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As armas que vão equipar os caças Gripen NG da Força Aérea Brasileira

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A Força Aérea Brasileira pagará US$ 245.325 milhões (cerca de R$ 869 milhões) por 70 mísseis e bombas israelenses de alta tecnologia, e 14 pods de reconhecimento e designação de alvos para aeronaves, que serão empregados nos novos caças Gripen, de acordo com documentos obtidos pelo G1 através da Lei de Acesso à Informação.

Segundo o G1, as armas e equipamentos adquiridas são os seguintes:

A-Darter

Míssil A-Darter: 10 unidades operacionais e 8, para treinamento

Míssil IRIS-T na ponta da asa de caça Gripen da SAAF - ampliação de foto de F Dely - Saab

Míssil Iris-T: 10 unidades operacionais e 20, para treinamento

Spice 1000

Bomba guiada Spice 1000: 20 kits de unidades operacionais

spice-250

Bomba guiada Spice 250: 30 unidades

amxreccelite

Pod Reccelite 2: 4 unidades

Litening G4

Pod Litening G4: 10 unidades

178 COMMENTS

  1. A FAB e as suas quantidades fodásticas….

    No entanto, para vcs verem… como armamento dá lucro… com esta grana vc compra três EMB 190 e um Legacy 450/500 de troco….

    Só não entendi porque A-Darter e Iris -T ao mesmo tempo.

    No mais, parte do titulo da matéria do G1 está errada…pois somente as bombas guiadas e os casulos são Made In Tio Jacob… os mísseis WVR não (EU e SA/Brasil).

    Sds.

  2. A matéria do G1 cita:

    -Sobre o A-Darter :
    A Aeronáutica encomendou ainda 10 unidades operacionais e 8 de treinamento do míssil A-Darter, que o Brasil está desenvolvendo de forma conjunta com a África do Sul e que poderá atingir até aeronaves que estejam se aproximando por trás do avião lançador.

    -Sobre a “pequena quantidade” adquirida:
    (1) Um brigadeiro da reserva da FAB, especialista em combate aéreo e que pediu para não ser identificado, diz que se justifica a compra de pequena quantidade de munição devido ao uso ser raro e a validade, pequena.

    Os treinamentos atuais de lançamentos de mísseis de jatos ocorrem geralmente de forma simulada e em ambientes virtuais, em que o computador informa a possibilidade de real de acerto do alvo. São poucos, diz o brigadeiro, os oficiais que já tiveram a oportunidade de lançar uma bomba real no Brasil.

    Próximo ao vencimento, a munição comprada é usada em treinamentos reais em em alto mar, em áreas controladas e com aviso antecipado, para impedir que embarcações passem pela região, informa o oficial.
    Durante o período de validade, as armas passam por manutenção contínua no ambiente de estocagem, com verificaçação de vários fatores, como umidade, qualdiade dos sensores, etc.

    (2)Todas as bombas e mísseis terão a validade inicial estendida de 5 anos, conforme o documento da FAB obtido pelo G1.

    Sobre a aquisição do Iris-T:
    O Brasil comprou ainda mísseis alemães IRIS-T ar-ar, que possuem capacidade de aniquilar medidas eletrônicas do inimigo para impedir que a bomba acerte o alvo, explica o professor…..

    Sds.

  3. Professor “BOSCO” explica melhor aí….

    O Brasil comprou ainda mísseis alemães IRIS-T ar-ar, que possuem capacidade de aniquilar medidas eletrônicas do inimigo para impedir que a bomba acerte o alvo, explica o professor…

    Sds.

  4. Galante ,a grande impresa não costuma ser muito precisa quando trata de temas militares,verdade já vi o datena chamar f5 de mirage kkkk

  5. Espero que futuramente, quando os NG’s chegarem a quantidade de 100 unidades, possamos ultrapassar essa mesma quantidade em misseis.
    De Fato a Fab será e é a maior da America Latina, não esqueçam dos misses dos P-3 Orion, que são poucos, mas são ótimos.

    Quem sabe, quem sabe mesmo na próxima década, os Chinook e C-17 venham,rsrsrs

  6. Imaginando que a lista esteja correta:

    O Iris-T eu imagino que deva estar na lista porque o A-Darter carece de maturidade operacional. Não entendo por que o A-Darter e não o Python 4 ou 5, talvez a FAB queira simplesmente testar equipamento novo.

    Cadê o Meteor?

    Interessante o interesse da FAB por armas stand off. Definitivamento o Gripen terá vocação ofensiva.

  7. Alguém explica essa: apenas 10 A Darter??? A não ser que tenha alguma informação desconhecida/classificada, não teremos escala de produção, não manteremos o conhecimento adquirido, não teremos desenvolvimento do produto, que convenhamos, já não deve ser mais o top atual, Portanto esta sendo mais uma canoa furada, entre tantas outras nas quais embarcamos. Isso não faz sentido algum. Me desculpem se estiver errado!!!. Vou resumir meu sentimento: isso é brochante, vergonhoso, incoerente, inexplicável,etc,etc…

  8. Interessante a quantidade de comentários da matéria e alguns coerentes, parece que a maioria reconhece a necessidade de se investir nas forças armadas…

  9. Calma negada, os caças nem chegaram e esse foi o 1° lote de compras, os caras provavelmente vão querer testar essas armas e a redundância tem sua lógica para avaliar qual deles e’ melhor em determinada condição de teste.

  10. Só esse pouquinho de coisa já deu a bagatela de 870 milhões de reais?
    Caramba, por isso que é melhor pagar o triplo pela transferência de tecnologia e pelo desenvolvimento

  11. Baschera,
    Eu acho que essa reportagem não procede.
    E o Iris-T não tem nada a ver com o afirmado. Ele é um míssil ar-ar (tem versão sup-ar) de curto alcance de 5ªG como o A-Darter. O único diferencial que se diz dele é que seria mais resistentes (imune??) ao cegamento laser, apesar desse sistema de defesa (DIRCM) ainda não estar implementado em nenhum caça e ao que se sabe o primeiro a recebê-lo será o F-35 em algum momento no futuro próximo.

    Tomahawk,
    Combinando um RCS reduzido, um radar AESA com capacidade SAR, ECM intensa, mísseis MAR-1, táticas de penetração apropriadas, etc., com armas de grande alcance (bombas planadoras) tem-se um conjunto respeitável contra qualquer IADS.
    Mas sinceramente não vejo muito sentido nessa compra e nem na reportagem. Mas se dizem que a fonte são documentos oficiais então temos que acreditar, mas acho estranho de qualquer jeito.

  12. Alguém pode descrever as funções dos Pod’s Reccelite 2 e o Litening G4, esses sim terão uma vida útil maior, e devem ter um custo considerável…
    Boas escolhas com a utilização do Data Link …
    Acredito q o primeiro tenha uma função mais de busca/levantamento de informações como fotos (espionagem) e o segundo um sistema laser para melhorar a eficiência do ataque objetivo(alvo)

  13. Baschera às 13:58h… “Um brigadeiro da reserva da FAB, especialista em combate aéreo e que pediu para não ser identificado, diz que se justifica a compra de pequena quantidade de munição devido ao uso ser raro e a validade, pequena.”
    Antes de mais nada que doutrina fodástica é essa que pressupõem 100% de acerto para cada um dos nossos raros mísseis a serem lançados em batalha?
    E…
    “uso ser raro” é sempre o mesmo argumento para nossa falta de Defesa: Não temos inimigos.
    Ora mas então fecha tudo que é base, quartel, e acaba a farsa e o gasto com toda essa desnecessidade bélica tupiniquim.
    Quando um jornalista, ou pseudo intelectual, brasileiro, falam essa ladainha já é desagradável, mas quando é gente militar verde-amarela aí é mesmo decepcionante.
    Mas como tudo são fases, quem sabe novas gerações de políticos e militares mudem esse nosso panorama de Defesa inócua atual.

    E essa encomenda de raros dentes para o nosso futuro Gripen não está muito adiantada?
    Nossos Gripens ainda nem sairam do papel.
    E até lá (quando será!?) já não terão surgido mísseis melhores que esses aí?

    No final das contas esse artigo tá bem esquecido mesmo. Em que céu azul de brigadeiro a FAB pretende lutar, cadê uns punhados de BVR para os Gripens, como outros também já falaram?

    Mas pelo jeito é isso mesmo… não temos inimigos e se os tivermos seus aviões ainda usam apenas metralhadoras de mão com o artilheiro.
    Acho que é carnaval demais no sangue dessa gente.Só pode ser.

  14. É o que eu digo. Defesa é coisa séria e demanda altos investimentos. Ou vc gasta ou finge que tem, não existe meio termo. Os armamentos empregados pela FAB sempre foram de segunda linha. Não tem sentido comprar Gripen E e capar o avião em armas. Para cada Gripen, deveria haver pelo menos 8 mísseis BVR, 12 WVR, 3 pods de alvos, 2 anti navios e 2 anti radar… O valor do contrato tb está alto para a quantidade solicitada… Sei não viu.

  15. Este “noticiário” não está correto, fizerem uma salada tota.

    A compra do Iris T que já vinha sendo cogitada a muito tempo, em função de que a Força Aérea Sueca vai homologa-lo também no NG, se deve em função de que ninguém tem certeza ainda de como, e se vai rodar corretamente um troço chamado A Darter. O número de mísseis de treino indica uma campanha extensa de homologação de ensaios aerodinâmicos que se farão necessários.

    Armas stando off: Saiu só uma parte do pacote, a FAB está adquirindo um míssil ar solo israelense e um anti navio europeu.

    O BVR deverá o Meteor, e a proposição inicial era de se adquirir até 60 mísseis entre reais e treinamento.

