390 é COTS, não tem segredo nenhum alí.

rommelqe
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rommelqe

Caro Doug385: COTS mas não é brincadeira elaborar o software. O hardware em si é o que menos importa….até mesmo se fosse um up-grade 386 da vida!!!!!

Vitor
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Vitor

Esta aeronave aparenta ser superior ao Bandeirante e semelhar ao Brasilia em termos de passageiros porem mantendo a rusticidade do Bandeirante.

Fernando "Nunão" De Martini
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Fernando "Nunão" De Martini

Vitor, na verdade a capacidade de passageiros deste avião é praticamente igual à do Bandeirante. O Brasília é para 30 passageiros (cerca de 50% a mais).

sergio ribamar ferreira
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Boa noite. Sr. Nunão este avião me lembrou do Bufallo em versão menor. Na minha opinião é válido termos empresas que queiram se arriscar a entrar nesse mercado. Grande abraço.

rommelqe
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rommelqe

Tive a felicidade de voar diversas vezes tanto no Bandeirante quanto no Brasília. Torço muito para que a DESAER decole com seu projeto e que um conjunto de empresas agregadas possam colocar esse avião operacional. Agora, como bem observou o Nunão, este projeto é da mesma classe do Bandeirante, pois o Brasília ja é pressurizado e muito maior. Também acho que no conceito original, como também vc bem observou, o projeto desse avião esta aparentando uma rusticidade maior (asas altas, e trem de pouso reforçado, por exemplo) o que é muito adequado! Nesse aspecto deveria superar o Bandeirantes, que embora… Read more »

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

Como anda a compra daqueles aviões americanos para o EB? Bem que poderíamos adquirir alguns destes!

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Eu sou mais um que deseja ver um segundo player além da Embraer aqui no Brasil. Espero que essa empresa prospere.

A um tempo atrás se comentava sobre uma empresa nacional desenvolvendo motores, inclusive um modelo do porte da onipresente PWC PT6, da qual o Brasil é um dos maiores usuários. Um projeto bimotor desses, bem que poderia ser o modelo lançador. Infelizmente se trata de empresa nova e ainda engatinhando, então seria arriscado demais oferecer para clientes que não fossem as FAs brasileiras, um motor desconhecido no lugar do comprovado PT6.

JT8D
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JT8D

Esquece essa história de motor. Quem é louco de investir numa empresa para concorrer com o PT6? É muito bonito falar essas coisas, mas na hora de encontrar alguém pra colocar a grana …

André Bueno
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André Bueno

Sua fala não vale, você é da família! Rsss

JT8D
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JT8D

Kkkkkkk

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Já tem concorrente para o PT6 na faixa até 850 SHP, o General Electric H80 que é a modernização do Walter tcheco que foi comprado pela GE.
E com todo o apoio e força da GE está entrando com dificuldades no mercado.
Imagine uma brasileira sem tradição.
. https://en.m.wikipedia.org/wiki/General_Electric_H80

Señor batata
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Señor batata

Boa tarde a todos. Sem querer ser pessimista, mas existe chance dessa aeronave ir para frente sem uma encomenda das forças armadas? Pergunto isso pq vejo ela entrando em um mercado cheio de concorrentes fortes e forças armadas q podem ter mais interesses em investir em outros projetos. A fab irá ficar nos próximos anos com orçamento comprometido com os gripens e kc. O exercício está estudando diminuir o efetivo. A marinha luta para manter meios de superfície. E mesmo assumindo q a economia melhore e as forças armadas recebem mais recursos pode haver entendimento q outras capacidades são prioritárias.… Read more »

rommelqe
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rommelqe

Señor, acho que existe um mercado civil não tão menosprezável. Se voce olha os pátios dos nosso aeroportos com um monte de aviões de empresas e fazendeiros a gente percebe que não se tem apenas transporte de passageiros vip.

Señor batata
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Señor batata

E aí rommelqe, td bem? O seu ponto sobre ser um mercado grande é bom, mas vale notar q é um mercado com concorrentes bem estabelecidos. Claro q não significa q não significa q o atl não conseguiria cavar espaço entre os concorrentes, mas torna a vida dele mais difícil. A pergunta é se as forças armadas entenderem q não vale a pena alocar recursos para esse projeto, ele caminha só vom interesse do setor civil?

rommelqe
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rommelqe

Concordo meu amigo que não é um mercado fácil. Vai ter que brigar muito, ser competente e competitivo. Concordo que se não houver compras do exercito/FAB é quase totalmente inviável.Também como já foi dito por alguem aqui no aereo, é necessario toda uma infraestrura para fabrica-lo, etc. Acho que la em Botucatu haveria uma sinergia muito grande; seria um novo produto interessante pra eles também!

