sexta-feira, setembro 30, 2022

Gripen para o Brasil

Mirage 5PA-3 com Exocet do Paquistão

Destaques

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Pakistan Air Force Exocet AM39

Mirage 5PA-3 armado com míssil antinavio AM-39 Exocet para ataques marítimos. Para a tarefa, os aviões foram equipados com o mesmo radar Agave do Étendard.

Já imaginou se a Força Aérea Argentina tivesse a mesma configuração nos seus Mirage/Dagger na Guerra das Malvinas e duas dúzias de mísseis AM-39 disponíveis?

Mirage-5PA-3

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joel

o mirage 5 não possui sonda de reabastecimento em voo, ou seja não teria alcance para atcar a esquadra britanica,

Em compensação o super etandard pode ser reabastecido em voo, se eles tivessem recebido todos os aviões encomendados e 2 duzias de misseis am 39, ai talvez a história pudesse ter sido outra.

Abraços.

JACUBAO

Se tivessem sonda de reabastecimento, os ingleses estariam em situação muito complicada.

airacobra

enquanto isso nem a FAB nem a MB tiram proveito dos erros dos outros, nenhum vetor das duas forças tem capacidade de lançar misseis anti-navio, salvo os helicopteros da Força Aeronaval SH-3 e os S-70b que estão para ser recebidos

airacobra

se a FAA tivessem ao menos uns 10 desses com sonda REVO o rumo da guerra seria outro, atacariam os navios e ainda poderiam se defender e ainda derrubar uns sea harriers, notaram o par de R-550 magic II?

fullcrum

Amigo Airacobra,
…os sea skua são lançados pelos Super Linx, os P-3 vão levar Harpoon e possivelmente o míssil nacional anti-navio será integrado nas plataformas que comportarem seu peso…

Mauricio R.

“…e ainda poderiam se defender e ainda derrubar uns sea harriers, notaram o par de R-550 magic II?”

O Magic II é de 1986.
E se não me falhe a memória mas a 1ª “vitima” dos Sea Harrier, foi justamente um Mirage IIIEA armado de Magic, seu ala foi avariado pelos ingleses, tentou pousar em Stanley mas a AAe argentina abateu-o.

airacobra

fullcrum… realmente esqueci do sea skua, quanto ao harpoon, nao esta operacional ainda na FAB ate a entrada em serviço dos P-3AM, espero ver a FAB com seus A-1 modernizados podendo lançar o MAN, como tambem o A-4 modernizados, se forem certificados para tal Mauricio R. eu não havia atentado a esse detalhe, obrigado por me lembrar, quanto ao caso dos Mirage III bem lembrado, os protagonistas do fato foram Garcia Cuerva e perona que na missão anterior salvaram uma esquadrilha e A-4 equipada com bombas que havia sido vetorada erroneamente para interceptar uma dupla de sea harrier que ao… Read more »

Antonio M

Com equipamento melhor a Argentina até poderia ganhar algumas batalhas em determinados momentos mas, a reação inglesa também viria e seria sempre à altura e os argentinos perderiam a guerra do mesmo jeito.

Usando um exemplo radical, a Inglaterra poderia até mesmo ameaçar bombardear Buenos Aires. A Argentina poderia bombardear Londres?

Wolfpack

O problema ainda recairia sobre a falta de confiabilidade do Magic, e treinamento de combate aéreo dos pilotos Argentinos. Estes sofreram muito com os Sea Harriers. Sem dúvida dúzias de AM39 aumentariam as chances para a Argentina. Falta de planejamento e preparo levaram a derrota.

Wolfpack

Leia-se eficiência dos Magics, pois confiabilidade eles até poderiam ter mas ficaram muito a dever aos AIM9 Ingleses.

Inquiridor

Parabens a todos!!
Discursão leve, todos colocando seus pontos, nenhuma torcida. Enfim… esta dando prazer novamente ler e comentar no blog!!

