terça-feira, outubro 4, 2022

Gripen para o Brasil

LIVE: Esquadrão Harpia – Quem são os brasileiros que se destacam nos torneios de combate aéreo no simulador DCS?

Destaques

Redação Forças de Defesa
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redacao@fordefesa.com.br

Felipe Salles do Canal Base Militar Vídeo Magazine fez uma live com quatro membros do “Esquadrão Harpia”, uma equipe totalmente brasileira que vem se destacando nas competições internacionais no simulador de voo tático DCS.

O “Esquadrão Harpia” foi criado com a intenção de representar a comunidade brasileira no cenário competitivo de DCS. Mas muito mais do que apenas um esquadrão de DCS, é um grupo de amigos com uma paixão em comum: aviões militares e combate aéreo.

Quem gosta de simulação de voo e de combates aéreos, vai gostar muito deste bate-papo.

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Leandro Costa

O Harpia é da era do Il-2 FB. Lembro de quando ele foi criado.

109F-4

Tenho esse jogo pra PC. Foi um divisor de águas na época em que foi lançado. Até hoje me surpreende (Podiam melhorar o aspecto dos pilotos que saltam de pqd).

Ivo

Meu sonho ter um PC que preste para rodar o DCS. Mas a vida adulta acaba fazendo a gente ter outras prioridades. Aproveitando o espaço, quem não tiver um computador tão bom mas queira um simulador pra brincar em fim de semana, sugiro os da série Strike Fighters. São muito divertidos e tem uma variedade razoável de aviões além dos mods.

Matheus Santos

Nesse ponto, simulador de PC, parei no Jane’s Fighter Anthology, wWII Fighters e USAF. Depois um pouco de warbirds.net. USAF era muito bom. Tinha REVO. Foi o primeiro simulador que vi, onde se podia trocar de esquadrilha em voo. Começava em Superioridade aérea, trocava pro wild weasel e terminava no ataque ao solo. Missões com F-117 com bomba guiada a laser não eram faceis. Voar F-4E e F-105 no Vietnã era dureza. Sparrow e sidewinder que erravam mais q acertavam. Atualmente, rodar o USAF em Windows acima de 98 requer o tackleberry patch e não consegui fazer ele rodar no… Read more »

Carvalho2008

opa…assisti ontem.o TOP Gun Maverick….

achei melhor e muito que o primeiro, o que já é difícil para ocorrer em uma continuação…

o roteiro muito plausível e com certeza boa consultoria….não achei tantas falhas…algumas por licença poética e óbvio tempo para encaixar o roteiro na duração do filme

Só o F18 Legacy poderia realizar aquela missão

Tá na cara que era o Irâ(F14)

Tinha SU57….

Exceto o último combate, os demais foram tecnicamente possíveis e prováveis…por incrível que pareça….

Rinaldo Nery

Desculpe, mas exceder o limite de carga de G não é plausível em nenhum avião. Poderiam, pelo menos, ter filmado onde realmente está localizada a US Navy Fighter Weapons Schooll, ou seja, na Fallon NAS, Nevada. Bem no meio do deserto. Não tem nenhuma praia lá. E passar no meio de uma esquadrilha em vôo… Bem disse a NAVY: ¨não é isso que fazemos, tampouco nossos pilotos são assim¨. Mas, como bem dito, licença poética… No meu humilde entendimento, não houve NADA de provável.

Carvalho2008

é a licença poética aos leigos Mestre Nery… a inserção tinha de ser com um avião leve , manobrava e de aceleração rápida…o Sh não serviria nem o F35…os mísseis normalmente para alvos bem defendidos assim são em duplas combinação IR e Radar( apesar de falarem que era radar no roteiro) ….o furto após a balbúrdia até quem sabe…tudo pegando fogo quem ia saber quem era quem…combate ar ar também…os patrulhas não tinham como saber e foi corpo a corpo na surpresa a queima roupa…quinta geração algum é otimizado para dogfight….só o último combate que foi bem lorota pois seria… Read more »

pangloss

Eu acho que a parte mais eloquentemente ficcional foi a ejeção do Darkstar acima de mach 10.
E outro ponto: aquele Contra Almirante jamais teria poder para encerrar o programa. Isso seria de atribuição de oficiais mais graduados, e dificilmente seria uma decisão “monocrática”. Sem falar que o Ed Harris está MUITO acima da idade de qualquer oficial general da ativa.

