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‘Tendência é de crescimento’, diz fundador da Embraer sobre possível fusão com a Boeing

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Ozires Silva

Engenheiro Ozires Silva diz que acordo entre as empresas pode criar gigante mundial da aviação. Para ele, interesse da americana na parceria é motivo de orgulho

Por Poliana Casemiro, G1 Vale do Paraíba e Região

O ex-presidente e fundador da Embraer, engenheiro Ozires Silva, disse que vê com ‘bons olhos’ a possível fusão entre a Boeing e a fabricante brasileira. A informação da negociação entre as empresas foi confirmada pelas empresas nesta quinta-feira (21). Para Ozires, é motivo de orgulho uma empresa deste porte ter interesse em uma parceria com a Embraer e a tendência é de crescimento.

Para ele, a união entre as empresas pode criar uma gigante global de aviação, com forte atuação nos segmentos de longa distância e na aviação regional. Ele avalia que essa ‘nova empresa’ seria capaz de fazer frente a uma união similar entre as concorrentes Airbus e Bombardier. O governo já informou que é contra a transferência do controle acionário da Embraer.

Na parceria, a Embraer atuaria com as aeronaves de pequeno porte, especialidade da Embraer e uma deficiência no mercado da Boeing. Com a fusão entre a Airbus e Bombardier, o mercado para a produtora brasileira e norte-americana ficaria mais competitiva. A fusão traria vantagem para ambas, segundo Ozires.

A informação foi dada na tarde desta sexta (22) pela assessoria de imprensa de Ozires Silva. Para ele, é motivo de honra a proposta – que ele contou que veio da Boeing.

“Vejo com honra esse convite. Quando pensamos na Embraer, sabemos que uma gigante como a Boeing não ligava para a nossa expressão. Essa negociação é o reconhecimento do tamanho da empresa hoje e do que ela representa no mercado da aviação”, disse.

Ozires também comentou sobre as especulações de que a fusão pode ser vista como crise para a empresa ou perda de sua expressão. “De forma alguma isso deve ser visto como uma diminuição na expressão da empresa. A Embraer não vai deixar de brilhar por isso. A tendência é de crescimento. É por causa de seus ótimos resultados que isso veio. Eu vejo com bons olhos e estou honrado”, comentou.

Autonomia
Além de Ozires, o ex-diretor financeiro da empresa, Manuel de Oliveira, responsável pelos termos do acordo de privatização da empresa em 1994, também diz que a fusão pode trazer benefícios, apesar fazer ressalvas – a principal delas é a manutenção da autonomia da empresa.

“O governo tem poder de decisão e esperamos que ele dê aval para a fusão, mas com ressalvas. É preciso que a empresa mantenha a autonomia desenvolvedora, não sendo mera produtora, e que ela não perca a marca, se transformando na Boeing Brasil. São anos de esforços e de orgulho para perdermos isso”, disse Manuel.

O ex-diretor explica que essas garantias estão na ‘mão do governo’, já que sua parte nas ações garante o poder de decisão – o ‘golden share’. Oliveira explica que, à época da privatização, a estratégia proibiu, por exemplo, que uma empresa internacional comprasse a empresa. Agora, ele espera que isso seja mantido.

“Com essa possibilidade, a Embraer teria maior competitividade de mercado. O que precisamos é que sua marca, orgulho para o Brasil e para a cidade, seja mantida, e que o desenvolvimento de tecnologias seja mantido. O mercado mundial está se adequando e o Brasil não pode ficar fora disso”, concluiu.

FONTE: G1

123 COMMENTS

  1. Concordo 100% com o ex-diretor Manuel de Oliveira. Uma empresa importante para o país, não deve acabar. Eu torço que essa parceria dê benefícios as duas empresas e que não haja tentativas de controle da Boeing.

  2. O governo investe alguns bilhões de dólares no programa FX2 e KC pra adquirir tecnologia que de uma forma ou de outra cairia de mão beijada na mão da EMBRAER. que numa possível fusão se tornaria parte da BOEING que por sua vez já tem toda a tecnologia que estamos adquirindo. Vejo alguns probleminhas nisto.
    Querem vender OK. Cancelem os programas militares e revejam todos os contatos, e passamos a fazer compras de prateleira exatamente como as outros países na A.L. simples assim….

  3. Oziris fala sobre uma parceria não sobre fusão ou venda da Embraer. Titulo distorcido..

    Uma coisa é uma parceria, outra é a Boeing adquirir o controle acionário da Embraer. Isso parece bastante obvio.

  4. Concordo plenamente. É um grande feito uma empresa aeronáutica nascida em um país terceiro mundista ser assediada por um dos maiores conglomerados aeroespaciais do planeta. Independente do que ocorrer, a missão foi cumprida pelos visionários, como o Eng. Cel. Ozires Silva.
    E se o Brasil realmente tivesse preocupações estratégicas, teria uma sólida política industrial e de P&D para nascerem e florescerem embraers por todo o país, além de programas de aquisição das FAs consistentes, não capengas como o são. Infelizmente a Embraer é exceção, não a regra.

  5. O Cel. Ozires Silva é um ícone do esforço pelo desenvolvimento nacional. Só espero que os Che Guevaras de hospício que andaram comentando nos posts anteriores não venham aqui tachá-lo de “entreguista”…

  6. Muito dificil, manter a marca EMBRAER, se Boeing e Embraer não tenha dúvida que marca vai sim desaparecer, serão jatos Boeing E-190 E2 e não mais Embraer. (uma pena, mas o mundo globalizado e o mercado mundial são assim).

  7. E por isso que o Meireles queria acabar com a GOlden share da Embraer, ai o governo não precisaria aprovar e nem reprovar nada.

    Como alguém como esse Meireles é ministro? Foi ele que deu aval pra seguirem as negociações. na verdade a ideia dele era acabar com a Golden share.

  8. Si for concretizar a compra da Embraer pela Boeing , com certeza o nome Embraer sumirá e o que vai acontecer! Fusão é quando duas empresas se unem e não quando uma compra a outra! Há e para alguns que me massacraram á alguns posts atrás aí vai a pergunta. Será que a Boeing vai continuar a construir aviões no Brasil? É quem ou qual empresa vai absorver a não de obra dos funcionários da Embraer que certamente irão perder seus empregos não estou falando de engenheiros e executivos mas sim dos funcionários do chão de fábrica? Que certamente a Boeing vai preferir dar empregos para Americanos nos Estados Unidos! Eu sou a favor de um mundo bem globalizado mas as vezes a globalização nos prega algumas peças!

  9. Esse Meirelles foi o presidente do Banco Central no governo Lula.
    Lulla recomendou a Dilma, em 2015, que nomeasse Meirelles Ministro da Fazenda.
    Não gosto dele. Para mim não está fazendo nada para a economia melhorar.
    Enche a boca com a palavra “reformas”. Que reformas?
    O país há dois anos em crise e nada específico foi feito.

  10. Acredito que caso a Boeing adquira a EMBRAER deverá honrar seus compromissos, como os 36 caças Gripen…
    Mas não esqueçam que a FAB já falou que futuramente almejaria mais dois lotes de caças,pois diz a lenda que a FAB quer 108 aeronaves para a defesa aérea.
    A Boeing poderia muito bem honrar os caças mas lotes futuros da aeronave seriam descartados e com isso,empurrar o “tijolo”Super Hornet para nós.

