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Queda de A-4AR Fightinghawk na Argentina

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Um avião McDonnell Douglas A-4AR da Força Aérea Argentina caiu no sul de Córdoba e o piloto faleceu após ejeção

Um caça A-4AR Fightinghawk pertencente à Argentina caiu nesta quarta-feira na província de Córdoba, em Villa Valeria, na fronteira com San Luis, em meio a exercícios de combate.

A Força Aérea Argentina (FAA) confirmou que o piloto Gonzalo Fabian Britos Venturini, após ter ejetado do avião, foi encontrado morto.

“A Força Aérea lamenta informar que, após a ejeção realizada nesta manhã, o relatado piloto do A-4AR foi encontrado morto nas proximidades da cidade de Villa Valeria (província de Córdoba). As causas da morte do aviador militar ainda são desconhecidas”. informou a FAA oficialmente em sua conta no Twitter.

Por razões que estão tentando ser determinadas, houve uma falha em voo, o piloto alertou a torre de controle, tentou controlar a aeronave e, quando não havia nada para fazer, o oficial teve que ejetar.

Sobre os motivos da falha do avião, a FAA disse que “até agora as causas que produziram a ejeção são desconhecidas, e foram ativados os protocolos estabelecidos para sua determinação e investigação”.

“A Força Aérea lamenta profundamente a perda de um de seus jovens falcões e acompanha a família do capitão neste momento difícil”.

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Ferreras
Ferreras
1 mês atrás

Meus sentimentos a família.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 mês atrás

Esse aparelho em específico é um dos que sobreviveram à guerra das Malvinas!?!
Sei que foram atualizados por Israel!

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Obrigado Galante
Seria uma perca inestimável pelo valor histórico!

Daniel
Daniel
Reply to  Sérgio Luís
1 mês atrás

Em primeiro lugar a vida do piloto.

Marcos Cooper
Marcos Cooper
Reply to  Sérgio Luís
1 mês atrás

Um piloto morreu! A aeronave é o de menos!!

Tutu
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Originalmente eles queriam comprar os F-16, mas devido as pressões britânicas os Estados Unidos empurram essa gambiarra aí.

Miguel Felicio
Miguel Felicio
Reply to  Tutu
1 mês atrás

NÃO era e não são gambiarras!

Teropode
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Ai ai ai , a síndrome da generalidade onde tudo sabe !

Tutu
Reply to  Teropode
1 mês atrás

A-4 com eletrônica da caça multifuncional que se presta a fazer superioridade aérea, em que outro lugar do mundo um A-4 tem ou teve essas obrigações?

O avião em si não é uma gambiarra, porém as funções que ele se presta a fazer lá são completamente inadequadas.

Tutu
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Lembre-se, desde a saída dos Mirage, os A-4AR são os faz tudo deles.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Se FAZ tudo, Colega, não é gambiarra.

Diego
Diego
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

Qual míssil BVR é usado para interceptação e CAP ? Consegue interceptar um F-16 chileno, MiG 29 / Mirage 2000 Peruano ?
É o melhor que eles têm, mas não é um caça concebido para CAP/ interceptação

AMX
AMX
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Nova Zelândia?

Last edited 1 mês atrás by AMX
AMX
AMX
Reply to  Sérgio Luís
1 mês atrás

À parte a negação da intenção de compra dos F-16, a venda e modernização desses A-4 foi uma das “compensações” dadas pelos EUA em troca do desmantelamento do programa de foguetes Cóndor.

mendonça
mendonça
Reply to  AMX
1 mês atrás

só digo uma coisa:
se não foram adiante com o foguete condor por causa do A-4 ,trocaram 2 duzias por 1/2 .

Last edited 1 mês atrás by mendonça
AMX
AMX
Reply to  mendonça
1 mês atrás

EUA forçou a Argentina a não prosseguir com aquele projeto. Em troca, dentre outras coisas, estava a facilidade no fornecimento desses A-4 que, como dito aqui, tinha aviônica de F-16. O radar dele, por exemplo, teve sua antena modificada para caber no radomo do A-4.
Mas, realmente: em termos de tecnologia e autonomia em áreas diversas, Argentina deu um passo (forçado) atrás.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Meus sentimentos a família. A perda de uma vida é insubstituível. A situação da força aérea argentina esta complicada pelo que se fala apenas 6 A4R estavam em condições de voo e mais de 30 parados, com essa queda perderam 30% dos A4R que estavam em uso.

