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Vida útil inicial dos caças F-35B pode ser de apenas 2.100 horas

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F-35B

(Bloomberg) – Os dados de teste de durabilidade indicam que a vida útil inicial dos jatos de decolagem curta e pouso vertical F-35B comprados pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA “está bem abaixo” da expectativa de vida útil de 8.000 horas da frota. “Pode ser tão baixa quanto 2.100 horas”, diz o Escritório de Testes do Pentágono em um relatório anual de 2018 obtido pela Bloomberg que está programado para ser lançado esta semana.

Isso significa que alguns jatos devem começar a atingir o limite de vida útil em 2026.

Além disso, não existe uma “tendência de melhora” na disponibilidade de aeronaves para voar em missões de treinamento ou combate, uma vez que permanece “estável” nos últimos 3 anos.

Os detalhes vêm um dia depois que o Secretário da Defesa Pat Shanahan disse aos repórteres que o F-35 “tem muitas oportunidades para mais desempenho”.

  • A confiabilidade interina e métricas de manutenção de campo para atender a meta planejada de 80% não foi atendida, diz o diretor do escritório de testes Robert Behler em nova avaliação, já que melhorias “ainda não estão se traduzindo em melhor disponibilidade”;
  • O desempenho atual da frota está “bem abaixo” desse benchmark;
  • O teste de segurança cibernética de aeronaves em 2018 mostrou que algumas vulnerabilidades anteriores “ainda não foram remediadas”, diz a avaliação;
  • O tempo necessário para reparar a aeronave e retornar ao status de voo “mudou pouco” no último ano; continua a ser “maior do que” a taxa necessária para indicar o progresso como número de frotas de aeronaves e aumento de horas de voo;
  • A ferramenta informatizada de manutenção, conhecida como “ALIS”, “ainda não tem o desempenho esperado”, já que algumas deficiências de dados e funções “têm um efeito significativo na disponibilidade da aeronave” e no lançamento de surtidas;
  • O pessoal de manutenção e pilotos “devem lidar com problemas generalizados de integridade de dados, integridade em uma base diária”, diz o testador;
  • Testes realizados com o canhão para ataques ar-solo do modelo da Força Aérea (F-35A) até setembro indicam precisão “inaceitável”, diz o testador do DoD.

NOTA: O F-35 no mês passado entrou em um ano de intensos testes de combate para determinar a eficácia geral para apoiar a decisão de produção com cadência total no final de 2019.

NOTA 2: Funcionários da Lockheed disseram ontem aos analistas que esperam que a produção do F-35 aumente para mais de 160 aeronaves até 2021; a empresa atingiu meta de entrega de 91 aviões em 2018; pretende atingir pelo menos 130 este ano.

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Artur Castro
Artur Castro
1 ano atrás

Esse F-35 é só furada. Dia sim dia não aparece notícia ruim sobre ele. – Se a SAAB e outra companhia que tem experiência no pouso/decolagem vertical apresentasse uma proposta de um avião alternativo bem mais barato com a mesma capacidade seria um sucesso de vendas. – Ainda mais com a tendencia de nações emergentes com capacidade monetária elevada de adaptarem seus porta-helicopteros para receber aviões. – Na guerra, não há espaço pra falhas. E o F-35, mesmo sem estar em guerra já falha O TEMPO TODO! – Obs: “a mesma capacidade” a qual me refiro não diz respeito às… Read more »

Sergio Peixoto
Sergio Peixoto
Reply to  Artur Castro
1 ano atrás

Até a Inglaterra está na fila para ter isto!!!!

Porque não partir do projeto do AV8 e superdimensioná-lo para o desejável mesmo não tendo todas as capacidades operacionais disponível o F-35???
Bem. Digo capacidades operacionais do F-35 pelo que “falam a respeito do mesmo”. Quero ver é no “cara a cara”….

Pedro Rocha
Pedro Rocha
Reply to  Artur Castro
1 ano atrás

Olá senhores desculpe usar o off topic mas a FAB anunciou que realizou revo num H-36 do 3/8 estou vendo a foto do contato do KC-130 com H-36

Artur Castro
Artur Castro
Reply to  Artur Castro
1 ano atrás

“Até a Inglaterra tá”

Meu amigo se for nessa lógica era pra termos comprado o lixo suicida do F-104 pq “todos os países desenvolvidos estavam comprando”.

