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Países da OTAN vão desenvolver avião de patrulha marítima

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A320Neo de patrulha marítima

Na quinta-feira (15 de fevereiro de 2018), o Canadá e a Polônia se juntaram a um esforço multinacional para o desenvolvimento de soluções de substituição para as velhas aeronaves marítimas antissubmarino e de inteligência, vigilância e reconhecimento. Numa cerimônia de assinatura na sede da OTAN em Bruxelas, ministros da Defesa da França, Alemanha, Grécia, Itália, Espanha e Turquia congratularam-se com o Canadá e a Polônia no esforço multinacional sobre “Cooperação Multinacional em Aeronaves de Missão Marítima e Capacidades Multimissão”.

“Este esforço conjunto reconhece o fato de que a maioria das frotas de aeronaves de patrulha marítima dos Aliados estarão chegando ao fim de suas vidas operacionais entre 2025 e 2035”, disse a secretária-geral adjunta da OTAN, Rose Gottemoeller, durante a cerimônia de assinatura. Ela incentivou os participantes a “avançar para a fase de implementação”. O objetivo aqui não é apenas um projeto de prancheta – precisamos de uma nova geração de aeronaves, no ar, cumprindo o que é uma missão cada vez mais importante”.

A iniciativa oferece aos participantes a oportunidade de adotar soluções comuns nesta área de capacidade crítica. Isso proporcionará melhor valor para o dinheiro, bem como benefícios operacionais. Desde 2017, os seis Aliados começaram a definir um documento de requisitos comuns para capacidades futuras nesta área, que deverá ser concluído em 2018. Este trabalho fornecerá uma base para desenvolver e implementar soluções de acompanhamento.

FONTE: OTAN

72 COMMENTS

  1. A Airbus vai querer empurrar o A-320Neo mas como de praxe vão discutir até haver um racha. A França certamente vai comprar o aparelho e talvez Alemanha e Itália a sigam. Já o restante dos países vai de P-8 via FMS

  2. Tireless, um oficial da RCAF disse uma vez que queria um avião de patrulha marítima nacional baseado no Cs300. Não sei se pode acontecer, e será que a Boeing teria chances no Canadá? Depois dessa briga com a BBD.

  3. Embraer é uma empresa americana. a maior parte dos acionistas são americanos, logo, Embraer é americana. eu não acredito em outra coisa. eu acho que esse foi nosso erro lá atrás. O que falta é ricos brasileiros com capacidade de ocuparem essa tarefa. A Embraer já seria parte da Boeing se não fosse a Golden Share do nosso governo centralizador.
    Desabafo feito, acho que o E190 E2 com o know-how BOEING seria a ótima opção de baixo custo ao P-8 Poseidon.
    Também acho que a Airbus vai querer empurrar o A-320Neo mas não concordo que não haverá acordo. A França, que é a que sempre segue o caminho solitário, certamente vai comprar o aparelho. Alemanha e Itália também. A maioria do restante dos países vão seguir também.

  4. Entendo que a Embraer poderia oferecer um produto com base no E 195 dependendo do potencial de desenvolvimento dessa plataforma aliado a baixos custos mas não tenho competência para considerar isso, sendo puro achismo. Com a palavra os especialistas

  5. Marcos, você pode acreditar em qualquer coisa, mas fatos são fatos, e não são alterados pela sua crença.

    A Embraer é um conglomerado transnacional brasileiro com sede em São José dos Campos e com capital aberto. Possui diversas unidades no Brasil e no exterior, inclusive joint ventures na China e em Portugal. Mas não deixa de ser brasileira.

  6. Marcos,
    Somando ao seu raciocínio.
    A Embraer é uma empresa transnacional com ações da bolsa de NY, não dá para afirmar que os gringos são donos, pois os acionistas são do mundo inteiro. A sede está no Brasil então é uma empresa brasileira, não considero um erro ter aberto as ações, foi uma forma de capitalizar a empresa, sem este capital, a Embraer JAMAIS seria sombra do que é hoje.
    Quanto ao Poseidon, a Boeing desistiu da parte militar da Embraer (EDS) por imposição do Estado brasileiro (não vou entrar no mérito disto), então não tem sentido algum para a Boeing, ajudar a Embraer a construir um concorrente dele, mesmo que a EDS entrasse no bolo e fosse comprada, não acredito que a Boeing pegasse este caminho. A vantagem do P-8 é a carteira de compra dos EUA, somente os americanos compraram (ou encomendaram) 5 vezes mais que os outros compradores, então, não sei se existe um mercado que eles possam ganhar com um avião menor, obviamente posso estar errado, mas creio que o custo dos sensores, equipamentos deve ser igual ou até maior que a do próprio 737.
    Quanto a materia, creio que os paises que estão no consorcio + os que encomendaram o A-400 sejam os mais visados neste novo avião.