JOSE

Eles lutaram com muita valentia mas o governo foi irresponsável de não se preparar olhem esse video é bem interessante:

http://www.youtube.com/watch?v=3DhlISlEPsw

JOSE

Esse outro mostra o armanento dos ingleses nas malvinas :

http://www.youtube.com/watch?v=uQpRTenvFX8&feature=related

Joel

Prezado wolfpack,

Salvo engano, o Mirage 3 derrubado estava armado com misseis israelenses RAFAEL SHAFIR 2, não com o MATRA MAGIC, mas de qualquer forma concordo contigo em relação ao fato que os argentinos embora pilotando bravamente não possuiam um treinamento adequado para lutar comn os ingleses.

Abraços

Ivan

Posso estar enganado, mas me parece que a intenção dos editores é mostrar a necessidade de um vetor aéreo (efetivo) anti-navio. A Argentina tinha e tem este vetor, os Super Etandart que apesar de pequenos, com pouco alcance e capacidade para apenas 1 (um) míssel exocet, tinha a capacidade de reabastecimento aéreo e poderia ter criado um sério impasse em 82. Para tanto bastava que os ditadores argentinos da época tivéssem um pouco de paciência. Os Super Etandart não haviam sido totalmente entregues, nem em número nem em treinamento. Dos 15 (quinze) Exocets encomendados e pagos apenas 5 (cinco) haviam… Read more »

Nick

Nesse aspecto,

Podemos ficar tranquilos, porque qualquer um dos 3 candidatos ao FX2, são capazes de lançar misseis AR-MAR. O F-18 o Harpoon, o Rafale o AM39 EXOCET e o Gripen NG o RBS15.

Além disso estamos desenvolvendo o MAN-1 que poderia ter uma versão lançada do AR. O que não pode faltar é verbas para a conclusão do projeto e termos uma quantidade que seja EFETIVA. Comprar 6 misseis e nada é a mesma coisa. (Não esqueçamos as Malvinas :D)

[]’s

Giordani RS

airacobra em 13 mar, 2010 às 23:51 enquanto isso nem a FAB nem a MB tiram proveito dos erros dos outros, É que infelizmente meu amigo, ainda existem pessoas no nosso meio que “insistem” em não olhar para o Passado e prever possíveis situações no Futuro com a clássica afirmação: O brasil não tem inimigos! Não digo para estarmos preparados pare enfrentar os EUA ou a Rússia, mas sermos capazes e estarmos preparados adequadamente de modo a fazer frente a qualquer nação que tenha uma fronteira conosco…no mínimo… Torno a repetir: PARA SE TER A PAZ É PRECISO ESTAR PREPARADO… Read more »

Ivan

Nick, É mais que simplesmente ter os vetores. Vamos lá: Para guerra aeronaval são necessários vários passos e o primeiro é localizar os alvos e identificá-los. O Brasil terá 8 (oito) P-3Br, excelentes plataformas ASW, mas acredito que são lentas e grandes demais para Reconhecimento Aeronaval. Sua missão seria ameaçar os possíveis (certos) submarinos inimigos na área e, com seu equipamento elinti tentar descobrir a direção geral de uma força de superfície. Se esta força contar com um PA, mesmo que de aviões STOVL, a sobrevivência de um P-3BR será comprometida. Para reconhecimento tático teremos que contar com outros meios,… Read more »

Ivan

Giordani RS em 14 mar, 2010 às 11:49

Amigo,

A questão é dissuasão!

O objetivo naval de uma força aeronaval baseada em terra somada à uma FORSUB operacional é negar o mar ao inimigo. Basicamente dissuadí-los a penetrar na área defendida, sob pena de perdas que os incapacite ou que sejam politicamente inaceitáveis.

Não é necessário vencer, basta impedir que o outro possa vencer… he he he, meio estranho né!

Abç,
Ivan.

Nabil BR

Nossa ta muito bom ler os comentarios, aprendi muito, cada um sabe de alguma coisa, juntando tudo deu pra intender como estava as coisas na epoca.
Galante, será que tem como vc postar uma materia falando da armada Britanica naquela epoca?? ja lancaram posts até de quantos caças a Argentina tinha..

Saudaçoes..!

BRASIL !!!

