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Bombardeiros russos Tu-95MS atacam Estado Islâmico com mísseis de cruzeiro

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Moscou, 5 de julho de 2017 — Bombardeiros estratégicos Tu-95MS da Força Aérea Russa atacaram instalações da organização terrorista “Estado islâmico” na Síria, empregando novos mísseis de cruzeiro Kh-101, divulgou o serviço de imprensa do Ministério da Defesa da Rússia.

Como resultado do ataque aéreo, três depósitos de armamento e munições foram destruídos, bem como um posto de comando terrorista.

Depois de cumprir as missões de combate atribuídas, todos os aviões militares russos retornaram aos seus aeródromos na Rússia.

COLABOROU: Rustam Bogaudinov

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XFF
XFF
3 anos atrás

Isso é treinamento em meio de combate ao terror para os Russos.

Guizmo
Guizmo
3 anos atrás

Pq esses mísseis caem em queda sem ligar o booster? Algumas parecem planar, outras parecem cair em queda livre….

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
3 anos atrás

Olá.
Provavelmente os motores dos mísseis são programados para serem acionados em instantes diferentes, de acordo com o alvo e para evitar colisões (“fratricídio”) no lançamento.
SDS.

Hélio
Hélio
3 anos atrás

Bela e cara ação de marketing

Guizmo
Guizmo
3 anos atrás

Valeu Mauricio

Ivanmc
Ivanmc
3 anos atrás

É Rússia mostrando serviço contra o EI.
Uma bela ação de marketing educativo da Rússia, quem se mete leva um “cacete” e nada mais, simples assim. Basta aquele video do F-16 polonês que foi fazer gracinha e logo foi fugindo dos Su-30, ia tomar uma eapinafrada bonita no bocal.

Bosco
Bosco
3 anos atrás

Guismo, Na verdade mísseis cruise subsônicos lançados de aviões não tem o que se pode chamar de booster. Ele só dá arranque na turbina aproveitando o ar que penetra nela já que o míssil é lançado a uns 900 km/h. Ele utiliza uma carga pirotécnica pra dar “partida”. Esse mesmo míssil se for lançado de terra ou de navio precisa de um booster sólido para ser lançado e poder dar partida quando está em velocidade adequada e com o aporte de oxigênio necessário pra se misturar com a querosene. Já um míssil cruise supersônico com propulsão tipo ramjet precisa de… Read more »

Paulo Jorge
Paulo Jorge
3 anos atrás

Mais do mesmo. Marketing operacional e reserva de espaço geopolítico.
Mas ver um projeto dos anos 50 (assim como o B-52) dando caldo depois de seis décadas é de encher os olhos.

Bosco
Bosco
3 anos atrás

Essa prática russa de ter uma aeronave sobrevoando os alvos que são atingidos por mísseis cruise é muito inusitada.

Alexandre Galante
3 anos atrás

Bosco, essa prática se chama Bomb damage assessment (BDA).

Leonardo zene neves
Leonardo zene neves
3 anos atrás

Bosco
O que acha da previsão desses mísseis Cruise russos?
Para ter essa previsão será que só o glonass da conta ? Ou precisa ter algum sistema de imagem na fase terminal?

Leonardo zene neves
Leonardo zene neves
3 anos atrás

Corrigindo
Precisão**
Vlw

formiga
formiga
3 anos atrás

Tem alguma coisa estranha no ar. Saiu na não muito imparcial Sputnik que a Turquia está comprando os S400 da Russia.

https://sputniknews.com/politics/201707021055158352-russia-turkey-s-400/

Porque a Russia venderia o seu sistema mais avançado para um pais de uma aliança inimiga?
Porque um país compraria um sistema de um fornecedor “inimigo” dos seus aliados?

Muito estranho isso…

Bosco
Bosco
3 anos atrás

Galante, Essa pratica se chama-se “propaganda”. rsrss A BDA é usual quando essa possibilidade é plenamente aceitável do ponto de vista operacional, mas no caso de se utilizar mísseis cruise é uma forçação de barra. Se há uma aeronave no local o míssil cruise parece não ser a arma mais indicada já que ele não precisa de um designador próximo ao alvo, nem no chão nem no ar. Ele é autônomo. A utilização de míssil cruise é válida do ponto de vista operacional (e não do ponto de vista promocional ou de guerra psicológica) contra alvos enfiados em território inimigo… Read more »

ivo
ivo
3 anos atrás

usando uma marreta para matar um pernilongo,……
alguém sabe o alcance desse míssil?

