Canadá fecha acordo de US$ 14 bilhões para caças furtivos Lockheed Martin F-35

O Canadá está comprando 88 caças furtivos F-35 em um acordo de US$ 14,2 bilhões anunciado na segunda-feira (9/1) pelo governo de Ottawa. Espera-se que o primeiro dos aviões fabricados nos EUA entre na Royal Canadian Air Force em 2026, com a frota completa operando em 2033 ou 2034, disse um comunicado do governo canadense.

Com o acordo, o Canadá se torna o último dos oito parceiros originais do programa F-35 a adquirir o caça de quinta geração, considerado um dos melhores caças a jato do mundo.

“No complexo ambiente global de hoje, o Canadá exige um exército que seja flexível, ágil e capaz de responder a uma variedade de situações imprevistas”, disse a ministra da Defesa canadense, Anita Anand, em comunicado.

“À medida que a ordem internacional baseada em regras é desafiada em todo o mundo, o F-35 será essencial para proteger os canadenses, aumentar a segurança do Ártico e a soberania nacional e permitir que o Canadá cumpra sua OTAN, NORAD e outras obrigações no futuro.” disse o comunicado.

O NORAD é um comando conjunto dos EUA e do Canadá que fornece defesa aérea e antimísseis para a América do Norte. O fabricante Lockheed Martin viu uma onda de interesse no F-35 no ano passado, especialmente desde a invasão russa da Ucrânia.

Alemanha, Suíça e Finlândia fizeram acordos para o F-35 em 2022, enquanto os aliados da OTAN, Grécia e República Tcheca, também anunciaram pedidos para comprar os caças furtivos.

Além da Força Aérea, Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, os F-35 também estão ou farão parte em breve das frotas da Austrália, Reino Unido, Itália, Holanda, Noruega, Dinamarca, Japão, Coréia do Sul, Israel, Polônia, Bélgica e Singapura.

Os jatos vêm em três versões, o F-35A padrão, o F-35B de decolagem curta e pouso vertical, e a versão de porta-aviões, o F-35C. O Canadá comprará o modelo F-35A para substituir seus antigos CF-18.

“O Canadá requer uma frota de caças para proteger a soberania de uma das maiores extensões de espaço aéreo do mundo” – a vasta fronteira ártica do país – disse Anand.

Para esse fim, o preço de US$ 14,2 bilhões (19 bilhões de dólares canadenses) inclui a construção de duas bases aéreas em Alberta e Quebec, além de equipamentos e serviços associados, disse o governo.

O anúncio disse que o programa deve gerar 3.300 empregos anualmente ao longo de 25 anos e contribuir com US$ 310 milhões (US$ 425 milhões canadenses) anualmente para o produto interno bruto do país.

Como membro original do programa F-35, a indústria canadense viu US$ 2,8 bilhões em contratos até o momento relacionados à construção do caça a jato, disse o governo.

 

FONTE: CNN

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Robson Rocha

Mais do que na Saab – convenhamos, a chance de o Canadá comprar um caça que não fosse norte-americano era perto de zero – a escolha do F-35 deve ter doído mais na Boeing.
Mas a Boeing colheu o que plantou. Suas ações contra a Bombardier nos EUA selaram o destino do F-18E no Canadá. Perderam esses 14 bilhões e a chance de emplacarem talvez a última exportação de seu caça.

Fabiano

Curioso aquela carenagem na traseira, sobre o motor.

Adriano RA

Se não me engano, trata-se do “paraquedas” de frenagem usado, em especial, em pistas que podem ficar escorregadias por formação de gelo. Já tinha visto nos caças da Noruega, mas nunca tinha visto nos americanos.

Rafael

Acredito que usaram justamente a versão norueguesa para o infográfico, a pioneira no uso do pára-quedas. Americanos usam gancho e cabos nas pistas para casos de emergência, inclusive em aeronaves furtivas.

Agora resta um detalhe importante, como se dará o reabastecimento da versão canadense…

Silvano

Antena de conexão via satélite direta com a Netflix e Fox Sports, para não perder seriados no streaming e o Super Bowl.

