segunda-feira, junho 14, 2021

Gripen para o Brasil

Para Ozires Silva, Brasil poderia desenvolver caças

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Lígia Ligabue

O engenheiro e coronel-aviador Ozires Silva, que na noite de ontem recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru, sugere que o Brasil fabrique seus próprios aviões caça. Para ele, a polêmica envolvendo a compra de 36 aviões para aparelhar as Forças Armadas poderia ser resolvida se o governo encomendasse as aeronaves à Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), companhia que o bauruense fundou e presidiu.

Indústrias da França, Estados Unidos e Suécia disputam a venda dos aviões que vão renovar a frota da Força Aérea Brasileira (FAB). Para Ozires, que também já foi presidente da Petrobras, o País tem condições de fabricar seus caças.

Questionado se o Brasil tem tecnologia para isso, o ex-ministro é enfático. “Claro que temos. Essa pergunta comecei a ouvir quando fabricamos o nosso primeiro avião. Quando fiz o segundo, perguntaram de novo. No terceiro e quarto, mesma coisa. A Embraer já fez 15 modelos de aviões diferentes, com êxito em todos, e essa pergunta foi feita em todos os momentos”, conta. Ozires destaca que, atualmente, a empresa é a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo, logo atrás da Boeing e da Airbus.

Ele avalia que não será fácil e até pondera se o investimento será recompensado, mas conclui que o esforço é válido. “É claro que no caso de um avião dessa natureza (caça) podemos até dizer que não compensa o desenvolvimento nacional devido ao preço e ao problema de competição. Está nos jornais que as companhias estrangeiras estão extremamente preocupadas em ganhar essa competição, embora estejamos falando de apenas 36 aviões. Isso mostra que o mercado não é essa maravilha”, avalia.

“Mas acho que compensa (o investimento) se puder fazer de uma forma híbrida. Por exemplo: a FAB escolhe o avião que quer e encomenda esse avião à Embraer. E ela contrata o que precisar da fábrica estrangeira. É um processo para que o aprendizado, o treinamento e o ‘know how’ necessários para fazer esses aviões mais avançados fiquem no Brasil”, acrescenta.

Dessa forma, Ozires destaca que e Embraer ficaria livre para aplicar esse conhecimento nos seus projetos futuros, sem precisar pagar licenças futuras. “Teríamos um avião com nossa marca e que poderia ser exportado para o mundo inteiro. Um avião diferente. E pode até ser civil, mais moderno e competitivo que o produzido no mercado externo”, projeta.

Esse método já foi utilizado pela própria Embraer no passado. “Foi o processo que utilizamos no começo da empresa. A FAB precisava de equipamentos a jato e eu consegui que o Estado Maior da Aeronáutica comprasse aquele avião da Embraer. Foi feito contrato com companhias estrangeiras e o avião foi fabricado aqui. Com o resultado, desenvolvemos nosso avião pressurizado, depois o Tucano. Mais tarde, uma parceria com a Itália rendeu jatos de transporte de sucesso mundial”, diz. “A estratégia foi provada e funcionou. É melhor que comprar caças de uma Boeing, Saab ou Dassault”, afirma.

Trajetória

Nascido em Bauru em 8 de janeiro de 1931, filho de eletricista, Ozires Silva tornou-se oficial da Aeronáutica e engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Ele capitaneou as equipes que projetaram e construíram os aviões Bandeirante e Tucano. Liderou, em 1970, o grupo que promoveu a criação da Embraer e deu início à produção industrial de aviões no Brasil. Presidiu a empresa até 1986, quando assumiu a presidência da Petrobras, onde permaneceu até 1989.

No ano seguinte, assumiu o Ministério da Infra-Estrutura e, em 1991, retornou à Embraer. Também foi presidente da Varig por três anos (2000-2003) e criou em 2003 a Pele Nova Biotecnologia, primeiro fruto da Academia Brasileira de Estudos Avançados – empresa focada em saúde humana cuja missão é a pesquisa, desenvolvimento e produção de tecnologias na área de regeneração e engenharia tecidual.

