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IAI e IMI Systems revelam o Rampage, míssil de ataque de longo alcance

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AEL Sistemas
Rampage sendo lançado de um F-16I
Rampage sendo lançado de um F-16I

RAMAT HASHARON, Israel – A Israeli Military Industries Systems (IMI Systems) e Israel Aerospace Industries (IAI), revelaram um míssil de ataque ar-superfície de longo alcance, que foi desenvolvido em conjunto pelas duas principais indústrias de defesa especializadas de Israel. O Rampage oferece uma combinação única de know-how, ativos tecnológicos e experiência cumulativa de ambas as empresas.

Desenvolvido em resposta a uma clara necessidade operacional do futuro campo de batalha, como “counter weapon”, ou seja, arma lançada de fora da área protegida por mísseis antiaéreos, o Rampage possui uma ogiva, motor de foguete e avançado conjunto de navegação que permitem execução da missão de ataque de alvos de alta qualidade e bem protegidos com máxima precisão.

O Rampage apresenta capacidade de penetração ideal em áreas protegidas. Sua precisão focal evita danos colaterais a um custo de missão muito baixo em comparação com as soluções existentes. Os alvos que melhor se encaixam nas capacidades do novo míssil incluem centros de comunicação e comando, bases das forças aéreas, centros de manutenção, infraestruturas e alvos de campo valiosos protegidos por sistemas antiaéreos.

O Rampage pode operar em qualquer condição climática, bem como dia e noite. Ele oferece operação simplificada, sem necessidade de um homem no circuito (man on the loop), e pode ser transportado em uma ampla gama de aeronaves, fabricadas nos países ocidentais ou orientais. Ele pesa 570 kg e tem 4,7 metros de comprimento.

Boaz Levy, gerente geral e vice-presidente executivo do Rockets and Space Group da IAI, disse: “Acreditamos no Rampage, pois é um produto importante que atende a uma necessidade operacional real de uma maneira muito eficiente. A IMI e a IAI investiram bastante no desenvolvimento deste produto que reflete o extenso conhecimento tecnológico e a experiência de ambas as empresas com um preço atraente e relevante para todos os mercados globais.”

Eli Reiter, gerente da divisão de poder de fogo da IMI Systems, disse: “A IMI Systems e a IAI estão orgulhosas em apresentar uma resposta aos desafios dos campos de batalha modernos. O Rampage junta-se a uma família de mísseis precisos, que temos fornecido a militares avançados por anos. O Rampage complementa a resposta aérea com um salto quântico no desempenho e extraordinária relação custo-efetividade, dois fatores que são importantes para muitas forças aéreas em todo o mundo.

FONTE: IMI Systems

NOTA DO PODER AÉREO: o Rampage é um derivado do foguete guiado de artilharia IMI EXtended Range Artillery Rocket, ou EXTRA”. O design externo da arma para lançamento do ar foi modificado com a adição de uma seção reforçada no corpo central com pontos de fixação.
YnetNews informou que o Rampage tem um alcance de até 150 km e uma ogiva de 150 kg; a produção deve começar no próximo ano.

IMI EXTRA (EXtended Range Artillery Rocket) 306mm artillery rocket system
IMI EXTRA (EXtended Range Artillery Rocket) 306mm artillery rocket system

41 COMMENTS

  1. A indústria de Defesa de Israel da uma flexibilidade para forças armadas, digo que é uma resiliência tecnológica.

    Gosto das NOTA da trilogia, sinto falta delas… é uma luz para mim que sou leigo.

  2. Tecnologia de ponta. precisão e letalidade somente no que interessa. Uma arma excepcional de conceito inteligente e eficaz, meus parabéns aos envolvidos no projeto!

    Imaginem o Astros 2020 evoluindo para algo semelhante!

    Saudações

    • Resenha de leigo: Imagino que a diferença dele pro nosso Astro é que é guiado, enquanto o nosso é calculado. Pra efeito de lançamento aéreo ta bem longe do alvo.

