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YF-23

O caça das fotos é o Northrop/McDonnell Douglas YF-23, protótipo que competiu com o Lockheed YF-22.
O YF-22 e o YF-23 competiram pelo programa Advanced Tactical Fighter (ATF) da USAF, concebido nos anos 80, a fim de prover um substituto para o F-15 Eagle. Os contratos para os dois projetos mais promissores foram fechados em 1986, com o YF-23 tendo sido entregue em 1989 e sua avaliação concluída em 1991.
Consta que o YF-23 perdeu por pouquíssimos pontos para o YF-22, por causa também de uma possível adaptação deste último para uso naval, que acabou não ocorrendo.
Em 2004, a Northrop Grumman ressuscitou o projeto do YF-23 para oferecê-lo à USAF como bombardeiro intermediário, para competir com o B-1R e FB-22, mas a idéia não foi adiante.
Não estranhem se o futuro caça russo PAK-FA tiver alguma semelhança com o YF-23…

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

No Responses to “YF-23” Subscribe

  1. Bosco 4 de setembro de 2008 at 0:12 #

    Este é o avião mais bonito que já foi imaginado.
    Só não ganhou porque o lóbi do empuxo vetorado ganhou a “queda de braço”. Empuxo vetorado este que não serve para absolutamente nada na época de mísseis com TVC supermanobráveis.
    Também a melhor performance em decolagens e aterrisagens em pistas super curtas e esburacadas por bombas que o sistema de empuxo vetorado proporciona também não faz muito sucesso hoje em dia (por enquanto) em um mundo pós-guerra fria, em que as potências globais testam suas armas de alta tecnologia contra esfarrapados guerrilheiros e terroristas do terceiro mundo.

  2. Bosco 4 de setembro de 2008 at 0:12 #

    Este é o avião mais bonito que já foi imaginado.
    Só não ganhou porque o lóbi do empuxo vetorado ganhou a “queda de braço”. Empuxo vetorado este que não serve para absolutamente nada na época de mísseis com TVC supermanobráveis.
    Também a melhor performance em decolagens e aterrisagens em pistas super curtas e esburacadas por bombas que o sistema de empuxo vetorado proporciona também não faz muito sucesso hoje em dia (por enquanto) em um mundo pós-guerra fria, em que as potências globais testam suas armas de alta tecnologia contra esfarrapados guerrilheiros e terroristas do terceiro mundo.

  3. CorsarioDF 4 de setembro de 2008 at 1:57 #

    Além do lobby forte ele era muito, mas muito mais caro que o F-22, pois era muito melhor equipado. Realmente uma “Avis Rara”, muito bonito mesmo. Quem sabe o PAK não pegue uma carona nesse perfil? Basta alterar um pouco o projeto, já que ele se parece mais com o F-22. No caso do Su-25 eles “copiaram” o desenho do A-9 concorrente do A-10 (que sagrou-se vencedor na disputa), então é só manter a tradição. Sds;

  4. CorsarioDF 4 de setembro de 2008 at 1:57 #

    Além do lobby forte ele era muito, mas muito mais caro que o F-22, pois era muito melhor equipado. Realmente uma “Avis Rara”, muito bonito mesmo. Quem sabe o PAK não pegue uma carona nesse perfil? Basta alterar um pouco o projeto, já que ele se parece mais com o F-22. No caso do Su-25 eles “copiaram” o desenho do A-9 concorrente do A-10 (que sagrou-se vencedor na disputa), então é só manter a tradição. Sds;

  5. Tiago Jeronimo 4 de setembro de 2008 at 2:21 #

    É um belo caça mas acho o F-22 mais bonito, não há dúvidas que o F-23 assim como o F-22 faz iria domina os ares, será que no futuro o projeto será oferecido para venda assim como a Northrop ofereceu o F-20A Tigershark?

  6. Tiago Jeronimo 4 de setembro de 2008 at 2:21 #

    É um belo caça mas acho o F-22 mais bonito, não há dúvidas que o F-23 assim como o F-22 faz iria domina os ares, será que no futuro o projeto será oferecido para venda assim como a Northrop ofereceu o F-20A Tigershark?

