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França e Alemanha desenvolverão novo avião de combate europeu

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Ilustração do conceito do Airbus Future Combat Air System

Cooperação visa produzir futuro caça furtivo para substituir caças de 4ª geração

PARIS — A França e a Alemanha revelaram planos nesta quinta-feira para desenvolver um avião de combate europeu, enterrando rivalidades passadas como parte de uma série de medidas para fortalecer a cooperação em defesa e segurança.

O movimento para desenvolver um novo avião de guerra acelera os passos que se esperam que dê forma ao futuro da indústria europeia de combate e seus três programas existentes — o Eurofighter, o Rafale e o Gripen da Suécia.

A mudança também reflete os esforços para dar um novo impulso às relações franco-alemãs após a decisão da Grã-Bretanha de deixar a União Europeia e foi descrita pelos especialistas em defesa como um desafio para o poder militar líder da Europa.

A França e a Alemanha procuram criar um roteiro até meados de 2018 para desenvolver o novo avanço em conjunto para substituir as frotas de aviões de combate rivais existentes, de acordo com um documento emitido após uma reunião do gabinete franco-alemão em Paris.

“Hoje, existem muitos padrões e qualificações europeus e, às vezes, há concorrência entre os europeus internacionalmente”, afirmou o presidente francês Emmanuel Macron em uma coletiva de imprensa, acompanhado pela chanceler alemã Angela Merkel.

“Posso confirmar que esta é uma revolução profunda, mas não temos medo quando são realizadas de forma pacífica, de forma estruturada e ao longo do tempo”, disse Macron.

Aeronave poderá ser tripulada e não tripulada

França e Alemanha disseram que seu novo sistema de combate, que os analistas dizem que poderia envolver uma mistura de aeronaves tripuladas e não tripuladas, substituiria o Rafale e o Eurofighter, jatos rivais que competem ferozmente pelas vendas globais.

Isso marcaria o fim de uma divisão de décadas, desde que a França se retirou do projeto Eurofighter na década de 1980 para produzir seu avião de combate Rafale com a Dassault Aviation.

Os especialistas da indústria da defesa disseram que o anúncio é um revés para o Reino Unido e sua principal contratada de armas, BAE Systems.

“É um sinal para os britânicos. Isso significa que você está saindo da UE e estamos a avançar. Não estamos mais interessados ​​em você bloqueando a defesa da UE”, disse à Reuters um alto funcionário da indústria de defesa alemã.

Concepção do FCAS

Grã-Bretanha no limbo?

A declaração conjunta não indicou o papel que, se for caso, a Grã-Bretanha desempenharia no desenvolvimento liderado por franco-alemães. O país é o maior em gastos de defesa da Europa e um parceiro no projeto Eurofighter, ao lado da Alemanha, Espanha e Itália.

A França e o Reino Unido — ambos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU com estreitos vínculos de defesa e segurança — concordaram em cooperar em tecnologia nuclear e mísseis em 2010, mas algumas autoridades francesas expressaram sua preocupação com o impacto do Brexit na defesa.

Alguns analistas e autoridades de defesa disseram que o empenho franco-alemão para criar um novo caça poderia conduzir a Grã-Bretanha em direção à cooperação industrial e de defesa com os Estados Unidos.

Atualmente, a Grã-Bretanha tem um pé em ambos os campos através do Lockheed Martin F-35 e uma participação do programa Eurofighter através da BAE.

“É quase inevitável que o Reino Unido considere uma nova parceria com a América para a próxima geração de caças”, disse Alexandra Ashbourne-Walmsley, colega associada do Royal United Services Institute, um grupo de estudos com sede em Londres.

“O Reino Unido aceitou que não pode construir outro caça por conta própria, tanto como uma evolução natural do programa F-35 e também por economias de escala, uma vez que ter uma pequena parte de um projeto dos EUA vale mais do que um programa Franco-Alemão.