  11. A palavra original usada na reportagem do “The Wall Street Journal” foi take over. Isto não é fusão, como referido na matéria do Dr. Osires. É compra. Comercialmente, a venda será boa para a Embraer. Mas estratégicamente, será boa para o Brasil?

  12. O Cel. Osires, um dos maiores brasileiros de todos os tempos e patriota de excelente cepa, mostra-se favorável à parceira com a Boeing. Ainda assim vemos os mesmo tipinhos, nacionalistas de discurso vazio, vituperando contra. E aí eu pergunto a esses sujeitos: O Cel Osires é por acaso um “entreguista traidor da pátria”?

  13. A tendência é de desaparecimento, e não de crescimento.
    Torço para que as empresas aéreas batam o pé.
    Isso cria mais concentração o que é prejudicial para todo mundo, inclusive para para o Brasil que perderá uma empresa.
    O problema é que a Embraer não pertence a ninguém. Assim não tem ninguém específico para dizer não.
    Esses fundos estrangeiros não se importariam de embolsarem um bom dinheiro ou de receberem muitas ações da Boeing.
    A Embraer antes mesmo de qualquer notícia já poderia estar em 30 reais tranquilamente.

  14. PRAEFECTUS 22 de dezembro de 2017 at 19:09
    Uma coisa é certa: O Cel Osires não se opõe a uma eventual parceria da EMBRAER com a Boeing desde que, por óbvio, a empresa permaneça nacional

  15. Que interrese o Meireles tem nisso ??

    porque ele não vai cuidar do ministério do fazendão dele e da exportação de soja e carne de frango?

    Meireles ja foi o responsavel por vender a CPFL pra China, agora quer vender a EMbraer.

  16. Parceria é uma coisa, aquisição é outra.

    Se for mesmo aquisiçâo….não sei como alguém se sente honrado em alguém querer comprar seu filho…

  17. Aqui a entrevista completa do Dr. Ozires: http://www.ovale.com.br/_conteudo/2017/12/economia/26906-fundador-da-embraer-ozires-silva-defende-negociacao-com-a-boeing.html

    “Não se trata de uma compra da Embraer pela Boeing. Eles estão propondo uma parceria. Não é uma coisa ruim, ao contrário. É uma proposta muito honrosa para a empresa. Quando poderíamos imaginar que a Boeing iria se preocupar com o Brasil? Eles querem uma parceria, pois estão com dificuldades na área técnica deles. A Boeing já elogiou muito a capacidade dos nossos colaboradores e está interessada nisso”

    O fundador da empresa joseense até se permitiu brincar com a situação. “Não há negociação para a Boeing comprar a Embraer. Vai que a Embraer compre a Boeing?”, disse, por telefone.

  18. Esse movimento da Boeing não tem nada de geopolítico ou de disputa tecnológica. É muito mais óbvio. A Boeing, como toda grande empresa pública, precisa crescer constantemente para dar satisfação aos seus acionistas. E também precisa responder à expansão de seu principal concorrente. A Embraer é apenas o investimento de melhor retorno para isso.

    Quanto custaria em marketing, descontos comerciais ou investimento em produto para a Boeing roubar cada 1% de share nos grandes liners da Airbus? Com o ocaso do mercado de F18 e F15 novos se aproximando, e o F35 concentrando as encomendas futuras, que tacada de curto prazo no campo militar a Boeing pode prometer aos acionistas?

    É este cenário que faz da Embraer uma jóia para a Boeing. Comprar suas ações é o melhor retorno por dólar investido à mão da gigante no momento. Além de “devolver o golpe” da Airbus, incorpora ao seu balanço uma carteira de pedidos significativa, adquire uma linha de produtos complementar (E-jets) de ótima aceitação no mercado americano sem canibalizar suas linhas atuais, abre uma oportunidade de potencializar as vendas dessa linha pela sua influência e, de quebra, pode ainda tentar ganhar algum dinheiro com produtos militares prontos (ST e KC-390). Sem falar no mercado de jatos executivos.

    Por isso, dada a evidente complementariedade, manter a marca Embraer, a mais importante dos jatos regionais, vai ser uma estratégia da Boeing. E, no fim, esta exigência sobre marca na Golden Share tem mais a ver com não destruir a marca na eventualidade de recompra da empresa do que por algum “orgulho nacional”.

    A Boeing está conprando mercado, posicionamento e fluxo de caixa futuro. Não tenho dúvidas que vai saber compor com o governo brasileiro uma forma de gestão convivendo com Golden Share.

  19. Amigos vejam bem a fala deste brasileiro nobre “Vejo com honra esse convite. Quando pensamos na Embraer, sabemos que uma gigante como a Boeing não ligava para a nossa expressão. Essa negociação é o reconhecimento do tamanho da empresa hoje e do que ela representa no mercado da aviação”.

    Em seguida a mídia coloca a palavra FUSÃO a bel prazer, para passar a mensagem de que o Ozires endossa essa ideia, mas, não é explicito que a fala logo em seguida é respondida diante de fato desta eventual pergunta, vamos a fala; “De forma alguma isso deve ser visto como uma diminuição na expressão da empresa. A Embraer não vai deixar de brilhar por isso. A tendência é de crescimento. É por causa de seus ótimos resultados que isso veio. Eu vejo com bons olhos e estou honrado”. É nitido que ele continua se referindo ao orgulho que sente por a Boeing ter procurado a Embraer e que diante disso não haveria temeridade alguma se não concretizasse algum acordo, a Embraer continuaria numa curva ascendente.

    Tudo o mais, evidentemente, vai na conta da mídia que é conivente com o plano americano. Preto no branco!

  20. É…

    Como eu falei no outro tópico. Não fundir é introduzir um novo concorrente. E seria um senhor concorrente.

    Isso me lembra uma entrevista de um diretor da SAAB postada aqui mesmo. Ele dizia que esses novos players (Brasil) surgiriam independente da vontade da SAAB, então eles queriam tê-los como parceiros.

  21. “Não se trata de uma compra da Embraer pela Boeing. Eles estão propondo uma parceria. Não é uma coisa ruim, ao contrário. É uma proposta muito honrosa para a empresa. Quando poderíamos imaginar que a Boeing iria se preocupar com o Brasil? Eles querem uma parceria, pois estão com dificuldades na área técnica deles. A Boeing já elogiou muito a capacidade dos nossos colaboradores e está interessada nisso”, afirmou Ozires, que também é colunista do jornal OVALE.

    O Cel Osires é entusiasta de uma parceria com a Boeing e reconhece que a mesma é benéfica para a EMBRAER. Quem sou eu para discordar?

  22. Como o Brig. Ozires vaticinou, desde que as golden shares sejam corretamente usadas.
    Como no BR os Governos acham que são o Estado, sempre haverá alguém para “roer a corda” e ganhar muito com isso.

  23. @Marcos

    Não nos faça rir, por favor, esse cara não é economista, é um mero aumentador de impostos. Não vi ABSOLUTAMENTE NINGUÉM sair da crise ainda, muito menos empresários (isso porque sou cercado deles, e os que não reclamam também não falam nada bem), assim como não vi ninguém falando que sua situação econômica tenha melhorado (nem um pouquinho), pelo contrário, pois não há mais para onde aumentar os impostos neste país sem empobrecer ainda mais uma população que já ganha MUITO mal, e consequentemente mitigar seu poder de compra, que é um dos pilares para um saudável crescimento econômico e social. Você realmente acha que ele está ligando se VOCÊ (que o defende) vai pagar mais impostos ou não? Ele está pouco se lixando! Fora que ele é um entreguista de *****, e é justamente esse tipo de gente que acaba com o país!