Frederick

Quatorze bilhões de dólares americanos serão investidos ao longo de quarenta anos e para custos de aquisição e operação. Estima-se que os custos de apoio, no mesmo período, possam chegar a setenta bilhões.

Precisam disso e nota-se que é um investimento justificado, dado o evidente protagonismo do país na esfera geopolítica, e todas as responsabilidades que isso implica.

Escrito isso, não há que comparar com aquisições desta cara nação abaixo do Equador. E vou além, é injustificável aspirar o volume das obtenções canadenses. Gastaríamos 365.9 Bilhões de Reais para quê?

Last edited 19 dias atrás by Frederick
Pablo

Na outra matéria, do caça sul coreano, tinha gente reclamando que o Brasil tem um dos maiores fabricantes de aviões e comprando caca sueco.
Agora, gostaria do mesmo mimimi, ja que o Canadá possui a Bombardier e ta comprando caça americano.

Frederick

Desde 1997 são parceiros tecnológicos no projeto. Situação análoga à do Brasil.

Last edited 19 dias atrás by Frederick
Pablo

Seguindo essa tua logica, o Brasil foi um dos tres parceiros do A1!!!
E nao parou no tempo. So ver o que a Embraer fez e faz pelas tres forcas, nao so pela FAB!!!

Frederick

Sem escândalo. Conheço os feitos da Empresa. Releia o que escrevi frente ao que escreveu.

Pablo

So tu ir na postagem da qual me refiro e entenderá.

Last edited 19 dias atrás by Pablo
Carlos Crispim

Lembro-me que a parceria no AMX os “especialistas” diziam que era para o Brasil estar construindo um caça 100% nacional, com toda tecnologia aprendida, então, nós construimos?????? Tudo perdido, todo ferramental abandonado, mas alguém deve ter ganhado alguma coisa…

Carlos Crispim

Lembro-me também que com o AMRJ construindo submarinos com parceria alemã dos IKL, o Brasil ia se tornar um construtor de submarinos…Tivemos que recomeçar do zero com a aquisição dos franceses…a história sempre se repete, com o gripado não vai ser diferente.

Frederick

Sim. Quem ganhou foi o Brasil e a Embraer. O CBA-23 e logo depois o ERJ-145, projetos que embasaram a competência tecnológica (processos, métodos, gerencial etc) que a empresa goza hoje , foram extratos do programa AMX.

E isso não é uma opinião.

Marcelo

Poder dos falcões de Washington !!! No dia 20 de fevereiro de 1959, o então primeiro-ministro do Canadá, John Diefenbaker, surpreendentemente interrompeu o desenvolvimento do Arrow (e de seus motores Iroquois), ordenando o encerramento das atividades da Avro Canada antes do encerramento da fase de testes do programa. Segundo fontes, o primeiro-ministro sofreu pressão dos Estados Unidos (que dividia com o Canadá a implantação do sistema de Defesa Aérea conjunta NORAD) para cancelar a aeronave. Os canadenses tentaram vender o projeto do Arrow para os Estados Unidos e para a Grã-Bretanha, mas nenhum acordo foi concluído. Dois meses depois, a… Read more »

Pablo

Ta, e no sec XXI fez o que ???
La na outra matéria tu veio com mesmo mimimi e não mostrou nada de novo.

Last edited 19 dias atrás by Pablo
Walsh

Credo, ainda tem gente chorando pelo Arrow?

Teropode

O anti-americanismo produz anomalias.

Leandro Costa

Sempre vai ter gente chorando pelo Arrow. Principalmente Canadenses. Mas o engraçado é que a maioria deles não culpa uma suposta super pressão americana para cancelar o programa, mas culpam o Diefenbaker mesmo, que cancelou o Arrow por achar que simplesmente seria mais barato comprarem baterias de mísseis antiaéreos para defender o Canadá do que super interceptadores. Ele estava razoavelmente correto, mas não deixa de ser uma pena a interrupção do programa. Basicamente selou o destino da Avro Canada, que supria o Canadá com aeronaves de projeto e fabricação próprios e que por sinal eram bons.

