domingo, novembro 28, 2021

Gripen para o Brasil

Novas imagens do J-20 em 7-1-11

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Novas imagens do caça de quinta geração chinês J-20 continuam pipocando na Internet. Diz-se que o primeiro voo deve ocorrer nas próximas semanas. As ilustrações são do Paralay. Clique nas imagens para ampliar.

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Rogério

Pelo menos na aparencia ele parece ser mais furtivo que o PAK FA. Belas fotos.

[]s

joseboscojr

Rogério, Pra mim o J-20 tem cara de ser menos furtivo. Ele não tem um “alinhamento de superfície” muito coerente e também canards que não é o mais adequado quando se deseja furtividade. Pode observar que os canards não são alinhados com as asas, o que numa vista frontal deixa à mostra muitas “extremidades” (incluindo “barbatanas ventrais” a la F-16) provenientes das “superfícies de controle”, que o ideal em uma aeronave furtiva é que sejam reduzidos em quantidade e tamanho ou preferencialmente “eliminadas”, como no B-2 ou no UAV Sentinel. Não sendo possível, pelo menos que sejam alinhadas com a… Read more »

joseboscojr

Se além das asas, derivas, barbatanas e canards, ainda vier com uma sonda de reabastecimento fixa, aí seria de lascar.
rsrsrs…

Mauricio R.

A mim me parece que o alinhamento dos canards é c/ o vinco do nariz. As fotos aonde o J-20 “2001” aparece c/ o J-10 biplace, sendo rebocado pelo trator branco e passando diante do edifício, me levam a concluir isso. A cauda por enquanto é um desastre, a furtividade ficou somente na intenção, as empenagens ao se moverem deixam um dente sobre a fuselagem, não há um corte reto como no T-50 ou no SR-71. Com as turbinas montadas mais juntas que no T-50 e sem aquelas tubeiras 2D do F-22, mesmo que incorpore TVC, ainda assim empenagens grandes… Read more »

LATINO

E tudo isto com a galantia dos plodutos Xiing Liing `_´

Bom mas pelo menos eles tão tentando né já o Brasil tamos de f-5 .

sds

Baschera

Concordo com os argumentos do Bosco.

Estes aviões ditos furtivos são muito cara de um fucinho de outro.

Na matemática e na física…. quero ver na hora do combate.

Qualquer modo, este J-20 …com estes bocais das turbinas deste tamanho…. são um convite para um AIM-120.

Sds.

Baschera

Mais um detalhe….. lí por aí que o J-20 não tem capacidade (ao menos não atualmente) de atingir velocidades supersônicas.

E também se desconhece as suas capacidades de aviônica de bordo, radar e eletrônica avançada, que são fundamentais para a sua função.

Sds.

Rodrigo

Finalmente voltei para o aconchego do cafofo e agora posso ver as fotos e vídeos com um monitor descente. Não querendo ser chato, mas este JXX e o PAKFA pelo menos na aparência estão muito atrás do F22/F35. Podem os russos e chineses terem encontrado outras maneiras de reduzir o RCS ? Podem! Analisar o avião por foto e dizer nros exatos eu deixo para a turma do Disney Brasil. O que eu acho mais provável é que russos e chineses estejam criando aparelhos com RCS bem reduzido em comparação aos aviões 4G, mas que sejam mais baratos e possam… Read more »

Antonio M

De fato parece que “não são uma brastemp” mas, estão desenvolvendo, se armando e com certeza se enchendo de orgulho. Peço permissão para um off-topic: Acabo de ler uma matéria sobre a modernização dos Bandeirantes e especialmente sobre o P95 onde entre as melhorias estarão os MFDs inteligentes e sugerida, pela empresa Aeroeletrônica, a modernização completa do console do Controlador Tático (COTAT) onde utilizarão alguns componentes já empregados no A29 e F5M e entre os novos radares poderá ser o Selex Galileo Seasprey 5000 AESA (!!!) porém, ainda não foi decidido pela FAB. Diz a reportagem que o Bandeirulha poderá… Read more »

Antonio M

Dando um olhada nas fotos do F22, de fato se essas forem as turbinas definitivas, suas saídas parecem convencionais demais tratando-se de um projeto de 5ª geração.