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
1 ano atrás

É impressionante como só tem notícias ruins sobre esse avião. Imagino o tamanho do “recall” que o fabricante terá que fazer daqui a alguns anos, com todos os aviões que foram vendidos aos países aliados e “amigos” dos EUA.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
1 ano atrás

E ainda tem quem ache que o Brasil deveria ter entrado nesta canoa furada.

kevinbuenuu
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Poisé, nem Porta Aviões temos, e acredito que tão cedo não teremos.

Artur Castro
Artur Castro
1 ano atrás

Obs: “a mesma capacidade” a qual me refiro não diz respeito às “trocentas” supostas qualidades do F-35.

Diz respeito à possibilidade de ser um jato de pouso/decolagem vertical, supersônico, com sistemas satisfatórios à aviação naval. Algo que não seja nem suuuuper avançado como um F-35 nem atrasado quanto um Harrier. Um espécie de “Gripen C naval de pouso e decolagem vertical”

Antoniokings
Antoniokings
1 ano atrás

Está complicado. Muito complicado.

Paulo
Paulo
1 ano atrás

E sem chuva.

Wellington
Wellington
1 ano atrás

Caça descartável?

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

“O pessoal de manutenção e pilotos “devem lidar com problemas generalizados de integridade de dados, integridade em uma base diária”, diz o testador;”

Pois é… E depois tem gente que fala que é o melhor da atualidade baseados em dados tirados diretamente da cabeça destes adoradores.
Nós ficamos com as informações de boletins oficiais… F-Bug vai dar muita dor de cabeça.

Sergio Peixoto
Sergio Peixoto
1 ano atrás

Caros.
Em minha infinita ignorância dos fatores técnicos que rondam a plataforma em questão pergunto:
Por que ainda insistem neste projeto que parece que nasceu natimorto???
Por que países aliados ainda estão comprando este abacaxi???
Qual a vantagem em ter uma aeronave tão avançada quanto a dos chineses e russos e ainda ter que arcar com custos operacionais tão elevados???
Parece-me que este longo processo de adequar e corrigir defeitos em um projeto concebido de forma tão desastrosa nunca irá acabar…..
Praticamente todo mês temos uma nova descoberta de problemas na plataforma….
INACREDITÁVEL….

Junior
Junior
Reply to  Sergio Peixoto
1 ano atrás

Insistem porque não tem outra alternativa de caça de 5 geração, a linha do F22 esta fechada. A alternativa seria comprar f-16V, F-18 Silent Hornet ou F-15X, todos caças de 4,5 geração. Não adianta, esse programa já foi longe demais e já se gastou mais o que devia nele, vai ter que continuar com ele sim ou sim, mesmo que ele não de tudo aquilo que prometeu

Edison Castro Durval
Edison Castro Durval
Reply to  Junior
1 ano atrás

É o famoso “É o que tem pra hoje”, não existe opção viável, que seja furtivo, que decole verticalmente e que seja supersônico. Vai ser esse o avião operacional dos Marines e que eles consigam tirar água dessa pedra, pois do jeito que caminha a geopolítica vão precisar fazer isso o mais rápido possível.

Jeff
Jeff
Reply to  Sergio Peixoto
1 ano atrás

Ainda insistem nele porque ninguém quer dizer pro contribuinte americano que socaram bilhões de dólares em um projeto errado. Agora vão gastar tantos outros bilhões para tentar fazer funcionar na marra. Mesmo que fosse um tijolo, vão ter que fazer voar um tijolo de 5° geração.

Pedro
Pedro
1 ano atrás

Parece Chines, mas é Norte-Americano!!
O F-35 esta para os americanos igual ao “PAC” estava para os brasileiros! Só dinheiro jogado fora, muita gente ficando rica e e nada de bom apresentado. Se os EUA fossem um pouco menos orgulhosos, encerravam esse programa e o $$ provisionado para ele investiam no prolongamento do F-15/F-16/F-18 e F-22 até que possa surgir algo com parâmetros e escopo real, palpável e que se enquadre na real necessidade do cenario mundial.