  7. RL 4 de setembro de 2008 at 8:51 #

    Tenho uma dúvida.

    No caso do PAK-FA, as asas não serão de enflechamento variável?
    Ao que parece, tanto o YF-22 e o YF-23 tem asas fixas.

    Galante, vou ser chato mais uma vez.
    Disponibilize para nós o Blog TERRESTRE.

    Abraços.

  8. RL 4 de setembro de 2008 at 8:51 #

    Tenho uma dúvida.

    No caso do PAK-FA, as asas não serão de enflechamento variável?
    Ao que parece, tanto o YF-22 e o YF-23 tem asas fixas.

    Galante, vou ser chato mais uma vez.
    Disponibilize para nós o Blog TERRESTRE.

    Abraços.

  9. Alfredo_Araujo 4 de setembro de 2008 at 9:19 #

    O F22 é multifuncional… pode operar as JDAM… nao acredito q com essa capacidade no F22 a USAF compre um outro aviao carissimo só para ser um aviao de ataque..

  10. Alfredo_Araujo 4 de setembro de 2008 at 9:19 #

    O F22 é multifuncional… pode operar as JDAM… nao acredito q com essa capacidade no F22 a USAF compre um outro aviao carissimo só para ser um aviao de ataque..

  11. FALCON 4 de setembro de 2008 at 10:04 #

    Lindo avião,o Brasil poderia aproveitar algun desses projetos americanos q não foram selecionados e fabrica-los sob licença,como por exemplo o F-20, acho q seria ainda um bom caça p/ os dias atuais,desde q seja modernizado claro,isso daria ao país o dominio de novas tecnologias.ABRAÇOS.

  12. FALCON 4 de setembro de 2008 at 10:04 #

    Lindo avião,o Brasil poderia aproveitar algun desses projetos americanos q não foram selecionados e fabrica-los sob licença,como por exemplo o F-20, acho q seria ainda um bom caça p/ os dias atuais,desde q seja modernizado claro,isso daria ao país o dominio de novas tecnologias.ABRAÇOS.

  13. hms tireless 4 de setembro de 2008 at 10:16 #

    Os Russos são mestres na arte de copiar.

  14. hms tireless 4 de setembro de 2008 at 10:16 #

    Os Russos são mestres na arte de copiar.

  15. Nelson Lima 4 de setembro de 2008 at 10:16 #

    Parece ser um bisneto do Tiger.Mais bonito do que o Raptor

  16. Nelson Lima 4 de setembro de 2008 at 10:16 #

    Parece ser um bisneto do Tiger.Mais bonito do que o Raptor

  17. Paulo Costa 4 de setembro de 2008 at 10:47 #

    O enflechamento variavel das asas não deverá ser mais usado
    nos projetos dos novos aviões,o avanço do tipo de perfil das asas
    compensa isto.O empuxo vetorado como está,diminue a vida util da turbina,questão de aumento de pressão interna,novos motores
    já foram ou serão desenvolvidos para evitar isto,com isto o
    custo deve aumentar.O F-23 foi cogitado para suprir as
    necessidades dos marines,possivel substituição dos F-18.

  18. Paulo Costa 4 de setembro de 2008 at 10:47 #

    O enflechamento variavel das asas não deverá ser mais usado
    nos projetos dos novos aviões,o avanço do tipo de perfil das asas
    compensa isto.O empuxo vetorado como está,diminue a vida util da turbina,questão de aumento de pressão interna,novos motores
    já foram ou serão desenvolvidos para evitar isto,com isto o
    custo deve aumentar.O F-23 foi cogitado para suprir as
    necessidades dos marines,possivel substituição dos F-18.

  19. Erich Hartmann 4 de setembro de 2008 at 13:23 #

    Mencionando trecho de post no blog naval “é certo que gosto não se discute, ou melhor, se discute mas sem chegar a consenso algum…”, mas, para meu gosto, o Raptor, no quesito beleza, tem linhas mais harmoniosas…

    Como diria o projetista francês M. Dassault: “Um avião para voar tem que ser bonito…”, e acho que para se vender também.

