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Ministros fecham plano para construção de satélite brasileiro

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Decretos serão encaminhados para a Casa Civil. Projeto receberá investimentos R$ 716 milhões e satélite deverá ser colocado em órbita em 2014.

 

O Ministro das Comunicações (MiniCom), Paulo Bernardo, anunciou que serão encaminhadas para a Casa Civil, nas próximas semanas, as minutas dos decretos que vão permitir a criação do primeiro satélite geoestacionário construído no Brasil. O conteúdo dos decretos foi aprovado na última sexta-feira (24/02) em reunião entre Paulo Bernardo e os ministros da Defesa, Celso Amorim; e da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.

O primeiro decreto prevê a dispensa de licitação para a Telebras contratar a empresa que construirá o satélite. A ideia é que a autarquia seja sócia, juntamente com a Embraer, de uma empresa integradora criada especialmente para fazer essa construção.

O segundo decreto trata justamente do acordo entre a Telebras e a Embraer, definindo o modelo de gestão da nova empresa, incluindo sua composição. De acordo com Paulo Bernardo, a autarquia terá 49% do capital e a Embraer, 51%. Depois da construção do satélite, a Telebras é quem vai operá-lo.

O satélite geoestacionário brasileiro é considerado um projeto estratégico para o governo, já que vai atender tanto a demandas de comunicações quanto de defesa nacional. Por cobrir extensas áreas geográficas, o satélite permitirá que os serviços de telecomunicações cheguem mesmo a regiões mais isoladas. Por isso, o Ministério das Comunicações vai utilizá-lo no atendimento das metas do Programa Nacional de Banda Larga e no atendimento à zona rural.

Paulo Bernardo ressaltou que o critério utilizado para a dispensa de licitação foi o de segurança nacional, já que o satélite também será usado pelas Forças Armadas. O custo estimado para a construção do satélite geoestacionário é de 716 milhões de reais e a previsão é que ele seja colocado em órbita em 2014.

FONTE: Computerworld/*Com informações da Agência MiniCom

13 COMMENTS

  1. Ótima notícia.

    Halisson Murilo do Facebook,

    Antes tarde do que nunca. Não vamos reclamar de mais isso. Isso é algo positivo, deve ser comemorado.

  2. O soda é que fazem pompa, cerimônia, assinam papéis e pimpa, o governo corta os investimentos…lembrem o que foram e aonde foram os cortes de investimento…ainda sabendo-se que a construção de um equipamento made in tupiniquim, custará trocentas vezes mais do que se fosse comprar no guichê da boeing…infelizmente, e antes que algum braZileiro venha escrever todo aquele blá…blá…blá…, a verdade é que “nefte paíf”, se não for de prateleira, nada vai pra frente.

    São Thomé: Só acredito vendo!

  3. oras Giordani, vamos dar um voto de confiança! Querendo ou não, é a 1a vez que vejo se falr em um satélite nacional geostacionário e com canais militares ainda por cima…

  4. É que esse filme perdeu a graça…agora de tarde, aqui em Porto Alegre, inauguraram com pomaps e mais pompas, 2,5km de estrada…tinha político se empurrando para aparecer na foto…

    São Thomé: Só acredito…

  5. “O primeiro decreto prevê a dispensa de licitação para a Telebras contratar a empresa que construirá o satélite.”

    Sem precisar cumprir a Lei 8.666, sem acompanhamento do TCU, como se fôsse uma empresa privada… mas com 49% do capital estatal, ou seja, nosso.

    Rezo para dê tudo certo, pois tenho certeza que será caríssimo…

  6. Ah, mas é típico do governo federal, arrumar serviço p/ a Embraer.
    O problema é que a Embraer manja de satélite o mesmo que manja de ac supersônico de combate.
    Absolutamente nada!!!
    A FAB passando o chapéu por uma aeronave de combate, o que a Embraer fez???
    Empurrou essa jeringoça do KC-390, ao módico custo de 4.200 empregados demitidos.
    Assim vc que trabalha hoje na Embraer, prepare-se pois o facão será proporcional ao serviço que o governo federal arrumou…
    Absolutamente estelar!!!

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