sexta-feira, setembro 17, 2021

Gripen para o Brasil

Índia testa motor Ramjet para mísseis ar-ar de longo alcance

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO) testou com sucesso o segundo sistema de mísseis à base de propulsão Solid Fuel Ducted Ramjet (SFDR) da ITR, Chandipur, Odisha em 8 de fevereiro.

O booster lançador, sua separação e o desempenho do Nozzle-less-booster foram considerados satisfatórios. O míssil foi guiado para alta altitude para simular as condições de liberação da aeronave e, subsequentemente, o nozzle-less-booster sem impulsionador foi acionado.

O míssil baseado em SFDR foi acelerado para atingir o número de Mach do ramjet com sucesso. A trajetória foi rastreada por telemetria e estações de radar até o touchdown. Todos os objetivos da missão foram cumpridos.

O sucesso da tecnologia de propulsão SFDR é um marco significativo e abrirá caminho para o desenvolvimento de mísseis ar-ar de longo alcance na Índia.

Raksha Mantri Smt Nirmala Sitharaman parabenizou a DRDO e membros da equipe associados pela estupenda missão.

FONTE: Ministério da Defesa da Índia

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Pedro S.

Deveriamos fazer a mesma coisa (caso o desenvolvimento do 14-X seja um sucesso), Mísseis hiper-sonicos.

MFB

Deveríamos, mas o país vai demorar a se recuperar do estrago feito nas últimas duas décadas.

Mauricio R.

E por isso então vamos nos contentar em reciclar tecnologia obsoleta francesa????
Não!!!
O exemplo está ai na Índia, não na França.
Deveríamos estar trabalhando o 14-X, e não reciclando sucata francesa como o Mansup.

MFB

Quem falou sobre reciclar? A questão é falta de recursos e vontade política. Interpretação de textos simples.

rui mendes

O Exocet bloque3 é um dos melhores mísseis anti-navio, têm 180 km de alcance, bem melhor que o harpoon actual, e a França constroi SSBN´s e SLBM´s, coisa que a Indía está tentando à muitos anos, sem conseguir, a empresa que fabrica o melhor míssil ar-ar do mundo actualmente, é a MBDA, que é Europeia, com a França a ter uma grande parte da Empresa, quanto a outras comparações com outros países, ´´nem é bom comentar.
Podem odiar a França, eu cá acho que é outra coisa que sentem pela França, mas falem a verdade.

Denis

Pela última década.

Mauricio R.

Opa!!!! Olha só, tem vida inteligente neste blog!!!!

teropode

Esqueçam senhores , não temos vizinhos que tiram nosso sono , já a India possui 3 , portanto não esperem ações na mesma linha dos Indianos , o x-14 fará 40 anos nas indas e vindas de nossa política polarizada , o Piranha levou 35 anos para entrar em operação e o Barracuda ( clone ) voou a dez dias , quase 40 anos depois , o x-14 se der frutos será na década de 60 deste século.

Bosco

Senhores,
Esse programa X14 nem deve existir mais e se existe, serve só pra formar alguns doutores com suas teses de pouco utilidade.
O Brasil não perde a oportunidade de perder a oportunidade e não vai ser dessa vez que iremos escalar os primeiros lugares em alguma área da ciência aplicada.

DOUGLAS TARGINO

Alguém sabe dizer se o Brasil vai adquirir algum mísseis ar-ar de longo alcance? E mais ou menos a distancia de efetividade?

José carlos

Séria interessante se o Brasil adquirisse ou desenvolvesse com parcerias um míssel AA de longo alcance para combate além do alcance com Gripen NG?

Bosco

A Índia tem grande expertise nessa área já que fabrica o míssil sup-ar Akash, que por sua vez é uma versão do SA-6 soviético/russo.

Rui chapéu

Pergunta:
Pq não simplesmente adaptam esses booster em amraams, derbys e outros?
Assim os mísseis teriam muito mais alcance na teoria.
O que impede? Ele achar o alvo?

Bosco

Rui, O alcance de engajamento é limitado tanto por regras “políticas” quanto pela limitação tecnológica. Há uns 30 anos o combate BVR se dava a no máximo 40 km. Hoje, isso foi ampliando para algo em torno de 4 x, e não se faz necessário mísseis de volume maior para prover maior alcance. Só na função genericamente chamada de “anti-AWACS” é que se faz uso de mísseis de alcance extra longo (até 400 km) mas aí não são todos os países que os utilizam, só a Rússia e China, e eles e viram com mísseis sem booster. Mas sem dúvida… Read more »

MFB

Mas para o Míssil funcionar, os aviões precisam estar voando, viu Índia? Ser piloto da força aérea indiana é o emprego mais perigoso do mundo.

Aldo Ghisolfi

Parabéns! Quem quer faz à hora! Oxalá seja exemlo para nós…

Bosco

Só de curiosidade, uma listinha de todos os mísseis antiaéreos do mundo que utilizam (utilizaram) motorização aspirada (ramjet).

Ar-ar:
Meteor (Europa)

Sup-ar:
1-Talos (USA) – querosene
2-Bomarc (USA) – querosene
3-SA-4 (URSS) – querosene
4-SA-6 (URSS) – motor sólido
5-Bloodhound (RU) -querosene
6-Sea Dart (RU) – querosene
7-Akash (Índia)- motor sólido

rui mendes

RU é Europa

Marcos

SFDR has no connection with Akash even though both use ramjet technology but different in mode of operations and functionalities. Akash – uses an integrated ramjet rocket propulsion. The missile is initially propelled by its solid fuel rocket motor. When the solid fuel burns out completely its containers serves as the combustion chamber for the ramjet engine. It allows for sustained thrust till fuel burn out without losing speed. SFDR – stands for solid fuel ducted ramjet . The ground launch booster is for the ground to air. trials only . The air to air SFDR consists of a nozzle… Read more »

Marcos

Apple’s versus orange’s

Akash MK1 uses integrated ramjet rocket propulsion system like in Soviet SA-6

SFDR uses solid fuel variable thrust ducted ramjet propulsion system like in MBDA Meteor

Marcos

Akash NG will use dual pulse solid rocket motor propulsion system

Marcos

The darn Indians officially have around 25+ different types of new missiles under various stages of development.

They were supposed to do a hypersonic cruise missile test DRDO HSTDV last December , read it got postponed.

Wellington Góes

Da série “Ei FAB, é assim que se faz!”

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