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Caças F-35B da RAF só terão mísseis Meteor e Spear integrados em 2024/25

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Concepção do F-35B lançando o míssil Meteor

Os caças F-35B da Royal Air Force (RAF) não estarão totalmente integrados ao seu novo míssil ar-ar Meteor para combates além do alcance visual e ao míssil de ataque à superfície SPEAR até o ano 2024/25, de acordo com o Ministro da Defesa.

Respondendo a um questionamento parlamentar, o Ministro disse que a integração do Meteor e do SPEAR Capability3 de ataque de superfície de precisão no F-35 Lightning está nos seus primeiros estágios e o cronograma para sua realização ainda não foi definido. Mas o Ministro acredita que o trabalho poderá ser completado até meados de 2024/25.

O Reino Unido (MOD) concedeu à MBDA no dia 21 de abril de 2017 um contrato para preparar o caminho para a integração do míssil ar-ar Meteor (Beyond Visual Range Air-to-Air Missile — BVRAAM) em seus novos caças furtivos F-35.

O contrato visava diminuir o risco do esforço de integração e incluia a mistura de ativos de teste, produtividade e trabalho de engenharia necessários para suportar a compatibilidade e uso do Meteor no F-35.

A força britânica planejava armar os F-35 Lightning II com o míssil Meteor a partir de 2020.

O Meteor e o SPEAR são armas avançadas que complementam o F-35 da 5ª geração, trazendo capacidade de rede com “stand-off” — ambas as armas são elementos-chave da capacidade de ataque de porta-aviões do Reino Unido no futuro.

Concepção do F-35 lançando o míssil ar-superfície SPEAR
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Alfredo RCS
Alfredo RCS
1 ano atrás

O meteor ja esta integrado ao gripen…que coisa nao???

Mercenário
Mercenário
Reply to  Alfredo RCS
1 ano atrás

E ao Typhoon e ao Rafale…

Carlos Campos
Carlos Campos
1 ano atrás

Bom pelo menos é uma questão de tempo e eles poderão integrar qualquer míssil que quiserem

Mercenário
Mercenário
1 ano atrás

Antes desta integração, vai operar com ASRAAM, Paveway IV e AMRAAM.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Mercenário
1 ano atrás

O que diga-se de passagem já é um arsenal extremamente respeitável! O interessante é que eu li essa notícia em sites internacionais e não vi o alarido que se deu exclusivamente aqui. Por que será?

Matheus
Matheus
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Fã boy detected.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Matheus
1 ano atrás

Se esforce mais que não deu meu caro……

Augusto L
Augusto L
Reply to  Mercenário
1 ano atrás

O RU e a Holanda compraram a versão D do Araam.
É pra impor respeito

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
1 ano atrás

Isto só mostra o quanto é complexo a integração e homologação de sistemas de armas. Não é “plug and play” como acham que é!!!!

Hugo Vigneron
Hugo Vigneron
1 ano atrás

Alguém sabe informar se a FAB vai adquirir o míssil Meteor e se sim , quando pode ser ?

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Hugo Vigneron
1 ano atrás

Se sim não sei! Se não, deveria…rs!

FighterBR
FighterBR
Reply to  Hugo Vigneron
1 ano atrás

Sim, vai adquirir o Meteor. Na LAAD deve sair alguma coisa (ou não).

Tiago
Tiago
Reply to  Hugo Vigneron
1 ano atrás

Tudo indica que a FAB quer o Meteor. Infelizmente não depende só deles, por isso, até que haja algum pronunciamento oficial sobre o assunto, a questão segue incerta…

Bosco
Bosco
Reply to  Hugo Vigneron
1 ano atrás

Um milagre de cada vez. Vamos primeiro esperar o caça ficar pronto.

teropode
Reply to  Bosco
1 ano atrás

A turma da muito angustiada kkkkkk, Diazepan na veia .

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Reply to  Hugo Vigneron
1 ano atrás

Da última vez que ouvi, SIM a FAB tinha escolhido o Meteor, só que os alemães estavam criando cado com isso, Mas que estavam perto de superar essa oposição.

Oganza
Oganza
1 ano atrás

Basicamente o único que realmente demanda essa integração é o UK, que está a muito tempo em uma bad trip no assunto defesa.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Oganza
1 ano atrás

Faz muito tempo que não vejo o senhor por aqui caro Oganza

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Oganza
1 ano atrás

Alguns países possuem conglomerados industriais de defesa. A BAE tem o Reino Unido…

Oganza
Oganza
Reply to  Rafael_PP
1 ano atrás

Pois é, justo o Reino Unido se transformou em uma monocracia em defesa… o pior é que a nata toda foi para a Fómula 1 nos anos 70.

