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La Tribune: EUA dificultam conclusão de acordo do Rafale entre Egito e França

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Rafale com tanques externos, mísseis Scalp ar-terra e mísseis Mica ar-ar – foto Armée de l’air

Por Taha Sakr

O jornal financeiro semanal francês La Tribune informou na sexta-feira que um acordo entre o Cairo e a França sobre a venda de mais 12 jatos Rafale para o Egito foi bloqueado porque os EUA estão se recusando a exportar um componente de mísseis de cruzeiro que integram o avião.

As fontes francesas citadas na reportagem afirmaram que o atraso no negócio é devido à escassez do componente americano dos mísseis Scalp e não a uma questão de financiamento como no passado.

O La Tribune observou que a Dassault Aviation e a MBDA recusaram-se a confirmar as reportagens sobre o míssil de cruzeiro Scalp, um míssil de cruzeiro de baixa observação lançado do ar.

Em resposta à reportagem, o porta-voz do Exército Egípcio, Tamer El-Refa’ai, disse ao Egypt Independent no domingo que a questão do componente americano do míssil de cruzeiro Scalp é considerada como parte dos “assuntos internos” franceses.

O jornal acrescentou que a França já aprovou a exportação dos mísseis de cruzeiro Scalp para o Egito, embora a recusa dos EUA em fornecer ao fabricante o componente norte-americano tenha obstruído este passo.

Essa recusa provocou indignação entre os egípcios que estão insistindo em receber os mísseis de cruzeiro Scalp antes de concluir o acordo do Rafale.

Foi explicado que a indignação egípcia empurrará a França para buscar alternativas aos componentes americanos, recorrendo a outro fabricante de mísseis além da MBDA, ou para abrir uma comunicação de alto nível com a administração dos EUA, e que ela pode ocorrer durante a próxima visita do presidente francês Emmanuel Macron aos EUA em abril.

O jornal francês destacou que existe um conflito entre os EUA e a França sobre as ofertas de armas francesas para países do Oriente Médio, incluindo o Egito e Emirados Árabes Unidos (UAE), afirmando que os EUA anteriormente se recusaram a vender componentes franceses usados ​​para fabricar satélites espiões para os UAE.

Em novembro de 2017, o La Tribune disse que o Egito iria assinar um acordo militar com a França, no qual o Egito comprará mais 12 aviões de combate Rafale.

Na época, o jornal cito fontes anônimas dizendo que o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Yves Le Drian, negociou o acordo com o presidente Abdel-Fattah al-Sisi enquanto participava do Fórum Mundial da Juventude em Sharm El-Sheikh em novembro de 2017.

Em fevereiro de 2015, a França concordou em entregar 24 aviões de combate Rafale ao Egito no valor de 5,2 bilhões de euros.

O fabricante francês Rafael Dassault Aviation divulgou em março que enviaria ao Egito oito caças Rafale este ano.

Em dezembro de 2016, o Egito ficou em primeiro lugar entre os países em desenvolvimento que importam armas, de acordo com um relatório do Congresso dos EUA.

Ao longo dos últimos anos, o Egito finalizou vários acordos de armas com vários países, incluindo França e Rússia.

FONTEEgypt Independent

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Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Se fosse o Egito com o dinheiro dos rafaeles comprava uns 50 mig-35 ,que está livre destes embargos brancos,pois no futuro tende a piorar,pois a França está Invandido áreas de interesse EUA de vendam de armamentos.

Russian Bear
Russian Bear
2 anos atrás

Hoje em dia nenhum vetor ocidental está livre do embargo americano. Inclusive os Gripen e sua falsa transferência de tecnologia. Os Estados fazem sem escrúpulo algum o seu jogo político no mundo todo. O Egito deveria se alinhar integralmente com Rússia e China. Esta história de se alinhar com o ocidente é o maior equívoco que o governo egípcio poderia ter feito. O preço de não ter sofrido tanto cima primavera árabe, patrocinada por Estados unidos e Inglaterra, custou ao Egito a obrigatoriedade de compra de vetores ocidentais. Porém agora que o mesmo Egito está buscando soluções para outras áreas… Read more »

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Todos os países tem que apreender com a China a oferecer seus produtos em duas versões, uma livre de embargos, mesmo que seja um pouco inferior como fazem com vários aviões como o K-8 e o Y-8.
No caso dos franceses fazer uma versão livre dos EUA.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