    Grande abraço

  16. “Vixe Gesuis”! A FAB nunca comprou tanto armamento de uma vez só.
    Quanto ao iris-T, a noticia é verdadeira? Não seria melhor comprar um único modelo de míssil de curto alcance, nesse caso optando pelo A-Darter.

  17. Jackson, o A Darter, por enquanto é um “teste”…

    Abuldog74 , sim toda agma de BB burras, anti pista, a futura bomba guiada INS/GPS e o míssil anti radiação MAR 1.

    Grande abraço

  18. Já que não tem inimigo o Brasil devia se ater às bombas guiadas por laser e por GPS.
    Estamos comprando bombas de alta tecnologia capazes de reconhecimento e aquisição autônoma de alvos sem ainda dominar plenamente as mais simples.
    As Spice 1000 representam a 4ª geração de armas guiadas por TV/IIR, sendo que nós nunca utilizamos as de primeira e segunda geração.

    A 1º G é representada pelas bombas que tinham uma câmara de TV no nariz e eram pilotadas remotamente, da SGM, como a GB-4.

    A 2ªG é representada pelas bombas e mísseis operando no modo LOBL, tendo que se aproximar do alvo pra trancar o seeker nele antes do lançamento. Ex: Walleye, HOBOS, Maverick A,B,D,G,K.

    A 3ªG é representada pelas bombas e mísseis que operam no modo LOAL mas dotadas de data link via RF para que o operador humano possa selecionar o alvo, a partir daí a bomba segue sozinha. Ex: GBU-15, Popeye, etc.

    As de 4ªG podem ser lançadas de qualquer distância e trancam nos alvos que têm sua “imagem” armazenada na memória, sem precisar de intervenção humana após o lançamento, embora algumas ainda conservem o data link. Ex: Spice 1000, 2000, JSOW C, JASSM, etc.

  19. Bosco, eu sempre defendo fazer o arroz com feijão bem feito para depois alçar outros vôos, mas eu acredito, até pelas experiência do passado, das quais algumas vivi, que se deve ter um mínimo contato com a tecnologia de ponta para que não fiquemos completamente out no negócio e possamos aos poucos ir tentanto assimilar a doutrina.

    Posso estar completamente errado e colocando a carroça na frente dos burros como tu bem disse, mas algumas experiência vergonhosas como uma da operações Cruzex e na primeira Salitre mostrou que pelo menos deveríamos ter um mínimo de conhecimento de armas de ponta.

    Grande abraço

  20. Nessa suposta encomenda de 10 A-Darter e 10 Iris, se forem colocados 2 por Gripen, são então apenas 10 Gripens para defender o espaço aéreo.
    É tá bom! Para quem nos atacar. Que não será republiqueta não.
    Os outros 24 Gripens ficam congelados no hangar.
    Vão servir de bonus de vitória para nosso inimigo.
    Por enquanto a coisa tá feia mesmo.

    Como alguém dum quartel já mais ou menos falou… nossa munição só dá para o primeiro nanosegundo de batalha.

  21. Segudo a reportagem do G-1 a Fab ñ diz a quantidades especificas de algum mísseis por questão estrategica da Fab , interesante frizar neste quisito quais serião??? Fiquei currioso rrrsss …Pra me jà tà de bom tamanho tendo invista que ñ estamo em gerra ainda rsrsss…

  22. Pessoal, eu não gosto de como está sendo conduzido este processo, mas esta compra é tão somente para teste e integração, se, repito se o A Darter rodar e rodar bem, novos lotes de compra virão, caso contrário se voltará a adquirri o Iris T e maiores quantidades que é um put…de míssil IR.

    Grande abraço

  23. MestreJoséBoscoJr ; só uma peguntinha os sobre os mísseis de 4° geração ñ seram para obter conhecimento operacional e adestramento dos demais ? Deixarà a Fab um passo afrente dos nossos vizinhos plobrematicos ? Sds.

  24. Acredito que ainda está muito cedo para fechar com as armas. Enquanto se desenvolve o avião (afinal de contas, alguém tem notícias do andamento? Só vôos de teste usando o c? Nada de carcaça ng?) acredito que mísseis compra-se mais facilmente. Não há fila igual a avião. Compra hoje para receber daqui a seis anos… Imagino que quando se aproximar o recebimento dos primeiros aviões, vão decidindo quais são as necessidades. Engraçado, a maioria dos paises é assim. Falam que daqui a tantos anos terão equipamentos tais e tais. E se houver guerra antes?

  25. Pra mim foi uma boa compra SE for um primeiro lote e vier outros em seguida… se não é mais do mesmo, só que mais caro… o Tempo dirá.

    Agora eu concordo com o Bosco quando ele diz que devemos “manejar” as armas guiadas de gerações anteriores… principalmente para DESENVOLVER DOUTRINA…

    Como anda o desenvolvimento das tais bombas guiadas Nacionais?

    Como anda o desenvolvimento do nosso INS Tupiniquim?

    Teremos alguma versão delas guiadas por laser?

    Eu acho tb que a FAB, EB e MB perdem uma uma boa chance de fazerem testes digamos “Mais Reais” em operações como as tais “Agatas”…

    – Vamos dinamitar uma pista clandestina? Ok, vamos fazer um “Exercício” como umas bombas guiadas nessa pista… Vamos usar um designador em solo e avaliar como se dá essa sinergia… etc etc…

    Ps.: Claro que isso seria depois que já foram realizados testes mínimos de procedimentos e segurança durante o desenvolvimento.

    Mas tb concordo com o Juarez quanto a ter contato o máximo possível com os ”Top Devices” e não é só para criar doutrina, mas é sempre bom ter um mínimo deles para SE e quando precisar, eles poderem tomar parte em alguma Missão Real com alvos de cunho estratégico.

    ”Top Devices” Importados e de Prateleira para mim são e deveriam ser tratados na FAB e nas FFAA como as ”Ferramentas Dissuasórias Estratégicas… principalmente na AL.

    Quanto ao A-Darter… não existe nenhuma garantia que a coisa esteja ou estará operacional quando os caças chegarem, alem do que essa aquisição nada mais é do que parte do desenvolvimento e para gerar algum “fôlego produtivo/industrial” para a empreitada. Até lá (+/- 2025) quem vai carregar o piano Top será o IRIS-T… e virão mais deles.

    Quanto ao BVR, os Meteor estarão dentro dakele Conceito/Reserva Estratégica que eu falei… o troço é muito caro e SE comprarmos uns 36 será muito. O BVR pé-de-boi será o Derby.

    Mas já que o Meteor será(?) “Reserva”, poderíamos investir em um mix de Reserva tb… AMARAM+Meteor… 36 de cada criaria mais problemas a um inimigo.

    No mais, a matéria do G1 só serve para gerar uma pauta para nossa discussão e não deve de forma alguma ser levada ao pé da letra, no máximo e na melhor das hipóteses, serve apenas dar uma direção.

    Grande Abraço.

  26. Trovão,
    Mas no Brasil quando a esmola é grande o santo desconfia.
    Se for mesmo verdade e se houver continuidade sem dúvida é uma boa, mas começar a desenvolver doutrina usando essas armas caríssimas e complexas é algo que não condiz muito com nossa realidade.
    Mas tomara que seja verdade.

  27. Meus caros…

    SE os caças chegarem a partir de 2019, o que é muuuuito difícil de ocorrer, será algo como 6 AC por ano… lá por 2025 teremos todos por aki e lá por 2030 é que teremos um FOC real e descente.

    Então, dois lotes do tamanho desse ai dá e sobra.

    Mas e SE tiver guerra?

    – Vamos levar o farelo do mesmo jeito, até pq os Fabianos não estarão adestrados a tempo nos novos Gripens e principalmente nas novas armas e táticas. Quem carregará o piano e nos salvará serão Mikes, A-1 e Tucanões…

    Não existe arma plug and play e muito menos doutrina operacional plug and play.

    Simples Assim.

    Grande Abraço.

  28. Com essa quantidade de bombas da para arrasar a venezuela e a bolivia facilmente kkk se que foi so o primeiro pedido mas duvido que vai ter outro ainda mais com esse preço uma pena

  29. Boa noite pessoal como já falei no meu primeiro comentário feito a alguns dias sou leigo no assunto mas leio muito e tudo que encontro e posso ler de assuntos militares e noto em todas as reportagens como esta o mesmo tipo de informação aquela tipo “eu falo tudo mas não digo nada” este é um pedido para testes e também para começar a sumir com munição para um possível inimigo ou espião ter um relatório enganoso da quantidade exata que teremos.
    Não será a única compra mas sim a primeira e como um bom comprador quando compra produtos novos que nunca utilizou compra pouco pra saber se serve e caso servir começar a formar um doutrina como vocês falam.
    Se os mais entendidos do assunto como pelo que vejo o Bosco, Juarez, Baschera e o Galante puderem me informar quais seriam os mísseis ideais para nós usarmos no gripen com suas quantidades e funções, será que não seria uma boa reportagem informativa para nós leigos?
    Obrigado pela oportunidade de participar dos comentários aqui, espero fazer uma boa amizade com vocês pois se deixassem eu falava deste assunto o dia todo, rsrsrs.
    Um grande abraço a todos.

  30. Mestre joseboscojr ; concodo com vc ,mas jà estamos tanto atrazado que acho viavel obtemos sertos conhecimentos espero que realmente isso tudo vingue ,e que desta vez as Fab seja de fato uma vedadeira potencia das america do sul , sei que estou sendo um pouco percimista mas sonha é de graça né? Sds obg pela respota vlw.