Delfim
Delfim
Reply to  Oganza
1 ano atrás

Olá Oganza, sua referência à F-1 é excelente. Colin Chapman à frente, muitos engenheiros aeronáuticos se bandearam para o automobilismo, não apenas pela vi$ibilidade, mas pelo declínio da indústria aeronáutica inglesa.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Oganza
1 ano atrás

“Bad trip”?

O Reino Unido, através da MBDA UK, foi o país que liderou o desenvolvimento do Meteor – com participação de outros países europeus – e, inclusive, já opera o míssil no Typhoon.

Oganza
Oganza
Reply to  Mercenário
1 ano atrás

Exatamente, MBDA UK… eles não se governam. Ademais, o problema do Meteor/F-35 não é a integração propriamente dita, ele simplesmente não cabe na baia onde vai o AIM-120… ato contínuo, o Meteor precisa de um novo projeto aerodinâmico, isso vai custar os cachos da Rainha… cachos que ela não tem. Sim, é uma Bad trip.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Oganza
1 ano atrás

eis que o homem está vivo

Pericles Ferreira Leite
Pericles Ferreira Leite
1 ano atrás

Terão de modificar as aletas do Meteor para que os mesmos caibam nas baias internas, mesmo naquelas (maiores) que serão posteriormente “retrofitadas” nas unidades LRIP (Low Rate Initial Production). Isso sem falar que terão de esperar o Block 4 do software.

Comparem as aletas do Meteor mostrado na primeira imagem com as das unidades já em operação atualmente.

Antoniokings
Antoniokings
1 ano atrás

É impressionante.
Esse avião nasceu com um ‘carma’.
Nada dá certo.

Pedro
Pedro
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Tenho a leve impressão, que este avião vai ser a base das próximas gerações se aviões sem pilotos, vai ser a espinha dorsal das Forças Aéreas do Ocidente por muitos anos.

A quantidade de problemas encontrados, deve ter haver com a pluralidade de fornecedores. Mas que possui muitos problemas ele possui sim.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

“Esse avião” está passando por cima de radares e SAMs russos na Síria para destruir alvos da teocracia iraniana no país. De igual forma cumpriu 1.200 horas de combate com o USMC atacando alvos no Afeganistão a partir do USS Wasp que estava no Oceano Índico.

Por outro lado o Su-57 não tem motor e radares definitivos e passou míseras 48 horas na Síria onde apenas lançou um míssil contra os barbudinhos locais. E a “Dama Jequiti” J-20 precisa se virar com motores russos dos anos 80 e ficar guardada em hangares com ar-condicionado.

Chato né?

Jagderband#44
Jagderband#44
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Pilotos do USMC não brincam em serviço. Isso é fato.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Deixa de onda.
Israel ganhou (de grátis) alguns deles e mesmo assim não se mostrou muito entusiasmado.
Recusou até novas doações.

Chris
Chris
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

A adaptação no F-35 é apenas mais complicada, por causa das baias internas.

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Não vejo isto como um grande problema.
Pois já estão integrados os mísseis ASRAAM e AMRAAM.
Qual a fonte original desta matéria? Ou foi fabricada via modelo de propagação de críticas do Kremlin e simpatizantes?

Leitor Sincero
Leitor Sincero
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Estava tudo bem até chegar a parte de “O Globo”.
Mas é um currículo respeitável e invejável!

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Qual é o problema afinal com a matéria??? É falsa?? Não, não é, então qual é o problema? Existe algum problema em ser imparcial e publicar as coisas como elas são? Deus do céu…

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Peter nine nine
1 ano atrás

Basta falar mal dos EUA (ou Israel) que os fanboys ficam ouriçados.
Até aparecem alguns fantasmas para comentar.

Bosco
Bosco
1 ano atrás

Nenhuma surpresa em relação ao Spear 3. Ele ainda sequer existe.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Exato. Ainda em fase de testes/desenvolvimento.

Por oportuno, o Brimstone 3 também já está em testes:

https://www.youtube.com/watch?v=yV63L23cars

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Tava pensando nisso…

Bosco
Bosco
1 ano atrás

Na verdade eu tenho dúvidas que o Spear 3 irá vingar. Pra mim ele será cancelado e substituído pelo StormBreaker (SDB 2).