Teropode

Muitos ainda se apegam a esta lenda ridícula, pobre almas !

Marcelo

Esse é o preço a pagar por fazer parte do NORAD e ter que garantir a segurança dos Estados unidos !!!
O canada comprando aviões americanos ja tira um grande resposabilidade se alguma coisa da errado !!!

Pablo

Vou fazer quase a mesma postagem que tu fez na matéria do caca sul coreano, na qual tu criticava o Brasil por ter a Embraer e estarmos comprando caça sueco

Os canadenses devem estar envergonhados, tem uma das maiores construtoras de avioes e comprando caça americano, ta de brincadeira!!!

PS: Quem tiver dúvida, so ir na materia do caça sul coreano

Underground

Não somos o Canadá. O Brasil, tanto pelo tamanho de seu território, população, localização e riquezas deveria ser uma potência econômica global e consequentemente militar. Deveríamos ser o que a China.

Andre

O Canadá tem um território maior que o Brasileiro e riquezas minerais equivalentes.

A China tem sido terra de qualquer um há mais de mil anos e apenas nos último 15 anos alçou relevância global.

Pablo

Me poupou tempo na resposta. Obrigado

Last edited 19 dias atrás by Pablo
Underground

O Canadá tem um território maior que o Brasileiro e riquezas minerais equivalentes, que boa parte não podem explorados, por hora.
A China tem sido terra de qualquer um há mais de mil anos e apenas nos último 15 anos alçou relevância global, em menis de vinte anos. Vieram aqui entender como fazer comércio, que ninguém por la sabia como fazer.
Vai firme, continua passando pano.

Andre

O Brasil exporta ~us$ 200 bi em minerais. O Canadá exporta ~us$ 150 bi. Antes de falar a primeira bobagem que vc imaginou, pesquise um pouco.

A parte da China ficou incompreensível.

Vai firme, continua indo jogar video game ao invés de ir para a escola.

Carlos Campos

terra de qualquer um ? por mil anos°?

Plínio Jr

Alguma novidade?

pangloss

Não creio que a notícia tenha surpreendido ninguém.

Adriano RA

Zero novidade. Todos já sabiam que a concorrência para a compra de caças era apenas para dar uma aparência de transparência para essa compra, junto ao público canadense. O famoso “me engana que eu gosto” no qual até mesmo os suecos resolveram participar, também dentro do espírito “me engana que eu gosto”. Todos os envolvidos sabiam que iria dar nisso.

Andre

Só não esqueça que o F-35 é o mais avançado avião de combate disponível no mercado. Todo mundo que tem grana e pode comprar está comprando por esse simples motivo.

Adriano RA

Sim.

Felipe Augusto Batista

A França tem grana e pode comprar mas prefere focar numa solução própria.

Maurício.

“A França tem grana e pode comprar mas prefere focar numa solução própria.”

É por isso que tem um pessoal que não gosta da França, eles preferem ser independentes o máximo possível, isso acaba incomodando alguns, já que invés de comprar dos EUA, eles mesmos procuram fazer, bem diferente da grande maioria dos europeus, simples assim.

Andre

Boa, juntamente com a Suécia. As duas únicas exceções do mundo.

Rodrigo-brasileiro

E tem gente que diz que o f35 é um fracasso, uma jaca voadora.
Pressão política tem pra quase tudo hoje em dia, mas desmerecer o produto por pura ideologia não dá né.
Quanto aos problemas, vão sendo resolvidos e não é exclusividade do f35.

Bora comprar uns 24 e colocar em Anápolis.

Andre

O que os anti-EUA fingem esquecer é que o F-35 está ganhando todas as concorrências que participa porque é o mais avançado avião disponível no mercado.

Teve menos problemas que o F-14, por exemplo.

Maurício.

“Bora comprar uns 24 e colocar em Anápolis.”