No entanto, a declaração de quinta-feira também é vista por alguns como apenas o movimento de abertura em uma longa e imprevisível negociação europeia que afeta as empresas de defesa, incluindo a BAE e seus parceiros Airbus e Leonardo do Eurofighter.

Paris e Berlim também concordaram em criar um quadro de cooperação para o próximo modelo do helicóptero de ataque Airbus Tiger e para mísseis táticos ar-terra.

Além disso, eles trabalharão juntos na aquisição de sistemas terrestres, incluindo tanques pesados ​​e artilharia e disseram que um contrato deve ser assinado antes de 2019 para o projeto militar “Eurodrone”, que também inclui a Itália.

FONTE: New York Times/Reuters

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kfir
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kfir

humildemente pergunto: O Rafael já virou mico?

Nonato
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Nonato

Só foi eu dar a ideia no outro post, os europeus compram a ideia…
É muito mais prático para eles.
E a BAE não vai perder nada com isso. Os typhoons continuarão voando e a BAE continuará com sua parte no projeto.
A não ser que o brexit preveja isso expressamente.
Não dá é para cada país da união europeia perder sua soberania, ter que aceitar imigrantes porque um grupo em Bruxelas decidiu assim.
França e Alemanha só têm a ganhar com essa parceria, da qual só a França não participava. Sugiro incluir o Japão nessa… Reduziria muito os custos…

Nonato
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Nonato

Kfir, trata-se do novo e futuro caça de combate. O f35 deles… Imagino que continuarão com rafale e typhoon enquanto for possível. Década de 2030, 2040. Pode ser que daqui a 10, 20 anos estejam totalmente obsoletos. Mas isso depende do andar da carruagem… A princípio parece que nem França precisa de novos rafales nem a Alemanha de novos typhoons. Se bem que nenhum deles têm caça furtivo. E desenvolver um novo poderia sair em no máximo 6 anos se quisessem. Sugiro incluir Japão e talvez Israel e Coreia. Quem sabe Saab e Itália, talvez Brasil. Mas alguns desses apenas… Read more »

Jr
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Jr

A Coréia esta projetando junto com a Indonésia o seu caça de 5 geração, o KFX, a Grã Bretanha esta muito bem obrigado, ajudando a Turquia a projetar o seu caça de 5 geração, o TFX e recentemente assinou um acordo para junto com o Japão tentar projetar um caça de 5 geração, o F-3 para substituir os seus F-2(versão japonesa do F-16). Resumindo, a Grã Bretanha não ficou de braços cruzados, pegou a mala e foi fazer negócios mundo a fora, se quiser poder escolher no futuro entre dois projetos para substituir os seus Typhoons, se não quiser pelo… Read more »

Zmun
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Zmun

Os franceses são especialistas em abandonar projetos pela metade, vamos ver como será esse.

kfir
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kfir

Nonato

OBRIGADO pela gentileza de responder
eu imaginei o custo do Rafale, contra o custo do F35 e de quanto pode custar o o novo vetor…
,
então pra que comprar mais rafale, não é melhor ir de gripem até o novo sair?

Jeff
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Jeff

Pena o Brasil não se intere$$ar em entrar nestes projetos conjuntos com países sérios como Alemanha, França, Inglaterra, Japão, etc. . SE o Reino Unido realmente bancar um projeto conjunto com os EUA, os demais membros europeus vão procurar suas próprias soluções conjuntas, fora a Suécia que tem projetos próprios. E temos ali também Russos com certo domínio na sua área com clientes fiéis de equipamentos russos, mas com a China começando a fazer presença. . O Brasil teria tranquilamente meio$ para bancar desenvolvimento conjunto com muitos destes grupos citados, mas nossa incapacidade de ação e desinteresse total pela área… Read more »

Jean-Marc Jardino
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Qdo franceses e alemães trabalham juntos, podem ter certeza que saira algo de muito bom. Isso ja aconteceu na área de helicópteros, misseis, entre outros produtos. Uma pena os ingleses nao participarem, pois poderia acrescentar e muito ao projeto.

