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LCA Tejas MK I recebe a ‘Final Operational Clearance’ da IAF

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LCA Tejas MK1: quase 40 anos depois que a HAL começou a estudar a aeronave de combate leve com a MBB da Alemanha, o caça finalmente atingiu sua FOC

20 de fevereiro de 2019 é um dia significativo na jornada da Light Combat Aircraft Tejas MK I para a Força Aérea da Índia (IAF), quando a declaração formal de Final Operational Clearance (FOC) da aeronave foi feita pelo Secretário de Defesa R&D e Presidente da DRDO Dr G Satheesh Reddy.

O dia também testemunhou a entrega do Certificado FOC e Liberação para o Documento de Serviço (RSD) ao Chefe do Marechal da Força Aérea BS Dhanoa, na presença do Secretário de Defesa Shri Sanjay Mitra e Presidente e Diretor Administrativo da Hindustan Aeronautics Limited Shri R Madhavan

A FOC envolve o acréscimo de recursos essenciais às aeronaves Initial Operational Clearance (IOC), que são capacidades Beyond Visual Range, reabastecimento em voo, armamento ar-solo e expansão geral do envelope de voo.

O RSD fornece os recursos, capacidades e tecnologias que a aeronave padrão FOC terá na incoporação à IAF. O padrão FOC já foi introduzido nos projetos das aeronaves que foram entregues à Hindustan Aeronautics Limited (HAL) para iniciar a produção depois de incorporar as principais mudanças sobre a aeronave padrão IOC.

A Initial Operational Clearance da aeronave ocorreu no ano de 2013 e as aeronaves padrão IOC foram introduzidas no Esquadrão No. 45 da IAF, em julho de 2016. O Esquadrão da IAF já voou 1.500 surtidas com sucesso na aeronave.

É um dia de orgulho para todas as agências envolvidas no projeto, desenvolvimento e produção da aeronave, ou seja, a Agência de Desenvolvimento Aeronáutico (ADA), a sociedade autônoma DRDO como agência de design e a Hindustan Aeronautics Limited (HAL) como fabricante.

Muitos outros laboratórios da DRDO, como ADE, GTRE, LRDE, CEMILAC, etc., bem como outras agências, como BEL, CSIR, DG-AQA e agências do setor privado, contribuíram na jornada da LCA.

Cockpit do LCA Tejas biposto
Cockpit do LCA Tejas biposto
LCA Tejas MK I

FONTE: Ministério da Defesa da Índia

63 COMMENTS

      • Discordo. Um caça cujo projeto durou 35 anos, cuja FOC foi atingida depois de 18 anos, cujas entregas estão atrasadas em 9 anos, que segundo os indianos não entrega as capacidades exigidas, principalmente em relação a autonomia, com apenas 500 km de raio e 53 minutos de resistência em combate, e ainda segundo os indianos, custando mais caro que F-16 e SU-30 e fazendo bem menos que eles fazem, além do fato de ser basicamente construído com componentes, principalmente os mais críticos, importados de outros países, não vejo porque estão de parabéns, é um péssimo exemplo. O JF-17 muito mais simples e barato faz tudo que ele faz e até o supera em alguns quesitos.

        • A Índia é um pais onde a corrupção e a incompetência do Estado são até maiores que no Brasil. É um milagre que tenham entregue o avião…

          • Still they are far ahead in space program and making LCA while we import Gripen even after having Embraer . Shame on us they are better than us in every way

        • 35 year ? i read this program got sanctioned in 1993 and joined service in 2016 . How its 35 year ? F-16 combat radius is 550 km and JF-17 combat radius is 530 km .FA-50 even lower just 310 Km.

        • JF-17 ? A fighter which lacks Helmet Mounted System and uses an outdated fly by wire flight controls And smokey Russian RD-93 engine is good ? It crashed twice already . India’s Tejas is no F-22 but its much better than Chinese junk like JF-17

    • o problema não é o tempo, é o custo e a maneira que foi feita. Mas ainda assim existiram ganhos de conhecimento… e estes terão seu valor no futuro.

    • 36 ? It got sanctioned in 1993 and 23 years later it joined IAF..What Brazil has achieved in all these years except importing fighters from abroad ?

  1. Um vetor que ninguém quer.
    É como se lançassem um automóvel com a tecnologia do Fiat Tempra em meados do ano de 2010, ninguém iria querer. Simples assim !