  24. O Cel. Ozires Silva tem uma história invejável de executivo, sabe ler inglês, conhece os meandros de grandes negociações e mais ainda a trajetória da Embraer. Ele não fala de orelhada, nem é um idiota desinformado, cono alguns aqui tentam denotar.

    Ele sabe o que está em jogo e disse claramente o que pensa. Se alguns aqui não se conformam que ele não tenha vestido uma fantasia de patriota paranóico, continuem com sua ladainha ridícula… A mensagem ele passou.

  25. ODST 22 de dezembro de 2017 at 19:55

    Talvez você prefira o Guido Mantega e as suas burradas em série, que inclusive lhe custaram uma ação de improbidade administrativa…..

  26. PRAEFECTUS 22 de dezembro de 2017 at 19:57

    Mas é isso que se quer! Ninguém quer nada fora disso. Agora o que não dá é para simplesmente repelir a Boeing por arroubos nacionalistas

  27. O G1 distorceu toda a entrevista do Ozires. O Ozires fala em parceria.

    Fazer uma parceria é muito bom.. agora a Boeing adquirir o capital acionário da Embraer não é bom em nenhuma situação.

  28. A má fé da mídia é gritante neste país. Por isso que querem dar um jeito de controlar o conteudo na net. Porque a net como funciona hoje, eles são desmascarados em três tempos. Como estamos vendo aí.

  29. Acho que uma união entre as duas empresas seria ótimo, poderia ser feito com trocas de ações, ou a compra de parte das ações da Embraer , algo em torno de 49% , e mantendo as outras ações na mãos de Brasileiros. Isso já ocorre na Akaer, que vendeu 30% de suas ações para a SAAB, é assim no mundo globalizado, tem que se associar ou fundir com as maiores para ter mais mercado e ganhos de escala. Concordo plenamente com o Ozires.

  30. Não sou imediatamente contra a parceria, mas veja bem “PARCERIA” com um produto e um contrato estipulado!
    To achando tudo muito estranho, na visão de alguns a BOEING vai simplesmente abrir mais o mercado e injetar dinheiro aos montes, além de transferir a produção e manter o desenvolvimento. Assim é bom, tudo uma maravilha, difícil é achar que isso não vai cobrar um alto custo no futuro ou que eles vão abrir mão da própria empresa e subsidia a EMBRAER gratuitamente ehheheh…
    Vou esperar mais detalhes antes de comentar algo mais sobre este tema…

  31. E, o que é engraçado é que vez por outra o blog dá uma retocada no titulo da matéria para condizer com a realidade, inclusive informam em negrito. Mas, pelo jeito dessa vez, vai permanecer a realidade da mídia “não especializada” como diz o editor.

  32. HMS TIRELESS 22 de dezembro de 2017 at 19:44
    Marcelo-SP 22 de dezembro de 2017 at 19:41

    ….

    Caro HMS TIRELESS,

    Fora do círculo dos países lobitomizados pelo marxismo, empresa pública é aquela que está listada em bolsa e com seu controle na mão do … público, das pessoas.

    A Boeing é uma empresa pública. Outras são empresas privadas e familiares (ou ainda limitadas).

    O que se chama de empresa pública aqui é, na verdade, estatal. Mesmo as listadas em Bolsa, como a Petrobrás, via de regra mantém seu controle estatal.

    No Brasil, investe-se na confusão, tentando-se dar um caráter público ao que é meramente estatal. Por isso prefiro adotar a linguagem correta.

    Quando se diz nos EUA que a empresa “is going public”, significa que uma empresa fará sua Initial Public Offer, ou IPO. Acho esta definição de empresa pública mais precisa que a comumente utilizada por aqui.

  33. O que a Boeing quer é aumentar o cacife da EMBRAER contra a Bombardier e seu problemático C Series, mas que ganhou um impulso adicional com a entrada da Airbus no programa. Simples assim.

  34. O pessoal do G1 foi extremamente malicioso ao distorcer a fala do Ozires, na entrevista do ovale ele fala claramente em parceria entre a Boeing e a Embraer, em nenhum momento ele fala em venda do controle acionário da Embraer para a Boeing

  35. Quero ver daqui uns 5 anos quando a marca Embraer só existir em matérias antigas de jornais, quando toda linha de montagem estiver nos EUA…
    Ai quero ver os comentários aqui no PA de alguns pobres brasileiros que se acha filho da America ….
    A Boeing e muito influenciada pelo governo americano , e se acontecer a compra ou fusão sei lá ,jamais ela vai deixar de gerar emprego nos EUA para gerar no Brasil…

  36. Marcelo-SP 22 de dezembro de 2017 at 20:12
    público pra quem? pra mim, pra você, para o chineses, os russos ou os americanos. Porque este sentido de “público” universalista e dissociado de um governo que impõe regras só existe no maravilhoso mundo do mcdonald’s mágico…

  37. O Cel. Ozires Silva ganhou uma turminha de intérpretes por aqui.. Ele falou à reporter ontem. Já vai quase 21:30 de hoje e não consta que ele tenha desautorizado a reportagem. Ele sabe muito bem a importância de sua fala em tudo que envolve a Embraer. Daí, parece que ele achou que a reportagem foi clara sobre seus pensamentos.

  38. Eu fico só olhando essas crianças formadas em ~economia~ no mises.org, eu não sei o que é pior, esse proselitismo barato de quem nem sabe o que defende ou a falta de respeito com os outros foristas.

  39. Marcelo-SP, não há ninguém interpretando a fala dele na reportagem, leia a entrevista dele para ovale e veja a diferença entre uma e outra, quem distorceu o que ele falou foi o G1 e não os “interpretes daqui” segundo você

  40. Jr 22 de dezembro de 2017 at 20:13,

    meu caro, diante do exposto, creio que o Poder Aereo(já que houve uma preocupação do Blog em mostrar a visão do Ozires…), em vez de deixar a matéria do G1 que não corresponde a realidade, deveria isso sim, replicar a matéria do “O VALE”. Afinal, ali sim está a entrevista completa e real do OZIRES SILVA.

    E não esse remendo que o G1 fez com devida parcialidade….

    Será que o Poder Aéreo vai ficar com o G1…??

  41. HMS TIRELESS22 de dezembro de 2017 at 19:40
    se o sindicato esta berrando contra é porque o negocio será vantajoso para o Brasil! Se saiu no 247 Contra , será excelente para o Brasil.
    Estou a favor , kkkk

  42. carcara_br 22 de dezembro de 2017 at 20:23
    Marcelo-SP 22 de dezembro de 2017 at 20:12

    Simples! Terça-feira, dia 26, qualquer pessoa do mundo registrada em um broker da NYSE poderá abrir o computador e comprar uma ação da Boeing. E assim ocorre todos os dias de funcionamento do mercado. Não vejo nada mais público que isso. Se bobear, o baixinho atômico da Coréia do Norte tem uma conta camuflada com ações da Boeing.

    Hoje fechou negociada em Usd 295.10 por ação.