Matheus
Matheus
Reply to  Pedro
1 ano atrás

Já é tarde demais, quase um trilhão (talvez já até tenha passado esse valor) foi investido no programa.
Cancelar agora seria um enorme tipo no pé, tanto moral, economico e operacional.

André
André
1 ano atrás

Será que quando conseguirem desenvolver o canopy e quando conseguirem pintar o avião vai virar notícia?

Ele já está usando o motor definitivo ou ainda estão tentando finalizar esse desenvolvimento?

Caramba, em um ano foram produzidos tantos f35 quando foram encomendados de Su35 pela Rússia…

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  André
1 ano atrás

A maior consequência de se produzir aparelhos com problemas é replicar esses problemas..

Andre
Andre
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

A maior consequência de não produzir aparelhos é não produzir aparelhos

MB 1113
MB 1113
1 ano atrás

Será que essa baixa vida útil é da parte estrutural da aeronave? Ou é por conta dos componentes eletrônicos embarcados e o seu software.

Edison Castro Durval
Edison Castro Durval
Reply to  MB 1113
1 ano atrás

Deve uma notícia anterior que os pneus estavam se desgastando em 25 pousos, portanto esse problema reportado deve ser resgate da célula, após essas 2.100 horas provavelmente o aviso vai precisar trocar as asas e receber correções no corpo para poder continuar sendo utilizado, o que aumenta ainda mais o seu custo operacional. Agora será que a Marinha Real vai ter os mesmos problemas ou isso se deve a maior utilização dos caças pelos Mariners?

Sergio Peixoto
Sergio Peixoto
1 ano atrás

Outra coisa !!! “Problemas generalizados de integridade de dados” !!!!
Caros. Sou analista de sistema e quando temos “EVENTUALMENTE” problemas deste tipo isto indica na maioria das vezes regras com problemas na base de dados. Coisas que qualquer programador xexelento saberia resolver…
Estamos falando de um projeto de BILHÕES (…a beira dos TRILHÕES…) de dólares…
Inacreditável tanta barbeiragem meu….

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Sergio Peixoto
1 ano atrás

“Problemas generalizados de integridade de dados”.

Mais conhecido como ‘tela azul da morte’.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Os chineses rodam o baidu.

PauloSollo
Reply to  Sergio Peixoto
1 ano atrás

Independente da sua formação você não tem noção do nível de complexidade e abrangência de processamento de uma quantidade enorme de dados sendo integrados, sintetizados compartilhados que estão buscando colocar em prática nesta aeronave, algo que jamais foi feito antes. Dizer que qualquer programador xexelento saberia resolver é de uma leviandade bárbara. Demonstra apenas ignorância e preconceito em relação ao projeto. E sobre sua afirmação de ser natimorto, porque você e outros “ixpessialixtas” não tentam ensinar aos parceiros do projeto e outros clientes que vocês sabem mais do que eles?

nonato
nonato
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

Não existe isso de o volume de dados dificultar o trabalho do processador. Smartphones, por exemplo, há aqueles com processadores de baixo desempenho até processadores de alto desempenho. O avião vem sendo desenvolvido há muitos anos. Eles não tinham conhecimento do volume de dados? Se há um problema é só aumentar o número de processadores ou de técnicos trabalhando. Já entrei em sala de processamento de dados de universidade onde havia um supercomputador que é utilizado por pesquisadores. O local esquenta muito, mas o tamanho nem é tão grande. Maior volume de dados não significa dificuldade, apenas implica melhores processadores… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

Ele é analista de sistemas e sabe o que está falando.
Pior são os ‘especialistas’ que olham a foto do avião e lacram: ‘Não é stealth’.

PauloSollo
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Analista de sistemas de que? Querer comparar a tecnologia aeronáutica de combate mais avançada que existe com análise de sistemas de empresas comuns é de uma ignorância inacreditável.

Edison Castro Durval
Edison Castro Durval
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

Paulo, não necessariamente, em informática tudo se resume a regras e processos, um dos dois nesse caso estão falhos, eu também sou da área de TI.

