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O F-35 está ‘totalmente disponível’ para o Chile, diz Lockheed Martin

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F-35 e F-22 voam com um F-16 do Chile, na chegada à FIDAE de 2018
Caças F-35 e F-22 da USAF voam com um F-16 do Chile, na chegada à FIDAE de 2018

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Aéreo

A informação está publicada, de forma discreta, na metade final do artigo que o jornalista Óscar E. Aránguiz, editor do blog Noticias FFAA Chile (o mais importante desse país sobre assuntos militares), assinou, a 30 de junho último, no portal de notícias Infodefensa.com.

O texto de Aránguiz, intitulado Lockheed Martin, guiando a la FACh hacia la quinta generación?, chama a atenção para o fato de que toda a Aviação de Caça chilena, hoje, é de origem americana, e informa: no período de 2023 a 2040, fase que irá se seguir à presente etapa do chamado Plan de Desarrollo Centenario, os militares chilenos poderão encomendar um lote de caças de 5ª geração F-35A Lightning II – aeronaves iguais à que esteve presente na mostra aeronáutica FIDAE 2018 (entre 3 e 8 de abril).

Aránguiz dá outra informação interessante: ao contrário do que se poderia esperar, o F-35 e o F-22 da USAF não retornaram aos Estados Unidos imediatamente depois do evento.

Lo habitual, es que las aeronaves visitantes comiencen el regresso a sus bases de origen el mismo día del término de la feria, o al día siguiente, argumenta o jornalista chileno, sin embargo, los dos cazas de quinta generación despegaron desde Santiago el 14 de abril con rumbo desconocido para la opinión pública. Es decir, permanecieron durante 15 días em el Grupo de Aviación Nº 10 de la Fuerza Aerea de Chile (Fach).

Contatos – De acordo com o texto do portal Infodefensa.com, durante a Fidae, tanto o comandante en jefe da Força Aérea chilena, General Jorge Robles, quanto o comandante do Comando Logístico da corporação, general Álvaro Aguirre, se revezaram em contatos com a numerosa equipe que a Lockheed Martin mandou a Santiago: o vice-presidente executivo Dale Bennet, os gerentes de desenvolvimento de negócios internacionais Ana Wugofski e Trent Stehling, e mais quatro outros funcionários da companhia.

Dados acerca de entendimentos entre militares chilenos e fabricantes do caça F-35 são recorrentes.

O articulista lembra que, a 1º de abril de 2007, o jornal El Mercurio – principal diário chileno – noticiou uma suposta oferta de F-35 feita pela Lockheed Martin à Aviação de seu país. A aeronave entraria no patrimônio da FACh como substituta dos caças F-16 chilenos.

El más moderno avión de combate del mundo está totalmente disponible para Chile, afirmou, à época, Ronald Covais, então diretor internacional de negócios da Lockheed.

A reportagem lembrou ainda uma outra declaração de Covais: Las puertas están abiertas para que la FACh – cuando busque al sucessor de sus F-5 Tigre III en 2015 – considere como uno de los candidatos al moderno F-35. En esa fecha no existirá ningún avión em el mercado com essas capacidades y ninguno que cueste menos. Desde nuestro punto de vista, Chile es un país amigo y un cliente confiable. Por supuesto que estamos dispuestos a ayudar a la FACh en esa decisión si lo solicita.

A FACh espera chegar ao final da primeira fase do Plano de Desenvolvimento Centenário, em 2023, com 56 caças F-16C/D Block 50, F-16A/B MLU e F-5E/F Tigre III.

A expectativa do mercado é de que, a partir de 2019, o F-35 americano possa ser comercializado pelo valor unitário de 85 milhões de dólares (quase tanto quanto o que a Marinha do Brasil pagou para ter o porta-helicópteros Atlântico, ex-HMS Ocean).

209 COMMENTS

    • Pela milésima vez, nenhum comprador fora os EUA adquire aeronaves militares pelo preço “flyaway cost”. Só quem compra são as forças armadas americanas.

      Qualquer país que se interessar pelo F-35 irá:

      – Pagar por treinamento;
      – Pagar por simuladores;
      – Pagar por documentação;
      – Pagar por peças sobressalentes;
      – Pagar por infraestrutura nas bases que irão operar o novo tipo;
      – Pagar por armamento;
      – Pagar pelas aeronaves em si.

      Agora me diga: tem como um F-35 custar esses 85 milhões por unidade contando todos os itens acima? Lógico que não. Na prática o preço unitário das unidades pode até dobrar, dependendo da quantidade de sobressalentes e armamentos adquiridos no pacote da compra.

      • Então pela milésima vez, qual o preço do “flyaway cost” do Gripen e quanto custaria um F-35 com todos os custos informados?

        Na maioria dos lugares que eu vejo o preço dele é o mesmo 85 milhões.

        • Rui,
          Procure matérias aqui no site com contrato de venda do F-35, pacote completo, para outros países e verá que dividindo o valor do contrato pelo número de aeronaves haverá casos como o que o Clésio mencionou, em que o preço praticamente dobra em relação a esses “85 milhões” por incluir um monte de coisa. Cada contrato, para cada país, é diferente. Esse valor mencionado é só para a aeronave, em aua configuração padrão de produção, sem qualquer outro item de logística, manutenção, treinamento etc incluído, e sem isso ela é só um bibelô, a não ser que o país comprador já a tenha em serviço e com todos os outros itens mencionados funcionando plenamente em suas bases e indústria. Não estou com tempo de procurar, mas vale a pena você fazer essa pesquisa. Bom trabalho pra você.

      • Clésio,
        Tudo que você colocou, a FAB vai precisar também com os Grippen.
        Rui Chapeu,
        Sobre os valores, em valor absoluto, o Grippen deverá ser mais caro que o F-35 (nos pretensos 85 milhões de dolares) MAS uma coisa é simples compra e outra bem diferente é montagem com absorção de tecnologia. Se o primeiro é mais barato e rápido, o segundo tende a dar mais independência e possibilidade de outros voos (no caso, por exemplo o biplace).
        Temos que esperar o futuro para verificarmos qual a estratégia é a melhor (com a divisão da EMB, o cenário mudou), sem contar que vamos ver o custo da hora voo, tudo indica que a opção grippen, vá se provar melhor para a FAB, MAS como escrevi, temos que esperar o futuro, uma coisa são 100 aviões, outro bem diferente são centenas de aviões.
        Caso o Chile decida comprar o F-35 (creio que não irá) e por exemplo o Peru decida por um Su 57 (nada mais natural, pois já é operadora do Mig 29, então já possui doutrina Russa), de repente teremos uma corrida tecnológica na AL. Equador (que tem lá os seus problemas com o Peru) pode sentir ameaçado e por ai vai. Ninguém gosta de ficar do lado de baixo quando a balança está muito desequilibrada, nem a FAB.

        Quanto a agilidade do F-35, já foi escrito que se um F-22 ou F-35 se envolver em um dogfight, algo de muito errado aconteceu. No mais, a capacidade Stealth do F-35 é uma das características do mesmo, a aviônica, a integração, fusão dos dados dos mais diversos sensores é um pulo de tecnologia que não sei se os outros caças tem algo parecido, nem o F-22.

      • Somente lembrando que o F35 NÃO fez parte do FX2 na época, portanto, não tinha como ser adquirido.
        Somente agora ele começa a ser oferecido para um país latinoamericano, no caso, o Chile. E somente no ano que vem estima-se que ele poderá ter o custo fly away de U$ 85 milhões.
        Ou seja, na época em que o Gripen foi escolhido, o F35 estava completamente fora da realidade, tanto orçamentária quanto operacional.
        Além disto, o país tem mais de 200 engenheiros de diversas empresas brasileiras trabalhando no Gripen, inclusive lá na Suécia, absorvendo conhecimentos em diversos níveis. Não teríamos nada nem perto disto com o F35.

        • Robson, o F-35 saiu da short list porque os russos se RECUSARAM a transferir qualquer tecnologia. Eu estava na COPAC em 2009. Simples assim.

          • JT,
            Acompanhando a sequência de comentários e o contexto, pra mim é evidente que o Rinaldo, sem querer, escreveu F-35 ao invés de Su-35.

      • Clésio. É isso ai.
        Este avião jamais vai sair por 85 milhões de dólares, para outro país. Nem “pelado”. E com o agravante do avião nunca poder ser usado contra amigos dos Estados Unidos.

      • A cada vez que o Clésio Luiz repese seu mantra “flyaway cost” o F-35 fica mais barato , em um futuro próximo teremos um F-35 com o pacote Full (armas e treinamento custando) menos que os 150 milhões que pagamos em cada Gripen.. Ai vai nos restar uma aeronave de 4ª Geração e a transferência de tecnologia para a Boieng …Vai ser engraçado

  1. Se o Chile vier a ter em sua Força Aérea o F-35 o sono dos Argentinos e Peruanos vai ficar prejudicado e a Bolívia vai esquecer esse negócio de saída para o mar

    • Somente o sono dos argentinos e peruanos? Os brasileiros também devem ficar com a orelha em pé. A décadas, no quesito defesa o Brasil tem somente quantidade é baixíssima qualidade em seus equipamentos de defesa. Defasados e obsoletos. Aviões da década de 70 e 80 é inaceitável. parabéns chile.

      • Brasil? Não fazemos fronteira com o Chile, eles não possuem FAA capaz de vir até aqui nos atacar, sofrem com a pouca quantidade de soldados e não tem grana para manter uma guerra com o país que possui a maior extensão territorial, a maior população e a maior economia de toda a região. Além de tudo isso, sempre mantivemos boas relações com eles.

