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Airbus convida França para se juntar ao programa do futuro caça europeu

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Ilustração do conceito do Airbus Future Combat Air System (FCAS)

Uma semana antes do show aéreo de Paris, o chefe da divisão de aviões militares da Airbus Defense & Space convidou a França a participar do desenvolvimento de um novo sistema de armas aéreas proposto pela Alemanha e Espanha para suceder o Eurofighter Typhoon.

“Realmente espero que a França esteja envolvida”, diz Fernando Alonso, falando aos jornalistas no dia 9 de junho no dia da mídia da Airbus. “Nós temos que fazer isso na Europa. Não há lugar para fazer dois ou três sistemas diferentes”.

O objetivo de um único programa de combate europeu surgiu há 25 anos, mas a Alemanha e a França seguiram diferentes caminhos: a Alemanha se juntou à Itália, à Espanha e ao Reino Unido para desenvolver o Typhoon e a França encomendou à Dassault a produção do Rafale.

Com o Reino Unido comprometido com a saída da União Europeia, o convite de Alonso está atualmente reservado aos governos dentro do bloco, descrevendo-a como “difícil” para ter clareza sobre os futuros negócios de Londres com Bruxelas.

No ano passado, a Alemanha e a Espanha se juntaram para elaborar requisitos para o New Generation Weapon System (NGWS), um novo caça proposto que seria desenvolvido no âmbito do esforço do Future Combat Air System, que inclui outros elementos da tecnologia da guerra aérea, incluindo veículos aéreos não tripulados (UAV) e recursos baseados no espaço.

Concepção do FCAS

Em um documento de planejamento publicado no ano passado, o Bundeswehr alemão prevê que os Typhoons operarão com o NGWS com algumas capacidades sobrepostas para permitir uma maior flexibilidade operacional e facilitar a transição da tecnologia existente para o futuro.

Em programas anteriores de desenvolvimento de caças, a França insistiu em preservar seu legado de projetar e construir aeronaves completas, uma tradição que começou com a série Dassault Mystère e continuou através do Mirage até o Rafale.

Na década passada, no entanto, o país se associou com outros países para desenvolver UAVs furtivos, como o demonstrador multinacional Neuron e o Future Combat Air System bilateral com o Reino Unido.

“O tempo é certo para nós na Europa para decidir e decidir construir algo juntos que estará disponível para todos nós”, diz Alonso.

FONTE: flightglobal.com

33 COMMENTS

  1. Sério? O Eurofighter ainda nem chegou na maturidade de projeto! Mas como é versátil este Fernando Alonso hein?

    Correu o GP do Canadá, enguiçou, foi pra galera e agora está aqui dando entrevistas pela Airbus!!!

  2. Alguém dúvida que a França vai “aceitar?”
    É por isso que a Marine Le Pen dizia durante a campanha: “A França seria governada por uma mulher, ou eu ou Angela Merkel.”

  3. Será que foi esse o Real motivo dos ingleses abandonarem o bloco, sabendo talvez do verdadeiro interesse germânico em se consolidar a sua igemonia econômica e também militar. sendo assim, o sonho alemão está mt vivo.

  4. E o paradoxo de caças de quinta geraçao comandando vants? Como poderiam se nao há nenhum que seja biposto? Por mais que a tecnologia ajude o piloto, nao há como ele controlar a sua aeronave e mais sei lá quantas!! Vejam que na ilustraçao, sao claramente caças bipostos! Afinal, quem estaria certo com relaçao ao futuro da aviaçao de caça, usamericanos, chineses e russos? Ou os europeus??

    SRN

  5. Noticia interessante.

    1. Ao que parece, ao menos nos desenhos, o novo caça de 5a/6a geração europeu será tripulado, ainda.

    2. Há uma reedição (a vida é feita de repetições) do programa de caça comum europeu, tal qual o Typhoon. Seria o Eurofighter II? Desta vez sem os ingleses, a princípio – não participariam do programa, cedendo lugar a França que saiu prematuramente do programa Eurofighter “I”. Digo a princípio porque o processo do Brexit ainda irá levar 2 anos e é perfeitamente normal que os britânicos decidam permanecer participando de projetos militares junto a UE. (Onde quer que esteja, Tatcher deve estar as gargalhadas).

  6. Corsario137 14 de junho de 2017 at 12:51

    Os britânicos eventualmente estarão fora não apenas por conta do Brexit que, na verdade, não os impediria de participar do programa, mas, também [e, talvez, principalmente] por estarem recebendo os F-35 e estes permanecerem operacionais por algumas décadas.