Señor batata
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Señor batata

Rommelqe eu admito q gostaria de ver esse projeto ir para frente, mas não sei se as forças armadas vão querer entrar nessa. Como eu já demonstrei, talvez elas achem q trm melhores maneiras de investir os recursos.
Tchau e abs.

JT8D
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JT8D

Prezado carbohidrato, se até o Bandeirantes precisou de encomendas da FAB, eu não tenho a menor dúvida que esse aí também vai precisar. Não adianta vir com discursinho neoliberal, indústria de defesa precisa de apoio do governo. Provas disso são a Embraer (que teve apoio) e a Novaer (que não teve). É óbvio que podemos simplesmente optar por não ter indústria de defesa ou até mesmo não ter indústria nenhuma e comprar tudo da China

Señor batata
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Señor batata

Olá JT8D, prazer poder conversar com o senhor novamente. Seguindo com o tema, o senhor q é um usuário do estoicismos deve concordar quando ru aponto q talvez as forças armadas achem q o projeto não vale a pena. E não quero de nenhuma maneira apontar nessa afirmação q o avião tem falhas ou algo do género. E sim pretendo apontar q talvez as forças achem q tem áreas onde vale mais a pena investir os parcos recursos q elas dispõe e disporão no futuro. De cabeça eu posso lembrar q o Brasil poderia avançar em diversos campps no setor… Read more »

JT8D
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JT8D

Meu amigo, senhor está no céu. Dito isso, só posso lhe dar minha humilde opinião sobre essa questão. Eu acho importante desenvolver novas indústrias aeronáuticas no Brasil. É inegável que temos vocação e competência nessa área. Se hoje a FAB pode ter suas especificações para um cargueiro sofisticado como o KC390 atendidas, é por que no passado apoiou uma empresa inexperiente que produzia um avião quase tosco, o Bandeirante, que poderia ter sido comprado no exterior. Esse ATL-100 não é um avião complexo, mas em geral as empresas começam produzindo produtos simples e de menor risco, como fez a própria… Read more »

Eduardo
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Eduardo

Mercado Civil teria mercado. Não tem aeronave meio termo. Ou se viaja de Grand Caravan, 9 passageiros, ou de ATR-72 para 70 passageiros.

Um fica caro por levar poucos passageiros. Outro só vale a pena decolar com certo número de passageiros.

Enfim, acho que a aviação regional se beneficiaria com este produto.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Apesar de atualmente o segmento “Commuter” de 19 passageiros em média estar com poucas vendas, ainda são fabricados na Alemanha/Índia(Dornier Do-228 ), China Com Y-12F , República Checa com Let 410 e Canadá com Twin Otter . E com EUA com Cessna 408 e Indonésia com N219 entrando na fabricação.
Portanto muito difícil que vingue esse Desaer sem o GF como padrinho.
.
Existe o ATR-42 menor ainda entre os Commuter e o ATR-72.

Cláudio Severino da Silva
Visitante
Cláudio Severino da Silva

Prezado Eduardo: não podemos esquecer do ATR 42-600 com capacidade de 30 a 50 pax.
Ab’s

Claudio Moreno
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Claudio Moreno

Boa tarde Senhores!

Em outro site de assuntos relacionados à defesa, foi divulgado a venda confirmada de três exemplares da versão civil, para uma empresa de entregas rápidas. Ainda que muitos digam que o orçamento da FAB está comprometido do com o F39 e KC390 (em parte verdade, mas trata-se de despesas previstas), penso que se a aeronave atender os requisitos operacionais, a FAB irá adquirir exemplares para tentar uniformizar a aviação de transporte leve.

Independentemente de meu “achismo”, torço para que a empresa decole.