Nilson
Nilson
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Em outro lugar disseram que eram apenas 5 voando. Agora, então, apenas 4.

Flanker
Flanker
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

1 aeronave é 30% de 6 aeronaves? Humm…acho que a matemática mudou….

Paulo
Paulo
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

E ainda sonham em retomar as Falklands

Pablo
Pablo
1 mês atrás

Geralmente quando não há investimento para se ter algo decente, esse é um grande risco que se corre. Mais uma vida perdida igual as vidas dos submarinistas.

Last edited 1 mês atrás by Pablo
Miguel Felicio
Miguel Felicio
Reply to  Pablo
1 mês atrás

Como disseram nas postagens das quedas do F-35 e F-22, para cair tem que estar voando; então riscos existem sempre e sim, sejam considerados decentes e ou indecentes……..Sinto também pela vida do piloto.

Pablo
Pablo
Reply to  Miguel Felicio
1 mês atrás

Todos nós sabemos que as forças armadas argentinas estão “esquecidas”, portanto essa negligência do governo argentino favorece muito para fatos como esse acontecerem.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Pablo
1 mês atrás

Verdade. Mas também proponho aqui que o A-4, seja ele em que força aérea estiver, já deuo que tinha que dar. Recachutações, reformas, modernizações e etc, não mudam o fato que esses aparelhos, pela idade representam um risco inaceitável para os pilotos.

Abs

Last edited 1 mês atrás by Joao Moita Jr
Pablo
Pablo
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Depende, se tu for olhar o A-10, quando for aposentado em definitivo, provavelmente será bem mais velho depois de tantas modernizaçoes em relaçao aos mesmos A-4.
A diferença e a falta de investimento do governo argentino.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Pablo
1 mês atrás

O A-4 foi introduzido em 1954, e aqui só existe em museu, aonde é sempre um dos modelos mais belos em display.
O Warthog por exemplo, foi introduzido em 1977. A frota existente recebeu um corte grande nas suas fileiras, e os que continuaram estão recebendo asas novas em folha da Boeing.

Teropode
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

As unidades argentinas não foram fabricadas em 1954 , portanto …….

Pablo
Pablo
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Recauchutados

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Sem dúvida o A-10 tem maior espaço para atualização do que qualquer a A-4.

Teropode
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Não sabe o que tá falando , está besteira não se encaixa nós B52 , Tu95 e em mais uma dúzia de aeronaves que trabalham muito mais horas doque este A4 argentino , os próprios bicudos suíços , mexicanos e coreanos , tá cheio de matérias falando sobre quedas de aeronaves novinhas . Afffffffff……

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Tai um sujeito que entende de palpite, parâmetro bem similar, só falta agora comparar 707 com A300

sergio ribamar ferreira
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Concordo com o sr. João Moita Jr. Os F5 também foram modernizados aqui e de certa forma os pilotos correm o mesmo risco. Lembrando que tivemos uma perda de um piloto o A-4 da MB que foi recentemente modernizado. Até hoje o piloto não foi encontrado. Fazer o que? dinheiro de nós contribuintes sempre para compras de alguns equipamentos militares obsoletos. Grande abraço…

Pablo
Pablo
Reply to  sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

Esses riscos ocorrem no mundo todo, inclusive nas maiores forças aéreas do mundo!
Na usaf até hoje os B-52 voam, sem contar os A-10 e outras versões mais antigas do F-15, na Rússia tem aviões da época da União Soviética.
A diferença é o investimento nos equipamentos, como mencionei antes, a Argentina esqueceu as forças armadas a muito tempo!