  31. Aproveitando que alguns colegas acima citaram o Derby como possível BVR padrão para os nossos Gripen, me parece que está sendo desenvolvida uma versão bem melhorada do míssil e com um desempenho mais próximo do AMRAAM. Alguém confirma?
    Quanto ao uso de 3 tipos de pod por cada aeronave, isso é desnecessário. Uma esquadrilha em missão de ataque pode lançar o armamento contra o alvo sendo este iluminado por outra aeronave. Ademais esses pods tem um preço bem elevado. Por falar em pods, alguém saberia informar o que foi feito dos Skyshields que adquirimos alguns anos atrás?

  32. Bosco! Segundo o que se ouve por aí, a opção pelo Iris T como coefiiciente de cagaço do A Darter se deve em função de se economizar nos ensaios aerodinãmicos de integração, já que os suecos o farão também, pois a coisa daqui por diante vai ser osca.

    Grande abraço

  33. o bom do gripen ng e a variedade de armas de varias nacionalidades que podem ser integradas ,nesse ponto acertamos em cheio,veja as opções BVR meteor,amraam,derby e entre outros.
    na parte antinavio tem o rbs-15f,agora os harpoon da fab podem ser integrados ?

  34. fabiano fb

    como ru disse: “Piano Top”, que fique bem claro, pq no dia-a-dia será o que ainda resta de Sidewinders e Pythons. kkkkkk

    Grande Abraço.

  35. Um questionamento: A FAB exporia o quantitativo de armas compradas mesmo essa informação comprometendo a segurança nacional?
    Em outros momentos na história atual as forças sempre ocultaram a informação de quantitativos sempre com a desculpa que essa informação comprometeria a segurança nacional.

  36. A venezuela tem s300 e caças su30 e outras armas modernas se estao operacionais ou nao nao importa mas eles tem porque o especialista diz que com o gripen o brasil sera o pais mais poderoso militarmente da america latina acho que nossos gripen nao serao tao bem armados assim nao acho ate que serao sucateados com o tempo

  37. David,

    isso não compromete a Segurança Nacional coisa nenhuma… no mundo civilizado e sério, qualquer um, inclusive eu e vc, pode ir lá nos sites dos DoDs deles e ver todos os ítens que eles compram e se tivermos paciência é possível achar as compras retroativas de uns 10 anos.

    No CRS – Congressional Research Service Reports vc tem até o tipo de aço utilizado nos tubos de torpedo dos Subs Virginia… vc acha quantos kits JDAM a Boeing vendeu no ano passado para a USN e para a USAF… etc etc…

    Esse papo é fantasia… o que importa mesmo é como essas coisas funcionam, se vc as fabrica, e não do que essas coisas são feitas e muito menos a quantidade.

    A melhor dissuasão é quando o seu inimigo vê o tamanho do balaço que ele pode levar… se ele não vê o trabuco, ele acha que vc está desarmado… e aiiii !!!

    Mas cabe a vc treinar, manter e municiar o trabuco.

    Grande Abraço.

  38. Perfeito Oganza, isto é coisa de paiseco e de Força aérea de 5º mundo, alô Cerconsaer, alô Copac alô Comaer, alô Comgar, blem, blem blem, vocês não aprenderam nada com o que está acontecendo neste momento com o prosub???

    Não né, mas deveriam, acabou esta história de “Segurança Nacional”, FFAA sérias publicam e mostram aos contribuintes como, quanto e aonde estão gastando os impostos dos contribuintes, não estamos na fronteira Sino Paquistanesa, nem em Israel, e nem em eminência de guerra com ninguém, vamos abrir e já esta caixa de pandora, e eu sei bem o porque disto estar “fechado ao pùblico”.

    Grande abraço

  39. A Dilma tem 8 % de aprovação e fica comprando bombas ?

    Esta Dilma

    Para que defender o Brasil ?

    Para que defender a Amazónia Azul ?

    Senhores, não se irritem, é assim que caminha a opinião publica do Brasil

  40. Ainda que a matéria cite a origem destas informações como documentos supostamente oficiais, tenho minhas dúvidas com relação a escolha de dois modelos de mísseis WVR (A-Darter e Iris-T). Qual a lógica disso? Se realmente for verdade, só prova o descrédito da FAB na capacidade do A-Darter em combate.

    Com isso teremos 3 classes de mísseis WVR na FAB:
    Iris-T = Top
    A-Darter = Meia boca
    Piranha 1B = serve apenas para peso de papel na mesa dos ilustríssimos brigadeiros

    Me pergunto, pra que investir no desenvolvimento de um segundo modelo de míssil curto alcance se ele não atinge um patar mínimo de eficiência… não seria mais inteligente ter aplicado os R$ 300 milhões na compra de Iris-T de prateleira? Ou será que a operação Lava Jato ainda vai encontrar pixulecos nesse projeto da Mectron/Odebrecht com a Denel?

  41. Sabe porque Walter, porque os militares continuam se achando seres celestiais e intocáveis, e que não devem satisfação alguma a quem sustenta a “banca”.

    Daqui uns 800 anos quando amadurecem junto com a sociedade, talvez tenhamos pilotos debatendo em programas de TV abertamente os problemas e as deficiências da força, até lá, quando lermos, ou ouvirmos um comentário destes, teremos que segurar e aguentar no osso.

    Grande abraço

  42. O IRIS-T pode servir como uma boa fonte de engenharia reversa.

    A FAB costuma comprar pequenos lotes por vários anos. Já vi notícias que foram 600 Python 4 comprados em pequenos lotes.

    O BVR deve continuar sendo o Derby, ou seja, os mesmos armamentos do F-5EM com o A-Darter e Iris-T sendo equivalentes ao Python 4.

  43. Teria sido melhor a FAB ter divulgado apenas os tipos de misseis a serem adquiridos nesse primeiro momento.

    Essas quantidades homeopáticas não farão diferença em uma guerra. Mas dizer que tem este ou aquele missil poderia criar alguma preocupação.

    Por outro lado, ficou faltando o BVR( e se não tem tu vai tu mesmo, Derby,) que vai subutilizar as capacidades do Gripen E/F).

    No mais cadê todo aquele pacote de bombas guiadas sendo desenvolvidas por aqui?

    []’s

  44. Eu nao acho que os militares se acham seres selestiais e intocaveis na verdade sao grandes profissionais e patriotas o problema sao os politicos corruptos e a cultura do povo brasileiro que acha que a defesa do brasil nao e coisa para se preocupar porque o brasil nao tem inimigos assim as forcas armadas brasileiras ficam em segundo plano

  45. G LOC a FAB se somar P III, P IV e mais os AIM 9 B nuca teve nem a metade deste número. P IV não chegam a quatro dezenas.

    Grande abraço

  46. E essas quantidades minúsculas? Para 36 caças? E ainda existe mané por ai dizendo que o Brasil vai desencadeiar uma corrida armamentista…rsrsrs.

  47. Uma pergunta:

    Sei que não serão todos, mas mais ou menos quantos Mikes e Jordonianos irão aguentar até 2025*?

    *Provável data de que teremos todos os Gripens.

    Grande Abraço.

  48. no g1 diz validade de 5 anos para o armamento,po então não temos nada que funcione ou quer dizer no prazo ?
    armamento caro e so 5 anos de validade , juro que não entendi

  49. Oganza, se retrofitarem os Jordanianos ECO, coisa que até agora de oficial nada, e partindo do principio que o IOC full do NG se dê lpá por 2023, voando a méida de horas que anda em torno 100, eu diria que algo em torno de 20 céllulas mais as Jordanianas no pau do goaiba e voando pouco.

    Sim, eu sei aonde tu queres chegar e tenho feito a mesma pergunta, a solução passa por dois movimentos:

    A manutenção da modernização de pelo menos 24 células de A 1 e um lote de tampax, ou muita gente vai ficar sem avião.

    Grande abraço

  50. Douglas Schuindt 9 de agosto de 2015 at 19:45 #

    Aproveitando que alguns colegas acima citaram o Derby como possível BVR padrão para os nossos Gripen, me parece que está sendo desenvolvida uma versão bem melhorada do míssil e com um desempenho mais próximo do AMRAAM. Alguém confirma?
    Quanto ao uso de 3 tipos de pod por cada aeronave, isso é desnecessário. Uma esquadrilha em missão de ataque pode lançar o armamento contra o alvo sendo este iluminado por outra aeronave. Ademais esses pods tem um preço bem elevado. Por falar em pods, alguém saberia informar o que foi feito dos Skyshields que adquirimos alguns anos atrás?

    Sim, os Israleense estão trabalahndo em uma versão com desempenho melhor.

    Os Skyshields estão em uso no 10º na BASM, inclusive no ano passado foi feito um exercicio na fronteira em coordenação com um VANT e tiraram até os radinhos de pilha fora do ar de pais hermano.

    Grande abraço

  51. oganza,se for 2025 a fab não vai ter escolha vai ter que alugar alguns gripens ,não tem saída ou a aviação de caça para.
    e outra 2020 não e a data de inicio de baixas no f5em?

  52. Isto ninguém fala, mo ano passado um Gripen Sul-africano ao fazer um lançamento de A-Darter quase foi derrubado. O missil ao se desprender da aeronave se chocou com ela. A FAB ja foi informada pela SAAB que o A-Darter não tem futuro.

    SAAB não quer comprar nada da Mectron e FAB já abandonou a empresa, pois não tem mais capacitação alguma e não entrega nenhum produto.

  53. Esta jornalista é muito amadora, faz uma cagada atrás da outra. Foca fazendo polêmica e não diz nada com nada. Veja a fonte dela, buscou um professor que não sabe nada ao invés de consultar os jornalistas especializados como os da Trilogia. Buscar informação de assunto militar via Lei de Informação é o cúmulo do amadorismo e que mostra que ela não tem fontes na área.

