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F-35: dúvidas sobre entregas ao Reino Unido

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Por Deborah Haynes

A próxima geração de jatos rápidos da Grã-Bretanha dificilmente será entregue conforme planejado por causa de preocupações sobre simuladores, software e armas.

O Ministério da Defesa baixou uma classificação de confiança na entrega do programa F-35 Lightning II para âmbar/vermelho, que era âmbar em junho, disse o fiscal de gastos do governo.

A mudança é significativa para um projeto que custa bilhões de libras. Os jatos F-35B devem voar a partir dos dois novos porta-aviões da Royal Navy, com o primeiro avião a operar do HMS Queen Elizabeth até o final de 2020.

O Escritório de Auditoria Nacional (NAO) produziu uma nota de três páginas para o comitê de contas públicas parlamentares, que está examinando a gestão do programa geral do governo para entregar porta-aviões e jatos F-35. O “memorando suplementar” foi publicado ontem à tarde.

O Ministério da Defesa disse à NAO que o programa permanece no cronograma e no orçamento, mas o funcionário responsável havia revisado sua “confiança na entrega”, afirmou.

FONTEThe Times

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Esperar para ver

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Qual é a cor na classificação de confiança que vem depois do vermelho?

Nunão
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Nunão

Preto, pois aí a coisa ficou preta.
Ou branco de susto.
Ou nenhum dos dois, pois um é ausência de cor e luz, o outro é a soma.
Sei lá, pode ser verde, cor do dinheiro que está indo embora.

Roberto F. Santana
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O aviãozinho feio.

HMS TIRELESS
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Nunão 10 de outubro de 2017 at 18:08

Kkkkkkkkkkk

Roberto F. Santana
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E qual a cor que vem primeiro, a de confiança total?

Nunão
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corADO, de quem está saudável e feliz.

Roberto F. Santana
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Nunão
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Já a última cor, da falta total de confiança e cancelamento de projeto, eu lembrei agora:
corTADO

Tallguiese
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Tallguiese

Pelo visto a coisa ta ruim pra todos pois parece que ninguém ta dando conta de cumprir prazo de entrega! Né SAAB?

Nunão
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Nunão

Roberto, esse gordinho aí tem cor de morte.
corCOVA

Tallguiese
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Tallguiese

Pelo visto a coisa ta ruim pra todos pois parece que ninguém ta dando conta de cumprir prazo de entrega! Né SAAB? Ops! Ninguém ai já é demais né? Alguns então.

AL
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AL

Alguém da RN deve ver a situação da MB e ficou com “inveja”… Nós temos navios sem defesa antiaérea decente? Bom, pra “cópia” não ficar óbvia demais, vamos fazer navios que só tenham defesa antiaérea e mais nada. Ah, a MB tinha um Nae sem aviões, vamos fazer dois assim…

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Rsrsrsr…
De Martini,
Por falar nisso, você saberia dizer se a FAB adota esse sistema de “classificação de confiança na entrega” para o Saab Gripen?

Nunão
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Nunão

Não sei.

Ivanmc
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Ivanmc

A salvação do F-35 é a Europa.

Marcos
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Marcos

Para os britânicos não há alternativa.
Se não for F35B, vão ter de transformar os dois navios em porta helicópteros.
Ou vende-los ao Brasil.

Na época da venda do que tornou-se o Minas Gerais, o Ministro da Defesa explicou ao parlamento: “mesmo que se reforme esse navio completamente, ele é inservível aos interesses da Rainha”. E aí o Brasil comprou.

Fabrício Barros
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Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Marcos 10 de outubro de 2017 at 19:13
Para os britânicos não há alternativa.

Há sim Marcos… Reativar os Harriers que até há pouco tempo estavam servindo muito bem a Royal Navy… Foi uma trapalhada do ex-primeiro ministro David Cameron desativa-los antes da chegada os F-35B.

Outra alternativa que ia deixar o Tio Sam P… da vida seria fazer contato direto com a Boeing e comprar o projeto de VSTOL deles que perdeu para F-35 para o Reino Unido e ae sim construir os mesmos para substituir os Sea Harriers.

Nunão
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Nunão

“Na época da venda do que tornou-se o Minas Gerais, o Ministro da Defesa explicou ao parlamento: “mesmo que se reforme esse navio completamente, ele é inservível aos interesses da Rainha”. E aí o Brasil comprou.” . Marcos, Só um aparte: era “inservível” porque os britânicos tinham em reserva até mesmo navios-aeródromo maiores. . E se a verba no pós-guerra não permitia colocar em operação nem todos os modelos maiores e com mais potencial para as necessidades futuras da RN, menos prioridade teriam os menores, a não ser como porta-helicópteros para operações de desembarque anfíbio. . Ou seja, os britânicos… Read more »

Nunão
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Nunão

“Reativar os Harriers que até há pouco tempo estavam servindo muito bem a Royal Navy…”
.
Se estão planejando tirar aeronaves novas como os Wildcats de operação, para se adequarem ao orçamento e focarem em menos tipos, acredito que tirar do estoque Harriers desativados por questão de custos (e sei lá de onde, pois venderam aos EUA para servirem de fontes de peças) e gastar dinheiro para colocá-los em voo não seria uma alternativa hoje.

Marcos
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Marcos

Luiz:
Os Sea Harrier foram vendidos para os EUA.
Já o X32 era só um protótipo.

marlon maia
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marlon maia

a coisa de feia para todos a europa ta tudo ruim por la pois eles vao passar por um crise financeira que vai ser um desastre para eles ……..o Brasil tem que ver isto e fica esperto …

Leonardo M.
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Leonardo M.

É o que eles podem fazer?
Nada!