PauloSollo
Reply to  Edison Castro Durval
1 ano atrás

Independente disto você acha que mesmo sendo da área de TI alguém pode baseado apenas numa informação midiática de que estão havendo “Problemas generalizados de integridade de dados”, e sem ter acesso nem ao mínimo detalhe de um projeto cercado de secretismo extremo, concluir que se trata de “barbeiragem que qualquer programador xexelento resolveria”? absurdo amigo, acho verdadeiramente leviano.

igortepe
igortepe
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

E a qualidade dos programas também fazem a diferença.
Existem varios meios de atravessar uma praça alguns escolhem o caminho mais longo.
Já vi programadores reduzirem o tempo de execução de um programa em 50%.
Estou falando de programação em Cobol.

igortepe
igortepe
Reply to  Edison Castro Durval
1 ano atrás

E a qualidade dos programas também fazem a diferença.
Existem varios meios de atravessar uma praça alguns escolhem o caminho mais longo.
Já vi programadores reduzirem o tempo de execução de um programa em 50%.
Estou falando de programação em Cobol.

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Antoniokings, concordo.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  Sergio Peixoto
1 ano atrás

Não fique aborrecido com as noivas do F-35 afinal ser analista de sistema ou dominar algumas linguagens de programação não permite tecer comentário sobre a capacidades das cpus do F-35 em processar dados binário com estouro de pilha.

igortepe
igortepe
Reply to  Nilton L Junior
1 ano atrás

Trabalhei em uma empresa de maquinas para construção.
A CNH Brasil, eles desenvolviam uma maquina e entregavam para mineradoras e construtoras esfolarem, depois a maquina era toda desmontada e o desgaste dos componentes conferidos.
Já que esse caça era tão complexo deveriam existir pelo menos 10 prototipos de cada tipo em teste por pelo menos 5 anos.
Muitos defeitos seriam eliminados nesta fase.

PauloSollo
1 ano atrás

A matéria de refere apenas a versão B, e o que está ocorrendo se deve a fato de terem desenvolvido um projeto para atender as demandas de 3 forças distintas, e esta versão B é mais complexa. Vale ressaltar que Holanda e austrália só encomendaram o F-35A depois de testá-lo e comprovar suas capacidades, e dizer que as inúmeras vendas que estão ocorrendo são fruto de pressão dos EUA é coisa de russófilo. O fato é que o F-35 no seu conjunto de capacidades é o caça mais moderno da atualidade, independente da versão B ter uma vida operacional menor… Read more »

Pathfinder
Pathfinder
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

E a versão F-35B apesar dos problemas, até que tem surpreendido com Japão, que planejando pelo menos 40 F-35B, para se juntar aos 340 F-35B dos US, 138 do Reino Unido e 15 F35B italianos pedidos.
Com Israel,Coreia do Sul, Singapura e Espanha olhando para o modelo Bravo do F-35.

igortepe
igortepe
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

E o projeto da Boeing, seria melhor?

MFB
MFB
1 ano atrás

Tem dia que vem uma reportagem que morde, no outro dia assopra. Minha conclusão é que não existe conclusão. É um caso daqueles que só o tempo dará a resposta adequada. Pois lemos isso e depois sai a notícia de mais um pedido de algum outro país. A conta não fecha, então ficarei confortável aqui em cima do muro. Não darei uma de robozinho para falar sem dados concretos, baseado apenas em crenças e esperanças.

Bardini
Bardini
1 ano atrás

Bloomberg e seus Clickbaits…
.
Cadê o relatório, que só a Bloomberg viu?

“Pode ser tão baixa quanto 2.100 horas”, diz o Escritório de Testes do Pentágono em um relatório anual de 2018 obtido pela Bloomberg que está programado para ser lançado esta semana.

Qual o contexto dessas 2.100 horas?
Só a Bloomberg viu…

Sequim
Sequim
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Concordo, Bardini, É bom lembrar que a Bloomberg é uma agência de notícias que tem como principal cliente a Wall Street. Pode ser um movimento de forçar uma baixa artificial das ações da fabricante do F-35 , e após, soltar outra nota corrigindo a informação da baixa durabilidade do avião, forçando uma alta dessas mesmas ações. É a popular especulação.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
1 ano atrás

é tão ruim, mas tão ruim que não para de vender!

