segunda-feira, maio 23, 2022

Gripen para o Brasil

Míssil antirradiação AARGM-ER da U.S. Navy entrará em produção

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Naval Air Systems Command, Rio Patuxent, Md. — O Míssil Guiado Antirradiação Avançado da Marinha – Alcance Estendido (AARGM-ER) recebeu a aprovação Milestone C (MS-C) em 23 de agosto, permitindo que o programa entre em sua primeira fase de produção.

A Marinha dos EUA planeja conceder os primeiros dois lotes de produção inicial de baixa cadência nos próximos meses.

“A equipe governamental/industrial combinada trabalhou incansavelmente nos últimos anos para atingir esse marco”, disse o capitão Alex Dutko, gerente do programa Direct and Time Sensitive Strike (PMA-242). “Estamos ansiosos para entregar esta nova arma com sua capacidade aumentada e letalidade para a frota o mais rápido possível.”

A decisão da MS-C veio pouco mais de dois anos depois que a Marinha concedeu o contrato de Desenvolvimento de Engenharia e Fabricação (EMD) à sua contratada principal, a Northrop Grumman. A equipe conduziu o primeiro evento de tiro real em julho para verificar a integração do sistema e o desempenho do motor do foguete, bem como iniciar a modelagem e validação de simulação.

O teste de voo cativo e tiro real está planejado para continuar até 2022 e a capacidade operacional inicial está planejada para 2023.

A Marinha está integrando o AARGM-ER no F/A-18E/F e EA-18G, e será compatível para integração no F-35. Aproveitando o programa AARGM da Marinha dos Estados Unidos, o AARGM-ER com um novo motor foguete e ogiva fornecerá capacidade avançada para detectar e engajar os sistemas de defesa aérea inimigos.

F/A-18E com o AARGM-ER

AARGM-ER

Modelo do AARGM-ER na baia interna do F-35
Modelo do AARGM-ER na baia interna do F-35

FONTE: Naval Air Systems Command

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Jagdverband#44

Segundo nossos experts sino-brasileiros, este míssil não presta.

Foxtrot

“Segundo nossos experts sino-brasileiros, este míssil não presta.”
Quem escreve essas asneiras aqui no fórum são os Fãs Boys.
Para eles, nada que é feito aqui presente, só o que vem dos States e Europa.
Mesmo se for fez&$32es com asas !

Jagdverband#44

Então leia a última reportagem do blog sobre esse míssil, e verá a opinião dos referidos experts.

Antoniokings

Não é que não preste.
Presta para algumas situações específicas.
Não é nenhum suprassumo que irá revolucionar a guerra e muito menos assegurar a vitória contra russos ou chineses.
Só mais um item nos arsenais desses países.

Jagdverband#44

Que vitória?
Haverá alguma guerra? Esse desejo infantil não procede.
E outra, mesmo que num futuro houvesse guerra, não é a arma x ou y que garantirá a vitória a quem quer que seja.
Difícil aprender.

Antoniokings

Tenta explicar isso para o Professor de Almanaque.

Bosco

Segue as regras de Lênin direitinho. Rsss “Acuse-os de ser o que você é .”

Bosco

Eita! Tá crescendo no valor! A continuar assim vai ganhar medalha de honra ao mérito dos editores.
Quando começar a pensar assim dos “zircons” vai ganhar até um “joinha” de minha parte.
*Como melhorou não vou dar um dislike, mas não acostuma não…

Antoniokings

Presta para atacar radares do Iraque, Somália, Iêmen e etc.
Algumas situações específicas, como afirmado acima.
Contra os grandes, aí muda de figura.

Antoniokings

Em tempo.
Devo lembrar das táticas utilizadas por países como o Vietnã que ‘driblava’ os mísseis antirradiação americanos e fizeram grandes estragos na USAF, Marines e afins.
E ainda, estava lendo sobre o radar russo Konteiner.
Um monstro.

Bosco

Toinho,
Você abusa das falácias meu caro. Só neste post eu identifiquei pelo menos umas quatro diferentes. Ainda bem que a turma não cai nelas mas devo confessar que você é esforçado.

