Tudo sobre o preferido da FAB

Clique aqui para baixar uma apresentação em PDF do Gripen NG, na proposta da Saab feita à Holanda. Muitas informações importantes sobre a aeronave estão presentes no documento. A ilustração abaixo do Gripen NG está na apresentação, com cocar da FAB, designação F-39E, matrícula 3939 e o Jaguar do 1º GDA pintado no alto da deriva.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

17 Responses to “Tudo sobre o preferido da FAB” Subscribe

  1. Antonio M 26 de janeiro de 2011 at 10:44 #

    Pois é…e “de quebra” poderiam vir os nEUROn juntos…

    Mas o nREUOn talvez só no FX58 ………

  2. Rodrigo 26 de janeiro de 2011 at 11:33 #

    O neuron não é só sueco.

  3. ZE 26 de janeiro de 2011 at 11:57 #

    É o meu favorito também !

    Custo de aquisição e manutenção mais baixos.

    Motor com escala impressionante.

    Componentes mais baratos por serem COTS.

    Guerra em rede.

    Swashplate, melhorando muitíssimo a situação do piloto.

    Pousa e decola em pistas curtíssimas, inclusive em rodovias, sendo assim, ótimo para o Brasil.

    Troca do motor em tempo recorde.

    Turn around rapidíssimo.

    Hora de voo mais baixa irá permitir a FAB voar (treinar) mais horas.

    Etc…

    [ ]s

  4. Vader 26 de janeiro de 2011 at 12:05 #

    Perfeito para a FAB e o Brasil.

    Único problema do Gripen NG (que na verdade não é nem dele): o(s) governo(s) do Brasil deixarem de honrar o compromisso assumido.

    A SAAB não é a Lanternaria do Serjão. Mas quem trabalha de graça é relógio.

    Sds.

  5. Nick 26 de janeiro de 2011 at 12:31 #

    Belo material sobre o Gripen NG.

    Operacionalmente o mais adequado á realidade da FAB. Em termos de ToTs, participar do processo de desenvolvimento dos protótipos que seriam construídos aqui, é totalmente diferente de montarmos caças vindo em CKD da França ou dos EUA.

    Pontos negativos, é a falta de uma encomenda por parte dos Suecos. E o fato do Gripen NG não ser um 5G puro.

    Agora aquela comparação com o F-35 é injusta. O F-35 é outra classe de caça, e mesmo sendo focado para missões de ataque e interdição, ele será muito mais capaz na arena ar-ar que qualquer 4.5G. Deve-se comparar o Gripen Ng com seus pares, o F-16 B60, F-18 SH, Rafale, MIG35 e Typhoom.

    F-15SE e SU-35S por suas características são uma outra classe.

    []’s

  6. Antonio M 26 de janeiro de 2011 at 12:31 #

    Rodrigo disse:
    26 de janeiro de 2011 às 11:33

    Não entendi. Isso impede de comprá-lo? Estaria restrito aos países desenvolvedores?

  7. Groo 26 de janeiro de 2011 at 12:46 #

    “Pousa e decola em pistas curtíssimas, inclusive em rodovias, sendo assim, ótimo para o Brasil.”

    Acho que os israelenses, na Guerra do Seis Dias, deixaram as pistas dos aerodromos árabes em melhores condições que nossas estradas.
    :D :D :D :D :D

  8. Observador 26 de janeiro de 2011 at 17:31 #

    Groo:

    É, concordo, acho que só haveria pistas em condições de uso em São Paulo.

    E olhe lá.

    No Sudeste, quero ver é achar um trecho de estrada não utilizado pela população em fuga, em caso de conflito. Os militares podem até tentar isolar trechos de estrada, mais vai ser difícil a logística. Como vai chegar um caminhão-tanque até aquele trecho, se as rodovias estiverem congestionadas, cheias de gente em pânico? Será que as nossas FAs tem planos de contingência nestes casos? Com a palavra, os nossos participantes da caserna.

    No Norte, asfalto é luxo.

    No Nordeste e Centro-Oeste, buracos são a regra.

