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Desafio Poder Aéreo 160

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Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

Esse é Günther Rall?

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

Se for, essa foto tem muita história por trás dela. A escolha do F-104 foi controversa na época, com gente como Erich Hartmann se opondo. Já Rall era forte apoiador e que teria causado discussões entre os dois.

Posteriormente os temores de Hartmann se mostraram fundamentados e foi descoberto que a compra do F-104 pela Alemanha envolveu suborno, embora as denúncias não envolvessem Günther Rall.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
6 anos atrás

Afinal, é Günher Rall ou Erich Hartmann?

Aldo Ghisolfi
Aldo Ghisolfi
6 anos atrás
Iväny Junior
6 anos atrás

O f-104 é uma das piores porcarias que já alçaram vôo. Era tido como fabricante de viúvas na Alemanha. Voar com mau tempo era certeza de acidente.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

Não foi questão de procurar. Como tinha caças da Luftwaffe no fundo e o piloto aparentava passar dos 40, a brecha entre os dentes da frente me fez lembrar do Rall 🙂 O F-104 não era uma porcaria. O problema foi o modo como ele entrou em operação na Luftwaffe. Ao contrário do que muitos dizem, ele não em um interceptador, mas um caça de superioridade aérea. Ele foi feito para ter o melhor desempenho entre os caças de sua geração. A técnica de combate de maior sucesso é o “boom & zoom”, onde o atacante desce de uma altitude… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Alguém tem o endereço do dentista do cidadão da foto ?

Nunca irei nele, jamais !

Outra coisa, com essas orelhas o avião não precisava de asas.

Brincadeirinha pessoal. rsrs

Antonio M
Antonio M
6 anos atrás

E basta olhar desenhos, fotos de vários ângulos do F-104 para que se perceba o erro de utilizá-lo como avião de ataque.

Com aquelas “asinhas” estava mais para um foguete do que para avião.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

@Antonio M

Do ponto de vista da carga paga você tem razão, mas na Luftwaffe dos anos 60 a missão de ataque do F-104G era transportar “apenas” 320kg de bombas:

http://en.wikipedia.org/wiki/B61_nuclear_bomb

E as asas pequenas dele garantiam um voo com pouca turbulência à baixa altitude, como no F-105 ou AMX (outros atacantes com asas pequenas)

Antonio M
Antonio M
6 anos atrás

Clésio Luiz
16 de fevereiro de 2014 at 17:25 #

Correto Clésio mas, creio que eu seria mais preciso se tivesse dito envergadura em relação ao cumprimento da fuselagem:

F104
Comprimento: 17 m
Envergadura: 6,36 m

AMX
Comprimento: 13,23 m
Envergadura: 8,87 m

F105
Comprimento: 19,58 m
Envergadura: 10,65m

Além disso, comparativamente fica claro que no desenho do F104, fora concebido mesmo para superioridade aérea, e não para ataque mar-solo.

Ainda acho o meu álbum de figurinhas “Top Secret” onde mostra o F104 disprando um míssil ar-mar, se não me engano, não achei na internet ainda!! rsrsrsrsrsr.

abç.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

A marinha alemã operava o F-104 na missão anti-navio, armado com 2 mísseis:

http://en.wikipedia.org/wiki/AS.34_Kormoran

Iväny Junior
6 anos atrás

O Mig-21 e o Mirage III não foram conhecidos em seus respectivos operadores como “fabricantes de viúvas”. Esse caça nunca foi linha de frente da USAF ou de qualquer outra força aérea de renome. Sobre combates, voce pode ver a atuação dele sobre outras forças de menor capacidade técnica: Paquistão operando x Mig-21 indiano. Os resultados não são muito bons pra ele… A única coisa boa era o motor. O J79 era muito bom e compacto para a época, capaz até de empurrar uma jamanta voadora como o f-4, bem como, deu um ganho substencial de potência e performance nos… Read more »

Guilherme Poggio
Reply to  Iväny Junior
6 anos atrás
Iväny Junior
6 anos atrás

Oi Poggio

Já li estas matérias. Muito boas. Já havia algum tempo que eu ficava me perguntando porque só os espanhóis não tiveram problema com seus “mergulhões”, e aí está a resposta. Avião que não voa não cai.

Sugiro uma série de matérias sobre o conflito indo-paquistanês e o desempenho tosco desse negócio em combate.

Saudações.

Antonio M
Antonio M
6 anos atrás

Clésio Luiz
16 de fevereiro de 2014 at 20:44 #

Aldo Ghisolfi
17 de fevereiro de 2014 at 3:54 #

Obrigado !