  7. Poderia o Brasil participar de alguma forma desse projeto?
    Mesmo sendo um caça para a UE acredito que mais um participante seria bem vindo. Mais um para ajudar a pagar a conta.

  8. Sempre se falou sobre a França como o lado problemático em programas de aeronaves multinacionais. Mas será esse o caso? Afinal, muito do que se consumiu de informação sobre aviação Européia no Brasil antes da Internet veio da imprensa inglesa.
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    Primeiro temos o Concorde. Basicamente uma fuselagem francesa com motores RR ingleses. Nenhum grande problema entre os parceiros, pelo menos na literatura. O ponto fraco do Concorde, comercialmente, foram os motores de bombardeiro ingleses, devido ao alto consumo de combustível e ao ruído.
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    Depois temos o primeiro programa militar, o Sepecat Jaguar. De novo, basicamente uma fuselagem francesa com motores RR. Nenhum atrito entre as partes na literatura. Projeto começou como um treinador supersônico para ambas as partes, mas os ingleses puxaram o projeto para um substituto do Hunter como aeronave de ataque. Vendeu pouco, foi retirado de operação rapidamente após o fim da Guerra Fria. Depois tiveram que criar um novo treinador a jato para cumprir a função original do Jaguar. Ingleses preferem seguir sozinhos no Hawk, França se junta com a Alemanha no Alpha Jet.
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    Depois surge o programa MRCA que resultou no Panavia Tornado. Reparem que o nome implica em uma aeronave multifuncional. Os ingleses puxam a sardinha para uma aeronave de ataque. Depois criam uma versão de interceptação a despeito do programa original já prever essa capacidade. O ADV sofre com problemas de desenvolvimento e o resultado final é inferior aos concorrentes americanos e soviéticos. A versão de ataque resulta em um projeto especializado, de alto custo, numa época (anos 70) onde os americanos e franceses já tinham aeronaves multifuncionais. Os franceses, depois de vários protótipos nos anos 60, resolvem seguir os americanos e constroem uma aeronave monomotor barata e multifuncional, resultando no Mirage 2000, que foi sucesso de exportação, ao contrário do Tornado.
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    Então chegamos a década de 80. Novo programa europeu. França, maior produtor europeu de aeronaves de combate e vendo como os ingleses conduzem as parcerias, procura assumir a direção do programa. Os ingleses, que assumiram a direção dos programas anteriores, rebatem, sem nenhuma intenção de abandonar seu posto. Imprensa inglesa chama franceses de inflexíveis. Ingleses assumem a direção do programa Eurofighter. Programa resulta, novamente, em aeronave especializada, agora em interceptação, o menos ágil entre os eurocanards. França segue sozinha, programa francês resulta em aeronave verdadeiramente multifuncional, inclusive operando embarcada. Programa francês entrega aeronave aos esquadrões de linha de frente antes do consórcio Eurofighter. O custo total do programa francês resulta menor que o consócio concorrente. Programa francês ainda mantem a ponta na integração de um radar AESA e do míssil Meteor.
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    Nenhum dos dois conseguiu bater a Suécia, que colocou seu eurocanard em operação anos antes dos outros dois. É o “eurocanard” de maior sucesso de exportação, novamente por causa de custos menores.
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    França é membro fundador da Airbus, consórcio europeu de maior sucesso e do qual ingleses possuem pequena participação. O produto militar da Airbus, o A400M, teve como maior problema os motores, de criação majoritária inglesa, por meio da RR.
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    O texto acima foi feito de maneira provocativa, mas não deixa de apontar fatos concretos. Para mim, tivesses os franceses assumido a ponta no programa Eurofighter, o resultado final poderia ter entrado em operação junto com o Gripen sueco e teria maior sucesso nas exportações.

  9. Emmanuel 14 de junho de 2017 at 13:34
    “Poderia o Brasil participar de alguma forma desse projeto?” — duvido muito! Requerimentos operacionais (e realidades orçamentárias) muito diferentes! Ademais, se for algo que envolva a participação de órgãos governamentais, não apenas a iniciativa privada (EMBRAER…), nossa contumaz burocracia iria acarretar atrasos e mais atrasos. Já basta o vexame que foi a ridícula “participação” (?) brasileira no projeto da Estação Espacial Internacional…!
    Acho que, se for pra embarcar em algum projeto militar dessa natureza, teríamos mais chance de fazê-lo em conjunto com a Turquia, e/ou a Índia; mas isso é só um chute, claro.
    Abraços!

  10. Corsario137 14 de junho de 2017 at 12:51

    Tatcher pode rir à vontade, mas acho que ninguém vai superar o Putin na gargalhada.
    Como é que os europeus conseguem criar tantos problemas entre si, com um inimigo como a Rússia à espreita?