  7. Alô editores, gostaria de dar uma sugestão. Seria tecnicamente possível ter no blog a funcionalidade de bloquear comentários de usuários específicos? Com isso poderíamos deixar de ler as bobagens repetidas até a exaustão por trolls, haters e pessoas que procuram usar esse espaço como palanque para suas obsessões políticas.
    Isso tornaria o ambiente muitíssimo mais agradável e poderíamos aproveitar melhor o convívio com tanta gente inteligente e bem informada, já que esses indivíduos inconvenientes são uma minoria. Obrigado

  8. Galante, muito obrigado pela resposta e mais uma vez parabéns pelo trabalho extraordinário que tem tornado esse blog uma referência em assuntos de defesa

  9. Parece não haver interesse em uma “opção de baixo custo ao P-8 Poseidon”, a própria Boeing teve durante alguns anos uma opção assim, baseada no Challenger 605 e não vendeu nada.

    (http://www.janes.com/article/71358/boeing-drops-msa-and-ramis-platforms-from-portfolio)

    Assim as opções realistas seguem sendo:

    P-8 sucessor do P-3 na US Navy, operado e/ou encomendado por: Austrália, Índia, Noruega e Reino Unido,
    P-1 sucessor do P-3 na JSDMF,
    Saab Swordfish & GlobalEye, o Swordfish é operado pelos UAE,
    ATR-72-600ASW operado por Itália e Turquia,
    C-295ASW, operado pelo Chile.

  10. A Europa tem o A320 para fazer um avião do nível de um P-8 e o C295 e ATR-72 para fazer uma opção menor e até um CN-235 ou ATR-42 para fazer algo mais barato, estes 4 ultimos ja existem e se comprados em quantidade e uma configuração padrão pode ficar mais barato pela escala.

  11. Isso cheira a articulação da Airbus, pois o sucessor natural do P-3 e que já está muito bem no mercado é o P-8. A entrada do Canadá nesse esforço é ainda mais sintomática de uma orquestração da gigante européia.

  12. Walfrido Strobel 17 de Fevereiro de 2018 at 18:54
    Creio que com o futuro lançamento do avião turboprop da Embraer nós tbm teremos uma opção nacional de avião a hélices para converter em patrulha naval assim como transporte .

  13. Olá.
    A solução poderia estar no BAE Systems Nimrod MRA4 atualizado. Mas creio que o resultado será baseado num modelo Airbus/Bombardier (A-320/CS-300).
    SDS.

  14. Embraer é Brasileira sem duvidas,teve muito dinheiro do contribuinte Brasileiro nos primeiros anos de vida,mas empresas de capital aberto são de vários donos,mas o governo sabiamente fez o Golden,e isto impede compra predatória.

  15. O Brasil não perde uma oportunidade de perder uma oportunidade. Poderíamos entrar nesse programa com 12 aeronaves substitutas do P-3 e com um avião da EMBRAER. Ou entrar junto oferecendo algum E2

  16. Matheus, uma aeronave MPA baseada no Cs 300 teria uma baixíssima escala visto que a meu ver apenas o Canadá o adquiriria. Ou seja, caso eles queiram bancar a compra tal como fizeram com o Canadair Argus nos anos 50 tudo bem mas acho bem pouco provável. E dada a facilidade o mais provável é que terminem por adquirir um P-8 customizado tal como são os CP-140 Aurora.

  17. “Alexandre Galante 17 de Fevereiro de 2018 at 18:36
    JT8D, infelizmente ainda não é possível, mas estamos pesquisando a instalação de algum plugin para comentários com maior flexibilidade.”

    Pois é Galante, quantas vezes e em quantos tópicos já se explicou aqui essa questão da participação acionária da Embraer.

    Em tempos de internet, de “google it”, a preguiça mental é o que mais me assusta !!!

    Para você aí acima amigo, que não leu, não pesquisou, lá vai pela “enésima vez”:
    https://ri.embraer.com.br/show.aspx?idCanal=Kacx+BqjYTwZmMKBRQu5Yg==
    Boa leitura …

    Fala sério …

  18. Embraer poderia sim fazer um avião de patrulh maritima baseado no E2-195. Baixo custo de aquisição e manutenção, não tão avançado e caro qnt um P8 ou esse novo da Otan q deve ser tbm o olho da cara.

    Mas sim um focando nos mercados q n tem bala na agulha pra um P8.

    Problema eh q a Saab ja ta fazendo um com um avião Bombardier, n sei se haveraia nicho pra um da Embraer se aventurar nessa area.

  19. Fiz um curso (incompleto) de Mecanico de Manutenção de Aeronaves na Varig a 50 anos atrás,e este é meu unico elo com aviação,porem o gosto pelo assunto ficou até hoje,e acompanho o que posso de midia do segmento. Não opino,não faço comentarios mas gosto de ler tudo,tanto as materias como os comentarios. Enfim quero só dizer que leio o que me interessa,quanto aos comentarios fora da materia,passo por cima e com isso não me estresso.Vejo que tem profundos conhecedores de aviação,e isto enriquece o blog. Parabens aos bem intencionados. Este foi o meu unico comentario,estou aqui só para usufruir das materias e dos comentarios dos “professores”.

  20. Amigos, a questão não é a Embraer usar um deus produtos como plataforma para um avião de patrulha.

    A questão não é de capacidade tecnológica.
    A questão é de fundos, cash.