Ricardo_Recife

Não acredito que teria havido muita diferença. Existia muita competição entre a FAA e a Marinha Argentina, eles não trocavam informações. Almirante, generais e brigadeiros competiam pela primazia de aparecerem mais na televisão e serem cada vez mais populares. Não havia coordenação de guerra. Ainda havia o problema do treinamento dos pilotos e a qualidade dos sistemas de navegação, guerra eletrônica e mísseis. E eu nem vou tocar na questão das tropas em terra, conscritos que eram torturados por oficiais sádicos. É mais do que reconhecido que os soldados argentinos foram melhores tratados como prisioneiros de guerra pelos ingleses do… Read more »

Nick

Caro Ivan, Concordo que ter os vetores e os misseis antinavio não é o suficiente, mas é o 1º passo. Há de ter tambem o treinamento e doutrina para utilização dos mesmos. Integração com sistemas de vigilancia e coordenação como nossos E-99 e P3BR. Mas discordo de termos esquadrões dedicados para esse tipo de missão. Por exemplo os Gripens, Rafales ou SuperHornets que ficarem sediados em Santa Cruz, podem receber o treinamento necessário inclusive com os protocolos de operação conjunta com a Marinha, visto que o TO seria no Atlântico. Mas, eles continuariam com sua missão de Caça e Ataque… Read more »

Ivan

Nick,

Não precisa ser dedicado, mas precisa estar definido qual esquadrão vai treinar cada missão e qual o percentual de tempo de treino para cada missão contratada.
Senão, quando o ‘bicho pegar’, vai ser ‘Deus nos acuda’…

Ivan.

Nick

Caro Ivan,

Concordo! 😀

Nick

Só complementando,

Por exemplo a Alemanha usa Tornados, e a Russia SU-34, e se não me engano bombardeiros TU-22, que são vetores dedicados a ataque.

No nosso caso, 1 ou 2 esquadrões de FX2 ou A1-M poderiam receber o treinamente e doutrina necessários à esse tipo de missão. Mas não seriam exclusivos a ataque antinavios.

[]’s

thiago

aumentaria ainda mais as perdas da aviaçao argentina

OTV

Alguem poderia explicar a este leigo aqui o que é: “sonda REVO ” ?

andre

Sonda REVO tbm conhecido como PROBE é o dispositivo que permite que os avioes sejam reabastecidos em pleno ar, podendo ser retrátil como no caso do SUPER ENTENDAR ou fixo como os A-4 da própria ARMADA ARGENTINA. Qto ao desempenho das forças Armadas Argentinas muitas observações ja forma feitas, desde as bombas que não explodiram até a falta de misseis exocet, na minha humilde opnião os dois maiores erros dos Hermanos foram: a) Não conseguir fazer que seus caças operassem de Puerto Argentino ou Port Stanley. b) Subestimar o inimigo, os pilotos britanicos eram muito bons, inclusive li uma entrevista… Read more »

Jorge Nunes

Os ingleses não teriam como se aproximar para bombardear Buenos Aires, próximo a costa Argentina seria um alvo fácil para FAA.

Aliás os ingleses perderiam sua marinha ali mesmo.

Se os ingleses perdessem a batalha não haveria como mandar outra esquadra rapidamente, levaria meses para enviar outra força-tarefa e a essa altura a Argentina já teria colocado um pista nas ilhas para seus jatos… aí não teria mais jeito.

Vejam o documentário:

http://www.youtube.com/watch?v=3MJhap4r7rY&feature=related

Galileu

Com ou sem revo…essa configuração mirage e exocet ia acabar com a marinha inglesa, claro se levar em conta o desempenho deles nas malvinas

Felipe Cps

A Marinha do Brasil precisava aposentar seu patético Opalão e seus mais ridículos ainda dois A-4 Skyhawk e investir numa força aeronaval de combate de qualidade, só que baseada em terra. Como vetor, sugiro o Su-34 Fullback com seus 1.800 km de autonomia carregado e seus quase 6.000 km de autonomia de ataque (com REVO). (O bicho é tão grande que tem uma cozinha e um banheiro, rsrs). Em termos de anti-navio me parece a melhor solução hoje existente no mundo. E míssil anti-navio é o KLUB mesmo, que se orienta pelo sistema GLONASS, programa do qual o Brasil é… Read more »

Felipe Cps

Ah sim, óbvio, míssil anti-navio para o Su-34 também é o Moskit, sem dúvida:

http://en.wikipedia.org/wiki/Moskit

Sds.