  54. fabiano fb,

    2025 é para todos estarem aki, sendo que lá por 2023 se Jesuiiiixxxx ajudar, teremos o IOC.

    Até lá todo mundo vai estar lendo manual e aprendendo.

    Por isso o meu questionamento sobre os Bicudos… pegou?

    E tem mais, em teoria, lá por 2025, teria que se começar as primeiras baixas dos A-1… e ai?

    O “certo” seria ao menos mais um lote igual a esse de Gripens… mas na boa, isso não vai acontecer, não antes de 2030 e daki até lá vai surgir outra campanha de Braphil Puthenfia… só espero que no meio desse papo furado todo o FS-2020 da SAAB ande e nós embarquemos nele.

    Preparen-se, entre 2020 e 2030 viveremos outro gap em nossa aviação de combate.

    Qualquer problema vira uma bola de neve quando vc não o resolve enquanto ele é um floquinho.

    No Mundo Real é e SEMPRE será assim.

    Grande Abraço.

  55. Tudo isto Oganza, se o NG passar, apenas aprovaram, mas a assinatura teria ficado para outubro, e se a Miss Mandioca for defenestrada, quero ver o macho que vai botar a sua asinatura na ponta esquerda com o MPF fungando no cangote e chafurdando todos os contratos militares.

    A FAB sabe muit bem disto, porque o Iris T além da questão da economia de integração, tem também uma outra conotação que poucos perceberam, quem desenvolve é a Mectron, e a Mectron é de quem mesmo……pois é, vai virar alvo logo em seguida, então o A Darter pode não decolar no prazo previsto.

    Grande abraço

  56. Carlos, o míssil BVR é praticamente certo que será o meteor, agora produção local e na Avibrás, pode esquecer, não para a quantidade a ser comprada.

    Grande abraço

  57. Ola Juarez, o IRIS-T não tem nenhum relação com a Mectron. O missil é da alemã Dihel. É o missil de curta distância padrão dos Gripen e Eurofighters europeus.

  58. Acho que a Avibras não tem competência técnica alguma para produzir o Meteor, muito menor até que a própria Mectron, mas foi esta a proposta feita pela MBDA.

    Acho que a FAB tem que comprar direto do fabricante, paga muito menos, tem garantia de qualidade e recebe muito mais rápido.

  59. Senhores,

    Concordo com o Juarez: esse é um primeiro lote, onde o real interesse é a integração dessas armas e formação de doutrina.
    Quanto ao Derby, é natural que a FAB o mantenha em operação nos Gripen NG, até como míssil BVR “pé-de-boi”, certamente ao lado do Meteor, que deverá sim, ser adquirido. O míssil Derby mais avançado é o I-Derby ER, que foi apresentada oficialmente durante a Aero India 2015, realizada em fevereiro deste ano, em Bangalore.
    A nova variante mantém o mesmo desempenho cinemático e dimensões da atual, mas é equipada com um novo autodiretor, dotado de SDR (Software Defined Radar — Radar Programável por Software) derivado do usado no míssil Tamir (utilizado no sistema Iron Dome), que utiliza novos algoritmos e adiciona novos modos e capacidades, melhorando o desempenho geral da arma.
    Quanto à aquisição dos Iris-T, como também disse o Juarez, além de ser um ótimo míssil, serve de parâmetro para comparação de desempenho com os A-Darter e pode ser, também, fonte de digamos, “know-how” interessante, como sugeriu o G-Loc… 😉
    Sei que o pessoal quer ver muito os caças da FAB voando com mísseis reais… Mas isso não acontece com frequência nem mesmo na USAF. O normal é ver versões de treinamento (vejam nas fotos as faixas azuis nos mísseis). Armas reais, só mesmo em áreas de conflito. Aí, sim, fazem fotos com armas reais. A razão é simples: essas armas são delicadas e, além de possuírem vida útil muito mais breve do que a dos caças que as levam, normalmente de algumas centenas de horas de voo, essas horas de voo se reduzem a algumas dezenas, quando colocados nas asas dos aviões, por questões como forças G e vibrações. Um AIM120, por exemplo, em uma aeronave seguindo padrão voo de combate, tem sua vida útil de 400 horas de voo (em padrão “normal”, sem manobras G excessivas), reduzida para 40 ou 50 horas, quando o caça manobra em combate.

  60. Juarez,

    vai ter que ser macho mesmo… é bom a FAB pegar todas as planilhas, cálculos, memos, etc… arrumar em uma linha do tempo e decorar tudinho pra ficar na ponta da língua.

    Minha esperança é que a FAB possa ser a primeira das FFAA a dar “Um Bom Exemplo” no meio dessa lama toda, principalmente na transparência dos fatos.

    –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

    Agora esse papo de Meteor feito pela Avibrás… kkkkkk

    Como assim? Mas nem que fosse 500 unidades.

    Tá bom, os caras vão dar de “mão beijada” a arma air-to-air mais avançada da Europa para uma republiqueta mequetrefe que diz que tem que dialogar com a subespécie do ISIS… que o Irã e Koreia do Norte são uns coitados vítimas Dus Imperilixtas Malvadús e que Cuba é um paraíso na Terra… Fala Sério, isso é preguiça mental desse povo Juarez…

    meu caro… tem rir e muito, se não nóis pira véi.

    Grande Abraço.

  61. José Bosco Jr.,
    A atualização do Derby foi só na cabeça de busca.

    Bosco, foi mais do que isso. O i-Derby ER teve uma melhoria geral no míssil. Além de ser equipado com um novo autodiretor, dotado de SDR (Software Defined Radar — Radar Programável por Software) derivado do usado no míssil Tamir (utilizado no sistema Iron Dome), ele utiliza novos algoritmos e adiciona novos modos e capacidades, melhorando o desempenho geral da arma. A função LOBL é mantida, o que capacita o i-Derby ER a ser empregado no modo “fire and forget” de curto alcance. A espoleta de proximidade foi substituída por uma unidade muito menor, localizada na base do radome do autodiretor. Essa e outras características do projeto liberaram um considerável volume interno adicional, que foi aproveitado para instalação de um sistema de propulsão mais capaz; foi adotado um sistema de duplo pulso — o pulso original de lançamento é igual ao do Derby atual, mas um segundo pulso pode ser ativado quando o sistema de controle de voo detectar que o míssil esta perdendo energia (normalmente isso é feito pouco antes da interceptação propriamente dita, para aumentar a energia na fase final do voo). O alcance foi elevado para em torno de 100km (em condições ideiais de altitude e velocidade do caça lançador, é claro), e uma das grandes vantagens é que o envelope do míssil é o mesmo da variante anterior, o que permite que seja compatível com qualquer aeronave a qual o Derby já foi integrado.

  62. fabiano fb
    9 de agosto de 2015 at 21:49 #
    no g1 diz validade de 5 anos para o armamento,po então não temos nada que funcione ou quer dizer no prazo ?
    armamento caro e so 5 anos de validade , juro que não entendi

    Acho que a “validade” diz repeito principalmente aos sistemas de misseis ar-ar infravermelho, parece que eles possuem alguns componentes que precisam ser condicionados de tempos em tempos.

  63. Carlos 9 de agosto de 2015 at 22:58 #

    Ola Juarez, o IRIS-T não tem nenhum relação com a Mectron. O missil é da alemã Dihel. É o missil de curta distância padrão dos Gripen e Eurofighters europeus.

    Carlos tu entendeu a minha colocação.

    A FAB sabe dos riscos de um troço chamado Mectron/ A Darter e embarcou no Iris T por duas razões, a que eu citei acima e a divisão dos custos de integração com a Força Aérea Sueca.

    Grande abraço

  64. Carlos 9 de agosto de 2015 at 23:10 #

    Esta reportagem também não fala dos misseis Taurus que foram adquiridos pela FAB para o Gripen.

    Carlos, segundo minha fonte, o Taurus foi congelado e poderá ser subtituído por outro de origem Isralelense.
    A novidade é a possível compra do RBS 15 com integração por conta da FAS.

    Grande abraço

  65. Andrei, os misseis IR são mais sencíveis as CNTPs, os BVR e semi ativos nem tanto, mas ambos são estolados em paióis que tem controle de temperatura e umidade, e quando voam perdem mais rapidamente sua validade em face a exposição ao meio.

    Grande abraço

  66. Oganza 9 de agosto de 2015 at 23:16 #

    Juarez,

    vai ter que ser macho mesmo… é bom a FAB pegar todas as planilhas, cálculos, memos, etc… arrumar em uma linha do tempo e decorar tudinho pra ficar na ponta da língua.

    Minha esperança é que a FAB possa ser a primeira das FFAA a dar “Um Bom Exemplo” no meio dessa lama toda, principalmente na transparência dos fatos.

    Oganza, isto aí vai ser como diz um funcionário da minha empresa:

    “Seu Juarez, u sinhô ve cá vê a situação du poblema, é uma tragédia patrão, uma tragédia…..

    Ainda bem que a Copac tem o telefone da Miss Hrinak na chamada rápida da memória do celular……

    Grande abraço

  67. Boscolino, põe esta informação do Derby no teu HD cerebral porque como é que nos vamos brigar coma tigrada da plug and playlãndia Russa e com os bonzinhos Franceses sem esta informação. Tu é o nosso CAS nestas operações contra o lado negro da força.

    Grande abraço

  68. Gente,

    essa validade de 5 anos com certeza absoluta não são pra todos esses equipamentos ai dessa lista…

    na verdade cada um deles tem a sua própria validade que pode ser “aumentada” ou diminuída de acordo com o uso, por exemplo:

    Como o Nautilus bem lembrou, um míssil tem sua vida útil encurtada quando instalado em um caça onde até as manobras desse caça influenciam em sua vida útil… e tem mais, UM MíSSIL nas pontas das asas de um caça tem a vida útil encurtada de 35 a 40% em comparação com um míssil instalado na fuselagem pelo simples fato das pontas sofrerem uma maior carga de vibração.