Ozires Silva também faz parte de uma série de conselhos e de associações de classe. O bauruense ainda é autor de livros como “Decolagem de um Sonho: História da Criação da Embraer”, “Cartas a um Jovem Empreendedor” e “Nas Asas da Educação: A trajetória da Embraer”.

FONTE: JCNet / FOTO: O Globo

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Junior

Ele é engenheiro e coronel-aviador , falo que é possivel fabricar os caças, eu não dúvido mais.
Mas de qualquer maneira o Brasil não pode fabricar caças só pra si, temos que vender também e como todos sabem o mercado externo é concorrido,temos que primeiro adiquirir bons caças,e trabalhar em cima deles dai sim fazer um caça de respeito,e pra mim a melhor parceria para isso é a Saab,o gripen n/g é só o começo tem muito que poderiamos desenvolver em cima!

Henrique Sousa

Se este homem fala alguma coisa ligada a aviação eu acredito. Ainda mais quando o assunto leva em conta a indústria aeronáutica nacional.

Deio

Apesar de não ser uma análise profunda, e nem presisaria ser, a opinião de Ozires Silva reflete uma atraente possibilidade.
Tivesse iniciado dois, três anos atrás, hoje já teriamos um projeto “consolidado” e em mais algum tempoum protótipo. Mas falar é fácil. Agora resta-nos confiar no Comando da Aeronáutica e “torcer” para que os burrocratas e políticos cometam uma besteira proporcionalmente pequena.

Abraços

Deio

Decisão sobre caças fica para outubro Prazo terminaria ontem, mas Saab, Boeing e Dassault pediram mais tempo para apresentação das propostas Tânia Monteiro, BRASÍLIA Após censurar nos bastidores o ritmo acelerado que o Planalto imprimiu na negociação com a França para a compra de 36 caças, o Comando da Aeronáutica estendeu para 2 de outubro o fim do prazo para apresentação das propostas de venda ao Brasil dos aviões do projeto FX2. O prazo terminaria ontem, mas a prorrogação já havia sido cogitada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, na sexta-feira. A primeira nota emitida pela Força Aérea Brasileira, no… Read more »

Raphael Barros

Com certeza o Brasil poderia projetar caças assim como a India e a China fazem com seus vetores baseados em aviões russos ou cópias de aviões Russos fabricados sob licença.

Ou então melhor ainda projetar um caça 100% Brasileiro alias a Embraer chegou a projetar um Caça Leve que se serviria senão me engano para substituir os Tucanos e Xavantes MFT/LF

http://www.defesabr.com/fab/fab_embraer_projetos.htm

Raphael Barros

Eu outra coisas esses metidos à inteligente sabe tudo acham que 36 aviões esta bom para o Brasil uma ova. Para cobrir todo nosso território seriam necessário no mínimo 120 caças e mais uns 30 R-99A/B e fora mísseis BVR acima de 80Km de alcance e SAMs com pelo menos 200km de alcance isso tudo por causa das dimensões do nosso país aí sim teriamos uma força aérea dignina de 10° país mais rico do mundo.

Deio

Aeronáutica adia entrega de propostas sobre caças Empresas terão até 2 de outubro para melhorar ofertas em negócio de R$ 10 bi A francesa Dassault, a sueca Saab e a americana Boeing decidiram rever preços e formas de compensação para a indústria nacional DA SUCURSAL DE BRASÍLIA O Comando da Aeronáutica informou, por nota oficial, que a comissão encarregada de analisar as propostas do programa FX-2, de renovação da frota da FAB, decidiu adiar de ontem para o dia 2 de outubro o prazo para que as empresas finalistas melhorem suas ofertas. Concorrem o francês Rafale, da Dassault, o norte-americano… Read more »

Getulio - São Paulo

Penso que é desse homem que o presidente deveria ter-se assessorado no plano estratégico para a aeronautica. Pois quando o comandante da aeronautica disse no dia 8 de setembro que não sabia qual era o plano estratégico do governo, vi que a FAB está sem rumo.