      • Se os SU-30 nas mãos de um louco na Venezuela não tiraram, imagine os F-35 nas mãos de aliados históricos (e responsáveis) como o Chile…

    • Não vai tirar o sono de ninguem …A America do Sul ,tirando a Venezuela ,está td em paz ….Não vejo nenhum tipo de problema em curto medio prazo que justifique algum temor

  2. “A Argentina vai querer analizar a possibilidade de comprar alguns também.”

    Não!!! Eles vão partir para fabricar o próprio F-35!

    • O problema do Brasil é esse estado grande e a burocracia excessiva, do contrário era para termos padrão de vida europeu, era para sermos no mínimo a 4ª maior economia do globo. Aí sim teríamos F-35, porta aviões nuclear, uma dezena de subnucs e uma dezena de FREMMs.

      • Concordo, mas, a burocracia existe por causa do comportamento do brasileiro. Uma lei só é criada para beneficiar ou restringir algo. A “Lei seca” só existe porque teima-se em beber e dirigir. Não se é levado a sério o que se deveria ser levado a sério. Segurança custa caro, nossas fronteiras e riquezas vem sendo dilapidadas há décadas. Como bem mostrou o forista acima, o Chile é um país minúsculo mas há muito tempo leva a sério seus assuntos. Essa “oferta” da LM demonstra a seriedade das decisões tomadas pelo Chile.

        • Lei seca para restringir que se beba e dirija é uma coisa, mas como se explica leis como a proibição de sal em mesas de restaurantes, como acontece em diversas cidades e estados? O efeito dessa falta de liberdade de atuação imposta pelo Estado, o resultado disso é a cada vez maior falta de interesse em se empreender no Brasil. Alia-se isso ao juros alto pago em títulos públicos até recentemente e o rentismo reina por essas bandas. Na prática, enquanto Elon Musk precisa arriscar seu dinheiro criando empresas fantásticas com o dinheiro que ganhou na venda do paypal porque senão a pequena inflação americana come seu dinheiro, aqui no Brasil qualquer pessoa que tenha dinheiro para empreender vive com a dúvida: “empreendo em um país onde o Estado faz de tudo pra me explorar e restringir, com todo o risco inerente em empreender e se der muita sorte terei um retorno de 5% ao ano ou invisto todo o dinheiro nesse título público pagando 5,5% ao ano sem risco algum e fico de boas aqui?”.

    • Jagdverband#44

      “Chile dando um banho em nós.”

      “Dando”? Já compraram o avião por um acaso? Apenas ventilaram uma possibilidade….

      • Observe os índices do Chile e verá o banho que estão dando em nós.
        Compare com os nossos, e nem precisa levar em consideração os recursos os quais dispomos, infinitamente superiores aos deles.

    • A bem da verdade o PIB chileno é de USD 500 bilhões. (último dado oficial de 2016).
      A inflação está atualmente na casa dos 4%a.a.
      O nível de desemprego ronda a casa dos 7% da população.
      Não há como tecer comparativos entre o Brasil e o Chile, nossa economia é complexa, apesar dos desmandos. A economia chilena é baseada na exportação de minerais, sendo o cobre, o mais importante, com participação de 61% do montante. Seguido de Frutas, peixes e vinhos. As receitas do governo chegam a USD 50,7 bilhões e as despesas a USD 57,1 bilhões, deficit de USD 6,4 bilhões. Até 2014 o Chile era o país mais desigual, socialmente, do mundo, até hoje a grande maioria de mulheres chilenas não participam do mercado de trabalho, quando participam, recebem salários 4 vezes menores que os homens…
      Portanto, o Chile não é toda essa beleza econômica e social como muitos pensam que é, e comprar F35 não passa de um sonho de verão.

    • Não amigo, a oferta do F-35 não é apenas por que eles podem pagar. É porque eles são alinhados com os EUA. Não bastaria o Brasil querer o F-35, os EUA teriam que estar dispostos a nos vender. Já quisemos o F-4 no passado, e tudo o que conseguimos foi o F-5

      • Em resumo é isso, JT8D, mas não exatamente, pois a cronologia é importante.

        A FAB quis o F-5A como caça tático supersônico por volta de 1965 para substituir o subsônico Gloster Meteor F-8, que estava iniciando processo de baixa por problemas de fadiga nas asas. Os EUA não venderam o F-5A e só ofereceram treinadores a jato com capacidade de ataque para resolver o problema urgente da FAB.

        Já no final da década de 1960 a prioridade da FAB era interceptafores. Solicitamos que os EUA ofertassem o F-4 como uma das opções em estudo, mas os EUA ofereceram só o F-5 A, e como o objetivo era interceptadores, compramos o Mirage III em contrato assinado em 1970.

        Já em 1972 a FAB queria caças táticos, os EUA ofereceram a nova versão do F-5 (o F-5E) e aí sim encomendamos o caça.

  3. Eu sempre ouvi falar do F5 e/f como tigre II e o f20 seria o tigre III. No Chile chamam o F5 e/f de tigre III ou minha memória está me enganando?

  4. Enquanto Itália quer diminuir compras, Lockheed procurando novos clientes.
    F35 no Chile, fantástico , só não consigo ver no senário geopolítico do Chile esta poderosa maquina
    Na modernização/substituição do F16 da FFACh pode considerar que 1 F35 substitui 2 F16 ?
    Conforme é comentado, o F35 não é bom no dogfight, , eles precisarão de duas plataformas, uns 12 F35 e uns 30 Gripen ?

    • Talvez no futuro eles prevejam um cenário onde terão inimigos com poderosos sistemas AA, mas a questão é eles ainda tem inimigos ?? Sendo que questão com o Peru foi resolvida e o Peru é uma democracia igual ao Chile e demonstra querer evoluir e não ser tipo uma Russia da vida, mas sim, uma democracia ocidental plena.

      • Quão resolvido foi?
        Quão perene é essa solução?
        As FFAA peruanas investem muito em AC, pq as Forças Bld chilenas são superiores as deles.
        Cabe salientar, que assim como Infantaria, Cavalaria e Artilharia, existe no exército peruano a Arma AC.

        No mais, o Chile não pode se dar aio luxo de entender q algo está resolvido.
        Uma mudança de política externa e econômica no Peru, Bolívia e /ou Argentina, o Chile se vê ameaçado.
        Com um território como o deles, q pode ser facilmente partido ao meio… nunca estarão de calças curtas.
        Vislumbrar o F-35, por mais caro q seja, é totalmente cabível. Poderão manter e operar? Se comprarem, é pq sim.
        Quantos? 8 a 12 já é um grande salto.

    • Ta a questão da Bolívia reivindicar a saída para o mar pelo Chile, acho que isso não vai dar em nada, mas nunca se sabe né. Os cara já tomaram uma refinaria nossa a força.

    • Bueno, só uns dois pequenos adendos sobre o F-35 não ser bom de dogfight:

      http://www.businessinsider.com/why-f-35-worth-every-penny-heritage-foundation-2016-8?op=1

      https://theaviationist.com/2016/03/01/heres-what-ive-learned-so-far-dogfighting-in-the-f-35-a-jsf-pilot-first-hand-account/

      São duas matérias relativamente antigas, e as versões de software mais atuais o tornam ainda mais capaz.

      E OBS.: Sério, quem aprende à usar um tijolo voador como um F-4 em um dogfight, sinceramente consegue fazer qualquer missão com algo que tenha asas, né? hehehehehe

  5. O vetor deve entregar tudo [ou quase] o que promete. Mas o valor é algo e sua manutenção também deverá ser.
    O Chile precisa de F-35?
    Como meu “primo” acima mencionou, há a questão da “deficiência” no dogfight. Irão trabalhar com duas plataformas?

    • Não existe deficiência em dogfight, seja lá o que for esse termo. F-35A pode puxar 9g de carga e atingir 55° de ângulo de ataque, ou seja, é mais manobrável que nossos F-5M por exemplo. F-35 não e um caça super manobrável como F-22 ou Su-35S, o que é bem diferente de ter deficiência em dogfight. Carregado o F-35 pode ir mais rápido e manobrar mais que um F-16 carregado.

      • A “deficiência”, note as aspas, deve ser levada em consideração contra as ameaças que de fato irá encontrar, predominantemente opositores de origem chinesa e russa. Um dogfight não é uma situação em que uma aeronave persegue outra com proximidade? Então, neste cenário são relevantes aceleração, capacidade de manobra e armas: mísseis de curto alcance e canhões.
        Abraço.

      • “Carregado o F-35 pode ir mais rápido e manobrar mais que um F-16 carregado.”

        Não foi o que um experimento feio nos EUA, e noticiado aqui no PA, mostrou. Mas não é que o F-35 seja um tijolo em dogfight, apenas não é melhor que o F-16, mesmo este sendo do modelo biplace (mais pesado) e carregado 2 tanques subalares.

        Ao que tudo indica, o desempenho em manobras do F-35 é equivalente ou superior ao F-18, mas inferior ao F-16, que ainda é o benchmark em dogfight.

        • Esse “experimento” é a maior falácia quanto a forma como foi abordado pela maior parte da mídia . O mesmo envolvia o estudo do envelope de voo do F-35 em elevados ângulos de ataque. Nota-se, o F-35 ainda estava limitado a 5g e se quer exisitia manual de combate para a aeronave. Não foi um dogfight e sim uma das etapas de ampliação do envelope de voo em que o piloto de F-16 tinha mais de 1000h de voo e o do F-35 100h de voo em suas respectivas aeronaves. Se vc colocar dois pilotos com experiência tão diferente o mais experiente pode vencer mesmo com uma aeronave muito menos manobrável. Resumindo, mais um daqueles mitos criados em cima de sensacionalismo barato.

          • Ricardo, sabe qual é o limite de G quando o F-16 está levando cargas externas? 5G.

