domingo, setembro 25, 2022

Gripen para o Brasil

Embraer e GMV, de Portugal, assinam Memorando de Entendimento para desenvolvimento tecnológico

Destaques

Redação Forças de Defesa
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redacao@fordefesa.com.br

Lisboa, Portugal, 22 de setembro de 2022 – A Embraer e a GMV, de Portugal, assinaram um Memorando de Entendimento para cooperação nas áreas de desenvolvimento e integração de sistemas para produtos e serviços de defesa, principalmente no âmbito do programa da aeronave A-29 Super Tucano.

O Memorando inclui ainda potenciais parcerias em processos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, com o objetivo de ampliar o relacionamento comercial de longo prazo entre as empresas durante as fases de concepção, design, desenvolvimento, produção e suporte.

Novos negócios, desenvolvimento e integração de sistemas de navegação, de Aviônicos Modulares Integrados (Integrated Modular Avionics, IMA, na sigla em inglês) e de software também estão na pauta das duas empresas, que pretendem trocar informações sobre suas experiências, capacidades, produtos, sistemas e serviços. Especificamente na área de pesquisa e desenvolvimento com foco em IMA, a relação entre as empresas tem mais de 15 anos, incluindo projetos no âmbito da União Europeia.

A Embraer tem um compromisso estratégico de longo prazo com Portugal no desenvolvimento de seu ecossistema aeroespacial e de defesa, permanecendo como o país onde a empresa mais investe na sua capacidade industrial fora do Brasil.

O exemplo mais recente foi um investimento de 74 milhões de euros na OGMA S.A., permitindo à empresa obter a certificação para a manutenção dos motores GTF da Pratt & Whitney, utilizados pela nova geração de aviões comerciais. Este acordo irá criar 300 postos de trabalho e poderá triplicar o volume de negócios anual da OGMA para 600 milhões de euros, refletindo também o interesse da Embraer em ampliar o escopo de suas atividades em Portugal e agregar, assim, valor à economia local.

Em linha com essa estratégia, diversas iniciativas foram lançadas este ano, incluindo a assinatura de um Memorando de Entendimento com idD Portugal Defence e a ETI para a cooperação em desenvolvimento tecnológico em suas áreas de especialidades. Com os projetos em desenvolvimento, a Embraer irá trabalhar com seus parceiros na definição de prioridades estratégicas para a Defesa em Portugal, incluindo treinamento avançado, desenvolvimento de tecnologias de dupla utilização e transformação digital.

Siga a Embraer no Twitter: @Embraer

Sobre a GMV

A GMV é um grupo empresarial privado de tecnologia fundado em 1984 e que opera em escala mundial nos seguintes setores: Aeroespacial, Defesa e Segurança, Cibersegurança, Sistemas Inteligentes de Transporte, Automobilístico, Saúde, Telecomunicações e TI para autoridades governamentais e grandes corporações. Em 2021, teve receitas superiores a 260 milhões de euros. Trabalhando com uma equipe de mais de 2.500 pessoas, a empresa agora administra subsidiárias na Espanha, EUA, Alemanha, França, Polônia, Portugal, Romênia, Reino Unido, Holanda, Bélgica, Malásia e Colômbia. Setenta e cinco por cento do seu faturamento vem de projetos internacionais nos cinco continentes. A estratégia de crescimento da empresa é baseada na inovação contínua.

Sobre a Embraer

Uma empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer tem negócios em aviação Comercial e Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, prestando serviços e suporte aos clientes no pós-venda.

Desde sua fundação, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8.000 aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola em algum lugar do mundo, transportando mais de 145 milhões de passageiros por ano.

A Embraer é o principal fabricante de jatos comerciais com até 150 assentos e o principal exportador de bens de alto valor agregado no Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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Matheus

Segue a ofensiva pra Portugal e outros países da UE comprar o A-29. Show!

Gustavo

Portugal nunca teve intenção de comprar os A-29 não?

Peter Nine Nine

Sim teve e tem.

pampapoker

Ainda tem gente que fala que o pós venda da Embraer e péssimo. Imagina se fosse bom na visão dele,como seria na realidade

Carlos Campos

ele mente tão descaradamente que chega a dar pena.

Santana

Isso já faz parte de uma futura compra dos A29 pelo FAP … com certeza

Jose Marinho

Espero bem que não.
Porque antes de pensar em comprar esses avioes é preciso resolver graves lacunas de material mais urgente nas forças armadas.

