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Partem da França os primeiros cinco Rafales para a Índia

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Primeiro voo de translado dos caças da Força Aérea Indiana para integrar o esquadrão N° 17 ‘Golden Arrows’

SAINT-CLOUD, França — Hoje, cinco Rafale da Força Aérea Indiana operados por pilotos da Força Aérea Indiana decolaram das instalações da Dassault Aviation Mérignac rumo à Estação da Força Aérea Ambala para entrar em serviço no Esquadrão N° 17 “Golden Arrows”.

Após um treinamento completo de pilotos e técnicos indianos da Dassault Aviation, com a participação da Força Aérea Francesa, a Força Aérea Indiana realizará totalmente esse primeiro voo de translado, incluindo um reabastecimento ar-ar, com o apoio dedicado da Força Aérea Francesa.

Juntamente com Sua Excelência, Shri Jawed Ashraf, Embaixador da República da Índia na França, Eric Trappier, Presidente e CEO da Dassault Aviation, parabenizou a equipe da Força Aérea Indiana presente na França há quase três anos, pelo gerenciamento bem-sucedido do programa.

Ele também elogiou os estagiários que se juntaram por mais de um ano por sua excelente capacidade de dominar a aeronave.

Todo o público saudou a partida do Rafale.

“Estou fortemente impressionado com a incrível eficiência e determinação da Força Aérea da Índia e do Ministério da Defesa da Índia, apesar desta crise mundial de saúde sem precedentes, para dominar rapidamente todos os aspectos do Rafale para confortar a soberania indiana e contribuir para a proteção e segurança das pessoas da Índia”, afirmou Eric Trappier. “Esse novo marco ilustra mais uma vez a cooperação exemplar entre a Dassault Aviation e a Força Aérea Indiana, iniciada em 1953, e reafirma nosso compromisso total de atender aos requisitos da Força Aérea Indiana nas próximas décadas e de fazer parte da visão ambiciosa da Índia para o futuro”.

Este primeiro voo de translado atesta que o programa está funcionando sem problemas e que as entregas estão dentro do prazo, apesar da pandemia da COVID-19.

O voo inicia a indução do Rafale na Força Aérea Indiana, no quadro do contrato de 36 aeronaves, e abre caminho para atender às necessidades e exigências atuais e futuras do governo da Índia.

As aeronaves da Dassault Aviation são parte integrante das forças de defesa indianas há mais de seis décadas. A primeira aeronave da Dassault Aviation, Toofani, foi fornecida à Índia em 1953, seguida pelo Mystere IV, o naval Alize, o Jaguar (fabricado sob licença pela HAL) e o Mirage 2000.

Essas aeronaves contribuíram para a soberania indiana o tempo todo e a aeronave de combate Mirage 2000 continua sendo a “vanguarda” da IAF até a data. Trinta e seis aviões de caça Rafales foram adquiridos em 23 de setembro de 2016 para equipar a Força Aérea Indiana.

Com mais de 10.000 aeronaves militares e civis entregues em mais de 90 países no último século, a Dassault Aviation acumulou conhecimentos reconhecidos mundialmente no design, desenvolvimento, venda e suporte de todos os tipos de aeronaves, desde o caça Rafale até a família Falcon de jatos executivos de alto nível, drones militares e sistemas espaciais. Em 2019, a Dassault Aviation registrou receita de € 7,3 bilhões. A empresa possui 12.750 funcionários.

FONTE: Dassault Aviation

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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
3 meses atrás

Tem como interceptar eles no meio do caminho e desviar para cá não? kkkkkk

Heinz Guderian
Heinz Guderian
Reply to  DOUGLAS TARGINO
3 meses atrás

Não sinto a miníma inveja, logo menos nossos Gripens chegam também

Thiago
Thiago
Reply to  Heinz Guderian
3 meses atrás

Acredito que o gripen é um irmão mais novo

Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 meses atrás

““Estou fortemente impressionado com a incrível eficiência e determinação da Força Aérea da Índia e do Ministério da Defesa da Índia, apesar desta crise mundial de saúde sem precedentes, para dominar rapidamente todos os aspectos do Rafale para confortar a soberania indiana e contribuir para a proteção e segurança das pessosa da Índia”, afirmou Eric Trappier.” Hora depois de quase entrar em guerra com a China, e a ameaça diminuiu mas não passou, é natural que os indianos tenham pressa em ter esses Rafales em operacionais. Nesses voos de translado devem estar voando desarmados, mas deve estar indo em algum… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Fabio Araujo
Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

É a necessidade meu caro, cercada por inimigos e desafetos poderosos com disputas territoriais, eles não tem outra escolha. Se ficar o bicho pega e correr o bichão do zoião puxado come!