            No seu impulso de defender a “honra” da aeronave, você esqueceu esse detalhe importante. O teste efetuado era apenas para verificar a qualidade de resposta dos comandos da aeronave, que na época era insatisfatória.

            Mas ao iniciar o circulo com o F-16D carregado com os tanques, o F-35 não conseguiu segui-lo. So isso.

            Isso torna a aeronave um desastre em dogfight? Não. Tanto é que a taxa de curva demonstrada em shows aéreos ainda é melhor que a do Mirage 2000 e do F-18, ambos voando limpo.

            Então vamos deixar de lado esse drama e simplesmente aceitar que o F-35 tem uma taxa de curva sustentada inferior ao F-16. Mas possui a taxa de curva instantânea e ângulo de ataque máximo superior.

            E a vida segue em frente.

        • Amigos, nem tanto céu nem tanto o mar….

          Naquele experimento foi utilizado um protótipo do F-35 (AF-2) que além de estar longe da configuração operacional também era estruturalmente limitado a 5g. Ou seja, estava em clara desvantagem a um F-16D cuja única restrição eram dois tanques subalares.

          Quanto à comparação F-16 x F/A-18 não quer dizer que o caça da LM seja melhor. Na verdade o caça da Boeing é projetado para manobras em alto AoA sendo que inclusive é o melhor aparelho nesse quesito sem TVC. E o F-35 segundo pilotos que o voaram seria melhor que o Hornet nesse quesito sendo que inclusive ele seria capaz de executar o famoso Cobra de Pugachev.

  6. Que coisa bizarra.
    ‘Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá’.
    Talvez sintoma da baixa demanda pelo supra-sumo.
    Dentro em breve, também na FAP – Força Aérea Paraguaia

    • Por quê algumas pessoas não experimentam fazer um comentário técnico ao menos uma vez?
      Daqui a pouco vem alguém e morde a isca e começamos a discutir geopolítica de boteco pé sujo mais uma vez…

        • Porque depois de comentários glamourosos de como o F-35 furaria as defesas russas, chinesas, atacaria Moscou e Pequim está sendo ofertado para sobrevoar algumas aldeias mapuches.
          Desculpe-me, mas é isso.
          Com todo o respeito.

  7. Tenho para minha consciência
    Que um país como o Chile não precisa de mais que 4 F-35, para colocar a todos da América do Sul em situação complicada.
    Mas se adquirir 6 unidades e continuar (comprar novos e manter o possível) com os F16 será com certeza a melhor força da região
    Um vetor que por estas bandas não tem como ser derrotado a não ser em solo.

    Sim no papel
    Pois teoria é uma coisa Prática é outra

    • Por falar em prática e teoria, o F-35 ainda é um avião de teorias, pois na prática só jogou algumas bombas em acampamentos no Síria.

  8. Quem bom para os Chilenos.
    País que leva a a sua defesa a sério é isso: já tem uma das forças aéreas mais modernas do nosso continente (um pouco inferior ao da Venezuela se todos os aviões estiverem operacionais) e mesmo assim, não ficam vivendo apenas nos louros. Já estão pensando em adquirir caças ainda mais modernos.

    Quem sabe um dia, o brasileiro médio também comece a levar a defesa tão a sério quanto leva novela e futebol.

    Sonhar é um direito.

  9. Nada do outro mundo. É o Chile assumindo e mantendo sua posição de destaque na América do Sul, voltada para o Pacífico.
    Falta um certo país que tem tudo para ser uma potência voltada para o Atlântico fazer o mesmo…
    E não é nenhum absurdo um país com o PIB do Chile operar e manter 12/24 ou 36 aeronaves desta natureza…basta planejamento, competência e seriedade de seus comandantes (incluso o governo)…isto eles tem!
    Já no que se refere a nós……
    A começar pelo povo que não sabe se quer se vacinar…

    • willhorv , correto sua analise. Vejo que o Chile é importante para os EUA como uma contrapartida do avanço da Rússia na Antártida. Investir na suas FFAA é de interesse dos EUA, e eles apoiarão.

  10. Compra triste seria essa,num caso de conflito que é uma coisa muito irreal para o nosso cenário,atual onde os países mal se aguentam em pé,seria apenas uma rainha de hangar.No caso o Gripen seria mais lógico bom,bonitinho e barato.

  11. Aproveitando o título, e guardadas as propostas, o F-35 estava “totalmente” disponível ao Brasil.

    A questão fundamental é que o Brasil tem buscado investir na sua industria de defesa e o aporte financeiro necessário é muito maior dessa forma.

    Eu compreendo que para alguns a “grama do vizinho sempre será mais verde”.

    Contudo, ninguém na América Latina tem nada parecido com o conjunto formado pelo Prosub, Programa de aquisição do Gripen, Astros 2020, projeto CCT, projeto KC-390, Programa de aquisição do Guarani, programas de desenvolvimento e fabricação de mísseis e outros projetos e programas menos badalados, mas que também estão em execução.

    Assim, claro que um compra “de prateleira” de “meia dúzia” de F-35 seria um ótimo investimento, mas longe de ser o “fator de desequilíbrio da região”.

    Os programas e projetos desenvolvidos pelo Brasil que são sim os “fatores de desequilíbrio” da região.

    • Gabriel 10 de julho de 2018 at 9:42

      assino embaixo! Vejo essa bajulação ao Chile, mas ninguém na américa latina tem, ou está fazendo um projeto de aparelhamento das nossas 3 forças a longo prazo, com a qualidade que estou vendo no conjunto formado que vc citou, e olha que estamos fazendo a conta gotas no orçamento.

    • A capacidade industrial e tamanho da economia aliadas à população e recursos naturais são os requisitos básicos que definem se um país tem condição ou não de entrar numa guerra. O Brasil nunca precisou ficar de prontidão contra nenhum país vizinho. Ao contrário do Chile e Perú. Tem gente que diz que não ganharíamos guerra nem da Bolivia. Dá licença..

      • Glasquis, informações sobre possível oferecimento do F-35 são do início de 2008, alguns meses antes de ser expedido o RFI do programa F-X2, quando o então ministro da Defesa Jobin e comandante da Aeronáutica Saito, em visita aos EUA, foram apresentados ao F-35, conforme a imprensa noticiou na época. O caça da Lockheed Martin que acabou oferecido para atender aos diversos requisitos do F-X2 foi o F-16.

    • “ninguém na América Latina tem nada parecido com o conjunto formado pelo Prosub, Programa de aquisição do Gripen, Astros 2020, projeto CCT, projeto KC-390, Programa de aquisição do Guarani, programas de desenvolvimento e fabricação de mísseis e outros projetos e programas menos badalados, mas que também estão em execução.”

      Os outros países, guardadas as devidas proporções, também avançam em projetos de desenvolvimento de armamentos nas empresas locais como por exemplo COTECMAR, FAMAE, SIMA, etc. O Brasil não é o único que faz isso.

        • Não… creio que foi apenas um lembrete de que olhar apenas pro seu próprio umbigo e se achar lindo não ajuda em nada. É comum ver nestas discussões que o Brasil é a maravilha detentora de força industrial e tecnológica da A.L. e que todos os demais países são uns “nada” ou uns “titica” que só fazem compras de “prateleira” e por ai vai… comentando sem conhecer as realidades de outros países.
          Só o Brasil produz aviões, só o Brasil constrói navios, só o Brasil constrói Astros, só o Brasil faz fuzis… etc. Isso incomoda, a ignorância incomoda.

  12. Todas as vezes que comentei que o Brasil não era nem um pouco quisto e muito menos considerado um parceiro relevante para os Estados Unidos e OTAN, fui atacado. Mas a verdade está aí. Chile com equipamentos como os tanques Leopard 2, F-16 Block 50, helicópteros Cobra etc. É necessário uma revolução geral no comando de todas as forças armadas, assim como investir pesado em equipamentos da mais alta tecnologia. Pois se não o Brasil estará no nível de Angola e Argentina.

    • Do jeito que partidos que estão sempre propagando ódio contra os EUA costumam ganhar, eles seriam muito burros se não ficarem com um pé atrás em relação ao Brasil.
      Os chilenos foram mais inteligentes ao conquistarem a confiança de países desenvolvidos mais próximos, conseguem várias vantagens como entrarem em blocos econômicos e acesso aos equipamentos que quiserem. Já o Brasil preferiu virar as costas a esses países e se aproximar de países do outro lado do mundo, isso é muito ruim estrategicamente até própria distancia em si.

      • Os Chilenos não competem com eles em nada. Portanto podem ser amigos. Não estão de olho nos seus recursos naturais , na sua água e no seu agro negócio.

  13. O Chile tem as maiores reservas de cobre do mundo, e em caso de expansão militar chinesa são a primeira linha de defesa da América do Sul. Então ganharam esta oferta.
    .
    Com alguns clientes iniciais do F-35 pulando fora, a “xepa” vai começar. Se não vender o valor unitário sobe.
    .
    O Grupo Nº10 da FaCh opera Nº10 C-130B/H Hercules, B-767-300ER, B-737-300/500, KC-135E Stratotanker, EB-707 Cóndor, Gulfstream G-IV. Estariam demonstrando capacidades stealth com o Condor ?
    .
    Quais as configurações do F-35 demonstrado ? Apenas os EUA e o RU receberão F-35 totalmente top. E ainda tem quase 200 “protótipos” para desencalhar.
    .
    E o BR todo alegrinho achando que ia ganhar a corrida aérea no continente. Inocente.

    • Não creio que uma possível compra pelo Chile diga respeito a ameaças externas. Qualquer grande potência que estacionar um porta-aviões nas costas chilenas, certamente interditará o espaço aéreo deles. Acho que a preocupação chilena diz respeito a desavenças com seus vizinhos por disputas territoriais antigas.

