Home Conflitos em andamento Operação Chammal: ataque conjunto ao Estado Islâmico na Síria

Operação Chammal: ataque conjunto ao Estado Islâmico na Síria

4044
22

Operação Chammal

Durante a noite de sábado, 2 de janeiro e de domingo, 3 de janeiro, forças francesas realizaram um ataque aéreo contra um alvo industrial controlada pelo Daesh (Estado Islâmico), e localizado a vários quilômetros a leste da cidade de Aleppo, na Síria. O objetivo foi destruído.

Vinda do Golfo Pérsico, a força de ataque composta de quatro caças Rafale armados com mísseis de cruzeiro SCALP de longo alcance operou conjuntamente com aeronaves da coalizão.

O alvo era composto de edifícios reforçados, servindo como uma fábrica de foguetes improvisada e uma instalação de armazenamento de armas para a organização terrorista. Este ataque contribuiu para debilitar as capacidades logísticas e militares do Daesh perto de zonas de combate.

FONTE: Ministério da Defesa da França

22
Deixe um comentário

avatar
22 Comment threads
0 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
12 Comment authors
AndreMondeloCarlos CamposDuanny D.Rinaldo Nerytimuskukii Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Eduardo
Visitante
Eduardo

Até quando o Daesh vai conseguir resistir!?

Jairo
Visitante
Jairo

Penso que a pergunta pode ser reformulada: quem tem mais dinheiro para continuar? O consórcio de países ocidentais que atacam o EI estão rachando os custos operacionais, mas aponto para a disparidade desses recursos em relação ao que o EI tem e usa para manter suas operações.
O vídeo mostra o quão espetacular são as armas empregadas pela aviação ocidental. Entretanto, também caríssimo, contra uma planta industrial de foguetes improvisados. Quanto custará em recursos e tempo para o EI montar nova planta de fabricação de foguetes e quanto custará ao ocidente espionar, planejar e agir contra o novo alvo.

Luiz
Visitante
Luiz

Eduardo, até os países do Golfo e a Turquia fecharem a torneira…
Ou seja, pode demorar ou pode ser rapidinho, só Allah sabe…

Bosco
Visitante

Eu até entendo o uso de mísseis cruise por parte de navios e submarinos mas realmente pra mim é um completo disparate o uso de mísseis cruise lançados do ar.
Desse jeito não se ganha guerra não.

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Caro Bosco 5 de janeiro de 2016 at 9:35
Pelo vídeo, texto e fonte:
MKT puro.

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Onde está a Super-Power-Hiper-Fodástica aliança “Allahu Akbar” que ia colocar as botas na chon e resolver a parada. Mais de 20 países ….. esses …… Kkkk ….

Bosco
Visitante

Carlos,
É a única explicação! Usando mísseis para propaganda que de outra forma iriam perder o prazo de validade.
“Bons tempos” aquele em que um avião de ataque ia pra guerra a caráter. rrsss
https://i.kinja-img.com/gawker-media/image/upload/u0necmqklzc5wdofc57i.jpg

AL
Visitante
AL

Pois é Bosco!!! Hoje estão fazendo falta os “pés de boi”, menos caros e que desciam o sarrafo em quem não quisesse entender o recado. E querem aposentar o A-10, o último dos moicanos. Depois disso, só restarão os Drones, mas que começam a ficar cada vez mais caros também…

AL
Visitante
AL

Carlos Alberto Soares, veja essa interessante análise, que esclarece essa aliança:

http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,a-falsa-guerra-ao-terror-da-arabia-saudita,1817876

AL
Visitante
AL

Realmente é uma “brincadeira” cara!!! Segundo a Wikipedia, cada um desses SCALP custa a bagatela de U$$ 1.400.000,00. Só estando no limite da validade pra justificar o uso…

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Bosco 5 de janeiro de 2016 at 10:12
Pô Bosco, esse ai foi até estrela de cinema sobre a Guerra do Vietnã.

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

AL 5 de janeiro de 2016 at 12:10
Obrigado, depois comento …. deu meu limite de acesso. (rs) Pobreza, efeito PresidANTA.

AL
Visitante
AL

Carlos Alberto, facinho de contornar isso. Use outro micro, ou mude de navegador (esse segundo recurso funciona às vezes, mas nem sempre), é o que eu faço, hehehe.

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

AL 5 de janeiro de 2016 at 12:10
Pronto, usei outro ID (Kkkk).
Gostei muito do artigo, muito mesmo.
Acrescento:
Não transforma xiitas, Irã e outros em santos.
Na verdade fazem parte da mesma espiga, se me entendes.
O texto pode ser tranquilamente alternado, basta trocar os personagens, dará na mesma.
A culpa é do profeta e ponto.

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Off Topic:

A Índia (ao que se comenta pelo The Economic Times), confirmou a aquisição dos 36 Rafales, será que esta “novela” chegou no seu último capítulo?!

Até mais!!! 😉

AL
Visitante
AL

Entendo perfeitamente Carlos Alberto!!!

timuskukii
Visitante

@Wellington Goes

A índia tinha confirmado a compra dos Rafales a alguns anos, mas só não tinham assinado a compra, devido a alguns problemas com a transferência de tecnologia, porquê a suspeitas, já que a Dassault gastou centenas de Bilhões de Euros/doláres, e simplesmente não tem lógica dar tudo de ´´mão beijada“ para um outro país. Veremos as cenas dos próximos capítulos.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Marketing ou não, eu sou fã da Arme de L’Air. Os caras são muito profissionais.

Duanny D.
Visitante
Duanny D.

Ah se o AMX fosse o q um dia prometeu ser.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

Off topic
O bunda mole dos States continua sua cruzada contra as demoníacas armas de fogo. E derramou lágrimas de crocodilo, ano q vem vai ser presidente republicano q ocupará o salão oval

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Caro Cel Rinaldo Nery 5 de janeiro de 2016 at 22:45
Concordo, certamente uma das FA’s mais pró-eficazes do mundo, Top mesmo, mas é MKT.
G abraço
AL 5 de janeiro de 2016 at 15:20
Tenho certeza disso.

AndreMondelo
Visitante
AndreMondelo

Sobre o link que AL postou, isso e uma prova que nessa historia não existem mocinhos, tudo não passa de um jogo de interesse. Não interessa para as grandes potencias se o parceiro e do “mal” ou não. Muito se critica o Irã sobre suas politicas mais extremistas, nos quais não da nem para se comparar com os grupos extremistas sunitas financiados pelos sauditas. Pelo menos, ainda que seja limitada, o Irá e uma democracia, muito diferente da Arabia Saudita no qual e uma monarquia absolutista.