Russian Bear 18 de Fevereiro de 2018 at 18:12 O Egito já foi integralmente alinhado à URSS (antecessora da Rússia) de 1955 até 1975. E nesse período perdeu quatro guerras para Israel (1956, 1967, Guerra de atrito 1967-1970 e 1973). Esse fato certamente convenceu os egípcios que alinhamento total com a Rússia não é um bom negócio… Ademais, ao alinhar-se aos EUA (e ao ocidente) e negociar o tratado de Camp David com Israel o Egito passou a ser destinatário de ajuda econômica e militar em um valor que perfaz US$ 1.5 bilhão anuais, valor apenas superado pela ajuda recebida… Read more »

Paulo Jorge
Paulo Jorge
2 anos atrás

É muito bonito massacrar os EUA por controlar o mercado de componentes de acordo com a balança geopolítica (só anão diplomático acha que vivemos numa tribo de amigos de mãos dadas), quando há opções com riscos menores no mercado.
E mesmo assim insistem em correr atrás da tecnologia estadunidense. Nessas horas, dá um nó na cabeça da turma do contra. Como assim?
Ah, não adianta correr pra Rússia, França, China, UK… todos praticam o mesmo tipo de política de Washington a depender dos interesses. Só os bobos acham que não.

Sds

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Calma pessoal. Isso não é nada demais. Tudo será resolvido. Os americanos querem vender como todo mundo. O SCALP é utilizado por um monte de países e não vai ser o Egito que vai ficar sem.
E também não me consta que a MBDA esteja ruim das pernas. Vende mais que água no deserto.
Menos pessoal! Não levem tudo a ferro e fogo.

Ivan BC
Ivan BC
2 anos atrás

Acho que dentro do setor de vendas militares a França é o país mais movido a dinheiro, basta ter dinheiro e eles vendem a mãe. É muito estranho ter este país na OTAN. Basta ver a quantidade de guerras que a Franla está envolvida e os problemas internos (imigrantes e atentados terroristas).

Ivan BC
Ivan BC
2 anos atrás

Russian Bear 18 de Fevereiro de 2018 at 18:12 kkkk está brincando ou falando sério? Sair da dependência de um para cair nos braços de outro? Qual a lógica disto? Deixar de fazer negócios com países europeus e EUA para ficar dependente da Rússia e China? Outra coisa, basta ver os contratos militares do Egito para perceber que o país está comprando armamentos de DIVERSOS países, especialmente da França. Da mesma forma que compraram os MISTRAl da França eles também compraram helicópteros russos…dessa forma, sua alegação de vínculo ocidental não procede. Aliás, isto não seria nenhum ponto negativo, pois nós… Read more »

Jodreski
Jodreski
2 anos atrás

Todos os fabricantes ocidentais dependem de componentes americanos, uns mais outros menos. Só há três países que fabricam seus armamentos de forma independente: EUA, China e Rússia. O que eu lamento é a dependência europeia dos americanos, eles tem dinheiro e corpo técnico para não precisarem ser tão dependentes assim.

Diego
Diego
2 anos atrás

Estranho seria não fazer parte da OTAN, tem países ainda mais abertos a esse respeito, um, por exemplo,pretende vender ou vendeu sofisticados armamento AAA a um país que abateu seu caça com direito a perda humana. Lembre-se que a França embargou navios para a Rússia, ela é um país com interesses próprios como todos os outros. A Alemanha e o Reino Unido não estão envolvidos nas mesmas guerras e com os mesmos problemas com imigrantes?

Rick
Rick
2 anos atrás

Pau vai quebrar… Todos querendo mercado pra vender armas e uma turma dos Eua, Russia, China,França, Alemanha conversando entre si pra saber quem vende a quem sem atravessar as vendas um do outro…

Sérgio Santana
Sérgio Santana
2 anos atrás

A melhor saída para esses casos é desenvolver um produto local.