Nilo

É possivel que a compra abra oportunidade de ganhos, com retorno financeiro a Portugal, tanto na área de manutenção, pesquisa de desenvolvimento voltado para ST, como escola internacional de treinamento de pilotos que inclua o ST. Mas sempre aparece comentarios lusitanos contrários e sempre com empecilhos.
Portugal considera abrir escola internacional de formação de pilotos militares
https://www.aereo.jor.br/2021/01/21/portugal-considera-abrir-escola-internacional-de-formacao-de-pilotos-militares/

Felipe Morais

Com todo respeito, creio que os colegas portugueses possuem mais legitimidade para dizer o que a Força Portuguesa precisa ou não. Ao menos para opinar.

Não é porque o meio é brasileiro e torcemos por seu sucesso que se pode cravar que é o que outra força precisa ou que deva priorizar.

Carlos Campos

o problema é que muitos comentários são pautados apenas por recalque

Filipe Prestes

Sinto curiosidade em saber quais seriam os updates do ST – não somente sistemas OTAN para esta compra pontual de Portugal- e se a Embraer pensa num ST II. Como leigo e desde um ponto de vista mais cético, chutaria que os possíveis updates seriam tão somente em aviônica (o WAD da AEL?) e um novo motor num caso remoto se a P&W desenvolvesse algo melhor que o PT-6A/68.

LucianoSR71

Tem que se ter cuidado, pois se vc coloca WAD, que é item bem caro, entre outros requintes, o preço de aquisição poderia ficar bem próximo de aeronaves de ataque a jato, perdendo um de seus pontos atraentes: baixo custo de aquisição e manutenção.

Filipe Prestes

Luciano, isso seguindo a lógica de hoje. Creio que no longo prazo – algo para a próxima década ou mesmo a diante – o que hoje é “luxo” em algumas forças aéreas será o padrão futuramente. Como disse Elis, o novo sempre vem.

Agora no caso de um avião pequeno como o ST é bem provável que se adotem soluções intermediárias.

Marcelo

Isso só confirmar que portugal vai mesmo comprar 12 unidadeas !!!

Bruno Palma

É só mais um empurrãozinho para forçar a FAP a comprar o A-29, um avião que não faz nenhum sentido para operações de ataque já que estamos com ao lado de uma guerra de alta tensidade o que é totalmente contrário o que nossos aliados da NATO estão a fazer, estão a comprar caças de 5ºgeração e helis de ataque e estão se a marimbar para aviões lentos de ataque ao solo, é só ver quem tem aviões semelhantes ao A-29 na NATO…ninguém, mas nós os “Tugas” somos sempre os atrasados em tudo em questões militares, mal temos F-16 a… Read more »

Last edited 2 dias atrás by Bruno Palma
Carlos Campos

tu é hilário, outro dia torcendo para o A400, que é caríssimo, que até os países ricos da Europa não tem disponibilidade suficiente mesmo torrando fortunas na manutenção daquela geringonça, agora tá chorando aí pq não tem nem F16 suficiente ou horas de voos o suficiente, sei lá kkkk

Carlos

À um ano circulava a notícia de que Portugal iria comprar 10 A20 ST, agora voltou outra vez essa notícia com base numa afirmação do CEMGFA Alm. Silva Ribeiro que numa entrevista ao CMTV afirmou que a Ministra já tinha a indicação e explicações das prioridades na aquisição de equipamentos referindo-se em primeiro a helicópteros e em segundo a aviões a hélice e que podem ver “Portugal é Super Tucano! Chefe do CEMGFA, almirante Silva Ribeiro, confirma compra na TV Portuguesa”. Duas razões para dizer que esta notícia é uma farsa; 1- O preço unitário de um A29 ST é… Read more »

Willber Rodrigues

Duas questões:
1- então, treinar os pilotos apenas com o ST não deu certo, e precisarão do T-7?
2- porque é a FAB que está se virando pra um substituto do Orion e da aviação de patrulha, e náo a MB?

EduardoSP

Não temos cacife para o P-8.
Nova Zelândia pagou US$ 1,4 bi por quatro unidades.
Alemanha pagou US$ 1,3 bi por cinco unidades

Douglas Rodrigues

Ainda há tempo para desenvolver uma solução com a Embraer.
Já o T7 Red Hawk, acredito q seria uma ótima aquisição para complementar os Gripen.

Carlos Campos

também torço por isso, compra um E195 E2 e transforma eles, coloca aviônico Italinao ou Israelenses, o do Paquistão é pela Leonardo

Carlos Campos

isso é um delírio de uma noite de verão

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