sábado, maio 15, 2021

Gripen para o Brasil

Airbus defende caça europeu para evitar dependência dos EUA

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Concepção do FCAS – Airbus Future Combat Air System

BERLIM — Os países europeus devem intensificar os esforços para desenvolver conjuntamente os aviões de combate da próxima geração para evitar se tornarem dependentes da tecnologia dos EUA, disse o presidente-executivo da Airbus Defense and Space, Dirk Hoke, na sexta-feira.

“Até hoje, os países da Europa se entregaram a soluções nacionais caras e personalizadas ou tornaram seus meios de defesa nacional dependentes dos EUA”, disse Hoke em uma publicação no Griephan Briefe, um semanário alemão especializado em questões de defesa.

Está se tornando cada vez mais caro para os países europeus se virarem sozinhos, disse Hoke, apontando para o “enorme aumento de requisitos técnicos” que as aeronaves militares agora têm que enfrentar.

Mas ao optar por comprar produtos de defesa americanos, como os aviões de combate F-35, que são mais baratos graças a economias de escala, os europeus arriscaram-se a abandonar o controle de suas próprias capacidades de defesa, de acordo com Hoke.

“Queremos nos colocar em uma posição de dependência unilateral para cada adaptação aos nossos cenários de missão, cada procedimento de manutenção, cada atualização?” ele perguntou.

Para combater a influência dos EUA, Hoke pediu a países como a França e a Alemanha que “rapidamente” avançem com os planos de um sistema comum de caça de combate para substituir suas frotas atuais, como anunciado pelo presidente Emmanuel Macron e pela chanceler Angela Merkel em julho.

Ilustração do conceito do Airbus Future Combat Air System

Essa parceria economizaria dinheiro e eliminaria a concorrência entre diferentes jatos atualmente no mercado.

As forças francesas estão usando a última geração do jato Rafale produzido pelo fabricante de armas francês Dassault, enquanto a Alemanha usa o Eurofighter Typhoon e aeronaves mais antigas feitas na Europa.

Hoke disse que o relógio está avançando, enquanto a França e a Alemanha terão que substituir grandes partes de sua frota em “cerca de 15 anos”.

Outros países, como Espanha, Bélgica e Itália, também mostraram interesse no projeto conjunto, afirmou.

“Com o pressuposto de que a vontade política necessária está em vigor, a Airbus está se oferecendo para impulsionar a cooperação com seus parceiros europeus e para moldar este aspecto do nosso futuro europeu comum”, acrescentou Hoke.

FONTE: Agence France Presse

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JT8D

Pelo jeito vai nascer mais um frankstein. Bom para a Saab.

Jr

Depois do A400m e do NH-90 que eles participaram como sócios, eles agora querem fabricar um caça de 5 geração? É melhor não hein……

Jr

A fama da Airbus esta tão em alta, que os três países que estão pensando em fabricar caças de 4,5/5 geração e em que ela se ofereceu para ser sócia tecnológica, deixaram ela falando sozinha, a Turquia escolheu a Bae Systems, a Coréia do Sul escolheu a Lockheed Martin e o Japão esta entre fabricar sozinho ou escolher uma das duas citadas anteriormente.

cwb

Boa noite a todos!
Me corrijam o pessoal da trilogia sobre essa história de projeto europeu….na última hora prevalece a independência francesa e os caras pulam fora de tudo .Ai fica o resto desenvolvendo projetos comuns.
É piada do Macron, só pode ser..
Se não existe um projeto de caças 100% europeu,a grande responsável é a França.

Caerthal

Minha aposta e que agora sai, com a França e a Alemanha, sem o Reino Unido. Este vai que se subordinar aos EUA, assim como o Japão e a Coreia. Com a Russia enfraquecida a Europa ganha tempo. Também a má experiência com o A400 traz lições ainda vivas.

Marcos

O problema é que caças que podem interessar aos alemães, franceses, italianos, ingleses e talvez espanhóis, certamente, por questões orçamentarias, não interessará aos demais países.
A Inglaterra vai de F-35? Pouco provável que coloque todas as suas fichas no F-35. Se recusaram a ficar dependentes economicamente da União Europeia, pouco provável que irão ficar dependentes dos americanos.

Marcos

ops… não interessarão aos demais países.

HMS TIRELESS

Acho muito complicado isso vingar. Os franceses não abrem mão de um vetor local e quando trabalham em conjunto com outros países tumultuam demais pois pensam que tem o direito divino de liderar.
M

RL

E quem já comprou o F_35?

Faz o que?

Adriano R.A.

Cá por mim, acredito que os europeus vão pular os caças de 5° geração e apostar em um sistema totalmente não tripulado, centrado em rede, com mais de um tipo de vetor, etc…. É tarde e caro demais para desenvolver um concorrente do F-35…e muito pouco produtivo.

donitz123

Esse papo de novo???