Carlos santo

Vc não tem base técnica para falar isso, além do que é publicado no sputinik

Antoniokings

E mande um ‘joinha’ para a notícia de que Arábia Saudita e Rússia acabaram de assinar um acordo de cooperação militar.
Devo lembrar que a Arábia Saudita representa cerca de 25% de todas as exportações americanas de armas.
Se os EUA perderam esse cliente, sei não….
Só sei que o baque será gigantesco.

SDS cordiais.

Bosco

Ishi…
Elogiei cedo demais. Voltou a ser animador de velório…

Antoniokings

Animador de velório x Vendedor de ilusões.
Não se anime muito que a ‘chapa está esquentando’.

P.S. Não foi por falta de avisos.

Antoniokings

Breaking News: Ataque ao Aeroporto de Cabul deixa afegãos e americanos mortos.

Foxtrot

E o nosso MAR-01 ficou a “ver navios”.
Só um país sem visão estratégica de longo prazo cancela um míssil tão importante e já pronto !
Parabéns US Navy

Bosco

Fox, Na verdade os mísseis antirradiação “puros” perderam relevância devido à evolução tecnológica. Hoje poucos países os utilizam e os mais avançados estão desenvolvendo combinando o seeker PRH (passive radar homing) com outro (IIR ou MMW), para poder acertar mesmo no caso do radar parar de emitir ou ser utilizado contra outros alvos além de radares. Há algumas décadas os misseis antirradar viram seu auge por conta de não haver outras armas stand-off precisas, que hoje são comuns. Tinha que neutralizar ou mitigar a capacidade da defesa antiaérea com a atividade SEAD (supressão momentânea da capacidade de defesa antiaérea) para… Read more »

Marcelo

Sim,o negócio é ficar dependente dê material da guerra dê nações estrangeiras né !!! Que papo é esse que perdeu relevancia ???
Estamos voando com f-5 com 50 anos dê uso por falta da verba !!!!!
VBC Cav 8X8, Exército divulga o cronograma de entrega !!
É pegadinha? Primeiro de abril atrasado? 16 anos para entregar 98 veículos, uma média de 6 veículos por ano.
Nao temos dinheiro para fazer aquisição igual aos yankes !!!

https://tecnodefesa.com.br/vbc-cav-8×8-exercito-divulga-o-cronograma-de-entrega/

Bosco

Não entendi a indignação… Fico devendo!

Sensato

Simples. Você quebrou um dos argumentos que eles adoram usar pra malhar as forças armadas. A turma canhota nunca gostou dos militares pelos motivos que todos conhecem mas de um tempo pra cá eles perceberam que precisam minar o sentimento que a população tem pelos militares se quiserem atingir seus objetivos. Daí essa enxurrada de MAV que temos visto aqui na trilogia.

Jadson Cabral

Sensato, que de sensato não tem nada, o sujeito lá não estava falando coisa com coisa, mas você conseguiu ser pior que ele falando de “turma da canhota”, ódio aos militares e bla, bla, bla… desencana, amigo. Guerra fria já acabou, não existe ameaça comunista e no Brasil a “direita é tão porca quanto a esquerda. Para de achar que o problema do Brasil são os “comunistas”, porque você parece abobalhado.

Sensato

Não me atribua palavras que não são minhas. Sua tentativa de ridicularizar e/ou estereotipar o que eu disse também é estratégia manjada mas só funciona com pessoas do mesmo nível intelectual da ex presidente.

Foxtrot

“Sim,o negócio é ficar dependente dê material da guerra dê nações estrangeiras né !!! Que papo é esse que perdeu relevancia ??? Estamos voando com f-5 com 50 anos dê uso por falta da verba !!!!! VBC Cav 8X8, Exército divulga o cronograma de entrega !! É pegadinha? Primeiro de abril atrasado? 16 anos para entregar 98 veículos, uma média de 6 veículos por ano. Nao temos dinheiro para fazer aquisição igual aos yankes !!!” Exatamente Marcelo, e pior que essa é a mentalidade dos oficiais, por isso mesmo estamos essa bananaland que somos. Quanto a esse VAB blá blá… Read more »

Hellen

Tem alguma coisa de errado com as forças armadas do brasil !!!
A FAB abre mao de um produto missil nacional pra ficar dependente de produto estrangeiro !!!
A marinha do Brasil esta sem navios (dando baixa aos monte ) e gastou 1 bilhão de reais com a compra de 4 aviões turbo trade de 1950 !!!!
O exercito queria operar avioes sherpa mais nao tem dinheiro para comprar tanques !!!!
É impressão minha que nao tem planejamento algum nessa bagaça chamado forças armadas !!!!