    Mísseis em geral tem vida útil mais curta, pois seus propelentes são “igual comida”, eles estragam, ou melhor, perdem oxidação.

    Bombas em geral tem vida útil muito maior, mas tb “estragam”, inclusive suas warhead.

    Quem fica vencido tb são os componentes eletrônicos… Agora junte tudo isso e saiba que cada um demanda uma armazenagem e manuseio específico e possuem validades distintas:

    – Nunca que esses 5 anos está correto, ESQUEÇAM essa informação, ela está errada e ainda foi exposta de forma extremamente simplória.

    Mais uma coisa:
    – Essa lista ai de armamentos provavelmente não chegará ao Brasil antes de 2019 e isso é outro fato.

    Grande Abraço.

  69. kkkkkkkkkkk

    Bosco CAS…

    Essa foi a definição mais assertiva da semana…

    Muito bom…

    Bosco, que responsa… 😀

    Grande Abraço.

  70. Se me permitem…

    Aqui na Civil, a piada é quando se recebe uma pistola e 3 carregadores de 16 cartuchos de capacidade, podendo levar 49 cartuchos no total, e só se recebe… 25 cartuchos ! Nem completam 2 carregadores !

    Não tem essa de receber munição pra doutrina, se recebe pra combate. Cada Gripen tem que receber armamento ofensivo e defensivo pra cumprir um mínimo de missões de combate, senão qual seu poder dissuasório e de sobrevivência da aeronave e do próprio piloto ?

    PS 3 carregadores de 16 = 48, + 1 cartucho na câmara, total 49.
    Polícias usam PT de ação dupla com trava, podem levar munição na câmara com segurança, e a doutrina policial de uso de armas curtas é diferente da militar.

  71. Bosco, gostamos dos mesmos assuntos.
    Mas, por tudo o que há de mais sagrado…. pare com esse negócio de que RCS de avião stealth teria zeros e mais zeros a direita… Esqueça isso. Quando tiver a oportunidade de conversar com alguém da FAB ou da indústria aeronáutica, indague-os… A 0 grau de apresentação, há duas classificações mais realistas: uma cita números entre 0,01 m2 (seria o cenário real absolutamente perfeito) e 0,1 m2; outra cita números entre 0,2 m2 e 0,4 m2.

  72. fabiano fb, basta vocês saber como usa-los adequadamente e isto se consegue mantendo e aprimorando a doutrina.

    Durante uma Salitre a FAB foi literalmente dizimada pela FACH, deu até briga, e a alegação dos pilotos foi a defesagem do vetor e do armamento, na época F 5 E e P III. a FACH veio com F 5 Tiger III, PIV com HMD, que travava no alvo a 45º.
    A resposta do Brig Burnioer na época foi interessante:

    “Ok vocês estavam com um equipamento inferior, mas precisavam se expor como patos aos Chilenos”.

    O que ele quiz dizer com isto?

    Que mesmo sem ter o melhor equipamento, existem TOs, manuais, literatura disponibilizadas pelos setôres de operaçãoe inteligência do Comgar que fala detalhadamente sobre os nossos vizinhos e suas capacidades e cabe aos pilotos estudar, que é parte da doutrina.

    Agora vamos inverter:

    Durante a uma das úçltimas Cruzex, os Chilenso vieram com seus F 16 block 52, mas passavam as noites na farra, os amercinaos vieram com os seus e passavam o tempo todo estudando a operação, resultado:

    Dizimaram os Chilenos.

    Estudo, doutrina, disciplina e logística, assim se ganham guerras.

  73. elfim 10 de agosto de 2015 at 0:17 #

    Se me permitem…

    Aqui na Civil, a piada é quando se recebe uma pistola e 3 carregadores de 16 cartuchos de capacidade, podendo levar 49 cartuchos no total, e só se recebe… 25 cartuchos ! Nem completam 2 carregadores !

    Não tem essa de receber munição pra doutrina, se recebe pra combate. Cada Gripen tem que receber armamento ofensivo e defensivo pra cumprir um mínimo de missões de combate, senão qual seu poder dissuasório e de sobrevivência da aeronave e do próprio piloto ?

    PS 3 carregadores de 16 = 48, + 1 cartucho na câmara, total 49.
    Polícias usam PT de ação dupla com trava, podem levar munição na câmara com segurança, e a doutrina policial de uso de armas curtas é diferente da militar.

    Delfin, as cosias são um pouco diferentes na aviação, pense que estamos falando de um míssil como o Meteor que custa 2 milhões de euros e perde validade rapidamente.
    Não estamos em nenhum TO quente ou na eminência contínua de uso como um policial, mas de qualquer forma esta quantidade é inicial e para realizar as integrações aerodinãmicas, em seguida a FAB deve contemplar um lote adicional.

    Grande abraço

  74. Isso aki é uma amostra para os míopes e anacrônicos que acham que uma materiazinha dessa ai, que “divulga” uma listinha mequetrefe de possíveis armamentos que podem vir a desembarcar em Terra Brasilis COMPROMETE A SEGURAN”CA NACIONAL.

    http://comptroller.defense.gov/Portals/45/Documents/defbudget/fy2015/fy2015_Weapons.pdf

    esse é o link pra o arquivo em pdf para o Requerimento de Verbas para o Ano Fiscal de 2015 do Departamento de Defesa Americano.

    São 84 páginas definindo Valores, Quantidade, Onde, Quando e Como vão gastar cada centavo do contribuinte.

    ironic mode [ON]
    Ahhhhh e já teve até um piquete no Pentágono dizendo que a Segurança Nacional Está em Risco!!!
    ironic mode [OFF]

    Grande Abraço.

  75. Antes que eu me esqueça…

    o pdf ai de cima é ATOLADO de gráficos, tabelas e ilustrações… enfim, absurdamente didático.

    Grande Abraço.

  76. “Alexandre Galante 9 de agosto de 2015 at 14:17 #

    Baschera, você está exigindo muito do G1. A grande imprensa não costuma ser muito precisa quando trata de temas militares.”

    estes ai pelo menos acertaram o nome do caça direito…pois as vezes nem isso conseguem informarem direito….hihihihihi.. 😀

    este Baschera é muito exigente mesmo pro meu gosto…. 😛

  77. Juarez.

    Reconheço que um míssil custe mais que um punhado de cartuchos, mas como brasileiro, não acredito que uma novela destas ainda se arraste por economia.

    Qto a testes e integrações, tudo bem que o Gripen NG é uma aeronave distinta do J-39, mas isso deveria ter sido levado em consideração na escolha da aeronave. Um F-18SH nem precisaria se pensar nisso, afinal é uma aeronave já testada e aprovada em combate com amplo mix de armas.

    E sim, persistência em combate depende de quanto de munição se tem pra lutar, independente de arma, doutrina ou teatro.

    O jeito é rezar pra termos mais 15 anos de paz, o que infelizmente não depende tanto de nós, e sim dos outros.

  78. Oganza
    10 de agosto de 2015 at 0:40 #

    Que documento incrível! muito legal! daria pra fazer uma matéria só com ele! seria bom se o editor ficasse de olha na data de lançamento das próximas edições!

  79. Andrei,

    aki é igual a “relógio suíço”… tudo sai no dia e na hora marcada… Se tiver atraso os caras vem a público, pedem desculpas e alguém é punido.

    Esses requerimentos sempre saem no primeiro trimestre de cada ano para serem discutidos, votados, aprovados e implementados até o último trimestre do mesmo ano.

    Em 2013 o Congresso não teve recesso de fim de ano e teve uma sessão que só acabou 72 horas depois de iniciada, com os congressista sendo proibidos de deixar o prédio até as matérias estarem resolvidas… foi um tal de assessores, secretários, etc… dormindo no corredor… teve até foto no jornal. kkkkk

    Se preocupe não… daki a 200 anos chegamos lá… mas é preciso começar hj.

    Ps.: Em todos os DoDs de países sérios do mundo vc tem acesso a documentos como esse ai… até da França vc consegue, apesar deles miguelarem muuuita coisa.

    Grande Abraço.

  80. Sobre Oganza às 0:40h, e as grandes quantidades de armas americanas mostradas claramente para todos…
    Quando bato na tecla de “não termos inimigos” e nas pequenas quantidades de nossos armamentos, sejam reais ou dissimuladas, minha preocupação maior não tem nada sobre entrarmos hoje em guerra, mas sim com outra coisa…
    Uma coisa conhecida como: “Toneladas de diplomacia”.
    Lembram que o Obama fez pouco caso sobre o pedido de desculpas para a espionagem na Dilma?
    E o tratamento cheio de cuidados e desculpas com a Angela Merkel?
    Pois esse fator de termos capacidade militar adequada para o tamanho de nosso economia, e capaz de mandar de volta para casa um dos nossos capazes inimigos, serve principalmente para essa questão de simples Respeito. E não de fazer guerra hoje.

    E da-lhe então quantidades de arma boa parada no deserto. Sua utilidade……. Respeito que vai alem da dissuasão. Por isso armas nucleares não bastam sozinhas.

    As cluster, 10 subnucs com armamento convencional mesmo, 4 milhões de fuzis, inclusive nas mãos de civis honestos, causam Respeito. Mas querem nos desarmar a todo custo… faca de pão ainda pode, ou não?
    Quem sabe um dia o Brasil ainda aprenda sobre diplomacia em tempos de paz.