Walfrido Strobel
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Pelo menos mostra que sobrou um pinguinho de orgulho em algum europeu.
A Europa tem que ter suas próprias soluções para os seus problemas.

Fábio Mayer
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Fábio Mayer

Se isso for considerado uma sucessão do Rafale + Eurofighter até pode dar certo, dentro de uma premissa de que a nova aeronave substituirá estas aeronaves, e não apenas uma delas. O ideal seria ter a Inglaterra no programa também, para ganhar escala, mais ideal ainda seria agregar a Suécia, o que seria bom até para o Brasil, mas a doutrina de segurança escandinava tende sempre para projetos próprios.

Se bem que a Inglaterra opera os Eurofighters, o que pode atraí-la ao projeto.

Acredito que é projeto para 20 ou 25 anos.

Felipe Morais
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Felipe Morais

Será que vem ai uma nova geração de aviação de hangar? Já temos o Rafale e o typhoon. Esperava que a Alemanha se juntasse à Suécia no FS2020. Será que é viável um projeto europeu com apenas Alemanha e França? É claro que não dá para esperar sentado o F35 dar certo. Mas, caso o F35 mostre ser 70% do que foi almejado, não seria mais inteligente os dois grandes europeus irem nesse sentido? Pois dessa vez, seriam só os dois…já que os outros grandes europeus tomaram outro rumo. Se a “solução” de 5º geração dessa década não enche os… Read more »

Fábio Mayer
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Fábio Mayer

Pena que o Brasil não tem grana (ter tem, mas não sabe usá-la) nem credibilidade para entrar em um projeto de longo prazo como este.

Jean-Marc Jardino
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Os Rafales estao recebendo atualizacoes, em 2018 serao entregues as versoes F3-R, que irao operar ate 2030, e para 2020 ja esta previsto no orcamento a versao F4, que devera voar ate 2040, qdo devera estar entrando em servico esse novo caca europeu, que provavelmente sera de Sexta Geracao. Os Typhoons nao estao recebendo tanta atualizacoes, estao sofrendo com falta de pecas de reposicao, prejudicando assim suas operacoes. a Austria ja planeja em 2020, aposentar seus Typhoons, por custarem caro de mais suas operacoes.

Paulo Jorge
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Paulo Jorge

Previsível. O Uk mergulhou no projeto JSF, então não faz sentido jogar dinheiro do contribuinte em algo que eles já possuem.
Quem deveria entrar nesse programa é a Suécia. Dificilmente terão bala na agulha pra desenvolver isoladamente o sucessor do Gripen.
Tudo indica que o governo sueco mude a postura atual, já que há algum tempo atrás nem exportar material militar eles queriam.
A França, por sua vez, poderia assumir um programa caro e longo diluindo custos com os alemães, principalmente na parte de propulsão.
O resto (Brexit e UE) são conjecturas circunstanciais.

Leandro Costa
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Leandro Costa

É, acho que o problema principal de o Brasil entrar nessa seria a credibilidade à menos que seja algo bancado pela própria EMBRAER. Acho que nem aceitariam uma parceiria com o governo brasileiro, dado sua instabilidade em prover financiamento de projetos de Defesa. Se atrasamos financiamento de projetos de grande visibilidade como o KC-390 e nem ao mesmo conseguimos tocar adiante financiamento para projetos menores como os KC-2 da MB, que dirá no desenvolvimento de uma aeronave de 5a geração…

Paulo Maffi
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Paulo Maffi

Já adianto: 1 kg de diamante será o valor da hora de voo

Gonçalo Jr
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Gonçalo Jr

BRASIL/SUÉCIA – FS2020
Aqui mesmo no PA tem uma matéria onde o executivo da EMBRAER Jackson Schneider declarou o seguinte: “A parceria com a Saab será maior que o Gripen. Seria um passo natural desenvolver em conjunto um novo produto, um sucessor do Gripen.”
.
http://www.aereo.jor.br/2016/07/12/desenvolver-sucessor-do-gripen-seria-passo-natural-diz-schneider-da-embraer/