Farroupilha

Já que um novo Eurofighter tocado pela Airbus é quase impossível…
Um Latinfighter então…
5º geração-plus, com camuflagem dinâmica 3D por efeitos holográficos impressa em toda sua fuselagem. Com furtividade quase 100%, nem pensar.

Alex

Acho que os britânicos não entrarão nessa, nunca abandonarão seu triste papel de pets dos EUA, adeptos da doutrina “faça o que seu mestre mandar”. Inclusive dizem as más línguas que sua politica externa é feita pelo Departamento de Estado. A bola está em jogo e com Alemanha, França e Itália.

Caerthal

Nao acho que a Airbus vai liderar. Quanto às peculiaridades dos franceses acho que não será preponderante. Nos países desenvolvidos o o conceito de lições apreendidas é aplicado. Governos moderados na Alemanha e França vão dar o tom e os outros irão seguir sem muita luta. Mesmo sem o Trump os EUA terão que focar no Pacífico e a contenção da China , do modo que a Europa sai do radar um pouco. Terão que lidar com a Russia mostrando capacidade autônoma. O exemplo da China unida e se rearmando rápido com modernos equipamentos preocupa.

Caerthal

Acho bastante possivel que a Saab se integre a iniciativa. Haverá a continuidade da consolidacao da indústria e a Saab sabe que não convém ficar isolada. Vai ter que escolher entre a Boeing, consórcio Europeu ou BAE.

Flanker

Os europeus vivem com esse discurso. Mas até hoje os Typhoon não tem uma versão full, talvez o mais proximo disso seja o tranche 3. E com um custo de operação absurdamente caro. E não acredito que os ingleses embarcariam num projeto desses…..principalmemte depois do brexit e ainda mais com seus F-35 já encomendados. Se levarem isso adiante, vão criar outro A400 ou NH-90…..e na hora da onça beber água, vão correndo atrás dos EUA. Afinal, dentro da OTAN, quem é que fornece, e sempre forneceu, o grosso dos equipamentos e meios? Os EUA! Façam um raciocínio hipotético: retirem os… Read more »

Ivanmc

É a tendência mundial os países serem autossuficientes o máximo possível, sem subserviência ou colonialismos vampirescos.

Robsonmkt

O raciocínio da EADS está correto, sua prática, nem tanto. De fato, do ponto de vista da indústria de defesa europeia, ter um produto continental carregado de insumos das indústrias locais preservando empregos, tecnologias e expertise faz mais sentido do que transferir bilhões de dólares para a Lockheed Martin ou Boeing. Porém, seu último produto na área – o Typhoon não logrou êxito em ser mais acessível do que uma produção individual, haja vista que seu custo de aquisição e de manutenção é similar ao do francês Rafale – e menos capaz – visto que foi inicialmente pensado para ser… Read more »

HMS TIRELESS

Roberto, não há nada de justo no direito que os franceses acham que possuem em liderar todo e qualquer projeto multinacional salvo a arrogância e empáfia que lhe são peculiares. E tanto infernizaram que acabaram por abandonar o programa do Eurofighter para desenvolver o Rafale. E apesar do problemas o Typhoon até agora vendeu mais que o caça gaulês. Quanto à essa notícia, reafirmo ser muito difícil esse caça ir para a frente. A Alemanha requisitou um RFI do F-35, Itália tem uma linha de montagem do caça da LM e quando for a hora de substituir seus F/A-18 e… Read more »

Jr

HMS Tireless, apesar do eurofigther ter vendido mais, creio que os franceses saíram ganhando, eles tem um caça melhor (multirole), fabricado só por eles, portanto todo o dinheiro fica com a cadeia de empresas francesas e o preço do rafale é um pouco menor de adquirir e operar

EParro

Roberto 3 de novembro de 2017 at 22:56

Concordo com você, os franceses acreditam piamente no que você mencionou.
E, realmente, eles lideram muito bem.
Aliás, você é francês?

Forte abraço

HMS TIRELESS

Roberto, o problema é que os demais países da Europa não acreditam em nada disso que os franceses acreditam. Assim cria-se o eterno impasse que tanta desunião provoca no continente….😉

HMS TIRELESS

Jr, até agora ao que tudo indica os franceses ainda não pagaram a conta do Rafale, o que explica a ânsia em querer negociar por fora tal como tentam agora fazer na Bélgica.

Augusto

O título deveria ser “Airbus defende caça europeu por quer ganhar mais dinheiro e não está nem aí pras forças aéreas europeias e o contribuinte europeu”.

