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Primeiro voo do Aero L-159T2

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Aero L-159T2 no primeiro voo
Aero L-159T2 no primeiro voo

A Aero Vodochody realizou o primeiro voo do treinador a jato L-159T2 de dois lugares em 1º de agosto. O voo de 30 minutos foi conduzido pelos pilotos de testes da empresa Vladimír Kvarda e David Jahoda.

A Força Aérea Tcheca encomendou três exemplos em 2016, que devem ser entregues até o final deste ano. As aeronaves L-159 são operadas pelas forças aéreas tcheca e iraquiana, pela empresa americana Draken International e, no passado, foram alugadas pela Força Aérea Húngara para treinamento de pilotos.

Estas novas aeronaves de assento duplo T2 têm uma fuselagem central e dianteira recém-construída e apresentam várias melhorias significativas, principalmente em equipamentos de cockpit e sistema de combustível, e são totalmente compatíveis com o NVG. Cada cockpit é equipado com duas telas multifuncionais e um assento de ejeção VS-20 atualizado. A aeronave também pode oferecer uma capacidade de reabastecimento sob pressão. O radar GRIFO, já em uso na versão de um único assento, agora está integrado ao L-159T2 de dois assentos, assim como os sistemas de autoproteção – contramedidas e receptor de alerta de radar.

No Farnborough Air Show em julho, a Aero Vodochody e sua parceira estratégica, a Israel Aircraft Industries (IAI), introduziram uma aeronave multifuncional para apoio aéreo aproximado – o F/A-259 STRIKER, que combina a robustez e eficácia de seu predecessor de sucesso – o L-159 ALCA – com os mais recentes avanços em aviônica e tecnologia de sistemas de aeronaves. Usando os benefícios de uma asa molhada, o STRIKER fornece desempenho superior, alta capacidade de manobra e um alcance significativo.

“A Aero alcançou outro marco importante. Graças a esta cooperação com o nosso cliente nacional, o programa L-159 recebeu recursos adicionais. Com base nos requisitos da Força Aérea Tcheca, forneceremos mais bipostos adequados para treinamento não apenas de pilotos avançados, mas também para operações militares”, comentou o presidente e CEO da Aero Vodochody, Giuseppe Giordo.

FONTE: Aero Vodochody

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Bruno
Bruno
1 ano atrás

E então, senhores, vamos falar sobre o lift na FAB? Espera ai que eu vou ali pegar a pipoca!

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Bruno
1 ano atrás

Ireto do PC-21 parapipoca nisso…. Mas não existe certos e errados na questão do LIFT, existem pessoas com opiniões diferentes. Vejam o caso do PC-21, Suiça e França decidiram passar diretamente os pilotos para sua primeira linha, a Suiça decidiu no momento não modernizar seus F-5F para formar um esquadrão LIFT e a França que ja tinha aposentado os Tucanos agora decidiu aposentar os AlphaJets e TB30 para passar os pilotos dIreto do PC-21 aos Rafale. Por outro lado Singapura usa os M346 como LIFT depois do PC-21 e Austrália modernizou seus Hawk 127 para complementar a formação depois do… Read more »

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Desconsiderem a primeira linha, era para ser “Bota pipoca nisso”

Bruno
Bruno
1 ano atrás

Um Ps, esse avião tinha uma visão interior horrível para o piloto, espero que tenham melhorado, haviam uns instrumentos bem na cara do piloto.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
1 ano atrás

– Então L-159T2, você é tem chances de vencer no programa OA-X da USAF?

– Claro que sim, eu não estou mentindo!

Delfim
Delfim
Reply to  Clésio Luiz
1 ano atrás

Acho que os EUA preferem LIFT supersônicos.

Anderson
Anderson
1 ano atrás

Nossa, o design desse avião com tanques nas pontas das asas dá um ar de ultrapassado.

Satyricon
Satyricon
1 ano atrás

Alguém, por favor, tem idéia do custo por hora de voo de um desses?

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás
Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Seita rapaz, o bichano tão desejado pelo Mestre CAS. ….rzrzrz

É de fato um vetor muito bem bolado

sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Como o Sr. Carlos Alberto comentou várias vezes: “com algumas melhorias via Israel” acredito (eu) que esta aeronave pode ser uma boa pedida para países que desejam um caça de ataque aéreo aproximado e não LIFT. Tanques de combustível devem ser com reabastecimento em voo, maior potência e instrumentação de bordo moderno. Pode ser realizado. A empresa Tcheca fez uma proposta ao governo e esta não foi aceita. Uma terceira linha de defesa poderia ser mencionada…Conjecturas.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Albatroz modernizado!