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
3 meses atrás

Indica que eles estão 750 litros mais econômicos kkkk

Maj tom
Maj tom
3 meses atrás

A la chasse compagnons !

Last edited 3 meses atrás by Maj tom
Leandro Costa
Leandro Costa
3 meses atrás

Ô aviãozinho bonito…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 meses atrás

Li no Twetter que vai ser um voo de 7.000 Km! Gostaria de saber qual a rota escolhida pois tem várias áreas complicadas no caminho e seria arriscado passar com um caça numa zona de conflito.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Acredita que eu acabei de abrir o mata do planeta e fiquei olhando justamente isso? kkkk

Bardini
Bardini
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Creio que o Qatar seria um local de parada, se ela existir.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Bardini
3 meses atrás

Mesmo sem parar acho que uma rota possível evitando zonas quentes seria Mediterrâneo, Egito, Mar Vermelho, Arábia Saudita, Qatar, Mar da Arábia e finalmente Índia.

Danilo
Danilo
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Base naval e estação de apoio francês em ilhas reunião, rota pelo mediterrâneo até Egito e depois pela costa do indico até reunião depois já estariam em casa na costa Indiana.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Bardini
3 meses atrás

O local de parada é a base de Al Dhafra nos Emirados Árabes.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Desde que não passe pelo Paquistão…

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Joao Moita Jr
2 meses atrás

Ah Ah Ah

Brunow
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Mesmo levando uma boa quantidade de combustível, eles serão reabastecidos antes de chegar no Oriente Médio.

Estes foram os planos de translado :
Sairiam da França em direção a Base Aérea de Al Dhafra (Emirados Árabes Unidos), nesse percurso seriam apoiados pelo A330 MRTT da Força Aérea Francesa, dormiriam no EAU, partindo no dia seguinte, nesse percurso até Ambala na Índia seriam apoiados pelo Il-78 da IAF.

Bardini
Bardini
Reply to  Brunow
3 meses atrás

A330 MRTT da Força Aérea Francesa”
.
Pode ter um pessoal com inveja dos Rafales indianos. Eu tenho inveja é dos franceses com esse MRTT aí, rs.
.
Baita aeronave para ser nosso KC-X, pena que, né $$$$…

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Não seria mais econômico transportar esses aviões num Antonov , aos invés de irem voando para a Índia?

J R
J R
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

E correr o risco de Antonov cair e perder os aviões?

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Eu diria que não, já que são muito leves para um cargueiro de 125 T de capacidade.

É comum se fazer traslado de aeronaves. A Embraer mesmo entrega todos os Super Tucano voando, mesmo os que vão para o outro lado do mundo.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Faz parte de avaliações, treinamentos e muito mais ….

JSilva
JSilva
3 meses atrás

Eu ainda acho que os indianos comprarão mais um ou dois lotes do Rafale, se pagaram aquela fortuna para modernizar seus Mirage 2000 imagino que conhecendo a capacidade do Rafale eles voltarão à Dassault.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  JSilva
3 meses atrás

Quando será entregue o primeiro Gripen da FAB???

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Joao Moita Jr
3 meses atrás

Ano que vem.

Daniel
Daniel
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Qual mês chegará o primeiro protótipo em Gavião Peixoto?
Setembro?

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

O que significa que ainda não estará operacional.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Joao Moita Jr
3 meses atrás

2022

Barba
Barba
3 meses atrás

Eita, que avião bonito!
Falando sério agora…. Importante aquisição por parte da India. Tendo vizinhos como a China e o Paquistão, é melhor não vacilar.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Barba
3 meses atrás

Vizinhança indigesta… hahaha

JuggerBR
JuggerBR
3 meses atrás

Imagina a pressa dos Indianos…

Clésio Luiz
Clésio Luiz
3 meses atrás

Ano que vem serão os fabianos que estarão trazendo crianças novas pra casa.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Clésio Luiz
3 meses atrás

Os Gripens vão vir de navio!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Sério? Que estranho. Onde está escrito isso?