    • Qualquer potência estrangeira que atacar o Chile, terá condições de desabilitar sua força aérea em pouquíssimo tempo. Seja EUA, Rússia, China, França ou Inglaterra. Acredito que seja apenas para questões regionais.

      • A treta dos chilenos é com Peru e Bolívia em virtude da Guerra do Pacífico de 1870. Como os K-8 bolivianos não representam ameaça o alvo de uma eventual aquisição seria a FAP.

    • Capacidades stealth com o Condor? MDS, fechem o sanatório

      O que um condor faz que 5 E-99 e 3 R-99 não fazem?
      Temos mais aviões de transporte e abastecedores que o Chile

      Gulfstream G-IV????

    • Delfin, ótima observação. Talvez treinaram reabastecimento ou um estudo da possibilidade de base avançada para os F22e F35, A Colômbia entrando na OTAN e o Chile com base dos EUA?

  14. Excelentes comentários Willhorv e Russian Bear.
    Seja em qualidade de vida, inovação, segurança jurídica, dentre outros, o Chile lidera na AL.
    Visando a expansão Chinesa pelo círculo do Pacífico ou simplesmente ser benchmark em defesa na AL, o Chile está avançando.

      • Pois é Antonio, ao contrário do EUA, a China sabe negociar muito bem, sabem como ser persuasivos sem serem soarem agressivos ou deselegantes.

          • Se eu não me engano, os chineses compraram a maior mina de cobre do mundo que fica no Chile, ainda em 2014.
            E compraram parte da maior mineradora de lítio chilena.
            Esse papo de bloquear a ameaça chinesa é ‘viajar na maionese’.
            Os negócios estão rolando solto.

      • Antes de comentar, deveria se certificar do que está postando. A China comprou a maior mina de cobre do Peru. As minas Chilenas de Cobre não podem ser vendidas por ordem constitucional, o cobre é considerado “Riqueza do Povo Chileno” e por isso não podem ser vendidas as minas nem as jazidas. Todo e qualquer cobre que seja produzido no Chile é, obrigatoriamente, negociado pelo governo do Chile.

        • Vc tem razão. Comprou a maior mina de cobre do Peru. E vem comprando minas de lítio e desenvolvendo projeto de minério de ferro no Chile.
          Em que pese essa correção, isso demonstra claramente o aumento da cooperação com a China em toda a região e afasta comentários pueris de ‘ameaça chinesa’.

  15. Pois é, e a lógica vai ser essa mesmo! Já estão super bem de aeronaves para seu pais! Devem encomendar pelo menos 12 células na próxima década e assim deixando o Brasil para trás novamente.

  16. Como os parceiros “RICOS” estão pulando fora do barco ” furado”, querem empurrar esta conta para os mais “inocentes” …. vai que cola né …!!!

  17. Chile com f35 só levará a uma corrida armamentista, seus vizinhos vão comprar mais armas, caças SU57 (se possível ), etc… Isso é tudo que os fabricantes de armas mais querem…. Só eles ganham, os países da América do Sul perdem, ao gastar mais com armas e menos com melhoria de vida para seus povos…. Não são gastos cada vez maiores com armas que irão trazer segurança para os países sul-americanos, o caminho não é por aí. .. O Brasil, diante de seu PIB, gasta pouco com armas, mas, nossos vizinhos parece que estão gastando muito….

  18. O Brasil possui 57 caças.
    O Chile possui 58. 🙁

    Os 57 caças do Brasil são todos do modelo F-5 Modernizado.

    Os 58 caças do Chile são:
    10 F-16 C Block 50/52
    36 F-16 MLU
    12 F-5 Modernizado

    Um país pequeno, com população pequena, com uma força aérea pequena, e nós estamos levando SURRA.

    Quanta incompetência.

    E agora, estamos felizes porque na próxima década vamos receber míseros 36 Gripen.
    E o Chile vai de F-35. kkkkkk
    é rir para não chorar.

      • só que tem dois detalhes que tu está esquecendo
        1 o Chile tem blindados e aviões devido a sua necessidade contra Argentina e Peru
        2 Me confirma que o Chile comprou o F-35. Do contrário é apenas boato e nada mais!
        Essa mania de aumentarem um boato para uma noticia global não termina.

        • A Argentina está bem pior do que o Brasil. E a matéria não diz que já compraram o F-35, mas sim a intenção de comprar um caça de 5ª geração a partir de 2023.

          • Me mostra o contrato de compra dos F-35 do contrário é só especulação. Quanto a Argentina estar pior que o Brasil, isso não tenho dúvidas, só que independente do estado militar e financeiro da Argentina eles não deixam de ser ameaça, aliás, qual país sob ameaça não vai estar preparado????? e o Brasil mesmo na situação que está faz frente a qualquer país das América com exceção do EUA.

  19. Se o governo Chileno quiser, condição eles tem ..
    Pois comparando o Chile com a Dinamarca que comprou o F35, pude ver os seguintes dados econômicos ..
    Dinamarca
    PIB = $U 324 Bi.(2017)
    Crescimento econômico = 1,9% (2018)
    Gasto com defesa= 1,2%

    Chile
    PIB= $U 325 Bi (2018)
    Crescimento econômico= 3,1% (2018)
    Gasto com defesa = 1,9%
    Mas acho que no futuro a FACh vai de F16 Block 70 ou GripenE..

  20. Tipo assim se a Bolívia quiser comprar o T 50, que o faça, é soberano, mas isso só mostra a incompetência da chamada liderança regional do Brasil.

  21. É uma matéria de 2007 sem fontes confiáveis, estimulada pelo chauvinismo chileno nos mesmos moldes de matérias que dizem que o Chile venceria o Peru em meia hora durante uma guerra.

    Deveriam publicar essa matéria aqui http://www.janes.com/article/81546/chilean-military-troubled-by-personnel-shortages. Julho de 2018

    Janes publicou que o Chile dispõe de apenas 26 pilotos para os 44 F-16, reforçando a fala de um oficial aviador chileno em 2008 http://www.soitu.es/soitu/2008/03/23/info/1206286498_464676.html

  22. Calma.
    Embora o Chile seja um país às vezes supreendente, duvido que receba algum F-35 antes de 2030.
    Isso dá ao BR no mínimo 12 anos para se chegar a uma opção 5G para mantermos a liderança que vamos adquirir com o F-39.
    Certamente a FAB está pensando no assunto.
    Eu apostaria em uma união no projeto FS-2020.

  23. Mas quanto alvoroço por uma notícia.

    Esses caças foram ofertados ao Chile em 2007 se não estiver enganado e até hoje o Chile não opera nenhum F 35. É possível que dentro dos próximos 10 anos compre mas é apenas isso, uma possibilidade e nada mais. Na atualidade o Chile está muito bem servido e com suas ameaças muito bem controladas. Não precisa de F 35.

    Muito tem se especulado por conta dos seus F 5, já foram vendidos ao Uruguai, já foram devolvidos aos EEUU, já os trocaram por F 16, por Block 50, por Gripen, por typhon, etc. Mas… ainda estão lá, operativos e ficarão por lá até 2025 pelo menos.

    O que acredito que esteja acontecendo é apenas um intercambio tecnológico. O Chile não quer ficar pra trás sobre a tecnologia de caças de Quinta Geração. Então, está estudando eles com a ajuda da Lokheed Martin. Daí a realmente comprar os caças, acho que vai um bom caminho a trilhar ainda.

    Estudos, nada mais do que isso. O Chile está avaliando as suas possibilidades pro futuro. O único que se pode alardear é que a FaCh analisa com muita antecedência as suas opções de renovação de frota e isso sim é uma grande virtude.

  24. Seria fantástico no cenário da América Latina ter o Chile com F-35. Resultaria numa corrida tecnológica e militar pelo continente. Agora analisando as potencialidades do F-35 apenas 4 destes, 1 avião de alerta e controle e 16 f-16, já os colocam como potencia na região!

  25. Os chilenos desde longa data são mais preocupados com defesa do que os brasileiros. Na verdade em minha opinião, são mais “sérios” em quase tudo, provavelmente consequencia de viverem em um país “isolado” (deserto no norte, gelo no sul, Andes a leste, oceano a oeste), sem tantas terras férteis (por isso usam bem o que tem) e sujeito a terremotos, vulcões e tsunamis.
    Sobre o F35, opinando como leigo, sempre o vi como uma versão mais “simplificada”do F22, muito bom quando focado em superioridade aérea e ataque a áreas densamente defendidas, mas não é “pau para toda obra”. Carregar carga bélica variada, de forma manobrável e em velocidade compromete a furtividade do avião, e não apenas em voo, exigindo manutenção cara e frequente para não prejudicar o revestimento não reflexivo externo. Um mix entre F-35 e F-16 para para o Chile deve ser interessante, grosso modo, o mesmo Mix F-22/F-15 utilizado na USAF em sua extremidade “hi”.

  26. Totalmente esperado. Essa compra de prateleira vai sair
    A próxima é a Colômbia. Chile e Colômbia são 100% aliados as decisões norte-americanas (leia-se submissos) Países do porte deles, que não tem nada para oferecer em troca, só conseguem equipamentos decentes deles assim. O mínimo resmungo contra o papai e o avião já não consegue mais sair do chão.