  81. Uma boa noite a todos, uma questão de leigo para o mestre Bosco, ou quem mais souber responder. No caso existem misseis que podem ser mudadas as cabeças de guia para outras modalidades exemplo IIR para laser, ou mudar de AA para AS e caso sim, não seriam mais economicamente viáveis para FAB?
    Obrigado desde já!

  82. 70 unidades para 36 homens? e apenas 14 pods?

    Eu smeshno- onde um meteoro? onde AIM-120C-5?

    Acho que é engraçado e triste, país fascinante

  83. So o que foi roubado da petrobras ja dava para armar esses caças com os melhores misseis e bombas disponiveis e em quantidades suficiente

  84. Reportagem bem lixosinha.

    As quantidades se explicam. No A-Darter é para fazer a integração no NG, e não se compra mais porque o míssil é uma incógnita. SE ele um dia se mostrar confiável mais quantidades poderão sempre ser adquiridas.

    Enquanto isso, vai de Iris-T, que é um baita de um míssil. A FAB não troca assim o certo pelo duvidoso.

    O novo Derby pode ter ficado caro demais pra nós.

    Quanto ao Meteor: duvideodó! Uma porque não temos dinheiro. Duas porque os europeus não venderão sua principal e mais moderna arma ar-ar, pra ir parar na mão de venezuelanos, cubanos, russos, chinas e sabe-se lá mais quem. Três porque não teremos por muito tempo capacidade técnica para operá-lo.

    Meteor? Só acredito vendo…

    E essa da Mectron produzir o Meteor… É piada né? 🙂

    Sds.

  85. Parabéns ao G1 pela matéria, exceto por não ter ouvido um especialista civil no assunto – acabou ouvindo quem não entende do assunto.

    Eu achava que um pedido com base na lei de acesso à informação seria rejeitado sob o fundamento de prejudicar a segurança nacional (algo que na FAB toma contornos tão estapafúrdios que é capaz dela se negar a dizer até qual é a mistura do rancho para não comprometer a segurança nacional).

    No mais, espero que os mísseis cheguem junto com os caças, nem antes e nem depois.

  86. Isso não significa de forma alguma que jamais iremos adquirir os BVR. Não compramos “agora”. ponto.
    Esse número correspondente às unidades de mísseis e bombas que serão adquiridas (diz a lenda, serão adquiridas) é apenas um número, caros senhores. Vejamos da seguinte forma. Os 36 caças não chegarão todos juntos, voando em formação. Certo?
    Até o último lote de caças ser entregue, muita água passará de baixo da ponte.
    Acho que se podemos discutir algo concreto sobre a matéria, é menos desgastante falar sobre as características de cada armamento (bombas, pods e mísseis) do que das unidades insuficientes e também das armas que não estão na lista.

  87. Oganza,

    De uma certa maneira a FAB está correta quando esconde as quantidades em nome da segurança nacional dada a nossa triste realidade, imagine um potencial inimigo lendo um destes documentos, US Air Force compra 1500 mísseis BVR, FAB compra 15 mísseis, quem você acha que vai ser atacado? Dada a quantidade irrisória de nossos arsenais, é melhor mesmo deixar a quantidade em segredo, em um comentário anterior foi dito que dissuasão se faz mostrando o tamanho do trabuco, o problema é que o nosso é como aquele assaltante que coloca um pedaço de cano no bolso pra fingir que tem arma.

  88. quem sabe a FAB ainda vá receber aquela meia duzia de gripen ,conformeinicialmente anunciado…e assim êsse armamento seria utilizado…sabem, a tal historia que iriamos fazedr o leasing de 6 a 10 jatos,ate 2019…quem sabe!!!

  89. Acho difícil o leasing, tudo está indicando que essa história morreu. Além disto, este pacote de armamentos está incluído no programa FX-2, então é para ser utilizado nas aeronaves que compõem tal programa da FAB.

    Sobre a matéria do G1 eu diria que a mesma deva conter sem dúvidas um fundo de verdade, mas não devemos levá-la a sério muito criteriosamente. Vamos dar um desconto.

    Agora, esta quantidade mínima de armamentos só deve contemplar as primeiras unidades de 4 ou 6 caças que chegarão e iniciarão a formação da doutrina da FAB com o novo caça.

    Diante da crise e incerteza de recursos a FAB preferiu garantir algo para dar o ponta-pé inicial, deixando para comprar um pacote mais completo em momento mais oportuno ($$).

    Sobre míssil BVR, esses primeiros Gripen NG devem usar o que já temos, Derby! Sobre os Europeus se recusarem a vender o Meteor ao Brasil é pura bobagem, os Europeus vendem ao Brasil o que o este puder pagar.

    Saudações.

  90. Felipe Batista,

    desculpa ai, mas isso ai é a famosa esquiva do “Amarelão” quando eu era criança:“A desculpa do amarelão é sempre o barro.”.

    – Meu caro, ninguém na AS tem hj vetores e armamentos no estado da arte operacionais e prontos para emprego com uma doutrina mínima equivalente. Exceto o Chile.

    Então de uma certa maneira a FAB, se estivesse usando este expediente, não estaria correta não.

    Agora se o nosso trabuco for de festim, a culpa é inteiramente nossa e de mais ninguém. Acho que ficou claro meu ponto.

    Grande Abraço.

  91. Calma senhores, se o Ng se concretizar, eu só acredito quando pousar o primeiro na BAAn, os Meteor estarão por aí, já foram acordados com o consórcio, só ainda não comprado pela razão de smpre.

    Delfin, agora tu disse tudo, se o SH tivesse levado, nós a esta hora não estaríamos negociando migalhas e sendo extorquidos, estaríamso sim nos preparando para a partir de 2016 começar a receber as aeronaves com pacote de armamentos claro, escrito, assinado e com custos abertos e claros ao público, mas o destino nos levou a outros caminhos.

    Grande abraço

  92. Juarez e Delfim,

    Na parte que cabe à Boeing e aos EUA, eu não tenho dúvida disso. Porém, a outra parte do contrato continuaria sendo o Brasil (MD, FAB) e continuaria precisando de aprovação do Senado.

    Então, não duvido que o programa estaria nessa mesma fase, com a diferença que a partir do momento que o contrato “entrasse em vigor”, as coisas andariam mais depressa, pois, aí sim, dependeria apenas da Boeing. Mas, mesmo assim, acho que demoraria para chegarem nossos SH, pois a FAB provavelmente iria querer enfiar a tela única da AEL no SH, dentre outras customizações tupiniquins.

    Sobre o armamento, entrei na notícia de 31/03/15, replicada no PA, na qual consta:

    “De acordo com a Copac, o pacote de armamentos do Gripen inclui um míssil de longo alcance BVR (beyond vision range), um de curto alcance WWR (within visual range) e armamento de ataque ao solo. O sistema de armas do Gripen já foi definido pela FAB, mas os detalhes sobre os equipamentos e seus fornecedores não foram informados por questão de segurança nacional.”

    Já de acordo com essas informações do MPF, não houve a contratação de um míssil BVR, contrariando o que a COPAC supostamente disse.

    Mesmo tendo várias ressalvas em relação à FAB (que só com 30 anos de atraso “comprou” um míssil anti-navio), acho difícil ela não comprar um BVR novo, futuramente, para os Gripens. Porém, aparentemente, ficará para um próximo contrato.

    Sobre o Gripen C/D aposto que não virão. A FAB que trate de pagar a Embraer em dia para ter “novos” F-5M e A-1M a sua disposição no futuro.

  93. Calma, normalmente se produz e média 12 caças por ano, exceto em casos extremos de linha de montagem, pra que comprar muitos mísseis e armamentos, os mesmos tem prazo de validade. À medida que for fluindo a produção a Fáb vai se adequando à sua realidade e fazendo mais pedidos para o NG ou E/F, como queiram. Um abraço

  94. Oganza, concordo com você que a culpa é toda nossa, mas ainda penso que uma vez que o trabuco é de festim não é inteligente sair exibindo ele por aí.

  95. Felipe Batista…

    hahahaha, pode crer…

    …ai seria descer muito nível, indo ao encontro dos arrotadores superultramegapuxa mundiais, tipo Venefavela, Ping-Pong do Norte… pegou né?

    Grande Abraço.

  96. Mas tava pensando aqui:
    não há nada demais em ter 3 WVR’S diferentes, afinal, o F35 é absoluto em BVR, mas sofrível em dog fight’s, logo economizamos, tentamos fugir do BVR, e arriscamos tudo no combate aproximado contra o mais poderoso caça do mundo!

    😛

  97. Mectron produzindo Meteor, ainda mais com a Odebrecht toda enrolada na Lavajato? Faça-me o favor! Se eventualmente esse míssil viesse a ser produzido aqui seria pela AVIBRÁS, com quem a MBDA assinou um acordo versando sobre o CAMM, que foi escolhido como o SAM das novas corvetas Tamadaré.

    Quanto à lista de armamentos comprados, uma ausência se faz sentir que é a do RBS-15 sueco, um verdadeiro petardo com mais de 200 km de alcance e capacidade de atingir alvos terrestres. Por que motivo a FAB deixou passar a oportunidade de comprar uma excelente arma Stand-off?

    No que se refere a míssil BVR, o I-Derby me parece uma alternativa interessante caso se cumpra a promessa de dobrar o alcance, que o colocará na casa dos 100 km. Ou então vamos ao Tio Sam atrás de AIM-120

  98. Boa tarde.

    Outra coisa que não posso deixar passar batido: esse alcance citado para mísseis BVR, simplesmente non ecxiste…
    Os disparos no mundo real são muitos mais próximos. AIM-120, MICA, Derby…. Todos eles são disparados, na pratica, entre as 20 e 30 milhas. Quanto ao AIM-120 D e Meteor, não sei como será. Em tese, com uma maior NEZ, o alcance seria ampliado. Vamos ver como isso ficará.

