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Testes do AIM-9X Block II

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A US Navy (Marinha dos EUA) completou dois testes reais do míssil ar-ar AIM-9X Block II pelo esquadrão de testes VX-31 em China Lake. Um F/A-18D disparou um míssil contra um drone BQM-74 para testar a capacidade de trancar no alvo após o disparo (Lock-on After Launch) com o uso de um datalink, com trajetória loft e nova espoleta otimizada contra alvos pequenos.

O alvo estava voando a baixa altitude e além do alcance visual no momento do disparo. O segundo disparo demonstrou a capacidade todo tempo, sendo feito abaixo de uma camada de nuvens e com o alvo acima da camada. A missão é parte dos testes de desenvolvimento iniciados em setembro de 2010.

O Block II já foi testado na base de Eglin em novembro de 2009, mas o desenvolvimento foi paralisado por dois anos devido a problemas técnicos. O novo modelo já foi aprovado para produção e deve entrar em testes operacionais em 2012.

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eraldocalheiros
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eraldocalheiros

Será que seriam liberados se por ventura a tia resolvesse adquirir os vespões, o viriam com os modelos anteriores.?

Guilherme Poggio
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Ivan
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Ivan

Poggio,

Há uma sutil diferença entre não ser liberado e não ser pedido.

Pelo pouco que sei, a versão X do Sidewinder não foi solicitada pela FAB que pretende implementar o A-Darter no F-X2.

Acredito inclusive que não haveria problemas em adquirir o AIM-9X, tendo em vista que na proposta da Boing constam 44 Joint Helmet Mounted Cueing Systems (JHMCS), que são usados de forma integrada aos referidos mísseis.

Sds,
Ivan.

Vader
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Isso sim é que é importante: o estado-da-arte em mísseis.

Não se a porcaria do avião faz curva a 9,0 ou 9,5 Gs, ao contrário do que muito rafalítico ou russofilítico pensa por aí.

De novo, USA na ponta, as always.

joseboscojr
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joseboscojr

Já está passando da hora de desenvolverem uma versão sup-ar lançada verticalmente desse míssil.

joseboscojr
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joseboscojr

Mísseis guiados por IR precisam atualizar a posição do alvo quando disparados de distâncias muito grandes contra alvos rápidos e manobráveis, devido ao reduzido alcance do seeker.
Refinamentos no software do piloto automático, com um IMU avançado, mais o data-link (up-link), foram o bastante para triplicar o alcance de operação do míssil, sem que fosse necessário alterar o motor ou a massa do míssil, já que há um melhor gerenciamento da energia cinética do míssil, inclusive possibilitando a trajetória loft.