  11. Bem por aí Zmun.
    Imaginei isso André Luiz. O problema é o que iríamos desenvolver com Turquia ou Índia. Vejo que teríamos que ter a “mão” de alguém grande por trás para dar aquele empurrão.

    Abraço.

  12. Pangloss, só vi teu comentário depois.
    Veja a história da Europa e vai perceber que França, Espanha, Inglaterra, Alemanha, e mais uma meia dúzia ali no meio, passaram mais tempo se matando do que qualquer outra coisa.
    Até os suecos já colocaram as botas deles no continente. Fica difícil unir povos que passaram séculos se matando e odiando. Os russos só são mais um.
    Os franceses têm mais rixa com os ingleses por causa da guerra dos 100 anos do que com os alemães. É tudo muito complexo ali. Mais fácil o Brasil desenvolver um caça de quinta geração com a Argentina do que eles se entenderem.
    Abraço.

  13. Aqui está uma debilidade europeia a juntar a tantas, politicas, financeiras…! Do ponto de vista militar a Europa devia ter projetos militares conjuntos em que verdadeiramente participasse toda a União e não apenas as potências principais. A Airbus é bem o reflexo disso, os aviões são produzidos por um grupo de países reduzido mas depois os aviões comerciais são impingidos a outros países da UE como sendo projetos europeus. A TAP, transportadora aérea portuguesa é uma excelente cliente da Airbus mas o país, do ponto de vista industrial não ganha nada com isso. Ou seja os chamados países periféricos estão a ser arruinados do ponto de vista económico pelos seus parceiros europeus mais fortes.
    Neste contexto a França ainda se faz de forte e independente dos outros, quase não participando em termos de aviões militares com as outras potências. Há pouco tempo o presidente da Comissão Europeia falou numa politica comum de defesa e deu o armamento como uma dificuldade, onde existem dezenas de projetos diferentes. Até os USA têm cuidado em distribuir a produção militar pelos diferentes estados por questões de mão de obra e de riqueza.
    Os ingleses estão num beco sem saída depois do devaneio politico do Brexit. Nestas eleições, o partido com esse nome e que defendia a saída do Reino Unido da UE, não elegeu um único deputado. Nas mesmas eleições a primeira ministra perdeu a maioria absoluta. Como vão negociar a saída da UE nestas condições? Quanto tempo vai demorar? Ainda hão-de marcar um novo referendo daqui a alguns anos em que os defensores do Brexit vão ter a mesma sorte que o dito partido!
    O Brasil tem uma oportunidade de participar no projeto europeu através de Portugal e da Embraer!! Vão lembrando isso aqui no forum…!! se as fábricas da Embraer em Portugal produzem parte da fuselagem do KC-390…

    Um abraço

  14. Emmanuel,
    tudo o que disse é verdade mas também foram as nações europeias que criaram a nossa civilização ocidental. A nossa herança clássica, greco-romana e judaico-cristã! Muitas vezes os políticos com uma gestão populista de curto prazo é que estragam tudo! Por isso é que o projeto europeu fazia tanto sentido no pós segunda guerra mundial, agora já passaram tantos anos que parece que ninguém se lembra mais…
    Um abraço

  15. Concordo com você Hernani.
    Acredito que o “grande” problema da Europa Ocidental foi o fim do inimigo comum. A Rússia por si só não tem mais o mesmo poder para uma grande invasão como quando era União Soviética. Acabou o medo dos incontáveis T-72 correndo pelos campos verdes da Europa.
    Os inimigos são outros. Sem rosto. Armados e dispostos a morrer.
    Arrisco a dizer que a Rússia tem um grande arsenal nuclear, e só. Por isso ainda o respeito. Mas não faz frente sozinha aos países da UE. Por mais que desenvolva tecnologia e produza meios militares está muito aquém daquilo que já foi.
    A China que é mais belicosa que ela está longe demais e tem outros interesses que não a Europa. Primeiro o “seu” quintal. Depois o resto. Mas para os sinos existem os yankees.
    O que sobra para a Europa? Oriente Médio e o seu Islã radical que penetra pelo norte da África? A Turquia e a sua extensão territorial que vai da Europa à Ásia abrindo caminho também para o Islã radical?
    Vejo que falta uma motivação. Algo que faça valer o investimento e que dê razão para tal. Se essa motivação for o combate aos radicais islâmicos, então, o que já existe nos arsenais europeus já é mais do que suficientes para combate-los. Logo, não faria sentido um projeto tão grande que envolvesse tantos países.