    Sem uma encomenda governamental por trás não tem como.

  21. Por sinal, o protótipo do E190-E2 que este na feira de Singapura realizou hoje um de seus voos mais longos:
    – o PR-ZFU cubriu o trecho de Casablanca (Marrocos) a Recife, um total de 5.427km/2.930nm em
    7:29h de voo …

  22. KC-390 Maritime Patrol Version

    Missões principais

    Guerra anti-submarinos (ASW)
    Guerra anti-superfície (ASuW)
    SIGINT

    Missões secundárias

    Patrulha Marítima
    Busca e Salvamento (SAR)
    Controle de Zona Econômica Exclusiva (EEZ)
    Missões antidrogas
    Missões antiterrorismo
    Apoio a operações de aplicação da lei (pesca ilegal e contrabando)

    Equipamentos

    Sistema de Identificação Automático (AIS)
    Radar de Vigilância Marítima
    Casulo IR/EO com telêmetro laser
    Detector de Anomalias Magnéticas (MAD)
    Sistema de Processamento Acústico
    Datalink tático
    Comunicações seguras e por satélite
    Comunicações Inteligentes (COMINT)
    Sistema de Autoproteção Integrado (RWR, Chaff, Flare, RWS)
    Capacidade de Inteligência Eletrônica (ELINT)

    Recursos integrados entre si, aos demais sensores de bordo e aos armamentos: SISCONTA MPA ou FITS, AMASCOS e E-3 USA.

    Sistema de missão paletizado

    Área de observação dianteira
    Área de descanso da tripulação
    SISCONTA MPA
    Área de lançamento de sonobóias
    Área de observação traseira
    Kit armamentos, lançados pela rampa traseira: torpedos, minas…
    Kit SAR, lançado pela rampa traseira

    Carga sob as asas

    Seis estações para usos diversos

  23. “…uma aeronave MPA baseada no Cs 300 teria uma baixíssima escala visto que a meu ver apenas o Canadá o adquiriria.”

    Troque CS 300 por 190/195E2 e Canadá por Brasil e o resultado será o mesmo.

  24. RicardoFerreomodelismo 17 de Fevereiro de 2018 at 22:32
    Ricardo, a propósito devem ter colhidos ótimas informações nesse longa pernada. Abs

  25. Esclarecendo: Primeiro. Obrigado pela agressividade em geral. Segundo não sou troll e muito menos robô, tenho e-mail e o galante pode confirmar. Esperava esse tipo de resposta da esquerda. Mas tudo bem. O tempo dirá… Já vimos esse filme…
    Voltando ao assunto, quando falei do E-190 E2 como uma opção pensei em nosso uso. É uma plataforma nova, com o maior alcance da família, econômica e de fácil acesso. Além disso pode ser configurada pra outras versões, quem sabe até KC, facilitando a logística e diminuindo os custos.
    Ah, por favor não ofendam de novo. Se querem respeito respeitem os outros e suas opiniões… Aprendam a discutir, porque é com discursão que se avança e aprende-se o novo ou deixa-se aprender. abraço…

  26. É uma aposta de alto risco.
    A aeronave terá elevado valor agregado para poucas unidades de venda, sem falar da concorrência do já consolidado P8, além do preconceito daqueles que ainda preferem quadrimotores na função.

    Sds

  27. Bom dia colegas
    Gostaria de uma opinião, ou mesmo esclarecimentos, já que não sou especialista na matéria, quanto ao tipo de propulsão para uma aeronave de patrulha. Eu sugeri por achismo o uso do E2-195, mas será que um turbohélice não é mais apropriado pelo fator velocidade mais baixa?

  28. Caros Trajano e Mauricio-Silva: eu entendo que o 190/E2 seria (á) uma otima plataforma ASW/ASuW e SIGINT, e é um segmento de negocio que poderia ter um certo exito comercial. Alem de estrategico.
    Mas comparado ao P8 – e mesmo a uma versao do A32O – haveria uma significativa diferença em pay-louad, energia para alimentar todos esses sistemas, area imtena, etc, resultando em duas distintas classes de vetores. Por exemplo, um P8 pode fazer todas essas funçoes e ainda portar quatro torpedos de grande porte enquanto que um E190ASuW teria uma gama de armamentos mais restrita.
    Com isso e ate quase que so por curiosidade, me parece que poderia haver um certo espaço para pensar em versoes do KC390 ASuW. Logicamente a maior diferença entre um E190 e um KC390 reside na capacidade de carga, sendo a mesma da ordem de 13.000 kg no primeiro e 21.000kg no segundo; ha tambem, secundariamente, a capacidade de Revo ja desencvolida no KC390, assim como uma vocaçao de stay alone muuto mais amadurecida no KC390, propriciando com que possa ser deslocado em bases litoraneas desdobradas e sem recursos imoirtantes em terra.
    Considerando que o KC390 teria funçoes mais pesadas em termos belicos, nao restrito, por exemplo, apenas um par de penguins da vida, a comparaçlao entre esses dois vetores -E199 versus KC390 – em determinados cenarios nao pode ser restrita a alcance, custo de hora voada, e imageamento via radar. Sao destinaçoes participaçoes diferentes , mas o KC atenderia a ambas. Sem dizer que com a rampa trazeira, pode_se lançar nao so armamntos como tambem botes salva vidas etc.
    É uma tese. Alguem se propoe a desenvolve-la.? Abs