GFC_RJ

Ok… 

Mas nesse caso específico do AARGM-ER… Ele é antirradiação “puro”?

Do modo como você falou, não há esses híbridos (PRH + IIR ou MMW) no mercado ainda…

Outra… Eu, entusiasta amador, conheço no mercado apenas o Harm com esse perfil e pouquíssima notícia de aquisições deste pelo mercado. Me faz concluir, de fato, que poucas doutrinas de SEAD estejam considerando as armas deste perfil. Estou errado?

Bosco

O AARGM ora em uso não é antirradiação puro. Ele conta com um radar milimétrico ativo. Pode ser usado contra qualquer tipo de alvo que tenha sua “imagem” na memória (veículos, lançadores, radares, etc,). O AARGM-ER combinará o mesmo seeker “dual mode” do AARGM com um motor com mais propelente, menor arrasto e perfil stealth. Deverá ter de 2 a 3 vezes maior alcance. Só pra constar, eu não desfiz do MAR-1, só tentei dar uma possível explicação dele não ter ido pra frente como gostaríamos, por ter sido desenvolvido num momento errado, onde já estava em andamento uma mudança… Read more »

Last edited 8 meses atrás by Bosco
Bosco

A indústria militar brasileira sofre de atrasite crônica. Em pleno Século XXI faz um míssil semelhante ao Exocet MM40 block II da década de 70, faz o MAR-1 semelhante ao Shike da decadécada de 60, faz o MSS-1.2…
AÍ as Forças Armadas não compram e não acham clientes externos pela tecnologia ter … vencido.

PauloOsk

Mas Bosco, No Brasil tem cerebro pra desenvolver coisas mais modernas?

Bosco

Teve várias iniciativas interessantes de armas guiadas mas que não deram em nada. Eu mesmo já desisti de esperar. rsss
Tinham as bombas guiadas por GPS que ninguém mais fala. Tinha mísseis guiados por fibra óptica que não vingou. O próprio A-Darter foi só um sonho numa noite de verão. rsss
Hoje tenho dúvidas se a gente tem competência nessa área de modo a podermos competir no mercado que tá muito acirrado.

Satyricon

Bosco, é uma verdade dolorosa… e discutível. Mantemo-nos exclusivamente dependentes de material importado, ou desenvolvemos os nacionais, mesmo defasados?
Os pilotos americanos julgam o A-29 ultrapassado, mas ele nos serve perfeitamente para a missão designada. O MSS 1.2 poderia estar defasado, mas não temos quase nada de arma anti-carro, e as poucas que temos são importadas e de curto alcance. É um tanto desconfortável.

Bosco

Satyricon, Concordo. Não disse que esses mísseis não deveriam ser fabricados. O que disse é que terão dificuldades de encontrar compradores internacionais e só nossas forças armadas não sustentam essas empresas e temo que compras reduzidas causem problema às nossas forças. Como fica a manutenção? Como fica os problemas apresentados em campo? Serão corrigidos em versões futuras? Haverá versões futuras mais efetivas? Teremos mais que alguns poucos exemplares? Podemos enviar cidadãos brasileiros para a guerra com esse material? É de confiança? Meu comentário se originou devido ao comentário do Foxtrot quando disse “um míssil tão importante” . Só peguei a… Read more »

Nostra

“As you said, there are no such hybrids (PRH + IIR or MMW) on the market yet…” ( Google translation )

It is already there , RudraM1 uses dual PHH ( passive homing head ) + MMW ( millimetre wave ) seekers.