Ivan BC
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Ivan BC

Eu adoro esse tipo de matéria que fica fazendo associação entre acordos internacionais pelo mundo e o Reino Unido, imputando todos os problemas do mundo ao BREXIT kkkkkk Poderiam muito bem ter feito uma associação diferente, exemplo: BAE e Leonardo, BAE e mitsubishi, BAE e SAAB etc…mas não, a associação tinha que ser BAE x França/Reino Unido, para alegar que o problema do mundo é o BREXIT. Aliás, a BAE até alguns anos atrás era uma das donas da SAAB (20% das ações e 38% das ações votantes). Ou seja, ambas as empresas são próximas. Outro exemplo, AgustaWestland (anglo-italiana) empresa… Read more »

Aéreo
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Aéreo

Se a gente consideras os quatro principais aviões para cenários ar-ar na segunda guerra, isto é, o Bf-109, Mitsubishi A6M Zero, Supermarine Spitfire, North American Aviation P-51 Mustang, temos mais de 81.000 aviões produzidos. Se somarmos os dois principais jatos da guerra o Gloster Meteor e o Messerschmitt Me 262 e o em 1945 algo como 5000 deles estavam em operação. Se a gente consideras os quatro principais aviões para cenários ar-ar na segunda guerra, isto é, o Bf-109, Mitsubishi A6M Zero, Supermarine Spitfire, North American Aviation P-51 Mustang, temos mais de 81.000 aviões produzidos. Se somarmos os dois principais… Read more »

JT8D
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JT8D

Interessante que a partir do final da Segunda Guerra a Alemanha foi “doutrinada” pelos EUA a abandonarem qualquer pretensão de voltar a ser uma potencia militar. Em troca os EUA se ofereciam como “guardiães” da segurança alemã/europeia. Agora os EUA (leia-se Trump) estão dizendo aos alemães que eles terão de se virar sozinhos na área de defesa. Não sei não, mas algo me diz que a meio/longo prazo isso é um tremendo erro estratégico dos americanos

Ivan BC
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Ivan BC

JT8D 13 de julho de 2017 at 19:40 Segundo diversas fontes, ocorre exatamente o oposto, desde o final da segunda guerra mundial a maior parte da população alemã é contra investimento militares, ou melhor, qualquer coisa relacionado as forças armadas, especialmente o uso de militares em ações no exterior. A própria população tem grande desconfiança das forças armadas. Ou seja, O maior empecilho é a própria população que acaba por definir algumas pautas políticas. Sinceramente não vejo os EUA nas últimas décadas vendendo essa ideia de guardiã da Europa (exceto na guerra fria). Curiosamente eu tenho a impressão oposta, parece… Read more »

JT8D
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JT8D

Ivan BC 13 de julho de 2017 at 20:05
O que eu acho é que a médio/longo prazo os EUA deixarão de ter uma Alemanha dependente em termos de defesa e passarão a ter um concorrente formidável. Mas isso é problema dos americanos. Eu , particularmente, acho ótimo

Ivan BC
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Ivan BC

Entendi…concordo com você, no médio prazo (20 anos) pode ter um concorrente forte.

Plinio Junior
Visitante

É bom lembrar, tanto o EF-2000 quanto o Rafale foram projetados na época da Guerra Fria, o tempo passou e o que temos de realidade é totalmente diferente daquilo para que projetaram estes aviões, embora estejam ocorrendo atualizações, para não perder a corrida tecnológica, seria interessante um novo vetor para enfrentar os desafios num futuro não muito distante…..

diego
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diego

Penso que o desenho a ser adotado fique próximo do NEURON, como um neuron com piloto interno e não remoto.

Rod
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Rod

Dá hora os comentários de alguns “especialistas” sobre o caça e sobre a Europa.