  43. HMS TIRELESS 22 de dezembro de 2017 at 20:37
    Ninguém aqui é ~formado em economia na carta capital~, você diz isso porque acha que economia é partidarismo e politicagem, acha que é ideologia, você não defende ideias, você defende dogmas, defende da mesma maneira que os leitores da carta capital, são dois lados da mesma moeda. Todo mundo aqui está numa discussão séria e vocês continuam tentando causar tumulto como se estivessem no Facebook. Ao menos respeite o espaço, esse é um dos poucos onde se pode discutir e aprender. Na trilogia fica óbvio a diferença de qualidade nas postangens, sendo sempre o forte (hoje em dia o aéreo) o pior é o Naval o melhor, muito melhor aliás, justamente porque trollzinhos não frequentam aquele blog, já que não existem navios em videogames.

  44. Marcelo-SP 22 de dezembro de 2017 at 20:39
    carcara_br 22 de dezembro de 2017 at 20:23
    Marcelo-SP 22 de dezembro de 2017 at 20:12

    Caramba bem que o governo chines e russos podiam se juntar formar uma parceria comprar as ações, e colocar a BOEING pra produzir caça de quinta geração pra eles, melhor ainda utilizando tecnologia do tio sam!
    Mas são muito burros mesmo estes comunistas, você deveria ensinar pra eles como o livre mercado funciona…

  45. Hélio 22 de dezembro de 2017 at 20:42

    Meu caro, quem começou foi você ao fazer uma acusação a outro comentarista pelo simples fato da opinião do mesmo discordar da sua. E a julgar pelas suas opiniões você é adepto do quanto mais intervencionismo estatal melhor, algo que os últimos 13 anos “nestepaiz” mostraram ser danoso.

  46. Não há empresa que a Boeing comprou que ostente o mesmo nome. O rabo não abana o cachorro. Osíris é um visionário, esternou sua opinião, leio seus artigos, o homem disserta sobre tudo, nem sempre compartilho da mesma opinião, más respeito. Neste caso retorceram suas palavras até soar exatamente como desejam aqueles que tem culto ao Brother Sam. Repito – Eu não tenho vergonha do Brasil, tenho vergonha desses que se dizem brasileiros e não tem brio. “Você” vende seu país e se orgulha disso! “Você” não é normal, “você” não tem identidade, “você” está doente ou vive no país errado! Aí o problema é você é não o seu país!

  47. Amigos, vocês ainda não aprenderam?? REGRA DE OURO NUMERO 1: Não alimente Trolls.

    A primeira coisa que fazem é te provocar para desviarem o assunto do real, e partir para a agenda defendida por eles. IGNORE-OS

  48. HMS TIRELESS 22 de dezembro de 2017 at 20:47
    Filho, ninguém começou nada, você já tem esse tipo de comportamento a muito tempo e agora apareceram mais crianças, deve ser resultado das ferias escolares. Vá estudar economia, administração, marketing, o que você está fazendo é uma defesa ideológica, sem nenhum senso da realidade e sem embasamento nenhum. Deixa eu contar um segredo pra você, nem o pessoal do mises.org, nem do Instituto liberal e muito menos os youtubers que você gosta são economistas, aliás, quem entende minimamente de economia sabe que a economia não estuda o mercado, ela estuda as tendências do mercado, a economia estuda a sombra, não o objeto.

  49. Se não fosse ele a EMBRAER não seria 50% do que é hj. Se está dizendo que é bom, todo mundo tem que assinar embaixo e pronto. É o que ele disse a única coisa que precisam garantir é a continuidade dos trabalhos já realizados por aqui

  50. O cara feliz com a notícias, após décadas de trabalho, e na internet brasileira um bando de falsos nacionalistas loucos para a empresa continuar “made in temer ou dilmex”

  51. PRAEFECTUS

    Eu sei que desde o início você segue uma linha de raciocínio: ”Boeing vai comprar a Embraer e fechar a fábrica no Brasil”

    É normal que hajam pessoas que pensam assim. Ter medo do futuro incerto. Porém tudo está na fase gestacional, de conversas. Não há nada de concreto. Portanto nada de tratar a venda como algo consumado.

    Além disso, a palavra ”takeover” (aquisição) usada na matéria do WSJ já não se vê mais na mídia americana. Analistas da CNN, FOX, NBC já disseram que aquisição é improvável, pois a Embraer é considerada a ”jóia da engenharia brasileira”, bastante lucrativa e que o governo brasileiro, por mais que fosse simpático à privatizações, não iria aceitar que a joia brasileira fosse totalmente administrada por uma empresa estrangeira, muito menos aceitará mudança de nome e/ou fechamento de linhas de montagem no Brasil. ao custo de milhares de empregos brasileiros e abrir mão de projetos de defesa nacional.

    A corretora americana Cowen também afirmou que a aquisição é improvável pelos mesmos motivos apresentados acima. Porém, disse que uma fusão ou uma joint venture com a Boeing, traria muitos benefícios a empresa brasileira, sem a necessidade de colocar a autonomia da empresa em cheque.

    Na Bolsa de Nova York, as ações da Embraer fecharam em baixa, indicando que o mercado financeiro já não aposta mais na aquisição, mas ainda vê vantagens em acordos ou uma fusão.

    Portanto, acredito que sua linha de raciocínio está indo contra a maré. Se ainda aposta na venda, seria interessante argumentos que provem sua tese ou a opinião de especialistas que concordam com você. Como não há detalhes da negociação fica difícil dizer alguma coisa, mas não é pretexto para anunciar o fim do mundo e que os acionista e governo escolherão a pior decisão para a Embraer. Vamos aguardar os próximos desdobramentos.

    Abraços

  52. Brasileiro vendem até reserva indígena…
    A EMBRAER é privada não mais publica, a EMBRAER é de nacionalidade Brasileira é dos acionistas ,brasileiros, portugueses, argentinos acionitas. Os que não são ,nada poderão fazer…
    Os que são e estão percebendo um risco, vendem as ações e blz … acho que ninguem esta vendendo neste momento né…

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    Brasileiro vendem até reserva indígena… A EMBRAER é privada não mais publica, a EM

  53. O título da reportagem em O Vale é claro “Fundador da Embraer, Ozires Silva defende negociação com a Boeing”.

    E O Cel. Ozires Silva é colunista de O Vale. Portanto, é pouco crível que “deturparam” suas palavras.

  54. Concordo plenamente com Ozires Silva e Manoel Oliveira. É exatamente isso. É só tomar cuidado nas negociações e será bom para ambos, Boeing e Embraer. Nestes termos colocados por ambos seria simplesmente fantástico.

  55. Vocês pensam que a vida deste pesquisador de informações que vos fala é facil? Ledo engano, só hoje fui “plotado” 8 vezes, se não perdi a conta. Estou dando meu “CIENTE” viu Houston!

  56. Resumidamente,
    Queira Deus que o distinto Sr. Ozires Silva esteja perfeitamente a par das verdadeiras negociações em andamento. Diferente de nosotros que contamos com notícias quase sempre complicadoras.
    Se unir com fortes e ricos é tudo de bom, desde que tal junção não desagregue o lado menor.

  57. Em 2017 a companhia estima que suas receitas totais fiquem entre US$ 5,7 bilhões e US$ 6,10 bilhões , sendo que a maior parte (56%) deverá vir da aviação comercial, seguida pela aviação executiva (28%).

    O segmento de defesa e segurança deve contribuir com 15% da receita no ano, enquanto 1% deve vir de outros negócios.