Marcos10
Marcos10
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Aqui no PA.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Procurei pela busca e não achei. Pode colocar o link?

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Realmente eu pesquisei e parece que foi um erro de tradução que gerou o mal entendido.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Acho que seja justamente isso, Fabio. De qualquer maneira, vindo voando, dentro de uma aeronave cargueira, dentro de navio cargueiro, submarino, nave espacial, ou teletransporte, o importante é que chegue. Chegando próximo da chegada, tenho certeza que vamos ficar sabendo.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Coloque o link;

Lucianno
Lucianno
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Navio??

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Clésio Luiz
3 meses atrás

Ao chegarem ao Brasil em 2021 ou 2022, os gripen vão completar praticamente 25 ano entre o primeiro edital do programa FX e sua entrega.

O Brasil é uma piada! É o país da burocracia, da safadeza e da incompetência!

Cristiano GR
Cristiano GR
3 meses atrás

O Rafale é lindo e deve ser muito bom também, mas cabe uma piadinha.

Já decola para o país comprador pedindo combustível, com aquela haste fixa saltada p fora.

Kleber Peters
Kleber Peters
Reply to  Cristiano GR
3 meses atrás

Melhor que a olhadinha por cima do ombro… haja fisioterapeuta!

Maurício Veiga
Reply to  Kleber Peters
2 meses atrás

Não se preocupe a prática leva a perfeição!!!

Jhon
Jhon
3 meses atrás

Será que tiraram os plásticos dos bancos?

CRSOV
CRSOV
3 meses atrás

Esses Rafales foram fornecidos muito rapidamente para a Índia, enquanto que apenas em 2021 receberemos os primeiros 4 Gripens, 2022 mais 8 Gripens e de 2023 até 2026 mais 6 Gripens por ano !! Muita demora para receber apenas 36 caças !!

Bardini
Bardini
Reply to  CRSOV
3 meses atrás

O Brasil selecionou o vencedor do FX-2 no final de 2013. Porém o GF, só assinou o contrato do Gripen em outubro de 2014 após as negociações. Foi aí que tudo passou realmente a valer e andar. O Gripen E/F não existia de fato. É um processo mais longo… . A Índia tinha declarado o Rafale vencedor do MMRCA em 2012. Mas existiram vários problemas e a negociação desandou feio e não saiu. A compra desses 36 caças só aconteceu em setembro de 2016, por meio de um acordo de Estado entre Índia e França. O Rafale já existia… .… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Bardini
MARLOS BARCELOS DOS SANTOS
MARLOS BARCELOS DOS SANTOS
3 meses atrás

Mais pressão sobre a China. O exército chinês tenta expandir, mas só colecionou inimigos. De um lado a Índia, de outro Tawain, EUA, Japão, Austrália. O pior pra China é que esses países estão aumentando drasticamente seus gastos militares.

BR Paraná
BR Paraná
Reply to  MARLOS BARCELOS DOS SANTOS
3 meses atrás

O Japão sempre foi inimigo da China. Os chineses foram escravizados pelo japoneses, não vão esperar que isto aconteça novamente.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
3 meses atrás

Com isso a Índia passa a ter o melhor caça da região. Em quantidade insignificante? Sim, mas é questão de tempo até serem 36.

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

Melhor que os J-20? Com o sigilo que os chineses mantém seus programas militares não dá pra afirmar se o Rafale é melhor que os chineses. Sabemos que o Rafale está pronto pro combate, já que é usado há uns anos pelos franceses. Por outro lado os chineses estão usando o J-20 há algum tempo, e os indianos acabaram de pegar os seus, então tem zero experiência com os novos brinquedinhos. Só o encontro deles nos céus pra saber quem está melhor.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  JuggerBR
3 meses atrás

Honestamente, acha mesmo que com algo tão bom saindo do forno os chineses teriam adquirido no meio dessa década os Su-35?
Existem algumas atitudes que não condizem com as falas e isso é o que mais deve ser notado nessa situação toda.
Ninguém importa do exterior um caça de 4,5 geração dois anos antes de introduzir um 5ª geração, isso é ilógico.