  3. Para alvos além dos 100 km forçosamente uma arma ar-sup tem que ser propulsada. O limite prático das bombas planadoras é 100 km.
    Não há limite para a imaginação quanto a lançar armas sup-sup e sup-ar a partir de aeronaves. Praticamente tudo pode ser adaptado para lançamento aéreo.
    Na década de 80 houve proposta para o lançamento do míssil Patriot e do Lance como arma ar-sup. Foram canceladas por conta do fim da Guerra Fria.
    Recentemente os russos adaptaram o Iskander para lançamento aéreo, na forma do Kinzhal.
    O futuro míssil PrSM que deverá substituir o ATACMS deverá seguir esse caminho. Juntamente com o GMLRS Plus.

    • Mestre Bosco, essa arma é claramente uma busca por algo de baixo custo visto ser desenvolvido em cima de algo já existente. Agora seria interessante substituir a propulsão por motor foguete por um turbofan.

      • Tireless,
        Esse tipo de arma busca atingir alvos de tempo crítico. Ela prejudica a relação massa total x ogiva para manter o míssil supersônico.
        Um míssil cruise subsônico furtivo capaz de voa baixo tem maior capacidade de penetração mas fica a dever no quesito “tempo de reação” e aí tem lugar o míssil supersônico.
        Os americanos (USN) só tem o AARGM contra esse tipo de alvo. E claro, lançado da superfície agora tem o SM-6 (também da USN) e o ATACMS do USA/USMC.
        A USAF a rigor não conta hoje com mísseis ar-sup supersônicos de grande alcance e portanto não tem como fazer frente a ameaças de tempo crítico.

  4. Trata-se de uma arma bastante interessante que combina alcance e carga bélica e que tem inegáveis aplicações naquele TO. A única ressalva é o tamanho, que impede que seja levada internamente pelos F-35.

    E a julgar pelas tensões ali existentes acho que não irá demorar para a sua estréia em combate. Pobres iranianos…rs!

  5. Mas existem armas anti aéreas com alcance superior a 150 km !! Dessa forma a aeronave lançadora continuaria sujeita a ser acertada por um míssil sup – ar !! Se bem que da maioria das armas anti aéreas a aeronave ficaria livre de ser alcançada !!

      • Quem te garante isso ?? O sistema sírio obsoleto S 200 que derrubou o F 16 israelense tem um alcance dependendo do tipo de alvo de até 200 km !! Já o sistema S 200 imensamente melhorado no Iran tem o alcance na casa dos 250 – 300 km existindo inclusive a versão móvel montada em uma carreta e que leva dois mísseis ao mesmo tempo !! Ainda no Iran podemos destacar o BAVAR 373 que é uma cópia do S 300 últimas versões e o próprio S 300 fornecido pela Rússia recentemente e ainda lembrando do HQ – 9 que tem um grande alcance !! Não quero de forma alguma desmerecer a qualidade e a utilidade desse armamento !!

    • Exatamente CRSOV.
      Isso também me chamou a atenção
      O espaço de Israel é tão exíguo que quaisquer sistemas de radar e mísseis, ‘moderadamente’ modernos, podem vasculhar e abater qualquer avião em qualquer parte de seu território.

      • O estranho é que nunca fazem isso. Já em sentido oposto a coleção de abates das forças de defesa de Israel, assim como de alvos destruídos em território inimigo, é extensa.

        A vida de quem torce para o fim de Israel é dura. E decepcionante…..

      • Antônio,
        Um sistema de radar que fizesse isso estaria sujeito a ataque de baterias de terra, como o MLRS, o Extra, o LORA, o Predator Hawk, do Harop, do Delilah, etc.