Marcelo Tadeu

Considero Ozires Silva um homem sempre a frente do seu tempo, assim com o Barão de Mauá, Casemiro Montenegro, Santos-Dumont, etc.

Leiam o livro “a decolagem de um sonho” sobre a criação da Embraer e vcs saberão.

Mas , acho que o desenvolvimento de um avião de 5ª geração seria o próximo passo , após o F-X2.

Sds,

Getulio - São Paulo

Veja-se:O comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Juniti Saito, afirmou ontem que toda confusão da semana foi por “uma precipitação” da … Por que o governo diz que o Rafale é preferido por isso? … O governo tem uma estratégia que nós não conhecemos. … no final vem uma meia dúzia de leigos e decide, ele não sabe como. …defesabrasil.com/…/forca-aerea-atribui-confusao-a-precipitacao-da-imprensa.php –

Getulio - São Paulo

Penso que mesmo a compra de 36 caças da França poderá elevar o conhecimento tecnologico em aviação de caça supersonico, tecnica que a Embraer adquirirá junto com os equipamentos necessários, tunel de vento, etc. Será um novo patamar para a industria aeronautica brasileira. Ou criamos do zero, ou partimos do meio do caminho.
Falta ao país um plano estratégico aeronautico e o presidente deveria colocar o Osires para desenvolver isso. Nem precisa ser comandante da FAB para isso.

Alfredo.Araujo

Fabricar eu duvido !! Montar é outra historia… Fabricar significa desenvolver os componentes de um avião de caça, como motores, fuselagem, radar, avionicos, etc… Da forma como os indianos estão fazendo com o Tejas sim é fabricar! Porem eles ja estão a mais de 10 anos e mau conseguiram fazer voar poucos prototipos… e esses voaram com grande quantidade de componentes extrangeiros… Agora, o Brasil nao domina NENHUMA des areas necessárias para se FABRICAR um aviao de caça!! -A turbina do AMX é uma RR Spey, o turbo helice do Tucano é PW, etc… todas compradas do exterior… -Nao temos… Read more »

LBacelar

Alfredo.Araujo,

Concordo plenamente com vc, o nosso subnuc por exemplo, que depois de 30 anos de desenvolvimento resolveram pedir ajuda estrangeira, o próprio Tejas é um grande exemplo. Conhecendo os nossos politicos levaria no minimo uns 25 anos para um caça 100% Brasileiro voar. Eu acho que o Brasil poderia aguardar mais um pouco e fazer com algum outro pais os planos para um caça de 5ª geração, porém tentar fazer um caça sozinho sem conhecer tecnologia é burrice.

alvespereira

Bom dia, Já vão muitos post que digitei, informando que o Brasil tem capacidade intelectual, mão de obra e matéria prima necessária para fazer o melhor avião de caça multifunção do mundo, o que está faltando no Brasil é a vontade política para juntar estas emprezas e mentes projetistas para a criação desta aeronave, repito dinheiro também nós temos, e vem do mesmo lugar de onde saiu o que foi cotado para compra de 50 EC-725, escorpenes e sub nuclear, e não precisou nem toda esta delonga do FX-2, critiquem quem quiser criticar, mas em matéria de defesa é decidir… Read more »

CorsarioDF

O que o Ozires Silva diz é lei. Mas também acho que a EMBRAER hoje em dia, uma empresa privada que visa lucro comercial, não tocaria adiante um projeto dessa natureza, pois a viabilidade econômica é muito dúbia. Capacidade, com certeza ele tem, pode-se demorar um pouco mais, mas ela conseguirá terminá-lo. Porém existe uma questão que os senhores esquecem, estamos no Brasil, e aqui não há APOIO do governo para defesa (Engesa, Bernadini, etc). Basta os senhores lerem o Blog do Poder Naval hoje para entender o que eu estou dizendo(cortes no ProSub). Agora, participar de um programa internacional… Read more »