    Em montantes, a divisão de aviação comercial deve ter receita de US$ 3,25 bilhões a US$ 3,4 bilhões em 2017, enquanto a aviação executiva deve entregar de US$ 1,6 bilhão a US$ 1,75 bilhão. O segmento de defesa e segurança deve gerar receitas de US$ 800 milhões a US$ 900 milhões.

    => Acham mesmo que é de interesse do governo brasileiro perder isso em relação ao PIB em empregos e impostos? Temer é um lixo reeleito duas vezes e fez sim parte de um governo que privatizou mais que FHC em termos reais e que também mais entregou o que era do país para os amigos bolivarianos. Desde refinarias a juros mais baixos subsidiados pelo BNDES aos “hermanos de luta” do que os praticados aqui no Brasil. Mas opino que não vai acontecer.

    Que venha um bom acordo.

  58. carcara_br 22 de dezembro de 2017 at 20:45

    ….

    As asneiras que você fala nada tem a ver com a definição de empresa pública ou estatal. Não vou gastar tempo te ensinando como se “compra” o controle de uma empresa pública listada na Bolsa. Não é ação por ação, mas talvez seja um assunto muito complexo para você. Mas enquanto ela estiver na Bolsa, ela é muito mais pública do que qualquer estatal.

    Há outros mecanismos e fatos da vida que protegem empresas como a Boeing de uma aquisição hostil. Desde a pulverização de controle, passando por tamanho e o próprio mercado que a sustenta (governo e setor privado americanos). Coisas com as quais, a Embraer não contava à época da privatização e ainda não conta hoje. Por isso, a necessidade da Golden Share. E por causa da Golden Share, não importa muito quem detém o capital social da empresa. Aliás, já foi dito, a Embraer já é controlada por capital americano. O que importa é que a Golden Share mantém a empresa aberta no país, com desenvolvimento e investimentos condicionados ao detentor da mesma. A Boeing sabe disso e seus quadros são suficientemente inteligentes para lidar com isso e lucrar para seus acionistas.

  59. Marcelo-SP 22 de dezembro de 2017 at 21:26
    Desculpe minha burrice Marcelo a BOEING quer apenas comprar ações da EMBRAER, agora eu entendi!

  60. O que não entendi é quem controla a Embraer atualmente, por exemplo, no caso da Bombardier e da Airbus, a Bombardier possui 31% das ações da empresa, o governo 19% e a Airbus 50.01%. Agora no caso da Embraer a própria empresa não possui nenhuma parte? Parece que resolveram se garantir na base da Golden share, coragem em confiar no governo…

  61. HMS TIRELESS

    Concordo com vc sobre uma parceria, associação com a Boeing, seria benéfico para ambas mas desde que a Embraer não perca sua marca, sua autonomia, suas missões, valores e raízes
    O que deixa a muitos uma preocupação e desconfiança no ar é o capitalismo voraz da Boeing

  62. Smoking snake uma empresa não é dona de si própria…
    Esse caso da Bombardier deve ter sido uma nova empresa criada com compra.
    Airbus 51%, Bombardier 31%.
    Já mostraram em outra matéria.
    No caso da Embraer é estranho.
    Não há um grupo ou bloco controlador.
    Tipo no caso da vale é o Bradesco se não me engano, com forte participação de fundos estatais e BNDES.
    No caso da Petrobrás, a união detém mais de 50% das ações ordinárias.
    No caso da Embraer um fundo americano tem 15%. Outro tem 10%.
    Se nós todos aqui tivéssemos nos reunido, cada um comprando 50 mil reais em ações poderíamos formar um bloco de controle do PA.

  63. A Embraer é o sol, em torno da qual graviitam todas empresas de tecnologia militar situadas em São José dos Campos. Todas essas empresas desenvolveram uma tecnologia que faz com que o Brasil seja respeitado nessa área, ainda que hoje seu poder militar seja pífio. Se as negociações nos forem desfavoráveis, correremos riscos de perdermos toda essa tecnologia… ou seja… no futuro vamos estar produzindo a evolução do F-22 ou Paulistinha???

  64. SmokingSnake 🐍 22 de dezembro de 2017 at 21:47

    ….:

    Não dá ainda para saber que tipo de arranjo societário sairá das negociações da Embraer com a Boeing.

    No caso da Bombardier e Airbus, os percentuais que você cita são as participações resultantes da empresa formada pelo split do programa C-Series. A Bombardier, propriamente dita, continua existindo, negociada em Bolsa mas majoritariamente controlada pela família fundadora. O programa C-Series foi apartado da empresa original, formando uma nova empresa com os tais percentuais.

    Quanto à Golden Share da Embraer, acho que foi a melhor solução para garantir pontos estratégicos sem criar uma ingeréncia política direta na gestão do dia a dia da empresa. A propriedade pura e simples, com maioria, contaminaria a empresa com as típicas ineficiências que assistimos nas estatais, reveladas pela Lava-Jato. Pelo sucesso atingido, acho que foi um modelo vencedor até aqui.

  65. Sou até a favor de uma aproximação e que a Embraer torne-se o braço direito da Boing, mas não concordo com a premissa que a Embraer já não seria brasileira por ter as ações pulverizadas no mercado, pois o que define a nacionalidade de uma SA vai além disso, como, por exemplo, quem é o CEO, mesa diretora, conselho diretor, ou seja a “cabeça” da empresa. Se tivermos a dissolução dos tomadores de decisões, perde-se a identidade da empresa.

  66. “SmokingSnake 🐍 22 de dezembro de 2017 at 21:47
    …no caso da Bombardier e da Airbus, a Bombardier possui 31% das ações da empresa, o governo 19% e a Airbus 50.01%.”

    A Airbus não tem participação acionária na empresa canadense, e sim no programa CSeries. A Bombardier continua uma empresa independente, canadense, e a linha de produtos adquirida pela Airbus continuará dendo desenvolvida e produzida no Canadá. Aliás, ganhará uma segunda linha de montagem em solo americano. Todos os demais produtos da Bombardier, incluindo a linha de jatos executivos, continua sob comando desta empresa.

    Este mesmo tipo de acordo foi feito anteriormente pela IAI e a Gulfstram, quando a empresa americana adquiriu a divisão de jatos executivos da empresa israelense. No entanto, apesar de serem comercializadas como produtos Gulfstream, as aeronaves originárias da antiga divisão da IAI continuam sendo desenvolvidas e produzidas em Israel.

    Creio que o tipo de acordo entre Boeing e Embraer será nestes moldes.

  67. Bem lembrado, Johan. Tem razão! O acordo societário “informal” resultante da mistura atual do capital societário tem trabalhado positivamente para a Embraer. A cultura corporativa vigente parece ser bem saudável.

    Por isso, o possível acordo resultante com a Boeing deve ser bem definido, evitando conflitos desnecessários entre o grupo detentor da maioria do capital social e os interesses do detentor da Golden Share.