  20. Erich Hartmann 4 de setembro de 2008 at 13:23 #

    Mencionando trecho de post no blog naval “é certo que gosto não se discute, ou melhor, se discute mas sem chegar a consenso algum…”, mas, para meu gosto, o Raptor, no quesito beleza, tem linhas mais harmoniosas…

    Como diria o projetista francês M. Dassault: “Um avião para voar tem que ser bonito…”, e acho que para se vender também.

  21. König 4 de setembro de 2008 at 13:37 #

    Na verdade o TVC não interfere na durabilidade da turbina mas o TVC tem baixa duração cerca de 500 horas de vida.
    Saudações

  22. König 4 de setembro de 2008 at 13:37 #

    Na verdade o TVC não interfere na durabilidade da turbina mas o TVC tem baixa duração cerca de 500 horas de vida.
    Saudações

  23. Vassily Zaitsev 4 de setembro de 2008 at 19:24 #

    Parece que o editor quis dizer que a Northrop teria a incencibilidade de vender tal projeto aos Russos? Nem em sonho isso aconteceria.

    Saindo do tema, acho uma boa pedida a FAB participar do projeto PAK-FA, como fizeram os indianos, mas duvido que voe antes de 2015.

  24. Vassily Zaitsev 4 de setembro de 2008 at 19:24 #

    Parece que o editor quis dizer que a Northrop teria a incencibilidade de vender tal projeto aos Russos? Nem em sonho isso aconteceria.

    Saindo do tema, acho uma boa pedida a FAB participar do projeto PAK-FA, como fizeram os indianos, mas duvido que voe antes de 2015.

  25. Walderson 5 de setembro de 2008 at 10:54 #

    Amigo Bosco,
    vc hj está realmente muito cruel. Como pode dizer que o empuxo vetorado não serve pra nada. E as feiras? Como elas ficariam sem os aviões russos fazendo manobras de deixar a todos de queixo caído? Rs.
    Agora, falando sério, concordo contigo mais uma vez Bosco. Com os novos mísseis, o melhor para o piloto é ficar em casa. Ter uma daquelas dores de barriga que impede alguém de voar. Rs.

    Caro, Vassily Zaitsev (esse nome só com o Ctrl + c e Ctrl + V) Rs,
    hj, para se copiar qualquer coisa que seja, bastam fotos relativamente próximas. Não se precisa comprar projetos. Aí, o recheio fica a cargo do copiador.
    Um abraço, galera.

  26. Walderson 5 de setembro de 2008 at 10:54 #

    Amigo Bosco,
    vc hj está realmente muito cruel. Como pode dizer que o empuxo vetorado não serve pra nada. E as feiras? Como elas ficariam sem os aviões russos fazendo manobras de deixar a todos de queixo caído? Rs.
    Agora, falando sério, concordo contigo mais uma vez Bosco. Com os novos mísseis, o melhor para o piloto é ficar em casa. Ter uma daquelas dores de barriga que impede alguém de voar. Rs.

    Caro, Vassily Zaitsev (esse nome só com o Ctrl + c e Ctrl + V) Rs,
    hj, para se copiar qualquer coisa que seja, bastam fotos relativamente próximas. Não se precisa comprar projetos. Aí, o recheio fica a cargo do copiador.
    Um abraço, galera.

  27. König 5 de setembro de 2008 at 13:04 #

    A super manobralidade serve jsutamente pra isso pra evitar de o inimigo conseguir um “lock”.
    Ou então dava pra recauchutar uns MIG-25 com uma eletronica moderna (Que de manobravel tem muito pouco).
    Saudações

  28. König 5 de setembro de 2008 at 13:04 #

    A super manobralidade serve jsutamente pra isso pra evitar de o inimigo conseguir um “lock”.
    Ou então dava pra recauchutar uns MIG-25 com uma eletronica moderna (Que de manobravel tem muito pouco).
    Saudações

  29. Mauricio R. 5 de setembro de 2008 at 17:15 #

    O YF-22 venceu por ser praticamente operacional, necessitando um minímo de desenvolvímento, o que não acontecia c/ o YF-23, que era tecnicamente mto avançado e consequentemente apresentava maior risco de desenvolvímento e custo.