Bruno Vinícius

A desculpa de que o F-35 não poderia fazer a missão por necessitar de sinal de GPS para conseguir lançar bombas foi totalmente descabida. É perdoável porque eles precisavam de um avião biplace para fazer as gravações (ou seja, não tinham escolha além do SH), mas poderiam achar uma desculpa melhor kkkkk

E isso, é claro, e apenas um de uma enorme lista de erros, porém, o filme é bom, só é preciso adotar a suspensão de descrença.

Last edited 2 meses atrás by Bruno Vinícius
Ivo

Exatamente o que pensei, GPS não era desculpa. O motivo real foi o que você citou. Mas aí gostaria de fazer um exercicio…aquele envelope de vôo poderia ser atendido pelo F35?

Bruno Vinícius

O limite do SH é 7.5G (talvez menos, com o loadout que eles estavam carregando no filme) e o F-35C possuí a mesma limitação. Ou seja, nenhum dos dois seria capaz de atender aquele envelope de voo sem perder as asas. Porém, o objetivo de se ter gasto tanto dinheiro para fazer uma aeronave VLO é justamente permitir que o F-35 consiga penetrar as defesas inimigas sem ser detectado. Considerando que – a menos que eu tenha identificado incorretamente – o inimigo estava usando SA-3 no filme, é de se imaginar que o F-35 não teria grandes dificuldades em fazer… Read more »

Steel Wing

f-35 realmente não é otimizado para dogfight, mas o f-22 e su-57 são sim.

Agnelo

Cel
O senhor sentiu o q eu sinto nos filmes de guerra “no chão”.
Kkkk

Kleber

O que achei legal é soltar Flare pra escapar de mísseis guiados por radar. Viva a licença poética.

109F-4

Né isso😆

Emerson

Acho que a única falha tirando todas as “licenças poéticas” foram os radares pegarem o SU-57 (a principio ele é stealth no filme) mas tirando isso foi uma baita filme. Gostei muito, é filme né, então puxa a pipoca e bora curtir.

Rafael M. F.

A missão de ataque contra uma instalação nuclear foi baseada em uma missão real executada pela Heyl Ha’avir (Força Aérea de Israel).

Isso talvez tenha sido o mais próximo da realidade que chega o filme…

109F-4

Mas o filme é bom. É filme; é assim.

Rodrigo Maçolla

Assisti a live e da para saber que os cara sabem muito bem o que estão fazendo, Parabéns se são campeões não são a toa, Mais gostei bastante dessa pintura escolhida para os aviões esse tom de verde predominante em cima e o branco na parte de baixo é muito interessante… interessante também notar (se a minha vista não me enganou) que no tanque de combustível alijável do F-14B esta pintado a palavra “BRASTEMP” é isso ? me ajudem ai. 🙂

Heberth "Derby"

Sim! Está correto! Isso foi um brincadeira que virou tradição no esquadrão.
No caso do F-14, apelidamos o míssil AIM-54 Phoenix de geladeira, e portanto o Tomcat leva em seus tanques de combustível a marca de tal geladeira!
Abraços

Sidney

Conheço todos os PILOTOS do Esquadrão Harpia. Já “voei” com eles e “voo” DCS desde o inicio do simulador há mais de 10 anos. DCS está num nível que pouca gente entende e conhece. Exige muito estudo e treino para voar bem e tirar de cada aeronave o que ela pode entregar. Os sistemas são todos complexos e os parâmetros físicos das aeronaves e das armas buscam evoluir sempre para chegar ao real ou o mais próximo possível do real. E na criação dos módulos (aviões e helicópteros) cada vez mais a presença de Profissionais da aviação militar e o… Read more »

Last edited 2 meses atrás by Sidney
Rinaldo Nery

Obrigado pelas informações. Parabéns ao ¨Esquadrão¨! A la chasse!

Heberth "Derby"

Obrigado Sidney “Raptor”! Obrigado pelo apoio que sempre demonstra e pelos voos conosco!

Rafael M. F.

Agora que reparei que coloriram as aeronaves com a skin do P-47 na IIGM.

Luiz "Katsu"

Isso Rafael, Nossa pintura é uma homenagem a pintura comemorativa dos 60 anos do 1º gavca.

Wagner Ribeiro

Tenho certeza de que tem algum membro da melhor turma que já passou pela Gloriosa EPCAR, a 98 TUDO AV.

Heberth "Derby"

Arthur Mazzucatto disse na live que foi da EPCAR, só não sei se foi de 98!

Jonathan Pôrto

No simulador até a Suécia ganha na copa de 1958. !!🤣🤣🤣🤣🤣

Heberth "Derby"

Quem nos acompanha sabe a dificuldade e os desafios que tivemos que superar, seja simulando ou não.

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