Rafael

Realmente, É muito Interessante esse ponto de vista verdadeiro e real que acontece em nosso país. Uma Empresa Tamanha como a Embraer, na qual possui uma producão de aviões como poucas empresas no mundo teem, não produzir caças ou melhor errado somos tb nós q as vzs ou maioria das vzs dizemos que nosso país não possui tecnologia ou capacidade de produção militar em nosso país, creio que o q devemos seria sim aumentar o coro ainda mais forte contra um governo pela qual não da insentivo naquilo que o nosso país ja possui e podemos até que arriscar melhor… Read more »

Fábio Mayer

Para viabilizar algo assim seria necessário o país adquirir pelo menos umas 120 unidades, o que, infelizmente, é impensável em termos do Brasil de hoje, com os políticos de hoje.

ivan

Como o Brasil é um país sem memoria pois não há sistema de educação estruturada, só mentiras e propaganda, a indústria aeronautica brasileira deve bastante a coragem e persistencia do Coronel Osires Silva, qual ao comandar o protótipo do Bandeirante e ouvir pelo rádio da criação da Embraer se esqueceu dos trem de pouso de tanta emoção.
É O PAI DA INDÚSTRIA AERONAUTICA QUE DEU CERTO E ATÉ HOJE ESTÁ AÍ.
PARABÉNS CORONEL OSIRES SILVA. S

Rafael

Fabio, Mas ai é que está o negócio, o problema que na verdade possui uma solução facil para resolução, infelizmente tem de ter uma mão do governo, e infelizmente todos os governos que passaram até hj nenhum teve solução, sabemos que o poderio militar de um País nao vem a trazer somente beneficios em termo de defesa, mas tb coloca o mesmo país a frente de outros devido o respeito que é tomado isso impoe peso em cima de decisões politicas governamentais, ou vao dizer que os EUA tem essa voz de comando e decisao pois o governo deles funciona?… Read more »

brazilwolfpack

O Brasil sim tem ja a muito tempo a tecnologia para isso,o problema nao e esse. O que o Brasil nao tem e seriedade ou vontade para fabricar seus próprios aviões caça,tanques modernos,sistemas anti-aereos,etc. Infelizmente,no Brasil so existe seriedade,vontade e fundos pra escola de samba. Como disse o prestigioso engenheiro,a Embraer já fez 15 modelos de aviões de sucesso internacional,sendo a terceira compania aeronautica mundial. Materiais e tecnologia de defesa brasileiros sao sempre muito bem recebidos…FORA DO BRASIL.

Renato

Com todo o respeito ao Sr. Ozires confesso que tenho minhas dúvidas. Os custos de produção de um caça de 5 geração são altíssimos e no momento apenas 3 países no mundo tem projetos (China, Rússia e EUA) e mesmo eles estão propondo parecerias. A França e a Suécia estão desesperadas com o FX pq sabem que seus parque aeronáuticos estão em risco se não conseguirem vender. E fala-se em projeções que que restarão apenas dois ou três fabricantes de caças modernos nos próximos anos. Consigo até imaginar a Embraer participando de uma parceria dessas, mas um caça de 5a.… Read more »

RenanZ

Nossa, finalmente alguém realmente entendido do assunto
sugeriu algo inteligente

mauro dias

Na minha pequena opinião , acho que a pergunta foi mau formulada.Não é se teríamos capacidade, mas se Embraer aceitaria.

