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Caças F-16 belgas escoltam Su-27 russo no Báltico

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Em 28 de novembro de 2018, caças F-16A do componente aéreo das forças armadas belgas escoltaram um caça Su-27P da Aviação Naval da Frota Báltica da Marinha Russa que voava perto do espaço aéreo lituano.

Os caças da Bélgica estão localizados nos Estados Bálticos, no âmbito do programa da OTAN para a Patrulha Aérea Báltica, a fim de proteger o espaço aéreo da Lituânia, Letônia e Estônia contra as invasões de aeronaves russas.

Assista ao vídeo feito por um dos caças belgas durante a escolta do Sukhoi russo.

19 COMMENTS

  1. Caças russos sem mísseis não impressionam.
    Mais um voo de rotina para testar a prontidão e o tempo de reação das forças da OTAN. Só achei estranho o F-16 belga ainda ser da configuração A.
    Sobre a questão política, acho que passou da hora da OTAN também começar a fazer este tipo de “ teste” sobre kalingrado e a crimeia.

    • Sem os americanos para fazerem isso, não há a menor chance de os europeus fazerem isso.

      Não me levem a mal, mas a minha opinião é que depois da SGM os europeus viraram paz e amor e se apoiaram ( ou escoraram ) nos EUA, poxa até para resolver a guerra da Iugoslávia eles precisaram dos EUA.

    • Só na semana passada 14 aeronaves dos EUA/OTAN foram interceptadas pelos Russos ao longo das fronteiras ( inclusive próximo ao estreito de Kersh ). Então, os dois lados fazem isso toda hora. Quando os Russos dão “chilique” todos ficam sabendo pois as imagens são vistas no mundo todo. Porém, normalmente o que ocorre são interações normais e profissionais entre Russos e EUA/OTAN.

  2. Alguem poderia informar qual foi camara do F16 que captou estas imagens em IR? É um equipamento organico da aeronave ou esta instalada em um pod especifico?

  3. Interceptação deve ser feita assim! Sem firulas ou manobras arriscadas.Essa é uma missão real, e assim sendo, não é lugar para demonstrações ou exibicionismos. Foram lá, inteceptaram o alvo, o acompanharam até onde deveriam e pronto. Missão cumprida. Responsabilidade e segurança em aviação, ainda mais aviação militar e mais ainda, em uma interceptação real, são mandatórias. Qualquer outra coisa diferente disso é temeridade e irresponsabilidade.

  4. Os russos fizeram com os Belgas, o mesmo que os americanos fizeram com eles na Síria no caso do F-22, deixaram tirar uma foto pra moldurar e colocar na parede rsrs..

    • Carlos, os F-16 belgas são, sim, da variante A. Foram submetidos ao MLU há anos, mas não deixam de ser A. Talvez tenha faltado a colocação no texto do “MLU”, mas são F-16A/MLU.

  5. 01/12 – sábado, btarde, F-16, seriam muito bem vindos na FAB, em substituição aos F-5, não sei quando serão disponibilizados, só sei que a FAB deveria fazer sondagens na Europa.

  6. Com milhares de F-16 na frota de reserva, se algum dia vier, será via FMS. Trump, bem que poderia fazer esse “agrado” para o novo presidente. Os Gripens ainda vão demorar bastante, além de serem poucos. E Marte está polindo sua trombeta. Uns 50 viriam a calhar.

    • Luiz Floriano Alves, a Lockheed Martin já oferceceu 24 F-16 do AMARG, de graça, até que seus F-16V ficassem prontos. A Boeing ofereceu 12 F-18 até que ficassem prontos os modelos novos que iríamos usar, só colocar combustível. Mas, teve a história (mimi) de custo hora voo, transferência de tecn(ulugia), a turbina do F-16 era um aspirador de pó, muito feio… E outras prozopopéias flácidas para ninar bovinos.

  7. Cada matéria em que aparece um caça do tipo, como F-16, F-18, até F-15, pipocam sugestões para a FAB adquirí-los. Parece que o pessoal não lê e não acompanha o PA e outros pela internet. A FAB escolheu o Gripen. A FAB disse que ele será seu único vetor. Quanto à “demora” na entrada em serviço do F-39, o que não considero como demorada, mesmo que a FAB decidisse por um tampão (o que não acredito que irá ocorrer, de modo algum), a entrada em serviço desse tampão levaria em torno de dois anos, mesmo que se decidisse por isso agora. Digamos que se escolhesse umas duas dúzias de F-16 que estão estocados no AMARG. Escolher as células, transportar para o local onde seriam revisadas, passar pelo processo de revisão e prontificação operacional (isso se mantivé-los na configuração em que se encontram. Se for modernizar, demora muito mais), treinar pilotos e mecânicos, preparar a Ala, ou Alas, onde irão operar, adquirir ferramental e equipamentos de apoio, manuais técnicos, instalar bancadas de testes, etc, etc…isso tudo demanda tempo! E esse tempo todo, acabaria coincidindo com a entrada em serviço dos primeiros F-39. Portanto, a época para a escolha por um tampão já passou! É F-5M e depois F-39. Ponto!!
    A FAB poderá operar um segundo vetor de caça? Particularmente, eu duvido. Mas, como relações políticas entre países podem mudar de forma insperada, levando em conta a disposição do novo governo em manter ótimas relações com os EUA, pode ser que a FAB venha a operar outro vetor, de origem norte-americana. Seria uma mudança nos planos da FAB. Porém, se for adquirido um novo vetor, tem que prever-se os custos envolvidos em uma nova linha logística e tudo mais que se relaciona a isso. Por isso, não acredito em mais um caça além do F-39. E, mesmo que se optasse por um F-16, por exemplo, ele viria para somar ao F-39 e não como um tampão.
    A FAB, MD e o governo devem focar no F-39, já que foi o escolhido. E o dinheiro que seria gasto para adquirir outro vetor seria muito melhor utilizado para adquirir mais Gripens ou ainda mais armas, como mísseis antirradiação, antinavio, etc.

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