Thiago
Thiago
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

Honestamente não creio seja ilógico. Podem existir várias razões, seja industrial, diplomática e até mesmo militar. A dimensão industrial poderia ser por as mãos e adquirir mais conhecimento sobre um vetor formidável e confiável, de um produtor (queiram ou não ) entre os mais reconhecidos e respeitados, e seus componentes recentemente integradosas como também as soluções aerodinâmicas, observar tanto a avionica como a evolução dos motores( matéria onde eles ainda apanham.) Diplomática, por fortalecer e auxiliar a indústria de uma nação fundamental que a China tenta cooptar em uma eventual confrontação com o bloco ocidental. Uma industria que é importante… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Thiago
3 meses atrás

Não existe qualquer lógica na China bancar a indústria armamentista daquele que é literalmente o país a mais concorrer com a mesma por exportações. Colocar as mãos em todas as qualidades dos Su-35 é sem dúvida a razão para a compra, a questão aí é: quem faz 5ª geração não precisa estudar a geração anterior do concorrente. Por fim, o pentágono não encomendou o F-15EX porque a USAF acha um vetor excepcional, o fez por uma única razão: não querem de maneira alguma ter apenas um fornecedor de caças… Fora o fato de ser NACIONAL. Veja bem, comprar 4,5 geração… Read more »

Thiago
Thiago
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

●A indústria bélica chinesa não se mantém pelas exportações, se sustenta com à propria demanda interna e a médio ou longo prazo irá tomar uma enorme fatia de mercado internacional. ●Os russos e sua industria bélica irão( estão na realidade) necessariamente recuar. Até porque neste setor não importa só a qualidade do produto mas fatores econômicos e políticos possuem um grande peso. Veja- se como as sanções aplicadas pelos estadunidenses tentam fechar as eventuais exportações russas. E com o peso das sanções dos EUA nem todos paises sabem ou podem lidar. ●A demanda e dimensão da própria Rússia não irá… Read more »

Thiago
Thiago
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

E quem sabe onde os chineses irão aplicar os conhecimentos adquiridos em uma eventual engenharia reversa do vetor russo ? Podem até estar interessados a obter mais conhecimento sobre determinados e pontuais componentes, ligas e materiais utilizados, avionicos, radar ou motor para melhorar os próprios. Eu acredito seja plausível, podem usar para implementar em seus vários jatos de produção nacional as soluções identificadas . Enfim, acredito que o Su-35 é uma aeronave superlativa que não está desfasada, que inclusive foi banco de teste para tecnologias que iriam ser utilizadas no futuro PAK-FA, com várias soluções interessantes que os chineses podem… Read more »

Jacinto
Jacinto
Reply to  Thiago
3 meses atrás

Para os padrões chineses, a quantidade de SU-35 adquirida é mínima, muito muito pequena, o que indica que o aumento de capacidade da PLAAF com esta aquisição não foi nada especialmente relevante. E se não foi para aumentar sua capacidade de combate, porque a China comprou? Só se explica pela necessidade de estudar o avião, no mínimo como um parâmetro para as suas próprias aeronaves.

Thiago
Thiago
Reply to  Jacinto
3 meses atrás

Concordo Jacinto, entre as possíveis explicações está é uma das mais válidas. O su35, assim como um F15, ainda possui grande valência então para mim é lógico que a China tenha interesse em um vetor formidável , mesmo possuindo um vetor, em tese, de 5a geração, pois a manobrabilidade , aerodinâmica e turbinas do caça russo são itens que podem trazer muito proveito para própria indústria, é sempre útil observar soluções alternativas de outros produtores até para empregar em eventuais atualizações dos seus caças de 4a geração e eventual projetacao/ melhoria das turbinas de produção nacional.

Marcelo
Marcelo
Reply to  JuggerBR
3 meses atrás

A China nao posiciona os J-20 na fronteira com a India, e sim perto do litoral, perto de Taiwan. O melhor caca que tem por aquelas bandas eh o J-10 e o Su-27 chines, o J-16.