    Saudações tricolores
    (a propósito: outro gol do Grêmio !! rsrs)

  99. HMS_TIRELESS 10 de agosto de 2015 at 15:04 #

    Mectron produzindo Meteor, ainda mais com a Odebrecht toda enrolada na Lavajato? Faça-me o favor! Se eventualmente esse míssil viesse a ser produzido aqui seria pela AVIBRÁS, com quem a MBDA assinou um acordo versando sobre o CAMM, que foi escolhido como o SAM das novas corvetas Tamadaré.

    Mesmo assim eu acho brabo……..

    Quanto à lista de armamentos comprados, uma ausência se faz sentir que é a do RBS-15 sueco, um verdadeiro petardo com mais de 200 km de alcance e capacidade de atingir alvos terrestres. Por que motivo a FAB deixou passar a oportunidade de comprar uma excelente arma Stand-off?

    Aguarde, está na lista.

    No que se refere a míssil BVR, o I-Derby me parece uma alternativa interessante caso se cumpra a promessa de dobrar o alcance, que o colocará na casa dos 100 km. Ou então vamos ao Tio Sam atrás de AIM-120

    Devem ir de Meteor by pratelerex.

    Grande abraço

  100. O que é mais interessente em termos de BVR?

    Uma solução somente com misseis Meteor ou um mix Derby e Meteor.

    Para um inimigo os diferentes envelopes dos BVR não causariam confusão?

    Ou em termos de logística essa soluçõ seria um desastre?

  101. Não faria muito sentido mesmo comprar 200 misseis se os caças só vão chegar em 2019 e a conta gotas…melhor focar a discussão nas armas, como bem já disse outro forista.

  102. Juarez,
    Pelo que vi tem dois Derbys atualizados: o I-Derby, que teve uma atualização da cabeça de combate, e o I-Derby-ER, que teve também uma atualização do propulsor que lhe dobrou o alcance.

    Jorge,
    Toda força aérea usa mísseis mais e menos capazes pra poder flexibilizar suas ações.
    Os americanos usam até hoje o Sparrow (semiativo) e versões A e B do Amraam, além de versões L e M do Sidewinder.
    Essas versões complementam os mísseis em estado da arte, como o AIM-9X e o Amraam C e D.
    No Brasil podemos sim operar o Derby e o Meteor e o Piranha 2 (??) e Python IV complementando o A-Darter e/ou Iris-T.
    Em termos de causar confusão ao inimigo, ele sempre deve agir pensando que o inimigo tem o míssil de melhor desempenho.

  103. Prezado Cel. Rinaldo Nery,

    a grandes distâncias, o míssil chegaria sem energia… Adaptando um ditado conhecido (e como estamos vendo pela compra do Gripen…), “míssil não dá em árvore”.

    Quanto a questão do IFF/NCTR, penso que as dificuldades inerentes à identificacao serão cada vez menores, dada a evolução da tecnologia. Já no Golfo em 1991, o F-15 pôde realizar 16 disparos BVR fatais, e a tecnologia só vem evoluindo.

  104. Com todo respeito aos Fabianos competentes, uma curiosidade…

    Nosso Exército já admitiu que dependendo do tamanho do rojão do inimigo seus soldados se metamorfosearão em vietcongs,

    Nossa marinha já deixou claro que está focada na tal Blue Amazon, e que precisa de mais meios para cumprir a tarefa, inclusive com subnucs,

    E a FAB… até hoje nunca fiquei sabendo de qual sua estratégia para nos defender de um inimigo poderoso?!!

    Por que a FAB não abre o bico? Será porque é uma ave de rapina sem garras e nem mesmo bico?

  105. Galli,
    Me permite discordar!
    O refinamento de sistemas de data-link, unidades inerciais, motores aspirados, etc. aliado aos radares de varredura eletrônica permitem sim o alcance nominal desses mísseis.
    Se isso não aconteceu até agora e se os combates BVR foram todos feitos nesse limite de 30 NM foi porque até hoje não houve combates usando os novos LRAAMs e radares de varredura eletrônica.
    O radar de varredura eletrônica (PESA e AESA) mudou os parâmetros anteriores do combate BVR. Detecções e rastreamentos são possíveis a distâncias 3 a 4 x maior, e esses mísseis de grande alcance vieram preencher esse nicho.
    As técnicas usadas para combates a grandes distâncias vão desde a utilização de motores aspirados (ex: motor foguete com duto como no Meteor) que aumenta o impulso específico; a utilização de trajetória “loft” (onde o míssil sobe até 10 km mais alto que o caça lançador e mergulha em grande velocidade mantendo a manobrabilidade); a utilização de motores maiores (possível pela miniaturização dos outros componentes), a utilização de propelentes mais energéticos; o melhor controle dos parâmetros do voo (IMU avançado), otimização da aerodinâmica (reduzindo o arrasto induzido), o uso de motor foguete dual pulse ou multi-pulse; o lançamento dos mísseis em velocidade supersônica; etc.
    E caças stealths se beneficiam muito mais dessas tecnologias e têm oportunidades muito maiores de tiros a distâncias extra-longas, aumentando o Pk de forma considerável.

  106. Boa noite pessoal hoje ou melhor dia 10 eu estava conversando com meu professor na aula de engenharia mecânica e ele afirmou categoricamente que o acordo espacial com a Ucrânia não foi encerrado , mas entrou em uma âmbito de segredo de estado pois ele tem um parente próximo que trabalha com combustível líquido e que o governo divulgou o termino do acordo somente para tocar o programa secretamente.

    Abraços

    PS. não tenho como comprovar nada, isso foi só um papo na sala de aula .

  107. OFF TOPIC…

    …mas nem tanto!!!

    A Embraer mais uma vez qndo lhe interessa, dando as costas ao Brasil:

    (http://www.defesanet.com.br/embraer/noticia/20000/EMBRAER-ou-AMECOAER-(AMEmerican-COmpany-AERonautics)-/)

    A Embraer está de mudança, do Brasil.
    Produtos e processos de produção desenvolvidos c/ dinheiro do BNDES e da Finep estão sendo transferidos p/ Évora e p/ a Florida, sem a menor cerimônia.
    Já está mais do que na hora de o país discutir sua relação c/ a “airframer” e cercear esses movimentos.
    O cancelamento da encomenda do KC-390, a exclusão da companhia e de seu grupo do F-X 2 e a anulação de seu status como EED, seriam umas boas medidas p/ começarmos.
    Resta saber se esse (des)governo que está aí, tem peito p/ faze-lo.

  108. Farroupilha e outros entendidos, vcs acham que a FAB iria informar a qtde correta de armamento ou estrategia? Sabem de nada inocentes….

  109. Uma coisa eu não entendo: quando se toca no assunto com gastos em viagens de comitivas, políticos etc, não se divulga valores por causa da tal segurança nacional. Mas se pode divulgar os quanto e quantos se gastou com os armamentos do futuro caça da força…

    Voltando: em época de vacas magras, é o que dá pra se fazer…

  110. Bosco, bom dia.
    O fato base não é nenhum desses que você citou.
    Envolve energia. Em suma: os alcances citados para os mísseis BVR são sempre para um cenário para lá de ideal… Alta altitude, por exemplo. Outra coisa: no mundo real, um caça adversário não fica parado… Então, para aumentar o pK, o disparo acaba sendo muito mais próximo.
    Quanto aos novos mísseis, tem mais energia, mais velocidade, maior NEZ. Assim, eu chuto que o alcance prático de um Meteor, por exemplo, fique em algo entre as 50 e 60 mn. Levando em conta o que eu disse acima, não há nenhuma razão para acreditar que os disparos passarão magicamente a se dar no alcance máximo constante do mundo mágico dos folders de marketing……..
    A propósito, ter o Gripen e não comprar o Meteor (primeiro caça a integrá-lo), é como ir ao Rio sem ver o Cristo…
    Abraços,

  111. Olho aqui pra cima e não vejo nenhum Gripen voando em Anápolis, as vezes um F-5 e R-99. Então calma meu povo, quando o Gripen estiver aqui voando ai sim poderemos quais são seus dentes. Até lá relaxem.

  112. “Quanto aos novos mísseis, tem mais energia, mais velocidade, maior NEZ. Assim, eu chuto que o alcance prático de um Meteor, por exemplo, fique em algo entre as 50 e 60 mn.”

    Já é um otimismo brutal levando em consideração toda a gama de manobras evasivas que o adversário pode fazer tendo consciência que está sendo travado (coisa que os aviões na Guerra do Kosovo por exemplo, não sabiam…)

    A verdade é que para caças os alcances diminuem muito devido a facilidade em se mudar de direção e altitude…

  113. Andrei, amigos,

    Aí é que está…

    No meu entender, o míssil não precisaria acertar. Uma vez o dito cujo lançado, e o alvo será obrigado a medidas drásticas. A começar pelas manobras, que certamente o farão perder energia. A depender da situação, será obrigado a largar sua carga, o que significa fim de missão. O consumo na tentativa de manter energia também será comprometedor.

    Enfim, juntando tudo isso, somente sepode concluir que, mesmo que o alvo evite o primeiro disparo, ele automaticamente estará em desvantagem. E se se puder fazer isso de uma distância maior, tanto melhor. Por tanto, pode se dizer que mesmo sem acertar, o míssil BVR pode cumprir seu papel e contribuir para safar o seu usuário e evitar a ação inimiga.

    Saudações.