Additionally there is also INS-GPS ( inertial navigation system-GPS ) guidance

GNSS signals are multi constellation includes IRNSS, GPS, GLONASS and GAGAN for redundancy incase one or more are denied

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Last edited 8 meses atrás by Nostra
Antoniokings

Mísseis antirradiação existem desde a Guerra do Vietnã.
E olhe os estragos que as defesas vietnamitas fizeram nas forças americanas.
Agora, imagine os modernos meios de detecção existentes atualmente.
Segundo a famosa publicação: ‘Sem novidades no front’.

Bosco

Essa é uma maneira de ver. A outra é que o estrago poderia ser maior se não houvesse a implementação do SEAD (supressão de defesa aérea).

Antoniokings

‘Para nós, não há alvos invisíveis’
comment image.webp

Parte receptora do radar Konteiner.
Acho que nem mosca escapa de ser detectada por isso.

Em tempo: ‘Para nós’ é para os russos. Apenas descrevi o título da reportagem.

Bosco

“Para nós, não há alvos invisíveis’”
Aham! Por isso são “invisíveis”. Eles estão passando sobre suas cabeças e vocês nem notam.
Isso é igual um marido dizer que a prova que sua mulher não o trai com seu amigo Ricardão é que nunca viu isso acontecer.

MCruel

Isso me lembra uma piada: O tenente chama a atenção do recruta que ficou dormindo e faltou a aula sobre camuflagem…: “Recruta José, não vi o senhor na aula de hoje!!!… o recruta respondeu: “Obrigado, senhor!”

Bosco

rsssss

Carlos santo

Leu isso no sputinik…

Bosco

“Mísseis antirradiação existem desde a Guerra do Vietnã.” – O AARGM e o AARGM-ER não são mísseis antirradiação “apenas”. São também! Qual a parte de “seeker dual mode” com um sistema “passive radar homing” combinado a um radar ativo de onda milimétrica (MMW)” que você não entendeu? Vale salientar que mesmo o HARM que é um míssil antirradiação puro é bem superior aos Shrike e Standards ARMs do Vietnã. O HARM tem navegação de meio curso inercial combinado com GPS. Se o radar desliga ele lembra onde ele estava e há grandes chances dele acertar. Na verdade um HARM versão… Read more »

Antoniokings

Prezado.
Desista dessa árdua missão de tentar convencer as pessoas de que mísseis de cruzeiro e antirradiação são a última sensação na guerra moderna e com isso os EUA vão derrotar a China ou Rússia.
Não vão.
É muito fácil admitir isso em vez de ficar nessa eterna ladainha.

Bosco

kkkkkkkkkk
Você é hilário Toinho!

Teropode

Ah para com isto , não pode aparecer uma notícia sobre novas armas Americanas que vc sai das trevas para tentar relativizar a eficiência das mesmas , a ação é tão incoerente que as falácias acabam atingindo até mesmo as armas de seus Senhores orientais ?

Bosco

A tática SEAD era obrigar o desligamento dos radares ou/e interferir neles de modo a permitir o ataque ao alvo primário , por exemplo, uma ponte. Raríssimos mísseis antirradiação atingiam seus alvos porque a intenção era obrigá-los a se desligarem. Hoje há recursos para atacar a IADS de longe, usando por exemplo a detecção via radar de abertura sintética a partir de grandes distâncias, do complexo de lançadores, radares, centros de comando e equipamento de apoio e varrer tudo com armas stand-off de precisão (PGMs). Um missil como o AARGM ou o Rudra indiano citado pelo Nostra, faz as duas… Read more »

Henrique

No caso da FAB com os Gripen, que armamento usaríamos pra SEAD? SPICE? Nāo seria muito perigoso? Táticas tipo “window” (lançar grande quantidade de chaff pra cegar os radares inimigos) ainda são eficazes? Na minha opinião seria bom comprar algo como o MALD e o Taurus KEPD.