Mauricio R.

“…estarão os MFDs inteligentes e sugerida, pela empresa Aeroeletrônica, a modernização completa do console do Controlador Tático (COTAT) onde utilizarão alguns componentes já empregados no A29 e F5M…” Parece que prossegue a “burrice” de se adquirir glass cockpits p/ os Bandeirantes, da fonte mais errada possível. Torno a dizer, o caminho lógico seria convergir em direção aos cockpits dos ERJ, e não a solução adotada no A-29. O Bandeirante é uma aeronave de transporte e tem mto de sua operação ditada pelas regulamentações da ICAO. Outro erro e esse é absolutamente crasso, é a FAB $abe $e lá pq ainda… Read more »

Mauricio R.

Mas e qnto custará manter a furtividade do T-50 e do J-20??? Os americanos podem dar uns bons pitacos nisso, baseados em suas experiências c/ o B-2 e o próprio F-22. O segredo eu acho, é dado um nível de furtividade, integração/fusão de sensores, supermanobridade e capacidade de supercruzeiro, atingir a sustentabilidade em manter essa classe de aeronaves no dia-a-dia. E p/ tanto nem russos e nem chineses tem a resposta, ainda. Outro ponto importante é que nem russos e nem chineses estão desenvolvendo algo parecido ao problemático F-35B, o que torna difícil estabelecer parâmetros p/ algum insucesso americano versus… Read more »

Antonio M

Mauricio R. disse: 8 de janeiro de 2011 às 13:33 Não se deve a uma padronização na utilização de componentes e sua utilização, já que estão em uso no A29 e F5M por motivo de economia? E a escolha da AEL/Elbit se dá por motivos exclusos? Não seria pelo motivo de incentivar a indústria nacional ? No FORTE há essa notíca que envolve a Elbit também: “Elbit Systems ganha contrato de US$ 260 milhões para fornecer torres aos VBTP-MR Guarani” Sendo que o CTEX e REMAX desenvolvem uma para metralhadoras .50 e que foi apresentada no mock-up do referido veículo… Read more »

Mauricio R.

“…já que estão em uso no A29 e F5M por motivo de economia?” Não há como a solução da Elbit ser mais econômica do que um produto COTS, cuja capilariedade no mercado já passou dos 3 dígitos. “Não seria pelo motivo de incentivar a indústria nacional ?” Não passa da versão “AVIONICA/UAV”, da mesma reserva de mercado que a Helibrás é. Indústria nacional aonde??? É uma multínacional operando em escala global, o Brasil é somente mais um dos seus mercados. Qnto a ARES, que desenvolveu a torre REMAX em parceria c/ o CTEX do EB, foi comprada justamente pela Elbit.… Read more »

Rogério

Bosco, eu me refiro às tomadas de ar do PAK FA, estilo Su-27, que ficam salientes em toda extensão da fuselagem, já no J-20, não.

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Quanto aos canards, o maior problema deles com a furtividade, é o fato de serem moveis, mais as extensões lerx do PAK FA Tb são moveis, e bem grandes tb.
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Mais o principal mesmo, é que eu acho que o PAK FA tem muitos parafusos e rebites nos painéis de acesso, o J-20 me parece mais “polido”, rsss

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Mais de qualquer forma são só minhas impressões, nada de mais.

Abração.

Rogério
Rodrigo

Mauricio R. disse:
8 de janeiro de 2011 às 14:49

Como só criticar a fácil, por favor de uma outra sugestão de empresa que possa fornecer aviônica com a mesma qualidade, valor e que já opere no Brasil com grandes instalações.