Douglas

120 unidades é muito pouco para viabilizar financeiramente o investimento.

esse é o problema.

daí, creio que a Embraer poderia entrar em sociedade com algum fabricante europeu para ganhar escala.

esse negocio de desconfiar de todo mundo como os franceses fizeram no inicio do projeto Rafale, deu no que deu. A Dassault perdeu folego, a propria frança diminuiu encomendas, não vende pra mais ninguém e é um avião que de desenvolvimento lento, muito lento…

Não podemos cair nessa esparrela. Creio que a Embraer deveria buscar um parceiro para o projeto. Mas isso é para um FX 3.

Lucas Urbanski

Se um cara do jargão deste homem fala que o Brasil tem tecnologia pra criar aviões de caça, quem é Jobim e Lula para discordar?
Acho que temos um pomar no nosso quintal e estamos comprando fruta dos outros.
Abraços.

Lucius Clay

Se for interpretar que a Embraer escolha o avião, acho que não dá certo, se fosse assim teríamos hoje mirages 2000-5 hoje como principal avião. Não que seja um avião ruim, mas é melhor perguntar a FAB e seus técnicos o que eles preferem e porque… Acho que o Lula deu uma jogada muito boa, ele forçou a França a baixar o seu preço de qualquer jeito, pois o Brasil já tem a preferência, falta escrever muito bem o seu preço e o que pode vir com a tecnologia. Os americanos e suecos já estão oferecendo muito…

Francisco AMX

Mas e não é isso que a França está se propondo? repassar a tecnologia do Rafale? cabe a EMBRAER ver se é viável fabricar um caça e concorrer no mercado depois… o que eu acho inviável! bater de frente sozinha com os atuais detentores de tal tecnologia seria suicídio! Acho que a EMBRAER usará a tecnologia para desenvolver produtos comerciais mais modernos e eficientes para enfrentar a concorrência futura, mas fazer uma caça? isso só seria viável com uma parceria entre nações! SAAB e Dassault… não teriam os países detentores destas o interesse de dividir os custos dos seus projetos… Read more »

Cor Tau

Sempre teve……Não é novidade alguma para mim…Sempre defendi que este pais tem e a mmmuuiittoo tempo ja deveria estar trabalhando nisso…..Mas como sempre neste pais….Tudo é sempre sabotado..Como sempre…Se auto sabotam….

http://www.youtube.com/watch?v=WWnBnQuRezg

URUTAU

Caros senhores Vou procurar ser bem explicito senhores Senhores a França com toda a certeza deste mundo não quer parceria com ninguem na verdade a intenção maior francesa é e sempre foi se transformar no 3* polo ou seja tirar o mundo desse contexto bi-polar EUA-Russia para um tri-polar ou até mesmo multipolar tipo EUA-Russia-França ou EUA-Russia-França-China e consequentemente excercer areas de influencia na qual meus senhores sem sermos ingenuos seriamos ou seremos meramente satelites ou aliados mas com certeza nunca parceiros isto é algo visivel demais escancarado aos olhos mas logico somente daqueles que querem enxergar pois aqueles que… Read more »

Rafael

Tenho um parecer em relacao ao processo de producao de caças aqui no Brasil pela propria Embraer. Todos sabemos que cada País possui parte de sua tecnologia em segredo, porem quando possivel de se rendar o investmento para producao da mesma tal producao eh feita, meu pensar vem a ser do seguinte modo, obviamente que o Brasil deve possui tais tecnologia ou parte delas em relacao a producao de caças porem devido a falta de investimento nao iniciou a producao, creio que o Brasil nao tem planos para uma parceria devido m motivo que poderia ser adquirir parte de tal… Read more »

renato

o que mais se paroxima das palavras do Sr. Ozires é a proposta da SAAB……….Gripne NG

renato

se aproxima, perdão

tomastomaspriet

Diante do fato que as verbas entrarão contingenciamento conforme nunciado ontem pelo ministro Mantega do planejamento para todos os ministérios entre 2010 e 1011, embora com o argumento de que somente para pequenos empreendimentos (a gente sabe bem como a cabeça do planejamento funciona para gastos militares), a FAB terá que escolher um caça onde o custo benefício esteja dentro da nossa realidade. Ou seja, o mais barato para o orçamento da FAB. Neste caso desponta o Gripen NG. Ao que parece a SAAB solicitou a mudança de data para apresentar uma nova proposta ainda maior, que vai além da… Read more »

