terça-feira, agosto 3, 2021

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Adidos militares no Chile conhecem aeronaves da II Brigada Aérea da FACh

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Adidos militares no Chile conhecem aeronaves da II Brigada Aérea - foto FACh

Em 5 de junho, os “Agregados Aéreos y de Defensa” (adidos militares) de diversos países que cumprem funções no Chile tiveram a oportunidade de visitar a II Brigada Aérea da Força Aérea do Chile (FACh), na Base de Pudahuel. Recebidos pelo comandante da unidade, gerneral de Brigada Aérea (A) René Sánchez Díaz, assistiram a exposição do comandante de Grupo (TI) Gonzalo Cárdenas, visitando também o hangar estratégico.

Adidos militares no Chile conhecem aeronaves da II Brigada Aérea - foto 2 FACh

Adidos militares no Chile conhecem aeronaves da II Brigada Aérea - foto 4 FACh

A II Brigada Aérea executa operações aerotáticas, de Defesa Aérea e apoio administrativo e logístico, tendo também a seu cargo o Serviço de Busca e Salvamento Aéreo que coordena as atividades em sua região (entre Vallenar e Los Ángeles). Sua principal tarefa é o transporte estratégico institucional, assim como a execução de operações aéreas de resgate e ajuda à comunidade em âmbito nacional e internacional. Também é a sede da Escola de Pilotos de Helicópteros e da Escola Tática de Defesa Antiaérea, tendo também a responsabilidade de treinar as Forças Especiais da FACh.

Adidos militares no Chile conhecem aeronaves da II Brigada Aérea - foto 3 FACh

FONTE / FOTOS: Força Aérea do Chile (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em espanhol)

NOTA DO EDITOR: o Grupo de Aviação nº9 da FACh, que opera helicópteros Bell 205 (UH-1H), Bell 206B (JetRanger) e Bell 412 faz parte da II Brigada Aérea, e foi tema de reportagem na revista Forças de Defesa número 7.

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Guilherme Poggio

O KC-135 do Chile é daquela versão com os motores antigos, assim como os nossos KC-137 (aliás, a principal diferença entre ambos é que o KC-135 já nesceu aeronave de reabastecimento enquanto o KC-137 é uma conversão do 707).

O Chile terá problemas em usar esses aviões em determinados aeroportos/regiões de países desenvolvidos, que não permitem mais o emprego de turbojatos.

Guilherme Poggio

Putz, caí nesse erro novamente!

Nunão, imagino que os KC chilenos tenham sim. Caso contrário não daria para reabastecer os F-5 deles.

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