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Pablo
1 mês atrás

Os caras querem mesmo comparar os EUA com a Argentina… se a USAF estiver voando um avião de 70 anos, pode ter certeza que esse avião é moderno, está com a manutenção em dia e ainda tem muito o que dar; já quando se vê países como o Brasil e a Argentina operando aeronaves com a mesma idade, é pq não podem ter outra e vão continuar voando até cair

Pablo
Pablo
Reply to  Jadson Cabral
1 mês atrás

Mas pelo que sei, nossos F-5 são bem manutenidos.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

Bater por colisão é uma coisa…cair por mal funcionamento é outra…

jef2019
jef2019
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Olá amigo, o que conta na questão segurança em relação à aviões não é a idade do aparelho, mas sim horas de voo que o mesmo possui. Mas concordo contigo, que determinados aparelhos de concepção muito antiga, como no caso do A4, deviam ser retirados de serviço, pois por mais atualizações que venham a sofrer em termos de aviônica, mesmo assim ainda são defasados no cenário de combate com caças mais atuais, pois as evoluções são constantes em termos de aerodinâmica, eletrônica embarcada, consumo de combustível e tantas outras tecnologias, que fazem muita diferença na performance como um todo. Fora… Read more »

mendonça
mendonça
Reply to  Miguel Felicio
1 mês atrás

isso mesmo , no brasil já cairam alguns AMX e mirage lll quando esse segundo era operacional .

Flanker
Flanker
Reply to  Pablo
1 mês atrás

Então ele caiu pq era um A-4? E qdo um F-35 ou outro aparelho novo cai, é por qual motivo?

Pablo
Pablo
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Acho bom tu ler meus comentários!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Meus sentimentos a família da vítima. Mais uma vítima do descaso, igual os submarinistaa do San Juan.
Curiosamente, eu tinha acabado de ler que a Argentina continua a insistir que “las Malvinas son Argentinas…”

Antonio Palhares
Antonio Palhares
1 mês atrás

Que esteja em alta conta com o nosso criador.
Condolências à família.
Uma perda para a aviação de caça Argentina.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Antonio Palhares
1 mês atrás

Não sei como alguns podem dar dislike em um comentário de condolências à família de um aviador falecido. 😡

Nilo Rodarte
Nilo Rodarte
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Quero crer que seja o algorítmo desse sistema que faz isso.

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Nilo Rodarte
1 mês atrás

tenho certeza que é robô de um frustrado que negativa absolutamente qualquer coisa publicada.

LUIS NATAL
LUIS NATAL
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

João, desconfio que tem algum indivíduo que só entra nos comentários para negativar! Alguma frustração passada!

Marcos10
Marcos10
1 mês atrás

Acabou a FA Argentina.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

OFF – AERONAVE MILITAR É INSTALADA NA ORLA DE SÃO PEDRO DA ALDEIA PARA EXPOSIÇÃO PERMANENTE

http://pmspa.rj.gov.br/aeronave-militar-e-instalada-na-orla-de-sao-pedro-da-aldeia-para-exposicao-permanente/

DSC_0195.jpg
JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Bela aeronave, pena que no Brasil não foi muito útil, gasto enorme com modernização e pouquíssimo uso.

Miguel Felicio
Miguel Felicio
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

São antigas (e não velhas), quando compraram tinham menos de 1800h – assim escreveram – voaram muito pouco aqui, poucas foram reformadas e agora espetam em praças……….é megalomania, falta de responsabilidade, estupidez ou tem outro nome (pois o meu e o seu dinheiro foi gasto neles).

Paulotd
Paulotd
Reply to  Miguel Felicio
1 mês atrás

Comentário lúcido e perfeito. Pelo menos a modernização foi feita pela Embraer e ajudou a indústria nacional. MB o resultado da má gestão né megalomania está aí, não tem fragata que não tenha uns 50 anos nas costas.

Last edited 1 mês atrás by Paulotd
Flanker
Flanker
Reply to  Miguel Felicio
1 mês atrás

Quem disse que essa aeronave que virou monumento, o AF-1A N-1005, foi modernizado?? Essa é uma das células não modernizadas!!

sergio ribamar ferreira
Reply to  Miguel Felicio
1 mês atrás

Concordo com o Sr. Miguel Felício. Nosso dinheiro. Muitas vezes a ganância fala mais alto; dinheiro nosso (do contribuinte) e não deles.

Dilbert_SC
Dilbert_SC
Reply to  Miguel Felicio
1 mês atrás

A MB tem sido campeã em projetos megalomaníacos e sem nenhum fundamento: Os AFs, Trackers, NA São Paulo, e por aí vai….
Enquanto isso, as fragatas já estão no osso e a patrulha oceânica vai de mal a pior.

fewoz
fewoz
Reply to  Dilbert_SC
1 mês atrás

Falou e disse. E pode adicionar o sub nuclear nessa conta. Provavelmente não será construída mais que uma unidade… É como sempre falo: é melhor ter um gol andando do que uma Ferrari na garagem. A megalomania e má administração não são exclusividades das Forças Armadas, mas da cultura brasileira. Toda a gestão pública segue o mesmo padrão.