Hélio
Hélio
2 anos atrás

E ainda tem gente que defende ~parceria estratégica~ com os EUA. Eles simplesmente não são confiáveis, ponto.

donitz123
2 anos atrás

Isso aí é treta de Israel. No passado recente eles vetaram a aquisição dos Eagles pelo Egito que eventualmente recorreu ao Rafale.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

donitz123 18 de Fevereiro de 2018 at 19:57

O Egito nunca tencionou adquirir o F-15! Eles adquiriram o Rafale depois que Obama suspendeu a ajuda militar após o golpe que retirou a Irmandade Muçulmana do poder. Ressalte-se que depois das eleições e da posse de Al Sissi a ajuda foi restabelecida e até mesmo os exercícios bright Star foram retomados.

Quanto a Israel, não tem nada a ver com isso! Os países assinaram um tratado de paz em 1979 e as relações entre os militares e políticos de ambos os países é excelente.

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Para evitar a coleiraque pode ser ocasionalmente apertada tem que fazer como o Paquistão, India e Indonésia que ja sofreram embargo e hoje usam equipamentos militares de várias fontes.

Sérgio Luis
Sérgio Luis
2 anos atrás

Só por causa de um missilzinho?
Quem precisa de um missilzinho como esse scalp?!

Sérgio Luis
Sérgio Luis
2 anos atrás

Acredito também que Israel esteja jogando areia nesse negocio!

Adriano R.A.
Adriano R.A.
2 anos atrás

Já pedindo muitas desculpas pelo Off topic, o principal componente americano do Gripen E é o motor, certo?
Bem que a Saab poderia chutar o balde e colocar o novo F414-GE-400 EPE de 26400 lb de empuxo em vez do atual de 22000 lb… O Gripen iria virar um foguete… rsrsrsrs.
https://theaviationgeekclub.com/boeing-integrate-cft-u-s-navy-f-18-super-hornet-fighter-jets/

Caio
Caio
2 anos atrás

Os europeus nessa dependencia militar dos EUA, passam por vexames desnecessarios,.
A roda da Historia, e cruel um tempo de soberano outro na serventia.

Rafael
Rafael
2 anos atrás

Na minha opinião essa politica não tem haver com venda de equipamento. Os EUA não quer muitos países com vetores de 4++ geração, ou mesmo de 4 geração (MIG-29) que podem ser bem armados e modernizados pelos países que o fabricam. O F-22 não é mais produzido, a espinha dorsal da USAF é baseada no F-15 e F-18. Os EUA até pode vender seus F-16 para um pais, mas com armamento e modernização controladas pelo governo americano. É uma politica estratégica e não comercial.

Matheus
Matheus
2 anos atrás

O componente fica no avião ou é o próprio míssil? Quais os mísseis parecidos com o Scalp?

Augusto L
Augusto L
2 anos atrás

Eu não acho que os EUA brecaram o componente por vendas, ate pq é duvidoso se eles venderiam ao Egito um jassm ou um slam-er. E tbm pq embarga algo a alguem na espera dessa pessoa compra de vc é “idiotice” o pais comprador não ia compra de quem o embargou

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
2 anos atrás

Notícia mal escrita..

O Egito já recebeu um monte de Rafales..

O problema é no SCALP.

ODST
ODST
2 anos atrás

Russian Bear

Não tem nada de falsa transferência de tecnologia no Gripen, o Brasil sabia muito bem quais tecnologias e conhecimentos a SAAB poderia transferir, ninguém é burro ali.

Paulo Jorge
Paulo Jorge
2 anos atrás

Prezado Hélio,

Vc está enganado. O Egito é aliado de Israel, apesar das desavenças do passado. Tel Aviv não controla a política externa americana no Oriente Médio e a confusão que virou a Síria é a prova disso.

Sds

Gabriel
Gabriel
2 anos atrás

Paulo Jorge 18 de Fevereiro de 2018 at 22:18 Meu senhor Jesus eu não li isso! —————————————————- Esse tipo de pratica por parte dos EUA é tipica deles, uma politica protecionista e contrária aos princípios do livre mercado que eles tanto exigem dos outros. Negociar com a Rússia ou com a China é MUITO diferente de negociar com os americanos e de dedução óbvia a começar pela analise da balança de poder no cenário internacional…China e Rússia brigam por espaço enquanto os americanos já tem a hegemonia e impõe o seu jogo.(Entender isso e suas consequências não é coisa de… Read more »

BILL27
BILL27
2 anos atrás

Rafael 18 de Fevereiro de 2018 at 20:45
A espinha dorsal da Usaf é o F-16 ,depois o F-15 e não F-18 como vc mencionou e o F-35 logo logo vai ser a espinha dorsal .