        • Levando-sem em conta que baterias de terra também estariam sujeitos a ataques, estaríamos empatados. Toda medida pode acarretar uma cotra-medida.
          O que estou argumentando é que o território de Israel pode ser 100% esquadrinhado em tempo real, sabendo-se até quando os aviões pousam e decolam. Basta querer e, evidentemente, ter recursos para tal.

          • Toinho,
            100% não!
            Israel é pequeno mas nem tanto! Só se fosse com um AEW!
            A partir de radares de terra só se o radar for colocado no alto de alguma montanha mas mesmo assim, pela curvatura da Terra, o trânsito de aeronave a baixa altitude ficaria fora de observação.
            E também não seria possível observar as aeronaves que pousam e decolam não.
            Vale salientar que é muito complexo avaliar o desempenho de radares instalados em terra. Há variáveis referentes à altura da antena (que em terra pode estar em cima de uma montanha ) e ao relevo.
            Claro, não devemos desconsiderar a curvatura da Terra.

    • O S-400/300 podem lacar misseis ate 200-250km mas nenhum missil atinge sua trajetória horizontal máxima no mesmo ponto da vertical máxima, ou seja voando alto ate uma certa distância da pra evitar ser derrubado.
      Sem contar ECM, que pode impedir ou atrapalhar o sistema de localização e travar até que se possa lançar o missil ou bomba.
      A pergunta seria qual a capacidade desse missil de sobreviver um S-300/400 + Pantsir-S1, ja que não é stealth? As vezes o custo de um ataque de saturação é maaior que de um stealth.

      • Por exemplo: A distância de Daraa (sul da Síria) até Berseba (sul de Israel) é de cerca de 200 km em linha reta. Da mesma Daraa a Haifa (norte de Israel) são cerca de 100 km.
        Se algum regime hostil se instalar na atual instável Jordânia, as distâncias seriam ainda bem menores. É uma situação estratégica muito complicada.

        • A Jordânia foi inimiga de Israel de 1948 a 1994. E ainda perderam Jerusalém Oriental e a Cisjordânia. E hoje em dia também não seria maior problema….

          • Não perderam pq é território do possível estado palestino.
            O Rei Hussein negociou a paz com nada. Ele abdicou do que não lhe pertenceria mesmo.
            Jordanianos são mais inteligentes que se imagina.

        • Em tempo. Quando a Cisjordânia ocupada for devolvida aos árabes, a situação estratégica passará de ‘muito complicada’ para ‘impossível’.

          A distância da fronteira da Cisjordânia a Tel Aviv é de cerca de vinte quilômetros.

          • A Cisjordânia de 1948 a 1967 esteve com os árabes e não houve “situação estratégica impossível alguma. E olha que aquela época Israel não tinha a superioridade tecnológica e tampouco armas nucleares. Ou seja, se atentarem contra Israel os árabes vão perder novamente. E isso se estende aos persas.

    • CRSOV,
      Mísseis propulsados podem ser lançados por aeronaves abaixo do horizonte e portanto ficam fora do alcance dos S-qualquer número.
      Aliás, podem ser lançados até do solo.
      Quanto ao míssil em si poder ser interceptado, sem dúvida. Para que isso seja mitigado em locais onde se espera haver defesa consistente e competente, terá que ser efetuado ataques de saturação e combinado com outros meios.

      • Mas aí Bosco você cria um baita problema pro avião voando baixo que for lançar este míssil pois pode na maioria dos casos ficar fora do envelope de ação dos sistemas S mas fica próximo do Verba que é um Igla melhorado, do RBS 70 NG e das armas de tubo que são especializadas além dos TOR ME2, dos Pantsir e por aí vai ….