Alexandre Galante

Su-34 Fullback no Poder Aéreo:

http://www.aereo.jor.br/2008/10/30/su-34-fullback/

Felipe Cps

Grande Galante, não lembrava dessa matéria. Fantástica! As fotos são maravilhosas.

Essa é “A” aeronave de combate pra Marinha do Brasil. Com ela a MB simplesmente FECHARIA o Atlântico-Sul. Mas não, é melhor manter Opalão e descer o pau na FAB…

Sds.

Giordani RS

Srs. Editores do Blog,
Coloquem o que o pessoal realmente quer ver, Mirage´s da FAA enquadrados nos HUD´s dos Sea Harrier´s!

Abraços!

lucas lasota

Uma andorinha sozinha nao faz verao, por isso a MB deveria substituir o A-12 pela aquisicao de uma duzia de su-34, 4 emb-145 AEW-C, e mais uns 50 misseis antinavio, e mais alguns navios logisticos para cobrir o potencial logisitico que ele possui.

Bosco

Tem o SS-N-26 Yakhont que também arma o Su-34. Que deu origem ao Brahmos, vale salientar. Por falar no míssil Klub, existe a versão 3M54E que é o único míssil multiestágio do mundo. Após ser lançado por um booster sólido, ele segue em cruzeiro subsônico fazendo uso de seu turbojato até as proximidades do alvo (15 km mais ou menos), quando então lança seu estágio terminal guiado por radar ativo e propelido por um motor foguete sólido que em segundos atinge Mach 3. A grande vantagem desse sistema é que combina o grande alcance, discrição e capacidade de manobra da… Read more »

OTV

aos colegas bloguistas ANDRÉ e MAURO agradeço as esclarecedoras explicações.
abraço.
OTV

Wagner

esses mirage são lindos, mas desapareceriam em segundos face aos sukhois da India…

Felipe Cps

Wagner em 15 mar, 2010 às 14:37:

Caro Wágner, só pra constar, mas a IAF também opera Mirage, e dizem que gosta muito deles:

http://en.wikipedia.org/wiki/Indian_Air_Force

Sds.

Wagner

é, eu sei, eu também adoro os mirage. Inclusive acho que pegaria 60 deles do que 36 rafales. ( melhor 60 velhos voando que 36 novos no chão…)
Mas frente aos Sukhois, para a India, fica dificil… só se botarem F16 para escoltá-los, se não, vão dar uma de Me-110… ah ah !

Filho de Iemenjá

Vcs acham que todos os pontos discutidos aqui que poderiam favorecer a vitória dos Argentinos sobre os Britânicos, se concretizasse; qual seria o cenário e a resposta dos ingleses e da OTAN? Margareth Tacher poderia autorizar um ataque nuclear contra os argentinos? Seria possível?
Saudações a todos!
Filho de Iemenjá

Wagner

duvido muito…
Mas ataque convencional teria acontecido…

Filho de Iemanjá

Caro Wagner,
tb duvido devido a repercussão e repulsa da opinião pública mundial, e principalmente dos vizinhos do continente como o Brasil e Peru, que poderiam entrar na guerra. Mas soube que a Margarethe Tacher ameçou o Mitterand da França de lançar um ataque nuclear caso ele não fornecesse os códigos fontes dos Exocet em posse dos argentinos.
Maléfica ela não?

Wagner

com certeza

eu jamais gostei da Tatcher, a filosofia maluca dela e mais o Reagan fez muita gente sofrer…
O medo de perder para os pilotos argentinos era incrível. E ao menos hoje todos reconhecem a bravura e profissionalismo daqueles homens.

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