  29. Acrescentando ao meu comentario acima, um KC390 ASW/ASuW ja estaria “concorrendo” com fragatas, podendo ser complementadas funçoes de defesa, com um avião “substituindo” varias navios, graças à sua agilidade. Uma fragata saindo a todo vapor do rio para ir ate Fernando de Noronha leva semanas; nesse periodo um KC390 poderia despejar dezenas de torpedos e misseis Fazendo um papel preliminar e abrindo espaços para os FN chegarem e tomarem conta…
    Um KC390 dedicado a minagem de porto , com poucas modificaçoes, pode custar o mesmo que uma embarcaçao especifica; claro que seriam apenas complementares, tambem nesse ultimo caso, porque funcoes importantes tais como desativar minas so mesmo com um navio especializado. Abs

  30. Fico imaginando um 190E2 SIGINT identificando, em oatrulha regular, um navio inimigo protegendo uma frota praticando ilicitos em nosso mar. Ai convoca um KC390 ASuW com uns 8 Hellfire e uns dois tigerfish48. Quem iria se atrever?
    Do outro lado, em um esfirço para achar um aviao perdido no meio do oceano, nessa emergencia poderiam ser deslocados uns dois E190E2 de “vigilancia terrestre”, mais uns “maritimos” . Os KC390 seriam auxiliares, lançando suprimentos e botes. Lembro do fatidico caso do voo Airfrance: quanto que foram uteis os EMB145 e a dificuldade e meios navais chegarem ao local.

  31. Mas falando de finanças: muita gente aqui se atem a custos de horas operadas, sem entrar no merito mais profundamente. Claro que esse parametro é importante. Mas no caso do KC390 versao maritima, teria que se comparar o investimento ( nas minhas contas em papel de padeiro) , instalaçoes em terra, pessoal embarcado, combustivel, muniçao, etcetcetc.
    Oras, um KC 390 ASuW ficaria por volta de uns U$M80? Enquanto que uma corveta Tamandua umas tres vezes isso, certo? E as tripulaçoes? Combustivel?
    Nao estou pensando em substituir, mas apenas complentar aquilo que TALVEZ, um dia tenhamos de meios navais minimos! Seis a dez fragatas atualizadas mal atendem ao papel de escolta do Bahia e do Pernambuco, missao ao Libano e outras de rotina….
    Um excelente E190E2 RW atenderia excelentemente às missoes da FAB e seus bravos aviadores (por exemplo, do padrao do cmte Nery) em substituiçao dos tambem excelentes guerreiros baseados no EMB145 .
    Um KC390 ASuW/ASW seria para “substituir” os coitados dos Electra P3 com asas “abrindo o bico” (afinal sao aves….).
    Falta dinheiro? NÃO. Falta é vontade politica e responsabilidade com deveres. Desconfio ate, que o saldo economico seja francamente positivo, pois podemos contar com uma ou outra exportaçao e com uma robusta atividade aqui mesmo.
    Se formos relegar todas as necessidades prementes de meios de defesa vamos ter que fazer GLOs Navais ? Vamos apelar para o ONU? O governador da sede da “nossa esquadra” vai liberar os FN para missoes que nao sejam cercar favelas com Clanfs?

  32. “Marcos 18 de Fevereiro de 2018 at 0:58
    Esclarecendo: Primeiro. Obrigado pela agressividade em geral. Segundo não sou troll e muito menos robô, tenho e-mail e o Galante pode confirmar. Esperava esse tipo de resposta da esquerda. Mas tudo bem. O tempo dirá… Já vimos esse filme…”

    Amigo, não é questão de esquerda, direita, centro, em cima ou embaixo.
    É questão de fatos.
    Como disse o Galante em 17 de Fevereiro de 2018 às 18:27:
    “Marcos, você pode acreditar em qualquer coisa, mas fatos são fatos, e não são alterados pela sua crença.”

    Coloquei o link aí acima e o tema já foi mais que explorado e discutido aqui mesmo no Poder Aéreo em diferentes tópicos.
    Ao menos se dê o luxo de pesquisar e ler.

    Não procure pelo em ovo rapaz, você só descredencia sua opinião e os demais passam a ignorá-la.
    Ninguém está sendo agressivo.
    Ao contrário, estão lhe abrindo os olhos com dados para que você entenda e se esclareça e não faça afirmações baseadas em achismos para fatos que são imutáveis.

    Um abraço a você !!!