Rogério

Bosco olha só com a extensão lerx do PAK FA dobra, esta fofo até parece a do Typhoon, rsss

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Rogério

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Rogério

fofo = foto

[]s

Mauricio R.

“Como só criticar a fácil, por favor de uma outra sugestão de empresa que possa fornecer aviônica com a mesma qualidade,…”

Como eu disse anteriormente, se vc tem uma arquitetura comum e aberta, vc não fica preso a somente um único fornecedor.
Vc pode comprar de CMC, Thales, Honneywell, Astronautics, Safran, etc…

“…e que já opere no Brasil com grandes instalações.”

A AEL é somente uma empresa média.

Groo

Por que em todos os fórums (nacionais e gringos) existe esta implicância sobre a configuração canard do J-20 implicações desta configuração na redução de sua furtividade?

Para um avião stealth com cauda convencional ter seus estabilizadores escondidos pela asas é necessário que o radar e o avião estejam exatamente de frente e no mesmo nível. Quando isso vai acontcer na vida real?

Não deve existir diferença entre a configuração canard e estabilizadores convencionais no que se refere à furtividade.

O X-36 tinha configuração canard, assim como diversos concorrentes do JSF.

joseboscojr

Groo, Não é implicância não. Todos os projetos de aeronave, em especial de caças, busca uma “solução de compromisso”, já que não dar pra ter 100% de eficiência em tudo. Por exemplo, o ideal para a furtividade do F-22 é que ele não tivesse empenagens verticais e nem estabilizadores horizontais, mas ele tem porque ele não é só uma aeronave furtiva. Ele precisa ter um nível de manobrabilidade que exigiu que superfícies de controle fossem projetadas. Voltando ao J-20, o uso de canards não é a opção mais indicados quando se busca a furtividade, mas outros critérios obrigaram que fossem… Read more »

Groo

Sim, o ideal para a furtividade seria um desenho sem estabilizadores ou derivas como o UCAV X-47 e as demais superfícies de controle estão lá porque o avião precisa ser manobrável. No que se refere à furtividade, um delta puro sem derivas é melhor que uma configuração com canard ou cauda convencional, mas não existe diferença entre um canard e uma cauda convencional. A furtividade do caça não será projetado tendo como referência uma posição entre ele e o radar que vai ocorrer durante um segundo. Vários ângulos são considerados. Aquelas fotos em que aparece o avião ou o modelo… Read more »

Tadeu Mendes

Sera que os amigos nao estarao dando demasiada importancia a geometria do aviao em detrimento do material usado na superficie do mesmo, para absover (RAM) os sinais de radar???

Nao quero dizer que a geometria nao seje importante, mas sem Quimica (coating), nao existe aviao stealth.

RAM = Radar Absorbing Material

Guilherme Poggio

Tadeu Mendes disse:

Sera que os amigos nao estarao dando demasiada importancia a geometria do aviao em detrimento do material usado na superficie do mesmo, para absover (RAM) os sinais de radar???

Falou tudo Tadeu. RAM vem antes da forma. Não adiante ter a forma correta se não tiver tecnologia RAM.

Lá na rabeira está o tamanho do avião (quando o assunto é furtividade).

Rodrigo

Mauricio R. disse:
8 de janeiro de 2011 às 16:19

Fala ai então quem faz com esta “arquitetura aberta”.

Não existe isto.

Integrar uma suíte diferente custa tempo e dinheiro. O que existe e normalmente nos civis são opções de suítes, não se coloca um aparelho de uma, outro de outra e mais um de uma terceira.

Achar uma semelhante a israelense e com o mesmo preço e capacidade simplesmente não existe.

Pois é…Fala ai então, quem tem instalações médias no Brasil.

Mauricio R.

“Achar uma semelhante a israelense e com o mesmo preço e capacidade simplesmente não existe.”

Como se tivesse assim tanta aeronave voando Oria, ao invés de Honeywell ou Rockwell Collins.

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