Tinha uns “entendidos” na época do F-X2 que afirmavam que se o Rafale fosse o escolhido, ele seria uma rainha de hangar. Imagina então o F-35, que é uma fortuna para manter e operar, nunca sairia do chão.

ChinEs

66 F-39 Gripens + 24 F-35A = 90 super cacas , sem esquecer a MB com 18 F-35B , daria os 108 cacas para a Defesa do Brasil…

MMerlin

Rs.
A MB está com orçamento comprometido por algum tempo com seus dois principais programas. Nem verba para as embarcações de 500t tem. Imagina então para F-35B que tem a manutenção mais cara das 3 por ser STOVL.

glasquis7

Eu considero que o Brasil deveria comprar pelo menos, 6 F 35, mesmo que fosse apenas para manter doutrina.

Dada a sua importância, o Brasil não pode ficar de fora da tecnologia de Quinta geração.

Komander

Só confirma a supremacia dos equipamentos americanos

Luiz Trindade

O que não é novidade. Como disse o Robson Rocha, a chance de o Canadá comprar um caça que não fosse norte-americano era quase zero. Esperemos que os problemas que o F-35 enfrenta acabe.

Andre

Não tem jeito, quem tem grana e é autorizado a comprar, vai de F-35.

Fábio

Prevejo aquela choradeira dos brigadeiros de ar condicionado.

Andre

off:

Novas bombas nucleares seguindo para Europa:

https://fas.org/blogs/security/2023/01/c17-cleared-to-transport-b61-12/

Alex Faulhaber

O lobby é bom mesmo

Andre

O avião melhor ainda. É o mais avançado disponível no mercado.

Willber Rodrigues

A indústria aeronáutica canadense é parceira no programa F-35 e gastaram bilhões em P&D conjunto pra essa aeronave, além do Canadá fazer parte do NORAD. Então esse resultado era esperado e previsível.
Nessa altura do campeonato, o Canadá ter escolhido outro caça que não o F-35 seria igual a FAB comprar Eurofighter Typoon ao invés de um 2º lote de Gripens, depois de todo o investimento feito.

Marcelo M

Um dado curioso. O fim da reportagem fala que a finalidade seria defender uma enorme área territorial. Se pensarmos no papel multirole e na versatilidade, não tem pra nenhum outro caça mesmo. Agora, isoladamente, a interceptação a grandes distâncias, não haveria nenhum outro caça de geração 4,5+ que pudesse fazer o trabalho melhor ou tao bem quanto?

Coutinho

Para interceptação a grandes distâncias o Typhoon e o Gripen que tem capacidade supercruise podem fazer o trabalho melhor que o F-35.

Teropode

Serão vistos bem antes , dando tempo para ações defensivas , Typhoon e Gripen brilham como árvore de Natal……Nada supera o F35 ( o F22 não é deste planeta ).

Leandro Costa

Interceptações à grandes distâncias é algo complicado. Depende muito do que se está defendendo.

Por exemplo, uma aeronave não decola de Anápolis para tentar interceptar avião que está indo em direção à Manaus. Ele não chega lá à tempo.

Como no caso do Canadá a maior parte dos alvos em potencial fica mais ao Sul, perto de áreas com maior densidade populacional, existem bases suficientes no ‘caminho’ de qualquer intruso que permitam com que a aeronave decole para enfrentar o invasor sem precisar se deslocar à uma grande distância.

DSC

Marcelo, respondendo à sua pergunta, a resposta é não, não existe caça 4.5G que possa fazer essa tarefa tão bem como ou melhor que o F-35. O F-35A voando em modo stealth, com 4 AIM-120C/D AMRAAM internamente (ou até mesmo com esses 4 AIM-120 mas também mais 2 AIM-9X externamente) tem excelente desempenho de voo (uma mistura de F-16 e de F/A-18 Hornet, limpos), pode executar manobras 9G, tem velocidade máxima de Mach 1.6 e bons números de time on station, e raio de combate. Enquanto isso, o típico caça 4.5G quando configurado e equipado com exatamente o mesmo tipo… Read more »

MestreD'Avis

Obrigado por saber do que fala e explicar claramente!