  30. Mauricio R. 5 de setembro de 2008 at 17:15 #

    O YF-22 venceu por ser praticamente operacional, necessitando um minímo de desenvolvímento, o que não acontecia c/ o YF-23, que era tecnicamente mto avançado e consequentemente apresentava maior risco de desenvolvímento e custo.

  31. Bosco 6 de setembro de 2008 at 12:21 #

    A capacidade de manobra de um míssil com TVC supera de longe a capacidade de um caça que mesmo contando com o vetoramento do empuxo não pode exceder a capacidade que o elemento humano no cokpit suporta que é de 9 Gs (alguns afirmam ser de 12 Gs).
    Até o advento dos mísseis de 5° geração a balança pendia em favor dos caças que podiam escapar manobrando bruscamente do “envelope” de aquisição do sensor do míssil , mas com a capacidade de supermanobrabilidade, aliado a seekers com alto ângulo de aquisição do alvo e apontados pelo capacete do piloto o míssil leva vantagem 10 x contra 1.
    O combate tipo “dog fight” só é concebível no caso dos mísseis terem sido todos disparados e os combatentes passarem para o uso dos canhões. Aí, mesmo o caça tendo “vetoramento” ele é limitado devido à resistência humana e provavelmente entraria no cobate corpo a corpo a variável “sorte” ou o melhor preparo do piloto sobre o outro.
    Se os mísseis de 5º geração se mostrarem tão eficientes e previsíveis como se espera, o canhão dos caças vai para o museu. Não tem por que você continuar combatendo quando seus mísseis foram todos lançados. Passar a usar o canhão em uma dog fight não é a solução. Antes, os pilotos optavam pelo canhão porque 3 em cada 4 mísseis falhavam e o jeito era partir para a “ignorância”.
    E quando a munição do canhão acabar, vão se abalroar em pleno ar? Acabou os mísseis tchau. Voltem para a casa e como diz o Galvão, “tragam as crianças de volta”.
    A supermanobrabilidade voltará com força em um futuro próximo com o uso de UCAVs de combate aéreo, que assumiram formas altamente exóticas. Quando os dois lados de um conflito possuírem estes UCAVs “stealths” o dog fiht voltará a ser usado e novamente veremos o retorno dos canhões (ou raios lasers?) e combates como na 1° e 2° guerras, só que entre máquinas.

  32. Bosco 6 de setembro de 2008 at 12:21 #

    A capacidade de manobra de um míssil com TVC supera de longe a capacidade de um caça que mesmo contando com o vetoramento do empuxo não pode exceder a capacidade que o elemento humano no cokpit suporta que é de 9 Gs (alguns afirmam ser de 12 Gs).
    Até o advento dos mísseis de 5° geração a balança pendia em favor dos caças que podiam escapar manobrando bruscamente do “envelope” de aquisição do sensor do míssil , mas com a capacidade de supermanobrabilidade, aliado a seekers com alto ângulo de aquisição do alvo e apontados pelo capacete do piloto o míssil leva vantagem 10 x contra 1.
    O combate tipo “dog fight” só é concebível no caso dos mísseis terem sido todos disparados e os combatentes passarem para o uso dos canhões. Aí, mesmo o caça tendo “vetoramento” ele é limitado devido à resistência humana e provavelmente entraria no cobate corpo a corpo a variável “sorte” ou o melhor preparo do piloto sobre o outro.
    Se os mísseis de 5º geração se mostrarem tão eficientes e previsíveis como se espera, o canhão dos caças vai para o museu. Não tem por que você continuar combatendo quando seus mísseis foram todos lançados. Passar a usar o canhão em uma dog fight não é a solução. Antes, os pilotos optavam pelo canhão porque 3 em cada 4 mísseis falhavam e o jeito era partir para a “ignorância”.
    E quando a munição do canhão acabar, vão se abalroar em pleno ar? Acabou os mísseis tchau. Voltem para a casa e como diz o Galvão, “tragam as crianças de volta”.
    A supermanobrabilidade voltará com força em um futuro próximo com o uso de UCAVs de combate aéreo, que assumiram formas altamente exóticas. Quando os dois lados de um conflito possuírem estes UCAVs “stealths” o dog fiht voltará a ser usado e novamente veremos o retorno dos canhões (ou raios lasers?) e combates como na 1° e 2° guerras, só que entre máquinas.