    Abraços.

  16. Emmanuel,
    apenas discordo uma coisa de você, a Rússia com a sua politica de ajustamento de fronteiras, na Geórgia primeiro e depois na Ucrânia deixou os estados bálticos em pânico e colocou em alerta países como a Polónia e a própria Alemanha. O que disse do ponto de vista militar da Rússia está correto, ainda que muitos saudosistas da URSS pensem o contrário.
    A outra forte razão para a Europa é a sua independência tecnológica e militar. Os diferentes países europeus nunca deixarão para trás a tecnologia de ponta militar por razões também económicas e politicas, até porque são exportadores. O problema é fazerem-no juntos!
    Talvez este abanão que levou a UE faça com que se tomem decisões nesse sentido. Nos carros de combate acontece a mesma coisa, cada potência europeia produz o seu…! A Alemanha é o país que tem mais dinheiro para gastar e não parece ter vontade. Também ninguém gostou da liderança financeira da Alemanha dos últimos anos

    um abraço

  17. O terrorismo islâmico é uma ameaça enorme à Europa mas o que há do ponto de vista bélico chega muito bem. Perturbador foi ver há dias tropas portuguesas (tropas de elite, comandos) a combater ao serviço da ONU na República Centro Africana, onde há conflitos religiosos e genocídio de cristãos. Os comandos portugueses são a força de intervenção rápida para situações limite.
    Um abraço

  18. Pangloss,

    Não sei, o tempo dirá. A Rússia tem muitas vantagens comparativas mas também muitos desafios pela frente. A Europa só tem a Rússia, a Rússia tem a Europa, os EUA, a China, a Coréia, o Japão, etc…

    O grande inimigo da Europa no seculo XXI é a imigração desordenada e o terrorismo.

    Quanto ao Putin, suas ações mais unificam do que afastam a Europa.

  19. Matéria diz: “Com o Reino Unido comprometido com a saída da União Europeia, o convite de Alonso está atualmente reservado aos governos dentro do bloco, descrevendo-a como “difícil” para ter clareza sobre os futuros negócios de Londres com Bruxelas.”
    Minha observação: engraçado como políticos de outros países e “empresário” gostam de atacar esse Brexit e por a culpa de todos os problemas nele. Essa característica por si só já me faz ter simpátia pelo Brexit. Não vejo absolutamente nada de errado em um país não querer fazer parte de um bloco e ninguém melhor para dizer isso que a própria população, aliás, no caso inglês são pessoas de nível cultura bem interessante (não estamos falando de um povo com pouca instrução).
    Ou seja, acho engraçado como querer minar o Brexit, culpando a posição da população de “desastrosa”, isso é bizarro partindo de países como Itália, Holanda, Bélgica, Alemanha e França que estão lotados de problemas, desde dívida pública, desemprego, imigração, desindustrialização, e conflitos com outros países (Alemanha x Turquia). Na minha opinião Itália, Alemanha, França e amiguinhos, com seus ilustres governantes (grupinho fechado, super inteligente, donos de bancos e meios de comunicação de massas) devem ficar bem quietos diante de grandes decisões de outros países (Reino Unido), justamente porque esse ilustres são exemplos de políticas públicas desastrosas e que no longo prazo terão reflexo histórico nos seus países. A realidade é a prova disso!
    Sabe o que eu acho? Tem muita gente com inveja do Reino Unido! Os ingleses sempre utilizaram a Libra Esterlina, sempre foi mais equilibrada, estratégica e sensata nas suas relações…já a França, por exemplo, se entregou para o mundo igual um cordeirinho kkkkk o fato de atacarem tanto o Brexit é porque sabem que os ingleses tomaram a decisão certa e na hora certa! Se a decisão fosse tão ruim, por que estariam preocupados? Pelo contrário, estaria rindo e dizendo: os ingleses são idiotas! Esses governantes europeus não estão preocupados nem com seus habitantes, passaram a se preocupar com o bem-estar dos ingleses? uuuuu que coisa linda!
    As decisões militares na Europa são pensandas por grandes empresas de armas Leonardo, Saab defesa, BAE, Giat etc…interesses comuns de países e pela OTAN. Não há empecilho nenhum para o Reino Unido fazer parte de um acordo militar, muito pelo contrário, certamente há interesse de ter um Reino Unido no projeto.
    Enfim, não há problema algum com o Brexit, não há relação alguma entre esse projeto de caça e o Brexit.