  33. “MATHEUS 18 de Fevereiro de 2018 at 0:27
    RicardoFerreomodelismo 17 de Fevereiro de 2018 at 22:32
    Ricardo, a propósito devem ter colhidos ótimas informações nesse longa pernada. Abs”

    Matheus, pode ser que alguns dados tenham sido colhidos sim.
    Esse avião por ser um protótipo possui “estações de telemetria” com monitores para gerenciamento desses dados, apesar que durante esta jornada desde a sua saída do Brasil provavelmente não tenha levado técnicos. Geralmente sua tripulação é composta de pilotos, comissaría e pessoal de apoio logístico.
    Há assentos para algumas dezenas de pessoas, mas a maior parte do avião é composta por estações de telemetria e tanques de água que simulam o peso dos passageiros.

    No link aí abaixo há um filme onde você poderá ver o protótipo que esteve na feira de Singapura, inclusive o interior.
    Por falar nisso, a foto do “Asia Tiger Profit Hunter” é a mais vista nas últimas 24h lá no airliners.net com 12.297 acessos até o presente momento:
    http://www.airliners.net/photo/Embraer/Embraer-190-E2-STD-ERJ-190-300STD/4847001

    Aqui o filme que lhe falei com belas imagens:
    https://www.ainonline.com/aviation-news/video/embraers-tiger-liveried-e190-e2-airliner-roars-certification-approaches

    Um abraço a você !!!

  34. Olá.
    Rommelqe, o que você está imaginando é mais ou menos o que os clientes do A-400M requisitaram: querem que o aparelho seja capaz de fazer “tudo e mais um pouco”. Muita calma nessa hora…
    As funções que você imaginou podem (e devem) ser cumpridas por diferentes meios. A MB (ou a FAB) deveria ter no seu inventário um avião de ataque marítimo, capaz de portar misseis ar-superfície para ataque naval. É o tipo de missão que pode ser cumprida pelo Gripen. Resta saber se haverá “vontade política” para tal…
    A vantagem de um caça é a sua velocidade e capacidade de engajar alvos, coisa que um derivado do KC-390 ficaria “devendo”. Além disso, um caça tem capacidade de alto defesa.
    Que o Brasil necessita de uma força de patrulha oceânica, disso ninguém duvida. E um dos meios mais importantes são os aviões de patrulha, que precisam ter uma grande autonomia de voo e contar com uma suite eletrônica de sensores capazes de monitorar e inspecionar alvos. Este papel cabe aos P-3AM, que vão precisar de substituição logo. Um novo modelo, baseado na linha E-2 da Embraer poderia muito bem cumprir essa missão. Também é possível usar um derivado do KC-390, mas o custo operacional seria mais alto comparativamente. Agora o KC-390 pode ter um papel fundamental na patrulha/combate naval, fazendo o que ele é especialista: reabastecimento em voo tanto de aviões de ataque quanto de patrulheiros.
    Para as missões ASW, os meios navais existentes são apropriados: fragatas ou corvetas equipadas com helicópteros.
    Para as missões SAR, o Brasil conta com os Casa C-295 SAR, que estão “novinhos em folha”.
    Deixar todas essas missões para o KC-390 e derivados pode não representar um ganho significativo na qualidade e eficácia da operação.
    SDS.

  35. Matheus, posso estar enganado, mas me parece que é justamente o contrário: a Nova Zelândia pediu uma proposta da Embraer para um E2 de patrulha marítima, enquanto que a Embraer ofereceu uma versão do KC-390.
    A Embraer tem mais necessidade de vender KC-390 do que E2 no momento.
    A velocidade do KC-390 não é muito inferior à do E2, além do que velocidade elevada não é importante para um patrulheiro, tanto que há muitos aviões turbo-hélice nessa função

  36. Caro Mauricio, entendo seus argumentos e, alias, concordo basicamente com eles. Mas o foco que estou mirando é um pouco diferente. Veja que o KC390 ASuW nao seria um substituto dos E190 RW, mas sim dos P3.
    Como o JT8D observou, em termos de velocidade e alcance/ autonomia estas duas versies podem se configuradas com parametros muito semelhantes, o que incluiria, neste exercicio, prover o E190 com sonda para ser reabastecido (por um KC490, claro. Rsrsrs).
    Para determinadas missoes qualquer um dos dois pode e deve ser devidamente escoltados por elemento (s) F39 , linkados de forma extraordinariamente eficiente em rede,! Os F39 podem sim ser armadas com misseis altamente eficazes ASu; se bem me lembro, um Taurus dedicado pode ser elemento suficiente para afundar um porta aviōes, mas nesse cenario seriam uteis como prestaçao de defesa aerea muito dificil de ocorrer no Atlantico sul…acho! Assim, os Gripen somente seriam utilizados em circunstancias muito especificas e nao substituem grande parte das que imagino ao E190 e/ou ao KC390, ambos ASW/ASuW..
    Se o cenario for mais ao norte – digamos perto da foz do Amazonas- hoje totalmente desguarneido seja pela MB seja pela FAB, uma plataforma rustica e capaz de desdobramento em aeroportos despreparados para um E190 ou mesmo para um P8 , um KC390 reinaria absoluto (tipo o que ocorre na Nova Zelandia e na Indonésia – e ate o Canada….- futuros clientes a serem abordados com um produto exclusivo e sem concorrentes…..) . Sem desmerecer o produto e seus operadores, imagine um dos nossos P3 aterrizando em um aeroporto em Rondonia ou Amapá ….com o estado de resistencia mecanica atual das asas é capaz de ocorrer colapso destas antes de estourar o trem de pouso….
    Enfim, sao hipoteses. Mas reiterando o ponto do JT8D: quando fiz os meus posts de hoje um dos aspectos mais importantes diz respeito a incrementar as vendas do KC390, dentro de um nicho de negocios em que tanto a Boeing quanto a Airbus/Bombardier estao engatinhando: nao possuem vetor robusto, com rampa traseira e nesta classe de payload.
    Concordam?