Raramente vejo comparações do alcance do F-35 com outros caças. Quando vejo é sempre Gripen/F-18/Rafale com 2 ou 3 tanques externos. Claro que nesse caso o F-35 parece ter “perna curta”

O mesmo para velocidade. manobrabilidade… Com 2 tanques externos e 4 misseis BVR, qual a velocidade máx de um Rafale, um Eurofighter, um F-18 ou um Gripen? Será superior ao Mach 1.6 do F-35?

Marcelo M

Obrigado DCS. E suponho que uma aeronave na função clássica de interceptação nao decole com tanques extra, já que deve se destacar de modo supersónico para o alvo. Tempo é fundamental.

Andre

Em um situação real o embate dificilmente será 1×1 mas é interessante ver os combates simulados no DCS do f35 contra os caças de 4gen.

É um simulador sendo utilizado em uma situação difícil na vida real, mas da mais uma visão sobre isso.

O f35 não é invencível, mas frente aos 4gen deve ter um resultado parecido com o do f14 (primeiro 4 gen) contra os migs 25 e 23 (últimos lançamentos 3gen) na guerra ira x iraque nos anos 80.

Tutor

Segundo muitos “expecialistas” aqui do fórum, esses avião não presta kkkkk
O Canadá vai torrar 14 bi neles, só por teimosia rsrsrsrs

Rafael

Canadá provavelmente integrará um dos lotes já construídos na versão Bloco IV – lote 18 – que contará com mais armas integradas e incrementos de softwares. Ainda nebulosa, a versão já poderá ter o novo radar APG-85, uma próxima geração do sistema DAS e o robustecimento do ASQ-239 (mais antenas).

A turbulência canadense veio para o bem no final. Se bem que provavelmente não sobrará F-18 para revender…

Bueno

Eu gostaria de sugerir ao Editor Alexandre Galante uma Simulação F-35A X Gripen F-39, parecido com a que nos brindou com os SU30 Venezuelanos, sei que não temos este adversário na AL em curto prazo, mas hoje é um vetor que esta em  12 nações e  hipoteticamente pode ser operado pelo Chile !!  
e Se não for pedir d+ uma com o Rafale x F-39

Obrigado!

glasquis7

 hipoteticamente pode ser operado pelo Chile !!”

Muito mas, muito hipoteticamente mesmo… Mesmo assim, “Que Deus te ouça!!!”

Bueno

sim, digo hipoteticamente.Acho que será o substituto do F-16 Chilenos

Qual pais da AL recebeu visita de F-35 e F-22? Mais de 1x? o Chile…
https://www.aereo.jor.br/2018/07/10/o-f-35-esta-totalmente-disponivel-para-o-chile-diz-lockheed-martin/

soldado imperial

To vendo que o novo Gripen não vai vender nada, vai ficar só no Brasil e Suécia. Novo gripen ta pior que o Draken, este pelo menos vendeu pra Dinamarca, Austria e Finlandia. Vamos lá Saab faz uma promoção ai, dá uns pra Ucrania e se tiver boa performace vai ajudar nas vendas. Não precisa Saab ficar com medo do gripen fazer feio.Não tem jeito de piorar mais, pois não vende nada nada mesmo…..kkkkk pra descontrair um pouco

Ivan herrera

Mais uns 36 pra nós,pra começar a pagar só quando começar a dar baixa nos primeiros ficaria interessante kkkkk

Carlos Crispim

Como dizem e repetem aqui no blog, esse caça é um fracasso!!!!!!!!!!!!!!!!

Prometheus

Novo layout da página está muito confuso

Alexandre Galante

Pode acessar as notícias pelo Arquivo até se acostumar com o novo layout.

https://www.aereo.jor.br/arquivo/

Frederick

Estou achando maravilhoso. Muito moderno.
Parabéns, Galante e toda a turma.

Carlos Campos

onde que ve as materias antigas?