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Marcelo
3 meses atrás

Mas se a coisa esquentar, é fácil desdobrar os esquadrões pra mais perto do TO.

Denis
Denis
3 meses atrás

“[…] crise mundial de saúde sem precedentes […]”

Bem informado, o amigo.

Ersn
Ersn
3 meses atrás

Duas forças aéreas que levam sua razão de existir a sério, diferente de uma que acha mais importante abrir vagas para concurso do que ter aeronaves operacionais na linha de vôo de suas pseudo bases aéreas.

Salomon
Salomon
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Quantos dentistas, taifeiros, garçons, médicos, burocratas e barbeiros será que tem a IAF? Ou usam os do mercado?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Salomon
3 meses atrás

Lá também tem, te garanto…

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Salomon
3 meses atrás

Usam os do Paquistão.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Quem sabe se tivéssemos participados de algumas guerras com nossos vizinhos (Argentina?) seria diferente? E se teu pai, irmão mais velho, tivesse morrido numa? Tua cidade invadida? Tua casa bombardeada? Legal, né?Quantas guerras a Índia teve com o Paquistão mesmo? E com a China? Quer comparar com o Brasil? Menos…

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Rinaldo Nery
3 meses atrás

Tivemos com o Paraguay, ganhamos na pólvora.

Tivemos com a Bolívia, ganhamos na caneta.

Com o Uruguay, ganhamos na saliva e eles ainda forneceram a carne e o queijo. O Vinho não sei de onde veio.

Ersn
Ersn
Reply to  Rinaldo Nery
3 meses atrás

SGM quando vários navios brasileiros foram afundados no nosso litoral e centenas de brasileiros morreram porque a nossa aviação não conseguiu protegelos porque não tinha meios de patrulhar nossa costa ,se não fosse ajuda norte americana nossas perdas teriam sido muito maiores,a questão não é ter orçamento grande mas levar a sério o que está sendo proposto quando se fala em defesa nacional,não digo pelos militares de operação que fazem apenas o que ordenado e previsto mas pelo comando das FA que parece não preparar de maneira estrategica nossa defesa e dissuasão.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
3 meses atrás

2a. frente

Anselmo da Costa Andrad
Anselmo da Costa Andrad
3 meses atrás

Estão muito bem servidos de aeronaves de caça!

Cleber
Cleber
3 meses atrás

Acho q o Rafale serviria mais na MB . Obs: Se a FAB deixar claro . Nao vier com mimimi…

IBIZ
IBIZ
3 meses atrás

A impressão que tenho da força aérea indiana é que eles tem uma politica de adquirir tudo o possível de tantos quanto der. Não me admiraria se daqui a alguns anos eles também formarem novos esquadrões com F-16, Gripens, F/A-18, F-15E, SU-35, MIG-35 etc!

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  IBIZ
3 meses atrás

Isso é inveja. Grandes forças aéreas possuem modelos diferentes. Normalmente alguns modelos mais leves de menor capacidade e alcance, outros mais pesados, as vezes algum modelo dedicado ao ataque, etc. Veja os EUA f-16 c/d, f-15 c/d, f-15 e, f-22, f-35, f-18 c/d, f-18 e/f, ea-18 g, a-10 e av-8b harrier. 10 caças e aeronaves de ataque. Veja a Rússia mig-29, su-27, su-30, su-35, su-34, su-24, su-25, mig-31, su-57. 8 caças e aeronaves de ataque. Todos conseguem manter diversos modelos sem problemas. Inclusive não somente nos caças, como helicópteros, blindados, sistemas antiaéreos, navios, etc. A Índia é a 4a maior… Read more »

Joanderson
Joanderson
Reply to  Luís Henrique
3 meses atrás

Mas EUA, Rússia e agora a china tem industria de defesa própria é mais fácil pra eles ter um monte de aviões diferente já qui eles msm fabricam do motor ao radar junto com todas as peças de reposição,agora deve ser um caos a logística da força aérea indiana tendi qui trazer peças de reposição de vários países e da treinamento aos pilotos e adotar doutrinas de cada caça.