  33. Bosco 6 de setembro de 2008 at 12:54 #

    O F22 que é de longe o mais sofisticado caça da atualidade, sendo o único exemplo da 5° geração, não tem nenhuma intenção de entrar em combate de curto alcance (alcance visual) com seus adversários. Ele lava 6 Amraams, 2 Sidewinders e 1 canhão Vulcan com 640 projéteis.
    E pelo que me consta ainda não opera o AIM9X.
    Os americanos estão carecas de saber que se entrarem em “dog fight” com outro caça e este estiver armado com mísseis ar-ar de curto alcance de 5°geração “designados” pelo capacete com capacidade “off-boresight”, as chances do F22 (com TVC e Sidewinder) sair vitorioso são inferiores ao do oponente. Seu “vetoramento” serve apenas para lhe conferir uma manobrabilidade semelhante ou pouco melhor que a de um moderno caça de menores dimensões e não para lhe conferir uma superagilidade.
    Quando o F22 começar a usar os AIM9X e o capacete JHMCS, ai suas chances no combate de curto alcance contra um caça igualmente armado apenas se igualará.
    A superioridade o F22 deve ser explorada no combate além do alcance visual, onde a furtividade e o nível de consciência situacioal é preponderante.
    Não duvido que se houver novas versões do F22 o mesmo venha sem o vetoramento de empuxo (embora continue com o escape retangular por ter melhor desempenho na redução da IR), com o compartimento de míssil do Sidewinder otimizado para levar o Amraam e sem o canhão.
    O que leva os pilotos de F15 e F16 a travarem combates tipo dog fight é a confiança que os mesmos despositam no seu treinamento. Treinamento este que terá um papel reduzido em uma época ultratecnológica com os sistemas (capacete, mísseis, etc) fazendo todo o serviço, diminuindo o fator “treinamento” como fundamental na vitória.

  34. Bosco 6 de setembro de 2008 at 12:54 #

    O F22 que é de longe o mais sofisticado caça da atualidade, sendo o único exemplo da 5° geração, não tem nenhuma intenção de entrar em combate de curto alcance (alcance visual) com seus adversários. Ele lava 6 Amraams, 2 Sidewinders e 1 canhão Vulcan com 640 projéteis.
    E pelo que me consta ainda não opera o AIM9X.
    Os americanos estão carecas de saber que se entrarem em “dog fight” com outro caça e este estiver armado com mísseis ar-ar de curto alcance de 5°geração “designados” pelo capacete com capacidade “off-boresight”, as chances do F22 (com TVC e Sidewinder) sair vitorioso são inferiores ao do oponente. Seu “vetoramento” serve apenas para lhe conferir uma manobrabilidade semelhante ou pouco melhor que a de um moderno caça de menores dimensões e não para lhe conferir uma superagilidade.
    Quando o F22 começar a usar os AIM9X e o capacete JHMCS, ai suas chances no combate de curto alcance contra um caça igualmente armado apenas se igualará.
    A superioridade o F22 deve ser explorada no combate além do alcance visual, onde a furtividade e o nível de consciência situacioal é preponderante.
    Não duvido que se houver novas versões do F22 o mesmo venha sem o vetoramento de empuxo (embora continue com o escape retangular por ter melhor desempenho na redução da IR), com o compartimento de míssil do Sidewinder otimizado para levar o Amraam e sem o canhão.
    O que leva os pilotos de F15 e F16 a travarem combates tipo dog fight é a confiança que os mesmos despositam no seu treinamento. Treinamento este que terá um papel reduzido em uma época ultratecnológica com os sistemas (capacete, mísseis, etc) fazendo todo o serviço, diminuindo o fator “treinamento” como fundamental na vitória.

  35. konner 6 de setembro de 2008 at 13:31 #

    Indo de encontro a esta linha de raciocínio, o PAK-FA T-50, nas principais fontes há a ‘previsão’ de que ele seja armado com 2 canhões de 30 mm, contrariando essa tendência em se manter apenas um canhão ou a de suprimir esta arma.