        • CRSOV,
          Para de ficar complicando. rsrss
          Esse meu F-16 com o Rampage tá abaixo de 1000 metros e não tem nenhum Verba perto não. rsrss
          Brincadeira!
          Se a gente for falar de todas essas variáveis aí é melhor o F-16 nem decolar. rsrsss
          Você está certo! Um caça para ficar abaixo do horizonte radar a 150 km de distância (alcance do míssil Rampage) teria que estar a menos de 1000 metros de altura.
          Vale salientar que não sabemos se o Rampage tem esse alcance de 150 km quando lançado de 1000 metros de altura, mas tudo indica que tem tendo em vista que é baseado no míssil EXTRA.
          Na verdade se for mesmo baseado no EXTRA é mais provável que o alcance seja muito maior tendo em vista que o alcance do EXTRA é de 150 km quando lançado de terra (zero/zero).
          Em tendo 300 km de alcance ele poderia ser lançado de uma altitude de uns 5 km. Tá melhorando! Um Verba não pega… mas o TOR pega. rsrss O piloto tem que dar muito azar para achar um TOR no meio do caminho. Tem que mandar benzer. rsrss E em tendo a “inteligência” tem que disponibilizar isso e incluir no planejamento da missão.
          Mas na verdade eu só coloquei essa observação referente ao avião poder lançar o míssil Rampage abaixo do horizonte radar só pra ilustrar algumas variáveis.
          O mais provável é que o caça se aproxime num nível médio (eu diria uns 6000 metros) e lance os mísseis e se evada rapidamente. Não é assim tão simples uma IADS simplesmente atingir a ameaça, principalmente de tão longe.
          Um abraço.

          • Já agradecendo os esclarecimentos aproveito a oportunidade para adicionar mais um problema para o seu F 16 !!! HUAHUAHUA
            Você citou de forma perfeita que as operações desse porte geralmente tem que ser precedidas de ações de inteligência e reconhecimento do trajeto para que maiores problemas sejam evitados !! PERFEITO
            Porém com a grande mobilidade dos sistemas terra ar o que aparentava ser um cenário tranquilo para o seu F 16, pode em 5 minutos ou até menos tempo sofrer grandes mudanças e apresentar inúmeros percalços que não estavam previstos quando do planejamento inicial da missão !!

          • CRSOV,
            Não é impossível um TOR estar no caminho de um F-16/Rampage, mas é difícil. Um sistema SHORAD geralmente se posiciona para fazer defesa de ponto. Se for se posicionar de modo a aumentar a densidade da defesa fica inviável do ponto de vista financeiro. O melhor para barrar um ataque no meio do curso é usar mesmo os mísseis HIMADS e a aviação de caça.
            Só pra termos uma ideia, em o Rampage tendo alcance de 150 km e podendo ser lançado de baixa altitude (menos de 1 km para se manter abaixo do horizonte radar) teria que haver sistemas TORs em torno de uma circunferência de quase 1000 km (circunferência = diâmetro x π). Se imaginarmos um eixo de ameaça de 90º, ainda assim temos uma linha de 250 km.
            O TOR cobrindo uma circunferência com diâmetro de 20 km e teria que ter pelo menos uns 12 sistemas TOR distribuídos ao longo dos 250 km.
            Em o míssil podendo ser lançado a 300 km de distância, seria preciso mais de 24 sistemas TOR para “fechar” um eixo de ameaça de 90º.
            Não seria impossível (apesar de improvável) se esses mesmos TOR não fossem eles mesmo alvos prioritários , a serem eliminados ou suprimidos.
            Valeu!
            Forte abraço!

  6. Existe uma coisas que são ideal e existe a realidade …. o ideal esta descrito ai no post a realidade vai ser colocado a prova quando quem sabe os Persas obtenha o S-300 para completar a equação

    • Uma coisa é obter, outra é operar com sucesso….

      Ainda que obtivessem o S-300 e mesmo que conseguissem deslocá-los para a Síria, é bem provável que tais baterias fossem atacadas e inutilizadas pelas IDFs, que por sinal anualmente se exercitam com os gregos, que possuem uma bateria do mesmo.