  2. pergunta do governo e militares:
    quanto ficará pronto?
    engenheiros:esperamos que TEJA pronto um dia……………
    (apesar de saber que nunca tentamos fazer nada disso…)

  3. Late, deficient , will get shot down etc won’t change the fact that it is operational and in active service.

    How many countries can claim to have designed , developed and manufactured a operational 4th generation fighter aircraft on their own ( not joint development ) ?

    USA , Russia , France , Sweden , South Korea , Japan , Taiwan , China , India

    That ain’t a big list

    • Nobody here is doubting of indian capabilities. The fact is that they took to long to develop and release this aircraft on market. It’s an oldated plane and it will face a feral competition which will probably fail. No one is gonna buy it.

    • Nevermind Nostra. We Brazilians are naturally born complainers.

      Of course Tejas is not an F22, but to be able to develop a fighter from the scratch (and not by reverse engineering) is totally remarkable.

      When Brazil deploys its first nuclear powered sub, you guys should make fun of us as well, just to check on our reaction.

      • Well we faced lots of problems trying to develop the LCA, lack of experience , lack of facilities , lack of civilian industrial companies capable of producing aerospace grade components and sub systems , sanctions , technology denial , confistication of our materials relating to our FBW being tested in LM iron bird by US government , lack of funding , political interference and apathy etc etc

        But in a both funny and tragic way the scientists and technicians working on LCA had to face lot of problems at personal level too especially during the late 80s the 90s and the early 00s.

        In India most marriages are arranged marriages , where parents of the bride and bridegroom come together and decide whether the marriage should happen or not.

        The primary concern of the parents of the bride is where the bridegroom is employed and how much he earns and what is his future prospects. If they are not satisfied , the marriage will not happen.

        So in those days as grim as things were the chances of the aerospace scientists and technicians successfully getting married was very low because the parents of the bridegroom considered the profession not prestigious enough and too low on salary and hence refused to give their daughters in marriage.

        Simply stating the aerospace scientists and engineers were person non grate when it came to marriage , especially the desirable ladies. lolzzzzz

        Many ended up as bachelor’s and some found a way out by taking the extreme step ie running away with the girl and funnily as a result many of them ended up in jail for elopement.

        This further created a artificial shortage of trained personnel’s and compounded the existing problem of shortage of trained manpower.lolzzzz

        Looking I don’t know whether to laugh or cry. Those days were good though.

        Anyways welcome to the indian aviation industry lolzzzzz

  4. Parabéns a India pela persistência em um projeto nacional e autônomo!
    Daqui a pouco estarão no mesmo patamar evolutivo das grandes potências, ou seja estão fazendo o dever de casa,
    Enquanto que no “quintal” das nações ocidentais ao trópico de Capricórnio a alucinação megalomaníaca e esquizofrenia estratégica seguem descabidas.

    • JF-17 have 2 crashes already . It uses Smokey RD-93 engine and lacks decent flight controls or even a basic Helmet Mounted System. Tejas far better than Chinese junk JF-17

  5. O caça de 4g com menor RCS, veloz, ágil, sistema fly by wire de primeira categoria, armado com produtos europeus, israelenses, russos e indianos, radar eficiente ( AESA muito brevemente).
    A autonomia pode ser reparada com quantidade, sem falar nos outros caças à disposição.
    No combate ar-ar o Tejas é excepcional. Veja a opinião dos próprios pilotos indianos, repleta de elogios . Comparem o Tejas com o Gripen ou as mais modernas versões do F-16, não com o JF-17.

  6. O Tejas possui linhas elegantes é um belo pássaro , levaram 35 anos para chegar a condição operacional mas a despeito do que dizem por ai ,este atraso foi causado pela necessidade de se concentrar na resolução de problemas mais imediatos e nos projetos mais prioritários ( desenvolvimento de foguetes balísticos e o programa espacial ) , portanto nao creio que o atraso tenha sido motivado por questões relativas a capacidade científica, ta certo que desistiram do motor caseiro e de parte da avionica, mas a China ainda trabalha no motor nacional, resumindo ,o Teias foi deixado pra quarto plano , priorizaram o programa espacial , a compra de vetores aéreos e o reaparelhamento da Marinha , .Os caras não possuem árvores de Rupias gente , o Submarino nuclear brasileiro tem 50 anos e até ontem não nada .

    • O AMX não é ruim apenas foi negligenciado pela FAB quando isrresponsavemente não adquiriu as armas avançadas adequadas para ele ,não instalou o radar,nunca completou o MLU na frota e manteve porcamente as aeronaves adquiridas e agora apenas um punhado de aviões está em condições de vôo.pelo que custou e representa o AMX devia ter tido melhor atenção da força.