Imagina se fosse bom, até a Rússia e a China iam fazer fila pra comprar!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Rui Chapéu
1 ano atrás

E parece que a Alemanha anunciou, hoje, que retirou o F-35 de sua lista de opções para substituição de sua frota

Ricardo N. Barbosa
Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

Somente os primeiros F-35B é que “talvez” tenham vida útil inicial de apenas 2.100h (algo que pode ser estendido após uma revisão). Nos modelos mais novos serão 8.000h inicial. A título de comparação o Typhoon partiu com 3.000h, reduziu para 1.500h, após revisão voltou para 3.000h e visa atingir 6.000h. Sem drama, segue o fluxo…

Pathfinder
Pathfinder
Reply to  Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

Segue o fluxo…
F-35 vendendo que nem água no deserto, para delírio dos Bolcheviques.

Denis
Denis
Reply to  Pathfinder
1 ano atrás

Sucesso comercial não significa necessariamente qualidade técnica. Sei que é outra área de produção industrial, mas permita-me dar um exemplo: Fala-se de boca cheia, entre os motociclistas, que as motos Yamaha 125/150cc são melhores que as similares da Honda. Porém o que se vê comercialmente é as Honda venderem muito mais que as Yamaha. Neste caso, devido à facilidade e custo da manutenção. Acredito que o F-35 vende muito não pela sua qualidade técnica GLOBAL (geral), mas por causa do apelo “stealth”, pelo lobby americano, e outros fatores do gênero. Pessoalmente, acredito que, para um (01) combate, o F-35A/B/C é… Read more »

Denis
Denis
Reply to  Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

O problema é que, segundo a fonte, já foram feitas algumas revisões, e, salvo engano, há três anos o número de horas não muda.

Ricardo
Ricardo
1 ano atrás

Como falecido John MacCain disse certa vez, cheque em branco para projeto militar nunca mais. Creio que daqui 30 ou 40 anos vamos saber toda a verdade por de trás desse programa extremamente problemático.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Ricardo
1 ano atrás

Meu palpite é que descobriremos que metade da grana foi pra um projeto Aurora ou Jornada nas estrelas da vida!

Ramon
Ramon
1 ano atrás

Só notícias ruins que temos desse f-35 um projeto muito moderno mas que se mostra deficiente em algumas coisas. É melhor que um conflito de grande proporções nunca aconteça mas se acontecer é melhor os Nortes Americanos torcerem para que o F35 seja o salvador da pátria pq se não for só resta uma coisa que é correr para as fábricas de F16, F15 e F18 e quem sabe reativar a produção de F22 e ir para o deserto e fazer aqueles aviões estocados lá voarem pq vão precisar.

André
André
Reply to  Ramon
1 ano atrás

Pode ficar tranquilo, as quantidades atuais de f15, f16, f18, f22, são mais do que suficientes para lidar com as ameaças atuais e as ameaças projetadas para mais de 20 anos. Se incluir as demais forças aéreas da Otan, a única preocupação seria uma guerra nuclear.

A Rússia não tem mais nenhuma capacidade de projeção de poder aéreo e a China ainda está construindo a sua.

Paulo
Paulo
Reply to  André
1 ano atrás

Mas, que sai ameaçando e projetando o medo para o mundo são os EUA. Tanto militarmente quanto comercialmente.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Natimorto!

Flanker
Flanker
Reply to  Sérgio Luís
1 ano atrás

Nem sei quantas centenas de vezes você já escreveu isso acerca dos F-35! Não sou fã da aeronave e muito menos sou daqueles que sonham com ele na FAB. Mas, natimorto? Como algo pode ser natimorto se já vendeu centenas e vai vender muitas e miitas centenas mais? Já foi entregue para as 3 Forcas dos EUA, para Israel, Reino Unido, Austrália, Itália, etc, etc…..
O avião tem problemas? É óbvio! Mas, está sendo fabricado, entregue e operando. Se ele tivesse sua produção interrompida por problemas insolúveis, aí vocypoderia chamá-lo de natimorto.