    • Jesus, que comentário infantil. Submissos? Agora ter boas relações com os EUA é ser submisso? O Brasil planeja comprar aviões sherpa para o exército, helicópteros cobra, artilharia rebocada, veículos Oshkosh para o exército, compramos blindados 113, blindados remuniciadores, blindados de comando e controle etc…tudo isso dos EUA. Agora somos submissos dos EUA?
      Grande parte dos componentes do gripen são de origem americana e inglesa, começando pelo motor. Os próprios suecos são colados nos EUA.
      A Venezuela comprando armamento russo e chinês não é submissa? Pegando empréstimos de dezenas de bilhões de dólares da China não é submissão? Vivendo essencialmente da venda de petróleo não é submissão a esse setor? O Chile comprar avião dos EUA é submissão?
      Nossos submarinos são franceses e a França é colada nos EUA, logo eles podem “travar” os nossos submarinos?
      Todos os países da OTAN, além de Israel, Japão, Singapura, Taiwan, Nova Zelândia, Austrália, Brunei, África do Sul Arábia saudita, índia, Coréia do sul etc…tem boa relação com os EUA, logo todos são submissos?
      Bom mesmo é os “espertos” do Brasil, os que afundaram o país na maior crise de sua história, esses são submissos apenas a juízes de plantão.
      Vamos acordar!

      • Ivan BC, deixa eu te explicar o raciocínio “lógico” desse pessoal, quando alguém compra equipamento militar da China ou Rússia, e tbm vende suas principais fontes de commodities para eles, ae não são submissos, são países que tem “opinião própria” (professor e menino maluquinho Plano brazil) rsrs…

  27. Parabéns para o Chile!
    Eu acredito que em um futuro próximo eles vão continuar com f16 em maior número e f35 para complementar.
    O Chile nunca irá desenvolver um caça de 5 geração, sem dúvidas o país não tem pretensões militares de Rússia, China, Japão e alguns europeus… então faz todo o sentido não se preocupar com transferência de tecnologia. Nesse sentido, pagar 85 milhões de dólares em um F-35 é algo bem razoável, principalmente se isso acontecer a partir de 2028 – 2030, ou seja, daqui 10 anos.
    O Chile opera super tucano?

  28. O Chile é e continuará a ser a melhor força aérea da região e ponto….até 2023 o Chile terá PIB per capita de primeiro mundo e será considerado um país rico ao contrário de nós.

      • A Diferença entre um Gripen E , receberemos a primeira unidade por volta de 2022, para um F-16 modernizado não é tão gritante. Os pilotos chilenos são se bobear são os que mais voam nessa região e tem um treinamento de muita qualidade…as aeronaves de apoio e treinamento estão sendo substituídas por outras mais modernas(Eles tem orçamento fixo). O PIB per capita chileno é quase o dobro do nosso e com o afastamento da esquerda do poder a projeção de crescimento deles é alta ( Esse ano vão crescer 3,8 %), o sistema educacional chileno é o melhor da América do Sul…uma aeronave de 5 geração já está no planejamento deles.

        O Brasil está com uma divida pública explodindo, crescimento quase nulo, não sabemos se nosso país será governável ano que vem, estamos operando com um deficit monstruoso nas contas públicas( Não sabemos como vamos resolver) e existe uma seria possibilidade de ficarmos apenas nas 36 unidades do Gripen E.

        • “A Diferença entre um Gripen E , receberemos a primeira unidade por volta de 2022, para um F-16 modernizado não é tão gritante.”

          Depende do F-16 que foi modernizado, quando e em que extensão.

          Se está falando dos F-16 A/B MLU do Chile (aviões comprados da Holanda, a maioria dos quais entrou em serviço na Força Aérea Holandesa na primeira metade dos anos 80 e foi modernizada em meados dos anos 90 do século passado), em que pese serem caças muito bons, a diferença tecnológica para os jatos Gripen E/F sendo produzidos agora, na segunda década do século XXI, é bem grande. Mesmo para os dez F-16 C/D comprados novos pelo Chile há uma boa diferença em modernidade dos sistemas e sensores.

          • “Se está falando dos F-16 A/B MLU do Chile (aviões comprados da Holanda, a maioria dos quais entrou em serviço na Força Aérea Holandesa na primeira metade dos anos 80 e foi modernizada em meados dos anos 90 do século passado)”

            PELAMORDEDEUS!!! Nunão, até tu dando uma dessas?

            Como podem ter sido modernizados nos anos 90 se foram comprados pelo Chile em 2008?

            Os MLU Chilenos acabam de passar pela sua modernização e subidos a TAPE IV recebendo um up grade completo pra que possam operar com misseis AIM 120 C7.

            Se não me engano, o último MLU foi entregue em 2016 pela ENAER.

            E os Block 50 já foram atualizados e modernizados também.

          • Glasquis, leia direito.

            Estou falando do MLU – modernização de meia vida – sofrido quando em serviço na Holanda, não a atualização posterior pela qual passaram no Chile.

            Os serviços realizados no Chile não foram MLU, foram atualização de alguns sistemas importantes para utilização de armamentos mais modernos (não estou desdenhando disso, mas é diferente das trocas e modernizações do MLU anterior dos caças quando em serviço na Holanda) e revitalização da estrutura, num programa de extensão da vida útil.

            Mais calma na hora de ler, por favor. E atenção ao que os outros escrevem, na terminologia utilizada e no contexto do que está escrito antes de se exaltar.

            Eu sei que você sabe sobre os serviços realizados no Chile, mas para quem não souber, segue link da própria FACh:

            http://www.fach.cl/images/revista/257.pdf

            Abaixo, link sobre o MLU das aeronaves da Holanda e diversos outros países, anterior à venda dos mesmos para o Chile:

            http://www.f-16.net/f-16_versions_article2.html

        • ______________
          ______________

          O primeiro Gripen NG vai estar no Brasil no próximo ano

          Quais as suas fontes de que os caças chilenos voam mais que os nossos mikes? é afirmação fundada em achismo?

          Quer comparar o PIB per Capita de um país com 17 milhões de pessoas com um país de 200 milhões?

          COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO.

      • Tenho opinião precisa portando argumento.
        Estão em 38 no IDH com 0,847 com PIB per capita de 13.792 dólares, para comparar Brasil em 79 lugar com IDH de 0,754 PIB per capita 8.649.
        Continuam crescendo e tem feito bons acordos internacionais, até já estão na OCDE, embora têm de tomar cuidado com a armadilha da renda média. Tudo indica que entre 2020 e 2025 serão considerados desenvolvidos.

        Em termos de força aérea:
        58 caças sendo:
        10 F-16 C Block 50/52
        36 F-16 MLU
        12 F-5 Modernizado
        O Brasil, em 2023, espero que já esteja com alguns Gripen e de maneira muito positiva terá absorvido tecnologia. Já eles com grande probabilidade já terão fechado acordo para o F35 considerando que a Bolívia tem subido o tom das provocações. Os chilenos prevendo que a Bolívia se consolide como ditadura e relendo a história que ditaduras em crise buscam conflitos externos, possivelmente buscará um meio de dissuasão. Isso sem considerar outros motivos como riquezas naturais, litoral extenso, Peru e claro 10% do que é exportado de cobre ir para as forças armadas ajuda muito.

        https://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/verba-fixa-faz-do-chile-um-pais-bem-armado-na-america-do-sul-ej6urabd3g5ruzwc89o6t05zi

        • Na OCDE o Chile tem as piores estatísticas, superando apenas o México em relação aos demais membros. A desigualdade social no Chile lidera na OCDE. Aquela velha máxima reina: O Chile vai bem, os chilenos não.

          Tirando os velhos F-16 chilenos, a força aérea chilena não ganha em absolutamente nada da FAB

          Condor vai para um museu nos próximos anos, os C-130H vieram todos do EDA e precisam ser substituídos com urgência.

          Você se engana muito com as forças militares do Chile

          Lembro do parlamento alemão tendo que se explicar a revista “Der Spiegel” sobre a venda de leopards 2A4 e Marders a preço de sucata, a qual o governo alemâo classificou de “equipamentos velhos e em péssimo estado”.

          Em tempo: http://www.janes.com/article/81546/chilean-military-troubled-by-personnel-shortages

          “As a result of the situation the Chilean Air Force currently has enough pilots to fully operate only 26 of its fleet of 44 F-16 fighters, while a lack of personnel also limits the manning and support of other types of military equipment.”

          Continue sonhando com F-35

          • “Tirando os velhos F-16 chilenos, a força aérea chilena não ganha em absolutamente nada da FAB”

            Os velhos F 16 do Chile são bem menos velhos que os “novíssimos” F5 M FAB.

          • “Tirando os velhos F-16 chilenos, a força aérea chilena não ganha em absolutamente nada da FAB”

            Vamos ver:
            Alguns sitemas Ground Master 400 com Skyguard III não dão muita coisa ne?

            Os Mygale com radares TRS2620 GERFAUT, os Sentinel AN/MPQ-64F1 com os Avenger não contam?

            Que tal as baterias NASAM II?

            Isso só considerando a defesa Antiaérea.

            Quer partir pra misseis?

          • “Condor vai para um museu nos próximos anos, os C-130H vieram todos do EDA e precisam ser substituídos com urgência.”

            O condor acaba de sair da sua Modernização e atualização de sistemas. Deverá estar operativo até 2025 sem precisar de modernização.

            Poderia postar de onde você tirou a informação que os C 130 H da FACH precisam ser substituídos?

          • “Você se engana muito com as forças militares do Chile”

            JANES:

            Militar chileno incomodado por falta de pessoal
            Jose Higuera, Santiago – Defesa do IHS Jane Weekly
            05 de julho de 2018

            As forças armadas chilenas estão sofrendo com a crescente escassez de pessoal devido aos baixos níveis de retenção, com o exército enfrentando atualmente uma lacuna de 8.000 pessoas, enquanto a Marinha e a Força Aérea têm déficits menores, mas não menos complicados em suas fileiras. Santiago contou a Jane.
            Como resultado da situação, a Força Aérea do Chile conta atualmente com pilotos suficientes para operar plenamente apenas 26 de sua frota de 44 caças F-16, enquanto a falta de pessoal também limita a tripulação e o apoio de outros tipos de equipamento militar.
            O Chile gasta mais em treinamento por membro de serviço do que qualquer outro país da América Latina, e a qualidade de seus oficiais e pessoal regular, extensivamente treinado nas academias de serviços e escolas, é admirada na região.