  20. Corsário,
    O terrorismo eu considero um mal menor para o Ocidente, especificamente para a Europa. O Brasil já convive há décadas com índices de “terrorismo” que deixa qualquer organização internacional terrorista nivelada à instituições de caridade aptas a receber doação do Criança Esperança e nem por isso constitui problema grave para a continuação do Estado e da nação brasileira.
    O que é mais grave, mais até que a imigração desordenada de muçulmanos, é a intenção declarada da “cultura marxista” dentro do próprio Ocidente em solapar a dita Civilização Ocidental. Num processo de “mea-culpa” e de penitência, o Ocidente vê na sua milenar civilização, baseada no cristianismo, na democracia e no capitalismo, como o “mal” a ser combatido e nesse processo de catarse, quer criar uma “nova” civilização, justa, inclusiva e tolerante, e para isso deverá por abaixo a civilização que ora existe.
    Juntando isso à imigração desordenada de muçulmanos que devido à alta tolerância dos politicamente corretos europeus são automaticamente empoderados e estes, com índices de natividade 4 a 5 vezes maior que a dos locais e tem-se um quadro perturbador que aponta que até o meio do século alguns países europeus já terão maioria de votantes reivindicando a Charia como forma de estabelecer a Justiça.

  21. Bosco, certíssimo.
    A única diferença é que as Organização Internacionais Terroristas realmente recebem fundos do Criança Esperança.

    – “Antes de qualquer coisa, parem de dar dinheiro para eles.” – Yuri Besmenov

  22. Eu acho ótimo que a Inglaterra se isole da Europa. Ótimo para eles, já que eles querem isso, e melhor ainda para os Europeus, que não precisarão mais ficar fazendo concessões a quem nunca quis verdadeiramente se integrar à UE. Eu espero que a Escócia siga o exemplo inglês e saia do Reino Unido, já que os escoceses tem interesses que não necessariamente coincidem com os dos ingleses. Quanto aos países “periféricos” da UE que vivem reclamando da “ditadura econômica” alemã, também deveriam sair do bloco. Aí poderíamos ver se seu desenvolvimento estava realmente sendo tolhido pelos países centrais. Em no máximo um ano estariam implorando para retornar

  23. Este design parece muito com o PAF-FA Russo.

    Parece que o Design Russo foi bom o bastante para a Airbus ter as mesmas ideias????

  24. André Luis 15 de junho de 2017 at 14:01
    Acho mais parecido com o F-22. Aliás, esses caças stealths são todos parecidos

  25. Bosqueta,

    Essa coisa toda da esquerda, e na Europa, eu vejo como um ciclo. Hora a esquerda avança, ora a direita. Sendo que a cada novo avanço da esquerda, ela vai ficando mais a direita. A França que se julgava o último pacote do biscoito socialista elegeu um presidente que tem por objetivo fazer grandes reformas, que por sua vez não tem outro objetivo senão iniciar o desmonte do estado vagabundo criado pelos socialistas. A esquerda é toda linda (pra alguns) na teoria mas a matemática, exata como é, nunca permite que o sonho dure muito tempo.
    Eu apoio o Brexit e acho que o Reino Unido fez mais do que bem de sair dessa canoa furada que é a UE liderada por socialistas. Talvez no futuro, em outra “arrumação”, os britânicos voltem.
    Sim, o terrorismo não irá destruir estados mas pode fazer isso que já está fazendo, gerando pânico, incerteza, e sobretudo mortes. Os franceses perderam mais vidas no atentado do bataclan do que em situações de combate pelo mundo (naquele ano). É neste sentido que eu acredito que esta guerra gere muito mais perdas do que um hipotético (pra mim nulo) conflito com a Rússia. Esse será o principal desafio de segurança pra eles.

  26. Sem disvirtuar muito…
    A próxima onda à esquerda pode nascer do sentimento de rejeição ao Trump dependendo do que for, se for, o governo dele nesses próximos 4 anos. Infelizmente escândalos em que ele se mete como este atual do diretor do FBI, podem comprometer toda uma agenda positiva como essa da saída da panacéia do “Acordo de Paris”.

  27. Meu Deus como vcs todam falam besteiras, meus caros, vao estudar, vao ler, vao se inteirar dos assuntos, e parem de escrever asneiras. O rapaz acima que escreveu que o Jaguar era um treinador avancado, meuuuu deussssss, nao sabe de nadaaaaaa, o Jaguar era um caca-bombardeiro, e no Reino Unido foi substituido pelo Tornado. Na Franca, foi aos poucos sendo substituidos pelos Mirages 2000D, e posteriormente pelos Rafales em outros esqudroes. Qto a Franca participar de um projeto Europeu, eh um caminho obvio, ainda mais os ingleses se retirando do bloco.

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