  68. Incrível como vemos a coisa pelo lado negativo. Ninguém imagina que em um mundo globalizado brasileiros possam ser nomeados diretores da Boeing. Engenheiros formados no ITA podem galgar postos e conhecimentos em áreas sensíveis da aviação trabalhando lado a lado com seus colegas americanos. Que essa associação permita abrir definitivamente as portas da Embraer no mercado militar americano. Muitos de nós, esquecemos que a Embraer necessita de produtos complementares em seus aviões que são produzidos “made in USA”. O ramo da aviação é mais globalizado do que se imagina. Imaginemos um boicote desses fornecedores e teríamos uma Embraer insustentável em poucos anos. Acredito que o que se pretende formalizar não e a simples transferência da fábrica. Ela continuará no Brasil ainda mais que aqui temos um custo de produção mais reduzido. O que está em jogo é a compra de poder acionário da empresa. A Boeing, como é uma empresa de mercado, procura dar aos seus acionistas a melhor rentabilidade possível e não vai investir na produção de vestuário ou alimento e sim no setor onde é expertise o ramo aeronáutico.

  69. Meu Deus… e cada comentário que vejo aqui, por isso que temos os políticos que merecemos. Leiam antes, pesquisem e estudem antes de ficarem falando besteira. Vcs acham que fabricante russo aparece na sua porta a maior empresa aeroespacial do mundo para fazer uma parceria, associação, etc. Eles não iriam negocia???

    Esse tipo de associação e excelente tanto para Boeing como para Embraer. Pense bem de continua essa mentalidade atrasada nacionalista ( a mesma ideologia idiota que “o petróleo e nosso”) a Boeing vai buscar outra parceria ou com uma empresa japonesa ou mesmo ela desenvolve sua linha de avião regional. Aí vcs sabem que vai acontece c a Embraer vai se torna uma empresa de produção de jato executivo. Torço que essa parceria de concretize. Não se esqueçam que a Boeing já firmou.uma parceria c a Saab para fabricação de caça de treinamento para força aérea americana.

  70. Eduardo Holanda 22 de dezembro de 2017 at 20:57
    E você ainda tem toda essa paciência e se dispõe a perder tempo sendo minimamente racional com esses malucos de plantão por aqui??? nem esquento mais a cabeça com esses stalinistas neandertais.. não vale a pena…
    A compra direta acho que nunca esteve nos planos nem da Embraer e nem da Boeing, tenho certeza que será altamente benéfico para Embraer… mais aviões, mais mercados, mais vendas e com a chancela de uma gigante…
    ___________________
    Acho que agora a Airbus se arrependeu de ter comprado a divisão de aviões comerciais da Bombardier, deve estar pensando, ficamos com a parte pior do bolo…Boeing faz a melhor escolha.

  71. Estava pensando cá com meus botões. A Airbus enfiou os pés pelas mãos. Tem três produtos concorrentes entre si. A319, CS100, CS300. E a Boeing tem o seu MAX7. Agora, pense nessa parceria com a Embraer, e seus 175, 190, 195, agora pense de novo no lobby que a Boeing tem no congresso, podendo facilmente promover a extinção da famigerada cláusula de barreira para jatos regionais acima de 70 assentos. E qual a empresa que vai querer colocar um bode na sala ,como o C Series, que não tem sinergia nenhuma com as frotas de 737/A320, porque é um mainliner,do mesmo nicho, ao invés de um EJET maior como o 190,195E2 ,com muito mais sinergia, por ser menor e mais especializado? Literalmente um profit hunter. Acho que nessa a Airbus tomou na APU, de verde e amarelo.

  72. Essa parceria com a Boeing será a sinergia que faltava a Embraer. Com essa associação a Vendas dos Super Tucano, KC 390 devera ter um grande salto. imagina o KC390 na força área americana. E uma grande oportunidade espero que o Governo por causa de ser ano eleitoral não atrapalhe com ideologia nacionalista ultrapassada. Pois se a Boeing não fecha com a Embraer, ela procura outro fabricante ou até mesmo crie sua própria linha de jatos regionais.

  73. Acabei de ver uma entrevista do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros a Jovem Pan, agora pela manha e pelo pude entender ali a situação da Embraer ta um pouco, “se correr o bixo pega se ficar o bixo come”. Segundo ele, se não houver uma maneira de implementar uma associação ou fusão com a Boeng, a Embraer vai enfrentar ter sérias consequências, pois, alem de perder uma oportunidade de crescimento, ainda pode ter que enfrentar dois concorrentes de peso no seu seguimento: Boeng, que vai entrar no segmento e Bombardier, que se uniu a Airbus.

  74. Pois é Audaz, os nacionalistas não querem aceitar a lógica do mercado. Se não houver uma fusão com a Boeing, a Embraer enfrentará a Bombardier, Boeing e Airbus, já que se não houver uma fusão com a Embraer, a Boeing com dinheiro em caixa de sobra para ter o poder aquisitivo para adquirir uma outra empresa.

    Os outros falam dos EUA como se fosse modelo de exemplo, deve ser por isso que os americanos pagam tão caro em seus equipamentos militares, o governo não deixa adquirir empresas “estratégicas” militares americanas minando qualquer chance de concorrência, mas comparado com o Brasil é um êxtase.

  75. A busca por uma aeronave regional é da Boeing.
    Se não sair esse negócio, ela vai buscar outra parceria.
    Negócios são negócios. Nada impede uma parceria, por exemplo, Sukhoi/Boeing.

  76. Não me enquadro dentro de nenhum rótulo, mas quer ver um Brasil grande, com tecnologia de ponta. Temos no país hoje 8 cursos de Engenharia Aeronáutica e mais 5 de Engenharia Aeroespacial, autorizados pelo MEC. Como seriam afetados esses cursos e o profissionais habilitados por eles?

  77. “Space Jockey 22 de dezembro de 2017 at 21:14
    Vai crescer como cresceu a Mc Donnel Douglas…
    Boeing 190 e Boeing 195E2, serão sucessos comerciais como aconteceu com o MD 95…”
    .
    “google it”: vale para uma pesquisa mais acurada ao nos pronunciarmos:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Boeing_717:

    “Depois que McDonnell Douglas foi adquirida pela Boeing em agosto de 1997, a maioria dos observadores da indústria esperava que a Boeing cancelasse o desenvolvimento do MD-95. No entanto, a Boeing decidiu avançar com o design sob um novo nome, o Boeing 717.”
    “A Boeing continuou a acreditar que o mercado de 100 passageiros seria lucrativo o suficiente para suportar o 717 e o 737-600, o menor da série 737 Next-Generation. Enquanto as aeronaves eram similares em tamanho no geral, o 737-600 era mais adequado para rotas de longa distância, enquanto o mais 717 mais leve era mais eficiente em rotas regionais mais curtas.”
    “Em 2001, a Boeing começou a implementar uma linha de montagem móvel para a produção dos 717 e 737. A linha móvel reduziu muito o tempo de produção, o que levou a menores custos de produção. Após a queda do tráfego aéreo causado por uma crise econômica após os ataques terroristas em 11 de setembro de 2001, a Boeing anunciou uma revisão do futuro do programa 717. Depois de muita deliberação, foi decidiu-se continuar com a produção. Apesar da falta de pedidos, a Boeing tinha confiança na adequação fundamental do 717 para o mercado de 100 lugares e no tamanho a longo prazo desse mercado. Após 19 vendas em todo o mundo do 717 em 2000 e apenas 6 em 2001, a Boeing recebeu 32 novos pedidos para o 717 em 2002, apesar da severa desaceleração do setor.”
    “O aumento da concorrência de jatos regionais fabricados pela Bombardier e pela Embraer teve um grande impacto nas vendas durante a queda das vendas da companhia depois de 2001. A American Airlines adquiriu a TWA e inicialmente planejou continuar a ordem 717. A American Airlines cancelou o pedido da TWA para o Airbus A318, mas também cancelou os Boeing 717 que ainda não haviam sido entregues. O início do final ocorreu em dezembro de 2003, quando a Boeing não conseguiu chegar a US$ 2,7 bilhões que seriam oriundos de contrato da Air Canada, um cliente DC-9 de longo prazo, que escolheu o Embraer E-Jets e o Bombardier CRJ200 ao invés do 717. Em janeiro de 2005, citando vendas lentas, a Boeing anunciou que planejaria finalizar a produção do 717 depois de ter efetuado a entrega todas as suas encomendas pendentes.”
    .
    Por favor, leiam toda a história no “link” que cito acima.
    Perceberão que a McDonnell Douglas “pisou na bola” com sua linha de aviões comerciais como fez a administração da Bombardier. À primeiro só lhe restou vender sua divisão à Boeing. À segunda, só lhe restou o contrato “Caracu” com a Airbus: A Airbus entrou com a cara e a Bombardier com o resto.
    .
    Não tenho 100% de certeza de quem bateu à porta de quem nestas conversações envolvendo Boeing e Embraer. Mas a situação é muito diferente daquela vivida pela McDonnell Douglas nos idos dos anos 90 e também da Bombardier, cujos principais acionistas (família Beaudoin) cometerem erros de avaliações do mercado e levaram a empresa a uma situação pré-falimentar.
    .
    O caso aqui é de sinergia: independente do resultado do acordo A + BBD (CSALP), o CSeries está aí comendo pelo topo o mercado no caso de nossos programas EJets E1 e E2 e por baixo no caso dos 73X da Boeing. Se, após o acordo passar pelos legisladores e tal, a CSALP terá por trás todo o aparato de um gigante chamado Airbus, cuja cartela de clientes é um possível comprador do CSeries.
    Entretanto, e ao contrário da BBD, a Embraer não está passando o chapéu (ainda), mas a dinâmica deste mercado requer ações e respostas rápidas e bem planejadas ou de outra forma o concorrente nos come vivos e pelas pernas.
    Há outros fatores que as pessoas estão desconsiderando aqui: o poder de barganha (que vale para nós assim como vale para a Bombardier) quando multiplicamos a escala em muitas vezes:
    – poder de barganha com os fornecedores;
    – poder de barganha com seus clientes;
    – poder de barganha com quem financia as aeronaves.
    E este último quesito acredito ser de preocupação por parte da Embraer com certeza, visto que o principal financiador de nossas aeronaves, o BNDES, está sendo arrochado pelo governo federal no sentido de devolver a este vultuosa soma aportada ao banco e para que as contas públicas fechem o ano a bom contento.Fonte:
    https://g1.globo.com/economia/noticia/governo-recebe-devolucao-de-r-33-bilhoes-do-bndes-ate-sexta-diz-planejamento.ghtml
    Os juros cobrados pelo BNDES são compatíveis com taxas internacionais. Entretanto, quando se necessita de financiamento externo por falta desse aporte, o juros tendem a serem maiores dado o risco do negócio ou ainda pelo “risco Brasil” que flutua de acordo com as agências internacionais que nos atribuem notas boas ou não de investimento.
    .
    A indústria aeroespacial é de maturação de longo prazo: considerando que dos primeiros estudos de mercado até a entrega das primeiras unidades de série, podemos colocar aí ao menos 5 anos se tudo sair de acordo com o previsto e sem maiores surpresas no projeto. Nesse interim, há o risco do mercado se adequar a uma realidade diferente daquela previamente prospectada, requerendo reajuste ao até mesmo cancelamento do projeto. Um bom exemplo disso é o Leajert 85 – fonte:
    https://www.flightglobal.com/news/articles/bombardier-cancels-learjet-85-with-26bn-loss-418367/
    .
    Dentro da área comercial a Boeing neste momento concentra sua capacidade de P&D no novo 777X, no 787-10, no 737 MAX10 e no “suposto 797”.
    Do nosso lado, na área comercial a Embraer está finalizando o processo de homologação do E190-E2 e no próximo ano do E195-E2, temos pendente o que será do E175-E2, embora acredito que talvez a empresa tenha dado sinal verde à continuidade do projeto independentemente do que virá por aí com as tais “scope clauses” das main-line americanas.
    .
    Como recursos são finitos até mesmo para uma Boeing e se considerarmos, por exemplo, que com os MAX a Boeing chegou ao limite do desenvolvimento do 737 requerendo num futuro já visível um produto que venha a substituir essa família, somado a isso o novo “suposto 797”, é natural que pensemos que a participação em menor escala no desenvolvimento e fabricação dessas aeronaves por parte da Embraer nos creditaria de excelentes benefícios.
    A Embraer tem em prospecção uma futura aeronave turboélice de “supostos” 70 lugares. Tem ainda um projeto junto com a UBER (para lá dos idos de 2024). Mas, reafirmando o que o presidente da empresa disse, isso somente depois de 2022 quando as três aeronaves da família E2 começarem a dar o respectivo retorno financeiro esperado com suas vendas. Nesse interim vejo a empresa de mãos atadas para novos projetos.
    E aí eu pergunto a todos vocês: o que fazer com os todos os envolvidos no projeto que agora se finda e entra em linha de produção ??? O que fazer de hoje até pelo menos 2022 ???
    Tenho a certeza que vocês sabem a resposta …
    .
    Amigos, abaixem a guarda, esperem pelos acontecimentos porque a história anda para frente.
    Um abraço a todos …

  78. A Boeing deve esta olhando EMBRAER em todos os ramos, não so nos Jatos regionais, e o trabalho Boeing e SAAB no TX e SAAB e EMBRAER no Gripen , Boeing e EMBRAER no KC390 Este negocio vai ser é bom demais…. F16 saindo de linha o Gripen entrando nos EUA pela Boeing e EMBRAER , e o FA18 Super Hornet entrando no Brasil … é possivel?
    Este negocio , este namoro da Boeing e EMBRAER já faz um tempo, agora que estao querendo oficializar para o publico
    http://www.infodefensa.com/latam/2017/06/06/noticia-boeing-embraer-alianca-estrategica.html
    Aguardando os proximos anuncios

  79. Engraçado como aparece tanta gente disfarçado de nacionalista agora.Essa mesma gente que apoiou esses políticos que desmantelaram nossa indústria bélica, fomentada pelos militares na década de 60 com o intuito na busca alguma autonomia, por puro revanchismo.

  80. Carlito – Obrigado amigo. O problema é que mesmo assim, e com o fundador da Embraer sendo a favor, teria por aqui as pessoas dizendo que é entreguismo, que a Embraer vai deixar de existir e outros tipos de terrorismo. São os que nunca foram patriotas e só evocam o nacionalismo quando é para fazer discurso contra os EUA, enquanto isso entregam tudo para países como a China e Rússia (acontece exatamente isso na Venezuela com a China colocando mais de U$50 bilhões para extrair petróleo de lá)

  81. Não é porque não se concorda com a venda (é venda) que é correto taxar de comunista e essas outras baboseiras. Nacionalismo até que é bom, nas devidas doses.
    SE esse acordo for feito de uma forma muito correta talvez até seja bom para a Embraer, mas temos dezenas de exemplos de negócios como estes e que final tiveram.
    Mas o pessoal aqui prefere se xingar e rotular ao invés de discutir o caso como gente civilizada.