  114. Sobre distância de disparo dos mísseis BVR. Se é divulgado que o alcance máximo é de 100 km isso é no momento do disparo ou leva-se em consideração que o avião atacado pode “se afastar”? Tipo agora está a 100 km mas daqui a um minuto estará a 120 km…

  115. Prezados,

    talvez a interpretação otimista da aquisição seja a seguinte:

    serão feitas pequena aquisições periódicas de modo que o inventário mantido seja de tamanho razoável mas sem uma única data de validade, assim o risco de perda operacional de todo o inventário em uma eventual situação de embargo é minimizado.

    Sobre o último (e bom) comentário do _RR_: não seria o conceito CUDA o melhor representante dessa doutrina de uso do míssil BVR?

    Abrs,

  116. rinaldo nery 10 de agosto de 2015 at 22:58 #

    Galli, tá correto. Além de 30 NM só o finado PHOENIX do F-14.

    Caro Cel Nery, falta combinar isto com o pessoal do Emaer e do Comgar que em uma palestra aberta a Marinheiros e Verde Olivas bradou aos quatro ventos que toda a nossa doutrina AA deveria ser revista, pois o NG ampliaria o horizonte de defesa AA para 100Km, e olha que tinha colega de turma do senhor falando a boca grande das capacidades do Meteor.

    Grande abraço

  117. Leigo,
    A distância nominal (máxima) diz respeito a distância percorrida pelo míssil numa situação ótima em termos de altitude e velocidade do vetor.
    Contra um alvo frontal (head-on engagement) o caça dispara com o alvo ainda distante da distância máxima.
    Por exemplo, se um alvo está se aproximando a velocidade de 300 m/s e o míssil tem velocidade média de 1400 m/s e alcance de 100 km o míssil será disparado quando o alvo estiver a cerca de 120 km de distância.
    Claro, isso é teórico porque na prática o bom senso manda que o míssil seja lançado com mais folga e não no seu limite cinético.
    Num lançamento com o alvo se afastando (tail-chase engagement) a 300 m/s já ocorre o contrário e o míssil tem que ser lançado com o alvo estando a 70 ou 50 km de distância para que o míssil possa alcançá-lo dentro do alcance de 100 km.

    Andrei,
    Como um caça pode ter consciência que está sendo atacado por um caça F-22 com AESA armado com um AIM-120C7 lançado a 100/120 km?
    O AESA opera no modo LPI , que dificulta ao caça inimigo saber que está sendo rastreado. Um radar de varredura eletrônica não muda o modo de varredura quando engajando um alvo, portanto, mesmo que o caça detecte o radar do F-22 ele não teria certeza que está sendo atacado.
    A 100 km o radar do inimigo não consegue captar um míssil com as características (RCS) do Amraam.
    O míssil segue 10 km mais alto que o caça lançador e pode nem ser detectado quando está muito próximo.
    O míssil tem um motor foguete com baixa emissão de fumaça.
    O míssil só funciona o seu motor durante os 10 ou 15 segundos iniciais, portanto se aproxima do alvo vindo de cima com o motor desligado, sendo difícil ser detectado visualmente (de dia e de noite) e por sistemas de alerta de mísseis, que em geral funciona contra mampads ou SRAAMs.
    Em geral sistemas MAW (alerta de aproximação de mísseis) detectam o IR ou UV emitidos pelo motor foguete.
    Há poucos sistemas de alerta de mísseis capazes de detectar o calor do corpo do míssil. Só conheço o do F-22, F-35 e o novo sistema do Rafale. Em geral sistemas MAW (alerta de aproximação de mísseis) detectam o IR ou UV emitidos pelo motor foguete e não funcionam quando ele está desligado.
    Nem todo caça tem MAWS.
    A 100 km o IRST de um caça não consegue detectar o lançamento de um míssil ar-ar.
    São poucos os caças que possuem IRST.
    O míssil vem com o radar desligado e não alerta o RWR inimigo até nós últimos 4 a 5 segundos, dando mínimo tempo de reação ao alvo.
    Nem todo caça no mundo tem RWR e poucos têm um que seja altamente eficiente.
    O data-link é de difícil detecção por um simples RWR e em geral não é detectado salvo por caças equipados com uma suite avançada de ELINT, como o F-22 e o F-23.
    Por tudo isso um caça stealth tem reais chances de pegar um caça de geração anterior de surpresa no limite do alcance.
    Também caças como o Gripen NG podem fazer o mesmo contra caças menos capazes.
    Claro, caças de mesma geração e com sistemas equivalentes podem se detectar a distâncias semelhantes e pode complicar um engajamento BVR fora da NEZ. Esses, devem se aproximar para lançar mísseis dentro da NEZ e correm mais riscos do combate fechar para o visual.

    Um abraço aos dois.

  118. Leigo,
    http://i054.radikal.ru/1104/69/74e03050c566.jpg
    Esse gráfico de origem russa mostra o desempenho estimado da versão C-7 do Amraam.
    Pelo jeito eu fui muito otimista acerca da distância de engajamento numa situação “tail chase engagement”.
    Claro, subentende um alvo não manobrando.
    Parece muito, mas os russos dizem que conseguem abater aviões lentos a 450 km com seus mísseis ar-ar.

  119. Botou pra lascar Bosco! só de sigla ai eu tenho que pesquisar uma semana toda pra responder kkk.

    Como eu disse… se o caça souber….
    Mas vejamos, o radar do raptor modula a potência pra sempre “utilizar o mínimo necessário de potencia e possibilitar o travamento (acho que meu modem adsl já vem com esta tecnologia pra economizar energia kkk)”.
    Vamos supor pro bem do argumento que meu su-35 (sim, sou fã de muitos equipamentos russos, mas não acredito em milagres) consiga perceber um sinal intermitente, e que exista alguma informação prévia para o piloto que existem raptors operando…
    Neste cenário a coisa mais inteligente seria voar baixo e aproveitar o terreno pra tentar diminuir a distância de engajamento dada a desvantagem tecnológica.
    Ok, estou voando baixo, seguindo o terreno e meu sistema de alerta começa a dar sinais intermitentes numa área onde raptors estão operando, aperto o botão de ejeção e vou pro bar, ainda não vamos continuar…
    A primeira medida seria mudar radicalmente o angulo de aproximação aproveitando o limite do radar para apontar para a fonte do sinal, nisto você pode ter certeza a distância de lançamento efetiva já caiu pra menos da metade da divulgada…
    Aqui, vamos supor que o terreno não ajudou muito e o raptor pode continuar travado, bem, o tempo vai passando e continua um sinal intermitente e nada do radar detectar a fonte da possível ameaça, neste caso seria interessante um míssil antirradiação, mas vamos supor que eles não estejam disponíveis. a após um período seria prudente recuar, se este fosse um caso o míssil lançado nesse meio tempo poderia se perder e o piloto do su-35 nem saberia que conseguiu escapar da morte certa. Se o nosso destemido piloto continuasse avançando, ai sim, teríamos um cenário de ponto sem volta mas pode ter certeza que as distância em questão seria muito menor…

  120. Parece muito, mas os russos dizem que conseguem abater aviões lentos a 450 km com seus mísseis ar-ar.

    Só se forem lentos e burros com o míssil fazendo uma trajetória parabólica perfeita…

  121. Andrei,
    Há várias possibilidades.
    Sem dúvida o RWR de um moderno Su-35 pode sim ser capaz de detectar as emissões do APG-77 no modo LPI e aí eu penso em umas três ou quatro maneiras do F-22 ainda sair vitorioso, e sem falar que o F-22 com o radar ativado e controlando os mísseis pode não ser o F-22 que lançou os mísseis e que está no modo silencioso.
    Agora, não se engane acerca do gráfico do AIM-120 que eu postei.
    Ele parece indicar que um Caça F-22 a 15 km de altitude não pode atingir de grande distância um alvo a 100 metros de altitude, mas isso não é verdadeiro.
    O gráfico peca em não colocar em perspectiva a circunferência da Terra e ele não mostra o envelope cinético completo de um míssil BVR, principalmente um que usa o modo “loft”, que como você citou, descreve uma parábola para atingir alvos muito distantes. Um alvo em baixa altitude poderia reduzir o desempenho do míssil mas não como aparentemente mostrado no gráfico russo.

  122. Dumond ( 11 de agosto de 2015 at 16:38 ),

    E tudo isso que disse acima é contando com a possibilidade de se perceber a ameaça do lançamento ou o míssil a tempo de se fazer alguma coisa; o que é, como o Bosco bem demonstrou, algo remota… E lembremos que aeronave alguma vai manobrar mais que um míssil…

    O CUDA é uma promessa interessante, com um conceito bastante atrativo, oferecendo a possibilidade de um ‘kill’ por impacto, o que teoricamente dispensaria cargas e sistemas adjacentes. Se se materializar o baixo custo ( e não há razão para acreditar que não terá custo inferior ao AIM-120D ), então ele pode sim vir a ter um papel importante; principalmente em aeronaves como o F-35, cujo espaço em suas baias é limitado…

  123. Com todo respeito ao Mestre, que muito nos ensina em seus comentários…..
    …..mas, as crianças de hoje não necessitam jogar em um ATARI para poder habilitar-se a brincar nesses sofisticadíssimos jogos eletrônicos 3D….

  124. Éobvio que os misseis wvr serão raphael Phyton 3 israelenses e anguns piranha 2, esperando o A-Darter, e o BVR será Raphael Derby… Vcs tem dúvidas comentem… P.S.: Bombas guiadas serão lizards…

  125. sistemas mais poderosos que os dos outros países da America latina, a bomba spice 1000 israelense são o estado da graça, com alta capacidade e tecnologia! e o míssil a darter que será fabricado no brasil com tecnologia nacional! isto sem dúvida é um ganho considerado. e ainda os caças gripen com enlace de dados e o único com velocidade de super cruzeiro do semisfério sul!

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