Luiz Trindade

O problema gente é ter a diplomacia para trazer todos para o mesmo projeto. Historicamente, os europeus sempre foram desconfiados uns com os outros. Afinal foram através de guerras entre eles é que se definiu as fronteiras dos atuais países, mas se eles tiverem um líder ou líderes coesos para explicar a importância da Comunidade Européia se enxergarem como um só e nesse caso precisam se defender creio que o projeto vai adiante. Claro que a França vai querer liderar, afinal ela tem uma larga experiência em fazer caças de sucesso (do Mirage até o Rafale). Outros países estão tendo… Read more »

Silva

Espero que a Suécia leve adiante o projeto FS-2020 após a conclusão do projeto Gripen NG e que o Brasil se associe ao governo sueco e a Saab, quem sabe com uma parceria meio-a-meio no projeto de caça de 5ª geração. Só temos a ganhar com uma parceria dessas!

Gunter Vand

Pelo menos no desenho o avião terá 2 estabilizadores verticais e será inspirado no F-22, o que prova que o Raptor estava décadas à frente do seu tempo, Europeus por tradição não gostam de lemes duplos, basta ver o Tornado, que gritava por dois lemes, mas fizeram um só, enorme por sinal. O Typhoon é uma excrescência, nem vale comentar, claramente um erro de projeto. Se os EUA reativassem a linha de produção do Raptor poderia ser que ganhassem alguns clientes VIP…

Jr

Aonde é que eu assino Augusto?

Roberto, esse é o problema, alguém tem que explicar o conceito de trabalho em conjunto para os franceses, porque se depender deles este caça vai ter radar francês, asas francesas, motores franceses, trem de pouso francês, pneus franceses e por ai vai, é obvio que os outros não vão aceitar isso calados.

hammadjr

Interessante essa análise, não falta capacidade industrial e tecnológica para fazer, arrisco dizer que seria até mais barato comparado ao made USA.

teropode

Pura perda de tempo e preciosismo regionalista dos bambis , ha estudos serios que comprovam que eles terão em 30 anos ,serios problemas dentro das fronteiras nacionais , sim , uma guerra civil vai queimar toda bambilandia , irão comemorar o fim da segunda guerra inaugurando novos fornos e novas valas coletivas , quem sobrar da direita vai dizer : ” Eu avisei , agora ch***!

Lionel

Quem disse que não sabemos nos defender sem os estados unidos da América ????
Aquele que pensa isso é un pobre e ingénuo de espírito ….pobre rato

Emmanuel

Se é para entrar num projeto de 5ª geração, então, talvez essa seja a melhor opção seja essa.
.
http://www.aereo.jor.br/2013/09/17/saab-mira-na-asia-para-desenvolver-novo-caca-furtivo-fs-2020/
.
Um projeto “simples” e que se fosse “abraçado” pelos europeus teria boas possibilidades de não atingir preços absurdos como o tufão ou rafale. Ainda poderia ler levado a países limítrofes da
ásia e do leste europeu.
Assim como o NG será uma boa pedida para o futuro na América Latina, esse projeto também poderia sê-lo.
.
Abraço.

Caerthal

A lideranca será da Alemanha, que ira entrar com a maior parte da grana, simples. Desta vez os franceses serao pragmaticos, sem o Reino Unido acabarão por fornecer os propulsores.

Vilson J Fadel

No passado quem construía verdadeiras maquinas de Guerra era a Alemanha,depois da Segunda Guerra foi cerceada,mas acho que se desejar fazer e se aplicar nisso pode e deve fazer Caças TOPs. Mas acredito que a Europa dentro de uns trinta anos vai estar descafelada está União Européia,a Espanha com sua Catalunha,a Bélgica com Norte e Sul se desmembrando e a União Européia se desmoronando. Melhor a Alemanha ,França,desenvolverem os seus próprios Caças,ai quem sabe a América Latrina tem se desvencilhado desses políticos corruptos e ideologias baratas comunistas,
esteja em acensão.Brasil acima de tudo só abaixo de Deus.

Ivan BC

Quanto mais os países da Europa se unem, pior fica!
Vai ser igual o Eurofighter Typhoon??? Então ferrou!
A União Europeia não vai durar muito tempo, já demonstra sinais do fim…

Ivan BC

Querem construir caças para as empresas de armas ou para os Estados nacionais? Se for para as empresas os caças custrão o mesmo que os F-35, poisé uma questão de mercado.
Se for para construir para os povos, custarão 1/5 do valor de mercado e certamente será entregue antes do prazo. Basta ver aquilo que a China consegue produzir com muito menos…o foco é outro.
A atual lógica de mercado faria uma Ariete de madeira custar 100 milhões de dólares no seu devido tempo.