  36. konner 6 de setembro de 2008 at 13:31 #

    Indo de encontro a esta linha de raciocínio, o PAK-FA T-50, nas principais fontes há a ‘previsão’ de que ele seja armado com 2 canhões de 30 mm, contrariando essa tendência em se manter apenas um canhão ou a de suprimir esta arma.

  37. Bosco 6 de setembro de 2008 at 13:50 #

    A única razão para se manter o canhão é para contemplar as situações excepcionais. Com certeza não é o foco de um caça de projeto atual o combate com canhões. Se os mísseis de BVR, e os de curto alcance e 5° geração forem todos disparados e ainda existirem “inimigos” no ar sobram 2 opções: entrar em combate “corpo a corpo” ou fugir (se tiver capacidade de supercruzeiro eu acho que o cara foge).
    Para um caça de 300 milhões de dólares como o F22, que terá produção limitada, e o valor que os americanos dão à vida humana (no caso, à vida humana “americana”) eu acho que a opção é fugir para combater amanhã.
    Se acabar a munição do canhão e ainda persistindo oponentes no céu, ainda sobram 2 opções: voltar para casa ou abalroar seu oponente rss.

  38. Bosco 6 de setembro de 2008 at 13:50 #

    A única razão para se manter o canhão é para contemplar as situações excepcionais. Com certeza não é o foco de um caça de projeto atual o combate com canhões. Se os mísseis de BVR, e os de curto alcance e 5° geração forem todos disparados e ainda existirem “inimigos” no ar sobram 2 opções: entrar em combate “corpo a corpo” ou fugir (se tiver capacidade de supercruzeiro eu acho que o cara foge).
    Para um caça de 300 milhões de dólares como o F22, que terá produção limitada, e o valor que os americanos dão à vida humana (no caso, à vida humana “americana”) eu acho que a opção é fugir para combater amanhã.
    Se acabar a munição do canhão e ainda persistindo oponentes no céu, ainda sobram 2 opções: voltar para casa ou abalroar seu oponente rss.

  39. Bosco 6 de setembro de 2008 at 13:57 #

    Até com a finalidade de atacar alvos na superfície os canhões estão em desuso devido à altitude e ao ataque de precisão aos alvos não ocorrer mais à baixo nível, e sim em médio/alto e á grandes distância.
    Mas pode existir situações excepcionais em que um bravo piloto veja a necessidade de intervir com o canhão. Tem louco de tudo quanto é jeito .rss…
    Este quadro, é claro, ocorre entre potências armadas com equipamento de última geração. Nós, aqui da América Latina, ainda vamos usar muito dog fight, canhão contra alvos no solo e do jeito que a coisa vai até abalroamento. rss..

  40. Bosco 6 de setembro de 2008 at 13:57 #

    Até com a finalidade de atacar alvos na superfície os canhões estão em desuso devido à altitude e ao ataque de precisão aos alvos não ocorrer mais à baixo nível, e sim em médio/alto e á grandes distância.
    Mas pode existir situações excepcionais em que um bravo piloto veja a necessidade de intervir com o canhão. Tem louco de tudo quanto é jeito .rss…
    Este quadro, é claro, ocorre entre potências armadas com equipamento de última geração. Nós, aqui da América Latina, ainda vamos usar muito dog fight, canhão contra alvos no solo e do jeito que a coisa vai até abalroamento. rss..

  41. Bosco 6 de setembro de 2008 at 13:58 #

    Correção:
    devido à altitude de penetração e ao ataque de precisão…

  42. Bosco 6 de setembro de 2008 at 13:58 #

    Correção:
    devido à altitude de penetração e ao ataque de precisão…

  43. Bosco 6 de setembro de 2008 at 14:10 #

    Acho pouco provável que em um hipotético cenário de guerra em que uma dupla de F22 com armamento ar-ar padrão seja informada por um AWACS da presença de 14 “bandidos” há 300 kms de distância, sabidamente armados com mísseis de quinta geração e capacete com visor e capacidade de mira, decida após confirmar a “morte” de 12 por meio dos AMRAAMS (supondo que cada AMRAAM tenha acertado um caça) ainda decidam entrar em combate de curto alcance com os 2 restantes.
    O mais provável é que continuem no supercruzeiro e voltem para casa para poderem lutar mais um dia, do que insistirem em um combate equilibrado mano a mano.
    Um abraço.