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Nem pra citar o L-39 ??

Delfim
Delfim
1 ano atrás

A única possível vantagem de se usar LIFT seria um uso como “low”, em funções em tempo de paz como interceptações de aeronaves média/alta subsônicas, e para defesa de ponto e CAS.
A RAF tem um plano de contingência para uso dos Hawk como segunda linha de defesa. Não duvido que Israel também tenha planos de usar os M-346 em combate se necessário.

Delfim
Delfim
Reply to  Delfim
1 ano atrás

E afinal, se o L-159 é apenas um treinador porquê tantos cabides sob as asas ?

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Porque o T2 é um treinador com capacidade de combate, todos os biplaces com exceção de um protótipo são velhos L-159A fabricados no fim dos anos 90 que estão sendo convertidos com nova seção central e nariz como diz no texto, uma decisão de aproveitar os muitos L-159 encomendados pela Republica Tcheca que estão na reserva pois com o apaziguamento da região não precisam mais de muitos ativos. “The L-159T2 is a two-seat trainer with full combat capability converted from stored L-159A airframes. ” Foto do primeiro L-159T1 convertido em biplace que mostra as novas partes, em marron o novo… Read more »

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Para se ter uma ideia a Rep. Tcheca encomendou 72 L-159A, todos monoplace pois a instrução seria no L-39.
Hoje eles só usam 16 L-159A e 5 T1 de instrução, agora encomendaram os 3 T2 de instrução, estes que começaram a voar agora após a conversão.
Como o Iraque comprou 12 e tem 24 voando nos EUA, ainda restam 12 em estoque para venda, só depois de vender estes 12 é que voltarão a fabricar mais novos.

Delfim
Delfim
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Então. Muitos países estão agregando capacidade de combate aos treinadores para reforçar a linha de combate.
A FAB mesmo, em seus numerários, a aeronaves que mais teve foram os AT-26 que foram substituídos pelos A-29.
O difícil para a FAB seria encontrar um LIFT que tivesse um custo total tão abaixo do F-39 que justificasse sua presença em termos de aquisição e logística.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
1 ano atrás

Os L-159 são bem conhecidos da USAF, a Lewis Fighter Fleet LLC tem 3 L-159A a disposição da USAF, estes três aviões tem uma história curiosa, entraram na EADS como permuta por C-295 e a EADS iria os revender, mas a itália proibiu sua venda a particulares pelo uso do radar Selex Grifo-L, como solução foi autorizada a venda a Lewis Fighter Fleet LLC de San Antonio-Texas que os usa a serviço da USAF, isso a Itália autorizou. Usam a matrícula FAA N742RL, N743RL e N744RL.
. http://registry.faa.gov/aircraftinquiry/NNum_Results.aspx?NNumbertxt=742RL

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

E a Draken possui 21 Alca L-159E, a versão de exportação para uso como paquera e agressores na USAF, US Navy e USMC.
Conforme citei ontem, as Forças Armadas americanas preferem usar aeronaves terceirizadas para isso, assim não cria a nessecidade de uma logistica a mais.
. https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQaihNlK-FRiHYIwaQy0iTDrX6hAsk5pDgfIuD_Ts24D4mPGM0UZ9MDj1w3

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Correção, eu citei os L-159 como paquera, mas eles são monoplace e os paquera são biplace para levar o piloto mais um acompanhente filmando o avião ou helicóptero a ser acompanhado.

cipinha
cipinha
1 ano atrás

Gosto da ideia de um LIFT, não tanto para treinamento, mas com objetivo de completar a nossa defesa, engrossando o caldo com Gripen

Fernando
Fernando
1 ano atrás

Acho é que a Embraer antes de ser vendida deveria ter comprado essa empesae entrar neste mercado a partir da Europa. Esse caça cai na medida para paises pequenose com restrição de orçamentos como os vizinhos Sul-Americanos. Por exemplo este caça cairia como uma luva para as Forças Aéreas de Uruguai, Paraguai, Bolívia e até Equador. Assim como poderiam substituir no futuro os AMX da FAB numa versão customizada para ataque e reconhecimento.

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Esse equipamento não é projetado para combate. E treinador avançado com capacidade marginal de se armar e ser lançado como recurso extraordinário. Como LIFT pode ser. Se devidamente equipado com aviônicos equivalentes aos de combate. Como fez a Aeramacchi/ M-346.

Jorge Knoll
1 ano atrás

O desenho é antiguado, um derivado do Xavante com bico alongado.