Delfim Sobreira

O F-35 tem apresentado defeito sobre defeito, e isto não anima os compradores. Assim como seu custo de operação exorbitante. . O desprezo de Trump pela Europa é cultural nos americanos. . Se Margaret Tatcher levantasse dos mortos daria um tapa na cara da Theresa May. O UK saiu da CE para ser vassala dos EUA, e vassala sem ganho nenhum nisso, como o episódio da Bombardier mostrou. . Outra resposta pode ser : Adir. A Europa entrou com força e dinheiro no programa JSF, para ver Israel passar a frente com a benção do Trump e se tornar, de… Read more »

Mauricio R.

Tem mais Typhoon em serviço de esquadrão do que “Le Jaca” fabricada.
Aliás tudo aquilo que falta ao trambolho francês, sobra no avião europeu.
Qnto ao papinho de “multirole”, bem o F-15 ainda está ai e continua vendendo.

Paulo Jorge

Desperdício de tempo e de dinheiro calcados numa ideologia libertária tola.

Sds

Mauricio R.

O Neurôn por enquanto é somente um demonstrador de tecnologias, há conteúdos franceses, suecos, italianos, suíços, etc, etc, etc…
Não é uma aeronave operacional, minimamente equivalente ao MQ-9 “Reaper” ou ao problemático “Watchkeeper” britânico.

Marcos

Caça Eurofighter caro de comprar, caro de manter? Em relação a quê? F-16?
Não é o F-15 um caça caro de comprar, caro de manter se comparado ao Gripen?

Rodrigo Martins Ferreira

Lionel 4 de novembro de 2017 at 13:22

A OTAN com os americanos só provendo REVO e ISR demorou semanas para derrubar o regime do Kadaffi…

EParro

Roberto 4 de novembro de 2017 at 10:47

Muito bem observado (ciclo completo) e também gostei da comparação!

Forte abraço.

Aéreo

Esta é uma questão polemica e complexa. Olhando algumas variáveis gerais, há sim a necessidade de um caça de quinta geração na Europa. Estas variáveis seriam; O futuro da guerra aérea são os aviões furtivos, eles só estão presentes em menor quantidade nos inventários, pelo custo e porque vive-se um momento de paz, onde cenários simétricos ar-ar são raros. A Europa tem uma industria aeronáutica relevante em tecnologia e capacidade política e econômica de exportação de equipamentos de defesa. O caça furtivo “de exportação” para a OTAN, leia-se F-35 se mostrou caro demais, complicado e atrasado. O F-35 dificilmente, por… Read more »

Delfim Sobreira

Os europeus nem precisam reinventar a roda.
O KF-X p.ex., que já está num estágio razoável mas com falta de $$$ e clientela, com apoio europeu pode deslanchar em 10-15 anos.
Tem o projeto da SAAB FS-2020 também.
Se não entrar orgulho nacional na jogada, os europeus podem ter caças 5G junto com os Su-57 russos.

Caerthal

Delfim,

Você precisa retomar urgentemente o estudo de HISTÓRIA.

teropode

Os EUA deveriam sair da OTAN , ai veremos até onde vai o orgulho da bambilândia , acredito que seria um maneira cruel e econômica deixar os caras se virarem , fazer alianças pontuais como as que existem com o Japão e Coreia do sul , poderiam fazer esta aliança com a Ucrania e Polonia ,em um primeiro momento , depois aguardar os pedidos de alianças individuais que certamente viriam ,ja esta na hora de deixar gauleses e germânicos se virarem e começar a fazer as kaquinhas peculiares e historicas !

Rui

Convém informarem-se um bocadinho antes de falarem, os pequenos e desarmados países Europeus só têem isso aí: Aviões de combate + de 2.000 416 Typhoon 123 Rafale 174 Mirage 2000 125 Gripen 463 F-16 148 F/A-18 21 F-35 241 Tornado 32 Harrier II 58 Mig-29 Outros = 238 aviões de combate Aviões de transporte e abastecimento = 459 11 Airbus 330 MRTT 4 Airbus A310 MRTT 16 KC-135/707 8 C-17 120 C-130 107 C-160 30 C27J 83 CN-235/C-295 16 AN-26 11 A400M Outros = 53 Helicópteros de ataque = 788 Carros de combate = 7.549 Veículos blindados = 17.800 Artilharia… Read more »

Rui
Delfim Sobreira

Caerthal Sempre tirei notas altas em História. A Europa sempre foi um campo de batalha. culminando com a 2WW e os horrores do nazismo. Mas a renúncia a um passado belicista se deu com a ajuda dos EUA, que assumiram a OTAN e colocaram a Europa sob sua proteção frente ao extinto Pacto de Varsóvia. Assim fica fácil adotar a CE e uma postura não-militarista. Mas como vemos, levou à infiltração muçulmana e agora com o descaso de Trump, que adotou Israel como único aliado de fato, e agora a Europa vai ter que dar seu jeito numa área na… Read more »

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