Galli
Galli
3 anos atrás

Off topic:

Quem sabe tenha a ver com o fato de serem Tranch 1. Mas vejam o custo da hora vôo do Typhoon austríaco…

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/185031/austria-looks-for-new-fighter-as-eurofighter-retirement-looms.html

Bosco
Bosco
3 anos atrás

Não que tomahawks ou o CALCM ou o JASSM-ER não possam ser lançados contra alvos onde há aeronaves amigas na área, mas os métodos utilizados nesse caso para avaliação de danos é o impacto de um míssil ser “filmado” por outro míssil e transmitido em tempo real via sat ou o próprio míssil mandar uma “foto” do alvo segundos antes do impacto, foto essa que serve para se saber que o alvo foi realmente atingido embora, claro, não se possa saber em tempo real qual o nível dos danos causados. Isso só seria feito algum tempo depois por meio de… Read more »

ivo
ivo
3 anos atrás

Galli 5 de julho de 2017 at 21:19
Mas vejam o custo da hora vôo do Typhoon austríaco…
isso tá errado, na mesma materia diz que a hora do M 346 é de 10 a 15 mil euros.

Space Jockey
Space Jockey
3 anos atrás

“Essa prática russa de ter uma aeronave sobrevoando os alvos que são atingidos por mísseis cruise é muito inusitada.”

Não seria um drone ?

Emmanuel
Emmanuel
3 anos atrás

“Uma bela ação de marketing educativo da Rússia, quem se mete leva um “cacete” e nada mais, simples assim. Basta aquele video do F-16 polonês que foi fazer gracinha e logo foi fugindo dos Su-30, ia tomar uma eapinafrada bonita no bocal.”

Os F-16 da Turquia que o digam.
A propósito, eles mandam lembranças aos russos.

https://www.youtube.com/watch?v=aaPj9S_9e1A

Abraço a todos.

Ivanmc
Ivanmc
3 anos atrás

Excelente matéria. As imagens falam por si só. Com terroristas não se pode ter compaixão.
Ivan Marcicano

Ivan BC
Ivan BC
3 anos atrás

Excelentes videos! Eu gosto de assistir qualquer coisa explodindo (risos).
Quando eu era criança fui na merceária da esquina e comprei diversos rojões, usei a pólvora e fiz um super rojão, plantei na terra e joguei pedrinhas (brita) em cima, acendi o negócio e sai correndo, a explosão foi tão forte que voo pedra pela quadra inteira, inclusive no telhado da minha casa. Lembro até hoje, minha mãe quase morreu de susto, ela estava lavando louças e saiu de dentro de casa berrando kkkkk

Carlos E. Goes
Carlos E. Goes
3 anos atrás

Bosco, uma duvida.

Temos acompanhado esses ataques russos com misseis. Na minha opinião, devido ao pequeno numero destes em cada ataque não é tão relevante o seu uso para marketing (mesmo que interno) ou demonstração de força, e muito menos algo que possa mudar o rumo da guerra de forma tão espetacular e determinante.

Então, é possivel que estes estejam sendo usados como demonstradores de tecnologia de forma unica e exclusivamente para obtenção de dados e assim permitir o desenvolvimento de um novo missel realmente mais efetivo?

Balbino Botelho
Balbino Botelho
3 anos atrás

Carlos Góes, sem dúvida há sempre o fator “avaliação” da arma em operação real. Mas acredito que o marketing também faz parte. É bom lembrar que até um ano atrás no ocidente havia dúvidas quanto à capacidade da Rússia de atingir alvos a 2.000 km de distância. Não existe mais essa dúvida. Quem quiser enfrenta-la já sabe e pensará duas vezes. O número não é tão relevante. Acredito que a repetição do uso seja repetição do marketing e também para aprimoramentos. E é interessante a designação do míssil. KH… Ainda bem que o disparo deu certo. Não de m… oleza… Read more »

Bosco
Bosco
3 anos atrás

Carlos Goes, Eu acho que a propaganda visa ressaltar as qualidades dos produtos russos que rivalizam com os homólogos ocidentais, para possíveis clientes externos. Também a propaganda visa o público interno, mostrando que os russos são capazes de rivalizar com a tecnologia ocidental. Isso tudo é muito válido. E sem dúvida é uma maneira de marcar território e mostrar serviço tanto para seu aliado Assad quanto para a OTAN. Nada de errado. Minha observação acerca da presença de uma aeronave no local (tripulada ou não) é puramente uma curiosidade em relação ao comportamento russo que não esconde intenções outras que… Read more »

rustam bogaudinov
3 anos atrás

Bosco 6 de julho de 2017 at 0:48

On the meteorological hits we see not an airplane, but an unmanned vehicle
This is the control of hits, the standard practice of the Russian Air Force in Syria
_

em Mete atinge não vemos a aeronave e não tripulado
Estes resultados de controle, a prática padrão da Força Aérea da Rússia na Síria

video 14-15 https://www.youtube.com/watch?v=wZEqC6gax3M

Guizmo
Guizmo
3 anos atrás

Obrigado Bosco!