    • Nilton,
      Não dá pra jogar um “F-5” fora toda vez que forem interceptar um missilzinho desses. Simplesmente a conta não vai bater no final.
      Esse míssil é barato e de baixa tecnologia. É um foguete guiado por GPS não muito diferente dos nossos SS-80 ou SS-150 do Astros II.

      • Não tem defesa antiárea que segure um ataque de saturação, quanto maior a saturação maior a probabilidade de algum míssil atacante passar.

      • Bosco,
        Esta correto sua colocação, não faz sentido utilizar uma ferramenta muito cara se pode utilizar outra mais em conta, o que eu me refiro no comentário é que mesmo com as características do míssil; levando em conta o que os fabricantes anunciam; é preciso que seja comprovado na prática suas qualidades … é claro que não existe sistema de defesa que consiga eliminar 100% as ameaças como as dos misseis, o que é relevante nesse sistema é a capacidade de ter menor prejuízo.

  7. Exatamente HMS Tireless, falou tudo.

    Quem esta no Brasil fica imaginando que vai ser facil, mas os vizinhos ja sabem qualquer coisa que aeronave que invade Israel, o pais intruso sofre um contra ataque pesado, altmamente punitivo.

    Lembram do que passou com o Drone iraniano.

  8. Amigos,

    Creio não estar sendo exagerado ao afirmar que este é o TO com mais variáveis e maiores possibilidades…. Ignorando o enorme custo em vidas e os sofrimentos por que passam populações civis (o lado da guerra que, por vezes, nos esquecemos), a região é um imenso laboratório e campo de provas em tempo real.

    Deve ser por isso que assistimos, recentemente, e muito comentamos aqui no PA, que EUA, Rússia e Israel colocaram seus novos vetores em campo (F-35, Su-57…..).

    Tenho, contudo, uma questão para os amigos: no passado Israel dependeu do massivo apoio norte-americano para sobreviver, é um fato. E hoje? Esse esse apoio se faz necessário na mesma amplitude? Em um improvável cenário de guerra com vários países árabes Israel dependeria de ajuda americana direta?

  9. Caro Helio Eduardo,

    Israel nunca nescessitou intervencao direta americana (militares americanos lutando por/ou ao lado de Israel).

    Israel sempre defendeu sozinha, contra varios exercitos arabes, que por sua vez, eram bem equipados pelos russos. Mas mesmo tendo sofrido boicotes, tanto por parte dos americanos, quanto por parte dos franceses, a IDF soube defender o povo Hebreu.

    O apoio massivo americano que voce se refere, deve ser a ponte aerea que Washington manteve na guerra do Yom Kippur, quando grandes quantidades de equipmentos militares foram aerotransportados para Tel Aviv, ja la pela segunda ou terceira semana de combates ferozes.

    Estivemos muito perto de uma guerra nuclear com a Russia, depois que o General Ariel Sharon cercou o terceiro exercito egipcio. Os russos estavam preparando para enviar paraquedistas para lutar no Sinai.

    Os arabes atacaram Israel quando o pais celebrava seu feriado religioso do Yom Kippur em 1973. Demorou varias horas para mobilizar a reserva e enviar as tropas para a linhas de frente.

    Se voce se refere ao apoio financeiro dos EUA, certamente ajuda bastante, no sentido de compra de equipamentos, PD&I projetos militares, treinamento, e despesas operacionais.

    A ajuda sempre e’ bem vinda. Israel se transformou radicalmente desde sua origem, deixando de ser uma sociedade basicamete pastoral (Kibbutzim), para se transformar em uma das ecomias mais dinamicas do mundo, tendo a Ciencia e Tecnologia como o fator principal, gerador de divisas.

    Contra os vizinhos, eu particulartmente penso que Israel tem condicoes de se defender e tambem contra atacar pesadamente inflingido danos consideraveis ao inimigo.

    Se houver uma intervencao russa, o problema seria bem mais complicado, e provavelmente os EUA entariam, pela primeira, em solo israelense para combater ao lado da IDF.

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