    No Sul, é difícil achar 800 metros de pista reta, sem declividade e sem ondulações.

    Em compensação, pelo menos em Santa Catarina, tem trechos de estrada que seriam verdadeiros Sky-jump.

  9. tplayer 26 de janeiro de 2011 at 18:06 #

    Realmente Observador, aqui em SC fica fácil de decolar nas serras. Nossos “porta aviões naturais”. hehe

    Todo mundo pensa em usar estradas, mas geralmente esquecem que são nelas que a população irá estar em caso de conflito. Até onde eu sei a FAB nunca teve um plano do tipo, além do mais a própria logística ficaria complicada.

    A melhor alternativa nesse caso seria usar os próprios aeroportos comerciais.

  10. Rodrigo 26 de janeiro de 2011 at 18:49 #

    Antonio M disse:
    26 de janeiro de 2011 às 12:31

    Tem que pedir a benção para cada um deles, igualmente para o SCALP e Meteor.

  11. Ivan 26 de janeiro de 2011 at 19:19 #

    Rodrigo e Antônio,

    Desenvolver programa em parceria, principalmente dentro da Europa, tem vários benefícios, como diluição de custo e garantia de mercado pelos participantes.

    Entretanto a comercialização ‘externa’ pode ficar comprometida pelos ‘humores’ de cada governo.

    Só como exemplo podemos observar o caso Batisti, onde o legislativo italiano tomou uma atitude hostíl e tola contra o Brasil.

    A Itália faz parte do nEUROn desde 2005, salvo engano, através da Alenia Aeronautica, responsável pelos seguintes ítens:
    – Weapon firing system;
    – Smart Integrated Weapon Bay;
    – Air data system;
    – Electrical system;
    – Flight testing.

    Sds,
    Ivan.

  12. Vader 26 de janeiro de 2011 at 21:30 #

    Ivan disse:
    26 de janeiro de 2011 às 19:19

    “Só como exemplo podemos observar o caso Batisti, onde o legislativo italiano tomou uma atitude hostíl e tola contra o Brasil.”

    Ivan, acho que pela primeira vez tenho de discordar do amigo.

    Não é uma atitude hostil, e muito menos tola.

    À época dos crime cometidos pelo criminoso Batistti, a Itália era uma democracia. E continua sendo.

    O Brasil tem um acordo de extradição com a Itália. Por esse acordo, criminosos brasileiros presos na Itália, devem ser extraditados ao Brasil, e vice-versa.

    Quando o golpista e ex-banqueiro Salvatore Cacciola foi preso na Itália (saído de San Marino, se não me falha a memória), a Itália deportou o marginal. Teve um pouco de churumela, porque o sujeito afinal de contas era italiano, mas deportou.

    Porque agora o Brasil não pode deportar o ITALIANO Batistti?

    Não há justificativa. A única justificativa é que ele é da corja que nos governa: um pseudo-comunistinha de merla, da pior espécie, do tipinho que o PT gosta: os que vendem a alma, a pátria e os “companheiros” por 30 denários.

    De maneira que muito me surpreende o amigo falando que a atitude italiana é hostil (pois não é – hostil seria a Itália declarar guerra ao Brasil, o que seria absurdo) ou tola (porque não é uma atitude impensada de um ditadorzinho de quinta categoria, e sim do parlamento italiano, que é uma democracia).

    O Brasil, via GF, é que está tendo atitude tola e hostil com a Itália. Desrespeitando um tratado internacional, devidamente sancionado pelo Direito dos dois países, por conta de um criminoso que seria condenado aqui tal qual foi lá. É o Brasil que está ferindo a soberania da Itália, ao desrespeitar um tratado bilateral firmado.

    A Itália está defendendo o que considera ser correto, justo e soberano. Está defendendo seus interesses. Nessa disputa, estamos do lado errado da história.

    Quiseramos nós, brasileiros, que o governo federal também defendesse os NOSSOS interesses, do país, e dos brasileiros, da mesma forma, e não os interesses dos amiguinhos comunistóides do partido governante.