CM

Fernando "Nunão" De Martini
Visitante
Fernando "Nunão" De Martini

Claudio, só para avisar: a notícia saiu aqui também. Intenção de compra de duas aeronaves, com opção para mais três.

https://www.aereo.jor.br/2019/08/15/desaer-confirma-primeiro-pedido-do-atl-100/

Claudio Moreno
Visitante
Claudio Moreno

Salve Nunão,

Verdade…eu não me lembrava . Coisa do alemão….kkkk kkkk

CM

Foxtrot
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Foxtrot

O que seria a versão de operações especiais da versão militar ?
A Desaer deveria estudar uma versão embarcada dessa aeronave visando a baixa disponibilidade desse tipo de aeronave no mercado e futura substituição dos C1- Trader na MB.
Mais uma vez pergunto, tem vaga para engenheiro mecânico aí Desaer kkk ?

carvalho2008
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carvalho2008

pelas caracteristicas, bastaria uma versão de asas dobraveis…..alem do gancho.

O tamanho e dimensões são quase identicos aos tracker quer no comprimento ou envergadura.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

E vai vender para quem esta versão embarcada?

Elcimar
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Elcimar

Tem Tudo pra vingar esse projeto…tanto na FAB quanto pro EB.. vamos torcer.. produto brasileiro e com visão de futuro.

Luiz Floriano Alves
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Essa aeronave deveria ter mais configuração para STOL. Assim teríamos um avião moderno para as nossas pistas despreparadas do interior. Trem de pouso mais forte e flaps e slots de super sustentação. Flapes soprados (sistema Atinello) fariam dele um campeão de vendas como comuter e transporte militar leve. Não pensem que o KC vai pousar e decolar em nossas pistas improvisadas que cobrem todo o território nacional. Deslocaria o Cessna Caravan.

sergio ribamar ferreira
Visitante

Concordo com o Sr. Luiz Floriano Alves. Lembrei do Bufallo em versão menor, porém com mais potência. Transporte militar leve. Grande abraço.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Mas o projeto todo dele é justamente para isto.

ele é um STOL para pistas sujas e pequenas.

Gabriel BR
Visitante
Gabriel BR

Um avião como esse tem muito futuro no mercado de transportadoras aéreas, temos uma frota enorme prestes a ser substituída em todo o Brasil. Com a liberalização do mercado vamos ter gigantes da logística mundial operando no Brasil…

Satyricon
Visitante
Satyricon

Tenho a certeza que o país já deveria pensar em um substituto para o bandeirante, mas tenho minhas dúvidas se o caminho seja esse. Principalmente por já existirem vetores nos mesmos moldes no mercado mundial, principalmente o M28 da PZL (que só difere na porta tipo clamshell ao invés de rampa na traseira). Vejam bem, o Kc390 será um sucesso, porque não tem nada igual no mercado. Já esse aí… vai enfrentar concorrentes estabelecidos, como Cesna e PZL. Difícil começo. Quero estar enganado, mas me lembra a Novaer. O mais difícil é que o pessoal esquece a história. Até hoje… Read more »

Trathanius
Visitante
Trathanius

Esta com cara e cheiro de projeto natimorto. Isso aí só sai do papel com um pesado financiamento estatal, não tem nada de inovador, é uma cópia do Cessna 408 SkyCourier que entra em produção em 2020 com 50 unidades iniciais para e FedEx e opção para outras tantas. Só resta esperar que alguém considere uma rampa traseira um diferencial que justifique financiar um projeto economicamente inviável tocado por uma empresa que ao pé da letra tem zero Know-how. PAZ

Mauricio R.
Visitante

Não diz isso, senão vão chamar o conselho tutelar e te acusar de bullying!!!!
No mais comentário consciente, direto ao ponto, irretocável, assino embaixo.

RENAN
Visitante
RENAN

Que nasça uma gigante do setor e que gere frutos ao Brasil.
Bons ventos a está nova empresa

ALEXANDRE
Visitante
ALEXANDRE

Podia era ter uma empresa nacional pra helicópteros de guerra…dar essa ideia pra Dakaer rs

Kemen
Visitante
Kemen

O ATL-100 pode ter alguma perspectiva no segfmento particular para pequenas cargas ou mesmo transporte pessoal, não tem presurização, mas tem porta traseira. Na minha opinião não vejo muitas perspectivas no mercado militar, mas é possivel devido ao baixo preço e para emprego em determinadas operações remotas em pistas de pouso improvisadas. É o surgimento da categoria tipo Bandeirante melhorada em aviônica e facilidades. Desejo boa sorte no desenvolvimento final do protótipo e espero que a empresa não fique nisso, e siga sempre olhando para novos horizontes de mercado.

Juscelino S. Noronha.
Visitante
Juscelino S. Noronha.

Alguém sabe me dizer em que pé está o caso da NOVAER?

Antonio Araujo
Visitante
Antonio Araujo

Tomara que ela decole!