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Dassault espera novo contrato de exportação do Rafale em 2018

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Dois Rafale B equipados com mísseis Mica IR/EM, Mica EM e SCALP-EG

PARIS — A Dassault está negociando a venda de aeronaves de combate Rafale para um quarto cliente de exportação, disse o CEO da empresa Eric Trappier ao jornal regional francês Sud-Ouest em 14 de maio e espera assiná-lo em 2018.

“Após o contrato assinado na Índia, para a entrega de 36 caças Rafale, e encomendas para 24 destas aeronaves pelo Egito e outras 24 pelo Qatar, vamos provavelmente em breve celebrar um quarto contrato no exterior, mas será apenas em 2018”, — disse Trappier.

“Estamos negociando notavelmente com a Malásia para 18 aeronaves, mas também com a Índia para um segundo contrato. As necessidades da Índia são enormes”, acrescentou Trapper. “Assim, para sua marinha, eles estão falando de 57 aeronaves.”

A venda para a Malásia está em negociação há vários anos e a Dassault é atualmente vista como favorita para um contrato avaliado em mais de 2 bilhões de euros, embora possa subir mais, dependendo do tamanho do pacote de armas. O Boeing F-18E/F Super Hornet e o Eurofighter Typhoon também estão competindo para este contrato.

Falando durante um dia aberto em uma base da Força Aérea Francesa, Trappier também disse que a Dassault vai contratar várias centenas de pessoas na região de Gironde, em torno de Bordéus, onde está localizada a sua principal unidade de produção, ao mesmo tempo em que gradualmente eleva a produção do Rafale.

FONTE: defense-aerospace.com

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Jean-Marc JardinoMauricio_SilvaAugust Recent comment authors
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August

O os EAU ? Tao desde de 2010 procurando substitutos para seus poderosos mirage 2000-9 ? Alias deve ter paises aqui na AL de olho grande nesses mirage ! Ate um tempo atras torcia muito pros EAU comprarem os rafales e venderem os mirage pra “nois”

Mauricio_Silva
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Mauricio_Silva

Olá.
Devagar, devagarinho, o Rafale vai conquistando o seu quinhão do mercado de caças. Pode não ser tão grande quanto se esperava (Dassault) mas não é um aparelho que vai ficar restrito ao seu país de origem. Não é pouca coisa.
SDS.

Jean-Marc Jardino
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Segundo revistas especializadas aqui na Europa, e tambem aqui dentro dos corredores da Airbus, onde trabalho, com a Malasia ja esta tudo acertado, pq o governo ja descartou os outros dois competidores e a partir de agora so conversa com a Franca. Quanto a UAE, vale lembrar que seria um contrato de 60 avioes, por isso a demora, mas tudo indica que esta bem encaminhado.