LucianoSR71
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LucianoSR71

Eu gosto sempre de lembrar que certos resultados de eleições ou referendos devem ser vistos de maneira mais abrangente, não é simplesmente fulano ou o sim ( ou o não ) venceu, portanto a ‘nação’ quer isso ou aquilo. Quando vc tem um resultado de 50,01 x 49,99 temos na prática um empate técnico, ou seja a nação está dividida, no caso Brexit foi quase isso ( 51,9 x 48,1 ) – sem considerar as abstenções que poderiam facilmente mudar o resultado – então dizer que a população do Reino unido não quer a União Europeia passa a ideia que… Read more »

Keith Campbell
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First, apologies for posting in English, not Portuguese: I can read Portuguese, but not write Portuguese!

This report is strange, in terms of its refence to the UK. Months ago, Tokyo announced – and London has never denied – that Japan and the UK were to jointly develop a “sixth generation” combat aircraft. This announcement seems to have stimulated France and German to try and develop a partnership, to avoid being left behind.

ednardo ferreira
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ednardo ferreira

Vai ter que ser um bicho que não conhecemos hoje. Estamos falando aqui certamente de um avião de sexta geração, para daqui a uns 20 anos. E este novo sistema de armas terá de considerar tecnologias como: – furtividade – inteligências artificiais e enxames de drones autômatos – comando autônomo ou remoto – altíssima saturação eletrônica e guerra cibernética – internet das coisas – severas restrições de custos – uso de novos e nem inventados materiais – enfrentar cenários com adversários cada vez mais furtivos por um lado e do outro defesas cada vez mais refinadas Politicamente terá que driblar… Read more »

ednardo ferreira
Visitante
ednardo ferreira

Quanto aos tipos de guerra. Creio que serão como têm sido nos últimos 60 anos: A- Potencias nucleares x Potencias nucleares : não existe aqui muita chance de guerra convencional. A tendência é que rapidamente os conflitos desabem para nukes. Assim, tanto faz ter 10.000 F35 se do outro lado o inimigo tem nukes para fritar seus país. Os russos e chineses têm desenvolvido armas não para enfrentar a OTAN, por exemplo. Mas outros adversários periféricos. B- Grandes potências x nanicos: é o mais comum. Aí caímos no atual problema de caças onde apenas a hora de vôo custa 2… Read more »

Adriano Luchiari
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Adriano Luchiari

Mr. Campbell, and what about Italy and Spain, that share the Thyphoon with UK and Germany? Will they keep jointly with France and Germany for a new fighter when their Typhoon will need replacement?

Adriano R.A.
Visitante
Adriano R.A.

Humm… Isso explica o súbito interesse alemão pelo F-35… rsrsrsrs… Engenharia Reversa.

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Me desculpem amigos, a tecla SAP acionou automaticamente…

donitz123
Visitante

Em breve mais uma novela.

Juarez
Visitante
Juarez

Adriano,não tem engenharia reversa coisa nenhuma, a Alemanha não é a China, e Tio Sam não é Rússia, o que há é o seguinte:

Os Alemães já tomaram no ra…de fio a pavio com diversos projetos eurobambi, uns que não funcionam, como A 400 e NH 90 e outros impagáveis para operar como o Typhoon. Já chegaram a conclusão que é melhor comprar algo que vai estar operacional de duas dúzias de forças aéreas mundo afora, com custo bem definidos do que entrar em outra furada com os emaconhados do mundo dos faz de conta em que vivem os europeus.

g abraço

Bosco
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Bosco

Tomara que o radar de bolinhas quânticas taquiônicas do Harry Potter pegue todos eles.

Wellington Góes
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Wellington Góes

Kfir, o Typhoon é mico, o Rafale é um caça plenamente operacional. . Os alemães se tocaram, só agora, qual parceiro é mais confiável e que melhor entendeu de estabelecer requisitos operacionais plenos. Na OTAN, depois dos EUA, a França é o país que pode defender seus interesses sem depender da benevolência dos outros. . Por maiores problemas que possam ter (e têm) os projetos conjuntos europeus (A400M, NH-90, A330MRTT, TIGER, no futuro MPA, etc…), os franceses foram os únicos que ficaram e estão do lado dos alemãs. É igual a casamento, na alegria e na tristeza. Rsrsrs Com saída… Read more »

Wellington Góes
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Wellington Góes

*se tornarão

Adriano R.A.
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Adriano R.A.