MFB
MFB
1 ano atrás

Precisamos ser equilibrados e bons observadores dos dados disponíveis na hora de criticar ou elogiar. Diferente disso, vira discussão semelhante àquela de torcedores de futebol, onde o fanatismo e as crenças esmagam os argumentos e os fatos. Dito isso, tenham um dia e uma boa rinha de galos na discussão da matéria 🙂

Carlos Gallani
Carlos Gallani
1 ano atrás

O F-35 virou o Neymar dos aviões, ele da tanto “ibope” que até as menores coisas dão manchete!
Não é o melhor de todos os tempos mas será a pedra angular pois por mais que gostem de criticar, é uma baita peça no plantel!
Pura dor de cotovelo ou invejinha mesmo!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Carlos Gallani
1 ano atrás

O problema não é ser o Neymar do ‘Ibope’, mas ser o Neymar do ‘cai-cai’.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Veremos em combate real logo pois vende com o água no deserto, eu palpito que o resultado das simulações onde ele abate 20 pra cair uma seja bem próximo da realidade, talvez ainda haja um pessimismo!

Sérgio Santana
Sérgio Santana
1 ano atrás

Lendo os comentários apaixonados sobre essa notícia e só me vem à cabeça isso aqui:
https://m.extra.globo.com/noticias/page-not-found/alema-diz-namorar-aviao-ha-cinco-anos-23414209.html?

Pedro nine-nine
Pedro nine-nine
Reply to  Sérgio Santana
1 ano atrás

Soo cute ^^

teropode
Reply to  Sérgio Santana
1 ano atrás

Comovente , mas lembrando de algumas publicações que alertavam para a afeminizacao dos homens alemães, se encaixa .

luiz antonio
luiz antonio
1 ano atrás

Em 2045 quando a versão estiver no Block 3, com mais de 400 unidades produzidas e vendidas vão dizer que “esse avião é natimorto”, que “esse avião só tem problemas” e blá, blá, blá. Cansou essa choradeira.

Pathfinder
Pathfinder
Reply to  luiz antonio
1 ano atrás

em pedidos já ultrapassou: 340 USMC, 138 RAF/RN, 15 MM e 40 FAJ
agora esperando Israel, Coreia do sul e Singapura comprar mais uma centena.

luiz antonio
luiz antonio
Reply to  Pathfinder
1 ano atrás

Fui conservador para não ficar chato.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  luiz antonio
1 ano atrás

É tão ruim que vende igual água no deserto, é cada especialista que tem….
Acredito que venderá muito mais, pense qual marinha no mundo não quer um porta aviões “pequeno” que faz bonito igual gente grande?

Edison Castro Durval
Edison Castro Durval
1 ano atrás

Resgate = Desgaste

Adriano RA
Adriano RA
1 ano atrás

Fatos que aparentemente sabemos sobre o F-35: – A versão A está ficando razoavelmente barata de ser adquirida. Na prateleira por 90 milhões de dólares a unidade. Talvez já seja mais barata de adquirir do que um Gripen E, se levarmos em conta apenas o avião. – Disponibilidade baixa e um número enorme de bugs, o que tornou sua produção até o momento uma sucessão de lotes de protótipos; – Caro de operar como consequência do que foi exposto acima; – Uma vez no ar, as experiências nos Red Flags e outros exercícios (além da experiência de combate israelense) têm… Read more »

Nilton L Junior
Nilton L Junior
1 ano atrás

Esse é o Tejas made USA, o problema parece que não é a tecnologia em si, mas essas inconsistências permanentes.

Atlante
Atlante
1 ano atrás

O problema do F-35 é de concepção, ele nasceu da lógica americana de ter apenas um avião base para as diferentes forças e cenários, a intenção era economizar em logística, manutenção e treinamento.
Reparem que até o surgimento do f-35 cada força tinha o seu vetor( f-15 e f-16 para a força aérea, f-18 para a marinha) harier para os fuzileiros…
O problema que a complexidade das exigências subiu…e os sistemas do f-35 ainda não estão dando conta.
Os aliados não estão pulando fora porque não tem opção sthealth ocidental disponível.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
1 ano atrás

E eu que achava que contribuinte brasileiro era trouxa, mas vendo essas bizarrices no outro lado da linha do equador, vejo que o problema é do ser humano mesmo. O pior é que isso aí só serve para enriquecer uma minoria ligada ao governo e essas empresas, por que se colocar um americano, um japonês, um chinês, um russo, um francês e um árabe na mesma mesa, eles vão se confraternizar entre si, sem dar a mínima para o que seus governos tentam impor goela abaixo.