  44. Bosco 6 de setembro de 2008 at 14:10 #

    Acho pouco provável que em um hipotético cenário de guerra em que uma dupla de F22 com armamento ar-ar padrão seja informada por um AWACS da presença de 14 “bandidos” há 300 kms de distância, sabidamente armados com mísseis de quinta geração e capacete com visor e capacidade de mira, decida após confirmar a “morte” de 12 por meio dos AMRAAMS (supondo que cada AMRAAM tenha acertado um caça) ainda decidam entrar em combate de curto alcance com os 2 restantes.
    O mais provável é que continuem no supercruzeiro e voltem para casa para poderem lutar mais um dia, do que insistirem em um combate equilibrado mano a mano.
    Um abraço.

  45. Baschera 6 de setembro de 2008 at 16:36 #

    Á luz dos equipamentos e mísseis com tecnologia de 5º geração, aliado aos custos de desenvolvimento de um caça como os F-22 e F-23, acho que até mesmo os USA não tem dinheiro suficiente para seguir adiante. Em breve a linha de montagem do F-22 será encerrada, se não me engano em 2010. Repararam que os americanos pouco falam do F-22 ?? Não acho que seja tudo o que falam. Parece-me que seu destino será muito parecido com os F-117, que já foram “aposentados”. Há exemplo destes, o F-22 só será usado em certas condições muito específicas. Mas questiono se o custo disto vale a pena. Parece que o congresso americano também tem sérias dúvidas. Mesmo dilema dos DDG-1000 Zumwalt.
    Sds.

  46. Baschera 6 de setembro de 2008 at 16:36 #

    Á luz dos equipamentos e mísseis com tecnologia de 5º geração, aliado aos custos de desenvolvimento de um caça como os F-22 e F-23, acho que até mesmo os USA não tem dinheiro suficiente para seguir adiante. Em breve a linha de montagem do F-22 será encerrada, se não me engano em 2010. Repararam que os americanos pouco falam do F-22 ?? Não acho que seja tudo o que falam. Parece-me que seu destino será muito parecido com os F-117, que já foram “aposentados”. Há exemplo destes, o F-22 só será usado em certas condições muito específicas. Mas questiono se o custo disto vale a pena. Parece que o congresso americano também tem sérias dúvidas. Mesmo dilema dos DDG-1000 Zumwalt.
    Sds.

  47. Marine 6 de setembro de 2008 at 17:14 #

    Bosco,

    Excelente analise, mostra-se que sabe muito mais do assunto do que eu…rs. So gostaria de dizer que especialmente no Afeganistao tem havido muitas ocasioes sim em que pilotos de F-16, F-15 e outros tem provido apoio aereo com seus canhoes a pequenos elementos terrestres aliados chamando por ajuda em situacoes desesperadoras…

    Ex: “Robert’s Ridge” e muitos outros.

    Sds.

  48. Marine 6 de setembro de 2008 at 17:14 #

    Bosco,

    Excelente analise, mostra-se que sabe muito mais do assunto do que eu…rs. So gostaria de dizer que especialmente no Afeganistao tem havido muitas ocasioes sim em que pilotos de F-16, F-15 e outros tem provido apoio aereo com seus canhoes a pequenos elementos terrestres aliados chamando por ajuda em situacoes desesperadoras…

    Ex: “Robert’s Ridge” e muitos outros.

    Sds.

  49. Renato Clemente 18 de agosto de 2009 at 18:05 #

    Feio que doi!!! O F22 é de longe mais bonito que YF23. Esse caça tem jeito de caça europeu, ele é que gostam de criar esses design estranhos, com asas de enflexamento reverso, caças sem derivas traseiras etc

  50. Renato Clemente 18 de agosto de 2009 at 18:05 #

    Feio que doi!!! O F22 é de longe mais bonito que YF23. Esse caça tem jeito de caça europeu, ele é que gostam de criar esses design estranhos, com asas de enflexamento reverso, caças sem derivas traseiras etc

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