  37. Uma pergunta aos foristas: seria possível que a escolha recaia sobre o CS 300, eis que, desconsiderando o preço (75 mi CS e 90 mi A319), o CS tem uma vantagem em virtude do teto operacional maior (41000 FT x 39000 FT), apesar do raio de ação inferior (5300km no CS x 6500km no A319), o que no caso da Europa não implica em grande diferencial dada a extensão territorial da maioria dos países (talvez faça diferença pra Alemanha, Polônia e países limítrofes com a Rússia)?

  38. João Passos: tenho para mim que a Airbus nao abriria mao do A319em prol do CS300. Alem das caracteristicas do vetor serem superiores, os recursos para customizar avioes maiores, tais como A320, seriam muito parecidos (vantagem para a linha da Airbus…). Sem dizer que o CS300 ainda esta tentando sobreviver…sem ter nascido.

  39. Vitor, o mal feito deve ser punido. Mas nem sempre deve ter sido assim na trajetória da família. Nao se deve agora punir todos pelo mal feito de um…

  40. “MATHEUS 18 de Fevereiro de 2018 at 10:59
    KC-390 não tem velocidade necessária pra um avião de patrulha. Por isso que a Embraer ofereceu o E2 na versão pra Nova Zelândia.”

    Como assim o KC-390 não tem velocidade pra um avião de patrulha?
    E o P-3 Orion?

    P-3 Orion:
    autonomia de voo: 8.944 km
    Envergadura: 30 m
    Velocidade de cruzeiro: 750 km/h
    Velocidade máxima: 761 km/h
    Custo unitário: USD 45.000.000–45.000.000 (2013)
    Tipo de motor: Allison T56 fonte Wipédia

    KC-390:
    Comprimento: 33 m
    Autonomia de voo: 6.019 km
    Velocidade máxima: 860 km/h
    Envergadura: 35 m
    Voo inaugural: 3 de fevereiro de 2015
    Custo unitário: USD 50.000.000–50.000.000
    Tipo de motor: IAE V2500 (fonte Wikipídia)

  41. pergunta: o consumo por km rodado do kc-390 é maior do que o E-190 E2? Se for, deve explicar pq escolher uma versao militarizada de aeronaves civis pra funçao…

  42. Pessoal, o KC-390 não atende os requisitos da licitação da nova Zelândia. Em termos de velocidade. Por isso a Embraer propôs o E2. Me expressei mal. KC-390 acima de tudo foi feito pra transportar cargas.

  43. Canadá em pé de guerra com a Boeing, vai atrás desse patrulha que provavelmente será de uma plataforma da airbus. E como dizem os colegas do Canadá, o ponto de virada do jogo a favor do Gripen NG por lá, com isso, foi dado. Talvez só estejam esperando o caça entrar em operação de fato, até lá os Hornets ex australia dão conta de manter a força em prontidão.

  44. Caro Marcos: como ja coloquei acima, o consumo especifico de combustivel em voo é apenas um dos parametros a serem considerados. Ha outras consideraçoes economicas tao ou mais importantes tais como, por exemplo, performar as funçoes esperadas. Nao adianta colocar um Phenom em funçao ASuW so porque consome menos do que um E190E2….ou um KC390. Note tambem que o custo relativo em serviço militar é totalmente diferente em rekaçao a um voo civil. Por exemplo, se compararmos a composiçao de custos de um E190E2 civil – cujo voo tipico, digamos, tenha um translado de 1000 km, cinco vezes por semana – veremos que o item combustivel represente uma parcela muito mais significativa do que um E190E2 ASuW (frequencia de voo muito menor e custos de armamentos, entre outros, la na lua….).
    Prezado Matheus: por esse raciocinio um Electra jamais seria P3 e um 737 jamais um P8. Claro que participar de uma licitaçao sem que sejam atendidos todos os requisitos é complicado, mas nao quer dizer que nao seja possivel. Veja por exemplo, a oferta dos Rafales para a Belgica sem sequer enviar um resposta formal ao edital tal qual fizeram os fornecedores do Thyphon. Requisito de velocidade de cruzeiro em missao é relativo e acredito que ate uma versao especifica poderia ser customizada adequadamente; a velocidade maxima atingida prlo KC390 esta dentro destes requisitos da Nova Zelandia? Vamos verificar!
    Notar tambem que o RFQ da Nova Zelandia, ate onde me lembro, exigia a apresentaçao de aeronave em voo e, por isso mesmo, a proposta da Embraer foi, em principio, considerando um E190. Tambem nao tratava necessariamente de missoes da combate ar superficie em ambiente maritimo. Como disse anteriormente, versoes do E190E2 em patrulha e reconhecimento terrestre parece-me ser superior e mais eficiente para muitas missoes tipicamente hoje atendidas pelo esquadrão Gaviao da Fab!
    Concordam?Abs