ersn
ersn
Reply to  Joanderson
3 meses atrás

Por la a principal missão dos praças e ajudar a manter bases e aeronaves na manutenção e proteção diferente de um certo pais onde a principal função dos praças e ficar a disposição em vilas militares,alem claro do tradicional capina e passar cal no meio fio em bases sem aeronaves e inoperantes

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Joanderson
2 meses atrás

Sim, mas mesmo produzindo “em casa” você tem problemas logísticos semelhantes pois terá treinamento de pilotos para 10 vetores (nos EUA) e 9 vetores (na Rússia), treinamento de mecânicos idem, motores diferentes, radares diferentes, simuladores, etc. A Índia possui 7 caças diferentes, mas não são 7 países fornecedores diferentes. Se concentram em 2 fornecedores, Rússia e França. Temos MiG-21, MiG-29 e Su-30 russos. Mirage 2000 e Rafale franceses. E uma aeronave de ataque europeia e um caça nacional o Tejas. E a maior parte dos caças, a Índia negociou a produção em seu território. Portanto possui maior facilidade logística do… Read more »

Gabriel BR
Gabriel BR
3 meses atrás

Será o melhor caça da força aérea indiana

Jorge Knoll
3 meses atrás

Só podemos invejar os outros países,
As FFAA do Brasil necessitam de um aporte anual e constante no orçamento de 2% do PIB, desconsiderando a folha de pagamento de militares ativos, inativos pensões e etc, para implementar uma politica séria de reaparelhamento delas, seja ar, mar ou terra.
Não podemos continuar sem rumo e mudando de rumo como uma ‘biruta’ que muda conforme o vento sopra.
Até quando seguiremos assim, ora tendo que botar pé no freio, ora cortando ou represando verbas a elas (FFAA) destinadas???

ersn
ersn
Reply to  Jorge Knoll
3 meses atrás

o problema e que se aumentar orçamento os caras fazem edital atras de edital ,se depender do comando vai ter concurso ate para praça pedreiro para ficar a disposição dos oficiais,veja o inventario da força aerea ,na epoca da ditadura e vera que mesmo com orçamento alto operavamos quase tudo de segunda linha:tirando o F-5E,MIRAGE III E/D e o KC/C-130E/H QUASE TUDO ERA IRRELEVANTE PARA DISSUAÇÃO REGIONAL

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Jorge Knoll
3 meses atrás

Se for dar todo orçamento que todo mundo quer, mesmo com a carga tributária de Cuba e PIB americano a gente teria déficit. É insano.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
3 meses atrás

Espero que essa Rainha de Hangar fique bem longe, pois só de ver voando já é prejuízo. Que viagem em segurança para o país dos futuros arrependidos.

Jean Jardino
Jean Jardino
Reply to  Luiz Antonio
3 meses atrás

Rainha do Hangar????? Explica, pq?????? Com que base vc afirma isso, vai estudar um pouco antes de escrever besteiras.

Ersn
Ersn
Reply to  Luiz Antonio
3 meses atrás

Não existe rainha do hangar quando o comando conhece e compreende seu orçamento, se fica caro voar corta em qualquer outro lugar menos na linha de vôo,operacionalidade deve ser a prioridade acima de todas as outras.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Exatamente.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Antes do comando conhecer seu orçamento, alguém previamente avaliou as condições de aquisição e emprego e escolhe o equipamento que vai usar. Afirmar que “se fica caro voar corta em qualquer outro lugar menos na linha de vôo,operacionalidade deve ser a prioridade acima de todas as outras” é porque o “alguém” avaliou errado. Ou vai colocar A-29 na linha voo da Defesa Aérea para cortar custos e deixar a ‘Rainha” groundeada? Faça me o favor.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Luiz Antonio
3 meses atrás

Orçamento militar nas democracias é decido por políticos e não pelos militares e portanto está sujeito a reduções ou elevações conforme o político da vez. Você está analisando pela realidade da FAB, onde 90% dos gastos é com pessoal e sobra muito pouco para aquisições e operações. A Índia é a quarta potencia militar do mundo e tem orçamento (e principalmente necessidade) para manter operacionais caças de ponta como o Rafale. Outros países, como por exemplo a África do Sul, precisou manter a sua frota de Gripen C groundeada por anos porque não tinha recursos para opera-los. E o custo… Read more »

Salomon
Salomon
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Basta despedir todos os dentistas, motoristas oficiais, músicos, garçons e barbeiros, boa parte dos médicos e burocratas,vender ativos não usados, que os recursos para voar aparecem. Mas vai dizer..gostam mesmo é de jantares e pompas com 1o Uniforme, não sei se ainda chama assim.