Bosco

Henrique, A SEAD é a supressão da defesa antiaérea, já o DEAD é a destruição da defesa AA. O Gripen da FAB poderá implementar uma missão DEAD utilizando por exemplo as bombas Spice, que você citou. A SEAD (supressão) se dará somente pela capacidade de ataque eletrônico que os Gripen terão (??) já que ao que me consta não teremos nenhum míssil antirradar. Sem dúvida seria ótimo termos mísseis iscas como o MALD e de cruzeiro de ataque como o Taurus. Tem que ser doido para não concordar com você, o negócio é o din-din. rssss Já lançar grande quantidade… Read more »

groosp

IIR e MMW exigem decoys mais sofisticados. Não dá mais pra usar um simples emissor de RF.

Nostra

Latest decoy system from drdo/pvt collaboration ( pic shows prototype )

Meant to decoy/spoof current & future generation ARMs ( anti radiation missile ) either standalone or inter networked

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Last edited 8 meses atrás by Nostra
Foxtrot

“Fox, Na verdade os mísseis antirradiação “puros” perderam relevância devido à evolução tecnológica. Hoje poucos países os utilizam e os mais avançados estão desenvolvendo combinando o seeker PRH (passive radar homing) com outro (IIR ou MMW), para poder acertar mesmo no caso do radar parar de emitir ou ser utilizado contra outros alvos além de radares.” Pois é caro Bosco, mas para chegarmos a este ponto, precisamos partir do zero. E era o que deveriam ter feito com o MAR-01. Mesmo ele sendo anti radiação “puro”, havia informações que mesmo se desligando a fonte emissora, ele tinha uma “biblioteca” de… Read more »

Teropode

Mas o pior da decisão não foi puramente o cancelamento do míssel , perderam a oportunidade de uma evolução natural , como as modernas características citadas por vc , não vão experimentar o amadurecimento do conceito e é pouco provável que partam direto para algo atualizado , talvez uma parceria ? , mas o A-DARTER tá ai para não termos esperança .

Nostra

AARGM-ER is a potent system especially the GNC and the ability to network with off board sources

Hopefully in next couple of years we will see high supersonic RudraM2 and hypersonic RudraM3 ARMs with ranges of 330km & 550km testfired

Last edited 8 meses atrás by Nostra
MestreD'Avis

Nostra, how large is an hypersonic RudraM3 ARM missile?? Does it really need the speed advantage for this role?

Nostra

Weights 1.6 tons

It is a air launched aeroballistic missile with multiple roles , ARM is one of them

Yes hypersonic speed is required to attack semi mobile / fixed emitters to take defence by surprise

ARMs is not only about radars , it includes any emitter eg C2 vehicles etc

A hostile cruise missile regiment will have emitters for communication with higher echelon if it is taken out by ARMs , the regiment will be rendered ineffective

MestreD'Avis

That’s a large missile. Guess it will be integrated in SU-30 and Rafales only?

I would think that a Mach 2/3 missile would do the job cheaper, but I’ll let the IAF decide!

Nostra

Su30 and LCA mk2

It is multi purpose , ARM is one of the roles , it is similar to Kinzhal

For cheap RudraM1 is mach 2 at 200 km range

Then also RudraM2 ~ mach 4 at 330 km range is there

Last edited 8 meses atrás by Nostra
Nonato

Let’s defeat China and Rússia.

Carlos santo

Te cuida s-500…

Nonato

Duvida:
Sistemas de defesa antiaérea funcionam com radar desligado?
Com radar ligado como esses sistemas de defesa se defendem desse tipo de míssil?

Blayas

Radares são apenas mais um entre os diversos sensores que podem compor uma rede de defesa antiaérea integrada, apesar de serem o principal sensor em termos gerais. Muitos sistemas AA possuem sensores backup, como sensores electro-ópticos operando em diversos espectros, sensoriamento passivo de emissões e capacidade de engajar alvos ´´jammeantes, se estendermos o conceito de ´´radar desligado baterias AA podem receber soluções de engajamento através de meios externos por datalink, vindos de sensores passivos e radares em posições distintas sejam estes baseados em terra, ar ou mar, tudo isto em suma sem ligar o ´´próprio radar. Veja, estas características que… Read more »

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