ScudB
ScudB
3 anos atrás

Amigo Bosco! De certo modo os críticos e jornalistas ocidentais fizeram que a Russia esta filmando seus ataques com armas de precisão (entre outras) para provar que não atingiram hospital , escola , etc..Para esta função são usados drones Orlan e sistema Platon das caças. E so depois vem a coisa de propaganda e tal.Chama atenção um numero total de 55 mísseis Kh-101 ja usados pelos russos. O que não sei explicar é PARA QUE um míssil de 4000km de alcance lançar de 1000km. Emannuel! Deixe essa historinha de Su-24 em paz.Os turcos ja se f..eram todos : perderam bilhões… Read more »

Bosco
Bosco
3 anos atrás

Scud, Mas você há de convir que do ponto de vista operacional é meio contraditório haver uma aeronave na área. E isso não é nenhuma crítica aos russos que se querem gastar milhões com seus mísseis cruise em cenários que tais armas caríssimas podem ser substituídas é problema deles. Utilizar um míssil cruise nessa situação é igual um sniper com um Barret .50 atirar num inimigo a 1500 metros e o impacto for gravado pelo celular de um militar a 20 metros. Ora! Nesse caso hipotético pra que utilizar o sniper se tinha um militar camuflado na distância de tiro?… Read more »

timuskukii
3 anos atrás

Hélio 5 de julho de 2017 at 18:41
Não é marketing, ataques como estes servem para testar os mísseis e treinar os pilotos/operadores em condições reais de combate.

timuskukii
3 anos atrás

ivo 5 de julho de 2017 at 21:18
O ISIS já controlou a maior parte do território Sírio, é um inimigo forte, mas claro, bombas de queda livre já é o suficiente.

Heyarth
Heyarth
3 anos atrás

Eu acho impressionante esses motores com pás contra-rotativas, continuam sendo os turboprop mais potentes, mesmo depois de muitos anos. Impressão minha ou os flanker são do modelo biposto?

XFF
XFF
3 anos atrás

Alexandre Galante,
Realmente, internete revolucionou tudo!. Hoje as imagens das guerras são quase em tempo real os combates.

rustam bogaudinov
3 anos atrás

Space Jockey 5 de julho de 2017 at 21:40
“Essa prática russa de ter uma aeronave sobrevoando os alvos que são atingidos por mísseis cruise é muito inusitada.”
Não seria um drone ?
_______

IAI Searcher 2 – Forpost

14-16

https://www.youtube.com/watch?v=wZEqC6gax3M

Walfrido Strobel
3 anos atrás

Space Jockey, estas imagens de ataques que vemos em divulgação podem ser feitas por aviões de reconhecimento ou drones, apesar de drones serem uma forma barata e segura de fazer isto, ainda se usam aeronaves tripuladas de reconhecimento que não podem ser detectadas e atacadas por terroristas como os do ISIS.

ScudB
ScudB
3 anos atrás

Bosco!
Acho que entendi.Passou uma frase nos comentários do pessoal num dos fóruns que para mim resolveu a duvida : é bem provável que se trata de teste do sistema Gefest (SVP-24-95) para verificar o Link e recebimento dos dados do alvo “on-fly”.
Outra observação é mostrar “para quem precisa ver” funcionamento do sistema de orientação e estabilização operantes. O resto – marketing , rugido e dentes um pouco antes da reunião G20.
Um grande abraço!

Walfrido Strobel
3 anos atrás

O rustam ja mostrou o drone russo, que é o IAI Searcher II que foi comprado de Israel e depois fabricado na Rússia sob licença, mas complementando o que postei acima, hoje muitas Caças são equipados com pods de reconhecimento como este RecceLite reconnaissance pod da israelense Rafael que equipa 10 países, sendo integrado a helicópteros, drones ou aviões.
. https://m.youtube.com/watch?v=xfY3Vmj7z6Q