Juarez, eu concordo. Estava brincando. Mas até que a experiência de operar um caça de sexta geração pode vir a ajudar na nova empreitada.

Marcos Alonso
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Marcos Alonso

O último caça desenvolvido totalmente pela indústria aeronáutica britânica foi o Lightining há 50 anos. De lá pra cá foram ou desenvolvidos com ajuda dos europeus(alemães e franceses principalmente) ou aquisição direta dos EUA: Jaguar, F-4, Tornado, Typhoon, F-35. A indústria aeronáutica do Reino Unido não tem mais capacidade técnica/financeira de desenvolver sozinha um sistema completo e complexo que é um caça moderno. Aliás, poucos países têm. A união da Alemanha e França será justamente para isso: rateio de custos,riscos e esforço de pesquisa e desenvolvimento. A Alemanha vem de 2 projetos de caça: Tornado e Typhoon em que a… Read more »

Fabiano martins
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Fabiano martins

Por isso tem que bater palmas para os Russos que tem um orçamento menor entre as potencias militares e sempre consegue fazer muito com pouco , fico imaginando o mesmo montante gastado com o F 35 na mão dos Russos o que eles não fariam , teriam os melhores equipamentos brincando .

Fabiano martins
Visitante
Fabiano martins

Falo assim pelo custo dos equipamentos Ocidentais , pelo gasto deveria ser infinitamente superiores a equipamentos orientais mas na verdade não são .

Marcelo
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Marcelo

Tambem acho que os alemaes terao uma boa oportunidade de usar os dados operacionais obtidos do F-35 para melhorar as especificacoes para o novo aviao franco-alemao. Lembrando que sao apenas dados sobre capacidades operacionais e nao dados de projeto, que sao secretos. Nao creio que irao comprar os F-35, so vejo como possibilidade em numero pequeno e se esse projeto conjunto for demorar demais para entrar em operacao, e para substituir a capacidade que irao perder quando os Tornados derem baixa.

LucianoSR71
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LucianoSR71

Fabiano martins 15 de julho de 2017 at 11:26
Deve-se dar sempre um desconto nos custos alegados pelos russos, pois ao contrário do ocidente, a imprensa e a população não têm acesso confiável a essas informações, afinal a democracia do Putin é ‘bolivariana’ …

Fabiano martins
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Fabiano martins

Mesmo assim sai mais barato , o que mata são o pós venda deles , mais ai é outra questão .

Fabiano martins
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Fabiano martins

Ha quando se fala em equipamentos militares , não gosto muito de misturar com assunto de politica (odeio politica) tanto faz se é direita esquerda , mas é apenas uma humilde opinião minha e não condeno a quem faça , alias quem sou eu para condenar isso .

Ivan BC
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Ivan BC

Bosco 14 de julho de 2017 at 19:58
kkkkkkkkkkkk

LucianoSR71
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LucianoSR71

Fabiano martins 15 de julho de 2017 at 17:11
Meu comentário não teve viés político, me referi apenas a questão da transparência, onde a imprensa e população não têm livre acesso a informação, não dá p/ confiar em dados oficiais vindo de governos ditatoriais de direita ou esquerda, incluindo aí as pseudo-democracias ( Rússia, Venezuela, Turquia, etc. ).

Fabiano martins
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Fabiano martins

LucianoSR71 15 de julho de 2017 at 17:59
Boa noite , é que eu não sou fã de politica , não quis julgar seu comentário .
Um abraço.

LucianoSR71
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LucianoSR71

Fabiano martins 15 de julho de 2017 at 20:30
Sem problema. Abs.