Mas gastaram bilhões nos novos porta aviões e não tem mais volta.
Se ao menos tivessem catapultas os novos porta aviões, eles poderiam fazer uma versão naval do Euro ou até fazer um novo avião.
Uma pena que os britânicos não tem um avião 100% feito por eles, os caras eram bons em fazer jatos e deixaram isso pra trás.

carcara_br
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carcara_br

Depois de ler a matéria cheguei a conclusão que é preciso CORagem para ler as piadas…

Ozawa
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Ozawa

Os novos NAes ingleses são basicamente porta-lightning… Não há alternativa viável técnica e politicamente para suas asas-fixas.

E convenhamos, o avião é horroroso, perdulário, mas vai ser operado, por bem ou por mal, ainda que não em sua plenitude por uns bons anos. Seria o maior fracasso da indústria militar americana que arrastaria alguns aliados, especialmente a Inglaterra como único parceiro nível 1, à bancarrota se esse projeto fosse abortado agora e isso não vai acontecer.

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Ozawa,
Sobre a versão dramática que você apresentou sobre uma suposta vida post mortem submarina de nossa Marinha, lembrei de uma cena que talvez retrate bem a ressurreição do almirantado no caso de uma pouco provável, porém, desejável, intervenção militar.

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Roberto F. Santana
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Roberto F. Santana

Digo, apresentou no Poder Naval.

Bispo
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Bispo

Será ..que um pulso eletromagnético forte ..não deixaria o F35…as cegas ???

como é regra no meio militar…se um lado “cria” uma arma..o outro lado pensa no “antídoto”.

esse papo que a Rússia criou uma bomba EMP com efeito em um raio de 3.5Km… poderia “neutralizar” os Tomahawk ???

Ozawa
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Ozawa

Roberto 10 de outubro de 2017 at 22:20

kkkkkkkkkkk, é a tripulação do “Brasileiro Voador”… Resta saber onde está o baú com o coração de seu comandante…

Bosco
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Bosco

Bispo, Armas de pulso eletromagnéticas convencionais (NNEMP) são (serão???) ofensivas, capazes de ser utilizadas contra objetivos terrestres e navais. Sua utilidade antiaérea é nula. No mais, o F-35 deve ser blindado contra EMP. Mesmo porque, como será um vetor nuclear, obrigatoriamente tem que ser blindado contra EMP nuclear (NEMP) inclusive EMP nuclear. Esse “papo” que a Rússia (lá vou eu me “fodxr” de novo) criou uma bomba EMP pode ser só papo mesmo. Os americanos diziam que tinha utilizado bombas EMP na Guerra do Golfo há mais de 20 anos mas a existência dela jamais foi confirmada e pode ser… Read more »

Adriano R.A.
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Adriano R.A.

Eu desconfio de projetos onde tudo corre muito bem obrigado. Ao menos os ingleses resolveram assumir o risco e em breve terão dois porta aviões que serão capazes de garantir sua soberania em diversos pontos do planeta. Respeito o fato de um país europeu voltar a assumir essa postura e investir pesado. Considerando a experiência recentemente da RN com PAs, as escolhas foram sensatas. Críticas sempre existirão. Saudações.

Bosco
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Bosco

Só de curiosidade, armas não letais contra sistemas eletrônicos, tanto de neutralização temporária (ECM) quanto permanente (EMP), têm o inconveniente da incerteza dos efeitos contra quem foram lançadas. Pode ter dado resultado ou não. Quem lançou tem que pagar pra ver. É por isso que navios têm sistemas soft-kill mas não abrem mão dos sistemas hard-kill.
Como disse um general israelense: “a melhor arma antirradar é uma bomba de 2000 libras”.

Ricardo Da Silva
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Ricardo Da Silva

Será que o F-35 “Aadvark II” pode abrir espaço para um Harrier III?

Jack
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Jack

“Nunão 10 de outubro de 2017 at 18:08
Preto, pois aí a coisa ficou preta.
Ou branco de susto.
Ou nenhum dos dois, pois um é ausência de cor e luz, o outro é a soma.
Sei lá, pode ser verde, cor do dinheiro que está indo embora.”

Rindo muito aqui !!!

Tiger 777
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Tiger 777

Este F-35 de decolagem vertical, parece ser o mais problemático. Agora, depois de gastarem está dinheirama, alguém vai ter de pagar o pato… E pelo visto, é o contribuinte.

Galeao
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Galeao
Bosco
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Bosco

Bispo, Só uma correção, eu fiquei focado na bomba ou no míssil EMP contra alvos em terra, que recentemente foi aventado que os russos criaram e aí meu comentário de que “pulsos” não teriam função AA, mas tanto russos quanto americanos (e outros) estão desenvolvendo sistemas AA baseado em um emissor direcional de um pulso de alta energia na faixa da micro-ondas. esse é o exemplo de uma suposta arma AA russa que estaria operacional: https://thaimilitaryandasianregion.wordpress.com/2016/01/19/ranets-e-high-power-microwave-directed-energy-weapon/ Como disse, é uma arma complicada de se utilizar porque nunca se sabe se surtiu efeito de verdade. Nada substitui a boa e velha… Read more »

Bosco
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Bosco

O problema é que essa hipotética arma geradora de pulso que tinha sido desenvolvida no passado é hoje conhecido como o Krasukha 2, um sistema gerador de interferência (ECM) contra aviões radar e não um gerador de pulso de micro-ondas. Ou seja, tudo nos faz crer que a tecnologia não foi concluída e muito provavelmente por não ter se mostrado confiável tendo em vista a “facilidade” de prover proteção aos possíveis alvos. Também nos EUA as armas eletromagnéticas não se mostraram confiáveis e vários programas foram abandonados. Agora, voltaram a falar de um tal de ogiva EMP montado num míssil… Read more »