            Embora o senhor não saiba, a migração de militares pro setor privado é um problema presente em todas as FFAA do Mundo, principalmente em se tratando de pilotos pois, as linhas aéreas tem uma crescente necessidade de pilotos.

          • “Lembro do parlamento alemão tendo que se explicar a revista “Der Spiegel” sobre a venda de leopards 2A4 e Marders”

            As unidades compradas passaram por uma profunda modernização e jamais foram consideradas ” “equipamentos velhos e em péssimo estado”. Apenas foi considerado conveniente devido a que foram modernizados por empresas alemãs e isso gerou divisas.

            Mas você deve ter a matéria onde diz que eram ” “equipamentos velhos e em péssimo estado”.

  29. Um diz que os EUA precisa do Chile para se opor a expansão russa na Antartica, outro diz que precisa para se opor a China no pacífico, é muita viagem, os EUA não precisam do Chile para operação militar nenhuma, é uma simples questão de manterem um cliente para seus produtos.
    A aquisição de F-35 pelo Chile não traria nenhuma preocupação ao Brasil, não são nossos vizinhos e nada do que eles fizerem em relação aos seus vizinhos podem nos criar problemas, eles que se entendam com seus vizinhos que os odeiam.
    Qualquer país tem recursos para comprar meia dúzia de F-35, é tudo questão de prioridade, nós não precisamos.

    • Walfrido, Referente , boa tarde.
      Nesta parte da matéria, o que vc tem a acrescentar?
      Grato.
      Aránguiz dá outra informação interessante: ao contrário do que se poderia esperar, o F-35 e o F-22 da USAF não retornaram aos Estados Unidos imediatamente depois do evento (FIDAE 2018 ).
      Es decir, permanecieron durante 15 días em el Grupo de Aviación Nº 10 de la Fuerza Aerea de Chile (Fach).

  30. A LM oferecer o F-35 é uma coisa. Outra é o Chile ter bala na agulha para adquirir e manter o F-35. Mas enfim, boa sorte aos chilenos. Talvez o único país (quiçá tb o Uruguai) de fato “amigo” que tenhamos aqui na América do Sul

  31. Antes de mais nada, parece que o problema do brasileiro é interpretação de texto.
    O articulista apenas informou, por meio de uma fonte chilena, que a Lockheed Martin teria feito uma mera oferta do F-35 ao Chile. Ofertar é uma coisa, comprar é outra. Válido lembrar que qualquer negociação de tal monta tem de, primeiro, passar pelo crivo do Congresso dos Estados Unidos.

    No referido texto não houve a confirmação que o Chile vai, de fato, comprar, manter e operar o caça de 5ª geração.

    Enquanto isso eles vão seguir de F-16 por no mínimo, na melhor da hióteses, pelos próximos 20 anos. E, quando o Gripen E entrar em operação na FAB, o caça mais moderno da América Latina será brasileiro. Fato!

    No mais os chilenos são nossos aliados. Não cabe comparar nossas Forças Armadas as das deles. Até porque não fazemos fronteira, não nos opomos na política internacional e nunca nos enfrentamos (a não ser nos campos de futebol).

    Lembrem-se: o que confere prestígio e poder militar convencional a qualquer país não é o número de tanques, helicópteros, submarinos e aviões. Mas sim sua capacidade de projetar e desenvolver meios próprios através de uma forte indústria de armamentos adequadamente inserida no comércio internacional. Nisso, apesar de tudo, estamos a frente dos chilenos.

  32. eu to mais preocupado se um dia o Brasil terá condições de comprar um segundo lote de Gripens NG, do que na possibilidade de comprar meia dúzia de F-35 rsrs…

    • Realmente é o que importa, mas com certeza não vamos conseguir manter a aviação de caça de alto nível em SM, CO, SC(RJ), AN e MN no futuro com a aposentadoria dos F-5M e A-1, com só 36 F-39 teremos que comprar mais um lote daqui a uns anos.

  33. Parece que aquela estória de equilíbrio reginal e contexto geopolitico só serve para o Brasil. Colômbia na otan, Chile com f35 e o Brasil recebendo material usado por “não precisarmos de coisa melhor” quando é sabido que isso é uma estratégia (muito bem sucedida) para sufocar nossa indústria belica. Tem gente que ainda se preocupa com a venezuela, eu acho que os inimigos estão na cupula das forças armadas.

    • Esta conversa mole de Equilibrio Regional se mostrou uma farsa na justificativa da venda dos F-35 para Israel onde o Sec. da Defesa dos EUA justificou como para manter a superioridade de Israel na região, mostrou que estão se lixando para o equilibrio regional.

      • Aí depende da região. O presidente Carter tinha uma política de contenção de vendas de armas para a América do Sul a pretexto de manter um equilíbrio e evitar uma escalada, mas o Oriente Médio é uma região quente e Israel é a mão dos EUA por lá.

  34. Nem adianta comentar, os supostos “elogios” ao suposto “poder militar” do Chile, são na verdade uma forma indireta, consciente ou não, de atacar o que temos no Brasil.
    Lembrando que o Brasil tem uma indústria de defesa, coisa que nem em décadas e décadas o Chile terá, pois não investe e não domina tecnologia alguma, e se um dia vier a ter algo do que temos hoje no Brasil em termos de produção industrial em geral e em defesa, já estaremos anos luz deles, como estamos hoje neste quesito.
    O Brasil tem uma arma já em fase final de desenvolvimento que eu considero realmente desestabilizadora, que é o MTC-300, com alcance de 300 Km apenas para exportação, e seu motor funciona por um tempo 10 vezes maior do que o necessário para cumprir uma missão a essa distância, ou seja, seu alcance para uso das FFAA brasileiras é muito maior, acho que até maior que os 1.000 Km estimado por alguns.. o Chile tem o que de nacional nessa área além de nada?
    Somos obrigados a ler de que não somos “confiáveis” aos olhos dos EUA, e que por isso não nos oferecem equipamentos de ponta e tal, alguém chegou a afirmar que o Super Hornet teria sido oferecido com o radar degradado, por conta dessa suposta falta de confiança dos EUA em relação ao Brasil, quando na verdade, Barack Obama escreveu uma carta de próprio punho ao presidente Lula, afirmando que a Boeing estava autorizada a fornecer ao Brasil tudo o que a FAB pedisse no FX-2, Hillary Clinton veio ao Brasil e reafirmou isso pessoalmente, a tecnologia estaria liberada.
    Noto que em termos de equipamentos militares, o Brasil é o que tem recebido a maior quantidade de ofertas dos últimos tempos vindas dos EUA, sem falar no poderoso HMS Ocean, oferecido com exclusividade ao Brasil, um divisor de águas na América Latina, ou vocês acham que por ser inglês, não bastaria um telefonema do governo norte americano para melar a venda?? e os quatro submarinos Scorpenes de última geração fabricados no Brasil com transferência de tecnologia que estamos comprando da França??? o Chile só tem dois, e se limitou a comprar pronto, lembrando que SBR dura 70 dias em missão, por ser maior, e o Scorpene do Chile só roda por 45 dias no mar, nem quero falar no SNBR, algo completamente impossível para o super poderoso Chile.
    Vocês acham que somos mal vistos, ou quase inimigos dos EUA, e que o Chile e Colômbia é que são considerados, quando temos cinco submarinos a caminho, com um deles simplesmente de propulsão nuclear, mesmo sendo franceses, vocês acham que se os EUA não quisessem, a França venderia algo assim a um país “mal visto” pelos EUA???…por favor, vamos ser um pouco mais racionais.
    Não vejo a Colômbia recebendo oferta alguma dos EUA, exceto estes exercícios militares onde você fica bem na foto, mas que na maioria dos casos é só gasto orçamentário desnecessário, como aquele exercício naval no Pacífico, 34 mil Km, só para ir e voltar, o que isso interessa ao Brasil, ir ao Pacífico só para sair na foto?? o que interessa ao Brasil é o Atlântico, a Costa da África e um pouco da Antártida, não muito mais do que isso. Correta a MB e não mandar nada pra lá.
    Temos uma indústria de defesa consolidada que nenhum país da América do Sul sonha em ter, conseguimos bem ou mal, ter alguma capacidade de armar nossos aviões e navios, que numa emergência, são o diferencial entre a vitória e a rendição, como foi em 1982 para os argentinos.
    Sobre essa suposta compra de F-35 pelo Chile, bem, acho que não vai ocorrer, não será autorizado, e o Chile se veria em apuros para manter esses aviões voando pelo custo estratosférico em mantê-los no ar, não é barato operar este caça, todo mundo sabe disso, e o orçamento tem um fundo único, não haverá um orçamento exclusivo para operar o F-35, como não haveria na FAB, um fundo específico para operar o Rafale.
    Digo que não será autorizado por um motivo simples, existe um país chamado Peru, e existe um país chamado Rússia, e existe um avião chamado Su-57, no dia em que essa compra for autorizada, o Peru anuncia a compra do Su-57, para alegria dos russos, e os EUA sabem disso, e tem verdadeiro horror de russos andando no que consideram seu terreiro.
    Vamos para com isso de endeusar tudo o que é de fora, segundo todos os estudos de poder militar do mundo, produzidos por entidades especializadas, o Brasil sempre fica em primeiro na América Latina, com o Chile apenas em sétimo lugar.
    Mas se por um acaso um dia o Chile anuncia esta compra, e for autorizada, creio que o Brasil deveria chamar a Argentina para debaixo do braço, o Peru dará o jeito deles com os russos, mas creio que o Brasil deveria chamar a Argentina para debaixo do braço, bater um papinho com os ingleses e começar a ofertar o Gripen, só para início de conversa, a segunda oferta seria o Astros, claro, com muitos MTC-300 na sacola….
    Tem gente falando até que o Chile já comprou os Cobra, quando a oferta, pelo menos de forma prioritária, foi feita ao Brasil.
    A oferta dos Cobra ao Brasil tem um motivo simples: manter os russos longe, é que o EB e os FN estão em busca de naves de ataques como essa, e a FAB já opera os MI-35, e até onde se sabe, estão felizes com esse mastodonte blindado voador, como a logística já existe, comprar mais unidade dessas para o EB seria algo mais fácil, é aí onde entram os Cobra.
    O Chile em seus sonhos de grandeza querer o F-35 é uma coisa, ser capaz de operar é outra, e outra bem distante ainda, é serem autorizados a isso. Seria ótimo para os russos, se é que me entendem.
    ___________
    Na década de 80, quando a CIA espionava nossa indústria de defesa – ainda espiona claro – documentos recém divulgados, dão conta que os EUA ficavam “satisfeitos” com as vendas de armas do Brasil a vários países do mundo, pois segundo eles, isso tirava mercados dos russos.