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Não faz parte das modernizadas.

Daniel
Daniel
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Este A-4 ainda está em condições de voo?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Daniel
1 mês atrás

Olá Daniel. Os aviões espetados geralmente são aqueles que foram canibalizados e não teriam mais condições de vôo.

M65
M65
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Salvo engano na entrada da Base de São Pedro da Aldeia tem um espetado há muito tempo. De certo no futuro vão colocar um igual a este da Praça na capital – Praça XIV onde já tem : Seaking, o navio Bauru, o blindado Cascavel e outras atrações.

Ghostcoscs
Ghostcoscs
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Mas que cazzo?? Modernizou há poucos anos atrás… que jestão, hein?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Ghostcoscs
1 mês atrás

Talvez seria mais óbvio imaginarmos que esse em particular não passou pela modernização…

Flanker
Flanker
Reply to  Ghostcoscs
1 mês atrás

Essa célula não foi modernizada!!! Gestão com j ??

M65
M65
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Ainda bem que a Base é perto e a Marinha fará a manutenção. Sol, grande variação de temperatura, ventos fortes carregados com partículas de sal vão castigar o avião. Mas será uma ótima atração.

Luciano
Luciano
1 mês atrás

Impressionante que tem pessoas q negativam as condolências! Deve ser um bom cristão, homem de bem, que até nesses momentos vê o mundo como “nós x eles”. Parabéns, senhores, vcs são um exemplo do que não deve ser feito.

Minhas condolências aos familiares. Que fase horrível essas das FAs argentinas!!

Glasquis7
Reply to  Luciano
1 mês atrás

Se vc for dar importância a isso, está perdido. Negativam até agradecimentos. Até o final da semana este meu comentário deve ter alguns Deslike também. Eu já conto com uma legião de fãs.

KKK

Camargoer
Camargoer
Reply to  Luciano
1 mês atrás

Olá Luciano. São fariseus.

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Primeiramente os meus sentimentos ao familiares do piloto que veio a óbito.

Que situação lastimável vive a FAs da Argentina.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
1 mês atrás

RIP, Sir.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
1 mês atrás

Minhas preces ao piloto e à sua família. Desnecessário comentar sobre as causas. Apenas como reflexão: a perda de vidas em relação à quantidade de horas voadas, lá como cá deve se elevada em relação a outros países que realmente possuam forças aéreas representativas e minimamente adequadas às suas respectivas necessidades.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Luiz Antonio
1 mês atrás

Correção: “ser elevada…”

Tallguiese
Tallguiese
1 mês atrás

Meus sentimentos aos familiares do piloto. A coisa tá tão difícil pra eles, que se nada for feito uma China da vida pode se aproveitar da situação a empurrar equipamentos militares pra eles em troca sei lá de comodites ou até mesmo expandir sua influência nós mares da América do Sul. Um FMS bem amigável agora pode impedir isso!

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

Sem os Gripen, esse seria o futuro da nossa FAA. F-5 com 45 anos, A-1 com 35 anos, mesmo os A-29 já tem 15 anos…
Manutenção tem limite, mesmo porque ela vai ficando cada vez mais cara, mais demorada.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

E cada vez mais aeronaves no chão e ou canibalizadas para manter meia dúzia voando e arriscando tripulações.

Luiz Floriano Alves
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Esse projeto, da decada de 60 não tem mais condições de combate. Treinamento, e, olhe lá. Não se sabe se o custo compensa. O triste resultado é a perda de valiosos pilotos.

Flanker
Flanker
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

O F-5 mais antigo tem 45 anos (na FAB), mas o 4856 e o 4858, que foram os primeiros F-5E fabricados no mundo, tem 48 anos. O A-1 mais antigo, o A-1A 5500, tem 31 anos. O primeiro A-29 entregue à FAB completa 16 anos em 2020.

