segunda-feira, maio 23, 2022

Gripen para o Brasil

‘Desafio Poder Aéreo’ 124

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

COLABORAÇÃO: Giordani

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DrCockroach

Westland P12

[]s!

Ozawa

Avro Lancaster Baby…

aldoghisolfi

Correto o DrCockroach.

Ozawa

Protesto ! Vou ingressar com um recurso nesse desafio aéreo e requerer exame de paternidade ! É a “cauda” do pai…, rsrsrsrsrsrsrsrs !

http://realitypod.com/wp-content/uploads/2011/09/avro-lancaster.jpg

Franco Ferreira

A mãe era um Lysander!

Ozawa

O monomotor de asa alta Lysander foi concebido pelo RAF para operar em apoio ao Exército Britânico. Projetado e fabricado pela Westland em Yeovil (Inglaterra), chegou a ser produzido em cinco versões para a RAF: Mk 1 (116 unidades), Mk 11 (442), Mk Hl (367), Mk HIA (347) e TT Mk HIA (100). O primeiro protótipo voou em 15 de junho de 1936, tendo a RAF recebido seus primeiros exemplares em junho de 1938. Outros países também operaram esle equipamento (África do Sul, Egito, EUA, Finlândia, França, Irlanda, Portugal e Turquia), chegando o Canadá a fabricá-lo sob licença. Ao todo… Read more »

Franco Ferreira

“Ozawa disse:
8 de dezembro de 2012 às 14:19
Protesto ! Vou ingressar com um recurso nesse desafio aéreo…”

Em realidade, Ozawa, não se trata da simbiose de um Lancaster desesperado como uma Lysander sem-vergonha… É o resultado do aborto desta união!

Groo

O Lysander era pouco robusto?

Nunca li nada a respeito, mas pela cara do avião eu pensava que ele era robusto. Informação nova para mim.

Valeu!

Ozawa

kkkkk ! Caro Franco Ferreira, realmente, um aborto ! Só resta saber se criminoso, acidental ou natural…

HRotor

Ok, mas o da foto não é um Lysander comum, trata-se de uma versão especial, que não passou da fase de protótipo, para testar uma configuração de “asas em tandem” e metralhadoras em torreta. Essa torreta com 4 mtr da foto era apenas mock up.
Quanto às asas em tandem, ambas produzem sustentação “para cima”, diferente da configuração clássica asa/estabilizador horizontal, em que este último tem aerofólio “invertido”, com o vetor sustentação para baixo. Nesse aspecto, assemelha-se à configuração canard. Já um biplano clássico, tem duas asas uma sobre a outra e não dispensa o estabilizador horizontal.
Abs

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