Elaine
Elaine
2 anos atrás

BILL27 19 de Fevereiro de 2018 at 0:07

F-35, a espinha dorsal? misericórdia…

Alguém consegue me explicar como os EUA construiram aviões tão bons quanto o F-14, o F-15 e o F-16 e, de repente, apresentam esse lixo chamado F-35? o que aconteceu, afinal? excesso de confiança depois do fim da URSS?

Wagner
Wagner
2 anos atrás

Elaine 19 de Fevereiro de 2018 at 0:18

O efinho vai ser sim a espinha dorsal dos EUA por uns anos aí.
“Alguém consegue me explicar como os EUA construiram aviões tão bons quanto o F-14, o F-15 e o F-16 e, de repente, apresentam esse lixo chamado F-35? o que aconteceu, afinal? excesso de confiança depois do fim da URSS?”
Boa pergunta.
Esse aparelho é um aparelho puramente político, não técnico. Daí o tanto de zebra em aspectos básicos da aeronave.

Tiger 777
Tiger 777
2 anos atrás

Quando ë que vai ter gente entendendo, que quem financia as compras de armas do Egito é a Arábia Saudita.
O Egito é a ponta de lança de um futuro ataque contra o Irã.
Hoje, Egito, Arábia Saudita e Israel, compartilham inteligência sobre o Irã.
Acorda pessoal…

Gustavo GB
Gustavo GB
2 anos atrás

O F-35 pode ter muitos problemas mas está longe de ser um lixo, tanto é que está vendendo como água fora dos EUA. Até o momento nenhum país apresentou um aparelho com as mesmas características técnicas do F-35. O Su-57 não é tão invisível ao radar e duvido que tenha componentes eletrônicos tão sofisticados quanto o avião americano. Já o caça chinês de quinta geração(não lembro seu nome) é ainda uma verdadeira incógnita.

ODST
ODST
2 anos atrás

BILL27

Logo logo? Acho que esse caça jamais chegará a ser a espinha dorsal de qualquer força aérea do mundo que realmente se importe com sua defesa. Tenho quase certeza de que ele será substituído/aposentado antes que isso aconteça.

ODST
ODST
2 anos atrás

Gustavo GB

Está vendendo para alguns países que dependem militarmente do EUA e para alguns outros que participam da fabricação de componentes. Nem um outro país sem estes vínculos (e com a cabeça no lugar) até agora comprou o caça. Vender que nem água também é forçar a barra, a maioria das vendas na verdade ainda são encomendas, e nada garante que todos os países vão manter essas encomendas ou se sofrerão alguma redução (ou até cancelamento).

Gripen BR
Gripen BR
2 anos atrás

EUA para França: Livre concorrência em “si” é boa! Em mim é que é ruim!

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

Elaine, os pilotos que voam o F-35 discordam da sua opinião sobre o aparelho, assim como o último comandante da Heyl Ha’Avir, que por sinal se mostrou muito entusiasmado com o aparelho…😉

Matheus
Matheus
2 anos atrás

ODST 19 de Fevereiro de 2018 at 6:04

Assim é com o Gripado, onde vemos que nenhum país com a cabeça no lugar comprou o caça.

ODST
ODST
2 anos atrás

Matheus

A diferença entre o Gripado e o Elefante Branco 35 (EB-35) é que o Gripado funciona direitinho, faz o que deveria fazer, tem um custo geral BEM inferior, não precisa/precisará de nenhum remendo/fix por causa de falhas atuais/futuras e vai estar sempre disponível/apto para combate (dependendo apenas do usuário).

Tentar defender o F-35 em sua atual condição é tão feio quanto bater na própria mãe.