  7. Não acho burrice o que os Indianos fizeram, construíram um caça local da maneira que puderam, se fosse fácil qualquer país fabricaria o seu. A força aérea da Índia é grande o suficiente para poder bancar o desenvolvimento dos caças Indianos, é bem diferente da nossa que se juntarmos todos os caças que temos não chega a 100 unidades.
    A burrice não mora na tentativa de ser independente e sim de tentar e desistir frente a primeira dificuldade, é preciso ter continuidade de projetos e pedidos para que assim as indústrias locais possam evoluir.
    O Tejas é o que ele pode ser, no final das contas ele saiu mais caro que o F-16 e bem menos capaz! Sim, o projeto enfrentou várias dificuldades, acabou saindo bem mais caro do que previsto e houveram atrasos significativos ao cronograma.
    Certamente duras lições foram ensinadas, se foram ou não aprendidas um outro projeto nos dirá.
    Se a vontade de fabricar um caça próprio indiano se resumir somente ao Tejas eu certamente vou entender que foi uma decisão errada. Porém se os Indianos continuarem a desenvolver seus próprios caças, certamente um será melhor do que o anterior foi. Se assim for, não enxergarei o Tejas como um erro, mas sim como parte do processo de aprendizado.
    O tempo é a mãe das verdades, vamos aguardar os próximos passos indianos.

    • The new version of LCA ie LCA MK2 design phased is finished. It is now basically a new aircraft in medium weight category and different from LCA mk1/1a.

      Metal cutting of airforce version of medium weight category LCA MK2 will begin next month.

      The clean slate design of naval LCA MK2 is fixed and awaiting approval to move to next phase.

  8. É um lift bacana. Parece ter qualidade, é construído quase em toda sua totalidade de Carbono Composito, motor GE, radar AESA, capacidade BVR…
    Tem tudo, em tese, para ser um ótimo Low.
    Eu não dispensaria.

  9. Se entendermos o Tejas como um passo no processo de aquisição de know how, então a India está de parabéns.
    Em si, o programa não é exitoso. Demorou muito para entregar um produto de pouco valor militar.
    Só poderemos avaliar o resultado se o programa seguinte puder se valer das lições adquiridas – aí incluídos os erros e os acertos.

  10. Sem preconceitos eu digo que é um lift bonitinho. Melhor seria renomear como FA- Tejas porque com uma pitada de sorte estão no mesmo nível que o KAI FA-50 Golden Eagle.

  11. Parabens a India!!

    Aos criticos, vejam se entendem de uma vez por todas que embora um produto, ele jamais foi idealizado como objetivo comercial.

    O objetivo sempre foi ser um desenvolvedor de tecnologias.

    Um projeto desenvolvedor de tecnologia nunca sera barato.

    Entao, eles conseguiram isto e alcançaram seu objetivo.

    Possuem um caça nacional, Sim, utilizam alguns equipamentos do ocidente, mas ate o Rafale possui peças de fora.

    Foi um grande feito, um degrau que impulsiona sua industria de defesa para novos objetvos e desafios.

  12. Eu sou um crítico ácido dos indianos sobre muitas coisas, mas neste ponto eles dão um banho em nós. Por mais demorado e problemático que é este projeto, é deles, podem fazer o que quiser com ele, inclusive melhorá-lo (que é o que normalmente os países fazem, menos o Brasil). Isto é independência, uma força que quer trilhar seus próprios caminhos, suas próprias decisões e não, tão somente, um aeroclube.

    Pode-se criticá-los pela bagunça operacional que são, mas não pelos seus avanços tecnológicos. Vale lembrar que eles lançam, sozinhos, seus próprios foguetes e satélites espaciais. Produzem boa parte dos seus próprios armamentos inteligentes e sistemas embarcados. Enquanto em terra brasilis comemos sardinha e queremos arrotamos caviar.

    Até mais!!! 😉

    • Eu concordo. Assim, eu não critico os Indianos, no aspecto aeronáutico militar, por um simples motivo, o qual não depositaram a sua Força Aérea num único vetor de combate, muito pelo contrário.

  13. What we Brazilians have made that we criticize others ? We cant even make an LCA and import Gripens from Sweden what a Shame !! Tejas is not F-22 but still has advanced Helmet Mounted Sight , 4-axis flight controls , BVR capability . JF-17 lacks Helmet Mounted Sight and uses outdated Hybrid flight control system. FA-50 lacks BVR and laser guided munition attack capability . Tejas is not Gripen but its better than other LCAs i am sure . Good job Indians .

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