    Isso é uma vergonha. Vergonha eterna pro Brasil e pro Itamaraty.

    Abraço.

  13. Ivan 26 de janeiro de 2011 at 22:20 #

    Lord Vader,

    Não é minha intenção discutir o caso Cesare Battisti, até porque penso que ele é um criminoso que foi julgado em seu país, que é reconhecidamente democrático, onde acredito que reine o estado de direito. Mas é melhor não mergulhar neste assunto nesta matéria.

    A tolice a que me referi foi o legislativo italiano criar toda sorte de dificuldade com o Brasil, que vai prejudicar apenas a Itália.

    Shakespeare escreveu algo sobre “tomar veneno e esperar que o outro morra”. Pois aí está a bobagem passional italiana, criam sanções a venda deles para o Brasil, com se não pudessemos comprar no resto do mundo, como se a FIAT não tivesse o seu segundo maior mercado aqui, como se a IVECO não estivesse as voltas com um enorme contrato militar com o EB.

    Só para lembrar, o criminoso Cesare Battisti andou refugiado por anos na Paris de Miterrand, mas nem por isso a Itália rompeu relações ou impôs sanções a França.

    Por que tratar o Brasil diferente? Será que não somos “ocidentais”?

    Acredito que nosso governo errou. Mas eles que ‘baixem a bola’ e esperem uma mudança de governo como fizeram com a França.
    Menos que isso eu deixo de comprar FIAT e eles que se danem…

    Sds,
    Ivan.

  14. Vader 26 de janeiro de 2011 at 23:00 #

    Desculpe Ivan, até entendo o que vc quis dizer, mas tem certas coisas na vida que não se negociam. E isso vale para pessoas e para países.

    Direitos humanos (o das vítimas, não o dos bandidos, como nos acostumamos “nefte paíf”) é uma dessas coisas “inegociáveis”.

    E mais: se os franceses, do alto de seu relativismo axiológico (sim, o relativismo ressurgiu lá) não quiseram extraditar o marginal, o problema é todo deles. Nós não temos que seguir exemplo deles.

    Aliás, francês não é exemplo de porcaria nenhuma pro mundo.

    E se o parlamento italiano anterior não condenou a França, problema do parlamento italiano anterior. Esse condenou o Brasil. Justiça (como valor) é justiça em qualquer lugar e em qualquer tempo, ou seja: continua tendo razão a vítima do criminoso, ainda que não tivesse havido condenação nenhuma.

    Por fim, ressalto: se tem alguém que tomou uma atitude hostil, desrespeitosa, tola, e acima de tudo ILEGAL, porque fere o direito dos DOIS países, foi o nosso ex-grande timoneiro. Que na qualidade de chefe de estado era, lamentavelmente, representante do país no exterior. Ou seja: se alguém tomou tais atitudes foi o Brasil.

    Merecemos sim as sanções e boicotes que vierem. Porque a Itália, com todos seus problemas e bagunças, (ainda) não é uma republiqueta de bananas, que negocia com princípios. Ainda que isto lhe cause prejuízos financeiros.

    Uma republiqueta de bananas não se importaria com o custo de se ter princípios. Mas um país minimamente sério sim.

    A Itália está demonstrando que os tem. Uma atitude louvável. Quisera eu que meu país demonstrasse o mesmo.

    Abraço.

  15. Antonio M 27 de janeiro de 2011 at 10:25 #

    Grato pelas explicações srs.

    Com nossa diplomacia errática e ezquisofrenica realmente teremos dificuldades com o acesso à tecnologia de ponta, do estado da arte.

    Então, resta desenvolvermos nossos UCAVs com Bolívia, Venezuela, Irã, Guiné Equatorial e outros “emergentes” ……

  16. Antonio M 27 de janeiro de 2011 at 10:27 #

    esquizofrênica

  17. Nautilus 29 de dezembro de 2013 at 0:34 #

    Na LAAD 2013, os italianos estavam doidos para vender para o Brasil FREMM, M346 Master, Canhões OTO Melara e muito mais. Até parece que iriam permitir que qualuqer churumela fosse prejudicar isso…

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