  45. Marcos,
    Com relacao ao consumo há três fatores a considerar nesta comparação;
    – O propulsor do KC390 é cerca de 50% mais potente;
    – O propulsor do E2 é de uma geração mais nova, com menor consumo por empuxo;
    – O E2 apresenta maior velocidade de cruzeiro
    Acredito que o consumo por km do KC390 seja uns 60% maior.

  46. Numa boa , eu não vejo nenhum bicho de sete cabeças em uma versão de patrulha marítima do KC-390 não. Se a Embraer ofereceu à Nova Zelândia(mesmo dizendo que vai ,ou iria, desenvolver uma plataforma a partir do E-190 E2) é por que além de estar mais fácil(é grande e cabe com folga os sensores e tripulação ,além dos armamentos utilizados por aeronaves de patrulha) já deve haver um kc deste projetado a partir da versão SAR oferecida ao Canadá com aquele narigão,rs, na frente.

  47. Uma pergunta que não se quer calar é: A Boeing vai deixar o Canadá buscar o Airbus para fazer patrulha marítima?!? Alexandre Galante, JTD8… Por favor…

  48. Luiz Trindade, não é de se duvidar que venha a acontecer. Não esqueça que a Airbus está de mão dadas com a Bombardier. Claro, a OTAN pode pesar para o lado do P 8.
    A difuldade de se optar pelo KC 390 na missão ASW está na forma de acomodação para os gabinetes dos operadores de sistema n fuselagem baixa, bem como reestruturar o vagão de carga para receber acomodações para duas tripulações. Outro fator é que o porão de carga de um hipotético E 190/195 ASW alocaria de forma melhor uma baia de armas interna, bem como o vão livre entre o o solo e a parte inferior desta bais facilitaria todo o trabalho de acesso e manutenção.

  49. Senhores, de novo essa estória de P-390?! Por favor, isto já foi mais do que explicado. Um bichando desse tipo é economicamente inviável, se usar uma plataforma naturalmente cara como é um avião de transporte de carga com o KC-390 e/ou o C-130. Afora outros fatores técnicos, como o perfil aerodinâmico de uma aeronave esguia (como são os aviões comerciais) em comparação aos aviões de transporte de carga militares.

    Já se perguntaram por que os aviões de patrulha marítima, normalmente, usando plataformas comerciais?!

    Ah tá, um dos motivos que engrossaram o coro na Boeing para comprar a Embraer foi, justamente, a concorrência para substituição dos P-3 neozelandesas, ou seja, da Embraer ter ofertado um avião de patrulha marítima baseado nas plataformas do Ejets E2. Ou seja, elimando um futuro concorrente num seguintemente tão ou mais rentável, detalhe, com uma plataforma bem mais em conta.

    Outra coisa, o Canadá embarcaria num projeto de aeronave de patrulha marítima, usando os C-Series como plataforma, seja porque a própria plataforma ainda não tem escala produtiva, nem nas versões civis, seja porque a Bombardier não querer entrar no mercado militar (que é inexistente dentro da empresa, não possui um único projeto militar). Então qualquer comparação e sem embasamento em fatos reais.

    Outra coisa, com o uso dos E-Jets, a Embraer pode abocanhar mercados não tradicionais, mas que precisam de uma plataforma de alto desempenho, só que a um custo mais em conta. Portugal, África do Sul, Indonésia, Malásia, Chile, Argentina, dentre outros, podem ser futuros operadores.

    Outra coisa, a consolidação dessa plataforma de patrulha marítima europeia é mera questão de tempo. No seguimento de baixo custo, os europeus já possuem plataformas (C-295 e ATR-72, dentre outros), a questão está nas plataformas de alto desempenho (como substituto dos Atlantics e Orions).

    É o que eu penso.

  50. Apenas ratificando o que coloquei acima: considero que uma versao do KC390 de patrulha maritima, combate ar-superficie e anti-submarino, pode eventualmente ser interessante, principalmente por sua capacidade de carga e autonomia extendida por seus tanques de reabastecimento (mais a possibilidade de ser reabastecido). Para funçoes equivalentes às dos R99 considero que a melhor opçao entre aquelas da Embraer, seria o E190E2.
    Caro Tomcat: se bem me lembro o RFQ da Nova Zelandia da muita enfase à necessidade de transporte ate o polo sul; embora as pistas de gelo (ou congeladas) normalmente apresentem boas condiçoes de superficie acho que o trem de pouso mais robusto do KC390 seria mais adequado do que do E190; mas tambem houve quem à época considerasse que isso nao era mandatorio.
    Prezado Yuri: obrigado pelo link de referencia. Procurei os termos do RFQ no site da força aerea da NZ mas ainda nao consegui. Alguem pode indicar onde achar esse documento? Pessoal da Embraer, pode divulgar?