  82. As ações da Embraer foram cotadas até em 3 Bilhões um dia após o anúncio de “especulação” da compra pela Boeing. Vamos ver quanto tempo o ESTADO vai aguentar essa tentação, lembrando que tudo é deles e nada é nosso. Eles são iguais há muita empresa que diz que “os funcionários fazem parte dela” pelo menos até você não ser demitido.

  83. E, Blog bateu o pé e ficou com o G1 em vez da verdadeira matéria do “O VALE” em que o proprio G1 se “FONTEOU” pra fazer seu Lobby….opz matéria!

    To surpresso? De jeito nenhum…

    Salinzodromo foi desligado a muito tempo aqui! Que bom pro editor do Blog.

    Estou sendo públicamente franco, sem medo algum, olho no olho! Se tem algo pra falar…somos todos ouvidos!!!

  84. Fernando, fique tranquilo que isso não irá acontecer. Os acionistas não irão permitir nem mudança de nome, muito menos venda e absorção da Embraer pela Boeing. Além disso, nem o governo não irá permitir que algo do tipo aconteça.

  85. PRAEFECTUS 23 de dezembro de 2017 at 12:45

    Larga de ser chato

    Tanto faz o título daqui ou do O Vale…

    Se o G1 resumiu da forma que não lhe agradou, problema seu.

    Vai fazer mimimi no Plano Barril.

    O que vale é o teor da entrevista.

    O que todos queremos, inclusive o Sr. Ozires, é que seja feito um bom acordo que traga benefícios a ambos os lados.

    Ninguém aqui quer que a EMBRAER desapareça e também se desaparecer f….

    Assim funciona a humanidade e tenho certeza que não vai mudar p…. nenhuma na sua vida como não mudaria se privatizarem o lixo da Petrobrás.

    O controle da CBC não é nacional a trocentos anos e eu não vejo piti dos nacionalistas ptebas..Porque não sabem nada que não saia Globo, que vocês tanto criticam.

  86. O discurso de “É melhor ser a cabeça do rato, do que ser o rabo do leão” mudou?! Ah tá!!!
    .
    Uma coisa é a Boeing possuir uma parcela acionária das ações ordinárias e preferenciais da Embraer, injetando dinheiro na companhia e assim se contrapor a concorrência de Airbus e Bombardier, outra coisa é achar bonito e bater palmas para uma aquisição do controle acionário da Embraer.
    .
    São quando acontecem coisas desse tipo é que vemos os que se dizem defensores do pragmatismo e dos interesses do país se mostrarem falsos moralistas e hipócritas. Xingam a Helibras por ela ser controlada pela Airbus, mas batem palmas se a Boeing resolver controlar a Embraer. “Ah, os franceses são uns cangalhas, mas os americanos são honestos”.
    .
    Bando de hipócritas!!!
    .
    Em tempo, a FAdeA estava as mil maravilhas quando a Lockheed Martin deixou a administração da empresa, não é verdade?!
    .
    Obs: Não defendo nenhuma empresa, mas é preciso mais raciocínio lógico e menos paixonite ideológica.

  87. Uma empresa deve ser vendida quando está no auge e não no fundo do poço, é uma boa hora de aprovar a venda e que o Brasil saiba tirar proveito recuperando os bilhoes gastos com a Embraer no KC-390 e Gripen.
    Não vejo problema em ver a Embraer se tornar a Boeing do Brasil S.A.

  88. Os canadenses conseguiram um bom acordo com a Airbus, matendo a autonomia da Bombardier. E não vejo ninguém os criticando por seu “nacionalismo atrasado”

  89. Deve ser pelo motivo dos franceses serem amantes da paz e da soberania dos países. Como “não” há imperialismo francês pelo mundo, os ditos soberanistas aprovam qualquer ação vindo por parte de franceses, bem como de chineses, russos, alemães, japoneses entre outros.

    Os que não prestam para eles são os americanos, os ianques salafrários querendo o nosso petróleo, nossa empresa fabricante de aviões, nossa mineradora, nossos portos, nossos aeroportos, tudo nosso os ianques malditos estão de olho.

    E olha como funciona:
    Os americanos adquirem a empresa que lhes interessam e veja só, essa prática é formalmente bombardeada pelos doutores e especialistas em administração, finanças e economia, acabar com essa empresa recém-adquirida por conta desta ser estratégica para um determinado país.
    Esses americanos são gênios de finanças, administração e economia, gastam bilhões de dólares para adquirir uma empresa estratégica de um país para acabá-la. Genial.
    Esqueçam os cálculos contábeis como reserva de lucros, alavancagem financeira, PL, BP, passivos onerosos…
    Aliás, quem deve gostar disto são os acionistas da Boeing por exemplo, comprar a Embraer por bilhões de dólares levantados pela reserva de lucros ou alavancagem financeira ou recursos gerando passivos onerosos para acabar com uma empresa estratégica de um país. Os acionistas da Boeing deveriam é vender imediatamente suas ações, já que a reserva de dinheiro da empresa será usada apenas para adquirir uma empresa e dissolvê-la.

    Genial senhores, genial.

    Quero ter aula sobre finanças, contabilidade e administração aplicados a geoeconomia. Com certeza aprenderei muito com os senhores.

  90. Só na malandragem, esses são os nosso empresários brasileiros, vender a Embraer um patrimonio do povo criada na era Getúlio Vargas com dinheiro do povo (o nosso).E stataldepois privatizda no peróodo FHC, agora querem vender para a Boing, uma estatal americana.Só prque o Canada abriu as pernas, o Brasil tem que abrir também?!

  91. A fusão só beneficia a Embraer, consequentemente o Brasil, pois com o suporte da Boeing ela poderá competir com qualquer concorrente.
    Mas se a política brasileira é contrária ao controle acionário pela Boeing, não tem problema, a Embraer tem um braço voltado para a aviação de defesa e outro para a tecnologia de satélites, que poderiam continuar com controle nas mãos tupiniquins. E tenho dito.

  92. O posicionamento do Cel. Ozires Silva me leva a admitir que a Embraer, caso seja vendida, coroaria sua obra em grande estilo; enfim um orgulho pessoal atingido; “cheguei lá, nada mais me resta!”
    Agora, Fica a perguntar: para o Brasil que ainda está gatinhando isso seria Bom ?
    E. Teixeira

  93. Recomendo a leitura do Valor Economico de hoje, que traz uma entrevista com o Osires Silva. Ele assim como o site Leeham News reforçam a preocupação da Boeing com a perda por aposentadoria de muitos engenheiros e projetistas, o que explica parte do interesse nesta associação.

  94. Ricardo 23 de dezembro de 2017 at 21:14
    “(…) vender a Embraer um patrimonio do povo criada na era Getúlio Vargas com dinheiro do povo
    — Ah?! A EMBRAER foi fundada em 1969!, e remonta a iniciativas de 1953 quando “o oficial da Aviação do Exército, Casimiro Montenegro convida o engenheiro aeroespacial e fundador da Focke-Wulf em Bremen, o alemão Henrich Focke e seus engenheiros, para que atuassem no CTA.” https://pt.wikipedia.org/wiki/Embraer#Origem
    Vargas já era morto e enterrado! quando a EMBRAER nasceu.. Acho que o comentarista confundiu EMBRAER com PETROBRAS, só pode!…

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