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
2 anos atrás

O F-14, o F-15 e o F-16 também tiveram muitos problemas, mas hoje com a web fica impossível de esconder certos fatos como no passado.Muito normal o F-35 estar passando por problemas por causa da sua tecnologia sensível.mas quando funcionar tudo saiam de baixo.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

OSDT, em sua avaliação operacional em Mountain Home radares que emulavam os dos sistemas russos TOR-M1 e Pantsir foram incapazes de detectar o F-35 ao ponto de que para a referida avaliação fosse válida tiveram de ligar o transponder da aeronave. Ou seja, em um cenário real o aparelho teria “sambado” em cima das defesas antiaéreas do campo de batalha. De igual forma ao participar do Red Flag o aparelho ao enfrentar a força “agressora”, que usa caças F-16, teve a seu favor um score de 15:1 Como se vê o F-35 está longe de ser um elefante Branco mostrando-se… Read more »

donitz123
2 anos atrás

Israel também criou caso com os EUA para que não vendessem mísseis Harpoon com capacidade de ataque ao solo. Os americanos terminaram entregando uma versão “monkey model” como os soviéticos faziam. Os dedos de Israel estão por toda a parte nesse negócio.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

Bem lembrado Renato,aliás não custa lembrar: – O F-14 penou durante praticamente toda a sua carreira operacional com problema de Stall de compressor em virtude da decisão (a meu ver equivocada) da USN em abandonar o programa do motor F-100 e equipar o aparelho com o TF-30, que era de uma geração anterior e suscetível desse problema; – O F-16 teve problemas de fadiga nas asas com 2.500 horas de vôo, que simplesmente tiveram de ser substituídas, sem falar que a versão do PW F-100 por ele usada também se mostrou propensa a stall de compressor em acidentes que mataram… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

donitz123 19 de Fevereiro de 2018 at 9:21

Os egípcios nunca pediram versões do Harpoon para ataque ao solo visto que apenas usam a versão antinavio nos navios de sua marinha. Ademais e como já lembraram mais acima hoje em dia Egito e Israel são aliados e os políticos e militares de ambos os países se dão muito bem. E recentemente a força aérea israelense foi autorizada a bombardear alvos no Sinal.

Felipe
Felipe
2 anos atrás

@Russian Bear

Quando você recebe da Russia para desinformar em redes sociais?

Felipe
Felipe
2 anos atrás

Quanto

Helio Eduardo
Helio Eduardo
2 anos atrás

Hélio 18 de Fevereiro de 2018 at 19:52 , amigo, no que você está baseando sua afirmação? E mais, o que é “não ser confiável”? Ter uma política externa totalmente vinculada aos interesses comerciais, econômicos e estratégicos é ser “não confiável” ou é ser transparente? Gastar tubos de dinheiro para desenvolver tecnologias sensíveis e querer que elas sejam negociadas da forma que melhor lhes aprouver é ser “não confiável”? Eu chamo isso de eficiência e pragmatismo. Os EUA vendem o que é seu da forma que mais lhes dá lucro, seja financeiro, seja político ou seja estratégico (quando não todos… Read more »

Hélio
Hélio
2 anos atrás

Helio Eduardo 19 de Fevereiro de 2018 at 10:26 Eu digo que é não ser confiável mesmo. Quando você forma parcerias e muda o seu posicionamento de acordo com o vento isso é não ser confiável. Quando você olha o seu parceiro como alguém que não merece confiança e o sabota, isso é ser inconfiável. Oras, quer defender o direito dos EUA de sabotar os outros de acordo com seus interesses? Faca, só não diga que isso é algo maravilhoso e que o Brasil deva se submeter a esse tipo de coisa. Quando falam em complexo de vira-lata é justamente… Read more »

Hélio
Hélio
2 anos atrás

Mas também é de se lembrar que os EUA podem fazer o que quiser com a própria tecnologia, agora, se alguém ameaçar os seus interesses com a própria tecnologia o discurso muda.

José Lemos filho
2 anos atrás

Depois falam que brasileiro é burro, pelo fato de recusar em fazer grandes transações comerciais bélicas com o tio San. Eles simplismente travam tudo desrespeitando os acordo e parceiros. Imperar sobre os demais como se não ouvesse outros povos e Nações. É porisso que defendo um parque industrial tecnologico bélico, puramente estatal, brasileiríssimo para não sofrer os nas mãos alheias.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

José Lemos, um parte industrial e tecnológico bélico puramente estatal seria um enorme cabide de emprego que não iria produzir tecnologia alguma e ainda por cima iria fornecer às nossas forças armadas itens inferiores e mais caros. Até acho positivo que seja totalmente brasileiro desde que levado à frente pela iniciativa privada.