Meireles
Meireles
3 meses atrás

Alguém consegue me explicar de forma técnica, porquê que os indus compraram o Rafale ao invés de comprar o Gripen E?

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Meireles
3 meses atrás

Eles queriam o que há de melhor. Não me entenda errado, não é como se fosse dia e noite a distância, mas o tamanho em si do Rafale já é um diferencial, carregando mais armamento e combustível. Para além disso, o produto francês tem outras vantagens aos indianos:
1 – é basicamente todo made in France, diferente do Gripen. Se os EUA resolverem embargar a Índia, Rafale voa e Gripen não voa.
2 – A Índia já usa e gosta do antecessor, o Mirage-2000.

Meireles
Meireles
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

Eu li algumas coisas dentro do projeto do F-x2, a principal exigência de transferência de tecnologia exigida pela FAB era o sistema embarcado de direção de tiro, e softwares de integração das bombas, e mísseis, não sei porquê o motor, e o radar não foram incluídos no pacote de exigências de transferência de tecnologia, por esse motivo eles puderam optar pelo Gripen E, às vezes opinamos estando do lado de fora, eu não gostei do alcance do radar do novo Gripe E, achei bem limitado, se o Brasil fabricar um radar com um alcance de 400km, e fabricar o motor,… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Meireles
Lucianno
Lucianno
Reply to  Meireles
3 meses atrás

Somente 5 países detém a complexa e dispendiosa tecnologia de fabricação de motores de caça: USA, Rússia, França, Reino Unido e China. No caso do Gripen, os motores são americanos e não estão sujeitos a transferência de tecnologia. O radar do Gripen é da Selex inglesa (posteriormente comprada pela Leonardo italiana). Ninguém sabe de fato o desempenho e alcance do radar ES-05 Raven, apesar da exigência da FAB ser de 160 km, existem inúmeros exemplos de promessas não cumpridas, os mesmos ingleses tiveram grandes problemas com o desenvolvimento do radar do Tornado ADV na década de 80 que voou anos… Read more »

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

a RR também faz motores

Lucianno
Lucianno
Reply to  Carlos Campos
3 meses atrás

Sim claro, está implicitamente citada quando escrevi Reino Unido.

Xerem
Xerem
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

A Suecia tambem fabrica o Volvo se a FAB quiser usa-lo mais optou pelo americano ,Alemanha tambem fabrica !

Lucianno
Lucianno
Reply to  Xerem
2 meses atrás

Hoje a MTU da Alemanha fabrica apenas componentes para motores a jato. Inclusive com bastante sucesso já que fornece para GE e RR.
A Suécia antigamente fabricou na década de 70 os motores do Viggen com a divisão de motores a reação da Volvo que não existe mais.
Os motores do Gripen são exclusivamente americanos da GE e não existe nenhuma outra opção de motores para eles.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

Desculpe, mas voce está perdendo tempo aqui. Deveria estar na COPAC, pois segundo seu comentário são todos incompetentes e não entendem nada de avião. É isso?

Lucianno
Lucianno
Reply to  Luiz Antonio
3 meses atrás

O Fernando não fez nenhuma crítica ao COPAC. Que acertadamente preferiu o Gripen. A FAB, sabendo da endêmica situação de precariedade orçamentária brasileira ao escolher o novo caça tinha dois requisitos principais: menor custo de aquisição/operação e transferência de tecnologia. As exigências quanto ao desempenho eram minimas diante do que cada concorrente podia oferecer. Assim para uma força aérea pobre foi escolhido o mais barato. Acertadamente. A situação da Índia é diferente, além de ter dinheiro para comprar e operar, existe a necessidade diante de inimigos poderosos como China e Paquistão, portanto a Índia precisa do que há de melhor,… Read more »