  51. So corrigindo: a NZ emitiu um RFI (request for information) e nao um RFP (request for proposal). Ou seja, à epoca (2016), a intençao era obter mais informações, provavelmente para elaborar especificaçoes tecnicas detalhadas a serem posteriormente anexadas ao edital ; assim, velocidade de cruzeiro desejada seria 900k/h (segundo o link informado pelo Yuri) mas acredito que os 870km/h do KC pode ainda ser aceito. Depende do orgao emissor querer ou nao. Abs

  52. Caro Juarez: entendi e concordo parcialmente com seus argumentos. Realmente desenvolver um lay-out compativel com a acomodaçao das duas tripulaçoes parece ser mais dificil considerando o compartimento interno do KC390frente ao do E190; esse é um aspecto, entre outros, que privilegia o jato de origem comercial. Digo parcialmente porque, por outro lado, me parece que a configuraçao da rampa trazeira pode facilitar o lançamento de torpedos pesados e balsas de salvamento; tambem acho que a fiaçao e demais instalaçoes referentes aos paineis e consoles apresentam dificuldades similares, assim como em versao somente ASW tais instalaçoes seriam menos complexas. Mas essa é uma opiniao meramente de um leigo como eu; voce, com sua experiencia, inclusive em helis navais, tem muito mais conhecimento a respeito. Grande abraço!
    Lord Wellington: concordo que o tema ja foi extensivamente aqui abordado e sempre foi muito claro que o E190 é mais adequado em muitos aspectos. Porem, como disse anteriormente, nas funçoes navais com objetivo de ataque belico e missoes de salvamento podem representar um nicho a ser melhor analisado. Vale a pena pensar nisto? Acho que sim, ate porque algum eventual cliente veja essa hipotese com alguma vantagem. Abs

  53. Olá Rommelqe!

    Com certeza o amigo já ouviu a expressão “cada macaco no seu galho”. O mesmo vale neste caso. O KC-390 é uma aeronave desenvolvidade para missões de busca e salvamento, mas está longe se ser para MP.

    Vale dizer que a própria EMBRAER já deu a dica de qual plataforma irá usar, se for preciso desenvolver uma nova aeronave AEW&C, como ofertou uma aeronave MP à Nova Zelândia na mesma família de aeronave, ou seja, Ejets.

    Em 2013.
    http://www.aereo.jor.br/2013/04/05/plataformas-isr-da-embraer-novidades-a-atualizacoes/

    No caso da NZ, só voltou atrás porque a BOEING, que ajuda nas vendas do KC-390, ofertou o P-8. A EMBRAER não seria louca de se prejudicar, nesse momento em que quer emplacar o avião cargueiro, por causa de projeto ainda por muito a fazer. Lá na frente, se ela continuar viva à esperteza do atual comando da empresa, uma nova família ISR, tendo como plataforma os novos Ejets, é só questão de tempo. É o que eu penso.

    Grande abraço!!! 😉

  54. Caro Lord, concordo contigo, cada torpedo em sua asa! É so essa minha indagaçao. Um Kc390 tem muitos senões em termos comparativos com o E190-E2, na hipotese de versões AEW ou ASuW ou “similares”.
    Um comentario do Juarez, por exemplo, me chamou a atençao e é relativamente as tripulaçoes. Os pilotos tudo bem, mas os operadores dos sistemas embarcados necessitam de um ambiente pressurizado e relativamente confortavel, características estas logicamente previsiveis, projetaveis e instalaveis no cargueiro, mas ja estao quase que prontamente disponiveis no E190E2. Me parece, entao, que prever dois torpedos pesados no compartimento de carga do KC, lançaveis atraves da porta traseira, requer muito mais adaptaçoes do que prever dois torpedos leves (ou misseis padrao Exocet) em baias adicionais na parte exterior do E190. Nitar que este ultimo nao tem caoacidade para transportar torpedos pesados e mesmo o KC estaria com dificuldades.
    Este materia postada em 2013 pela trilogia (link que vc incluiu) é realmente sensacional. À época reli varias vezes. Mas note que nao ha uma versao armada, com funçoes anti superficie/submarino, realmente potente. Brinstone pode afundar pesqueiros, penguins NAPOCs, mas nao uma fragata moderna esquece!
    Grande abraço

  55. O KC-390 tem dois poderosos motores. Alcança “facinho facinho” 970 Km/h. O problema é a sua asa que é muito grande e que não foi engenheirada para isso. Vão precisar engenheirar uma asa nova e com um shape mais aerodinâmico. Outro problema do KC-390 é de ser muito pesado. A solução óbvia é o E190-E2 que já possui asa, FMC + FADEC programavel, alternadores e APU apropriada. Mas o KC-390 também é um vetor apto a ser um patrulheiro marítimo. A questão principal seria quem bancaria o P&D disso? O contribuinte brasileiro topa pagar por essa $algada conta? Engenheirar uma aeronave para a missão ou comprar um P8 da Boeing de prateleira?

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