Bruno Rocha

Raphael Barros em 22 set, 2009 às 9:40

Teriamos o trinador de caça mais bonito do mundo! E isso nos anos 80
Maldito governo!

Tales

22/09/2009 – 09h53
Projeto F-X2 – Esclarecimentos
O Comando da Aeronáutica informa que, por solicitação das empresas concorrentes, a Comissão Gerencial do Projeto F-X2 resolveu estender o prazo, até o dia 2 de outubro de 2009, para os três competidores (Boeing, Dassault e SAAB) apresentarem possíveis melhorias em suas ofertas para o processo de seleção dos novos aviões de caça da Força Aérea Brasileira.

Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Fonte: CECOMSAER

germa

na minha opinião,mais do que projetos e mercado estão em jogo. 1° se a produção de caças do brasil fosse levada a sério, não precisaríamos comprar caças de outros países,levando a um decrédcimo o mercado já pequeno de aviação de ponta. 2° a embraer seria prejudicada na área civil 3° a demanda teria que ser de uns 300 aviões(+/- o que deveria ser o rafale) 4° a independencia do brasil em termos militares certamente levaria a uma oposição a imagem internacional.”coisas do tipo FDS: confirmada a corrida armamentista na AL, brasil produzirá 300 caças.E como fica as casas para os… Read more »

Richard

Depois do Marechal Montenegro, esse é o cara!

O que ele fala deve ser ouvido e com muita atenção.

Walfredo

Não sendo possível uma parceria, para economizar tempo e dinheiro, o melhor caminho SEMPRE, é investir em pesquisa e desenvolvimento. Precisamos de pelo menos três novas estatais de pesquisa, constituidas nos moldes da invejada EMBRAPA. Uma para a pesquisa de novos fármacos, uma para a pesquisa de material de defesa, e outra para a pesquisa de novos produtos industriais. Empregaríamos nossos doutores, com salários de juízes, e deixaríamos de exportar cérebros. As empresas desenvolveriam os novos medicamentos, armas e máquinas e licenciariam, de forma onerosa ou não, para a indústria nacional. Já que os empresarios nacionais não gostam de investir… Read more »

Rafael

Germa, Creio que em relacao a sua 4º colocao eu teria a seguinte resposta como exemplo de ”Cristovam Buarque – A Internacionalização do Mundo” para quem ja leu esta reportagem que ouve, eu coloco sobre o mesmo uma colocao igual para este caso, afinal qual motivo leva tais paises desenvolvidos mas digamos 1 deles em especial, a se armar até os fios de cabelo se possivel, e ninguem dizer nada,pq se nao for para haver uma corrida armamentista entao que venhamos a retirar de operacoes todos caças existente nos paises ou ao menos igualar em numero para cada um, se… Read more »

RL

Se para comprar já esta essa lambaça por puro interesse politico financeiro, imaginem desenvolver uma aéronave própria.

No máximo teriamos um Tucanão armados com dentes.

Lucio

Na hora em que pelo menos o Super Tucano for 100% nacional, eu vou acreditar que talvez tenhamos condições politico/técnico/financeiras para produzir um caça de 4.5 geração. Gostaria de perguntar ao senhor Ozires Silva por que países como o Japão e a Alemanha não tem projetos próprios de tais aeronaves? Por que a França esta perdendo o folego depois de décadas produzindo aeronaves de combate de sucesso? Por que existem boatos de que o Rafale vai ser o ultimo caça 100% Frances? E finalmente por que até mesmo o todo poderoso EUA precisaram de uma boa injeção de dinheiro internacional… Read more »

Luciano

derepente ele quis dizer um “gripen da silva” e não um caça 100% brasileiro.
isso, claro que temos condições, agora, um avião 100% brasileiro é muito caro e sem condições.