    • “Lembrando que o Brasil tem uma indústria de defesa, coisa que nem em décadas e décadas o Chile terá, pois não investe e não domina tecnologia alguma, ”

      O Chile tem construído: Blindados Piranha, Lançadores de misseis, misseis Ar Terra, terra ar, Superfície, etc. Constrói seus próprios fuzis desde 1985, entre eles SIG e Galil, Entrenadores Básicos, Caças a reação de apoio próximo, VANT, Navios e NaPOc, entre outros.

      Antes de postar deveria tentar ler e se informar um pouco, não faz mal a ninguém se inteirar um pouco sobre algum assunto que queira discutir. Mas menosprezas só por menosprezar sem ter ideia do que se está falando apenas serve pra desinformar e desacredita o seu comentário.

      • Cópia autorizada, não tem projeto próprio algum, me atrevo a dizer que é como a Zona Franca de Manaus, também “fabrica” de tudo, desde Celular de última geração até TV de Plasma, o problema é que na verdade vem tudo pronto de fora, algumas vezes, quase que 80% montado, deve ser essa a “Indústria de Defesa” do Chile, sem desmerecer.
        Outra coisa, na década de 80 o Brasil chegou a ser o terceiro país exportador mundial de material de defesa, entre os países do chamado “Terceiro Mundo”, e hoje em dia, o Brasil é o décimo exportador mundial de material de defesa, e o terceiro do mundo em armamento leve, atrás apenas de EUA, e Itália, passamos a Alemanha, pelo menos nos últimos anos.
        Que local do mundo está ranqueado o Chile neste tema de exportador de material de defesa??
        Chile exporta o que e para que países??
        Me diga em que posição está o Chile, entre todos os países da América do Sul, em termos de poder militar, segundo todas as consultorias especializadas?? O Chile é o sétimo, eu sei que isso é doloroso a um chileno, mas é a verdade, o Chile é apenas o sétimo, sexto ou oitavo, dependendo do estudo especializado.
        Não é opinião, é fato.
        Fuzil SIG e Galil?? por favor, vem pronto de fora, além de cópia, vem semi montado.
        Vou lhe dar o exemplo do quão é difícil este mercado, o aço da blindagem do Guarani, parece ser algo simples, mas as primeiras unidades fabricadas no Brasil o aço vinha de fora, Alemanha ou Itália, não tenho certeza, ocorre que o Brasil investiu em tecnologia e logo em seguida este aço que não é comum, passou a ser fabricado aqui no Brasil, repito, parece algo simples, mas apenas o Brasil domina essa tecnologia na AL.
        E mais, este aço teve que ser homologado fora do Brasil, sua qualidade e resistência, foram submetidas a provas fora do Brasil, não sendo assim, não poderia exportar.
        Entende que não será fácil chegar onde o Brasil chegou?
        Os fuzis da IMBEL podem não ser tão bons quantos os SIG ou o Galil, mas pelo menos, são projetos brasileiros e realmente são fabricados no Brasil, não são simples cópias.

        • Espera aí, está querendo comparar? Ou seja, este assunto é de quem a tem maior?

          Infantilidade da sua parte. Se o Brasil faz melhor ou pior acho que não vem ao caso.

          Você se sentir ofendidinho por que o país “A, B ou C” está melhor ou pior do que você pensa ão contribui em nada ao debate. Falamos aqui sobre FFAA e neste ponto o Chile está muito bem pros padrões da região com um modestíssimo orçamento.

        • “Fuzil SIG e Galil?? por favor, vem pronto de fora, além de cópia, vem semi montado.”

          Isso demonstra o quanto o senhor é ignorante sobre o assunto e pior, se esforça por manter uma mentira pra defender a sua argumentação.

          O Chile produz 7 tipos de Fuzil e 3 tipos de Sub Metralhadora, além dos SIG que são produzidos sob licença e dos Galil que são Co produzidos com Israel.

    • “Tem gente falando até que o Chile já comprou os Cobra, quando a oferta, pelo menos de forma prioritária, foi feita ao Brasil.”

      O Chile não comprou Cobra mas, A oferta foi de 12 unidades ao Chile e 8 ao Brasil. Em nenhum momento foi dada prioridade ao Brasil.

    • “O Chile em seus sonhos de grandeza querer o F-35 é uma coisa,”

      Acho que o senhor está equivocado na sua afirmação, o Chile nem sonha em dizer “O gigante acordou” então, está longe, muito longe de ter sonhos de grandeza.

      As FFAA do Chile são na atualidade, as mais modernas e melhor equipadas da região, resultado de seriedade e principalmente, racionalidade sobre as suas capacidades e recursos.

      Ser o primeiro operador dos Scorpene do Chile em 2006 foi um divisor de águas, ter uma frota silenciosa completa com a capacidade de lançar misseis mesmo submersos e ser os únicos na região a ter esta capacidade mesmo depois de 10 anos é sim um divisor de águas, ter uma frota de 8 fragatas sendo todas elas as mais modernas e melhor equipadas da região há mais de 10 anos é um divisor de águas. Ser há anos o único operador de misseis Harpond na américa do sul é um divisor de águas. Ter o mais poderoso e temido MBT da América do Sul é um divisor de águas, em fim, há muitas coisas que poderiam ser um divisor de águas mas me conformo com lhe dizer que o Chile é, tem e faz tudo isso com menos do que o 10% do orçamento das FFAA do Brasil e ainda assim, se sai muito bem.

      Digo isto sem querer desmerecer as FFAA do Brasil mas, lendo os comentários do senhor me vejo na obrigação de lhe contar como são as coisas no mundo real.

    • Silvano Conti.
      Eu não costumo ler textos longos e enfadonhos de ninguem.
      Li o seu porque diz coisa com coisa e é de uma grande lucidez.
      o Chile é um país que conheço e gosto. Realmente muito organizado.
      Porém não é o Brasil, com tudo que somos e temos.
      Parabens.

  35. Colegas, vamos fazer uma vaquinha pra comprar meia dúzia de F-35 para a FAB? Enquanto não fizermos isso será impossível ler o blog sem ser incomodado pelo choro compulsivo e histérico dos fans do avião da Lockheed

  36. _______
    _______

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  37. O Chile como sempre na frente da américa latina, sempre fazendo boas aquisições, comprando armamento americano de ponta, suas forças armadas são bem armadas e treinadas, isso tudo com um PIB bem inferior ao nosso, parabéns aos chilenos que sabem equacionar a pouca verba que dispõe com compras de oportunidade ótimas e bem equilibradas. Se realmente adquirirem o F-35 vão se tornar a melhor força aérea da américa latina. Não existe hipótese de guerra com o Brasil, isso é besteira, eles lá e a gente cá, mas é de invejar a capacidade deles em comprar certo, com bons preços. Coisa que o EB vem fazendo nos últimos meses, se acertarem a compra dos supercobras, chinook, M198, Sherpa e outros, vão tornar o EB a melhor das 3 forças brasileiras, parabéns também ao EB.

  38. FAKE NEWS, o Chile dificilmente vai entrar nessa, a Italia pulou fora, é um caça muito caro e ainda não há um grande numero de unidades vendidas, o Brasil está no caminho certo com essa parceria com a Suécia. Seria mais recomendável aumentar- mos para mais de uma centena de gripens; e continuar o programa de mísseis ( TA, AA e tambem aumentar a capacidade do matador para 500km)

  39. A maior ameaça do Chile é um tsunami, e quanto a sua situacao economica,eles tiveram um Pinochet, enquanto outras republiquetas latinas tiveram populistas.

  40. Natural o Chile ter no futuro o F-35, afinal é o único país latino-americano considerado “desenvolvido”, pela OCDE, já passou do estágio de “em desenvolvimento “. Isso significa maior injeção de investimentos;

    Um belo país, destoa positivamente de outros países do continente

    • Sei que o Chile é um país com suas qualidades, que dificilmente está em crise econômica.
      Mas não vejo onde está o “desenvolvimento” chileno.
      Não creio que a qualidade de vida dos chilenos seja grande coisa.
      Eles mal têm fábricas (de automóveis não têm).
      A única grande empresa que têm que eu saiba é a LAN, que comprou a TAM.