Bardini
Bardini
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Acho que o Spear 3 vai ter de vingar… Será o míssil antinavio dos caras para o F-35B.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco,

A MBDA já recebeu um contrato de 411 milhões de libras para desenvolver o Spear 3, além deste contrato de integração do qual trata a matéria.

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Em minha ignorância, acho que não só vingará como poderá ter sucesso comercial. O conceito é extremamente interessante, inclusive para países emergentes que já operam aeronaves de quarta geração.

Trathanius
Trathanius
Reply to  Bosco
1 ano atrás

O Spear 3 parece ser uma modificação do Brimstone II com asas e propulsão por turbojato.

Bruno
Bruno
1 ano atrás

O F-35 está limitado, o quanto nós não sabemos, os israelenses usaram na Síria, está operacional em alguns lugares, mas como eu disse, limitado! O problema é que parece que as limitações dele nunca acabam, resolve um problema e surge outro.

Jagderband#44
Jagderband#44
Reply to  Bruno
1 ano atrás

De qualquer forma ele está sendo usado, além de já ter sido batizado em combate. E isso é o que importa. Faz parte da evolução. Problemas surgem e são resolvidos. Simples.

Thiago Telles
Thiago Telles
Reply to  Jagderband#44
1 ano atrás

É muita coisa p resolver. Tapa um buraco aparece dez. Parece estrada no Brasil. Haja dinheiro.

Thiago Telles
Thiago Telles
1 ano atrás

Tomara q até lá tenham reduzido um pouco o nr de problemas crônicos. Pelo menos um pouco.

Elton
Elton
1 ano atrás

O F35 e um amálgama de tecnologias avançadas desenvolvidas nos últimos 50 anos mas ainda esta melhor que nosso jas39ngnunca ja que o desenvolvimento dele não chega a 20 anos enquanto o jas39 esta operacional desde a decada de 1990 e apenas uma versão melhorada sequer está operacional ate hoje .

Bosco
Bosco
1 ano atrás

A bomba planadora SDB-2 (80 km) , o míssil Spear 3 (150 km) e o míssil AARGM (180 km) nos dão uma ideia de como evoluiu a capacidade de atacar alvos móveis. Há alguns anos tais ataques só podiam ser efetuados por mísseis táticos com alcances menores que 10 km, como por exemplo o Maverick A, B e D.
A introdução de radares com capacidade SAR/MTI revolucionou o ataque a alvos táticos e permite que tais alvos sejam engajados em alcances mais de 10 vezes o possível num passado recente.

nonato
nonato
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, você poderia explicar como esses mísseis seriam utilizados?
A essa distância mencionada, digamos que os EUA decidissem atacar a Venezuela a partir da fronteira com o Brasil.
Ou por mar, mesmo.
A essa distância os sistemas antiaéreos não atingiriam o avião?
E contra Rússia e China, o S 400 ou outros sistemas não poderiam derrubar o avião?
Ou aviões do outro país?
100 km, a 2.000 km por hora, se percorre em menos de um minuto.

Bosco
Bosco
Reply to  nonato
1 ano atrás

Nonato, Lembre-se que estamos falando de caças furtivos. Nessa distância toda eles são imunes aos radares de baixa frequência. Mas mesmo se lançado de aeronaves convencionais eles podem ser efetivos. Vamos supor um Typhoon que vasculhe o horizonte com seu radar em busca de alvos. O sistema detecta alvos e os lista no tela , digamos a distância de 150 km. Rapidamente as coordenadas GPS dos alvos são inseridos nos mísseis com as respectivas assinaturas dos alvos e o caça lança meia dúzia de Spear 3. Como os alvos estão estacionários o caça pode dar meia volta e se evadir,… Read more »

Heli
Heli
1 ano atrás

Aproveitando o topico, alguem tem imagem ou video de algum F35 lançando um missil ER tipo Sidewinder ou Asraam??

Bosco
Bosco
Reply to  Heli
1 ano atrás
Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Baiazinhas para micro-mísseis tipo hellfire!? Ahaa para com isso!Não compensa nem gastar combustível!

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Segue o jogo, toca a ficar com apenas com as ultimas versões dos misseis americanos…

Mercenário
Mercenário
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

ASRAAM e Paveway IV são produzidos no Reino Unido.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Apenas uma pergunta, os Misseis citados são tão melhores que o resto?

ednardo curisco
ednardo curisco
1 ano atrás

custo x benefício

Poderiam homologar em 1 ano? poderiam.

vale o custo? provavelmente não.

Como todo projeto, vale a fórmula:

resultado = tempo x investimento

Quer menos tempo? só aumentar o investimento.