Flanker
Flanker
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Onde escrevi 4858, leia-se 4857

sergio ribamar ferreira
Reply to  JuggerBR
1 mês atrás

Concordo com o sr. JuggerBR. quando o automóvel velho dá o primeiro problema, o que fazemos? Vamos para o novo. Infelizmente nas Forças Armadas se faz modernizações e mais modernizações e não se compra o novo e quando compra usa até o osso e se moderniza e moderniza e assim vai….esqueci também sobre a ganância… outra …

Leandro Costa
Leandro Costa
1 mês atrás

RIP

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

Uma pena, Perda humana é sempre triste e lastimável… Mais se ele ejetou o que pode ter dado errado ??

Argos
Argos
Reply to  Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

Estava pensando a mesma coisa…

Flanker
Flanker
Reply to  Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

Ejeção, mesmo que nas melhores condições, é uma coisa muito arriscada. Os esforços à que todo o corpo é submetido são imensos. Qualquer probleminha, mesmo que indetectável em um exame, como um pequeno problema vascular, pode ter resultados mortais em uma ejeção.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

A ejeção é um último recurso, e um processo cheio de incógnitas. Muitas coisas tendem a dar errado.
Lembro de um caso aonde um piloto da USAF ejetou, e acabou caindo justamente no meio dos escombros em chamas e foi encontrado carbonizado.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

Ejeções são violentas e algo sempre pode dar errado. Depende de uma série de fatores como modelo do assento, ângulo, velocidade e altitude da aeronave, posição do piloto, etc. Como o Moita falou, é mesmo o último recurso.

Tutu
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Li em algum lugar, não me lembro onde que ejeções tem um taxa de sucesso de aproximadamente 70%, e lá no site da Martin Baker fala que os assentos deles já salvaram 7628 vidas.

Tutu
Reply to  Tutu
1 mês atrás

De fato João, é algo extremamente violento, e com toda certeza é um item de último recurso.

jef2019
jef2019
1 mês atrás

É muito comovente…uma perda de um jovem piloto que arrisca a sua vida em pró da defesa da nação…é lastimável a situação em que se encontram as FAAs argentinas, carente de material compatível com suas necessidades…penso que a guerra das malvinas foi um divisor de águas lá, após o fracasso obtido as faas foram relegadas a 2 plano, com total desprezo de sua classe política quanto as necessidades minimas necessárias…

José Carlos David
José Carlos David
1 mês atrás

Muito triste a perda do piloto…meus pêsames à família e à Força Aérea Argentina!

Kemen
Kemen
1 mês atrás

Minhas condolências aos parentes e amigos.
Voar em equipamento velho e sem manutenção não é seguro.

A. S. S. N.
P. A. B.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Como pode afirmar que estava sem manutenção? Se os mecânicos da FAA o certificaram para vôo, é porque tinha condições, e a Fuerza Aerea Argentina tem bastante experiência com o A-4, inclusive em condições de combate. O fato de uma aeronave militar voar já infere que existe um grau de risco, ainda mais em treinamento. Sem saber maiores informações sobre o ocorrido, é muito achismo fazer qualquer tipo de afirmação sobre causa do acidente.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Ninguém voa sem manutenção. São pobres mas não são amadores.

Johnny
Johnny
1 mês atrás

Eu pensava que apenas os super etendards tinham sido comprados, bem uados pela Franca, apos a guerra de 82. 36 desses, ainda que poucos em condicoes de voo, na pindaiba da america do sul, os caras nao estao tao mal.

Flanker
Flanker
Reply to  Johnny
1 mês atrás

Na guerra das Falklands, a Aviação Naval argentina já possuía Super Etendard, tanto que foram esses que lançaram os Exocet naquele conflito. Nos anos 90, a FAA adquiriu 36 A-4M/OA-4M que foram modernizados com aviônicos e radar do F-16 de versões mais antigas. Atualmente, em torno de meia-dúzia dessas aeronaves estão operacionais. No ano passado, a Aviação Naval recebeu 5 Super Etendard modernizados (SEM) usados, da França. Junto, vieram sobressalentes e ferramental, o que irá permitir a reativação de alguns dos Super Etendard que a Argentina já possuía, mas que estavam todos estocados.

Johnny
Johnny
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Obrigado pelo comentário. Eu sabia dos Super etendard usados em 82. Houve até uma disputa entre a marinha e a FAA sobre quem operaria os remanescentes, se e quando recuperados, e os adquiridos junto a França. Mas causou estranheza o Reino Unido não pressionar Washington sobre a aquisição de 36 A-4, junto aos EUA, cerca de uma década após o conflito.