Segatto
Segatto
1 ano atrás

Então é só com relação aos F-35B, menos mal. Alguém sabe quais são as expectativas de vida útil de outras aeronaves de combate?

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Não me surpreende. O F-35B é ainda mais complexo que o Harrier, tal complexidade cobra seu preço em vida útil e custo de operação

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
1 ano atrás

Nem vou comentar , so vendo o pau quebrar, rs me lembro da época que um membro aqui chamava ele de orquinha , rs rs.

Denis
Denis
1 ano atrás

Ponto pra turma “anti”.

Alekohler
Alekohler
1 ano atrás

Gosto muito de observar fatos de diversas naturezas e tirar minhas próprias conclusões, após analisá-los. O JSF é um projeto caríssimo, que introduz tecnologias inéditas em uma grande escala de produção. Geralmente surgem problemas na implantação de novos projetos. E quando saem da prancheta para a realidade, uma infinidade de variáveis que estavam estáveis se apresentam de forma diferente. Bem como os custos podem aumentar, e muito. O que acho interessante em nações desenvolvidas é a persistência e a coesão. Parecem possuir um entendimento maior das dificuldades que podem advir na implantação de um projeto novo. E também a sagacidade… Read more »

Rodrigo
Rodrigo
1 ano atrás

O maior “ problema “ do F-35 é o mesmo estar sendo produzido por um país democrático e por consequência, transparente ( até certo ponto). Sabem quando veremos funcionários das empresas fabricantes dos SU e J-20 , por exemplo, relatarem abertamente seus problemas? Apenas quando estas nações tornarem-se democracias… O que temos de concreto hoje é a dianteira de pelo menos 15 anos entre o vetor norte-americano mais moderno e seus concorrentes chineses e russos, a começar pela parte mais visível, a motorização. Não se tem idéia da parte aviônica e muito menos das condições da produção seriada.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 ano atrás

Eu olho as criticas sobre o F-35B com espanto. Muitos do que hoje criticam não conhecem a história do Harrier que só foi ter realmente uma durabilidade depois de anos de uso. Mas tem alguns aqui viveram essa época e sabe como é difícil manter operacionalidade dos primeiros Harriers. Agora isso não quer dizer que eu goste do F-35. A ideia é interessante da solução VSTOL dele, mas sempre fui fã do projeto da Boeing que dirá do YAK-41.

Justin Case
Justin Case
1 ano atrás

Olá, amigos.
Para aqueles que pretendem entender um pouco mais sobre a filosofia de desenvolvimento do F-35, sugiram que façam busca sobre:
“concurrent development”
“concurrent engineering”
Abraços,
Justin

JT8D
JT8D
Reply to  Justin Case
1 ano atrás

“Concurrent engineering” ou “engenharia simultânea” é uma técnica de administração de projetos usada há décadas na indústria automobilística. Quando usada adequadamente reduz drasticamente o tempo de desenvolvimento. Obviamente, não deu certo neste caso

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  JT8D
1 ano atrás

Não é de hoje que não deu certo. O caso do F-100 Super Sabre é um exemplo claro disso.

É como dizem: quem não estuda o passado, tende a cometer os mesmos erros no futuro.

Paulo Costa
Paulo Costa
1 ano atrás

Vamos la … Depois de tantos comentários percebo que tem gente que acredita em tudo que sai na mídia, vou expor então também meus pensamentos : 1º Existe uma guerra interna da mídia americana (inclusive a Bloomberg) contra o Trump e tudo que puder se dito verdadeiro ou nao pra prejudicar a imagem do governo direta ou indiretamente sera dito, igual esta acontecendo no Brasil; 2º Existe também uma outra guerra nao declarada do alto escalão do Pentágono contra as politicas nao intervencionistas de Trump e uma briga ferrenha para novas armas, novos equipamentos, novos navios, avioes, etc … por… Read more »