Henrique

O que o Sr Ozires falou é algo que já venho questionando há muito tempo nos debates. Se há dez anos atrás quando começou o 1º FX tivéssemos iniciado um processo para planejamento de fabricação de um caça próprio talvez hoje já estivéssemos testando os primeiros protótipos… Se os melhores caças que ainda estão voando foram projetados nas décadas de 70 e 80 (F-15, F-16, MIGs, SUs, Rafales etc..) como explicar que não temos tecnologia para projetar um caça nacional? Bastaria o governo assumir o compromisso de suporte ao desenvolvimento do projeto e compra de um número mínimo de aeronaves…… Read more »

BRAVURA

Com certeza o Brasil é capaz de produzir seu próprio caça.

Entretanto, creio que sem “queimar etapas” de produção tecnológica, o Brasil não é capaz de produzir um caça que possa superar siquer os caças em serviço nos países vizinhos, F-16, Su-30, Kfir. Assim não dá pra disputar no mercado regional.

Há muita tecnologia envolvida na produção de um caça de 4° geração que nossos engenheiros e técnicos ainda não tem a menor idéia por onde se começa.

Marcelo Ramos

Enquanto isso um analfabeto nos representa no exterior e o pior recebe premios

Nove dedos vai aos EUA discursar na ONU, receber premio (e falar do F-18)

http://moraisvinna.blogspot.com/2009/09/lula-vai-aos-eua-discursar-na-onu.html

Será o fim da picada se o F-18 for o escolhido

Angelo Nicolaci

amigos deem uma olhada no blog geopolotica brasil, tem algumas materias interessantes

http://www.brasilnicolaci.blogspot.com

germa

rafael
eu concordo com vc, o brasil deveria(na minha opinião ter um exercito +/- do tamanho da rússia.

falei o PAK-FA pq é o mais adiantado,não vai voar esse ano,mas como eu disse teoricamente…

uma vez perguntei para o bosco se tinha alguma mísera chance do Gripen NG ser de 5 ele me disse que não por causa do sistema de misseis externos,se existisse essa chance o meu caça preferido seria o suéco.

abs 😉

Rafael

Germa, É neste caso que realmente entramos em acordo, um numero efetivo e suficiente de Tropas,entre equipamentos, caças etc… em uma conparação com a Russia seria meio ilogico dizemos que um Pais como a Russia pela qual a Populacao vive em uma Imensa miseria, com falta de reabastecimento de alimentos e problemas sociais, mesmo que o Brasil tenha seus problemas, estamos com um poder economico atualmente muito melhor que o da Russia e me pergunto, pq eles com tamanho numero de tropas e caças manteem esse numero e investimento para fabricacao de um caça de 5 geracao, e nosso País… Read more »

Chacal

Sonhar não custar nada.

Storm

Os colegas aqui do fórum devem ter os seus contatos, assim como vários tem experiência militar. Tenho um grande amigo meu professor de física e matemática da universidade São Franciso – USF, que atualmente faz mestrado no DCTA (Departamento de Ciência e Técnologia Aeroespacial) em São José dos Campos; á uns dois meses estava conversando com ele sobre o FX-2 e ele me dizia que era besteira o Brasil comprar os caças, pois comprovadamente já tinhamos a técnologia para fábricar aviões desse tipo no Brasil, e que a decisão de comprar fora era política. a que se levar em conta… Read more »

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Uma morte espartana – testes de tiro real com mísseis ar-ar

Ninguém quer acabar sua carreira por baixo. Muitas vezes, os atletas profissionais vão se aposentar anos mais cedo para evitar...
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