      • Voce ja foi pro Chile? vc acha que o unico indicador de desenvolvimento é a quantidade de fabricas?? Nonato, vc é sensato. O Chile tem qulidade de vida, tem produção industrial em setores que é lider, tem gestão pública e econômica eficiente.
        A economia chilena é do tamanho da paulista, ou até menor, mas o que vale nao é tamanho do PIB, e sim como é distribuído e usado em benefício social. E nisso, é outro 7×1 que tomamos deles. E como disse, nao dei minha opinião, relatei um FATO de órgãos internacionais

  41. Washington – ainda que mandando no Brasil ultimamente- se preocupa com o equilíbrio da região. Nos anos 70 tanto a FAB como a FAA queriam o F4 Phantom e Washington meio que vetou, oferecendo o F5… A venda de algo tao avançado como o F35 poderia levar a uma escalada militar na região. E nao agradaria nada à Casa Branca ver o Brasil – com um eventual governo menos capacho de Washington- comprar Su-57 ou algo do tipo. Pensem nisso.

    • Estou totalmente de acordo, já havia pensado nisso também.
      No governo anterior o ministro da defesa chegou a entrar em contato com os russos para integrar-se ao programa, mas o pessoal da Embraer negou o interesse no avião, que teria participação do Brasil, o governo acabou e não se falou mais nisso.
      Mas sou favorável que dependendo da situação da vizinhança, o Brasil comece de imediato a se mover em direção aos russos em busca do Su-57… não acho que essa tal oferta do F-35 seja realista, como eu falei, é mais devaneio mesmo, mas nunca se sabe, se ocorrer, talvez eles ofereçam ao Brasil – consta que já o fizeram – mas acho que não seria a melhor opção, neste caso, o melhor seria o Su-57, 12 unidades, estacionadas em Anápolis, seria suficiente.
      Outra opção válida, e talvez mais compensatória, seria embarcar no programa do avião de caça que a Inglaterra e a Suécia pretendem desenvolver juntas, acho que tem brecha para o Brasil e a Embraer Defesa neste programa. O lado bom desta opção, é que é totalmente impossível para qualquer país da América do Sul, simplesmente pela completa falta de capacidade industrial e tecnológica.

  42. Meu Deus, não leio o Aéreo a algum tempo, e quando vou ler este tópico me surpreendo com _____________
    _____________falando de coisas que não aconteceram, que não operam ainda como se fossem testadas, homologadas em combate, um coisa fantástica,e ainda por cima definindo datas para coisas que nem eu, nem a FAB e nem SAAB e nem ninguém sabem se vão cumprir.
    FACH e FAB são forças aéreas co irmãs que via de regra sempre trocaram informações, treinaram juntas e se ajudaram mutuamente, tendo TOs muito diferentes, prováveis inimigos muito diferentes e portanto tem necessidades táticas e estratégicas distintas.
    Na metade da década de noventa quando voavam M50 modernizado, a FAB auxiliou e bastante quando tiveram um gargalo na diagonal de manutenção que jogou a disponibilidade deles para baixo. Na crise do canal de Beagle, novamente foram auxiliados por nós, de uma forma que não posso comentar.
    Veio a década de 2000 e a FACH mudou, se modernizou, foi a pioneira no uso da doutrina AWACS, foi também pioneira no uso dos HMD em interface com um míssil IR de 4ª geração. Na primeira Salitre, que para mim foi um marco na mudança de comportamento doutrinário e de hardware da FAB, nós apanhamos que nem cachorro naquele treinamento de combate, os Chilenos nos surraram nos combates VVR, e a FAB aprendeu que o P IV travava no alvo nas “3 horas”.
    Compartilhamos também alguns ensaios aerodinâmicos de armamentos comuns ao F5 M e ao Tiger III, e as restrições ao uso do Derby na anv.
    Hoje, a FACH tem na sua av de caça, um referencial para vários países da AL, inclusive nós, dominam e conhecem a doutrina de uso do AIM 120, o melhor BVR plenamente operacional em uso na região. Tem deficiências na área de logística de transporte, limitação no AWACS por ter um único vetor.
    São forças aéreas que se respeitam e que compartilharam suas experiência operacionais, com objetivos a serem alcançados diferentes mas fazendo uso da mesma doutrina operacional.
    Em fim, aprendemos e compartilhamos nossas experiências a mais de 40 anos e quem sabe não voltemos a operar um vetor de combate comum.

    COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO AOS DEMAIS COMENTARISTAS.

  43. Sinceramente. O F-35 é um avião que não me impressiona. O que eu admiro, é o vendedor do F-35 . O cara é o pica das galáxias das vendas de aviões. O cara consegue vendar um avião com 900 erros, defeitos, problemas. Vc compraria alguma coisa com 900 problemas?

  44. Como sempre o Complexo de Vira-Lata se fazendo notar.

    O que está na matéria é que ventila-se a possibilidade de o Chile comprar o F-35. E ventilar por ventilar, foi ventilada a nossa participação no programa do JSF. Não fomos porque a estrela vermelha brilhava sobre o Planalto na época e porque gastaríamos até os butiás que nem nasceram ainda por um caça que não dominaríamos em quase nada.

    Então menos, bem menos. O Gripen foi um acerto, e não é o fato de a LM estar desesperada atrás de cliente até nesse canto do mundo que vai desmerecer isso.

  45. Senhores
    O Chile tem alguns materiais melhores do que os nossos, simplesmente porque suas ameaças são mais consistentes do que as nossas.
    Se, do nada, todo atrito com Argentina, Peru e Bolívia sumirem PARA SEMPRE, e a necessidade de um dia garantir seus direitos sobre o 6º continente sumir, não há dúvida que economizarão e terão meios menos capazes.
    Caso as ameaças contra o Brasil se “materializem (alguns não concordam com esse termo)” mais, teremos mais meios de ponta.
    Fato é que o Chile não pode se dar ao luxo de não os te-los, pois pode “levar uma rasteira”, contra a qualk não terá condições de sobrepor.
    O Brasil tem um potencial enorme. Podemos fabricar, em um dia (isso mesmo, um dia), uma quantidade de meios que ninguém a média distância pode. Além disso, temos conhecimento, tecnologia e associações capazes de nos equipar MUITO, inenarravelmente mais q o Chile ou qq vizinho.
    Logo…..
    Não adianta comparar…. Chile é corrida de 100m e Brasil é Maratonista. Qual é melhor? Não tem como comparar na maioria dos aspectos.

  46. Eu também penso que o Chile tem tudo para operar Gripen E no futuro, se tudo sair ok na homologação. Um caça que parece até mais moldado ao Chile do que ao Brasil. Permitiria que essas forças irmãs mantivessem ainda mais afinidade doutrinária.
    F-35 ? A US$ 55.000,00 a hora vôo e com disponibilidade na faixa dos 50% ? Improvável. O custo de aquisição, em si, é o de menos. Operar é a questão quando se fala de F-35.
    Sem falar que se stealth é o requisito, o Gripen também é stealth, eletronicamente stealth. Há material confiável e declarações de figurões sobre isso. Active stealth (não confundir com jamming comum ou cancelamento ativo). Claro que tem que se saber as frequências do inimigo. Mas isso, se já não constar da library de EW, seria conhecido nos primeiros dias de combate.
    Sds.

  47. Pessoal (off-topic), não sei se alguém já falou sobre isso… Se o Gripen tem todo o custo “alto” para o Brasil em função da transferência de tecnologia, que precisa absorvida para se ter a sonhada independência na fabricação desse tipo de aeronave. Daí temos que pagar caro para ter esse know how, ótimo, não investimos em pesquisa, vamos encurtar esse caminho de anos… Mas… Mas, se daqui alguns anos, 10, 15 sei lá, perdermos a EMBRAER, ela for totalmente transferida para outro país, ou mesmo essas plantas fabris não serem mais necessária em São José dos Campos e Gavião Peixoto, com quem essa tecnologia ficará, quem vai fabricar? Teremos que criar outra EMBRAER?
    SDS.

    • Mauro bom dia, olha mano não sou especialista, apenas entusiasta e admirador, mais acredito eu que nem o mais #$#&# dos governantes venderia ou entregaria a parte militar da Embraer para outra empresa ou país, visto que há grande pressão por parte dos militares, por isso como eu disse acredito ser meio impossível acontecer isso, tanto é que houve muito pressão dos militares nesse acordo recente com a Boeing.

  48. Fico feliz em ver o Brasil entrar para o século 21 aposentado os F-5 Tiger e desenvolvendo a nova versão do Gripen NG (caça de 4 geração ++++ Plus) com transferência de tecnologia entre a Saab, Embraer e a Kaer. É muito interessante porém o preço é o mesmo valor dos F-35A Lightning II (caça de 5 geração STEALTH e os primeiros a localizar, visualizar e travar o alvo) mas sem a transferência de tecnologia obviamente. Aí eu me pergunto temos os melhores engenheiro da América do Sul (ITA) a 3 melhor empresa aeronáutica do mundo (Embraer) e nunca conseguimos desenvolver nada de estraordinario e inovador para a área de defesa. Agora o Chile como sempre a anos luz do Brasil (em diversos assuntos como país) que desde 1998 tem o F-16 AM/BM Fighting Falcon (caça da 4 geração ++++) bem compatível com o nosso Gripen NG mas não melhor por ser um projeto mais antigo que o Gripen NG mas que entrará em operação somente em 2022 no Brasil e o Chile já querendo entrar para a 5 geração mantendo assim novamente a superioridade aérea na América do Sul.

  49. Com os radares quânticos, que não são caros, a tecnologia stealth vai ficar obsoleta muito depressa. A China já anunciou os seus radares quânticos e o Canadá tá desenvolvendo um por 2,7 milhões só. O grippen não é stealth, mas é uma máquina muito superior, versátil e barata pra voar… Dono da tecnologia pra fabricar, operar e mudar os setups, acho que o Brasil acabou escolhendo certo.

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