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Uma correção: não é “o COPAC” e sim “a COPAC”, trata-se de “Comissão”. Quanto ao assunto, fico com minha opinião e quando a exponho não o faço para vencer debates. Os fatos demonstrarão (e parece que estão demonstrando) que essa bonita aeronave, não nego, será um fiasco francês.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Luiz Antonio
2 meses atrás

Tranquilo Luis cada um tem sua opinião. Concordo contigo que os fatos demostrarão no futuro quem será o fiasco.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Luiz Antonio
3 meses atrás

Eu sempre acho interessantes comentários gratuitos como esse, mas vamos a alguns pontos importantes: 1 – Nem sempre o melhor produto é o que mais vale a pena… Na verdade, grande parte das vezes não é o caso, seja quando você escolhe um smartphone, um carro ou um avião de caça. 2 – O Rafale era o meu menos favorito do F-X2, não por ser um avião ruim, pois ele provavelmente era o melhor dos três finalistas, mas pelos custos. Esses custos vem de um ponto negativo que PARA A ÍNDIA é positivo demais: ele é made in france dos… Read more »

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

Meus comentários são gratuitos sim colega. Não os cobro e nem ganho por eles. Expresso minha opinião baseado em fatos que observo e não em preferências pessoais torcendo por essa ou aquela aeronave.

Last edited 3 meses atrás by Luiz Antonio
Lucianno
Lucianno
Reply to  Meireles
3 meses atrás

A FAB ao escolher o novo caça tinha dois requisitos básicos: baixo custo de aquisição/operação e transferência de tecnologia. As exigências quanto ao desempenho eram mínimas. A IAF focou no desempenho ao escolher o novo caça. Por ser muito recente ainda não temos disponíveis dados reais a respeito do desempenho do Gripen NG, tudo o que sabemos vem de informações do marketing da Saab. Sem ter a intenção de desacreditar nos suecos, mas o fato é que eles querem e precisam vender e obviamente irão falar maravilhas do seu produto. Quanto ao Rafale, os indianos enviaram observadores quando da Intervenção… Read more »

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Voce esta comparando dois conceitos de aquisição de equipamentos completamente diferentes. Um é o conceito de simples aquisição de “prateleira” que foi a escolha da India (36 unidades encomendadas do Rafale na versão de Defesa Aérea. Se acrescentarem as outras capacidades para ataque ao solo, os franceses vão empurrar até o Talo nos indianos, atitudes bem conhecidas dos franceses). O outro conceito, bem mais complexo, envolvendo o projeto com transferência de tecnologia, produção local e códigos fonte abertos para armas foram as exigências da FAB, acrescidas de custos de operação e manutenção adequados ao perfil da FAB. O Gripen NG… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Luiz Antonio
Lucianno
Lucianno
Reply to  Luiz Antonio
2 meses atrás

Ninguém sabe o custo real das horas voos do Gripen NG porque ele ainda não está operacional. Somente no futuro quando forem feitas as manutenções que teremos de fato o conhecimento deste valor, hoje temos apenas conjecturas. Segundo a SAAF o custo de horas voos do simplório Gripen C é de até U$ 7.800,00, podemos imaginar que a versão “E” terá um custo bem maior porque é bem mais sofisticada. Também temos que considerar a baixíssima escala de vendas do Gripen que é um grande fiasco comercial. Assim dificilmente o custo de operação do Gripen será um terço em comparação… Read more »

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Lucianno
2 meses atrás

Concordo com voce que os valores são estimativos mas muito próximos da realidade, pois o Gripen já é utilizado, mas certamente os custos operacionais com o Gripen serão muito menores do que os do SHF-18 e do Rafale. O problema que vejo, e concordo também que o problema será na substituição do Gripen, se nada for feito e começando agora. a decisão da FAB acertadissima, porém se a EMBRAER não se mexer, todo o acervo tecnológico absorvido no projeto Gripen não valerá de nada e lá vamos nós comprarmos de prateleira. Precisam se decidir de forma séria, se querem ser… Read more »

Lyw
Lyw
3 meses atrás

Já tem foto deles chegando no espaço aéreo indiano escoltados por SU-30 MKI, imagem muito significativa!
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Last edited 3 meses atrás by Lyw